– Não sou só eu que peço para o presidente ser discreto….

Dias atrás, escrevi sobre o presidente Jair Bolsonaro ter falas indevidas que acabam encobrindo boas ações do Governo. Ou seja: é preferível não dar declarações polêmicas para que a repercussão negativa não apague as positivas (para entender bem a colocação sensata, clique na postagem aqui em: https://wp.me/p4RTuC-nHu)

Agora, foi a vez de Tasso Jereissati declarar a mesma coisa, em entrevista à Folha de São Paulo nesta 2a feira:

“Quanto mais calado Bolsonaro ficar, mais fácil se aprova a Previdência”.

É por aí mesmo, e não só na questão da Previdência mas em todas as searas. A discrição é importante para um autoridade, pois ajuda o país a andar com as próprias pernas e evita um clima de divisão (iniciado com o discurso de “nós contra eles” de radicais esquerdistas contra direitistas no tempo de Lula e repetido da mesma forma neste tempo de Bolsonaro).

– Começando a Segundona!

👊🏻 Bom dia!
A semana vai começar e precisamos ter disposição para enfrentá-la. Para isso, vamos para o indispensável cooper matutino?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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🙏🏻 Correndo e Meditando nas inspiradas verdades que nos levam e elevam a #Deus:
“Onde o temor de Deus está guardando a casa, o inimigo não encontra porta para entrar.“
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. E nosso botão de rosa?
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

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Ótima semana para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Catanduvense

Nesta manhã em Jayme Cintra tivemos uma arbitragem fraca. Eu não gostei! Vamos a ela?

Tecnicamente, poderia ser melhor. O árbitro deixou de marcar algumas faltas existentes e marcou outras que não deveria marcar (para as duas equipes). Nada que influenciasse no resultado final, mas que irritou atletas e torcedores. A impressão que tenho é que o árbitro José Araújo Ribeiro Jr precisa de orientação melhor para discernir faltas reais das faltas que não são.

Disciplinarmente pecou quando quer advertir verbalmente com constância, banalizando o “ato de dar bronca”. Acertou aos 32m quando aplicou cartões amarelos a Matheus (PFC) e Jeferson (CAT) por uma falta mais forte do visitante e um revide. Mas outros cartões que poderiam ser aplicados não foram (como a Gui, que agarrou Jeferson e nada levou, a Ítalo que deu um carrinho em Matheus ou a Pedro que atingiu Joaquim fora do campo visual do árbitro).

Corre bem o juizão, mas é pouca virtude para jogos importantes de divisões maiores. Já os bandeiras (Alex Alexandrino e Fausto Viana) e o quarto árbitro Robson dos Santos (sempre atento) estiveram “ligados” o tempo todo e auxiliaram com precisão ao árbitro.

Não sei se a atuação costumeira do árbitro é essa. Se for, está devendo muito e hoje não agradou.

Público: 847 pagantes e R$ 11.590,00 de renda.

Resultado final: Paulista 1×1 Catanduvense

Cartões Amarelos: 3×2

Cartões Vermelhos: 0x0

Faltas: 20×12

jayme_cintra

– Feliz Dia dos Pais!

Dia dos Pais é motivo de alegria! Afinal, a paternidade é um presente de Deus

Esse vídeo diz tudo. Assista-o e… feliz dia a todos os Papais!

– Vamos aproveitar o “nosso dia”? Em 7 cliques:

Bom dia pra quem é do dia!

A madrugada está fresca e hoje é um domingo especial. Vamos acordar cedo para aproveitá-lo melhor e mais intensamente? Claro, a gente que é pai tem que viver essa data minuto-a-minuto! A pose mobgráfica de incentivo:

Meu 1o dia dos pais como papai da Marininha, abaixo! Obrigado meu Deus!!!

Já que postei a foto dela e hoje é permitido corujar livremente, olha que mocinha ela está:

E o meu 1o dia dos pais como papai da Estelinha na próxima foto! Obrigado por ela também, ó meu Deus!!!

Veja só que gordinha ela está, com cabelo arrepiado após descer do escorregador. Viva a eletricidade estática! Aqui:

Aproveitando: que a Mãe Padroeira do povo brasileiro possa hoje abençoar todos os papais: vivos, falecidos e vindouros. REZEMOS – “Nossa Senhora Aparecida, rogai pelo meu pai, pelo meu sogro, por mim e por todos aqueles que desejam imitar São José, o castíssimo esposo da Sagrada Família de Nazaré. Amém.”

Depois de tantas boas lembranças na madrugada, mais tardiamente vou para o cooper rotineiro. S’imbora suar alongando com as coloridas flores do jardim (essas de outras primaveras). Até mais e bom dia para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Não precisa disso, presidente…

Se a política econômica de Jair Bolsonaro com a equipe de Paulo Guedes vai bem (nesta 6a feira, por exemplo, reduziu impostos de remédios para câncer e HIV), outras áreas vão mal. Uma delas: a má relação e a falta de jogo de cintura do presidente como autoridade em si.

Não vale me dizer que ele é “autêntico”. Ele precisa governar para o país, e isso se refere aos que votaram ou não nele. E no cargo que ocupa, precisa ter boa educação e comportamento adequado.

Foi lastimável, grotesca e constrangedora a fala dele sobre como diminuir a “poluição”:

“É só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também”.

Pra quê? Cadê o equilíbrio emocional? Por quê querer buscar a antipatia? Se fosse um qualquer, vá lá… mas o chefe da nação falar isso?

É claro que está sendo criticado por muitos. Mais do que Lula seria, por exemplo, quando falava idiotices sobre “grelo duro das mulheres” ou insinuava sobre Pelotas ser terra de gays. O problema é: parece que ele gosta dessa situação.

Controle-se, presidente.

– Barrigas de Aluguel via Internet

Não sei se estou preparado para esses novos tempos e métodos de concepção: o de Barrigas de Aluguel.

Confesso que ao ler esse artigo, assustei-me um pouco com a forma comum que tal assunto é tratado. Ou seja, alugar o útero não é novidade!

Veja em: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2063/artigo139363-1.htm

GRAVIDEZ.COM, O COMÉRCIO DE ÚTERO NA INTERNET

Crise financeira e problemas de infertilidade levam dezenas de mulheres a comércio ilegal de gestação

por Alan Rodrigues e Carina Rabelo

A geladeira da casa da paulista Maria Inês de Carvalho, 29 anos, há tempos não conta com alguma variedade de produtos. Fora uma travessa de feijão do dia anterior, um arroz e uma carne moída, apenas se veem garrafas d’água. Na dispensa a situação não é diferente. Ali, as latas vazias comprovam a míngua. Há dois anos, desde que perdeu o marido, Inês e a pequena filha de 6 anos vivem em sobressaltos. Cansada da penúria alimentar e com os cobradores batendo à porta, ela buscou uma solução pouco ortodoxa para resolver sua crise financeira: alugar o próprio útero para pagar as dívidas, que já chegam a R$ 30 mil.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”, diz. Proibida de trabalhar pelo falecido marido desde o início do casamento, ela nunca teve uma atividade profissional. “Não sei fazer nada”, lamenta.

Ela é apenas mais uma no amplo rol das mulheres que buscam a salvação financeira pelo útero. Numa única empresa de anúncios pela internet, outras 800 candidatas a mãe de aluguel colocaram suas barrigas para locação. Inês quer R$ 80 mil para gerar um filho para outra mulher.

Ao contrário dela, a empresária mineira Marlene Santos, 40 anos, não tem problemas financeiros, mas de infertilidade. Em comum entre elas há apenas a angústia. Rica e casada há dez anos, Marlene alterna seus dias entre a solidão e a tristeza em um apartamento luxuoso em Belo Horizonte. Marlene está na estatística de 1% das mulheres brasileiras que nasceram sem o útero. “Gerar um filho é uma graça que eu não pude ter”, lamenta. Para driblar a infertilidade, ela jogou às favas os escrúpulos e, na escolha polêmica, a sua história se cruza com a de Inês. Ela contratou uma barriga de aluguel pelo Orkut – rede social na internet que apresenta dezenas de comunidades sobre o tema. Pelo arrendamento durante os nove meses de gestação, a empresária paga R$ 50 mil, assume todas as despesas médicas, o supermercado mensal e os demais cuidados necessários à grávida.

A paulistana Camila, 21 anos, tem seu nome em uma espécie de book – das mães de aluguel – numa clínica de reprodução assistida, na capital paulista. Ela já alugou seu útero uma vez, há dois anos, e não se arrependeu.

“Peguei o dinheiro e dei de entrada no meu apartamento”, diz. Camila é o tipo de ótima “locatária” nesse mercado. “Entreguei o menino depois do parto, conforme o combinado.

“Não suporto mais passar dificuldades. Pensei até em vender um rim”
Inês de Carvalho, dona-de-casa

Tinha recebido metade do valor assim que se confirmou a gravidez e o resto logo depois do parto”, diz. Loira, bonita e sem vícios, ela resolveu enfrentar tudo novamente.

“Estou desempregada e sem perspectivas”, argumenta. Na primeira vez, Camila encontrou apenas uma página na internet. “Hoje são mais de 18, com 14 mulheres em cada uma”, diz ela, preocupada com a concorrência.

Nem sempre são os contextos dramáticos que mobilizam as mães de aluguel. Ao contrário de tantas mulheres que encaram a gravidez como um estorvo e se apavoram diante dos riscos do parto, as que se dispõem ao serviço gostam de ficar grávidas. E, claro, se encantam com a possibilidade de receber boa remuneração. As transgressões delas se multiplicam no mercado virtual, onde esse comércio clandestino é operado. Basta colocar a palavra-chave ‘barriga de aluguel’ no campo de busca da internet, e os anúncios vêm à tona. Em cada site de classificados, comunidades virtuais e fóruns, surgem de 200 a 800 recados de mulheres disponíveis ao serviço. No texto, elas atraem os compradores com garantias de saúde perfeita, juventude plena e atributos físicos desejáveis. Para tranquilizar o casal, declaram-se “bem resolvidas” quanto à escolha.

O esquema é simples. A mulher coloca o ventre em locação e recebe propostas. O negócio é fechado sem contratos – apenas com o comprometimento das partes. Exames preliminares são feitos para comprovar a saúde da futura gestante, que deverá seguir à risca as recomendações dos pais da criança. A partir do acordo, o óvulo da mãe genética, já fecundado com o espermatozoide do pai, é implantado no ventre da mãe de aluguel. Durante nove meses, nada de bebidas e cigarros ou situações de risco para o bebê. Após o parto, a mãe genética pega o recém-nascido e o leva para casa. “Não quero amamentar para não ter apego”, diz Inês.

Patrícia Amorim, 29 anos, colocou o anúncio na internet em dezembro de 2008 e já recebeu quatro propostas. Ela, que já é mãe de duas crianças, colocou seu ventre em locação por R$ 30 mil, de comum acordo com o marido. “A condição é que seja através de inseminação”, diz a mulher, que recusou há uma semana uma proposta de fecundação através de relação sexual. “Não corro o risco de me apegar à criança”, garante. “Filho dá trabalho. Por que vou querer assumir a responsabilidade por um que não é meu?”, questiona a despachante, que faz malabarismos a cada mês com a limitada renda familiar de R$ 1.090. “Temos o direito de dar uma condição de vida digna para as nossas crianças”, diz ela.

No Brasil, a resolução 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM) – o único dispositivo normativo a versar sobre o tema “útero de substituição” – admite a prática somente de forma solidária, gratuita, entre parentes de até segundo grau e mediante prova de que o casal interessado é incapaz de gerar filhos. Mesmo com autorização – e elas são pouquíssimas no País -, a nova família passa anos com ações na Justiça para legalizar o nome de seus filhos. “É necessária a presença do Estado nesse debate para evitar abusos”, entende Margareth Arilha, da ONG Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR). O limbo da falta de amparo legal impulsiona as mães de aluguel a migrar da simples clandestinidade à criminalidade. Para burlar a fiscalização dos centros de reprodução humana e do hospital no momento do parto, é comum que muitas delas utilizem documentos falsos para obter o atendimento e o registro da criança com o nome da mãe biológica.

Emperrado na burocracia, o governo anda a passos lentos na tentativa de regulamentar a prática disseminada. Especialistas se dividem. Os católicos são contrários. Médicos defendem que o “útero de substituição” deve seguir as regras do CFM, principalmente no que diz respeito ao grau de parentesco entre as partes. “É importante que elas sejam próximas”, diz o médico Pablo Chacel, corregedor do CFM. “Há muitas questões envolvidas na relação entre a gestante e o bebê. Não conhecemos os impactos sobre uma criança que foi concebida por uma estranha”, afirma Maria do Carmo Borges, vice-presidente da Rede Latino- Americana de Reprodução Humana.

Na área do direito, o entendimento favorece a ampliação das possibilidades da cessão do útero, desde que não se trate de um acordo comercial.

“Deve ocorrer por um ato de solidariedade, com as despesas de saúde e alimentação pagas pela mãe genética”, defende a professora Maria Auxiliadora Minahim, especialista em direito penal e bioética.

Atualmente, raros são os casais inférteis que não pensaram na possibilidade de alugar uma barriga, mesmo que de relance. Entre os interessados estão homens e mulheres que não podem ter filhos – estima-se que eles sejam 18% do total de casais do País, e mulheres que perderam o ventre após a retirada de um mioma – o câncer de colo do útero atinge cerca de 500 mil por ano no mundo. Impossibilitadas de gerar um filho, muitas recorrem às barrigas de aluguel. Outros interessados no serviço são os casais homossexuais em união estável e as mulheres acima dos 40 anos – de 25% a 35% delas se tornam inférteis a partir dessa idade. Essas pessoas encontram na barriga de aluguel a viabilidade para a realização do sonho, mais acessível com a popularização das técnicas de fertilização in-vitro e inseminação artificial. A atriz Sarah Jessica Parker, 44 anos, é um dos exemplos.

O ícone da nova feminilidade no seriado “Sex and the City”, recorreu a uma barriga de aluguel por não conseguir mais engravidar.

O tema se tornou popular no País na década de 90, após a novela “Barriga de Aluguel”, que tratava do conflito entre a mãe genética, interpretada por Cássia Kiss, e a mãe de aluguel, papel de Cláudia Abreu. Recentemente, o assunto voltou à tona na novela “Caminho das Índias” e no seriado “A Grande Família”. Entre os grandes tabus do tema está a possibilidade do apego entre a mãe e o filho biológico e o desconforto entre a criança e a família genética. No entanto, pesquisas revelam que estes dramas são mais comuns nos folhetins do que na vida real. Mães de aluguel não enfrentam problemas emocionais durante ou depois da gravidez. Nem mesmo dilemas ao entregar o filho aos pais que a contrataram. É o que revela a pesquisa da City University, na Inglaterra, onde a prática é legalizada. De acordo com o levantamento, nenhuma das 34 mães de aluguel entrevistadas teve dúvidas ao entregar o bebê. Elas também afirmam manter uma boa relação com os pais contratantes.

Um estudo do Centro de Pesquisa Familiar, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, divulgado em julho de 2008 na Conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, revela que famílias constituídas a partir de óvulos doados, inseminação artificial e barriga de aluguel têm o mesmo nível de satisfação e equilíbrio psicológico das constituídas de forma natural. Segundo Polly Casey, autora do estudo, as mulheres que criam filhos a partir de óvulos doados ou barriga de aluguel têm um excelente nível de envolvimento com a criança. “Os dados não surpreendem se levarmos em consideração as dificuldades que estas mulheres enfrentaram para atingir a maternidade”, revela a pesquisadora.

No próximo mês, deverá ser analisada pelo governo na França a proposta de legalização da barriga de aluguel, durante a revisão da lei de bioética. Entre os que apoiam – 61% da população – estão grupos de políticos, médicos, psicanalistas e juristas, que reuniram mais de 300 assinaturas em todo o país para legalizar a prática. Entre os opositores (31%) estão os católicos. A agência nacional de biomedicina – que se propõe a intermediar os contratos entre mães de aluguel e os casais – deverá apresentar o relatório ao presidente Nicolas Sarkozy. Na França, cerca de 100 casais optam pelas barrigas de aluguel a cada ano. Levantamento recente feito pelo Centro de Fertilidade de Berlim, na Alemanha, revela que 63% dos casais inférteis e 44% da população são favoráveis à legalização da barriga de aluguel. Na Índia e em dois Estados americanos, o aluguel do útero é permitido.

“Existe uma tendência mundial de liberalização. O Brasil não pode se omitir ao debate”, diz Margareth Arilha. Nos próximos dias, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, irá ao Congresso Nacional, a convite da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), para debater o tema.

Embora o assunto assuste os mais conservadores e até mesmo aqueles que se esforçam para compreender a escolha pela barriga de aluguel, a prática revela o surgimento de novas famílias. “Se serão melhores ou piores, só o tempo dirá”, diz Maria do Carmo Borges.

– As voltas que o mundo dá… E o Batatais?

Veja só como o mundo dá voltas e as coisas passam a ser mais realistas. Abaixo:

Um dia, o Batatais FC recebeu uma dica (não se sabe de quem) de que Helton Matheus (até então atleta que jogava no Paulista de Jundiaí) era “gato” (ou seja, tinha idade adulterada e jogava a Copa SP de Jrs com idade mais avançada). Após o próprio time do Batatais sofrer uma goleada para o time de Jundiaí e ser eliminado da competição, resolveu denunciar o menino que havia falsificado seus documentos. O Paulista, que não tinha participação alguma no golpe, foi eliminado da Copa SP de Futebol Jr por conta do regulamento (mesmo com os documentos do atleta tendo o carimbo e aceite da FPF, e ele ter chegado ao time após outras passagens com a mesma documentação). Vale lembrar que o Galo de Jundiaí defenderia seu bicampeonato contra o Corinthians. O Batatais (que perdeu em campo) ficou com a vaga e o presidente da agremiação da época disse em outras palavras nas suas diversas entrevistas que “não era por causa disso a denúncia, mas pela Justiça em saber de algo errado e a consciência cobrando-o por nada fazer”.

Agora, estoura o escândalo: o Batatais, que se fez de paladino através de seu cartola, é suspenso pela FPF por esquema de manipulação de resultados!

Seriam os mesmos cartolas da época? Confesso que não sei. Mas sei que a denúncia em prol da moralidade era demagogia pura, isso fica cristalino.

Para recordar, a análise da arbitragem do jogo citado (Paulista 5×1 Batatais),

em: https://professorrafaelporcari.com/2017/01/22/analise-da-arbitragem-de-paulista-5×1-batatais/

Abaixo, extraído de Esporte Jundiaí,

link em: https://www.esportejundiai.com/2019/08/dois-anos-apos-tirar-paulista-no-caso.html?m=1

BATATAIS É SUSPENSO DAS ATIVIDADES DO FUTEBOL PAULISTA

Em 2017, o Batatais foi o principal responsável por eliminar o Paulista na decisão da Copa São Paulo fora dos gramados, ao denunciar o Tricolor por ter escalado um jogador de forma irregular – idade adulterada – o famoso caso “Gato Heltton Matheus”. Dois anos depois o clube foi suspenso pelo Tribunal de Justiça Desportiva do estado de São Paulo.

Segundo os sites Futebol Interior, Globoesportecom e A Cidade On, a Federação Paulista de Futebol (FPF) confirmou, nesta sexta-feira, que o Batatais está suspenso, preventivamente, pelo Tribunal de Justiça Desportiva, pelas suspeitas de manipulação de resultados.  

A punição é válida por 30 dias e deixa o time fora da Copa Paulista e no campeonato estadual sub-20, competições organizadas pela Federação Paulista de Futebol (FPF).

Quatro jogadores que defenderam o time no Campeonato Paulista da Série A3 de 2019 são suspeitos de envolvimento em resultados manipulados. Os nomes são mantidos sob sigilo, mas eles já foram ouvidos na FPF.

Uma empresa de apostas até já mandou relatórios pra Federação indicando essa possibilidade de fraude.

O primeiro jogo sob suspeita foi disputado no dia 17 de março, quando o time perdeu por 2 a 0 para o Barretos. Três dias depois, houve o empate de 1 a 1 entre Batatais e Comercial.

Por conta da suspensão, o jogo entre o Comercial e o Batatais inicialmente marcado para o domingo, em Ribeirão Preto, válido pela Copa Paulista, foi adiado. No sub-20, o Palmeiras avançou para terceira fase, com a suspensão do Batatais, já que enfrentaria o mesmo clube nas duas próximas semanas na segunda fase de grupos.

Resultado de imagem para paulista x batatais

 

– O que mudou ou não na Regra da “Mão na Bola”

Depois que houve a adição do termo “movimento antinatural das mãos e braços na bola”, parece ter ocorrido uma revolução nas Regras do Jogo de Futebol no Brasil. E não foi isso que deveria acontecer (e tampouco o que aconteceu no Exterior).

Quando a International Board aprovou a introdução deste termo, a FIFA orientou os árbitros e suas Comissões Nacionais a se atentarem à intenção disfarçada do jogador em cometer a infração, enganando a arbitragem. Ou seja: simular que a bola bateu sem querer; disfarçar uma falta como acidente, de maneira a parecer que foi casualidade e não intencionalidade.

De maneira bem objetiva: continua valendo sempre a intenção e não a imprudência! Com o alerta de que essa intenção pode ser  disfarçada por um movimento antinatural físico do jogador.

Aqui no Brasil interpretou-se errado, pois traduziu-se equivocadamente a orientação levando a entender o termo “correr o risco de bater a bola na mão ou no braço” como um ato de imprudência. Ora, a única infração que não vale a interpretação de “imprudência” no futebol, de todas as existentes, é justamente a da mão na bola! Sempre será “intenção ou não”!

Na época, Sérgio Corrêa da Silva, o presidente da CA-CBF (e que hoje é o homem forte do Departamento de Desenvolvimento do VAR-CBF) teimou em orientar os árbitros a marcarem os pênaltis “a lá jogo de queimada”, como vimos tão equivocadamente naquela temporada. Jorge Larrionda, ex-árbitro da FIFA, veio como instrutor e palestrou aos brasileiros em seu péssimo portunhol confundindo ainda mais a situação.

Na época da Copa do Mundo de 2014, Massimo Bussaca, o “chefão dos juízes da FIFA”, em entrevista ao Estadão (dê uma busca nos arquivos desse blog para a redação inteira) disse que era LOUCURA o que estava acontecendo aqui. No Exterior, nenhum desses pênaltis da então ironizada Regra Tupiniquim 12B (nossa jabuticaba futebolística), existente somente no Brasil, acontecia.

Para a temporada 2019/2020, não houve mudança do conceito da Regra, mas sim uma melhora redacional da questão do movimento antinatural, ajudando a exemplificar o que significa isso.

Por exemplo, junto às diretrizes da Regra, fala-se sobre o fato de que,  em um carrinho onde o atleta possa estar tentando bloquear a bola com o braço excessivamente aberto acima do corpo, diminuindo o espaço e disfarçada/ intencionalmente tocá-la, é falta. Produziu-se também vídeos ilustrativos para que não paire a dúvida. É a mesma situação que desde 2013 se aplica na Europa, sabendo discernir melhor o que é o movimento antinatural do que casualidade. Pular numa barreira com os dois braços levantados (mais um exemplo) fisiologicamente é algo não natural.

No “boleirês”, a FIFA quis alertar: “cuidado com o ‘migué’ do atleta que abre os braços de propósito para a bola bater nele”. Dessa forma, fica ainda mais claro que a International Board nunca desejou que a bola que bata sem intenção alguma no braço de um jogador que está caído no chão após um carrinho seja infração (embora, repito, existia um ridículo vídeo da CBF TV com um lance de Palmeiras x Fluminense ilustrando que isso era para ser punido – mas nunca deveria ter sido – e que já tiraram do ar).

Simples. Não mudou a Regra, mas melhorou-se a redação. Não muda nada na aplicabilidade mundo afora, embora a Comissão de Árbitros da CBF possa render-se a entender o que há anos a FIFA pede. Fato real é que já se diminuiu sensivelmente os pênaltis de queimada aqui.

Trocando em miúdos para encerrar: como se fazia errado no Brasil com insistência e os árbitros não pareciam entender (embora apitassem e interpretassem direitinho quando saíam para jogos de competições internacionais), ao invés de escrever, precisou-se “desenhar para entender” através de vídeos e redação explícita.

– Uma 6a feira em 5 cliques:

Hora de sacolejar, levantando da cama e verticalizando o esqueleto!
Motivando para correr?
Clique 1:

Correndo e Meditando com São Domingos de Gusmão, que viveu na mendicância, no amor e na devoção mariana.
Que o tenhamos como modelo de fé! Meditando enquanto faço o cooper,
Clique 2:

Fim de atividade física!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E nossas pétalas brancas?
Clique 3:

Desperte, Jundiaí.
Que a sexta-feira possa valer a pena, inspirada pelo amanhecer tão bonito!
Clique 4:

Por fim, para que a jornada realmente seja boa, o sorriso da minha caçulinha brincando de “esconder”!
Clique 5:

Que seja um ótimo dia!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– A Esperança contra o Câncer: a Erva de São Simão

Da terra tudo se tira. Prova disso é a nova descoberta no litoral brasileiro: o uso da Erva de São Simão (aquele matinho que mais parece uma praga, encontrada nas praias virgens) pode ser essencial para matar células e tumores cancerígenos.

A explicação sobre seus efeitos, extraído de: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3656904-EI8147,00.html

ERVA COMUM NO BRASIL PODE SER ESPERANÇA CONTR AO CÂNCER

por Gonçalo Valduga

Uma erva comum no Brasil e que cresce na mata pluvial da costa litorânea pode se tornar futuramente uma aliada dos especialistas na luta contra o câncer. Análises feitas por uma equipe de pesquisadores de Ciências Farmacêuticas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, demonstraram que compostos isolados da erva-de-são-simão (Vernonia scorpiodes) são capazes de destruir vários tipos de células tumorais, sem causar efeitos expressivos às células não tumorais.

“Uma das frações dos extratos da planta mostrou bons resultados em camundongos e quando testada em três tipos de células cancerígenas”, explicou Tania Mari Bellé Bresolin, coordenadora do Mestrado em Ciências Farmacêuticas da Univali. Segundo a professora, algumas análises da erva-de-são-simão alcançaram uma atividade seletiva, destruindo células de melanoma e adenocarcinoma e estimulando células do sistema imune, que auxiliam na defesa do organismo.

Sabe-se que, entre os efeitos colaterais da maioria dos agentes quimioterápicos utilizados atualmente, está a destruição de células de defesa, o que torna o paciente mais suscetível às infecções. “Se comprovada a seletividade dos compostos, futuramente pode-se desenvolver um quimioterápico mais seguro”, analisou.

Apesar de estarem confiantes com a pesquisa, os cientistas catarinenses garantem que os resultados ainda são preliminares. “Potencial a erva tem, mas até chegarmos a um medicamento existe um longo caminho a percorrer para sabermos se a planta pode servir como fonte de um fármaco contra a doença”, destacou Tania.

Ela também alertou sobre os riscos da ingestão da erva-de-são-simão devido à sua toxicidade, que pode ser nociva ao ser humano em caso de uso indiscriminado. “Alguns compostos isolados afetam também células não-tumorais”, avisou.

Por temer a utilização inadequada pelas pessoas, Tania optou por não divulgar uma imagem da planta, pois ela é facilmente encontrada em pastagens, terrenos baldios e beiras de estradas.

De acordo com a pesquisadora, o objetivo da equipe não é estimular o uso, mas tentar despertar o interesse da indústria farmacêutica para investir em estudos aprofundados da Vernonia scorpiodes – que tem mais de 200 variações no País. “Os estudos são iniciais e ainda serão necessários testes complementares para garantir a efetividade e segurança da sua utilização”, completou.

Resultado comum

Uma pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que não quis se identificar, afirmou que muitas ervas encontradas no País e estudadas em laboratório possuem potencial para destruir células cancerígenas. “É possível uma erva como a Vernonia Scorpiodes ter capacidade antitumoral, no entanto, não quer dizer que ela vá ajudar na prática a acabar com o câncer”, alertou.

Para a especialista, os resultados obtidos com a erva-de-são-simão surpreendem pouco a comunidade científica. “Os efeitos podem ser negativos no organismo do ser humano, quando envolve todo um conjunto de fatores, do que nos testes in vitro, onde é feita a cultura de células e o isolamento de compostos”, explicou. Segundo ela, “a possibilidade da planta um dia ser utilizada em medicamentos ainda é uma incógnita”.

– Política e Futebol são parceiras em “produtividade”? Quando alguém sai de cena…

Não dá para desprezar tal lógica:

Quando José Ferreira Pinto era presidente do Juventus, sabidamente “o time não caia nunca”. Vide a inspiração de um dos quadros do filme boleiros, gravado justo na Rua Javari…

Quando o “Caixa D’Água” era presidente da FFERJ, o Americano de Campos estava em alta no Campeonato Carioca. Depois que saiu de lá…

Quando Eurico Miranda era forte deputado e estava na ativa com muita saúde, o Vasco da Gama era imbatível. Depois que adoeceu, o Time da Colina mudou.

Quando o senador Luiz Estevão era senador influente em terra candangos, o Brasiliense surgiu e se apresentou ao país. Depois que o corrupto foi preso, puff! Parece que como mágica perdeu relevância!

Quando Zezé Perrella era forte e influente político mineiro, o Cruzeiro era incontestável dentro e fora de campo. Depois que os escândalos mostraram uma verdadeira faceta até então obscura… degringolou! Ou alguém acha que a queda de rendimento do Cruzeiro de Mano Menezes (culminando na sua demissão) é puramente esportiva, pelos maus resultados?

Resultado de imagem para Mano Menezes Cruzeiro

– Pais, cuidado com a música “Bob”

Atenção: se você preza bela boa educação dos seus filhos e tem valores de valorização da vida, cuidado com a canção do Bob. Com letra de sentido duvidoso, mensagem negativa e palavras fortíssimas, é extremamente perigosa para as crianças, dando a entender em certos momentos que “um capetinha” travestido de “amigo imaginário” a orienta.

Ridícula a letra e a música!

Extraído de: https://www.1news.com.br/noticia/565702/curiosidades/saiba-mais-sobre-a-musica-bob-muitos-pais-estao-assustados-com-a-letra-da-cancao-02082019/amp

SAIBA MAIS SOBRE A MÚSICA BOB; MUITOS PAIS ESTÃO ASSUSTADOS COM A LETRA DA CANÇÃO

Uma música que aparentemente é inofensiva está causando muito alvoroço nas redes sociais e grupos do WhatsApp. Lançada neste ano, a música Bob, composta por Rafa Kamaitachi, tem uma batida suave, mas arrepia qualquer pessoa que presta atenção em sua letra, que contém mensagens fortes e já alcançou milhares de visualizações nas redes sociais. 

Por ter sido deixada de lado, a criança encontrou “Bob”, seu amigo imaginário, o qual muitas pessoas estão associando a um demônio por dizer que ele “é filho de um anjinho que foi caído” e estaria preso dentro da criança. 

Aos poucos a música vai revelando o ambiente macabro e depressivo no qual esta criança vive. “Ele não quer sair de mim / Já achou sua morada aqui / Ele quer que você vá embora / Bate a porta do meu quarto e nunca mais tente essa porta abrir”. 

Além do quadro de depressão, o suposto demônio revela mais detalhes do lar desajustado em que a criança vive, com uma mãe que faz uso de remédios antidepressivos e um pai que é um adúltero com vício em cocaína. “Papai tenho que te apresentar o Bob / Ele vem cuidar de mim enquanto tu dorme / Diz que eu tenho outras mamães que tu esconde até da morte / E o teu nariz fica branquinho usando algo que não pode.” 

Outra ponto forte da música é quando se fala sobre aborto. O filho diz que precisa apresentar o “Bob” ao pai, que ele “vai para o inferno”, pois seus irmãos eram fetos que ele ordenou que abortasse.

“É uma letra que reflete a realidade de muitos lares. É chocante, mas é exatamente o que acontece. Enquanto os pais negligentes, com a vida conturbada, conflituosa e cheia de pecados dormem, o “BOB” toma conta dos filhos”, disse um internauta. “Mas gente, ele não falou nada mais nada menos do que a realidade de alguns casos de família por aí. Isso realmente existe, a diferença é que as pessoas ficam chocadas quando se fala sobre isso, e ainda mais dessa forma aí”, comentou outra. 

Na descrição do vídeo no YouTube, Rafa Kamaitachi deixou um aviso claro sobre o conteúdo: “Na música “Bob” foram usadas palavras que podem causar desconforto em pessoas mais sensíveis. Estas citações foram feitas apenas para fins artísticos, caso tenha se sentido ofendido(a), saiba que essa não foi a intenção.”

Vídeo em: https://youtu.be/Q5SNSMJwias

– A boa arbitragem de Bruno Arleu em Corinthians 2×0 Goiás

Gostei das decisões da arbitragem no jogo da Arena Itaquera, encerrado há pouco.

Foram duas situações relevantes:

1- O gol anulado dos Goiás é dificílimo! Lance ajustado, situação difícil de se ver a olho nu e até mesmo pelo vídeo;

2- O pênalti a favor do Corinthians, onde existe claramente o movimento antinatural, onde o atleta deixa o braço levantado propositalmente para impedir a passagem da bola.

Em ambas, acerto da equipe de arbitragem. Parabéns!

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– Tim Maia e Raul Seixas: ô meu tempo de moleque…

Viva o YouTube! Eis que revejo em vídeo entrevistas do “Jô Soares 11h30”, há mais de 20 anos, com Tim Maia e Raul Seixas.

Excelente. Para quem não conheceu esses malucos, é bacana assistir. Para quem tem saudades, vale rever.

Nos dois links abaixo:

 

– O Ouro Verde da Cana Paulista: Tudo se Aproveita!

Cada vez mais a cana-de-açúcar demonstra ser o Ouro Verde (fazendo uma analogia ao petróleo, chamado outrora de Ouro Negro) no mercado agrícola e energético brasileiro. Da cana se produz o álcool, o açúcar, a garapa, a cachaça; do seu bagaço a energia elétrica, também biodiesel, e… pasmem… até água potável.

A Dedini, gigante do setor, está desenvolvendo um equipamento que explora simultaneamente 6 riquezas da cana-de-açúcar.

Abaixo, extraído de:
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/599/a-usina-seis-em-um-dedini-desenvolve-um-equipamento-que-129820-1.htm

A USINA 6 EM 1

A História da Dedini Indústrias de Base é marcada por altos e baixos. Em 1987, a companhia quase fechou as portas por conta da forte retração do setor sucroalcooleiro. De uma hora para outra praticamente todas as encomendas foram canceladas e a direção da Dedini se viu sem recursos para honrar os compromissos. Para escapar da falência, foi preciso vender terrenos e até a divisão siderúrgica, repassada à Belgo Mineira. No final de 2008, o cenário pelo lado da demanda praticamente se repetiu. A crise econômica global fez com que os clientes se retraíssem, causando uma redução de R$ 600 milhões na carteira de pedidos da fabricante de equipamentos, caindo para R$ 2,1 bilhões. A diferença é que a Dedini de hoje em nada lembra a de dez anos atrás. A começar pela estratégia de produção, fortemente diversificada na qual as usinas de etanol respondem por cerca de 45% das vendas totais. Na década de 1980 esse percentual era o dobro. Além disso, em breve sairá do forno um produto que a própria empresa classifica como a usina do futuro. Batizado de Usina Sustentável Dedini, será a arma da companhia para enfrentar uma eventual retração do mercado. Hoje, uma unidade padrão é capaz de gerar produtos como açúcar, etanol, biodiesel (extraído da palha e das folhas da planta) e energia (por meio da queima do bagaço).

A Usina Sustentável produzirá também fertilizante (da mistura de resíduos do processamento) e água para uso industrial e consumo humano. Hoje, este insumo é desperdiçado apesar de cada tonelada de cana ser composta de 70% de água. “A usina do futuro será praticamente autossustentável, com impacto ambiental próximo de zero”, diz Sérgio Leme dos Santos, presidente da Dedini, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. O novo modelo de usina está em fase de testes e chegará ao mercado até o final de 2010. Para ampliar a receita, a empresa criou ainda uma divisão de automação. Ela é responsável pela montagem de equipamentos da marca e de outros fabricantes, uma tarefa que antes era entregue a terceiros e que já colabora com uma parcela expressiva do faturamento da Dedini.

Santos, porém, não acredita numa crise profunda para o setor. “A agroindústria vive um período de consolidação e deverá emergir desse processo ainda mais forte”, aposta. “A pressão global para o uso de tecnologias limpas deverá continuar favorecendo os investimentos em combustíveis renováveis, como o etanol.” Além disso, cerca de 95% dos pedidos estão em fase de produção nas cinco fábricas da Dedini e serão entregues até o final do ano. Com isso, a receita deverá se manter no patamar dos R$ 2 bilhões obtidos em 2008. Para especialistas, as perspectivas para o setor são realmente positivas. “O momento atual é delicado mas a expectativa é de que haja uma retomada no médio prazo”, opina Estefan Haddad, sócio- diretor da BDO Trevisan.

Mesmo que as previsões otimistas não se confirmem, a Dedini conta com a diversificação para superar possíveis dificuldades. Sua lista de produtos inclui esteiras para mineração, laminadoras para siderúrgicas, processadoras de biodiesel, usinas para tratamento de água e esgoto, tanques para cerveja e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). A diversificação é resultado de um robusto plano de investimentos que consumiu R$ 300 milhões no período 2005/2008. A tecnologia da Usina Sustentável foi desenvolvida pela equipe composta pelos 20 pesquisadores “da casa”, todos com título de mestre ou doutor, que tiveram o reforço de técnicos ligados a universidades de São Paulo e parceiros globais como a alemã Siemens, a sul-africana Bosch Projects e a americana Rohm and Haas. “Agregamos à nossa linha produtos para os segmentos nos quais poderíamos ser competitivos no cenário brasileiro e internacional”, explica o presidente da Dedini. Mas isso não significa dizer, no entanto, que a área de açúcar e álcool será abandonada. Ao contrário. Esse nicho faz parte do DNA da empresa fundada em Piracicaba (SP) em 1920.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Catanduvense

José Araújo Ribeiro Júnior, 8 anos de carreira e 32 de idade, residente em Batatais, será o árbitro para Paulista x Catanduvense. Ele venceu o sorteio contra Alysson Matias, árbitro conhecido e de má sorte em jogos no Jayme Cintra e no Campeonato Amador da nossa cidade. 

Araújo não trabalhou ainda em Jundiaí [correção: apitou Paulista x Taboão em 2017] e tem em seu histórico vários jogos da Segunda Divisão e da A3, sendo que nesse ano conseguiu apitar a A2. Porém, constam várias reclamações de suas atuações quanto à parte técnica, especialmente em União Barbarense x São Carlos no ano passado e recentemente em Rio Claro x Noroeste pela Copa Paulista (também por conta de não coibir jogadas mais ríspidas).

Como não assisti esses jogos e somente recebi relatos (aliás, muitos relatos de súmulas carregadas mandando muitos dirigentes ao TJD-SP), prefiro conhecê-lo dentro de campo na próxima partida antes de um julgamento fiel. Torço para que seja um bom árbitro, que ocorra uma boa atuação e tenhamos um grade jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Catanduvense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson “Berró” Machado, análise da arbitragem com Rafael Porcari e reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Acordando, amiga 4a! Em 4 hashtags:

👊🏻 Bom dia pra quem é do dia!
Vamos suar mais uma vez em busca de #saúde?
S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina!
🏃🏻 #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running #Mizuno #Adidas #Reebok

🙏🏻 Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhora do #SantíssimoSacramento, rogai por nós. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Hoje, com nossos #kalanchoês vermelhos.
🏁 #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅 Desperte, #Jundiaí.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– As torcedoras do Irã e o direito de frequentarem praças esportivas.

A Copa do Mundo da Rússia, ocorrida há um ano, trouxe novidades comportamentais ao Irã: o entusiasmo pela competição afrouxou as leis locais e trouxe a permissão para que mulheres possam assistir aos jogos de futebol nos estádios. Hoje, em quase todas as modalidades existem torcedores masculinos e femininos nas arquibancadas.

Era comum, pasmem, as iranianas (consideradas as mulheres mais bonitas e corajosas do Oriente Médio) vestirem-se de homem para ir a alguma praça esportiva na modalidade “masculino”, já que a teocracia local condenava a mistura de sexos na torcida. Não seria “adequado” que os trajes esportivos mais agarrados ao corpo fossem vistos por elas; e se praticantes, nem elas que estivessem à mostra para que homens vissem (tal motivo acarretava, por exemplo, que em jogos de voleibol feminino somente mulheres pudessem estar no ginásio torcendo).

Enfim: quantas vezes houve tamanha e desnecessária separação entre as pessoas única e exclusivamente pelo gênero? Mesmo respeitando a cultura e a religião irradiada de Teerã para todo o resto do país, é inadmissível para o mundo moderno hoje que exista tal situação (que ainda ocorre em algumas nações mais radicais).

– Viva o calor do sol!

Os raios solares estão presenteando nossa amoreira com um pouco de calor. Que bom, com esse frio as plantas também sofrem. Olhe só que clique bacana, abaixo:

As amoras verdinhas agradecem… logo, logo, estarão pretinhas e doces

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 3 poses para a 3a.

Vamos acordar bem animados para mais uma jornada? Em 3 cliques mobgráficos, o incentivo cotidiano. Abaixo:

1. Para um bom dia, um bom cooper pela manhã. Motivando no clique 1:

2. Para uma alma leve e protegida, enquanto faço a atividade física, converso com o Alto. Meditando no clique 2:

3. Para uma empreitada nem inspirada, pós-treino, alongando no jardim. E a nossa rosa creme sem filtros, sombreadas pelas próprias pétalas? Contemplando no clique 3:

Ótima terça-feira para todos nós!

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– Os atiradores nos EUA. O que fazer?

Não dá para entender o que passa na cabeça de uma pessoa que sai atirando para todos os lados. Loucura? Trauma? Psicose?

Mais um caso (ou melhor, dois casos) nesse final de semana… Dizer o quê?

Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49227433

DOIS ATAQUES NOS EUA EM MENOS DE 24H

Os Estados Unidos registraram dois ataques de atiradores nas últimas 24 horas. O primeiro tiroteio aconteceu em uma loja da rede Walmart em El Paso, Texas – e foi seguido por outro tiroteio em frente a um bar na cidade de Dayton, Ohio. Juntos, os dois incidentes deixaram ao menos 29 mortes, e dezenas de outros feridos.

Além disso, os incidentes deste fim de semana também acontecem menos de uma semana depois do tiroteio em um festival gastronômico na Califórnia, quando três pessoas perderam a vida.

No caso de El Paso, ao menos 26 pessoas ficaram feridas. O ataque aconteceu em uma loja do Walmart próxima ao shopping Cielo Vista Mall, a poucos quilômetros da fronteira entre os EUA e o México.

O sargento da polícia de El Paso Robert Gomez informou que um homem branco na faixa dos 20 anos foi detido sob suspeita de ser o atirador.

De acordo com a imprensa americana, ele seria Patrick Crusius, de 21 anos.

Imagens de câmeras de vigilância supostamente do atirador reproduzidas pela imprensa americana mostram um jovem de camiseta escura com protetores auriculares brandindo um fuzil.

Os primeiros relatos de que havia um incidente no Cielo Vista Mall apareceram por volta das 11h do horário local (14h no horário de Brasília). A polícia afirma ter recebido informações de que havia um tiroteio tanto no shopping quanto na loja da rede Walmart, que fica logo ao lado.

A polícia local e o FBI agora investigam se o tiroteio está relacionado a um “manifesto” nacionalista branco que foi compartilhado em um fórum online, e que teria sido escrito pelo atirador. O texto afirma que o alvo do atentado era a comunidade hispânica local.

O presidente norte-americano Donald Trump disse que o tiroteio foi “um ato de covardia”.

“Eu tenho certeza de que falo por todos neste país ao condenar o ato de ódio cometido hoje. Não existem razões ou desculpas capazes de justificar a matança de pessoas inocentes”, disse ele no Twitter.

O presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, disse que três cidadãos mexicanos estão entre os mortos.

Tiros na madrugada em Dayton

Segundo as primeiras informações das autoridades locais, os primeiros relatos do tiroteio em Dayton teriam aparecido por volta da 1h da manhã, hora local (ou 2h deste domingo, horário de Brasília). Os disparos teriam acontecido na rua, em frente a um bar, no distrito de Oregon.

Policiais confirmaram ainda ter matado o atirador no local.

Os corpos das vítimas foram levados a vários hospitais da região.

“Nós tínhamos policiais nas proximidades quando o tiroteio começou, então pudemos chegar lá rapidamente e parar o ataque”, escreveu o departamento de polícia de Dayton no Twitter.

A jornalistas, o oficial da polícia de Dayton Matt Carper disse que os investigadores ainda não conhecem as motivações do atirador. Carper disse que a polícia local está “ansiosa” para descobrir as motivações do atirador.

Loja estava cheia na hora do ataque em El Paso

As autoridades locais disseram que o supermercado estava cheio no momento do ataque, já que muitas famílias compravam material escolar para o semestre letivo que se inicia neste mês de agosto nos Estados Unidos.

Segundo o chefe da Polícia de El Paso, Greg Allen, o primeiro alerta sobre um atirador chegou às 10h39 de sábado, hora local (14h39, no horário de Brasília), e os policiais chegaram à loja seis minutos depois.

O suspeito de 21 anos de idade está preso, e segundo Allen, os policiais não precisaram disparar nenhum tiro para prendê-lo.

Uma testemunha, Glendon Oakly, relatou ao canal CNN que estava em uma loja de artigos esportivos dentro do shopping quando uma criança correu para dentro do estabelecimento “dizendo que havia um atirador no Walmart”.

Ninguém, segundo ele, levou a criança a sério, mas, minutos depois, teriam sido ouvidos dois tiros. “Eu só pensei em tirar as crianças do caminho (e colocá-las em um local seguro)”, completou.

Kianna Long, por sua vez, estava no supermercado com o marido quando ouviu os tiros.

“As pessoas estavam em pânico, correndo, dizendo que havia um atirador”, relatou à agência de notícias Reuters. “Elas corriam agachadas, algumas caíam no chão.”

Long disse ainda que ela e o companheiro haviam corrido para uma das salas de estoque antes de se protegerem com outros clientes em um contêiner de metal.

O Departamento de Polícia de El Paso tuitou pedindo doações de sangue “com urgência”.

Reações ao tiroteio em El Paso

“Essa é uma tragédia que nunca poderíamos imaginar que aconteceria em El Paso”, disse ao canal CNN o prefeito da cidade, Dee Margo. “Me deixa arrasado.”

Em um comunicado, o governador do Texas, Greg Abbott, declarou que El Paso havia sido “atingida por um ato de violência hediondo e sem sentido”.

“Nossos corações estão com as vítimas desse terrível tiroteio e com toda a comunidade (de El Paso) neste momento de perda”, acrescenta o texto.

O pré-candidato democrata à presidência Beto O’Rourke deixou um evento de campanha em Las Vegas para voltar à sua El Paso natal.

Mais cedo no sábado, ele comentou sobre o episódio em um fórum trabalhista do qual participava, dizendo à plateia que o ataque quebrava a ilusão de que uma reforma na legislação sobre armas viria “em seu próprio tempo” no país.

“Sabemos que há muitos feridos, muito sofrimento em El Paso neste momento”, declarou.

A map shows the location of the shooting

– A estupidez dos protestos fanáticos de torcedores de futebol

É sabido que amo futebol, mas não sou idiota de cometer crimes ou sandices e/ou extrapolar o bom senso. Afinal, “o futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes”, como cunhou um dia Arrigo Sachi.

Entretanto, não só esportivamente, mas socialmente falando, é triste demais ver pessoas tomadas pelo fanatismo ameaçando de morte outras ou brigando por conta de… futebol!

Não venha me dizer: “Você não sabe o que é acompanhar o time nas viagens pelo Brasil inteiro, é paixão”. Não sei mesmo, afinal o Trabalho, a Educação e a Família estão em primeiro lugar! De onde vem o dinheiro e o tempo para se ausentar das coisas importantes e ir atrás de futebol?

Outra coisa: os clubes são entidades PRIVADAS! Os donos são seus sócios, não os torcedores. Os diretores querem ganhar, antes do que título, dinheiro! Portanto, esse é outro motivo para entender que é uma grande imbecilidade fazer com que o time de futebol seja prioridade na vida de um torcedor, além de achar que “tem direito de protestar dessa forma”.

O protesto verdadeiro e civilizado é a vaia, o boicote ou a associação ao quadro associativo, tentando se tornar dirigente para mudar a situação. Aliás, muitos pirateiam produtos do time (dando prejuízo a marca) e depois se dizem “apaixonados que lutam por ele”!

Esqueçam esse romantismo (se é que é verdadeiro). A coisa deve ser profissional e racional, nunca passional porque trás violência. Prova disso são as ameaças a Felipão.

Luís Felipe Scolari foi o mestre dos treinadores na virada dos anos 1990 / 2000, culminando com a Copa do Mundo de 2022. Amado e odiado por muitos, foi o capitão do fiasco do 7×1 de 2014 (antes, fez parte da campanha do rebaixamento do Palmeiras). Mas pelo carisma (e pelo histórico e competência em outras passagens no próprio Verdão) conquistou o Brasileirão passado. Respeito ele, sua história e seu conhecimento mas hoje não é mais o supra-sumo dos técnicos de futebol. Afinal, é difícil se manter em alta tanto tempo e existe sempre a necessidade de se reinventar.

Dito tudo isso: proteste-se (se for necessário) nas arquibancadas. Fora delas, mantenha-se a civilidade.

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– 91 anos da Vó Maria!

Minha Vó Maria (e um segredinho: ela não se chama Maria, só os parentes próximos sabem o nome de verdade)  faz hoje 91 anos.

Ela ainda carpe, cuida do jardim, da roça, da casa, se ofende quando ameaçam ajudá-la com uma faxineira, anda por toda a parte e nunca fica doente. Tem mais saúde do que eu.

Se eu chegar nessa idade com tal vigor, estarei em plena forma e disposição!

Feliz Aniversário, Vó!

Aqui, nosso parabéns festejado ontem: https://www.youtube.com/watch?v=qlzmH1L84f8

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– Explicando o que é “Ideologia do Gênero”

Concordo (e muito) com esse vídeo que compartilho abaixo, elucidando o que é a “Ideologia do Gênero”, tão discutida atualmente. Ele tem apenas 2 minutos e explica muito bem o que se propõe tal causa.

Escola, para mim, é lugar de educação e cultura, não de CRIAÇÃO DE IDENTIDADE SEXUAL.

Menino é menino. Menina é menina. Por quê promover a assexualidade de gênero quando vão para as escolas, e precocemente sexualizá-los?

Gosta da idéia de banheiros com meninas e meninos, ou melhor, adolescentes sem “sexo definido” juntos?

Eu não. São nossos filhos e filhas, e Educação e Valores Sociais, Morais, Religiosos e Sexuais começam, em nossa família, EM CASA. Pai e mãe devem ser os primeiros educadores e catequistas das crianças.

Vale a pena compartilhar!

Veja, em: http://www.youtube.com/watch?v=j7zbS1RYdpg

– O contraste de dias frios

Se por um lado está difícil pedalar… (olhe o “encapotado” que se monta para sair de casa com a baixa temperatura):

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… por outro, o infinito e belo céu azul (porém gelado) vale a pena para nos inspirar:

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de ser um bom dia de vida, não?

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– As principais startups brasileiras

E quem são as jovens empresas do Brasil que alcançam potencialmente a marca de 1 bilhão de dólares?

Sobre esse fenômeno de novos e bons negócios do empreendedorismo tupiniquim, abaixo (citação ao final da matéria):

CLUBE DOS UNICÓRNIOS: AS STARTUPS BRASILEIRAS AVALIADAS EM US$ 1 bilhão

Brasil já tem oito empresas neste seleto grupo — a última a entrar foi a Loggi. Elas fazem uma revolução não só na tecnologia, mas na maneira de trabalhar.

Por Daniel Bergamasco, Larissa Quintino

No fim do expediente de quarta-feira 5 de junho, petiscos e bebidas foram servidos no andar térreo do prédio na região da Avenida Paulista onde está sediada a startup Loggi, uma plataforma que conecta 25 000 motociclistas para entregas em 36 cidades brasileiras. Enquanto um DJ tocava músicas pop, profissionais garantiam suas selfies dentro de uma piscina de bolinhas em meio a dezenas de balões coloridos. A data havia sido um marco na companhia: fundada em 2013, a Loggi anunciou que, após uma injeção de recursos de investidores liderados pelo japonês SoftBank, se tornara um unicórnio — como é chamada a startup (jovem empresa independente de tecnologia) que atinge valor de mercado de ao menos 1 bilhão de dólares. Para celebrar, a imagem da criatura mitológica se repetia por todo lado, em bonecos infláveis ou em tiaras com chifre usadas pelos funcionários.

Desde que o Instagram deixou o mundo de queixo caído ao ser vendido por exato 1 bilhão de dólares ao Facebook, em 2012, as empresas de tecnologia que atingem essa cifra mítica são comparadas aos cavalos encantados por terem se tornado lendas na selva de empreendedores. Até janeiro de 2018, quando a 99 foi arrematada pela chinesa Didi Chuxing, o Brasil não tinha ouvido falar de representante nesse seleto clube. Hoje, o momento é de efervescência — das mais de 300 representantes de start­ups bilionárias de que se tem notícia no mundo, oito pintaram aqui desde então. E centenas são candidatas a repetir tal cavalgada. Apenas no ano passado, o país atraiu 1,3 bilhão de dólares em investimentos, distribuídos entre 259 startups, 55% mais que no ano anterior (veja o quadro).

Mas e a crise? Bem, para essas organizações, ela por vezes mais ajuda que atrapalha, ao usarem tecnologia para a redução de custos e assim se diferenciarem da concorrência. A cearense Arco Educação, a única não paulista no grupo, é bom exemplo. Criada a partir de um conjunto de escolas de Fortaleza, a empresa oferece hoje um sistema educacional presente em 1 400 escolas brasileiras com fortes componentes de ensino a distância, como videoaulas e livros digitais. O material didático digital sai até 40% mais barato que o físico. Quanto maior o número de alunos que assistem às lições, mais a vantagem aumenta. O grande impulso para a expansão tecnológica foi a entrada, em 2014, do fundo americano General Atlantic, que detém hoje um quinto do negócio. Em setembro, a Arco captou 780 milhões de reais na bolsa eletrônica Nasdaq, pela venda de 25% de suas ações. Com o bolso cheio, comprou em maio o Sistema Positivo por 1,65 bilhão de reais.

Não à toa, a euforia é o que se respira dentro dos escritórios. A estética animada e lúdica (às vezes infantilizada, para os olhares de alguns) é a regra. Geladeiras com cervejas de graça e salas de “descompressão” com tapetes de ioga repetem-se em vários deles, mas existem particularidades. Na Loggi, há um urso de pelúcia de 1,50 metro de altura (apelidado de Loggão) e um boneco sparring no qual os mais estressados podem desferir golpes de boxe. Uma vez por semana, o CEO Fabien Mendez liga seu notebook em uma área comum e os empregados são bem-vindos para falar sobre qualquer tema.

Na sede do iFood, em Osasco, funcionários locomovem-se de patinete de um canto a outro (não é só modinha hipster; o prédio, todo térreo, tem 13 000 metros quadrados) e há vídeos no circuito interno (às vezes, ao vivo) para dividir com todos as novidades. “Tentamos fazer com que a comunicação flua como se ainda estivéssemos em uma garagem”, diz o CEO Carlos Moyses, cofundador de uma das empresas que originaram o iFood. Ex­-entregador de pizza na Austrália, ele passa dez dias por ano na China para se conectar com as inovações.

Para além da originalidade no visual, é na ação que esses negócios buscam transformar o ambiente de trabalho. Tome-se como exemplo a desenvolvedora de aplicativos Movile. Se em companhias tradicionais é incomum que uma mulher seja contratada durante a gravidez, ali sete gestantes ganharam seu crachá nos últimos doze meses. Quando voltam da licença­-maternidade, elas são recebidas com foto de seu bebê em porta-retratos e um resumo das decisões importantes tomadas em sua ausência. No Nubank não existem alas específicas dentro do escritório — um engenheiro de software pode sentar­-se ao lado de alguém de recursos humanos; cada um posiciona seu notebook onde quiser. Além disso, é possível levar o cachorro para o expediente e trabalhar na varanda para deixar o pet à vontade (vez ou outra algum bichinho se perde nos nove andares e a turma sai em seu resgate).

Há alguns clichês inescapáveis no discurso dessas empresas: dizer que precisam identificar as “dores” da sociedade (problemas a ser resolvidos) e anunciar uma “missão” mais charmosa que o simples lucro. A “missão” da Gympass, criadora de um passe que permite frequentar milhares de academias, é “combater o sedentarismo”. Isso é levado a cabo dentro do prédio na Vila Olímpia, e acontecem reuniões que começam com todos suando a camisa de forma literal, em um treino. As reuniões mensais mostram um ranking de empregados que usam com mais frequência o próprio serviço – o CEO da operação brasileira, Leandro Caldeira, costuma aparecer entre os primeiros. Ele acorda diariamente antes das 6 horas e já testou de ciclismo a escalada indoor. Dica de ouro para o participante dos processos seletivos da firma, presente em catorze países (dos Estados Unidos a San Marino): se ganhar um passe livre de um mês do RH, não deixe o brinde de lado (os recrutadores poderão monitorar o uso). Uma regra curiosa da alta gerência é não falar do trabalho de um terceiro se ele não estiver presente.

Estar em uma firma diferentona, claro, não é para todo mundo. “O discurso cheio de propósito, as coisinhas gostosas na geladeira, tudo é usado para fazer com que as pessoas tenham longas jornadas, muitas vezes no fim de semana”, diz um ex-funcionário da 99, que descreve um ambiente (excitante ou extenuante, você decide) de constantes mudanças. Conta ter tido meia dúzia de chefes em um ano. “No ambiente em que se arrisca mais e se corrige o erro rápido, é necessário preparar­-se para alterar as metas do dia para a noite.” A reportagem ouviu relatos parecidos de trabalhadores dos outros unicórnios. Um engenheiro demitido da Stone por não bater as metas ainda assim recomenda o lugar, pelo acesso fácil à chefia para dar ideias.

De acordo com a consultoria Michael Page, os salários em startups são até 20% maiores que a média de mercado. Interessado? A headhunter Juliana Fiuza, especialista em inovação na Follow Recruitment, indica o caminho: “Essas empresas buscam o perfil criativo, flexível e intraempreendedor”. O último termo designa funcionários que vão além das suas obrigações e agem com cabeça de dono, criando oportunidades.

Os rostos jovens vistos ao redor do escritório não são uma impressão. Na 99, apenas 6% dos trabalhadores têm mais de 40 anos. Nas outras companhias, não é muito diferente. “Isso está relacionado ao uso de tecnologias recentes e de redes sociais, mas há espaço para pessoas mais velhas, especialmente no nível de gerência”, diz Cristina Junqueira, do Nubank, a única mulher entre os fundadores do clube do bilhão (40% de seu time é do sexo feminino; 30% do total é LGBT).

A Movile é uma das mais admiradas pelo dinamismo. Seus oito negócios principais são chamados ali dentro de transatlânticos, maiores e complexos, enquanto os projetos iniciais recebem o apelido de jet skis. “Se o profissional tem uma ideia, vai lá, implanta e apresenta os dados. O jet ski pode tombar quando vem uma onda, depois a pessoa se levanta e corrige a rota”, explica o cofundador Eduardo Henrique Lins, que hoje comanda de Miami a Wavy, braço do grupo de inteligência artificial para a comunicação das empresas com seus clientes. O aplicativo PlayKids, de vídeos e jogos para crianças, presente em 187 países, é um desses barquinhos que cresceram. Nasceu após o naufrágio de vinte tentativas para emplacar uma plataforma segmentada de vídeos, de música sertaneja a comédia stand-up.

No Brasil, existem cerca de 12 800 startups. Mas, para entrar na elite dos unicórnios, o empreendedor tem de chamar a atenção de investidores em diversas etapas — as contrapartidas vão de sociedade a participação no conselho. Num universo em que mesmo empresas bem estabelecidas podem valer uma fortuna sem dar lucro (veja a entrevista), o potencial é que aguça os apostadores. Lembra-se do exemplo do Instagram, vendido por 1 bilhão de dólares? Seis anos depois, a rede social valia 100 vezes essa cifra. “Olho mais para o sonho e o compromisso do fundador do que para o negócio”, diz Hernan Kazah, que fundou o Mercado Livre em 1999 e hoje investe em novas ideias. “Há muitas replicações com mérito do que é feito no exterior, mas estamos de olho em cases de inovação de abrangência mundial, como foram a Embraer e a Natura”, diz Bruno Rondani, da aceleradora 100 Open Startups.

No Vale do Silício brasileiro, quem quer ser patrão deve ficar de olho em Brasília. Anunciada em 1º de maio pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida provisória da liberdade econômica, apelidada de “MP das startups”, prevê incentivos a jovens empresas, como dispensa de alvará na fase inicial. A proposta do governo precisa ser aprovada pelo Congresso até o fim de agosto para virar lei. Para Caio Ramalho, coordenador do MBA de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas, os incentivos são bem-­vindos, mas a prioridade deve ser facilitar o fechamento caso a empreitada não dê certo. “Um ambiente saudável de startups existe onde empresas possam nascer e morrer, pois a falha em um negócio pode ser uma lição para o que vem.” Enquanto o oceano burocrático seguir atrapalhando o ciclo de nascimento e morte dos pôneis brasileiros, o país terá menos unicórnios.

Com reportagem de André Siqueira

Publicado em VEJA de 10 de julho de 2019, edição nº 2642

Funcionários da Loggi comemoram o fato da empresa ter se tornado uma unicórnio (Antônio Milena/VEJA)

– Um novo momento tenso no Pós Guerra Fria?

Que pena! A paz verdadeira nunca é algo assinado por tratados, pois eles se rompem. Digo isso pois um dos pilares simbólicos do fim da Guerra Fria (a tensão existente entre os Estados Unidos e a União Soviética, que virou CEI e depois sobrou só a Rússia), foi o Acordo de Não Proliferação Armamentista. E ele foi rompido essa semana.

Tempos difíceis virão? Quem viveu os anos 70 e 80, sabe o que era essa expectativa de aguardar algo que poderia ou não ocorrer…

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/08/eua-e-russia-confirmam-fim-de-um-dos-acordos-que-encerraram-a-guerra-fria.shtml

EUA E RÚSSIA CONFIRMAM FIM DE UM DOS ACORDOS QUE ENCERRARAM A GUERRA FRIA

Tratado INF, de 1987, limitava criação de mísseis de longo alcance

O governo dos Estados Unidos e a Rússia confirmaram nesta sexta-feira (2) a saída do tratado de desarmamento nuclear INF, assinado ao final da Guerra Fria.

A retirada dos dois países acaba com o INF  (sigla em inglês para Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário) que proibia o uso de mísseis com alcance entre 500 e 5.500 km. Com isso, os dois países ficam legalmente livres para produzir esses armamentos. 

“A retirada dos Estados Unidos conforme o artigo 15 do tratado tem efeito hoje porque a Rússia não retornou ao respeito total e verificado”, afirma em um comunicado o secretário de Estado Mike Pompeo, que está em Bancoc, onde acompanha uma reunião de países do sudeste asiático. “A Rússia é a única responsável pelo fim do tratado, disse. 

Pompeo também disse que os EUA “buscam uma nova era de controle de armas, que vá mais além dos tratados bilaterais do passado” e pediu à China que se una às conversas. 

Alguns minutos antes, a Rússia anunciou o fim do tratado “por iniciativa dos Estados Unidos”.

O vice-ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Riabkov, afirmou que seu país propôs aos Estados Unidos uma moratória na instalação das armas nucleares, mas não houve acordo até agora. 

O INF levou à eliminação de 1.846 ogivas soviéticas e 846 americanas até 199 e permitiu a eliminação dos projéteis balísticos SS20 russos e Pershing americanos espalhados pela Europa.

Na prática, contudo, os dois países seguiram desenvolvendo armas com capacidades análogas às dos mísseis proibidos. Não só eles: vários países, incluindo a potência nuclear China, operam tais foguetes. ​

Washington suspendeu em meados de fevereiro sua participação, ao acusar Moscou de fabricar um míssil que não estava de acordo com o estipulado no tratado. Trata-se  9M729, que teria alcance de 1.500 km, segundo a Otan. Moscou diz que ele alcança no máximo 480 km, distância inferior às restrições do INF.

O Reino Unido e a Polônia também culparam a Rússia pelo fim do pacto. “A Rússia causou o colapso do tratado por desenvolver secretamente um sistema de mísseis que pode atingir alvos nas capitais europeias”, disse Dominic Raab, secretário de Relações Exteriores do Reino Unido.

Para o Ministério das Relações Exteriores da Polônia, a falta de compromisso da Rússia “deixou os Estados Unidos sem escolha”. 

O INF foi assinado em 1987, pelos então presidentes Richard Nixon e Mikhail Gorbatchov, e era considerado a pedra angular do controle de armas militares a nível global. 

Outro tratado, chamado Start, mantém os arsenais nucleares de EUA e Rússia em níveis abaixo do que atingiram na Guerra Fria. Ele expira em 2021, e parece haver pouca vontade política para renová-lo. 

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– Hoje é Dia do Padre (São João Maria Vianney)

Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.

Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com

O CURA D’ARS

Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de ‪#Jesus Cristo, servo de ‪#Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de ‪santidade, de ‪dedicação e ‪perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de ‪Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

‪São ‪João Maria ‪Vianney, rogai por nós!

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– A cronologia do desastre: o VAR brasileiro já nasceu errado…

Em dezembro de 2016, escrevemos aqui o quão era bagunçado o projeto do árbitro de vídeo da CBF. De lá para cá, confirmou-se a anarquia que se previa…

Publico uma cronologia do que aconteceria e poderia dar errado, abaixo, extraído de: https://wp.me/p4RTuC-hgj. Lembrando que as pessoas envolvidas no Projeto do VAR brasileiro HOJE são as mesmas das ex-Comissões de Arbitragens que foram demitidas nas gestões anteriores, mas que na verdade foram remanejadas para o Departamento de Desenvolvimento do Árbitro de Vídeo.

O VAR DA FIFA É REAL. O DA CBF É VIRTUAL

O texto é comprido, mas vale a leitura bem atenta para ver o quanto se mente no futebol brasileiro.

Você já deve ter ouvido a lorota de que a CBF utilizaria o recurso de vídeo neste Campeonato Brasileiro e, de conhecimento público, não usou. Pois bem, vamos lá:

Tudo começou em 5 de março deste ano, em Cardiff, quando o lobby feito por Gianni Infantino (o novo presidente da FIFA) obteve êxito e na reunião promovida pela Internacional Board houve a aprovação do uso (em fase de testes nos campeonatos profissionais) de V.A.R. (vídeo árbitros assistentes).

A priori, foram discutidas 4 situações para tal intervenção da tecnologia:

1- Confirmar ou anular um gol discutível (por exemplo: se o atleta usou a mão na bola para fazer um gol e o árbitro possa ter sido enganado e acreditado que foi de cabeça);

2- Confirmar ou anular uma penalidade máxima (por exemplo: o árbitro crê que um atleta tenha sido tocado e na verdade ocorreu uma simulação de infração);

3- Aplicar ou não um cartão vermelho de maneira justa ou injusta (por exemplo: se um árbitro expulsa um atleta por um carrinho violento e na verdade o jogador tenha ido única e exclusivamente na bola);

4- Identificar atletas de maneira correta quando for aplicar uma punição com cartão (por exemplo: um atleta agarra um adversário e deve receber o cartão amarelo, mas o juiz se confunde e não memoriza quem foi o infrator para dar a advertência).

A proposta inicial foi a de que o árbitro de vídeo poderia interpelar o árbitro principal ou o árbitro principal procurar o árbitro de vídeo (via rádio). Porém, a decisão final continuaria (como continua sendo) do árbitro principal, aceitando ou não a informação do vídeo-árbitro.

Com o avanço das discussões e de jogos-testes, definiu-se a necessidade de um monitor à beira do gramado para o árbitro rever os lances e a possibilidade de uso do recurso em outras situações. Na oportunidade, postamos as primeiras decisões nesse texto: http://wp.me/p55Mu0-Q5.

Nesse interim, a CBF fez uma grande divulgação do fato, levando a crer que ela própria quem houvera influenciado a FIFA. Ledo engano…

No dia 08 de março, chamamos a atenção para a propaganda enganosa da CBF: a entidade prometia usar o recurso do Vídeo Árbitro até em Agosto de 2016. Dissemos ser impossível, simplesmente pelo tempo inábil e pelo fato de você não poder mudar a regra de um campeonato profissional no meio da competição. A FIFA não deixaria e a Regra do Jogo ser alterada sem treino e com tamanho despreparo dos cartolas brasileiros envolvidos. Lembre-se dessa postagem em:  http://wp.me/p55Mu0-QM.

Em 13 de abril, quando a Comissão de Árbitros se gabava da iminente utilização, reiteramos que a CBF estava mentindo (registrado em: http://wp.me/p55Mu0-Tt).

Em 02 de junho, falamos sobre o fato da CBF não ter sido autorizada pela FIFA a usar o árbitro de vídeo de maneira oficial, apenas na condição em OFF (claro, o campeonato estava em andamento e não poderíamos mudar a regra em meio a competição). Os testes seriam realizados, mas o VAR não poderia se comunicar com o árbitro principal (relembre esse texto em: http://wp.me/p55Mu0-X5).

Ao longo dos meses, a CBF resolveu divulgar que poderia utilizar o recurso em Setembro, em Outubro ou Novembro, ou ainda na série B de 2017.

Ué, mas não tinha insistido que era em Agosto de 2016?

Pois bem: em Novembro, a FIFA divulgou os árbitros que atuarão no Mundial de Clubes de 2016 no Japão, e que usará o recurso do VAR. O Brasil, país integrante da Conmebol e “precursor” do árbitro de vídeo (que nunca testou de verdade) não teve nenhum representante indicado. Entretanto, o Paraguai representará nosso continente com o árbitro Enrique Cáceres e o vídeo árbitro sulamericano será o uruguaio Andrés Cunha (a relação completa em: http://wp.me/p55Mu0-1bW)

Que feio… não éramos os pioneiros do uso da tecnologia, como a CBF e seus cartolas diziam?

Dia 11 de dezembro o Brasileirão se encerrará, e o árbitro de vídeo não pisou em nenhum gramado brasileiro.

Motivos?

Alguns são óbvios: despreparo da Comissão de Árbitros da CBF, falta de treinamento, inexistência de empresa contratada para a tecnologia e cronograma para implantação em branco.

Outros motivos podem ser descobertos com a publicação relevante do jornal “Lance” da Edição de 08/12/2016, na Coluna “De Prima”: o fato da CBF não concordar com a forma de implantação já realizada pela FIFA!

A CBF quer que o árbitro de vídeo só atue nas 4 situações acima elencadas e mandou uma carta a Zurique pedindo essa restrição. A FIFA (que havia ampliado a permissão do árbitro de vídeo para qualquer lance interpretativo e relevante para legitimar uma decisão do árbitro, durante o ano) nem deu bola ao pedido brasileiro. Outra situação: a CBF quer que o árbitro de vídeo informe da sua cabine o árbitro central via rádio, sem a permissão do próprio árbitro (que é quem toma a decisão final) ver as imagens. A FIFA desprezou tal colocação, permitindo que um monitor esteja próximo ao 4o árbitro para que, em caso de dúvida ou para referendar a informação do VAR, o próprio árbitro possa assistir esse lance à beira do gramado.

Quem está com a razão: a CBF ou a FIFA?

E pensar que a CBF falou, falou, falou e nada fez. Enquanto isso, a FIFA já usará oficialmente no Mundial de Clubes e deve utilizar na Copa da Rússia em 2018.

Sugestão: que tal Marco Polo Del Nero, com a força de representante da presidência da casa, embarcar para a Suíça a fim de discutir essa situação? A propósito, se existir escala nos EUA, poderá fazer visita a José Maria Marin.

Na foto, o exemplo bem sucedido de um dos testes, na partida entre Red Bull NY versus Orlando City (veja o árbitro central tirando suas dúvidas).

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– O lance mais ridículo da era do VAR: o pênalti para o Fortaleza contra o Ceará! (Ceará 2×1 Fortaleza).

Que vergonha: Heber Roberto Lopes marcou um ridículo tiro penal no clássico cearense que chega a ser constrangedor assistir o lance!

Além de ser ex-FIFA e por isso “não ter direito” de errar desse jeito, sem ser convicto ouviu o chamado do VAR Grazianni Maciel Rocha e mudou de opinião. Tudo errado!

Sem dúvida, pela quantidade de erros, o VAR está desacreditado no Brasil. Ao invés de melhorar a qualidade dos jogos, está piorando! E olha que defendo o VAR, mas o da CBF não dá! 

Veja o lance:

– Os dentes do Deputado Marco Feliciano são de Ouro?

Não é qualquer um que gasta mais de R$ 150.000,00 com o dentista, não? E sendo com dinheiro público, é algo preocupante.

Pois é… isso aconteceu com o Brasil, e envolve o polêmico Deputado Marco Feliciano, que tratou os dentes e nós (com o dinheiro dos nossos impostos) é que pagamos.

Extraído de: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/dentes-de-feliciano-custam-r-157-mil-para-a-camara,0c50d6c374c6418d97b3fd9916250388hnl24o2c.html

DENTES DE FELICIANO CUSTAM R$ 157 MIL PARA A CÂMARA

A Câmara dos Deputados reembolsou o deputado Pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) em R$ 157 mil referentes a um tratamento odontológico. O parlamentar argumentou que precisava corrigir um problema de articulação na mandíbula e reconstruir o sorriso com coroas e implantes na boca.

Ao Estado de São Paulo, Feliciano confirmou o valor do tratamento dentário e disse que sofria de dores crônicas relacionadas ao bruxismo. “Não desejo para ninguém”, afirmou. “Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta.”

O pedido de reembolso do parlamentar foi apresentado em abril à área de perícia da Câmara, mas foi rejeitado pela equipe técnica. Na avaliação do setor, havia uma incompatibilidade entre os valores apresentados e os preestabelecidos pela Casa, além de problemas na descrição de parte dos procedimentos. Com um laudo de seu dentista, Feliciano recorreu da decisão. A Mesa Diretora, formada por sete parlamentares, acabou aprovando o gasto.

Todo deputado tem um plano médico ligado à Caixa Econômica Federal. Tanto despesas com serviços médicos quanto odontológicos podem ser reembolsadas. Desde 2013, a Câmara passou a autorizar quase que automaticamente despesas de até R$ 50 mil. Valores acima disso têm de passar por aprovação da Mesa Diretora, que pode aprovar qualquer quantia. No ano passado, a Câmara desembolsou R$ 8 milhões em reembolso médico aos parlamentares.

À reportagem, o deputado afirmou que, além do tratamento odontológico, já passou por uma cirurgia oftalmológica e, recentemente, uma de hérnia. “Este é o meu terceiro mandato e nunca antes precisei da ajuda do Parlamento para poder fazer uma cirurgia. Era jovem ainda quando comecei a trabalhar. Mas envelheci e, com a velhice, vêm as doenças”, disse ele.

‘Não há crime’, diz deputado

O deputado reconheceu que o valor do seu tratamento ficou “caro”, mas disse que encontrou orçamentos mais onerosos para os cofres públicos. “É um tratamento caro, mas foi para saúde, e não para estética. Foi para poder trabalhar. Como sou empregado, e onde trabalho há esta alternativa, eu precisava do tratamento”, afirmou. “Não há crime.”

Feliciano passou pelo tratamento odontológico numa clínica em Luziânia (GO), a 47 quilômetros de Brasília. “Esse é o procedimento mais avançado que a gente poderia gastar em odontologia. A gente quase que troca toda a boca da pessoa, sabe?”, disse o cirurgião-dentista Max Barbosa. Responsável pelo tratamento, ele afirmou em sua conta no Facebook que, como “dentist designer” e “mestre em implantes”, é “reconhecido por criar trabalhos únicos”.

“Dentro do padrão e do equipamento que a gente usa, com os profissionais que eu tive que trazer e o tempo reduzido para resolver o problema, acho que não (foi caro)”, disse. “Eu considero bem razoável (o preço), apesar de saber que nem todo brasileiro faria.”

O Estado consultou dois especialistas nesse tipo de procedimento, e eles afirmaram que o valor reembolsado pela Câmara é alto, uma vez que esse tipo de patologia não necessita de intervenção cirúrgica. Ambos, contudo, disseram que as tabela vigentes de convênios e afins não servem como parâmetro neste caso e que cada dentista tem a liberdade de cobrar o preço que achar justo.

Em nota, a Câmara afirmou que o reembolso da despesa odontológica foi autorizado pela Mesa Diretora, de acordo com o Ato da Mesa 89/2013, que estabelece as normas para esse tipo de pagamento. E que o “parecer do departamento médico foi seguido em sua totalidade”.

O Estado questionou a Casa sobre a justificativa e os pareceres que embasaram a decisão, mas a assessoria da Câmara informou que, para outras informações, era necessário fazer uma solicitação por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Desde junho, a reportagem pediu, via Lei de Acesso, detalhes do tratamento, mas todas as solicitações foram negadas.

O deputado federal e pastor evangélico, Marco Feliciano

– Juanfran no São Paulo. Reforço a questão: e a conta?

Juan Francisco Torres Belén, ou simplemente, Juanfran! É o nome completo do espanhol que acaba de chegar ao São Paulo FC

Se o Mercado da Bola se assombrou com a chegada de Daniel Alves (indiscutível tecnicamente, mas caro – e agora sabido que terá seu altíssimo salário rachado com o Tricolor, a Adidas e o Banco Inter), agora se assombra duas vezes com o provável alto custo do ex-jogador da Seleção da Espanha e Atlético de Madrid.

Repito o que escrevi na postagem dessa semana (em Dani Alves e Observações): quem pagará a conta? De novo a Adidas e o Banco Inter (já que os salários estavam atrasados até há pouco tempo)?

Parece que o SPFC está montando um esquadrão e se tornando um milionário como Flamengo e Palmeiras. Ou é apenas uma temporada de investimentos?

O vídeo bem legal do anúncio, em: https://www.youtube.com/watch?v=98b-3MsvQmU

– A Regra não é clara, nem para a International Board!

Eu estou há algum tempo criticando a velocidade e o volume das mudanças das Regras do Futebol, não permitindo que todos os envolvidos no esporte assimilem as novidades. Jogadores, Imprensa, Comissões Técnicas e até árbitros têm dificuldades para entender tudo o que muda. Torcedores então? Vixi…

Vamos lá: nessa semana surgiu um polêmico lance em Benfica x Milan, sobre um tiro de meta que é cobrado com a bola levantada e que vira recuo ao goleiro para ele sair jogando com as mãos. É basicamente parecido com a burla que foi coibida há tempos (onde um atleta ergue a bola e a devolve de cabeça, para o goleiro dominá-la com as mãos).

A IFAB (International Board, a “dona das Regras”) alegou que o lance, a partir dessa temporada como feito no amistoso internacional, era permitido. Reveja-o aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/07/30/uma-nova-jogada-surgida-com-as-modificacoes-da-regra-o-tiro-de-meta-em-benfica-x-milan/.

Porém, David Elleray, o mesmo diretor da IFAB que disse ser LEGAL, falou que um comitê interno estudou o lance e determinou que é ILEGAL, mas não deveria se marcar infração e nem dar cartão amarelosomente repetir o tiro de meta.

Se até eles estão com dúvidas nas regras que criam, imaginem o árbitro de futebol que não consegue receber a contento e nem com a qualidade devida a orientação correta das regras. Aí você entende a quantidade absurda de “pênaltis de queimada” marcados em nosso país… o jeito é estudar muito e esperar que o certo se realize!

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– Surpreenda-se: a Expulsão do Goleiro do Paulista no jogo do Tupã foi justa? E se fosse dentro da área?

O goleiro Matheus Lopes, do Paulista, saiu do gol e praticou uma falta fora da área em cima de André, do Tupã, nesta última 6a feira à noite, evitando o gol. Correta a marcação?

Sim, o árbitro Danilo da Silva fez o correto ao aplicar o cartão vermelho. Mas veja que curiosíssimo: se o goleiro estivesse dentro da área e cometesse a falta, NÃO PODERIA SER EXPULSO!

Entendeu?

Taí uma incoerência das Leis do Jogo: na temporada 2016 / 2017, mudou a Regra do Futebol (eu nunca concordei com essa alteração) na questão da situação clara de gol. Se um tento for evitado em disputa de bola, deve-se expulsar o infrator e marcar a infração. Mas a FIFA (que propôs a mudança) entendeu que dentro da área, a punição era severa demais, já que há um jogador expulso e a marcação do pênalti (repito: discordo da FIFA, mas é a palavra oficial). Assim, nesse tipo de lance:

  • cometeu infração fora da área para evitar um gol claro, marca-se a falta e aplica-se o cartão vermelho.
  • cometeu infração dentro da área para evitar um gol claro, marca-se pênalti e aplica-se cartão amarelo.

Lembrando que, em caso de agressão, sempre será Cartão Vermelho (isso não mudou). Mas regras à parte, para mim é incoerente: se você cometer o pênalti, recebe amarelo; mas a falta, vale o vermelho.

Concorda com a Regra?

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