– O lamentável patrocínio aceito pela FPF aos árbitros!

José Roberto Lamacchia, palmeirense roxo declarado, é um empreendedor de sucesso. Ele é proprietário de duas instituições extremamente respeitadas: a CREFISA (da área de crédito financeiro) e da FAM (Faculdade das Américas). Ambas patrocinam a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Para essa fase final do Paulistão, Lamacchia resolveu oferecer patrocínio máster na camisa dos árbitros de futebol. E aqui temos a seguinte situação: A FIFA PROÍBE QUE OS ÁRBITROS SEJAM PATROCINADOS POR INSTITUIÇÕES QUE PATROCINEM OS TIMES DE FUTEBOL (exceto o fornecedor de material esportivo).

No seu artigo 15 do Regulamento Internacional de Arbitragem, diz que:

Anúncios de patrocinadores nas camisas de árbitros serão permitidos somente se não criarem conflitos de interesses com nenhum dos times participantes. Caso isso aconteça, o árbitro não deve utilizar nenhum anúncio na camisa“.

Aqui, há a evidente situação: se ocorrer um erro a favor do Palmeiras, há quem levantará a hipótese de que o investidor do time AlviVerde esteja sendo beneficiado por dar dinheiro aos árbitros patrocinando-os.

Porém, enquanto a sensatez fala sobre evitar confusões sobre isso (lembram-se que Rodrigo Braguetto, árbitro que prestava serviços ao Corinthians, foi retirado de uma final alegando-se “conflito de interesses” pelo próprio Marco Polo Del Nero?), o Cel Marcos Marinho, presidente da Comissão de Árbitros, disse em entrevista à ESPN:

“Não tem nada a ver. Isso não importa. Não importa que eles sejam patrocinadores do Palmeiras também. Eu confio nos meus árbitros e isso não vai prejudicar em nada as decisões. Não tem absolutamente nada a ver uma coisa com a outra. A Fifa manda e organiza os campeonatos dela. A Federação Paulista tem seu próprio regulamento, seu próprio jeito de agir e suas próprias regras. A Fifa faz o que quiser com os campeonatos dela, com os da Federação Paulista é a gente que resolve. Não vamos voltar atrás, não há nenhuma possibilidade”.

Me desagrada uma autoridade da PM ser o 1o a descumprir uma norma da FIFA. Aliás, o árbitro Anselmo da Costa não foi alijado de apitar jogos do Palmeiras de Luxemburgo devido ao fato de trabalhar no Instituto Luxemburgo? Qual a diferença?

Uma coisa eu concordo com o Coronel Marinho: a FPF realmente cria “regras próprias”! A da bola na mão virar pênalti como jogo de queimada é exemplo disso.

E você, o que acha de tudo isso?
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– Quando somos mais inteligentes?

Há Idade para Maior ou Menor Inteligência?

Sim, há. Eis aqui!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/411251_AS+IDADES+DA+INTELIGENCIA

AS IDADES DA INTELIGÊNCIA

Trabalho revela quando habilidades como a memória e a rapidez de raciocínio alcançam seu auge ao longo da vida

Por Cilene Pereira

Uma investigação realizada por cientistas do Massachusetts Institute of Technology deixa claro que não há uma idade única na qual a inteligência se manifeste em sua plenitude. Ao longo da vida, as diferentes capacidades cognitivas que a compõem se apresentam com maior ou menor intensidade, segundo a faixa etária. “Em qualquer idade, você está indo melhor em algumas habilidades, pior em outras e está experimentando o pico em determinadas capacidades”, disse o pesquisador Joshua Hartshorne, um dos coordenadores do trabalho.

As conclusões são resultado de um estudo extenso que se baseou em dois bancos de dados: um formado a partir da comparação do desempenho de mais de três milhões de pessoas em jogos eletrônicos formatados pelos cientistas e, outro, composto pela análise mais detalhada de um grupo de 50 mil pessoas submetidas a testes de aferição de habilidades específicas. Entre os achados, estão o de que o auge da memória de curto prazo – usada para registrar informações que serão usadas imediatamente a seguir – se dá entre os 25 e 30 anos, enquanto a sensibilidade de perceber as emoções alheias está mais aguçada entre os 40 e 50 anos.

Um dos desafios agora é entender os mecanismos que explicam essas diferenças. Acredita-se que por trás delas estejam mudanças genéticas e transformações na estrutura cerebral ocorridas com o passar do tempo. Na opinião da pesquisadora Laura Germine, co-autora do trabalho, uma das principais lições do trabalho é a de que focar a atenção em apenas um aspecto do funcionamento cognitivo – memória ou raciocínio, por exemplo – é um erro. “Você perde o quadro todo”, disse à ISTOÉ. “Mesmo que não nos consideremos tão rápidos em alguma coisa como éramos aos 18 anos, outras funções podem estar mais afiadas. As pessoas devem pensar menos no envelhecimento cerebral e mais no modo como nosso cérebro e a forma como experimentamos o mundo mudam. Não para pior, apenas de maneira diferente.”
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– E se der Pequeno contra Pequeno?

Deu a lógica no cansativo Campeonato Paulista: os 4 grandes estão nas quartas de finais. E se a lógica persistir, dois grandes jogos envolvendo Corinthians, Santos, São Paulo e Palmeiras nas semi finais.

Uma final entre dois grandes times é o desejo da FPF e da TV Globo. Para mim, isso é assunto que não se discute.

Mas…

Já imaginaram Red Bull x XV de Piracicaba na finalíssima?

Isso é possível, no papel.

E a Globo transmitindo os dois jogos no Pacaembu, já que o mando é da FPF?

Seria um desastre para eles. Mas, ao mesmo tempo, engraçado.
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– Os Ratinhos de Brasília

João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, depôs na CPI da Petrobrás. Diferente do seu antecessor, Delúbio Soares, que na CPI do Mensalão declarou que não existia Caixa 2 mas “dinheiro não contabilizado” (como se não fosse a mesma coisa), disse que não recebia propina alguma.

O gozado é que na CPI ele foi “desobrigado a falar a verdade”. Como assim?

Ridículo.

O mais interessante é que um sujeito invadiu o Congresso, passou pela Polícia de lá (que recebe R$ 27.000,00/ mês) e soltou dezenas de ratos em protesto contra a corrupção.

Simbolismo melhor do que esse, não há!

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2 x 1 Monte Azul

Não gostei da arbitragem de Roberto Pinelli em Jundiaí, na vitória do Galo. Foram 3 momentos distintos:

Parte 1 – regular, 1o tempo: o árbitro teve uma partida muito fácil para apitar. Mas foi exageradamente detalhista. Em cobranças de falta no campo de defesa e sem ninguém por perto, mandava realocar a bola 10 cm de correção desnecessários, retardando o jogo. Além disso, houve atendimento médico ao Goleiro (2m), ao Jackson (1m40s) e ao Carlos Chaba (2m20s), mas ao invés de no mínimo 5 minutos de acréscimo, deu só 3. Sem contar que a partida foi iniciada 20h26 ao invés de 20h30…

Seus acertos foram a não marcação de um pênalti ao final do 1o tempo pedido por Mamadeira, em lance normal de jogo, além da não marcação de uma suposta bola na mão de Rodrigo Sabiá no campo de defesa do Paulista.

Parte 2 – boa, início do 2o tempo: quando a partida começou a se tornar faltosa, pensei que o árbitro vacilaria. Mas errei na previsão: aplicou muito bem os 5 cartões Amarelos (foram 15 faltas cometidas pelo Paulista e 11 do Monte azul em todo o jogo) e acertou diversos lances técnicos, em especial o pênalti bem marcado em cima de Deco a favor do Monte Azul.

Parte 3 – ruim, meio e término do 2o tempo: o árbitro começou a ter dificuldade em agilizar a partida, permitindo a famosa cera dos atletas do Monte Azul (mesmo aplicando um cartão amarelo para tentar coibir o retardamento). Nesse período, soltou o jogo e quase se perdeu com inúmeras faltas não marcadas. Fiquei preocupado pois, se tivéssemos mais tempo de jogo, a partida descambaria.

Em suma, o árbitro teve 3 distintos momentos no jogo, e os instantes de boa arbitragem não foram suficientes para suplantar os outros tantos momentos ruins.

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