Não dá para desprezar tal lógica:
Quando José Ferreira Pinto era presidente do Juventus, sabidamente “o time não caia nunca”. Vide a inspiração de um dos quadros do filme boleiros, gravado justo na Rua Javari…
Quando o “Caixa D’Água” era presidente da FFERJ, o Americano de Campos estava em alta no Campeonato Carioca. Depois que saiu de lá…
Quando Eurico Miranda era forte deputado e estava na ativa com muita saúde, o Vasco da Gama era imbatível. Depois que adoeceu, o Time da Colina mudou.
Quando o senador Luiz Estevão era senador influente em terra candangos, o Brasiliense surgiu e se apresentou ao país. Depois que o corrupto foi preso, puff! Parece que como mágica perdeu relevância!
Quando Zezé Perrella era forte e influente político mineiro, o Cruzeiro era incontestável dentro e fora de campo. Depois que os escândalos mostraram uma verdadeira faceta até então obscura… degringolou! Ou alguém acha que a queda de rendimento do Cruzeiro de Mano Menezes (culminando na sua demissão) é puramente esportiva, pelos maus resultados?

