– Sexo Seguro no “Dia do Sexo”? Eu indico!

Neste dia 06/09, celebra-se o “Dia do Sexo“.

Sabe quem inventou a data?

A fabricante de preservativos da marca 69, que fazia alusão a uma posição sexual e acabou aproveitando os números do seu nome para criar o 6/9 (seis de setembro).

Mas usar preservativo é fazer sexo seguro? Não falha? Não rasga? Não estoura?

O sexo mais seguro e prazeroso que existe é o sexo com seu / sua cônjuge. É amar e respeita o outro que te ama, mostrando não apenas desejo carnal mas respeito e fidelidade.

Vulgarizar o sexo como se todos fossem tarados e erotizar nossas crianças, como muitos fazem, é tornarmos animais que agem irracionalmente. Sexo é bom, mas não é tudo na vida.

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– A facada em Bolsonaro: os dois lados vão aproveitar da situação?

Não gosto de radicalismos – de direita ou de esquerda. E o fruto dessa pregação radical bipolarizada foi colhida hoje: um ex-filiado do PSOL, extremista, que esfaqueou o candidato do PSL, do outro ponto do extremo, Jair Bolsonaro.

O político foi levado ao Hospital e teve que ser operado com urgência. Mas, afinal, o que dizer de tudo isso?

Fica a lição de quão burra é a louvação aos fanáticos. Um país não se divide em lados inimigos, mas se respeita democraticamente em opiniões discordantes, sem desrespeitar o pensamento e a ideologia alheia.

Dessa forma, penso que duas correntes serão massificadas até o final da campanha:

1- A daqueles que dirão que Bolsonaro é vítima de uma esquerda manipuladora, sendo ela responsável por tais atos odiosos. Se tivesse liberado o porte de arma (como defendido pelos seus aliados), dava para intimidar melhor o esfaqueador.

2- A daqueles que dirão que Bolsonaro é culpado por dizer que fuzilaria petralhas e que ele é a prova viva da truculência. E se aquele bandido tivesse o porte de arma de fogo, tão defendido por ele?

Ninguém sai ganhando com isso. Eu me sinto envergonhado pelos políticos radicais e eleitores fanáticos, cegos e burros que chegam a esse extremo.

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– Queda esperada? Mas e se fosse outro adversário…

O Corinthians perdeu para o Ceará no “Castelo do Vozão” e o presidente Andrés Sanches demitiu o treinador Osmar Loss. Uma hora isso aconteceria, só não esperava agora, antecedendo o importante Derby do final de semana e, principalmente, depois de ouvir o presidente do Corinthians, o Deputado Federal Andrés Sanches, GARANTIR que Loss não cairia.

Palavra não vale nada, hein?

Já sabemos que Jean Pierre “Vin Diesel”, outro gaúcho fortão da CBF, apitará o Derby. Ok, a opção de árbitros fisicamente imponentes que a CA faz é exclusivamente dela; eu preferia os melhores técnica e disciplinarmente, pois sempre valorizei a meritocracia, mas…

E quem será o treinador do Coringão? Muita gente usa a expressão “caiu de véspera”, e foi essa a estratégia – a de preferir ir para o jogo sem técnico do que supostamente perder a partida para o arquirival e demitir o treineiro, aguentando gozações – adotada pelo clube.

Aguardemos. Aberta a temporada de boataria.

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– Quem são os ultrajovens?

“Minha época” classifica as pessoas por gerações. Assim, quem nasceu entre 1928 a 1945 é a Geração do Silêncio; de 1946 até 1964, os Baby Boomers; de 1965 até 1980, a Geração X; de 1981 a 1997 os Millennials (ou Geração Y) e, agora, temos os Ultrajovens ou Pós-Millenais, que nascerão de 1998 para cá.

Veja que curioso:

Extraído de: https://epoca.globo.com/sociedade/noticia/2018/05/o-poder-dos-ultrajovens.html

O PODER DOS ULTRAJOVENS

por Nina Finco

A geração que vai romper (e já está rompendo) com tudo o que se quis e se imaginou

“Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem”, escreveu Carlos Drummond de Andrade no final dos anos 1960, em uma crônica que versava sobre o embate de um pai com a filhinha em torno de uma lasanha. Ele insistia, ela ignorava. Ele repetia, ela se mantinha firme em seu propósito. Ele tergiversava, ela o lembrava do que queria. Ela ganhou por coerência. Ele perdeu por não entender a dinâmica dos tempos. A premissa é mais atual do que nunca. A força do poder ultrajovem é inexorável.

De acordo com pesquisas recentes, se depender da geração que tem por volta dos 20 anos (a mesma idade de ÉPOCA), estão encrencados os hotéis, as lojas de departamentos, as cadeias de restaurantes, a indústria automobilística, o comércio de diamantes, a produção de guardanapos e de canudinhos, os programas de fidelidade de hotéis e de cartões de crédito, os jogos de azar, os bancos, a produção de amaciantes de roupa, o sonho da casa própria, a ideia de casamento estável, os acasos felizes, as viagens de cruzeiro, as emissoras de TV aberta, os políticos de ocasião, os planos de aposentadoria, Paris e até o milk-shake do Bob’s.

Eles resolvem a vida (para o bem e para o mal) pelo celular, sorvem coisas de cor verde (comer virou questão de identidade), têm um pendor para medicamentos identificados com uma tarja preta, passam a noite em claro, não se sabe se estão trabalhando ou relaxando, gostam de empunhar bandeiras universais, mas se preocupam mesmo é com sua persona nas redes sociais, pensam igual a quase todo mundo da mesma geração, comportam-se como adolescentes apesar de terem idade de adultos, tecnologia lhes é tão intrínseco como respirar, ser de esquerda é do jogo, ter o nariz em pé é condição sine qua non, gostam de Insta Stories porque ele dura pouco, arriscam tudo por terem pouco a perder, rechaçam qualquer coisa que contenha plástico, gostam de viajar para lugares onde podem mostrar novidades no Instagram. Eles são o que são ou são o que querem parecer ser?

“Eles se tornam personagens de suas próprias vidas, preocupados com narrativas, contextos, motivações. Estão sempre esperando pelo terceiro ato — que nunca chega”, disse um estudo da Box1824, conduzido pelos pesquisadores Sean Monahan e Sophie Secaf nos Estados Unidos, sobre o que chamaram de GenExit, a geração que opta por experimentar novas possibilidades identitárias, mais livres e menos deterministas, mas não menos disruptivas.

Ainda que esteja cansado depois de um dia longo, o estudante de publicidade Luigi Dalmolin, de 21 anos, só vai para a cama após um banho quente. Por isso, entre uma ensaboada e outra, Dalmolin assiste a vídeos no YouTube ou responde a mensagens no WhatsApp. Graças a uma providencial capinha à prova d’água, ele faz parte de uma minoria — surgida recentemente — que toma banho com o telefone celular dentro do box. Estar com o celular nas mãos o tempo todo como faz Dalmolin, conectado, com os olhos vidrados e os dedos tocando a tela, é um dos principais comportamentos identificadores dos ultrajovens (ou geração Y). São as pessoas nascidas entre 1982 e 2000 (segundo o Census Bureau, agência governamental encarregada pelo censo nos Estados Unidos), ou entre 1981 e 1997 (segundo o instituto de pesquisa americano Pew Research Center). Os jovens apresentam características que os diferenciam das gerações anteriores e refletem mudanças relevantes no mundo.

A principal distinção dos ultrajovens é a necessidade de estar conectado o tempo todo. Smartphones são sua porta de acesso ao mundo; 43% dos jovens são como Dalmolin: não vão ao banheiro sem seus celulares. O aparelho é tão importante que 42% deles afirmam que deixariam de ir à academia se não pudessem levá-lo.

A fixação por smartphones atinge outras faixas etárias, mas, no caso dos ultrajovens, deu origem à “era da distração”. A fartura de dispositivos conectados à internet está reduzindo cada vez mais a capacidade de concentração. No início de maio, Carl Marci, neurocientista e médico especialista em questões ligadas ao consumo e ao comportamento, esteve no Brasil para apresentar o resultado de pesquisas neurológicas realizadas por sua empresa, que faz parte da Nielsen Consumer Neuroscience, um braço da gigante teuto-americana de pesquisa.

Marci encara a tal distração como resultado da falta de tempo ocioso. Os “nativos digitais” não se enfadam, porque estão sob constante estímulo. Se estão na fila do mercado, não precisam “esperar”; é só sacar o celular e responder a uma mensagem ou dar uma conferida nas notificações das redes sociais e pronto: a fila andou rapidinho.

Mas há críticas também. uma delas aqui:

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– Mão na Bola ou Bola na Mão? Sobre CAM 1×0 SPFC

Não assisti aos jogos desta noite pelo Campeonato Brasileiro, mas leio que o São Paulo FC reclama de um pênalti não marcado a seu favor por lance de mão na bola dentro da área de defesa do C Atlético Mineiro.

Como não vi a jogada, não comento. Mas posso ajudar explicando o que a Regra diz para a avaliação dos amigos. Vamos lá:

Para saber se foi infração de mão deliberada na bola, questione (lembrando: NUNCA avalie tais lances como imprudência, pois não existe na Regra a avaliação de mão imprudente, somente intencional):

  1. É a mão que vai intencionalmente em direção da bola ou a bola que vai acidentalmente na mão (e o conceito de mão é: mão / braço / antebraço)?;
  2. – Havia tempo hábil para tirar o braço e evitar o contato?;
  3. – A velocidade em que a bola chega é razoavelmente rápida?;
  4. – A distância da bola;
  5. – O movimento antinatural do atleta (ou seja: o atleta poderia evitar o contato, mas o movimenta antinaturalmente no esforço físico para que ela bata disfarçada e propositalmente, tirando proveito disso).

Assim, esqueça qualquer dito popular de que: “mas houve o domínio”, ou “ía em direção ao gol, ou pior ainda: “mudou a trajetória da bola”. Tudo isso não existe, é como “lenda urbana de que tomar leite com manga faz mal e pode matar”. O que vale, acima de tudo, é: HOUVE INTENÇÃO DE COLOCAR A MÃO NA BOLA OU NÃO?

Tal pergunta resume as 5 dicas citadas acima (seja por jogadas de movimento explícito/disfarçado, natural/antinatural). Infelizmente, aqui no Brasil se criou a mania de interpretar equivocadamente, na qual chamamos ironicamente a Regra 12 de Regra 12B, a que transforma o lance em DodgeBall (ou se preferir: queimadachutou, bateu, é falta!)

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– O Perigo da Mistura de Remédios

Por que muitos jovens se “entopem” de remédios para ter diversão? Cada vez mais o uso de medicamentos contra a impotência sexual misturado com energéticos tem sido um perigo costumeiro para alguns. Mas agora há um novo problema: o público gay que utiliza dessas drogas, potencializando-as com medicamentos do coquetéis AntiAids, nas baladas à noite.

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/07/27/mistura+explosiva+nas+baladas+7514946.html

MISTURA EXPLOSIVA NAS BALADAS

Por Fernanda Aranda

Um trio perigoso começou a frequentar baladas e festas particulares, principalmente entre o público gay. É a mistura de três pílulas – medicamento contra impotência, ecstasy e uma das drogas usadas no coquetel antiaids -, que pode potencializar o efeito de cada uma delas, ampliar os danos cardíacos, causar desidratação e até levar o usuário à morte.

O pagamento de até R$ 200 pela tríplice de comprimidos é justificado pelos efeitos de cada um deles. O ecstasy é para pirar; o Viagra para ter fôlego, aguentar todas as relações sexuais e aumentar a libido; e o remédio contra a aids tem o objetivo de evitar infecções ao manter relações sexuais sem camisinha – para o que, entretanto, não há comprovação científica. Antes, o público já recorria aos fortes medicamentos para tratar o vírus HIV pós-sexo de risco, chamado de “coquetel do dia seguinte”.

O alerta dos especialistas quanto à prática é que mesmo que este comportamento esteja restrito ao grupo gay, a história da aids já mostrou que a doença não segue e nem respeita orientações sexuais. “É uma situação que nos preocupa porque acende a suspeita de um comércio paralelo de antirretrovirais (medicamentos do coquetel)”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Juvêncio Furtado, que em seu consultório particular já ouviu o relato de pelo menos seis pacientes que contaram como o “trio” tem sido usado na noite paulistana. “No início da epidemia de aids (anos 80), havia contrabando da medicação, que acabou quando foi ampliada a cobertura dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (em 1996). Ainda que nada tenha sido comprovado, essa hipótese agora volta à tona.”

Atualmente, todos os cerca de 600 mil portadores do HIV que residem no Brasil são assistidos pelo programa nacional e gratuito que cuida da doença no País. Aqueles que estão em fase mais debilitada de saúde recebem gratuitamente uma combinação de antirretrovirais, elaborados individualmente para cada paciente. A distribuição é controlada e não há venda em farmácia.

“Os antiaids são vendidos nas festas por gente que toma o coquetel. Não tem um comprimido X ou Y. É qualquer um”, contou Lucas, nome fictício, soropositivo e testemunha desse hábito. Leandro, também nome fictício, que durante dois meses deste ano foi adepto do antirretroviral antes da bebedeira e do sexo, conta como conseguia o medicamento. “Por muitas vezes comprava de pessoas que conhecia e são portadoras. Em outras, com amigos de amigos”, diz.

“É fácil encontrar os medicamentos para venda. São comercializados como droga inclusive nas baladas”, afirma. Esses tipos de relatos já chegaram aos ouvidos de Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatório do Centro Estadual de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo. “É impressionante”, diz . “É preciso ter consciência. Os medicamentos mudam todo o mecanismo celular, podem causar diarreias severas. Infelizmente, a geração atual associa a prevenção do HIV a um comprimido”, afirma.

O infectologista Artur Timerman, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, ressalta que o “trio” que passou a frequentar as baladas é uma bomba para o coração, tem efeitos colaterais, muitos ainda nem mensurados pela medicina, além de representar uma ameaça ainda mais séria para o controle da aids. “O uso indiscriminado é uma ode à irresponsabilidade, pode deixar o organismo resistente ao medicamento”, afirma. “Isso significa que, se um dia a pessoa precisar do coquetel porque foi contaminada, não vai funcionar” , diz.

O número de adeptos da mistura ainda não foi calculado. “Já ouvimos falar muito sobre o uso desvirtuado dos antirretrovirais misturados a outras drogas, mas nunca conseguimos detectar a veracidade disso por meio de estudos científicos”, afirma o médico Ésper Kállas, que coordena pesquisas sobre o assunto no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) . “No ano passado, um dos médicos que é colaborador do nosso projeto fez um trabalho para tentar mapear esse comportamento em São Francisco, um dos redutos gay dos Estados Unidos”, conta.

A coleta de dados foi feita em circuitos de bares e clínicas. Os resultados mostram que 18% dos entrevistados já tinham ouvido falar no coquetel, parcela que caiu para 2% quando a pergunta era se “uma pessoa conhecida” já o tinha utilizado. Apenas 0,12% dos entrevistados no levantamento admitiu ter usado a mistura.

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Itararé

Para o jogo marcado no feriado de 07 de setembro (Dia da Pátria) entre Paulista FC x AA Itararé, apitará o limeirense Thiago Luís Scarascati, 35 anos. Risser Jarussi Corrêa e Eduardo Vequi Marciano (ambos experientes e com 39 anos de idade, que costumeiramente são escalados em Jundiaí) serão os bandeiras. André Luiz Ribeiro Cozzi será o 4o árbitro.

Scarascati apitou a final da Copa SP de 2015 (outro árbitro que apitou uma final da Copa São Paulo sendo escalado no Jayme Cintra). Desde a sua boa estréia na série A1, acabou oscilando tecnicamente mas retornou à boa forma. Apitou na semana passada a vitória do Flamengo de Guarulhos contra o Comercial de Ribeirão Preto, embora esteja sendo bastante escalado no Brasileirão das diversas divisões. Aliás, me chamou a atenção ter apitado no Acre a partida entre Rio Branco x Macapá na “Arena Floresta” e 3 dias depois estar trabalhando como AAA no Rio Grande do Sul no Grêmio x Fluminense na “Arena Grêmio“. Está bem no acúmulo de milhagens…

Dentro de campo, das partidas que assisti, vi que ele “gosta de jogo”; ou seja: não fica parando a partida a qualquer motivo, permite o contato físico viril mas sabe coibir o excesso que vira falta. Um time mais forte fisicamente e que goste de contra-ataque, se dá bem com tal estilo de arbitragem.

Desejo uma ótima partida para todos e uma grande arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Itararé pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Vagner Alves; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Sexta-feira às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– 5a para rezar!

Todas as 5as feiras são dedicadas à Adoração ao Santíssimo Sacramento – o Corpo de Cristo, Jesus Eucarístico, Pão dos Anjos e Alimento da Alma.

Já fez sua prece hoje e/ou reservou um momento para seu lado espiritual?

🙏🏻#Catolicismo #Eucaristia #Religião #Fé