– As principais startups brasileiras

E quem são as jovens empresas do Brasil que alcançam potencialmente a marca de 1 bilhão de dólares?

Sobre esse fenômeno de novos e bons negócios do empreendedorismo tupiniquim, abaixo (citação ao final da matéria):

CLUBE DOS UNICÓRNIOS: AS STARTUPS BRASILEIRAS AVALIADAS EM US$ 1 bilhão

Brasil já tem oito empresas neste seleto grupo — a última a entrar foi a Loggi. Elas fazem uma revolução não só na tecnologia, mas na maneira de trabalhar.

Por Daniel Bergamasco, Larissa Quintino

No fim do expediente de quarta-feira 5 de junho, petiscos e bebidas foram servidos no andar térreo do prédio na região da Avenida Paulista onde está sediada a startup Loggi, uma plataforma que conecta 25 000 motociclistas para entregas em 36 cidades brasileiras. Enquanto um DJ tocava músicas pop, profissionais garantiam suas selfies dentro de uma piscina de bolinhas em meio a dezenas de balões coloridos. A data havia sido um marco na companhia: fundada em 2013, a Loggi anunciou que, após uma injeção de recursos de investidores liderados pelo japonês SoftBank, se tornara um unicórnio — como é chamada a startup (jovem empresa independente de tecnologia) que atinge valor de mercado de ao menos 1 bilhão de dólares. Para celebrar, a imagem da criatura mitológica se repetia por todo lado, em bonecos infláveis ou em tiaras com chifre usadas pelos funcionários.

Desde que o Instagram deixou o mundo de queixo caído ao ser vendido por exato 1 bilhão de dólares ao Facebook, em 2012, as empresas de tecnologia que atingem essa cifra mítica são comparadas aos cavalos encantados por terem se tornado lendas na selva de empreendedores. Até janeiro de 2018, quando a 99 foi arrematada pela chinesa Didi Chuxing, o Brasil não tinha ouvido falar de representante nesse seleto clube. Hoje, o momento é de efervescência — das mais de 300 representantes de start­ups bilionárias de que se tem notícia no mundo, oito pintaram aqui desde então. E centenas são candidatas a repetir tal cavalgada. Apenas no ano passado, o país atraiu 1,3 bilhão de dólares em investimentos, distribuídos entre 259 startups, 55% mais que no ano anterior (veja o quadro).

Mas e a crise? Bem, para essas organizações, ela por vezes mais ajuda que atrapalha, ao usarem tecnologia para a redução de custos e assim se diferenciarem da concorrência. A cearense Arco Educação, a única não paulista no grupo, é bom exemplo. Criada a partir de um conjunto de escolas de Fortaleza, a empresa oferece hoje um sistema educacional presente em 1 400 escolas brasileiras com fortes componentes de ensino a distância, como videoaulas e livros digitais. O material didático digital sai até 40% mais barato que o físico. Quanto maior o número de alunos que assistem às lições, mais a vantagem aumenta. O grande impulso para a expansão tecnológica foi a entrada, em 2014, do fundo americano General Atlantic, que detém hoje um quinto do negócio. Em setembro, a Arco captou 780 milhões de reais na bolsa eletrônica Nasdaq, pela venda de 25% de suas ações. Com o bolso cheio, comprou em maio o Sistema Positivo por 1,65 bilhão de reais.

Não à toa, a euforia é o que se respira dentro dos escritórios. A estética animada e lúdica (às vezes infantilizada, para os olhares de alguns) é a regra. Geladeiras com cervejas de graça e salas de “descompressão” com tapetes de ioga repetem-se em vários deles, mas existem particularidades. Na Loggi, há um urso de pelúcia de 1,50 metro de altura (apelidado de Loggão) e um boneco sparring no qual os mais estressados podem desferir golpes de boxe. Uma vez por semana, o CEO Fabien Mendez liga seu notebook em uma área comum e os empregados são bem-vindos para falar sobre qualquer tema.

Na sede do iFood, em Osasco, funcionários locomovem-se de patinete de um canto a outro (não é só modinha hipster; o prédio, todo térreo, tem 13 000 metros quadrados) e há vídeos no circuito interno (às vezes, ao vivo) para dividir com todos as novidades. “Tentamos fazer com que a comunicação flua como se ainda estivéssemos em uma garagem”, diz o CEO Carlos Moyses, cofundador de uma das empresas que originaram o iFood. Ex­-entregador de pizza na Austrália, ele passa dez dias por ano na China para se conectar com as inovações.

Para além da originalidade no visual, é na ação que esses negócios buscam transformar o ambiente de trabalho. Tome-se como exemplo a desenvolvedora de aplicativos Movile. Se em companhias tradicionais é incomum que uma mulher seja contratada durante a gravidez, ali sete gestantes ganharam seu crachá nos últimos doze meses. Quando voltam da licença­-maternidade, elas são recebidas com foto de seu bebê em porta-retratos e um resumo das decisões importantes tomadas em sua ausência. No Nubank não existem alas específicas dentro do escritório — um engenheiro de software pode sentar­-se ao lado de alguém de recursos humanos; cada um posiciona seu notebook onde quiser. Além disso, é possível levar o cachorro para o expediente e trabalhar na varanda para deixar o pet à vontade (vez ou outra algum bichinho se perde nos nove andares e a turma sai em seu resgate).

Há alguns clichês inescapáveis no discurso dessas empresas: dizer que precisam identificar as “dores” da sociedade (problemas a ser resolvidos) e anunciar uma “missão” mais charmosa que o simples lucro. A “missão” da Gympass, criadora de um passe que permite frequentar milhares de academias, é “combater o sedentarismo”. Isso é levado a cabo dentro do prédio na Vila Olímpia, e acontecem reuniões que começam com todos suando a camisa de forma literal, em um treino. As reuniões mensais mostram um ranking de empregados que usam com mais frequência o próprio serviço – o CEO da operação brasileira, Leandro Caldeira, costuma aparecer entre os primeiros. Ele acorda diariamente antes das 6 horas e já testou de ciclismo a escalada indoor. Dica de ouro para o participante dos processos seletivos da firma, presente em catorze países (dos Estados Unidos a San Marino): se ganhar um passe livre de um mês do RH, não deixe o brinde de lado (os recrutadores poderão monitorar o uso). Uma regra curiosa da alta gerência é não falar do trabalho de um terceiro se ele não estiver presente.

Estar em uma firma diferentona, claro, não é para todo mundo. “O discurso cheio de propósito, as coisinhas gostosas na geladeira, tudo é usado para fazer com que as pessoas tenham longas jornadas, muitas vezes no fim de semana”, diz um ex-funcionário da 99, que descreve um ambiente (excitante ou extenuante, você decide) de constantes mudanças. Conta ter tido meia dúzia de chefes em um ano. “No ambiente em que se arrisca mais e se corrige o erro rápido, é necessário preparar­-se para alterar as metas do dia para a noite.” A reportagem ouviu relatos parecidos de trabalhadores dos outros unicórnios. Um engenheiro demitido da Stone por não bater as metas ainda assim recomenda o lugar, pelo acesso fácil à chefia para dar ideias.

De acordo com a consultoria Michael Page, os salários em startups são até 20% maiores que a média de mercado. Interessado? A headhunter Juliana Fiuza, especialista em inovação na Follow Recruitment, indica o caminho: “Essas empresas buscam o perfil criativo, flexível e intraempreendedor”. O último termo designa funcionários que vão além das suas obrigações e agem com cabeça de dono, criando oportunidades.

Os rostos jovens vistos ao redor do escritório não são uma impressão. Na 99, apenas 6% dos trabalhadores têm mais de 40 anos. Nas outras companhias, não é muito diferente. “Isso está relacionado ao uso de tecnologias recentes e de redes sociais, mas há espaço para pessoas mais velhas, especialmente no nível de gerência”, diz Cristina Junqueira, do Nubank, a única mulher entre os fundadores do clube do bilhão (40% de seu time é do sexo feminino; 30% do total é LGBT).

A Movile é uma das mais admiradas pelo dinamismo. Seus oito negócios principais são chamados ali dentro de transatlânticos, maiores e complexos, enquanto os projetos iniciais recebem o apelido de jet skis. “Se o profissional tem uma ideia, vai lá, implanta e apresenta os dados. O jet ski pode tombar quando vem uma onda, depois a pessoa se levanta e corrige a rota”, explica o cofundador Eduardo Henrique Lins, que hoje comanda de Miami a Wavy, braço do grupo de inteligência artificial para a comunicação das empresas com seus clientes. O aplicativo PlayKids, de vídeos e jogos para crianças, presente em 187 países, é um desses barquinhos que cresceram. Nasceu após o naufrágio de vinte tentativas para emplacar uma plataforma segmentada de vídeos, de música sertaneja a comédia stand-up.

No Brasil, existem cerca de 12 800 startups. Mas, para entrar na elite dos unicórnios, o empreendedor tem de chamar a atenção de investidores em diversas etapas — as contrapartidas vão de sociedade a participação no conselho. Num universo em que mesmo empresas bem estabelecidas podem valer uma fortuna sem dar lucro (veja a entrevista), o potencial é que aguça os apostadores. Lembra-se do exemplo do Instagram, vendido por 1 bilhão de dólares? Seis anos depois, a rede social valia 100 vezes essa cifra. “Olho mais para o sonho e o compromisso do fundador do que para o negócio”, diz Hernan Kazah, que fundou o Mercado Livre em 1999 e hoje investe em novas ideias. “Há muitas replicações com mérito do que é feito no exterior, mas estamos de olho em cases de inovação de abrangência mundial, como foram a Embraer e a Natura”, diz Bruno Rondani, da aceleradora 100 Open Startups.

No Vale do Silício brasileiro, quem quer ser patrão deve ficar de olho em Brasília. Anunciada em 1º de maio pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida provisória da liberdade econômica, apelidada de “MP das startups”, prevê incentivos a jovens empresas, como dispensa de alvará na fase inicial. A proposta do governo precisa ser aprovada pelo Congresso até o fim de agosto para virar lei. Para Caio Ramalho, coordenador do MBA de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas, os incentivos são bem-­vindos, mas a prioridade deve ser facilitar o fechamento caso a empreitada não dê certo. “Um ambiente saudável de startups existe onde empresas possam nascer e morrer, pois a falha em um negócio pode ser uma lição para o que vem.” Enquanto o oceano burocrático seguir atrapalhando o ciclo de nascimento e morte dos pôneis brasileiros, o país terá menos unicórnios.

Com reportagem de André Siqueira

Publicado em VEJA de 10 de julho de 2019, edição nº 2642

Funcionários da Loggi comemoram o fato da empresa ter se tornado uma unicórnio (Antônio Milena/VEJA)

– Um novo momento tenso no Pós Guerra Fria?

Que pena! A paz verdadeira nunca é algo assinado por tratados, pois eles se rompem. Digo isso pois um dos pilares simbólicos do fim da Guerra Fria (a tensão existente entre os Estados Unidos e a União Soviética, que virou CEI e depois sobrou só a Rússia), foi o Acordo de Não Proliferação Armamentista. E ele foi rompido essa semana.

Tempos difíceis virão? Quem viveu os anos 70 e 80, sabe o que era essa expectativa de aguardar algo que poderia ou não ocorrer…

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/08/eua-e-russia-confirmam-fim-de-um-dos-acordos-que-encerraram-a-guerra-fria.shtml

EUA E RÚSSIA CONFIRMAM FIM DE UM DOS ACORDOS QUE ENCERRARAM A GUERRA FRIA

Tratado INF, de 1987, limitava criação de mísseis de longo alcance

O governo dos Estados Unidos e a Rússia confirmaram nesta sexta-feira (2) a saída do tratado de desarmamento nuclear INF, assinado ao final da Guerra Fria.

A retirada dos dois países acaba com o INF  (sigla em inglês para Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário) que proibia o uso de mísseis com alcance entre 500 e 5.500 km. Com isso, os dois países ficam legalmente livres para produzir esses armamentos. 

“A retirada dos Estados Unidos conforme o artigo 15 do tratado tem efeito hoje porque a Rússia não retornou ao respeito total e verificado”, afirma em um comunicado o secretário de Estado Mike Pompeo, que está em Bancoc, onde acompanha uma reunião de países do sudeste asiático. “A Rússia é a única responsável pelo fim do tratado, disse. 

Pompeo também disse que os EUA “buscam uma nova era de controle de armas, que vá mais além dos tratados bilaterais do passado” e pediu à China que se una às conversas. 

Alguns minutos antes, a Rússia anunciou o fim do tratado “por iniciativa dos Estados Unidos”.

O vice-ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Riabkov, afirmou que seu país propôs aos Estados Unidos uma moratória na instalação das armas nucleares, mas não houve acordo até agora. 

O INF levou à eliminação de 1.846 ogivas soviéticas e 846 americanas até 199 e permitiu a eliminação dos projéteis balísticos SS20 russos e Pershing americanos espalhados pela Europa.

Na prática, contudo, os dois países seguiram desenvolvendo armas com capacidades análogas às dos mísseis proibidos. Não só eles: vários países, incluindo a potência nuclear China, operam tais foguetes. ​

Washington suspendeu em meados de fevereiro sua participação, ao acusar Moscou de fabricar um míssil que não estava de acordo com o estipulado no tratado. Trata-se  9M729, que teria alcance de 1.500 km, segundo a Otan. Moscou diz que ele alcança no máximo 480 km, distância inferior às restrições do INF.

O Reino Unido e a Polônia também culparam a Rússia pelo fim do pacto. “A Rússia causou o colapso do tratado por desenvolver secretamente um sistema de mísseis que pode atingir alvos nas capitais europeias”, disse Dominic Raab, secretário de Relações Exteriores do Reino Unido.

Para o Ministério das Relações Exteriores da Polônia, a falta de compromisso da Rússia “deixou os Estados Unidos sem escolha”. 

O INF foi assinado em 1987, pelos então presidentes Richard Nixon e Mikhail Gorbatchov, e era considerado a pedra angular do controle de armas militares a nível global. 

Outro tratado, chamado Start, mantém os arsenais nucleares de EUA e Rússia em níveis abaixo do que atingiram na Guerra Fria. Ele expira em 2021, e parece haver pouca vontade política para renová-lo. 

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– Hoje é Dia do Padre (São João Maria Vianney)

Festeja-se nesse dia 04 o Dia do Padre, em alusão a São João Maria Vianney.

Conheça sua história, extraída de CancaoNova.com

O CURA D’ARS

Também conhecido por Cura D’Ars, João Maria Vianney nasceu na França no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de ‪#Jesus Cristo, servo de ‪#Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da Graça, a coragem. Com o Rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no Sacramento da Reconciliação.

Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um Confessionário alimentando-se de batata e pão). Portanto, São João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de ‪santidade, de ‪dedicação e ‪perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de ‪Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

‪São ‪João Maria ‪Vianney, rogai por nós!

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– A cronologia do desastre: o VAR brasileiro já nasceu errado…

Em dezembro de 2016, escrevemos aqui o quão era bagunçado o projeto do árbitro de vídeo da CBF. De lá para cá, confirmou-se a anarquia que se previa…

Publico uma cronologia do que aconteceria e poderia dar errado, abaixo, extraído de: https://wp.me/p4RTuC-hgj. Lembrando que as pessoas envolvidas no Projeto do VAR brasileiro HOJE são as mesmas das ex-Comissões de Arbitragens que foram demitidas nas gestões anteriores, mas que na verdade foram remanejadas para o Departamento de Desenvolvimento do Árbitro de Vídeo.

O VAR DA FIFA É REAL. O DA CBF É VIRTUAL

O texto é comprido, mas vale a leitura bem atenta para ver o quanto se mente no futebol brasileiro.

Você já deve ter ouvido a lorota de que a CBF utilizaria o recurso de vídeo neste Campeonato Brasileiro e, de conhecimento público, não usou. Pois bem, vamos lá:

Tudo começou em 5 de março deste ano, em Cardiff, quando o lobby feito por Gianni Infantino (o novo presidente da FIFA) obteve êxito e na reunião promovida pela Internacional Board houve a aprovação do uso (em fase de testes nos campeonatos profissionais) de V.A.R. (vídeo árbitros assistentes).

A priori, foram discutidas 4 situações para tal intervenção da tecnologia:

1- Confirmar ou anular um gol discutível (por exemplo: se o atleta usou a mão na bola para fazer um gol e o árbitro possa ter sido enganado e acreditado que foi de cabeça);

2- Confirmar ou anular uma penalidade máxima (por exemplo: o árbitro crê que um atleta tenha sido tocado e na verdade ocorreu uma simulação de infração);

3- Aplicar ou não um cartão vermelho de maneira justa ou injusta (por exemplo: se um árbitro expulsa um atleta por um carrinho violento e na verdade o jogador tenha ido única e exclusivamente na bola);

4- Identificar atletas de maneira correta quando for aplicar uma punição com cartão (por exemplo: um atleta agarra um adversário e deve receber o cartão amarelo, mas o juiz se confunde e não memoriza quem foi o infrator para dar a advertência).

A proposta inicial foi a de que o árbitro de vídeo poderia interpelar o árbitro principal ou o árbitro principal procurar o árbitro de vídeo (via rádio). Porém, a decisão final continuaria (como continua sendo) do árbitro principal, aceitando ou não a informação do vídeo-árbitro.

Com o avanço das discussões e de jogos-testes, definiu-se a necessidade de um monitor à beira do gramado para o árbitro rever os lances e a possibilidade de uso do recurso em outras situações. Na oportunidade, postamos as primeiras decisões nesse texto: http://wp.me/p55Mu0-Q5.

Nesse interim, a CBF fez uma grande divulgação do fato, levando a crer que ela própria quem houvera influenciado a FIFA. Ledo engano…

No dia 08 de março, chamamos a atenção para a propaganda enganosa da CBF: a entidade prometia usar o recurso do Vídeo Árbitro até em Agosto de 2016. Dissemos ser impossível, simplesmente pelo tempo inábil e pelo fato de você não poder mudar a regra de um campeonato profissional no meio da competição. A FIFA não deixaria e a Regra do Jogo ser alterada sem treino e com tamanho despreparo dos cartolas brasileiros envolvidos. Lembre-se dessa postagem em:  http://wp.me/p55Mu0-QM.

Em 13 de abril, quando a Comissão de Árbitros se gabava da iminente utilização, reiteramos que a CBF estava mentindo (registrado em: http://wp.me/p55Mu0-Tt).

Em 02 de junho, falamos sobre o fato da CBF não ter sido autorizada pela FIFA a usar o árbitro de vídeo de maneira oficial, apenas na condição em OFF (claro, o campeonato estava em andamento e não poderíamos mudar a regra em meio a competição). Os testes seriam realizados, mas o VAR não poderia se comunicar com o árbitro principal (relembre esse texto em: http://wp.me/p55Mu0-X5).

Ao longo dos meses, a CBF resolveu divulgar que poderia utilizar o recurso em Setembro, em Outubro ou Novembro, ou ainda na série B de 2017.

Ué, mas não tinha insistido que era em Agosto de 2016?

Pois bem: em Novembro, a FIFA divulgou os árbitros que atuarão no Mundial de Clubes de 2016 no Japão, e que usará o recurso do VAR. O Brasil, país integrante da Conmebol e “precursor” do árbitro de vídeo (que nunca testou de verdade) não teve nenhum representante indicado. Entretanto, o Paraguai representará nosso continente com o árbitro Enrique Cáceres e o vídeo árbitro sulamericano será o uruguaio Andrés Cunha (a relação completa em: http://wp.me/p55Mu0-1bW)

Que feio… não éramos os pioneiros do uso da tecnologia, como a CBF e seus cartolas diziam?

Dia 11 de dezembro o Brasileirão se encerrará, e o árbitro de vídeo não pisou em nenhum gramado brasileiro.

Motivos?

Alguns são óbvios: despreparo da Comissão de Árbitros da CBF, falta de treinamento, inexistência de empresa contratada para a tecnologia e cronograma para implantação em branco.

Outros motivos podem ser descobertos com a publicação relevante do jornal “Lance” da Edição de 08/12/2016, na Coluna “De Prima”: o fato da CBF não concordar com a forma de implantação já realizada pela FIFA!

A CBF quer que o árbitro de vídeo só atue nas 4 situações acima elencadas e mandou uma carta a Zurique pedindo essa restrição. A FIFA (que havia ampliado a permissão do árbitro de vídeo para qualquer lance interpretativo e relevante para legitimar uma decisão do árbitro, durante o ano) nem deu bola ao pedido brasileiro. Outra situação: a CBF quer que o árbitro de vídeo informe da sua cabine o árbitro central via rádio, sem a permissão do próprio árbitro (que é quem toma a decisão final) ver as imagens. A FIFA desprezou tal colocação, permitindo que um monitor esteja próximo ao 4o árbitro para que, em caso de dúvida ou para referendar a informação do VAR, o próprio árbitro possa assistir esse lance à beira do gramado.

Quem está com a razão: a CBF ou a FIFA?

E pensar que a CBF falou, falou, falou e nada fez. Enquanto isso, a FIFA já usará oficialmente no Mundial de Clubes e deve utilizar na Copa da Rússia em 2018.

Sugestão: que tal Marco Polo Del Nero, com a força de representante da presidência da casa, embarcar para a Suíça a fim de discutir essa situação? A propósito, se existir escala nos EUA, poderá fazer visita a José Maria Marin.

Na foto, o exemplo bem sucedido de um dos testes, na partida entre Red Bull NY versus Orlando City (veja o árbitro central tirando suas dúvidas).

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– Banana? Eu quero é Pimentão!

Olha que interessante: leio na Women’s Health sobre o Prêmio Nobel de Química Rod Mackinnon, que descobriu sobre a solução habitual de comer bananas para evitar cãibras não ser o método mais eficaz.

Segundo ele,

Não são os músculos que precisam de ajuda do potássio, mas o problema vem do sistema nervoso. Ingerir alimentos apimentados antes ou durante o exercício é a solução para confundir os receptores, como gengibre, canela e pimentão“.

Já imaginou você na esteira comendo pimentão? Acho que vou tentar kkk…

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– Quero ter o ânimo e a pureza das crianças!

Meu sobrinho Miguel “é o cara”. Ou melhor: “é o carinha”!

Olhe ele no melhor estilo Rock’n Roll brincando com o tio Rafa (como ele gosta de me chamar). O pique dele é contagiante!

Ainda, vale sua risada e seu lindo sorriso no “Teatro do Cebolinha”. Abaixo,

No link em: https://youtu.be/NkQozcQ9S-A

– Por um bom domingo!

Sim, começar o dia bem cedinho é algo saudável! E para isso, correr é fundamental. Vamos ao cooper? Nossa foto-incentivo:

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Durante o cooper, meditando nas coisas do Alto. Hoje, pedindo a intercessão de Santo Aurélio, o santo que diziam ser “desprovido de intelecto, mas capacitado pelo amor“. Nossa foto-meditação:

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Terminado o cooper, alongar. E fazendo isso junto às nossas quaresmeiras! Nossa foto-contemplação no clique abaixo

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Pós-treino, costumo sempre contemplar a natureza. Mas como o céu ainda está fechado, aqui vai o sol da semana passada na nossa foto-inspiração:

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Ótimo domingo para todos.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby