– Falta muito para Mark Geiger ser FIFA…

Assistindo ao jogo entre Colômbia x Inglaterra, fico pensando: que idiotice escolher árbitro por continente!

Já que o confronto era entre “Conmebol x Uefa”, escalaram Mark Geiger, um juizão americano da Concacaf (que foi péssimo). A pergunta inevitável é: qual a dificuldade de se apitar MLS para prová-lo a chegar no quadro da FIFA e à Copa do Mundo?

Já pensaram ele apitando Corinthians x Palmeiras, Fla-Flu, Grenal… o jogo não acaba!

Ser árbitro FIFA é ser mundialista, não continental.

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– México 0x2 Brasil e Japão 2×3 Bélgica: e as invenções da Regra do Jogo funcionaram?

Quem gosta de arbitragem de futebol, deve ter observado duas novidades desta Copa do Mundo e se questionado.

A primeira, a não utilização do árbitro de vídeo no lance do pisão de Layún no tornozelo de Neymar. Será que o italiano Gianluca Rochi desprezou simplesmente a ferramenta ou a equipe do VAR disse que não foi nada? Lembrando: dias atrás falamos sobre o desprezo da arbitragem italiana e a teimosia em não utilizar a contento o recurso do vídeo (em que pese o chefe do VAR na Copa do Mundo ser o italiano Colina). Era lance para cartão vermelho por agressão (independente da força do pisão, vale a intenção deliberada).

A segunda, a segunda barreira japonesa no penúltimo lance do jogo contra a seleção belga. Honda vai cobrar a falta, Courtois faz a barreira e 1 metro atrás dela, surge uma outra barreira, formada por japoneses, no lado em que o goleiro poderia enxergar. E quem disse que isso é irregular? Pena que não deu em nada.

Enfim: duas invenções da Regra do Futebol nesse Mundial e que tiveram resultado contestado na utilização (no caso de MEX versus BRA) e ineficácia (no caso de JAP versus BEL).

Aliás, reparando: o lado da chave brasileira na Copa do Mundo tem Bélgica e Uruguai x França. Já na outra chave, somente a Inglaterra de importante no futebol.

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– Jogar em Casa numa Copa e a conversa de Putin com o VAR!

Jogar em casa é sempre muito bom. Vide os títulos mundiais da Inglaterra e França, ou, se preferir, a colocação da Coréia do Sul em 2002. Só o Brasil que ao invés de aproveitar o mando na Copa do Mundo, deixou o ôba-ôba (em 1950) e a arrogância (em 2014) atrapalharem os louros do sucesso.

Na Rússia, a seleção da casa (que é bem fraquinha, sabidamente), tem feito história: eliminou a Espanha e avançou para as 4as de final.

Claro, os memes sobre uma possível influência política de Putin, o todo-poderoso” presidente, são inevitáveis. Estariam os árbitros realmente blindados?

De todas as brincadeiras e dúvidas, essa montagem que recebi foi brilhante: um “bate-papo doce e singelo com a equipe do VAR”, depois do sucesso do selecionado russo frente os campeões de 2010 (abaixo).

Lógico que quem inventou essa brincadeira foi espirituoso! Mas que é genial, é.

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– O Fair Play Japonês valeu a pena!

Quer dizer que o “jogo limpo”, menos faltoso e mais respeitoso do Japão fez com que, por ter menor número de cartões, avançasse às oitavas de Final da Copa do Mundo da Rússia?

Viva o futebol! Gosto demais desse critério de desempate, pois, afinal, o esporte é disciplina, ludismo, diversão e não guerra!

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– A ótima colaboração de Neymar com a arbitragem. Pois evoluir (meio que na marra) é preciso…

Neymar enfim amadureceu: não encheu o saco da arbitragem no jogo contra a Sérvia, não caiu / simulou e soube sair das confusões. Já tinha melhorado contra a Costa Rica (onde ele apanhou demais, tanto quanto no jogo contra a Suíça).

Que continue assim, sem dar trabalho aos árbitros, focado no que sabe fazer bem: jogar bola! Afinal, evoluir é necessário!

Aliás, justiça seja feita neste jogo: que grande arbitragem tivemos do iraniano Alireza Faghani (ao contrário do já citado aqui Enrique Cáceres, que tem muito mais nome e fez lambança com o árbitro de vídeo. Vide postagem anterior).

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– Arbitragem Pré-Jogo para São José x Paulista

Ricardo Bittencourt da Silva, árbitro que apitou muito bem a vitória do Galo em Mogi das Cruzes contra o Atlético na Rodada 07, apitará São José x Paulista na 6a feira.

Professor de Educação Física, 27 anos, bom porte atlético, rigoroso nos cartões e tecnicamente muito bom, é uma aposta da FPF que está frutificando em boas atuações. Trabalhou muito bem na A3 e está constantemente escalado na B.

Torço para uma grande arbitragem e um bom jogo!

– O VAR está dando certo ou não?

Na Copa do Mundo de Futebol, torneio que é vitrine para qualquer iniciativa por ser a maior competição do planeta, a utilização do árbitro de vídeo mostrou três coisas importantes até agora:

  1. A Tecnologia ajuda, mas não elimina a injustiça no futebol. O VAR é inevitável para o futuro.
  2. A Polêmica (tão necessária para alguns) continuará existindo no esporte, por conta das questões interpretativas.
  3. Há muito o que se aprimorar ainda.

Sempre defendi que toda forma eletrônica para a legitimação de resultados é válida. Entretanto, ao mesmo tempo sempre alertei de que nada adiantará tal aparato se não tivermos a capacitação de quem o usa: o elemento humano.

Digo tudo isso pois vimos o uruguaio Andrés Cunha usar com perfeição a ajuda eletrônica (solicitando a repetição de imagem ou sendo instigado a rever pela cabine) na partida entre França 2×1 Austrália. Ao mesmo tempo, vimos um verdadeiro “circo dos horrores” em Portugal 1×1 Irã, onde o paraguaio Enrique Cáceres e a equipe do árbitro de vídeo vulgarizaram a ideia.

Ao assistir essa última partida citada, questiono-me:

  1. Cáceres mostrou-se tão inseguro que precisou utilizar tantas vezes o VAR?
  2. O VAR, o AVAR e os demais integrantes quiseram aparecer mais do que deveriam, tentando “apitar o jogo” da central instalada em Moscou?
  3. A FIFA estaria forçando o uso do equipamento para “vender a ideia” de modernidade (por isso tantos pedidos de imagem televisiva)?

Tenho medo de que o mau uso do VAR faça com que a ideia seja detonada. Imagine tal arbitragem como a de ontem num Palmeiras x Corinthians ou em um Boca Jrs x River Plate? Impensável!

Se tivesse poder de sugestão, três medidas a serem aplicadas:

  1. Treinamento intensivo nos jogos de categorias de base;
  2. Som aberto às emissoras de TV e público para entender o que se discute a fim de maior clareza no entendimento da interpretação da arbitragem;
  3. Permissão de número limitado de “desafios” às equipes, sendo solicitados pelos capitães.

E você, o que está achando da iniciativa do árbitro de vídeo na Copa do Mundo Rússia 2018? 

Penso que o ideal era ter deixado a utilização de tudo isso para o Mundial do Catar 2022, a fim de mais aprimoramento do seu uso mundo afora.

Aliás, viram o marroquino se dirigindo à uma câmera, fazendo o gesto da tela de TV e xingando o VAR?

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– O pênalti em impedimento no Inglaterra 6×1 Panamá. Correto ou não?

Não pude assistir ao lance, mas fui questionado que, supostamente, um dos pênaltis a favor do English Team estivesse em posição de impedimento do atacante. Pode ou não?

Saiba: ocorreram alterações sobre isso há dois anos. Antes, se um jogador estivesse impedido ou em posição de impedimento e sofresse uma falta, não se marcava o tiro direto ou penalidade pois ele estava “fora de jogo” (mas podia se aplicar a punição disciplinar: cartão amarelo ou vermelho para o defensor, dependendo da gravidade / violência do ato).

Agora, se um jogador está em posição de impedimento e sofre uma infração, esta deve ser marcada caso o impedimento não tenha sido confirmado (e será confirmado caso exista o toque efetivo do atacante). Ou seja: se impedido, não há pênalti; se está em posição de impedimento (ainda não tocou a bola), a nova orientação é dar pênalti.

Como escrevi, não assisti ao jogo, mas fica a Regra para que se tire as conclusões.

[Inglaterra atropela Panamá, garante classificação e vai definir liderança com a Bélgica]

– O pênalti de Suécia 1×2 Alemanha

A Suécia reclama – e com razão – sobre um pênalti não marcado de Boateng em Berg.

Claro que o VAR veio para ajudar (e tem ajudado muito na Copa do Mundo). Acontece que quando há falhas humanas como essa, não há tecnologia que sustente!

Insisto: não adianta o vídeo-árbitro se quem decide ou informa não é capacitado.

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– Um novo Neymar do último domingo à sexta: Brasil 2×0 Costa Rica

Quando entrou em campo contra a Suíça, pensei: Neymar deve ter arranjado um patrocinador e usou o novo penteado para desviar o foco e as pressões, como foi a estratégia usada por Ronaldo Fenômeno em 2002. E os memes pipocaram: se R9 usou o corte Cascão, Njr10 usou o corte Cascuda!

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Como para a maior parte das pessoas o corte ficou extravagante demais, surgiram várias brincadeiras. Eric Cantoná, por exemplo, brincou com o penteado Miojo:

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O certo é que, dentro de campo, todos nós vimos que Neymar apanhou bastante. E mesmo prendendo a bola demais, mostrando ser “fominha”, não abdicou da vaidade em querer resolver individualmente. Claro que foi criticado e suas posições no chão viraram outro meme…

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Só que na 2a rodada, contra a Costa Rica, justiça seja feita: Neymar não foi o garoto mimado e exibicionista pintado pelos seus críticos (com doses de certa razão). Nada vazou de extra-campo que pudesse trazer polêmica a ele durante esses dias! Com a bola rolando, mostrou-se muito empenhado, dedicado, jogando pelo coletivo, chamando a responsabilidade como membro de uma equipe! 

Gostei bastante do que vi. NJr10 jogou como um verdadeiro craque que luta pelo prêmio The Best da Fifa. Lógico, apanhou de novo em campo – e embora o árbitro holandês Bjorn Kuiper tenha feito uma boa arbitragem, pecou duas vezes: em permitir o rodízio de faltas no atacante brasileiro, e ao corrigir a marcação equivocada do pênalti em Neymar – corrigido pelo VAR. Aliás, um acerto muito grande, já que houve simulação (e é por lances assim que os adversários criticam o brasileiro).

Inegável falarmos hoje que, não só Neymar, mas todo o selecionado brasileiro jogou com a garra que os torcedores desejam, além dos lampejos do famoso futebol-arte. Aliás, a mesma garra que faltou à Argentina e o mesmo ímpeto decisivo que faltou a Lionel Messi.

E aqui uma observação do ponto de vista da arbitragem: por mais que se procure o Equilíbrio Emocional em campo, não é fácil Neymar apanhar o jogo inteiro com a manjada estratégia do rodízio de faltas; porém, as também manjadas simulações devem ser evitadas. É um toma-la-da-cá, e como bem lembrou o comentarista da FOX Sports, Paulo Vinícius Coelho, é uma história de “Pedro e o Lobo: de tanto falar que o Lobo viria de mentirinha, quando veio de verdade, ninguém acreditou. Assim, Neymar precisa saber sair das faltas e não forçá-las, pois quando elas ocorrerem de fato, lembrar-se-ão dos gestos de simulação!

Enfim: se no 1o tempo a Seleção deu uma patinada, mostrou no 2o que é candidata ao título (aliás: que atuação do goleiro costarriquenho Keylor Navas). Mais do que isso: que Neymar pode vir a ser o brilhante jogador responsável, maduro e técnico tão desejado. 

É por isso que depois de tantos memes, valem os aplausos:

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– Escala da Arbitragem para Flamengo x Paulista

Daniel Bernardes Serrano, 32 anos, professor de Educação Física, que há 9 anos faz parte do quadro da FPF, apitará Flamengo x Paulista pela 12ª rodada da Segunda Divisão Sub 23.

Apesar de não ter apitado a série A1 ainda (tem muitos jogos na A2 e A3), entrou no Quadro da CBF e está atuando no Brasileirão como 4º árbitro em jogos da Série B, C e D. No Paulistão da Segundona, trabalhou apenas uma vez: Catanduvense 0x0 Catanduva FC. Enfim: uma aposta da FPF pela idade e pelos jogos trabalhados.

Seus bandeiras são todos experientes: Marco Antonio Andrade Motta Jr e Bruno Silva de Jesus atuaram em muitos jogos e André Luiz Ribeiro Cozzi.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x2 Guarulhos e os problemas relatados na súmula!

Arbitragem muito ruim neste sábado no Estádio Jayme Cintra. Particularmente, me decepcionei com o que assisti, pois o árbitro apitou de uma maneira diferente do que sempre faz, frustrando minha expectativa.

Cléber Luís Paulino, que apitou a série A1 e também foi o juiz da final da Copa SP entre Corinthians x Batatais, foi bem tecnicamente. Entretanto, disciplinarmente e na questão postural foi péssimo!

Digo isso pois foi omisso quanto às diversas simulações e retardamentos de jogo da equipe do Guarulhos. Tal fato deixou o jogo nervoso, pois o árbitro, ao invés de coibir a cera com o cartão amarelo (é o que manda a regra) quis compensar com os 8 minutos de acréscimo (cera não se compensa com acréscimos, cera se coibi com o cartão – essa é a Regra do Jogo, embora muito árbitro dá esse “migué” de dizer que acrescentará, preferindo não dar cartões).

Na questão técnica, começou bem, estando atento e correndo bastante. Deu uma vantagem importante aos 7 minutos a favor do Paulista; entretanto, antes dela se concretizar (vantagem não é posse de bola necessariamente) há na sequência uma falta a favor do Guarulhos que não foi marcada também. Com o jogador guarulhense no chão, o árbitro parou o jogo no contra-ataque. No bola-ao-chão, a bola foi chutada para a linha de fundo do Paulista, virando de um ataque promissor um mero tiro de meta. Do mais, houve apenas uma certa dificuldade no entendimento de “trancos mais viris”, por conta dos jogadores usarem muito o corpo. Acertou na maior parte ao não marcar faltas, mas uma ou outra jogada (interpretativa) acabou passando. Ainda tecnicamente falando, acertou aos 31m, quando Zunquinha (PFC) chutou a bola para o gol, ela desviou no braço de Guilherme (GUA), e o árbitro corretamente não marcou o pênalti.

Na questão disciplinar, a tarde foi muito infeliz para o juizão. Mendes, o garoto camisa 11 do Guarulhos, caiu ao todo 5 vezes pedindo atendimento médico e/ou simulando ter sido agredido. Nitidamente, em todas foi para retardar o jogo e incrivelmente não teve a atenção chamada (ser cinco vezes o mesmo atleta é para o árbitro “se mancar”). Mas se as diversas simulações e retardamentos foram persistentes e contaram com a omissão do árbitro, a lamentar quase no final do jogo um verdadeiro circo ocorrido: Ian (PFC) vai disputar uma bola com seu adversário Willian (GUA); a bola sai para a linha lateral, não há falta, mas Bruno cai simulando ter sido agredido no rosto (o clima já estava ruim entre ambas equipes devido à omissão de Cleber). Ato contínuo, o “bololô” de jogadores se faz – dos atletas do Paulista pedindo punição pela simulação, e dos atletas do Guarulhos reclamado de uma suposta (mas inexistente) agressão. Na discussão, Magno (PFC) perdeu a cabeça e cuspiu em Bruno (GUA), sendo corretamente expulso.

Ainda disciplinarmente falando, o jogo, que já estava com o clima ruim, tornou-se insuportável. Nervoso, Rafael Sena (PFC) deu um carrinho violento em Custódio (PFC) e não foi expulso. Na continuidade do lance, Marcelo (PFC) revidou da mesma forma com um carrinho de igual intensidade em Cuadrado (PFC). Por fim, aos 53m, Nathan (PFC), ao perder a bola, deu um tapa na cabeça do atacante Alan (GUA). Todos esses citados por infração deveriam receber o Cartão Vermelho.

Sem dúvida alguma, tal ambiente se formou pela postura do árbitro: pareceu-me omisso, “calmo demais” e sem vibração alguma. Seria menosprezo ao jogo? Creio que não. Para mim, faltou estar ligado e presente nas situações de conflito.

O bandeira 1 Mauro André de Freitas teve boa participação nos impedimentos; já o bandeira 2 Luís Alexandre Nielsen, muito atento nos lances e ajudando na marcação de faltas. Também foi atuante o quarto-árbitro Rodrigo Santos.

Importante ressaltar duas anotações em súmula:

Sobre a expulsão de Magno, relatou:

Expulso por atingir com uma cusparada o braço direito de seu adversário de n° 08 Sr Bruno Rafael Silva Santos, quando a partida estava paralisada.”

Algo que pode complicar demais o Paulista (e, infelizmente, fazer com o que o Galo possa perder o mando de jogo), foi o fato de jogarem rojões contra o vestiário do Guarulhos (o policiamento foi chamado pelos diretores do clube). A própria FPF presenciou e avisou o árbitro, que relatou:

Informo que após o termino da partida o fiscal de apoio (FPF) o senhor Edson Correia Primo portador do RG:144732427, foi ao vestiário da equipe de arbitragem e comunicou que presenciou torcedores da equipe do Paulista F.C. Ltda soltando rojões próximo ao vestiário da equipe visitante. Fato esse que não foi presenciado pela equipe de arbitragem.”

Tomara que o Departamento Jurídico do Galo esteja atento a suas situações (certamente está) e que o Paulista FC não seja punido com severidade.

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– Espanha 3×3 Cristiano Ronaldo

Como joga bola o CR7, não? Aliás, já pensou em um time com ele, Neymar e Messi?

Sobre os erros de arbitragem na partida de ontem, entre Espanha 3×3 Portugal (com 3 gols de Ronaldo): dois erros relevantes!

O 1o: pênalti inexistente para Portugal, pois é Cristiano Ronaldo quem busca cavar indo com o pé na perna do adversário. O árbitro italiano Gianluca Rocchi bobeou e marcou.

O 2o: o gol de Diego Costa para a Espanha, após uma braçada irregular na cara do seu marcador Pepe. Para mim, o juizão quis compensar pois estava com a consciência pesada do lance duvidoso anterior.

Enfim: onde estava o VAR naquele jogo?

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– Os lances do VAR em França 2×1 Austrália

Não pude assistir a partida entre os franceses e australianos neste sábado. Mas leio que o amigo Sálvio Spinola, comentarista de arbitragem da ESPN, acompanhou tudo e postou:

SEM VAR: França 0x1 Austrália

COM VAR: França 2×1 Austrália

Ser contra o uso da tecnologia, de fato, é bobagem nos dias atuais. Mas vale o lembrete: deve-se saber QUANDO e COMO usar!

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– Uma 4a fúnebre para o futebol brasileiro: Palmeiras 1×1 Flamengo, Coronel Nunes e fala de Micalle

Na véspera da Copa da Rússia, 3 acontecimentos lamentáveis para o mundo do futebol brasileiro. Vamos a eles?

1- Palmeiras x Flamengo: um clássico dessa magnitude não pode ter 6 jogadores expulsos. Fruto da não colaboração dos jogadores (né, Dudu e Cuellar?), da truculência de quem se diz Pittbull e realmente faz cachorrada – e nem leva Cartão Vermelho (sim, me refiro ao violento carrinho de Felipe Mello em Vinicius Jr, desnecessário e criminoso) e da péssima atuação de Bráulio Machado, árbitro catarinense que foi muito mal (culpa só do árbitro ou de quem escala / inventa, ou melhor, sorteia tais juízes?).

Disse o presidente Eduardo Bandeira de Mello, do Flamengo, após o ocorrido:

Lance truculento e covarde contra uma criança”.

Criança boa de bola e que vale muitos euros, ressalte-se…

2- Cel Nunes, o atual presidente da CBF, criado por Marco Polo Del Nero como vice-presidente a fim de não permitir que Delfim Moreira, o outro vice da entidade e desafeto dele, um dia assumisse a presidência, fez lambança ao descumprir o acordo da Conmebol com a Concacaf e votasse no Marrocos, ao invés da candidatura da América do Norte para a Copa de 2026 (em troca, a Concacaf votaria na candidatura Uruguai / Argentina / Paraguai para 2030, frente à Inglaterra quando ocorresse o pleito.

Claro que teorias conspiratórias surgirão: represália contra os americanos por conta do FBI, suborno dos africanos e vinganca pelos americanos e mexicanos terem recusado jogar a Copa América 2019 em nosso país, além de outras tantas coisas. O certo é que houve trapalhada: Nunes quis votar no Marrocos, pensou que era voto secreto e fez a “cáca”.

Nesta semana, Cel Nunes disse ao presidente da FIFA, Infantinno:

Mande preparar a Taça pois eu é que vou levantá-la.

Depois do ocorrido, o presidente da AFA, Cláudio Tapia, declarou:

Quando os homens fazem um acordo, precisam cumprir”.

Que descrédito aos nossos cartolas…

3- Rogério Micalle, treinador paranista, reclamou muito da arbitragem de Dewson Freitas, o árbitro paranaense da FIFA (terra do Cel Nunes), no empate de Paraná 1×1 Cruzeiro. Disse sobre a CBF:

Eu trabalhei lá, sei como é”.

Lembram que o Cruzeiro reclamou demais da última arbitragem?

No futebol, o talento dos brasileiros com a bola nos pés é muito diferente do que com as canetas…

 

– Análise da Arbitragem para Paulista x Guarulhos

Cléber Luís Paulino, 37 anos apitará o jogo do Galo no próximo sábado. De Monte Aprazível, professor de Educação Física, realizou bons jogos nas oportunidades que teve na série A1. Está sendo constantemente escalado na Segunda Divisão por não ser do quadro da CBF.

O árbitro estava escalado para a final entre Corinthians x Paulista pela Copa SP 2017; entretanto, acabou por apitar (pelos motivos que a torcida jundiaiense sabe bem) o jogo entre Corinthians x Batatais (e o fez com uma câmera da Sportv acoplada em seu uniforme).

Mauro André de Freitas, o assistente 1, esteve entre os bandeiras premiados no Paulistão 2017. Luís Alexandre Nielsen, penapolense de muitos jogos também da série A1, também é muito bom. Rodrigo Santos trabalhará como 4º árbitro.

De antemão, dá para dizer: teremos uma arbitragem bem segura no Jayme Cintra.

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Guarulhos GRU pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sábado,, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

 

– A expulsão de Yago em São Paulo 3×0 Vitória: justa ou não?

Muita reclamação da equipe baiana por ter seu jogador expulso no 1º tempo. Procede a chiadeira?

Nenê, aos 34m do 1º tempo, está com a bola e Yago tenta roubá-la: com encontrão, tranco e empurrão. Há um braço aberto, ameaçando um ato mais forte, mas não configurando uma conduta de tentativa de agressão.

O árbitro Igor Junio Benevenuto não entendeu assim e interpretou como conduta violenta (que é o ato de agredir ou tentar agredir, e que vale cartão vermelho). Para mim, errou. Ali é o chamado jogo brusco, que vale o cartão amarelo. Tanto que até o são-paulino Hudson discordou da expulsão do seu adversário.

Enfim: reproduzo a pergunta do amigo do prof Basile, o “Zé Boca de Bagre”: se fosse ao contrário, aí mesmo no Morumbi, teria peito o árbitro de expulsar um jogador do SPFC da mesma forma?

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– David Braz, o autêntico! Sobre Santos 1×2 Internacional

Na partida entre Santos 1×2 Internacional, pessimamente arbitrada por Wagner Magalhães, um pênalti inexistente para cada lado e que não merecem discussão pela clareza dos lances equivocados.

O que me chamou a atenção foi o pós-jogo. O zagueiro santista David Braz declarou:

“Infelizmente, o juiz marcou um pênalti duvidoso para o Inter no primeiro tempo. O árbitro mesmo falou que estava em dúvida e decidiu marcar porque houve o choque. Acho que ele compensou no nosso pênalti, acho que foi lance normal”.

Sincero ao extremo, só falta o STJD intimá-lo por tal declaração de crítica ao árbitro e assumindo que sua equipe foi beneficiada.

Aliás, muitas arbitragens ruins da Gestão Cel Marinho. Assistiram Bahia 3×3 Botafogo? O árbitro paulista Leandro Bizzio Marinho também foi muito mal. E por aí afora…

Se não tivéssemos Copa do Mundo e o Brasileirão estivesse em alta, teríamos fila na porta da CBF para reclamação.

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– Desvio tira impedimento? Sobre o gol de Gabriel Jesus em Áustria 0x3 Brasil

Muita polêmica sobre o 1o gol do Brasil no amistoso preparatório contra a Áustria para a Copa do Mundo da Rússia 2018. Vamos discuti-lo?

A bola é chutada para o gol, desvia em um austríaco e sobra para Gabriel Jesus, em posição de impedimento, marcar o tento.

Gol legal ou não?

Antes de 01 de Julho de 2017, certamente gol ilegal. Um desvio no adversário não tirava o impedimento. Mas a Regra mudou nessa oportunidade e passou a ter o seguinte entendimento:

  • Se você chutar a bola e ela desvia sem qualquer intenção em um adversário, sobrando para um jogador em posição de impedimento, continua valendo o impedimento.
  • Se você chutar a bola e ela desvia em um adversário QUE ESTAVA TENTANDO DISPUTAR A JOGADA e ela sobra a um jogador em posição de impedimento, este toque TIROU A CONDIÇÃO DE IMPEDIMENTO.

Particularmente, acho que o jogador da Áustria, no chute a queima-roupa, não teve intenção alguma de disputar a bola. Portanto, GOL ILEGAL DO BRASIL.

Entretanto, uma última opção sobre o que o bandeira húngaro pode ter interpretado: em 2013, houve uma alteração na Regra 11 que dizia sobre bolas desviadas que sobram para jogadores em posição de impedimento que não estavam na jogada. Ou seja: uma bola que sobra para o jogador que “nem esperava que ela fosse chegar a ele”, teria condição de jogo. Será que entendeu assim a arbitragem?

De qualquer forma, penso que errou também se avaliou desse jeito, pois Gabriel Jesus volta na esperança de pegar uma sobra da bola.

Se você quiser entender mais sobre essa alteração de 5 anos, citada acima, leia o item 9 deste artigo publicado em nosso blog, no link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2013/09/03/as-recentes-mudancas-nas-regras-e-orientacoes/

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– A Tecnologia Secreta dos Árbitros da FIFA. Qual era ela?

Escrevi esse texto há algum tempo, quando aconteceu a Copa das Confederações no Brasil: a FIFA disse que estava testando um “equipamento para o 4o árbitro” de maneira sigilosa para ajudar a arbitragem de futebol.

Tanto tempo depois, por quê nunca revelou o que era?

Rememorando, abaixo:

QUAL O SEGREDO DA FIFA?

A Copa das Confederações 2013 começará neste sábado com algumas novidades. A tecnologia para detectar se uma bola ultrapassou a linha do gol, pela primeira vez, será usada em caráter oficial (em todas as outras competições, incluindo o Mundial de Clubes de 2012 vencido pelo Corinthians, ela foi usada em caráter experimental). Pena que a FIFA só use o recurso tecnológico nessa situação, pois, penso que já está na hora de outros momentos terem a possibilidade de revisão na tomada de decisão do árbitro.

Porém, na última 5a feira, em entrevista coletiva (em espanhol) sobre a Copa das Confederações, o presidente da FIFA Joseph Blatter declarou duas coisas importantes: a primeira é que na competição a FIFA não utilizará os árbitros assistentes adicionais (AAA); a segunda é que o 4o árbitro, além de suas funções habituais, usará uma tecnologia até agora não discutida e que será testada em sigilo.

O que seria essa tecnologia secreta?

Algum palpite?

Difícil dizer algo, já que ela estará a cargo de um árbitro que está fora do campo de jogo, embora faça parte da partida (o 4o árbitro). Seria o auxílio de imagens? Se sim, como disfarçá-lo, se é considerá-lo sigiloso?

Espero que, ao final da Copa das Confederações, o recurso tecnológico seja revelado e que os resultados dos testes sejam divulgados.

E você, o que acrescentaria para ajudar o árbitro, e, por tabela, o futebol?

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– O lance da reclamação de mão no Corinthians 1×1 Santos

Fui perguntado se o lance em que o santista Renato pula e a bola bate em seu braço / mão não era infração a favor do Corinthians. A resposta é simples: NÃO!

Muita gente confunde a nova orientação da Regra 12, na qual sugere que se marque faltas em lances de intenção disfarçada de movimentos antinaturais de braços e mãos. Esses “confusos” alegam que a imprudência de se pular com o braço aberto é motivo para marcar faltas e pênaltis.

Nada disso! Nas infrações do futebol, a única que não pode avaliar a imprudência, mas exclusivamente a intenção, é a mão na bola! E dentro da intenção, se avalia o movimento antinatural do braço, uma “intenção disfarçada”.

Quer um exemplo?

Se você pula para cabecear uma bola e ela bate em seu braço por consequência da jogada, não é falta. Bateu, simplesmente, sem intenção. Mas se você pula com o braço levantado acima da cabeça para disputa-la (fisiologicamente, não é esse o movimento natural de um salto), é porque você quer tirar vantagem e disfarça sua intenção, desejando que a bola possa bater em seu braço e ganhar vantagem.

Assim, responda: você acha que Renato teve a intenção de dominar / tocar a bola, ou ela bateu no braço dele? Repare que o atleta até tenta afastar o braço com medo de alguma marcação quando ela toca nele.

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– Escala da Arbitragem para União x Paulista, Rodada 10

Willer Fulgêncio Santos, professor de Educação Física, morador em Aparecida-SP, apitará União x Paulista pela Rodada 10.

O árbitro já apitou jogos de ambas equipes nessa Segunda Divisão: A vitória do União contra o Flamengo em Mogi, e a vitória do Galo contra a Josseense em São José dos Campos (os dois jogos por 1×0).

Nas últimas 10 escalas da FPF, foi escalado em todas (contando esse jogo, 9 partidas na Segundona e 1 pela Copa Paulista).

Por estar em ascensão e numa boa sequência de jogos, creio num bom trabalho de Willer e seus companheiros de arbitragem.

– Quando se pode apitar o final de uma partida de futebol? Sobre Daronco no Flamengo 1×0 Corinthians

Muita gente está me questionando se Anderson Daronco poderia apitar o final de jogo na partida que envolveu o Mengão x Timão no Maracanã, neste domingo. Para quem não viu: a bola estava dentro da área, no ataque a favor do Corinthians, após cobrança de escanteio.

Poder, pode. Se deveria, é outra história.

Nada existe na Regra do Jogo que a partida deva ser encerrada com a bola no meio do campo, ou fora de jogo, ou no canto, na lateral, no meio, com bola rolando ou bola parada, estando com o time na defesa ou no ataque. A única coisa que existe é que NÃO SE PODE ENCERRAR O JOGO QUANDO FOR MARCADO UM PÊNALTI. Trocando em miúdos: só não se pode encerrar a disputa antes da cobrança de um tiro penal. Fora isso, tudo é  mito.

Quanto ao lance reclamado pelo Corinthians, não há irregularidade. Alguns dizem que deveria ter esperado a bola ter saído da área, a fim de não prejudicar o ataque. Não, o que deve, sempre, é aguardar o tempo regulamentar.

O que não se deve – e aí é lógico – é quando uma bola for chutada para o gol, e próxima de ultrapassar a meta, encerrar a partida. Claro, cheiraria muito mal e faltaria bom senso.

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– Cadê o cartão, juizão?

Uma irresponsabilidade, que poderia ter custado a presença de um importante jogador na Copa do Mundo da Rússia!

No amistoso entre Brasil x Croácia realizado em Liverpool-ING, o croata Andrej Kramaric foi com a sola do pé esquerdo no joelho direito de Thiago Silva, em uma disputa de bola com força excessiva.

A pergunta é: em um jogo deste tipo, pra quê dar tal entrada no adversário? A perna levantada e suas travas da chuteira poderiam lesionar gravemente o brasileiro.

É claro que o jogador deveria ser expulso, e o árbitro Michael Oliver “fez média” e só deu Cartão Amarelo. Lamentável…

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– Análise da Arbitragem de Paulista 3×1 Joseense

A arbitragem de Paulo Sérgio dos Santos teria sido muito boa se não tivesse ocorrido uma falha importante aos 16 minutos do primeiro tempoum pênalti mal marcado a favor do Paulista, na jogada em que Gabriel (JOS) tenta disputar a bola com Carlinhos (PFC), que freiou, dobrou as pernas e se jogou. O juizão entrou na simulação do atleta do time jundiaiense e deu tiro penal.

Fora isso, nada a relatar de ruim do árbitro. Correu bem, se posicionou corretamente e todos os cartões amarelos foram muito bem aplicados. Tecnicamente não foi exigido, mas no pouco que foi, acertou tudo, exceto o infeliz lance citado.

Destaque positivo para o bandeira 2 Fernando Afonso. Foram duas situações que o árbitro assistente acertou com extrema precisão:

A primeira, aos 32 m – Após o chute de Rafael Sena (PFC), o goleiro Rafael (JOS) deu rebote. Carlinhos (PFC) estava impedido e ficou parado. Ian estava em posição de impedido e vai disputa-lá. Porém, o bandeira esperou a conclusão da jogada e Ian abandona o lance sem tocar na bola. Na continuação da, Jonathan Brito (em posição legal) a domina e faz o gol.

A segunda, aos 40 m – Em um contra ataque, Jonathan Brito (PFC) está impedido, o zagueiro Lucas (JOS) pede impedimento mas a bola sobra para Quadrado, que estava em posição legal. Acertou novamente do bandeira 2.

Sobre o Árbitro Assistente 1 Risser Jarussi Corrêa e o Quarto Árbitro César Rodrigo Deolindo, nada de erros. Tudo em conformidade.

Obs: Lembrando que o público foi de 550 pagantes para uma Renda Líquida de R$ 6.610,00.

– Escala da Arbitragem para Paulista X Joseense, Rodada 09 do Paulistão Sub 23 da Segunda Divisão

Para o confronto do Galo (no próximo domingo às 10h no Jayme Cintra) contra o seu adversário de São José dos Campos, apitará o quarteto de arbitragem formado por:

Árbitro: Paulo Sérgio dos Santos

Árbitro Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa

Árbitro Assistente 2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo

Quarto Árbitro: César Rodrigo Deolindo

Paulo é agente de segurança, tem 39 anos e reside em Andradina. Ele apitou Grêmio Osasco 2×1 Paulista pela série A3 e Independente 2×1 Paulista pela A2 (este jogo foi a estreia de Roberval Davino e a partida realizada na Rua Javari).

Calmo (às vezes até demais), marca muitas faltas e costuma não vibrar em campo. Aplica poucas vantagens e seu estilo favorece a bola parada. Mas tem bastante experiência como árbitro!

Para quem tem um bom batedor de faltas, é uma boa indicação (pois paralisa bastante o jogo com lances de contato físico um pouco mais forte).

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe a transmissão de Paulista FC x Joseense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Escala da Arbitragem para Amparo x Paulista

João Vitor Gobi apitará Amparo x Paulista pela rodada 8 do Paulistão Sub 23 da 2a divisão, auxiliado por Vladimir Nunes da Silva e Ademilson Lopes da Silva Filho. Saulo Samuel Muniz Felix seria o quarto-árbitro.

A curiosidade é: o árbitro estreará em jogos profissionais nesse jogo. Com 22 anos (ele também é Sub 23, fará aniversário em Novembro), Gobi irá ter na sua história no mundo de futebol que estreou em uma partida de futebol apitando o líder da divisão.

Calma, serenidade, competência e boa sorte: é o que desejo ao juizão nesse momento importante a ele.

OPS: CORREÇÃO – ALERTADO PELO AMIGO IVAN GOTTARDO, INFORMO QUE A ESTREIA DO ÁRBITRO EM JOGOS PROFISSIONAIS FOI NA RODADA 6: INDEPENDENTE 4X1 BARUERI

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– Campeonato de Futebol do Taiti tem boas regras?

A Tahiti League Mana é desconhecida para nós. Totalmente. Mas é a 1a divisão de futebol do Taiti (país que se fez mais divulgado no esporte bretão em 2013, na Copa das Confederações do Brasil).

E por quê falamos desse torneio?

Porque lá, uma vitória vale 4 pontos, o empate vale 2 e a derrota vale 1. Nenhum resultado vale 0. E tudo aprovado pela FIFA.

Me recordei do falecido ex-presidente da FPF, Eduardo José Farah, que certa vez modificou a pontuação do Campeonato Paulista. Todo empate deveria ser decidido em cobranças de pênaltis. Se o empate fosse 0x0, o vencedor da disputa nos tiros penais levaria 1 ponto e o perdedor 0. Se fosse empate em gols, 2 pontos para o vencedor das cobranças e 1 ponto para o perdedor.

Em tempos em que se discute novidades no futebol, que tal se discutir a pontuação por vitória, também? A propósito, por que quem vence de 1×0 ganha 3 pontos igualmente como quem vence de 7×0? Lembro-me que a resistência foi grande quando se passou dar 3, e não 2 pontos para a vitória. 

Você mudaria alguma coisa?

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– Escala da Arbitragem para Atlético Mogi x Paulista

 

Ricardo Bittencourt da Silva é o árbitro sorteado para o confronto do Galo nesta rodada 7. Com 27 anos, professor de Educação Física e bom porte físico, apitou em todas as rodadas da Segunda Divisão Sub23. Está em ascensão, após uma boa temporada na Série A3. Sua escala é da típica situação para manter o ritmo de jogo e dar experiência (quando um grandão – no caso o Paulista, que é líder – enfrenta um pequeno – no caso o Atlético, que é lanterna).

Os bandeiras serão Eduardo Vequi Marciano e Rafael Tadeu Alves de Souza (ambos experientes, provavelmente escalados para dar suporte ao juizão). O quarto-
árbitro será Márcio Mattos dos Santos.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e grande jogo para as equipes.

Rumo à A3 em 2019? Parece que sim.

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– A Manipulação e Corrupção dos Árbitros na Copa do Mundo e na Máfia da Paraíba!

Antes mesmo do Mundial de Seleções começar, já se vê uma polêmica envolvendo a arbitragem: a SAFF (Federação de Futebol da Arábia Saudita) baniu perpetuamente das atividades esportivas o árbitro Fahad Al-Mirdasi, que está na lista dos árbitros da Copa do Mundo da Rússia 2018.

Segundo a Reuters, em reprodução no GloboEsporte.com:

O juiz admitiu ter feito uma oferta para interferir no resultado da final da Copa do Rei da Arábia no último sábado e está detido pela polícia local. Na noite de 11 de maio de 2018, Al-Mirdasi procurou por mensagem de texto um funcionário ligado a um dos finalistas e solicitou dinheiro corrupto em troca de ajuda na decisão. Al-Mirdasi está atualmente sob custódia da polícia, tendo confessado a solicitação pelo pagamento corrupto. A polícia apreendeu seu celular quando ele foi preso – disse a SAFF em um comunicado emitido nesta segunda-feira. Sob suspeita, ele já tinha sido afastado da decisão entre Al-Ittihad e Al-Faisaly“.

A questão é: a FIFA ainda não se pronunciou sobre a retirada do nome de Al-Mirdasi da lista de árbitros, tampouco se substituirá seu nome por outro.

Enquanto isso, no Brasil, impressiona-se pelo caso envolvendo a Máfia do Apito na Paraíba. Muitas pessoas ligadas a clubes, federação e comissão de arbitragem citados, aparecendo, de acordo com a reportagem do programa Fantástico, o nome do ex-árbitro FIFA Francisco Carlos do Nascimento, o “Chicão de Alagoas”. em suspeita gravação com dirigente do Campinense-PB, antes da partida contra o Botafogo-PB.

Segundo a reportagem (link com referências em: https://is.gd/dYSDOe), 

O nome do árbitro alagoano Francisco Carlos do Nascimento, o Chicão, apareceu nas investigações da Polícia Civil, que, liberou, inclusive, o áudio de uma conversa do juiz com o presidente do Campinense, William Simões, antes da primeira partida da final do Campeonato Paraibano“.

Diante de fatos tão graves em âmbito mundial e nacional, não desejemos honestidade plena em referência continental. Eis que leio sobre o árbitro venezuelano José Argote, que tem sido escalado com muita constância pela Conmebol em partidas pela Libertadores da América (incluindo jogos de brasileiros), que está sendo detido em seu país por conta da operação “Mãos de Papel”, que se refere a contrabando de moeda (a matéria está aqui: https://is.gd/ivtpyC).

Eu estou muito preocupado com a credibilidade do futebol, seja em referência aos árbitros, aos seus comandantes ou aos dirigentes das entidades. E você?

Nunca me esquecerei do respeitado jornalista italo-brasileiro Claudio Carsughi, que um dia disse:

Se Deus, na sua tão grande bondade, não poupou nem mesmo a Igreja de corrupção, por que o faria no futebol? E por que justamente a uma categoria específica: a dos árbitros?

Vale refletir…

Fahad Al-Mirdasi durante duelo entre  Portugal x México no ano passado (Foto: Getty Images)

Fahad Al-Mirdasi durante duelo entre Portugal x México no ano passado (Foto: Getty Images)

– Goleiro Santos usando celular no Atlético Paranaense x Atlético Mineiro?

E não é fake, montagem ou outra coisa qualquer deturpada? Seria mesmo real e com a bola rolando?

O goleiro Santos, do Atlético Paranaense em jogo contra o Atlético Mineiro, durante um determinado momento em que seu time estava no ataque, aproveitou e usou o celular. 

Isso não podenem com a bola rolando e nem com ela parada. A partir da Copa do Mundo de 2018, o que “voltará a poder” é a comunicação eletrônica entre treinadores e assistentes técnicos. Isso que o goleiro fez, não!

Claro que as brincadeiras já pipocam. Fernando Diniz, tão inovador que é, não foi o idealizador disso não.

Já pensaram se alguém chuta para o gol e o goleiro está lendo seus WhatsApps? Ai, ai, ai… Aliás, provavelmente será suspenso pelo STJD e punido pelo seu próprio clube por tal irresponsabilidade.

Para quem não viu, abaixo:

– Grenal: a eterna guerra escondeu a bola?

No clássico entre Grêmio 0x0 Internacional, muitas notícias e polêmicas. Mais do que “o jogo jogado”, falou-se em:

– A presença do jogador da NFL e marido da Gisele Bündchen, Tom Brady, na Arena;

– Homenagem (justa) ao falecido ex-presidente Fábio Koff;

Torcedor que apanhou por soltar um sinalizador no gramado;

– Renato Gaúcho dizendo que o Inter jogou como time pequeno;

Pênaltis reclamados contra a arbitragem de Wilton Sampaio, nosso VAR na Copa do Mundo da Rússia (um deles com razão absoluta, outro na dúvida);

D’Alessandro “pegando” na pancada Luan.

Bola que é bom mesmo, pouco se discutiu. O certo é que o Tricolor Gaúcho, que joga o futebol mais bonito do Brasil, parou na eficaz defesa do Colorado (que tem seus méritos por isso).

Tá ficando chato falar de futebol no extra-campo…

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– Análise da Arbitragem de Paulista 3×0 São José

Que jogo chato para se apitar! Jogadores não colaboraram, reclamaram de tudo – embora, sejamos justos, apesar das chiadeiras (que não procedem) tivemos uma das melhores partidas da Série B.

O árbitro Douglas Marques Flores esteve muito bem fisicamente. É nítida a evolução de sua estreia precoce na A1 tanto técnica quanto disciplinarmente. Também seu posicionamento dentro de campo foi muito bom – a lamentar o tal de “ponto futuro” para as cobranças de faltas próximo à área penal, mas aqui é culpa da orientação que ele recebe (aceita correr o risco de não ver o batedor e até mesmo a barreira, robotizado na atenção da muvuca na grande área).

Uma bobeada da arbitragem ocorreu aos 14 minutos, quando o atleta Marcelinho 8 (SJO) sentiu uma contusão e caiu no campo. Jogadores do Paulista e São José disputavam a bola e o árbitro parou o jogo para atendimento do atleta caído. Só que os atletas não perceberam e começaram a discutir uma falta marcada ou não (não foi nada não, foi interrupção para o jogador caído no meio de campo). Só que para coibir o início do tumulto, árbitro e bandeira 2 foram separar os atletas e esqueceu-se o lesionado! Somente depois de um tempo, com a permissão do 4º árbitro, houve o atendimento médico.

Aos 40 minutos de jogo, o técnico Sérgio Caetano foi advertido pelo quarto-árbitro de maneira equivocada. Ao chamar atenção do treinador por reclamação comum, foi desnecessariamente com o dedo em riste. Mostrou falta de experiência, pois “quis crescer e mostrar serviço” num momento totalmente indevido do jogo. Bastava adverti-lo com firmeza, sem perder a compostura.

No segundo tempo, acerto do árbitro ao não marcar a bola na mão dentro da área como lance faltoso (o Paulista reclamou de pênalti que não foi). Na sequência, contra-ataque para o São José que foi “matado” pela falta de Papalégua, recebendo corretamente o cartão amarelo com 1 minuto da etapa final. Assim como foi também bem aplicado o Amarelo aos 9 minutos na falta de Dieguinho (SJO) em Rafael Senna (PFC). Vale apenas chamar a atenção de que se poderia ao menos dar advertência verbal a Bessa (SJO) por insistentes pedidos de faltas inexistente.

O placar em faltas no 1º tempo foi 7×7, sendo 3 cartões amarelos aplicados por indisciplina. No 2º tempo, 5×8, sendo mais 3 amarelos.

Os dois bandeiras participaram bastante do jogo, tanto em impedimentos quanto na marcação de faltas, mostrando que o trabalho em equipe foi bem realizado.

Enfim: a mim, uma surpresa agradável a arbitragem de Douglas, redimindo-se de más atuações em Jundiaí. Gostei do que vi e, afirmo, se continuar assim, poderá voltar a ser escalado em jogos de divisões mais importantes.

Árbitro: Douglas Marques Flores

Bd 1: Fabrício Porfírio de Moura

Bd 2: Diogo Correia dos Santos

4o Árb: Roque da Silva Pereira

Público: 1.020 torcedores

Renda Bruta: R$ 13070,00

Renda Líquida: R$ 9018,00

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– O texto original das mudanças da Regra de Jogo 2018 / 2019

Dias atrás, comentamos algumas mudanças relevantes nas Regras do Futebol (reveja aqui: https://wp.me/p55Mu0-1XG). Mas lembremo-nos que muitas vezes a tradução ao livro brasileiro não tem sido fiel aos originais da FIFA (e às vezes, demora-se a publicar).

Algumas coisas interessantes que podem ser encontradas nas alterações:

Morder um companheiro foi incluído na regra, a fim de melhora da redação do texto, tirando a dúvida (desnecessária) de que isso é falta para expulsão.

– É permitido revisar uma decisão disciplinar (de cartão amarelo ou vermelho) mesmo depois de reinício do jogo.

– A nomenclatura da Regra 6 mudou, devido ao incremento do VAR e do AVAR nos seus apontamentos;

– Não existe a possibilidade de cobrar um arremesso lateral sentado. Nunca houve, agora se resolve deixar ainda mais claro;

– As punições para jogadores que tumultuarem a observação do árbitro quando ele for à área do monitor e assistir o lance, provocado ou não pelo VAR, foram reguladas e vão do Amarelo ao Vermelho, de acordo com a sua natureza;

– O “tempo de refresco”, chamado de parada para a hidratação, NÃO PODE exceder em 1 minuto e deve ser considerado nos acréscimos da partida;

– Liberação para o uso de equipamentos eletrônicos por parte dos treinadores e seus assistentes;

– Permissão de monitores de desempenho físico, desde que tenham o selo FIFA de aprovação;

– Substituições de atletas ilimitadas em categorias amadoras;

– Permissão de 4ª substituição em prorrogações nas partidas profissionais;

– Orientação de que um goleiro substituto que venha participar da decisão por tiros penais (ele pode substituir um goleiro que se lesiona nesse momento) deverá cobrar o seu tiro penal somente quando todos os demais companheiros cobrarem (ou seja, ele “substitui na ordem” o goleiro que saiu).

– Dirimida a situação do “instante de milésimo de segundo de um lançamento de impedimento”: ou seja, se considera quando começa o toque na bola para lançar, não quando terminar.

Outras mudanças podem ser lidas no texto original, encontradas no anexo em: Laws of the Game_2018-19_Law Changes explained_ES

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– Christian Cueva: Cartão Vermelho fruto de indisciplina ou do emocional?

Apitando futebol, já vi de tudo quanto a cartões amarelos e vermelhos aplicados e “pedidos”: desde jogadores que querem ser advertidos para não viajar para longe na rodada seguinte, até expulsão para complicar o seu dirigente.

Edmundo perdia a cabeça e agredia os adversários. Fácil aplicar Vermelho a ele por tal brutalidade.

Luís Fabiano era nervosinho e tomava muitos cartões evitáveis por desinteligência.

Valdívia, o mago chileno, cansava de levar amarelos e vermelhos por nítido descomprometimento com o seu clube.

Na quarta-feira, vimos Cueva, do São Paulo, ser expulso com absoluta justiça contra o Rosario-ARG. Mas a questão é: o jogador forçou a barra para poder se apresentar à Seleção Peruana com antecedência (ou seja, por também estar brigado no SPFC foi propositalmente indisciplinado) ou está com a cabeça ruim pois psicologicamente está abatido pela gravidez da esposa (como declarado por Raí)?

O histórico do jogador não o ajuda a demover da primeira hipótese…

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