– A diferença de comportamento na repercussão da expulsão de Richarlison

Precisamos aprender demais com a Premier League. Quer um exemplo?

Na Inglaterra, aos 41 minutos do 1o tempo, o brasileiro Richarlison (agora no Everton) se estranhou com Smith (do Bournemouth). O árbitro viu ambos se ameaçando, encarando e colocando cabeça a cabeça, mas entendeu que o causador foi o atacante brazuca. Na sequência, o expulsa e Smith permanece em campo sem ser punido.

As mídias inglesas repercutiram o erro do árbitro, alegando que os dois atletas deveriam ser punidos pelo unfair-play (tão zelado na terra da Rainha). Porém, muito curioso foi o fato da diretoria do clube e o treinador de Richarlison entenderem que o atleta está se adaptando ao futebol inglês, mas ainda assim não o pouparam de culpa.

E o árbitro? Passou batido. Não se discute a preponderância do erro dele no empate de 2×2 (O Everton estava na frente, quando a partida era jogada 11 contra 11), mas sim a necessidade de educar o jogador expulso para não cometer um novo erro.

Se fosse no Brasil, passaríamos a discutir o quanto a não-expulsão de Smith influenciou na derrota, os cartolas do clube que se sentiu prejudicado passariam a mão na cabeça do expulso, e, certamente, iriam à imprensa pedir afastamento do juizão. Ou você vê enredo diferente?

Richarlison se desculpa por expulsão no empate do Everton:

 

– Análise da Arbitragem para Paulista 3×0 Primavera

Para esse jogo, será necessário dividir em duas partes a avaliação da arbitragem:

  • Parte 1 desta análise: leia considerando o jogo até 69 minutos (24 do 2º tempo). A sequência estará em outra parte, mais abaixo.

Por eu ter criticado Salim Fende Chaves há dois anos pela má postura em Paulista x Mirassol na série A2, acho justo registrar o elogio: melhorou muito! Os erros de comportamento daquela atuação foram totalmente corrigidos. Parabéns. Também confirmou a evolução de seu trabalho, como afirmamos em outra oportunidade.

Mostrou bom condicionamento físico e autoridade. Acertou em dar Cartão Amarelo a Carlinhos (PAU) por uma desnecessária falta quase na lateral de campo, e a Wesley (PRI) por carrinho em Nathan. Um acerto muito bom e de conhecimento tecnico-disciplinar se deu aos 51 minutos: Francis (PRI) faz falta em Barbosa (PAU), ele espera a vantagem se concretizar, isso não acontece, e ele volta atrás na sua marcação, marcando a infração a aplicando amarelo ao infrator. Os outros cartões aplicados também foram corretos.

Dois erros apenas, um técnico e outro disciplinar, pouco relevantes:

Aos 17m, um erro técnico: Francis, o camisa 4 do Primavera, espanou a bola que bateu despretensiosamente no braço do centroavante Barbosa do Paulista. Lance normal, mas Salim bobeou e marcou toque intencional. Errou.

Aos 20m, Barbosa (PAU), após perder a bola para Caíque (PRI), se jogou descaradamente. Acertou o árbitro em nada marcar, mas deveria dar cartão amarelo ao atacante jundiaiense pela simulação, diga-se de passagem, extremamente canastrã.

O Bandeira 1 Paulo de Souza Amaral quase não trabalhou no 1º tempo, embora, aos 40 minutos inverteu um lateral claríssimo em frente a nossa cabine. Mas no 2o tempo foi exigido e mostrou bastante atenção e vibração. Ótimo!

Bandeira 2 Vladimir Nunes da Silva trabalhou bastante e foi bem. Nada que se ressalve a mais no trabalho de ambos.

  • Parte 2 – dos 70 em diante…

Aqui o árbitro começou a se perder – Aos 70 minutos: Wesley fez falta em Nathan, típica para cartão amarelo. Como já tinha, era consequentemente para o Vermelho. Estando muito bem na partida, correndo bastante, jogo sob controle e fácil para se apitar, Salim resolveu fazer vista grossa e só marcou a falta, acomodando-se. Falhou feio! Seria para não ficar alguns minutos a mais no vestiário para confeccionar a súmula (já que uma expulsão consome mais tempo na papelada pós-jogo?). Tanto errou que, aos 73 minutos, Ian (PAU) atinge temerariamente seu adversário 8 Euler (PRI) e não aplicou a advertência necessária. Uma visível e indevida compensação? Talvez… E, finalizando, aos 80 minutos, à beira do campo, Barbosa está lesionado, caído, e recebe uma bronca do árbitro – jogador teve que ser substituído, mancando bastante.

Público: 847 pagantes

Renda: R$ 6.932,00

Faltas: 18×10

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assist 1: Paulo de Souza Amaral
Árbitro Assist 2: Vladimir Nunes da Silva
Quarto Árbitro: Junior Lima dos Santos

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista x Primavera

Abrindo a nova fase da Segundona Sub 23, a FPF sorteou Salim Fende Sanchez para o importante confronto entre o Galo da Serra do Japi contra o Fantasma da Ituana.

Salim está na sua 13a temporada como árbitro (há 3 na primeira divisão estadual), tem 34 anos e será a sua 34a partida como árbitro central em 2018 (trabalhou ao todo 48 vezes, entre a função de AAA e 4o árbitro). Já apitou no Jayme Cintra por duas vezes:

1. A primeira (2016), precoce e forçosamente escalado para Paulista 1×1 Mirassol na A2, onde foi muito ruim sua apresentação. Relembre em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/02/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-mirassol/

2. A segunda (2017), já mais calejado, melhorando bastante, em Paulista 1×0 Chapecoense pela Copa São Paulo: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/01/17/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×0-chapecoense/

Evoluiu bastante como árbitro, tendo neste ano apitado vários jogos importantes da série A1 do Paulistão (envolvendo os times grandes), além de ter trabalhado nas séries D, C e B do Brasileirão. Destacando dois jogos:

1. O inusitado Macapá /AP x Manaus /AM no famoso estádio “Zerão”, cujo gramado é cortado pela Linha do Equador. Metade do campo está no Hemisfério Norte e metade no Hemisfério Sul.

2. O confronto entre Avaí / SC 1×0 Juventude / RS na última 3a feira, onde soube deixar o difícil jogo correr nos momentos corretos.

Por estar numa sequência boa de escalas, vem “tinindo” quanto ao ritmo de jogo e confiante por ter melhorado na questão de postura (um defeito no início da carreira). além de ter aprendido a se posicionar bem em campo, ajudando a melhorar a questão técnica e disciplinar. Em comparação aos outros árbitros escalados nesse ano, é um pouco mais comedido na aplicação dos cartões.

A Ficha completa:

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assist 1: Paulo de Souza Amaral
Árbitro Assist 2: Vladimir Nunes da Silva
Quarto Árbitro: Junior Lima dos Santos

Desejo uma boa arbitragem e um grande jogo a todos!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Primavera pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte

– VAR e GUM, Andrés e TV!

Tá todo mundo louco, ôba“, como um dia cantou Sílvio Brito.

Sim, afinal, na partida entre Fluminense x Corinthians, o zagueiro Gum pós-jogo parabenizou a arbitragem e a participação do … VAR (o árbitro de vídeo)! Lembrando que o Campeonato Brasileiro não conta com esse membro da equipe de arbitragem.

A quem será que Gum se referia? Ao Paulo César de Oliveira? Ao Leonardo Gaciba? Ou algum outro ex-árbitro que comenta na Rede Globo, que detém os direitos de transmissão, e por lógica “aparece no vídeo”, ou melhor, na tela?

Papelão maior fez Andrés Sanches, que prefere dar “patada” no repórter da FOX que fez pertinente pergunta e foi maltratado pelo presidente corintiano. A propósito: não era ele que renunciaria ao cargo de Deputado Federal assim que fosse eleito (IMEDIATAMENTE, como enfatizava)? E que depois postergou para a semana posterior ao Carnaval? Depois da Quaresma? Da Festa Junina… Ou seria preocupação em manter a imunidade parlamentar a qual muitos políticos se salvaguardam nesse país?

Por fim: deve custar caro aos cofres do Andrés sair de Brasília, onde trabalha arduamente para fazer jus ao voto dos seus eleitores e ao dinheiro público, e que depois do expediente na Câmara dos Deputados pega um vôo para o Rio de Janeiro acompanhar o seu time. Será que conseguiu chegar de volta hoje às 8h da matina para picar o cartão no Congresso?

Ou não é nada disso?

Com a palavra, aqueles que, como eu, pensam ser impossível trabalhar nessas duas atividades (Deputado em Brasília e Presidente de time paulista) simultaneamente.

De fato, todo mundo deve estar louco mesmo quando não fica boquiaberto com essas coisas…

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– Existe suspensão de 1 1/2 jogo?

Que confusão está acontecendo por conta do uruguaio Carlos Sanchez, não?

O atleta do Santos foi expulso anos atrás quando jogou na Copa Sulamericana pelo River Plate, e numa partida contra o Huracan, agrediu um gandula e foi suspenso pela Conmebol por 3 partidas. Entretanto, a entidade anistiou os atletas pela metade das penas (durante evento comemorativo em 2016). A pergunta é: o atleta que levou gancho de 3 jogos e teria que cumprir apenas 1,5 jogo? 

Como assim? Ficaria 45 minutos de uma partida punido?

O certo é que o Peixe alegou que ele só tinha que cumprir 1 jogo, justifica que consultou o sistema eletrônico da Conmebol e as queixas do adversário, o Independiente, não têm fundamento.

O que vai acontecer, não?

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– A falta de experiência (ou de competência) na arbitragem brasileira mostrada em Cruzeiro x Santos

Nesta semana, vimos uma falha grotesca por falta de experiência do árbitro Rodolpho Toski Marques no Mineirão. Como tais erros ainda acontecem?

A propósito, más atuações dele aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/11/22/o-penalti-inexistente-em-corinthians-1×0-internacional/

Aqui não se deve discutir: o acréscimo que você dá tem que ser durante o minuto. Por exemplo: se deu 5 minutos, o jogo vai dos 50’00” até 50´59″ (e se precisar dar 1 minuto a mais por tempo perdido no acréscimo, não há problema, desde que sinalize). O que não pode é acabar antes, nem terminar o jogo sem permitir uma cobrança de tiro de penal. Do restante, sim.

Pode acabar no escanteio? 

Sim.

No ataque?

Claro que sim.

Na cobrança de uma falta?

Idem.

Aí você entra no bom senso e na inteligência: se você tem a elasticidade de acabar entre o tempo 00′ até o 59′, POR QUE ACABAR NO ATAQUE DE UMA EQUIPE? Pode acabar no ataque sim; mas… deve-se acabar no ataque? 

Ninguém o orientou (e olha o escudo dele no peito!!!… Fifa?)

Discuta então o seguinte: quem é o incompetente da históriao que apita dessa forma ou quem prestigia o árbitro escalando-o sistematicamente, mesmo com um histórico ruim?

Aliás, gostaria de ouvir Thiago Neves, que reclamou durante a semana que o Cruzeiro é sistematicamente prejudicado no Mineirão e usou termos muito fortes.

Para ler a declaração do jogador, clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/14/a-ousada-e-polemica-declaracao-de-thiago-neves-sera-punido/

Não vai adiantar VAR, 9 árbitros em campo, 30 câmeras e drone sem um elemento fundamental: a competência!

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem da Rodada 20: Bandeirante x Paulista

Na última rodada da Segunda Divisão Sub 23, a FPF escalou árbitros da série A1 para garantir segurança na derradeira disputa de cada grupo.

Para Birigui, no jogo em que o Galo precisa de um bom resultado, foi sorteado um árbitro muito benquisto na FPF, embora eu tenha algumas restrições técnicas quanto ao seu desempenho em jogos de time grande na Primeira Divisão: José Cláudio Rocha Filho, de Jaú/SP. Um sujeito sério, que apita de cara fechada e que não gosta de indisciplina. Reclamações / cera / atitudes antidesportivas serão coibidas certamente com o cartão amarelo.

Repito: tenho alguma ressalva quanto a sua escala em jogos de expressão pelo desempenho, mas ele atua muito bem em jogos menores da A1. Para essa divisão, uma ótima escala.

O quarteto de arbitragem completo, abaixo:

Árbitro: José Claudio Rocha Filho
Árbitro Assist 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assist 2: Luis Felipe Prado Silva
Quarto Árbitro: Clayton de Oliveira Dutra

Para Comercial RP x Itapirense, um jogo que interessa ao Galo, compartilho:

Árbitro: Leandro Carvalho da Silva
Árbitro Assist 1: Marco Antonio de Andrade Motta Junior
Árbitro Assist 2: Bruno Silva de Jesus
Quarto Árbitro: Andre Luis Riquena

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– Em Chapecoense 2×1 Corinthians: Cássio deveria ou não ser expulso?

Deixo a regra compartilhada para a livre interpretação dos amigos em referência ao lance de Cássio na Arena Condá:

  • A Regra mudou no que diz respeito a não expulsão, mas sim advertência de um jogador que impeça uma situação clara e manifesta de gol em disputa de bola dentro da área. Assim, um zagueiro que dê um pontapé violento no adversário que vai chutar para o gol vazio ou um defensor (exceto o goleiro) que tire a bola em cima da linha da meta, receberá o Vermelho. Se ele evitar o gol disputando com um adversário, aí será Amarelo.
  • Se um goleiro sai da área penal, ele se torna um jogador sujeito às demais punições de um atleta de linha. Ou seja: se usar as mãos fora da área, deverá receber Cartão Amarelo. Mas se ele evitar o gol usando as mãos fora da área, será Cartão Vermelho.

Assim,  repito a pergunta: Cássio deveria ou não ser expulso?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×2 Comercial

Ser reconhecido / ter nome / e estar “na ponta dos cascos”, é sempre muito bom. E foi isso que aconteceu com Vinícius Furlan: sendo um árbitro respeitado, correndo muito e se posicionando bem, fez uma boa arbitragem no Jayme Cintra. Manifestações de torcedores contra sua atuação, foram, logicamente, de cabeça quente e injustas. A propósito, pós-jogo, conversei com amigos que o haviam confundido com Thiago Duarte Peixoto, e que acreditavam ter ele dado o famoso e polêmico cartão equivocado a Gabriel num Corinthians x Palmeiras.

Para se confirmar em números, a primeira falta na partida ocorreu aos 13 minutos de jogo – um fato raro, em especial nessa divisão onde o contato físico predomina. Depois a partida se tornou faltosa, mas não violento, pois conseguiu manter com sabedoria sua autoridade.

O ponto forte do árbitro, neste domingo, foi: sendo um juiz gabaritado, não menosprezou a partida, tratando-a como um jogo da A1 (e, de fato, um confronto que já foi desse nível). Trocando em miúdos: não fez vista grossa a cartões e/ou marcações.

Quanto à leitura do jogo, soube “soltar” a partida quando podia: aos 43 minutos, ótima percepção do árbitro ao aplicar a vantagem após Nathan (PAU) sofrer uma falta e deixar o jogo seguir. Esteve atento na dinâmica da partida.

Se tecnicamente foi pouco exigido, disciplinarmente teve trabalho e correspondeu bem. Por exemplo: aos 22 minutos, Lineker (CFC) interrompeu um contra-ataque com falta em Jonathan Brito (PFC), com falta bem marcada e cartão aplicado. Ou na atenção a detalhes: aos 39 m, após o gol do Comercial, Cesinha foi comemorar o tento da sua equipe ironizando na frente da torcida adversária e recebeu Amarelo.

O lance contestado: Aos 43 minutos, Rafael Sena cometeu uma falta e “deu chilique”. Na frente de Furlan, totalmente desnecessário, e “de graça” recebeu o Amarelo (se não recebe, o juiz vira um “banana”). Porém, o mesmo Sena (3 minutos depois) deu um carrinho temerário em Maycon na lateral, na frente do bandeira, do árbitro e do 4o árbitro. Recebeu o 2º amarelo e foi expulso.

Um fato inusitado: o desentendimento totalmente evitável aos 20 minutos, do 4º árbitro Daniel Carlos Luciano Fernandes e o treinador Sérgio Caetano. No posicionamento de correr pela linha lateral (equivocadíssimo), Fernandes trombou com Sérgio Caetano. Acontece que Sérgio Caetano estava na área técnica e o 4º árbitro passou por trás dele. Pra quê? Insisto: esse posicionamento é equivocado, e a prova disso foi a demora do jogador número 15 do Comercial entrar em campo em uma substituição, já que o 4o árbitro estava isolado, sem sentido, do outro lado do campo.

Público: 1033 pagantes, para R$ 9121,00.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Comercial

Árbitro que já apitou diversos clássicos na A1, de Santa Bárbara do Oeste virá Vinícius Furlan para comandar o Clássico do Interior entre o Galo e o Bafo!

Não tenho dúvidas de que a FPF está tratando esse jogo de maneira bem especial; afinal, com a Copa Paulista em sua fase inicial e as categorias de base em andamento, torna-se a Segunda Divisão Sub 23 o torneio mais importante neste momento para a entidade. E como são duas equipes tradicionais da divisão de cima e que temporariamente desceram bastante (até pela importância de ambos na tabela), Paulista  e Comercial são os “grandões” em atividade nos torneios regidos pela Federação.

Uma curiosidade: os bandeiras serão Risser Jarussi Corrêa e Luís Alexandre Nilsen, que pela 4ª vez estão sendo escalados no Jayme Cintra (logicamente contarão para o árbitro quem são os atletas que jogam duro, os que reclamam bastante, os que não dão trabalho… – é uma praxe da equipe de arbitragem). Daniel Carlos Luciano Fernandes será o quarto-árbitro.

Se eu sou o treinador Sérgio Caetano, e sabendo que Vinícius Furlan é um árbitro disciplinador, alertaria os jogadores do Galo a não reclamarem e evitarem as faltas bobas (já que o time vem recebendo muitos amarelos). Furlan foi muito contestado quando surgiu uma pendenga entre Dudu e Rafael Tolói num Palmeiras x São Paulo, sendo criticado por supostamente “perder a autoridade”. E, de fato, foi uma má arbitragem naquele Choque-Rei. Desde então, o árbitro se tornou mais “linha dura” e evita comter deslizes técnico-disciplinares.

Fica a dica: se o time está tomando muito cartões evitáveis (de natureza emocional, principalmente), deve estar atento nesse domingo.

Sobre o jogo citado (Palmeiras 3×0 São Paulo), compartilho nossa análise na época: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/03/26/entendendo-as-expulsoes-de-palmeiras-3-x-0-sao-paulo-corretas-ou-nao/

Desejo uma boa arbitragem e um grande jogo a todos|

Acompanhe a transmissão de Paulista x Comercial pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Os dois lances polêmicos de Colo-Colo x Corinthians

Fui questionado sobre dois lances da partida do Timão no Chile, pela Taça Libertadores:

  • Aos 53 minutos, a expulsão de Gabriel: o jogador corintiano atinge com a sola do pé a perna de Carmona. Nenhum atleta pode dividir uma bola com as travas da chuteira à mostra na canela do adversário. Aqui, irresponsabilidade do jogador brasileiro, pois o lance, além de violento, é desonesto quanto à lealdade de uma disputa de bola. Não se discute: é Cartão Vermelho, e errou o árbitro em entender como jogada temerária aplicando o Segundo Amarelo para só então dar o Vermelho. É para Expulsão Direta.
  • Aos 68 minutos, o braço de Avelar na bola: quando Fierro cruza a bola para a área do Corinthians, Danilo Avelar pula para interceptá-la e deixa propositalmente a bola bater em seu braço. Esse é o exemplo do chamado movimento antinatural da mão na bola, ou seja: o jogador não pula naturalmente com o braço esguiado na direção do chute; a lógica é que naturalmente ele pule com a cabeça em direção à bola. Pênalti não marcado, errou o árbitro.

O mais curioso é que o juiz colombiano Wilmar Roldán foi sacado dos jogos da Copa do Mundo 2018 por não solicitar o VAR num lance muito parecido como esse na partida entre Tunísia x Inglaterra, onde também ele errou. Lembrando que faltou bastante critério em lances para aplicação ou não de cartão amarelo para ambas equipes. Enfim: má arbitragem do árbitro que em 2012 apitou a final entre Corinthians x Boca Jrs.

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– O quase-protesto dos árbitros e a falta de representatividade

Leio que Salmo Valentim, ex-árbitro de futebol e que já fez parte da ANAF (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol), foi eleito com 100% dos votos em eleição sem oposição.

Puxa, tal cenário deve mostrar que tudo está em ordem, não? Se o cara que é apoiado pela situação não tem opositor e nem voto contrário, é porque a entidade está a mil maravilhas.

Ou não seria bem assim?

Hoje, por ter convivido no meio do futebol, não vacilo em dizer: os Sindicatos de Arbitragem (Nacional e Estaduais) não tem coragem de bater de frente com as Federações e CBF! Todos cordeiros, nunca brigando realmente a contento como se deveria.

Claro, como não sou sindicalizado, não posso criticar os árbitros, pois devem entender que o que a ANAF, ou SAFESP, SAFERJ e tantas outras estão fazendo está bom.

Curiosamente, há 3 anos tivemos aquele movimento de protesto para paralisar o Brasileirão, mas que virou ato de manifestação com a “plaquinha dos 5%”. E o que deu? Nada.

Recordando nossa postagem no Blog PERGUNTE AO ÁRBITRO, abaixo:

O PROTESTO DOS ÁRBITROS ACONTECERÁ?

Importante: Não haverá greve (por enquanto) no Campeonato Brasileiro 2015, mas ato simbólico. Veja:

ATENÇÃO

Na rodada de hoje do Brasileirão, os árbitros farão um protesto contra o veto ao artigo que reconhecia o direito de arena para a arbitragem.

Primeira manifestação na história da arbitragem brasileira.

Aos cinco minutos do primeiro tempo a partida será paralisada. Um minuto de silêncio em protesto contra o veto. Equipes de arbitragem colocarão faixas pretas no braço. O quarto arbitro vai levantar a placa com 0,5.

Informações de Julio Cancellier, Assessor de Comunicação da ANAF (Reproduzido pelo Jornalista Pedro Paulo de Jesus, do site “Voz do Apito”).

Será que vingará?

MINHA OPINIÃO SOBRE A GREVE, em: http://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/08/07/sobre-a-greve-dos-arbitros-reflexoes/

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– As irregulares da cobrança do Pênalti de América x Palmeiras

A única coisa bem feita (de acordo com a Regra do Jogo) no pênalti cobrado por Jean (SEP) e defendido por João Ricardo (AME) foi a paradinha correta (parar durante a corrida e retomar a cobrança). Do resto, várias irregularidades. A contar:

1- O goleiro do Coelho se adianta absurdamente,

2- Há invasão de área de um jogador palmeirense,

3- Há invasão de área de dois jogadores americanos,

4- Árbitro, bandeira (que está na linha de fundo) e AAA que está mais próximo ainda, nada observaram. Pessoal desatento, não?

O que se deve fazer? Por infração simultânea de ambas equipes, voltar a cobrança do tiro penal. E que a Comissão de Árbitros da CBF “puxe a orelha” dos árbitros.

Aliás, e quem puxa a orelha dos membros da Comissão de Arbitragem?

Abaixo, a imagem congelada no momento do chute:

 

– Um lance para a FIFA levar às escolas de árbitros em Botafogo 0x0 Santos.

O árbitro Paulo Roberto Alves Júnior está sendo criticado pela anulação do gol de Renatinho na partida Botafogo 0x0 Santos, mas o lance é puramente do bandeira Pedro Maretinelli Christino, e daria muita discussão mesmo COM árbitro de vídeo.

Leio muita gente entendo como gol legal, mal anulado. DISCORDO respeitosamente e explico:

  • A bola é lançada para frente e vai em direção ao botafoguense Luís Fernando, que está em posição de impedimento e em um primeiro momento fica parado e abdica de jogar. Quando os zagueiros do Santos correm para a bola, o adversário volta a manifestar desejo de tocar a bola e corre para ela. Os santistas estão preocupados no primeiro momento em roubar a bola de Luís Fernando, mas é Renatinho, à esquerda dele, quem fica com a posse e a chuta para o gol (inesperadamente aos jogadores do Santos FC).

Há 5 anos, sem dúvida alguma seria impedimento. Mas recentemente a FIFA “relaxou” a rigidez da questão em considerar o impedimento quando o atacante:

1- estiver participando diretamente na jogada;

2- estiver atrapalhando o adversário;

3- ou tirar proveito dela (um rebote, por exemplo).

Assim, passou-se a marcar o impedimento quando um jogador efetivamente tocar na bola, se considerando a questão 1 (a de participar ativamente na jogada); se não tocar, não está impedido. Na situação 2, se o atleta, por exemplo, fizer um “paredão que impeça, atrapalhe ou iluda o adversário”. E na situação 3, se o rebote vier da bola que bateu na trave ou de um goleiro, pois o toque do adversário que desviar quando ele tentar disputar uma bola passou a dar condição de jogo para o jogador outrora impedido.

Diante de tudo isso, como entender o lance do Engenhão?

Como a situação 2: a de atrapalhar / iludir o adversário, sem tocar efetivamente na bola. Se Luís Fernando, depois de ter abdicado da jogada, permanecesse imóvel, o gol seria legal, pois ele deixou claro que não disputaria a bola. Quando ele retoma a disputa de bola e o bandeira não levanta seu instrumento, os jogadores do Santos não podem imediatamente deixar de dar combate, pois eles, atletas, não tem condição de estar na linha de impedimento e tomar tal decisão! E mais: quando Renatinho chuta para o gol, o lance já deveria estar parado. Aí sim está o erro: a demora para levantar a bandeira!

De maneria clara: o gol foi corretamente anulado, embora o árbitro assistente tenha falhado em permitir a conclusão do gol e só depois erguer a bandeira. Se ele marca o impedimento no momento que Luís Fernando, após mostrar que não iria disputar a bola, resolveu disputá-la e confundiu a zaga, nenhuma confusão teria ocorrido.

Respeito quem interpretou diferente (aqui é puramente lance interpretativo, pois há aqueles que alegam até que a defesa santista aceitou passivamente o gol num primeiro momento para justificar que Luís Fernando não atrapalhou, embora eu não concorde – pois zagueiro não é árbitro, nem bandeira, tampouco está na linha lateral para ver o posicionamento do adversário).

Eis, neste sábado, um lance típico de dificuldade para o VAR. Depois que deixou-se a bola entrar e não tomou a pronta decisão, o “circo ficou armado”, mesmo anulando corretamente o gol.

Extraído do Twitter de @MemoriasFutebol (Memórias do Futebol): Santos x Botafogo com Garrincha, Zito, Nilton Santos, Pelé, Zagallo, Pepe e Didi

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Itapirense x Paulista

Pelo clima do último jogo no Estádio Jayme Cintra, e pelas (justas) reclamações contra a arbitragem, pensei que teríamos um árbitro de ponta nesta Rodada 18 em Itapira. Entretanto, enquanto vários árbitros da série A1 do Paulistão e alguns do Brasileirão estão escalados nas diversas partidas da Segundona Sub 23 (Salim Fende Chavez no jogo do Comercial x Bandeirante, Thiago Duarte Peixoto em Guarulhos x São José e Márcio Henrique de Gois em Inter de Bebedouro x Francana), para o jogo entre a “Vermelhinha” (como a Esportiva itapirense é chamada) e o Galo teremos Thiago Lourenço de Mattos (auxiliado pelos experientes Fausto Augusto Viana Moretti e Leandro Matos Feitosa).

Thiago tem 33 anos de idade, 11 temporadas, mas ainda precisa chegar a divisões mais importantes e grandes jogos. Pensando em “como terminou o jogo no Jayme Cintra”, o “árbitro do jogo da volta no turno” terá muita dificuldade em conduzi-la a contento. Tomara que consiga!

Há 5 anos, quando começava a se destacar na Copa Paulista, houve um reverso na carreira do juizão: em Limeira, a torcida reclamava de sua atuação numa partida envolvendo Inter x Monte Azul, quando um torcedor o agrediu com uma pedrada, tendo que sair de campo de ambulância.

Torço para um grande jogo e ótima arbitragem!

Assista o ocorrido no vídeo do link em: http://globoesporte.globo.com/sp/campinas-e-regiao/noticia/2013/10/arbitro-leva-pedrada-na-cabeca-em-jogo-no-interior-paulista-veja-o-video.html

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– Mais uma etapa do VAR no Brasil

Por mais que se queira ter boa vontade com a implantação do Árbitro de Vídeo no Brasil, as pessoas envolvidas são as mesmas que já demonstraram brutal incompetência na condução do futebol brasileiro. Por quê a qualidade do trabalho desses cartolas mudaria agora?

Estou muito a vontade para dizer que, apesar de torcer para o sucesso do VAR em nosso país, os meios estão errados. Por quê usar as imagens das geradoras de TV que transmitirão o jogo? Devem ser de geradora independente, para que em um lance duvidoso contra Flamengo ou Corinthians, não se caia no erro de dizer que a Globo ou a FOX tem interesse para que os clubes de massa passem à frente. Se bobear, se dirá que o árbitro esperou o comentário do Arnaldo ou do Simon para decidir… (os comentaristas de arbitragem mais importantes dessas emissoras).

Outra preocupação é acreditar que o VAR resolverá o problema da arbitragem brasileira. Que não se crie esse cenário! Quem utiliza os equipamentos são seres humanos, falíveis dentro e fora de campo. Os erros continuarão, embora possam ser minimizados.

Nos dois jogos em que o VAR foi usado no país (no Campeonato Pernambucano), a experiência foi horrorosa, com erros graves mesmo existindo o árbitro de vídeo e muito longe do Padrão FIFA. Se nessas rodadas da Copa do Brasil (onde se é possível usar o equipamento eletrônico, já que no Brasileirão só se poderá usar da Rodada 1 até a 38, pois, afinal, deve-se ter equidade na disputa entre jogos e a Regra não permite), o fato de tentar um bom resultado já é algo positivo. O medo, insisto, será o mau uso da ferramenta e as reclamações dos jogadores. Lembrando: pelas Regras do Futebol, onde se acrescentou oficialmente o VAR, o atleta que “correr acompanhando o árbitro até o monitor deverá ser punido com o cartão amarelo”. E se esse atleta quiser ver as imagens do monitor, “dever-se-á aplicar o Cartão Vermelho”.

Aguardemos. Aliás, o histórico do adiamento e das enrolações oficiais do VAR no Brasil podem ser lidos no link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/09/18/de-novo-a-cbf-promete-usar-o-arbitro-de-video-em-breve-eu-duvido/

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– A Experiência dos Cartões Amarelo e Vermelho aos Treinadores de Futebol.

A IFAB, a dona das Regras do Futebol, um dia sugeriu a experiência de se mostrar cartões amarelos e vermelhos aos treinadores, seguindo os moldes da mesma aplicação de advertências e expulsões realizadas a jogadores por reclamações e comportamento antidesportivo.

A FIFA nunca levou a sério (e perceba que ela tem muito peso na composição de votos da International Board). Entretanto, os demais países que compõe a entidade – todos do Reino Unido e precursores do futebol – eram entusiastas da ideia. De tal forma, na Inglaterra, berço do “esporte bretão”, se usará tal prática em todas as suas divisões profissionais e amadoras, demais copas e competições organizadas e supervisionadas pela F.A. , EXCETO a Premier League.

Vai dar certo?

Talvez. A tendência é de que sim. E por lá, 4 amarelos levarão a uma suspensão automática.

Já imaginaram quantos amarelos teríamos aqui no Campeonato Brasileiro por rodada a técnicos de futebol?

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– O bandeira que praticou uma diagonal e invadiu o campo!

Assistiram Figueirense x CRB pela série B do Brasileirão, nesta 3a feira à noite?

O árbitro assistente no1 Márcio Gleidson Correia Dias, do Pará, se entusiasmou num contra ataque e invadiu literalmente o campo de jogo para marcar um impedimento. Nada em dizer que foi erro de direito, mas claramente “erro de posicionamento”.

Foi hilário, uma verdadeira diagonal praticada. Olha só a maluquice (na parte final desse curto vídeo você tem a noção correta da “atravessada” que deu o bandeira),

em: https://www.youtube.com/watch?v=tx9K_vfBqlY

– O pênalti inexistente em Santos 0x1 América-MG

Se você achou tranco legal o lance de Ricardo Oliveira em Edu Dracena no meio de semana (como eu achei), impossível discordar que Alison repetiu o mesmo lance em Marquinhos na Vila Belmiro neste domingo. Em ambos os lances a arbitragem errou.

No domingo, Rafael Tracci, árbitro paranaense, entendeu como falta a disputa de bola e marcou pênalti a favor do Coelho contra o Peixe (mesmo estando bem posicionado). E esse equívoco técnico da arbitragem custou a derrota para o Santos FC.

Ah, se tivéssemos o VAR no Brasileirão… (tão prometido de maneira demagógica e nunca desejado de verdade).

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x1 Itapirense

Ruim arbitragem de José Guilherme Almeida e Souza na manhã deste domingo no Estádio Jayme Cintra.

Por ser um jogo onde a exigência (e a qualidade da partida jogada em sim) foi muito baixa, poderia ter se saído muito melhor. Fez o “feijão-com-arroz”, mas errou na não marcação de um pênalti (vide abaixo).

Uma relevante falha foi tecnica-disciplinar aos 15 minutos do 1o tempo com a marcação de um tiro livre direto após a falta de Papa-léguas (PFC) em Caio (SEI). O zagueiro do Paulista levantou alto demais o pé, não atingindo o atacante de Itapira, sendo tiro livre indireto por jogo perigoso. O árbitro errou, entendeu como toque na cabeça, marcando tiro livre direto e aplicando o cartão amarelo. É claro que um zagueiro advertido com Amarelo tão cedo vai ficar irritado (afinal, tem outros 75 minutos para evitá-lo). Mas não se deve crucificar o juizão por isso, pois não teve influência no placar.

Sobre a “Lei da Vantagem” – um acerto importante foi a leitura do lance para a decisão da advertência a Moisés (PFC) em falta contra Leonardo (SEI). Após o lance não se concretizar em uma vantagem ao Itapirense, voltou atrás e marcou a falta. Correto! Mas no final do jogo, errou em não dar uma vantagem após falta de Leonardo (SEI) no próprio Moisés (PFC). A propósito, seria a vez de Leonardo receber o Amarelo (o que não aconteceu).

Importante: o lance crucial, ocorrido aos 50 minutos do 2o tempo, onde Mailom (SEI) espera o chute do ataque do Paulista com os braços abertos, tendo tempo de evitar o toque recolhendo os braços. Foi pênalti, pois a bola vai em direção a ele e o árbitro não marcou (é a situação do movimento antinatural / intenção disfarçada, modificada há poucos anos).

Destaque positivo para os dois bandeiras: Paulo de Souza Amaral trabalhou bastante marcando os inúmeros laterais. Rafael Tadeu com as bolas longas chutadas e perdidas. Ambos acertaram quando participaram do jogo.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Itapirense

Para a Rodada 17 do Campeonato Paulista 2a divisão Sub 23, no importante jogo entre Paulista Futebol Clube x Sociedade Esportiva Itapirense, apitará José Guilherme Almeida e Souza. Contador, natural de Bofete, 33 anos de idade e há 7 temporadas na FPF, ele vem se firmando bem numa carreira sólida, melhorando a graduação das suas escalas paulatinamente. Nunca trabalhou em jogos profissionais no Jayme Cintra.

Paulo de Souza AmaralRafael Tadeu Alves de Souza, bem experientes, serão os bandeiras.  Alex Leite Palmira será o Quarto Árbitro. 

Desejo boa sorte à arbitragem e grande partida aos clubes!

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x SE Itapirense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– De sete critérios para desempate no futebol, qual deveria ser a ordem correta a se priorizar?

Li no site Esporte Jundiaí, do jornalista Thiago Baptista de Olim, a informação de que o 2º critério de desempate no Campeonato Amador da Segunda Divisão da Cidade de Jundiaí será o número de Cartões Vermelhos. O número de Cartões Amarelos será o 6o.

A matéria está acessível em: https://www.esportejundiai.com/2018/03/serie-b-do-amador-de-jundiai-com-39-dos.html

A ordem será a seguinte:

  • maior número de pontos;
  • menor número de cartões vermelhos;
  • melhor saldo de gols;
  • maior número de gols marcados;
  • confronto direto;
  • menor número de cartões amarelos; e
  • sorteio

Ora, sou defensor número 1 do “Jogo Limpo”, pregando a prática do Fair Play em qualquer atividade esportiva e social. Mas não posso achar lógico no futebol que o número de expulsões e advertências seja critério de desempate, por um motivo bem claro: a falta da uniformização de critérios!

Se na Copa do Mundo, onde a elite da arbitragem mundial é treinada para que, respeitando suas características como árbitros, tenham coerência na aplicação da Regra e punições com os cartões, imagine no futebol amador que ocorre todo final de semana, sem a condição de treino mínimo e/ou reciclagens a contento. Aliás, os juízes de futebol do amador aprendem “na marra” a apitar nos campos de várzea, diante de tantas dificuldades que encontram.

Sei que quem sugeriu tal ideia fez com boa intenção. Mas é impossível (embora necessário) uniformizar a contento os critérios nos principais torneios profissionais. Quanto mais nos não-profissionais! Além disso, se o futebol busca o gol, é o número de vitórias / gols ou confronto direto os itens a serem priorizados.

O grande risco é: o time X ter árbitros rigorosos escalados, enquanto que o time Y costuma ter árbitros um pouco mais “frouxos” na disciplina. É, de fato, um equívoco, pois a distorção inevitavelmente ocorrerá!

Que não se precise usar tal expediente para definir os classificados para a outra fase!

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– Quantas infrações cometidas nesse lance?

Futebol amador sempre nos reserva boas gargalhadas…

Vejam só esse lance do Campeonato de Várzea Paulista/SP: invasão dupla na cobrança de pênalti, tirou a camisa na comemoração do gol, pulou o alambrado e foi se aplaudir no meio da torcida!

Caprichou o artilheiro, hein?

Vídeo: Fala Boleiro

– Flamengo 0x1 São Paulo e Santos 1×1 Palmeiras: as más arbitragens voltaram…

Que rodada de meio de semana contrastante para quem ficou “mal acostumado” com os últimos jogos da Copa do Mundo, não?

Do nível técnico à arbitragem (passando pela invasão da ratazana no jogo do Vasco), a diferença é brutal. Mas duas coisas quero salientar:

FLA x SPFC: Paulo Roberto Alves Jr apitou (muito mal) o jogo do Maracanã. Mas os jogadores também colaboraram com o jogo ruim: viram o ridículo cartão amarelo que Everton tomou por cera? Dava para o são-paulino evitar…

SFC x SEP: no “Clássico da Saudade”, 10 cartões amarelos e ausência de autoridade e advertência verbal do paraense da FIFA Dewson Freitas da Silva, o “compatriota do Cel Nunes”. Lucas Lima fez o gol, comemorou e levou Cartão Amarelo por comemoração próximo à torcida do Santos (mas era torcida única!). Aos 17m, Gabriel nem tocado foi por William, se jogou e o árbitro marcou falta. Só que aos 18m, Marcos Rocha deu um pontapé em Rodrygo, e nada o juizão marcou. Pode?

Será que nada aprendemos com a Copa do Mundo? Um Mundial que se cobrou comprometimento dos atletas e lisura (tudo contra a simulação) e onde vimos a não vulgarização dos cartões (contra os excessos daqui), nada nos deixou de aprendizado?

É preocupante que esse abismo que está se formando no futebol btasileiro com o resto do mundo aumente paulatinamente…

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– O que esperar da Arbitragem para Comercial x Paulista?

Rafael Gomes Félix do Nascimento, natural de Guarulhos, 35 anos de idade, há 12 temporadas trabalhando no futebol profissional, apitará o confronto do Bafo contra o Galo nesse grande clássico do Interior Paulista.

Bom árbitro, não costuma dar muitos cartões e é sereno dentro de campo: é esse o perfil (de muita tranquilidade).

Ele apitou a Final da Copa São Paulo Jrs entre Corinthians 2×2 Flamengo (2016); no ano passado, apitou vários jogos da A1, incluindo a eliminação do Santos no Mata-Mata do Paulistão diante da Ponte Preta no Pacaembu. Nesse ano trabalhou em diversos jogos do Brasileirão séries D, C e B, com uma partida bem longínqua para contar história: Real Ariquemes (Rondônia) 2 x 2 São Raimundo (Roraima).

Para Rafael Gomes, depois dessa viagem, Ribeirão Preto é “logo ali”…

Mauro André de Freitas e Marco Andrade Motta Jr, experientes bandeiras, serão os seus assistentes.

Espero uma boa arbitragem para esse importante jogo.

Obs: Aparentemente, a expectativa pela partida é muito grande por lá: haverá sorteio de ingressos na Califórnia Paulista, conforme a publicidade local:

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– O erro de Nestor Pitana em França 4×2 Croácia, a emoção na cabine da Globo e o impensável Catar 2022!

Sabidamente, Massimo Bussaca e Pierluigi Colina (presidente da CA-FIFA e responsável pelo VAR, respectivamente), com pesar, orientaram os árbitros a duas coisas que recrimino totalmente:

Evitar “dar cartões” para tirar os astros do espetáculo. Ora, desde quando o juiz tem que “pajear” atleta? Se merece o Amarelo ou o Vermelho, tem que levar! Se vai ficar fora de uma final de Copa do Mundo( por exemplo) o problema é do jogador. E muito se viu de “poupar” cartões.

Valorizar o VAR. É muita infantilidade crer que com tal alto investimento, o equipamento seria deixado de lado. Na verdade, só foi duas vezes desprezado: no Brasil x Suíça e em alguns momentos de Brasil x Bélgica. Teria sido pelo desprestígio político da CBF e pela marra de Neymar / ou má vontade dos árbitros com ele? Não duvido.

Dito isso, afirmo: o pênalti de “bola na mão” foi ridículo em França x Croácia. Pitana errou em final Copa do Mundo! E aqui não faço juízo se isso determinou a história do jogo, mas não foi uma “mão na bola intencional”, tampouco movimento disfarçado / antinatural.

O fato de ver, rever e demorar a tomar a decisão de marcar o tiro penal é outro ponto a ser criticado. Teria sido uma forma de valorizar o Árbitro de Vídeo?

Repito o que eu disse no nosso pré-jogo do Campeonato Paulista da 2ª divisão pela Rádio Difusora: O VAR É ÓTIMO PARA O FUTEBOL, DESDE QUE O MATERIAL HUMANO (QUEM USA AS IMAGENS) TENHA COMPETÊNCIA.

Para mim, muito abaixo do esperado a atuação do árbitro argentino. A propósito, insisto: se Ricardo Teixeira estivesse na CBF com o prestígio de outrora, era “bola cantada” a escalação do brasileiro Sandro Meira Ricci na decisão, que apitou muito bem o Mundial (e independente da força política ou não da CBF, Ricci fez por merecer ter tido tal honraria).

Quatro observações rápidas da final:

1- Fiquei feliz pela vitória do time miscigenado da França. Nós, brasileiros, somos formados por imigrantes de todo o mundo, e os franceses, em outro contexto histórico e geopolítico, idem. A vitória dessa equipe multirracial é uma conquista da igualdade social.

2- Foi de arrepiar Casagrande, na Globo, dizer: venci por me manter sóbrio”! Quem nunca usou drogas, não deve experimentar, pois a luta é grande. Casagrande foi gigante!

3- Arnaldo César Coelho vai se aposentar, e a lógica será a promoção de Leonardo Gaciba a número 1 da Vênus Platinada. Quem será o novo ex-árbitro a ser contratado pela emissora? E não nos esqueçamos: Arnaldo abriu as portas para essa nova função no Brasil e dele e por ele surgiram dois bordões: “A Regra é clara” (mas nem tanto) e “Pode, Arnaldo”?

4- Enfim, que venha o Catar, que continuo achando algo inimaginável… o que os catarianos farão com tantos estádios depois da Copa? E a rede hoteleira do pequeno país para hospedar tanta gente? Sobra dinheiro por lá, é sabido, mas… os EUA conhecem bem a história de como deve ter sido a escolha da nação do bilionário sheik Tamim bin Hamad Khalifa Al Thani (que faz do Catar uma pátria com proprietário).

Aliás, sabia que a distância máxima de um estádio a outro será de apenas 55km, e a distância mínima de 4,5km? Dará para assistir vários jogos da Copa do Mundo em um mesmo dia, em arenas diferentes. Impensável na Rússia ou no Brasil, países de tamanhos continentais.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Bandeirante

Tenso ou não?

Cinco Cartões Amarelos, sendo 4 para o Paulista  (Léo, Carlinhos, Pablo e Vinícius Fleck, este último estava no banco) e 1 para o Bandeirante (Lucão). Três cartões vermelhos, sendo 2 para o Paulista (Carlinhos e Nathan) e 1 para o Bandeirante (China). Aliás, na súmula consta que Nathan e China foram expulsos por desferirem socos fora da disputa de bola. Fora os atletas, o auxiliar técnico do Paulista foi expulso por reclamação.

Apesar dessa grande carga de relatos de advertências / expulsões, Paulista 1×0 Bandeirante não foi um jogo violento. Foi um jogo pegado, corrido, catimbado e ressalto que, se fosse um árbitro inexperiente, a história seria outra.

Gostei muito da arbitragem de Leandro Carvalho da Silva, que tão bem trabalhou com os demais integrantes da equipe. E se vale a máxima que “a primeira impressão é a que fica”, isso foi verdade nesta tarde no Jayme Cintra.

Aos 3 minutos, Matheus Aquino (BEC) está no ataque e divide com Zulu (PFC). Não foi pênalti, e o árbitro estava bem próximo da jogada, imediatamente sinalizando para o jogo seguir. Dois minutos depois, um lance mais viril das equipes no qual ele mandou dar sequência fez com que os atletas percebessem a segurança que estava transmitindo.

É essa a dica que vale para jovens árbitros: estar vibrante, participativo, em cima da jogada e não marcar as “supostas faltinhas” (as que são cavadas por contato físico). Deixou de marcar uma ou outra falta real, mas não marcou nenhuma cavada. Soube se impor.

Tanto no primeiro quanto no segundo tempo aplicou bem a lei da vantagem. Vibrou bastante, não ficou conversando / dando satisfação a jogadores (que precisam ter mais equilíbrio emocional) e, se cometeu um erro, foi o de não dar um cartão amarelo por simulação a China (BEC) pelo ato canastrão de pular, abrir os braços e cair na área pedindo pênalti numa bola levantada contra a defesa do Paulista.

Nada a criticar no critério dos cartões. Se não deu Amarelo numa falta de determinada intensidade de um lado do campo, usou o mesmo critério do outro. Coerente na questão disciplinar.

Dois fatos a destacar de que se deve fazer à arbitragem preventiva: o 1º, aos 33 minutos, quando Mykaell (BEC) e Cuadrado (PFC) se desentenderam e o árbitro os chamou, corretamente aplicando a advertência verbal. Morreu ali a pendenga, graças a efetiva intervenção do juiz. Mais tarde, o 2o lance, quando Carlinhos e Lucão bateram boca, se ameaçaram, e Leandro acertadamente entrou no meio, encerrou a discussão e deu cartão amarelo aos dois. EXCELENTE, muito seguro.

Apenas uma ressalva: no segundo tempo, o jogador Mikaell (BEC), fora do lance de bola, ficou se estranhando com Jonathan Brito (PFC), à vista do quarto-árbitro que não avisou. Deveria ter comunicado ao árbitro para que se fizesse a prevenção (como feita no lance citado do parágrafo acima).

Enfim: grande jogo com grande arbitragem – e espera-se mais controle emocional dos atletas. Claro que a juventude pode influenciar nesse nervosismo, mas deve-se evitá-lo.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Bandeirante

Leandro Carvalho da Silva, 39 anos, há 16 temporadas na FPF, que trabalha há tempos na série A2 e A3, está escalado para Paulista de Jundiaí x Bandeirante de Birigui. No ano passado, apitou a derrota do Galo para o Joseense no Jayme Cintra, mas foi muito bem na partida. Gostei da escala, pois é um árbitro que costuma apitar jogos “cascudos” no Interior. Se estiver no seu melhor, fará uma grande atuação.

Os demais integrantes da equipe de árbitros serão:

Bandeira 1: Luís Alexandre Nielsen

Bandeira 2: Alex Alexandrino

Quarto Árbitro: Rodrigo Santos.

Os Assistentes e Quarto Árbitro já trabalharam em jogos mais importantes (incluindo A1) e estiveram em Jundiaí há pouco tempo.

Desejo boa sorte à arbitragem e grande partida aos clubes!

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Bandeirante EC pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sábado às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Justa a escalação de Néstor Pitana para a final da Copa do Mundo entre França x Croácia?

Eu escrevi em postagens anteriores que, aparentemente, 4 nomes estariam próximos de serem escalados para a final da Copa do Mundo (com jeitão de Eurocopa): Sandro Meira Ricci (BRA), Alireza Faghani (IRN), Cesar Ramos (MEX) e Néstor Pitana (ARG).

A lógica do palpite?

O que mostraram dentro de campo, o prestígio da FIFA nas escalas deles e o fato de não serem europeus.

Coloquei, na minha humilde opinião, na ordem citada dos nomes palpitados, Néstor Pitana, por ter apitado a abertura da Copa do Mundo, seria a “última das boas opções”.

Sendo assim, uma coincidência bem significativa: em 2006, o argentino Horácio Elizondo abriu e fechou a Copa apitando França x Itália. Agora, em 2018, outro argentino abre e fecha a Copa – também com a França na Final.

Será que se Ricardo Teixeira estivesse na ativa, Sandro seria escalado? Talvez sim. Provavelmente a não escala de Ricci (que seria justa pelo que fez na Copa do Mundo com Emerson carvalho e Marcelo Van Gassen) foi fruto das lambanças do Cel Nunes…

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– A fama e a má fama de Neymar: excesso dos árbitros e adversários ou não?

Muito se tem falado de Neymar Jr, outrora a Joia Santista; craque emergente que estava brigando para ser o melhor do mundo e… que acabou sendo achincalhado pelos excessos de simulação nessa Copa do Mundo.

Tivemos todo tipo de meme, ironia e brincadeira sobre as suas simulações. Torcedores adversários, críticos e gozadores fizeram a festa com ele, e até mesmo empresas ganhando dinheiro com sua indisciplina. A KFC, gigante do frango empanado,  por exemplo, colocou um jogador “rolando como Neymar” atravessando uma cidade somente para poder ir comer um dos seus pratos. Crianças brincam de Challenger Neymar, a fim de imitar suas quedas. Virou mania mundial gritar “Neymar” e cair.

Isso é um alto preço a se pagar. Quando surgiu, era assustador o que fazia. Me recordo da inauguração da Red Bull Arena (amistoso entre RB New York x Santos) onde após se jogar, o árbitro disse claramente: You? NO! Após a sua passagem por Barcelona, tinha amadurecido mais, e justo agora que estava melhorando em diminuir as simulações, desandou durante o MundialPerdeu o equilíbrio emocional e exagerou nas quedas.

É verdade que ele apanha muito e é cassado em campo, mas faz por onde: cada vez que simula – e os adversários sabem que os árbitros estão marcando o brasileiro – batem mais ainda. Toda magia e simpatia está se transformando em antipatia e ódio.

A verdade é que a CBF parece não ter se preocupado em ajudar a “reeducar Neymar”. Prova disso é o alto comando da casa fazendo trapalhadas e se isolando do resto do mundo: vide o Cel Nunes, que declarou a Jamil Chade no Estadão de ontem:os deuses do futebol não estavam a nosso favor no jogo contra a Bélgica”.

A culpa é dos “deuses” mesmo?

Aí somos obrigados a escutar Edu Gaspar dizendo que “não é fácil ser Neymar”. Ora, quanto maior o salário, benesses e regalias, maior é a necessidade de se ter responsabilidade!

Verdade seja dita: quando Renê Simões disse que um monstro estava sendo criado, muito se criticou. “Puxar a orelha do menino” (que já tem 26 anos) parece ser impossível hoje.

Marco van Basten, o craque holandês do Milan e que hoje é diretor de desenvolvimento de futebol da FIFA, foi a última personalidade importante do futebol a criticar Neymar, dizendo que simular não é uma boa atitude e que ao menos suas encenações ‘faz rir muito quem as vê.’

Não sou radical, pois ele realmente sofre muitas faltas e é perseguido em campo. Mas a imagem ruim construída por ele próprio ajuda. Pelé também apanhava muito, mas sabia revidar no momento adequado. Ou não nos lembramos da cotovelada do Negão em Fontes, quando o uruguaio iria lhe quebrar, na Copa de 70?

É difícil falar isso a um adulto, milionário e famoso, mas… é hora de CRIAR JUÍZO (ou melhor: passou da hora)!

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– E se Roger confessasse ao árbitro? Sobre o pênalti no amistoso entre Corinthians 2×2 Cruzeiro

Lucas Canetto Belotte apitou bons jogos na 4a divisão paulista, mas o escalar em um amistoso do porte de Corinthians x Cruzeiro (que acabou empatado em 2×2, com quase 40 mil pagantes), era muito precoce.

Tanto que marcou um pênalti ridículo em Roger (COR) após um carrinho na bola do goleiro Fábio (CRU). O lance foi legal, e o atacante corintiano até já tinha se levantado e pedido escanteio!

Claro que o erro não foi por má intenção, mas por inexperiência / incompetência. Mas a pergunta que se deve fazer é: por que Roger, que estava pedindo escanteio e sabia que não foi pênalti, não usou de Fair Play e confessou ao árbitro que não foi tocado?

O efeito Rodrigo Caio não fez efeito no futebol brasileiro…

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– O WO em Paulista x Atlético Mogi não foi uma boa!

Na Segunda Divisão do Campeonato Paulista Sub 23 (a 4a divisão da FPF), o Paulista se classificou para a 2a fase na última rodada, após o WO do Clube Atlético Mogi.

O adversário de Mogi das Cruzes não veio a Jundiaí, não deu satisfação e assim perdeu a partida por 3×0, de acordo com o regulamento.

Curiosidade: o termo WO, segundo a Wikipedia, surgiu de walkover. Abaixo:

A palavra walkover surgiu nas antigas corridas de cavalos na Inglaterra. Para obter a vitória em uma corrida, o cavalo precisava percorrer toda a pista (walkover), mesmo que ele fosse o único competidor. Com o passar do tempo, os significados do termo walkover e, sobretudo sua abreviação, WO, foram se difundindo pelo mundo e sendo adaptados a diferentes modalidades esportivas, individuais e de equipe.

Para o Paulista, ruim resultado, pois o time poderia fazer um placar muito grande e aumentar seu saldo de gols no torneio. Imagine os atacantes, sedentos em fazer gol e se destacar na artilharia da Segundona, e nada podem fazer.

Esse é o futebol profissional, infelizmente. O Galo de Jundiaí queria jogar, mas não pode.

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– Minhas impressões sobre a eliminação da Seleção Brasileira, Erros da Cartolagem e do Corpo Diretivo, além dos questionamentos da Arbitragem.

Comecemos pelo fim: leio algumas pessoas comentando sobre os lances reclamados na partida entre Brasil 1×2 Bélgica . São dois pênaltis:

O primeiro, em Gabriel Jesus: que o zagueiro belga toca no centroavante brasileiro, não há dúvida. A questão é: a bola já teria ou não ultrapassado a linha de meta? Acompanhei pelas imagens e pelo que os replays mostraram, não há clareza para mim. Se passou, não é pênalti (pois a bola já estava fora de jogo). Se não passou, tiro penal. Fui perguntado se a mudança da Regra não determina que quando a bola sai do gramado não se deve marcar a falta. NÃO! Nada disso, o que mudou foi exatamente o contrário: se a bola está em campo e quem sai são os jogadores, aí sim deve se marcar a infração (se a bola estava no campo de jogo, reinício com falta na lateral; mas se dentro da área, se marca pênalti). Realmente não consigo uma imagem que mostra onde a bola estava (dentro ou fora) naquela ocasião.

O segundo, em Neymar, no final do jogo, quando o camisa 10 tenta o cabeceio. A mão do seu marcador realmente toca nele, mas não há o desequilíbrio do atleta por conta dela. Ali, perceba que o jogador, ao passar da bola, simula posteriormente a expressão de dor e cai. Uma simulação desesperada em busca do empate.

Aliás, se em 2002 fomos beneficiados pela arbitragem contra a Bélgica (e de fato fomos), nem reclamar poderíamos agora…

SOBRE TITE

Sempre o achei um bom treinador, sujeito sério, respeitoso (ao menos, nas vezes que trabalhei com ele, nunca tive problemas – ele é duro, mas educado nas queixas). Fez uma campanha brilhante, pois lembremo-nos que a Seleção Brasileira corria risco de não se classificar. Mas me importuna três coisas que não me conformo:

A primeira, a assinatura do manifesto contra Marco Polo Del Nero no movimento dos esportistas que visava a sua renúncia, onde foi enfático nas críticas, mas depois aceitou trabalhar para ele recebendo um altíssimo salário com a justificativa de servir o Brasil.

A segunda, a teimosia de não dar uma única oportunidade sequer a Vanderlei, goleiro do Santos (e deu a tantos outros), e se fazer de democrático ao dar chances até mesmo a William José nos amistosos. Faltou coerência. Aliás, ao levar para a Copa do Mundo Fredy e Tyson, por que não os utilizou? Não eram competentes o suficiente?

A terceira, enfim, o discurso de “posse de bola”. Eu ouvi todas as entrevistas pós-jogo e ontem ele alegou que o Brasil foi muito bem, justificando 2/3 da posse de bola. Ora, dias atrás o próprio Tite disse que só se pode usar a porcentagem de posse de bola para analisar o jogo quando está 0x0, pois depois que sai um gol o ímpeto dos clubes muda (o que está com o placar na frente perde a posse para o clube que ataca e busca o empate). Mudou de opinião em tão pouco tempo?

Repito: eu manteria Tite na Seleção Brasileira, mas não se pode poupá-lo ou preservá-lo de críticas apesar do trabalho ter sido bom (não ótimo). Morreu abraçado com essas convicções teimosas.

SOBRE A CARTOLAGEM

Fico triste com a euforia de muitos e a decepção na mesma proporção, em especial das crianças. Afinal, a Copa do Mundo é um evento mágico! Mas não se esqueça: a CBF é uma entidade privada, não é uma instituição pública ou ONG solidária. E ela foi presidida por Ricardo Teixeira, José Maria Marin, Marco Polo Del Nero (ambos reconhecidamente corruptos no futebol) e agora por uma figura exótica, contestada e indevida chamada Coronel Nunes! Sem mais delongas… Sem contar que nenhum jogador é “coitadinho”, ganham milhares (e outros milhões) de dólares em seus clubes, não priorizando a Pátria-Mãe (e aqui é outro ponto a discutir: e deveriam? Afinal, a CBF é uma empresa que os explora pelos seus serviços na Seleção).

Não torço contra, mas o Hexacampeonato não mascararia tudo isso que foi citado?

FUTURO DA COPA

Enfim, repararam que o poderio dos clubes europeus agora reflete também nas Seleções? Assim como a Champions League é o torneio mais balado e organizado do mundo entre equipes, na principal competição entre seleções nacionais restaram somente países da Europa! A propósito, essa Copa tem tudo para a competentíssima geração belga faturar, no maravilhoso trabalho que se vem fazendo na Bélgica para que ela seja uma “nova Holanda” – mais planejada e atualizada.

Como consolo, poderemos ver a arbitragem sulamericana na final. A FIFA dispensou muitos árbitros, assistentes e VARs, privilegiando a permanência de dois combinados da América do Sul que foram muito bem até então: Andrés Cunha e seus bandeiras (Uruguai) e Sandro Meira Ricci (com Emerson Carvalho e Marcelo Van Gassen). Para mim, favoritos nessa ordem para apitar a decisão dia 15/07.

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– E a arbitragem escalada para Brasil x Bélgica?

O sérvio Mirolad Masic, que apitou a final da Liga dos Campeões entre Real Madrid x Liverpool, apitará Brasil x Bélgica nesta sexta-feira.

Sempre vi Masic não sendo rigoroso na marcação de faltas e aplicação de cartões, e isso é ruim caso Neymar seja caçado em campo. Por outro lado, sem dar muitos cartões por reclamação, pode permitir que o camisa 10 do Brasil não seja advertido com cartões amarelos se perder a cabeça e for provocado (fato nítido que tem sido observado).

Seus assistentes serão os compatriotas Milovan Ristic e Dali Djurdjevic. O 4º árbitro será o americano Jair Marrufo e o 5º árbitro Corey Rockwell, também dos EUA.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Atlético de Mogi

Para a última rodada do 2º turno da 1ª fase da Segunda Divisão Sub 23, César Luiz de Oliveira, 36 anos, técnico em edificações e atualmente comprador (com 13 temporadas na FPF tendo chegado até a série A3) e que foi regularmente escalado nessa divisão e na Segundona, foi escalado para esse derradeiro confronto.

César apitou apenas um confronto do Galo, na Copa Paulista de 2016, contra o São Paulo e foi bem. Tomara que repita a discreta e boa atuação (apesar de não ter sido exigido).

Os bandeiras serão o experientíssimo Eduardo Vequi Marciano (16 temporadas de carreira, 39 anos de idade, contador, de muitos anos de série A1) e Vladimir Nunes da Silva (08 temporadas, 32 anos, ferroviário, trabalhando na série A2). Willer Fulgêncio Santos (que foi o árbitro de União de Mogi 1×3 Paulista na Rodada 10) será o 4º árbitro.

Desejo boa sorte à arbitragem e grande partida aos clubes!

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Atlético de Mogi das Cruzes pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!