– O lance mais ridículo da era do VAR: o pênalti para o Fortaleza contra o Ceará! (Ceará 2×1 Fortaleza).

Que vergonha: Heber Roberto Lopes marcou um ridículo tiro penal no clássico cearense que chega a ser constrangedor assistir o lance!

Além de ser ex-FIFA e por isso “não ter direito” de errar desse jeito, sem ser convicto ouviu o chamado do VAR Grazianni Maciel Rocha e mudou de opinião. Tudo errado!

Sem dúvida, pela quantidade de erros, o VAR está desacreditado no Brasil. Ao invés de melhorar a qualidade dos jogos, está piorando! E olha que defendo o VAR, mas o da CBF não dá! 

Veja o lance:

– Os dentes do Deputado Marco Feliciano são de Ouro?

Não é qualquer um que gasta mais de R$ 150.000,00 com o dentista, não? E sendo com dinheiro público, é algo preocupante.

Pois é… isso aconteceu com o Brasil, e envolve o polêmico Deputado Marco Feliciano, que tratou os dentes e nós (com o dinheiro dos nossos impostos) é que pagamos.

Extraído de: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/dentes-de-feliciano-custam-r-157-mil-para-a-camara,0c50d6c374c6418d97b3fd9916250388hnl24o2c.html

DENTES DE FELICIANO CUSTAM R$ 157 MIL PARA A CÂMARA

A Câmara dos Deputados reembolsou o deputado Pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) em R$ 157 mil referentes a um tratamento odontológico. O parlamentar argumentou que precisava corrigir um problema de articulação na mandíbula e reconstruir o sorriso com coroas e implantes na boca.

Ao Estado de São Paulo, Feliciano confirmou o valor do tratamento dentário e disse que sofria de dores crônicas relacionadas ao bruxismo. “Não desejo para ninguém”, afirmou. “Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta.”

O pedido de reembolso do parlamentar foi apresentado em abril à área de perícia da Câmara, mas foi rejeitado pela equipe técnica. Na avaliação do setor, havia uma incompatibilidade entre os valores apresentados e os preestabelecidos pela Casa, além de problemas na descrição de parte dos procedimentos. Com um laudo de seu dentista, Feliciano recorreu da decisão. A Mesa Diretora, formada por sete parlamentares, acabou aprovando o gasto.

Todo deputado tem um plano médico ligado à Caixa Econômica Federal. Tanto despesas com serviços médicos quanto odontológicos podem ser reembolsadas. Desde 2013, a Câmara passou a autorizar quase que automaticamente despesas de até R$ 50 mil. Valores acima disso têm de passar por aprovação da Mesa Diretora, que pode aprovar qualquer quantia. No ano passado, a Câmara desembolsou R$ 8 milhões em reembolso médico aos parlamentares.

À reportagem, o deputado afirmou que, além do tratamento odontológico, já passou por uma cirurgia oftalmológica e, recentemente, uma de hérnia. “Este é o meu terceiro mandato e nunca antes precisei da ajuda do Parlamento para poder fazer uma cirurgia. Era jovem ainda quando comecei a trabalhar. Mas envelheci e, com a velhice, vêm as doenças”, disse ele.

‘Não há crime’, diz deputado

O deputado reconheceu que o valor do seu tratamento ficou “caro”, mas disse que encontrou orçamentos mais onerosos para os cofres públicos. “É um tratamento caro, mas foi para saúde, e não para estética. Foi para poder trabalhar. Como sou empregado, e onde trabalho há esta alternativa, eu precisava do tratamento”, afirmou. “Não há crime.”

Feliciano passou pelo tratamento odontológico numa clínica em Luziânia (GO), a 47 quilômetros de Brasília. “Esse é o procedimento mais avançado que a gente poderia gastar em odontologia. A gente quase que troca toda a boca da pessoa, sabe?”, disse o cirurgião-dentista Max Barbosa. Responsável pelo tratamento, ele afirmou em sua conta no Facebook que, como “dentist designer” e “mestre em implantes”, é “reconhecido por criar trabalhos únicos”.

“Dentro do padrão e do equipamento que a gente usa, com os profissionais que eu tive que trazer e o tempo reduzido para resolver o problema, acho que não (foi caro)”, disse. “Eu considero bem razoável (o preço), apesar de saber que nem todo brasileiro faria.”

O Estado consultou dois especialistas nesse tipo de procedimento, e eles afirmaram que o valor reembolsado pela Câmara é alto, uma vez que esse tipo de patologia não necessita de intervenção cirúrgica. Ambos, contudo, disseram que as tabela vigentes de convênios e afins não servem como parâmetro neste caso e que cada dentista tem a liberdade de cobrar o preço que achar justo.

Em nota, a Câmara afirmou que o reembolso da despesa odontológica foi autorizado pela Mesa Diretora, de acordo com o Ato da Mesa 89/2013, que estabelece as normas para esse tipo de pagamento. E que o “parecer do departamento médico foi seguido em sua totalidade”.

O Estado questionou a Casa sobre a justificativa e os pareceres que embasaram a decisão, mas a assessoria da Câmara informou que, para outras informações, era necessário fazer uma solicitação por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Desde junho, a reportagem pediu, via Lei de Acesso, detalhes do tratamento, mas todas as solicitações foram negadas.

O deputado federal e pastor evangélico, Marco Feliciano

– Juanfran no São Paulo. Reforço a questão: e a conta?

Juan Francisco Torres Belén, ou simplemente, Juanfran! É o nome completo do espanhol que acaba de chegar ao São Paulo FC

Se o Mercado da Bola se assombrou com a chegada de Daniel Alves (indiscutível tecnicamente, mas caro – e agora sabido que terá seu altíssimo salário rachado com o Tricolor, a Adidas e o Banco Inter), agora se assombra duas vezes com o provável alto custo do ex-jogador da Seleção da Espanha e Atlético de Madrid.

Repito o que escrevi na postagem dessa semana (em Dani Alves e Observações): quem pagará a conta? De novo a Adidas e o Banco Inter (já que os salários estavam atrasados até há pouco tempo)?

Parece que o SPFC está montando um esquadrão e se tornando um milionário como Flamengo e Palmeiras. Ou é apenas uma temporada de investimentos?

O vídeo bem legal do anúncio, em: https://www.youtube.com/watch?v=98b-3MsvQmU

– Usar o celular durante o serviço pode causar demissão por justa causa.

Você faz uso do celular durante o período de trabalho?

Pois saiba: você pode perder seu emprego por justa causa!

Extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/08/07/celular-no-trabalho-pode-gerar-demissao-numero-de-casos-deve-aumentar.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

USAR CELULAR NO TRABALHO PODE PROVOCAR A SUA DEMISSÃO?

Usar celular no trabalho pode gerar demissão. E mais: por justa causa. Nos casos mais graves, que já foram parar nos tribunais, os empregadores alegam que o uso do aparelho era proibido e os ex-funcionários sabiam das regras. Ainda não há, em instâncias superiores da Justiça, o registro de dispensas causadas pelo uso excessivo do eletrônico nas empresas onde o celular está (parcialmente) liberado. Especialistas ouvidos pelo UOL, no entanto, afirmam que é uma questão de tempo até isso começar a acontecer.

O motivo é simples. Cada vez mais viciados nos smartphones, os usuários não conseguem desgrudar seus olhos e dedos da tela –estejam eles em casa, em trânsito, em aula, em situações sociais e também no trabalho. Estudo divulgado em junho pela empresa norte-americana OfficeTeam aponta que funcionários de escritórios gastam em média 56 minutos por dia –ou cinco horas por semana– usando o celular no ambiente profissional para fins pessoais. Se considerado só o grupo de 18 a 34 anos, o intervalo passa para 70 minutos para cada dia de trabalho.

Na prática é o empregado que, protegido pelas fronteiras das baias, divide a atenção entre tarefas profissionais e o WhatsApp. Ou o médico que, antes de começar o atendimento, passa segundos hipnotizado pela tela –comentando em seguida algum absurdo do grupo de família. O caixa de supermercado, que esconde o aparelho sob o suporte para máquina de cartões, navegando enquanto o cliente digita a senha. O vigilante da rua, mais atento ao Facebook do que às movimentações do mundo offline. O manobrista, que prioriza os memes aos motoristas. A manicure, dividida entre cutículas e updates.

E até a protagonista da Globo, que por descuido levou o smartphone a uma cena de novela ambientada em 1821 (um spoiler de como seria o mundo dali a 200 anos).

DESAFIO EXIGE EQUILÍBRIO E FLEXIBILIDADE

Existe o outro lado, claro, vantajoso para o empregador. Com tantas ferramentas digitais de comunicação, o expediente não acaba quando o trabalhador vai para casa: o smartphone aumenta muito o tempo em que o empregado está disponível. Por isso Edna Bedani, diretora-executiva de aprendizagem e conhecimento da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), aponta “flexibilidade” e “equilíbrio” como palavras-chave ao lidar com esse novo desafio no ambiente profissional.

“O uso do celular no trabalho para fins pessoais tem incomodado, mas veio para ficar. Portanto, é preciso encontrar um equilíbrio. Se o uso for proibido, o funcionário pode não atender uma ligação profissional após o expediente, por exemplo. As empresas precisam ser flexíveis, e os funcionários precisam estar atentos para o celular não atrapalhar suas entregas, sua relação com os colegas nem sua saúde.”

Sobre este último item, a especialista dá o exemplo de transtornos da era digital, como o Fomo (fear of missing out, ou medo de perder algo se ficar sem acesso ao celular) ou a sensação equivocada de que o aparelho está tocando.

O QUE DIZ A JUSTIÇA 

O desafio não pode ser tratado da mesma maneira para lidar com diferentes profissões. O juiz Fábio Augusto Branda, do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo, exemplifica: pessoas que trabalham em laboratórios podem comprometer as análises caso manipulem celulares, extremamente sujos. Em áreas de segredo industrial, smartphones podem facilitar a captura de dados sigilosos. Render um vigilante fica mais fácil se ele não estiver atento ao ambiente, mas sim à tela do aparelho. Ligado no WhatsApp –situação testemunhada pela reportagem–, o caixa do supermercado aumenta as chances de erro enquanto passa as compras do cliente.

“O ideal é estabelecer o que é ou não permitido no trabalho, pois regras não escritas podem causar mal-entendidos. Se elas não existirem, vale o bom senso: o funcionário é pago por seu tempo e, se estiver trocando mensagens pessoais durante o expediente, não está trabalhando”, explicou o juiz, que ainda não julgou casos deste tipo, mas afirma que eles devem se tornar cada vez mais comuns.
Para ele, deve ser levado em conta se este uso atrapalha o rendimento do funcionário, se aumenta suas chances de distração e se compromete a segurança de alguma forma.

Segurança foi o que sustentou a demissão por justa causa de um serralheiro de Maringá (PR). Em fevereiro de 2017, o TRT do Paraná manteve esta decisão da vara de Maringá, sob alegação de que o uso do celular durante o horário do expediente descumpria uma regra de segurança da empresa. A determinação diz que ele havia sido advertido várias vezes sobre esta proibição, pois sua função envolvia manipulação de máquinas de corte, de polimento e soldas, além de produtos químicos com algum grau de toxicidade.

REGRAS PRECISAM SER CLARAS

Claudinor Barbiero, professor de direito trabalhista da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Campinas, reforça a importância de as regras serem claras. Isso pode estar previsto no contrato de trabalho ou em uma circular apresentada a todos os funcionários, logo que admitidos na empresa. Sua opinião, no entanto, vai de encontro com a importância da flexibilização destacada anteriormente. “Cabe ao empregador definir se o uso do celular é permitido ou não. A flexibilização dificulta esse controle. Quando pode? Quanto tempo pode? Esses são pontos mais difíceis de serem determinados.”

Mas, se não pode, não pode. Tanto que a proibição do uso já respaldou outra demissão por justa causa –desta vez, de um operador de telemarketing. “Ele sabia que estava infringindo norma da empresa que vedava o acesso ao ambiente de trabalho com o aparelho e foi dispensado por insubordinação e indisciplina”, diz a determinação do Tribunal Superior do Trabalho, de 2015.

Na ocasião, o funcionário alegou que não havia guardado o aparelho em um armário para objetos pessoais, pois de lá já haviam desaparecido objetos de valor. A decisão respondeu que o empregado não poderia “fazer uso arbitrário de suas próprias razões e deixar de cumprir as normas da empresa”.

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– A Regra não é clara, nem para a International Board!

Eu estou há algum tempo criticando a velocidade e o volume das mudanças das Regras do Futebol, não permitindo que todos os envolvidos no esporte assimilem as novidades. Jogadores, Imprensa, Comissões Técnicas e até árbitros têm dificuldades para entender tudo o que muda. Torcedores então? Vixi…

Vamos lá: nessa semana surgiu um polêmico lance em Benfica x Milan, sobre um tiro de meta que é cobrado com a bola levantada e que vira recuo ao goleiro para ele sair jogando com as mãos. É basicamente parecido com a burla que foi coibida há tempos (onde um atleta ergue a bola e a devolve de cabeça, para o goleiro dominá-la com as mãos).

A IFAB (International Board, a “dona das Regras”) alegou que o lance, a partir dessa temporada como feito no amistoso internacional, era permitido. Reveja-o aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/07/30/uma-nova-jogada-surgida-com-as-modificacoes-da-regra-o-tiro-de-meta-em-benfica-x-milan/.

Porém, David Elleray, o mesmo diretor da IFAB que disse ser LEGAL, falou que um comitê interno estudou o lance e determinou que é ILEGAL, mas não deveria se marcar infração e nem dar cartão amarelosomente repetir o tiro de meta.

Se até eles estão com dúvidas nas regras que criam, imaginem o árbitro de futebol que não consegue receber a contento e nem com a qualidade devida a orientação correta das regras. Aí você entende a quantidade absurda de “pênaltis de queimada” marcados em nosso país… o jeito é estudar muito e esperar que o certo se realize!

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– Bandido Pobre e Bandido Rico, Criação e Educação.

O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?

Talvez, apenas a sua condição econômica.

Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia. Sobre eles, ponderou que:

Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?

Pois é: muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.

Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.

Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?

Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios se a primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste. E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.

Do mesmo jeito que um criminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.

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– Surpreenda-se: a Expulsão do Goleiro do Paulista no jogo do Tupã foi justa? E se fosse dentro da área?

O goleiro Matheus Lopes, do Paulista, saiu do gol e praticou uma falta fora da área em cima de André, do Tupã, nesta última 6a feira à noite, evitando o gol. Correta a marcação?

Sim, o árbitro Danilo da Silva fez o correto ao aplicar o cartão vermelho. Mas veja que curiosíssimo: se o goleiro estivesse dentro da área e cometesse a falta, NÃO PODERIA SER EXPULSO!

Entendeu?

Taí uma incoerência das Leis do Jogo: na temporada 2016 / 2017, mudou a Regra do Futebol (eu nunca concordei com essa alteração) na questão da situação clara de gol. Se um tento for evitado em disputa de bola, deve-se expulsar o infrator e marcar a infração. Mas a FIFA (que propôs a mudança) entendeu que dentro da área, a punição era severa demais, já que há um jogador expulso e a marcação do pênalti (repito: discordo da FIFA, mas é a palavra oficial). Assim, nesse tipo de lance:

  • cometeu infração fora da área para evitar um gol claro, marca-se a falta e aplica-se o cartão vermelho.
  • cometeu infração dentro da área para evitar um gol claro, marca-se pênalti e aplica-se cartão amarelo.

Lembrando que, em caso de agressão, sempre será Cartão Vermelho (isso não mudou). Mas regras à parte, para mim é incoerente: se você cometer o pênalti, recebe amarelo; mas a falta, vale o vermelho.

Concorda com a Regra?

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– O Ecstasy Pirateado com anestésico de cavalo!

A Polícia Científica de São Paulo mostrou dias atrás que 55% do ecstasy, a droga sintética das baladas, não é de fato ecstasy puro (sem MDMA, seu princípio ativo).

Mais da metade dessa droga contém anestésico de cavalo, deixando os usuários e dependentes “doidões”…

Se droga já faz mal, imagine de baixa qualidade e adulterada!

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– Por um bom sábado, em 7 cliques mobgráficos!

Olá pessoal, tudo bem?

Para que o sábado frio (como caiu a temperatura, hein?) seja muito bom, não se pode ter preguiça. Assim, vamos esquentar o corpo com uma boa corrida? Clique 1:

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Durante o treino, pedindo a intercessão da Virgem Maria sob a invocação de Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira da América Latina. Precisamos sempre estar com o corpo, a mente e a alma em sanidade total. Clique 2:

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Depois de correr e aquecer, terminando a atividade física alongando com as flores do jardim. E a beleza desse botão de rosa creme? Clique 3:

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Por fim, espairecendo com a paisagem do amanhecer sabatino. Olhe só o tempo fechado e sisudo das 07h20, no clique 4:

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Bem diferente do céu azul e de sol bem quente de ontem. No mesmo horário, na 6a feira, o astro-rei estava dominando a paisagem. Abaixo, no clique 5:

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Se acha que é invejável o calor de ontem, veja onde estávamos há 4 anos passeando: ô saudade do mormaço das praias de Fortaleza… É da Praia do Futuro II (linda em beleza, mas infelizmente insegura para relaxar). No clique 6:

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Até mais! Chega de fotos, agora vou curtir o dia pegando carona com minha caçulinha. Pela carinha dessa motorista maluca… não sei não rsrs! Clique 7:

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Ótimo sábado para todos nós.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby