– Vale a pena nunca julgar! Quem levou o preconceito humano como ao limão?

A Flor do Limoeiro serve para fazer esta perfeita analogia: até os (as) mais azedos (as) têm sua beleza…

O limão não é doce, seu suco pode manchar a pele e o preço não vale quase nada. Entretanto, as limonadas são gostosas e o que aparenta ser desagradável, vez ou outra floresce singela e delicadamente. Vide o clique do limoeiro da minha casa (abaixo).

Quantas pessoas amarguradas que conhecemos são azedas na simpatia, enrugadas no relacionamento e amargas no comportamento. Mas como podemos julgar o íntimo delas?

Dessas, vale esperar um florescer eventual, uma demonstração de boa vontade ou, se nada disso existir, o respeito às causas internas dela ter se tornado uma pessoa murcha ou infrutífera.

O que não se pode nunca é: julgar! Nem taxar, rotular ou discriminar. A beleza pode ser imperceptível por razões nas quais nem imaginamos…

Ops: mas que papo é esse que usou o limão para questionar? Poderia ser o jiló, o coentro e outras tantos exemplos duvidosos da Mãe-Terra! rsrs

Brincadeiras à parte, fica a reflexão: olhemos com mais doçura para as pessoas, procurando minorar o azedume existente.

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