– E enfim prenderam o Oliveira Júnior!

Quer dizer que Oliveira Jr, ex-investidor do clube de futebol Ituano, ex-agente do lateral esquerdo Roberto Carlos (que sempre o acusou de ter ficado com sua fortuna) e ex-político em Itu, estava escondido há tantos anos em Campina Grande?

Em: https://jornalnoticias.org/g1/ex-vice-prefeito-de-itu-condenado-por-homicidio-e-preso-na-paraiba/

EX-VICE-PREFEITO DE ITU CONDENADO POR HOMICÍDIO É PRESO NA PARAÍBA

O ex-vice-prefeito de Itu (SP) e empresário Élio Oliveira Júnior foi preso pela Polícia Militar na noite desta terça-feira (25) na cidade de Cubati, na região de Campina Grande. Ele foi condenado a 20 anos de prisão, em 2015, por homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio e era considerado foragido da Justiça. A condenação foi pela morte de um advogado em Itu, em 2006.

Segundo o comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar, coronel Afonso Galvão, moradores de Cubati denunciaram Oliveira Júnior, por considerar a atitude dele suspeita na cidade. Abordado pela equipe da PM por volta das 10h desta terça-feira, ele apresentou um documento falso, com o nome de José Djalma Santos Dias.

Como a documentação estava regular, ele foi liberado. Porém, com auxílio da Polícia Civil, a verdadeira identidade dele foi descoberta. Os policiais ficaram esperando o ex-vice-prefeito voltar e fizeram a prisão, em cumprimento ao mandado de prisão da Comarca de Itu que estava em aberto, por volta das 18h, na casa onde ele estava morando, no Conjunto Novo.

Segundo o delegado seccional da 13ª Delegacia Distrital, Pedro Ivo Soares, Oliveira Júnior foi levado para a Delegacia de Picuí, onde, além de ter o mandado de prisão cumprido, vai ser autuado pelo crime de falsidade ideológica pelo delegado plantonista Fernando Zoccola. Nesta terça-feira, vai passar por audiência de custódia e ficará à disposição da justiça, provavelmente sendo transferido para São Paulo em seguida.

O advogado de Oliveira Júnior, Flávio Markman, disse ao G1 que está ciente da prisão, mas que só vai se pronunciar depois que se inteirar melhor da situação. Ele afirmou que a chegada de Oliveira Júnior em São Paulo está prevista para quarta ou quinta-feira.

Entenda o caso

O advogado Humberto da Silva Monteiro foi morto com dois tiros na cabeça, no Centro de Itu, em 2006. Ele estava no banco do passageiro de uma caminhonete dirigida pelo radialista Josué Dantas Filho, que também era funcionário da prefeitura. Os autores do crime atiraram também contra o radialista, mas erraram o alvo. Divergências políticas teriam motivado o crime.

Além de Oliveira Júnior, também teriam participado do crime Tiago Martins Bandeira e Eduardo Aparecido Crepaldi, que estavam na moto. Foram condenados Luís Antônio Roque, o Tonhão, e o ex-policial militar Nicéias Brito, que eram seguranças de Oliveira Júnior.

O ex-chefe de torcida organizada Força Jovem, do Ituano, José Roberto Trabachini, chegou a ser preso acusado de tentar contratar assassinos que cometeriam a ação, porém, ele foi o único inocentado pela Justiça.

Depois de deixar o cargo em Itu, Oliveira Júnior se elegeu vereador em Ribeirão Preto, cargo que ocupou até 2011, quando foi cassado por quebra de decoro parlamentar.

Oliveira Júnior estava foragido desde 2015, quando foi condenado a 20 anos de prisão. Ele apresentou documento falso à polícia, mas foi descoberto em Cubati, no interior da Paraíba. Ex-vice-prefeito de Itu, Oliveira Junior, era considerado foragido da Justiça (Reprodução/EPTV).

 

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– Dia de São Cosme e Damião

Hoje, 26 de setembro, é dia de festa para a Comunidade Católica: Dia de festejar os santos irmãos gêmeos Cosme e Damião, considerados por muitos protetores das crianças.

Porém, como o Brasil é um país de imenso sincretismo religioso, algumas crenças africanas lembram desses dois santos como divindades de sua fé, celebrando no dia 27, amanhã.

Compartilho a história de vida e santidade deles, extraída de CancaoNova.com

SÃO COSME E SÃO DAMIÃO

Eram irmãos gêmeos, médicos de profissão e santos na vocação da vida. Viveram no Oriente e, desde jovens, eram habilidosos. Com a conversão passaram a ser também missionários, ou seja, aproveitando a ciência com a confiança no poder da #oração levavam a muitos a saúde do corpo e da alma. Viveram na Ásia Menor, até que diante da perseguição de Diocleciano, no ano 300 da era cristã, foram presos pois eram considerados inimigos dos deuses e acusados de usar feitiçarias e meios diabólicos para disfarçar as curas. Tendo em vista esta acusação, a resposta deles era sempre:
“-Nós curamos as doenças, em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder!”
Diante da insistência, quanto à adoração aos deuses, responderam:
“-Teus deuses não têm poder algum, nós adoramos o Criador do Céu e da terra!”
Jamais abandonaram a fé e foram decapitados em 303. São considerados os padroeiros dos farmacêuticos, médicos e das faculdades de medicina.
– São Cosme e São Damião, rogai por nós!

CURIOSIDADE: Cosme e Damião foram degolados na Síria a mando do imperador Deocleciano, que queria impor a sua religião a esses cristãos. EXATAMENTE a mesma coisa que os terroristas do ISIS (Estado Islâmico) fazem hoje – e na mesma região!

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– Sorrisos no Vocabulário Global da Web

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

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– Como se menospreza a figura humana na Arbitragem: o caso Dilbert!

Todos nós sabemos que as Federações Estaduais e a CBF transformam a figura do árbitro de futebol (inclua-se aqui os termos populares “juiz, bandeira, AAA” e tudo mais) como PRESTADORES AUTÔNOMOS DE SERVIÇOS AOS CLUBES. Isso ocorre para fugir da caracterização do vínculo empregatício, e as riquíssimas entidades não pagarem 13º salário, FGTS, férias, etc..

Em tese, o árbitro é contratado pelos clubes e de maneira autônoma recebe deles (como se nem existisse cobrança dos testes físicos, escritos e capacitações por CBF e outros).

O problema é que não existe REAL planejamento de carreira. As Comissões de Arbitragem usam o cidadão como objeto, extraindo tudo o que podem e jogando-o no lixo quando não interessa mais.

Já se questionou por quê tanto “nome ruim” surge, não mostra qualidade e perdura (insiste-se em suas escalas) e outros bons somem do nada, dando espaço a esses citados?

Pior: o que fazem os Sindicatos Estaduais e a ANAF, que recebem percentual das escalas e que, confesso, NUNCA VI BATEREM DE FRENTE com os patrões?

Aliás, dirigente sindical que trabalha para aquele que deveria ser o outro lado da relação, é surreal. Será que isso acontece no futebol também?

Digo isso após ler o absurdo caso do experiente e competente Dilbert Pedrosa, jogado as traças sem explicação.

Aliás, o que teria justificado o Cel Marinho para deixá-lo de lado? O que o sindicato da categoria de Dilbert fez pelo mesmo?

Extraído do UOL, em: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/09/25/bandeirinha-ex-fifa-vende-colecao-camisas-e-desabafa-a-porta-fechou.htm

EX-FIFA, BANDEIRINHA VENDE COLEÇÃO DE CAMISAS E DESABAFA: “A PORTA FECHOU”

Dibert Pedrosa Moisés trabalha há quase 30 anos com arbitragem. Filiado à Federação Carioca de Futebol, está no quadro de árbitros assistentes da CBF desde 1997 e, por quatro temporadas, entre 2008 e 2012, foi dono de um escudo da Fifa. Ele foi bandeirinha em partidas importantes nos últimos anos, como a semifinal da Libertadores de 2012, entre Santos e Corinthians, e a final da Copa do Brasil de 2008, além de Eliminatórias da Copa do Mundo, Sul-Americana, Brasileirão e Estadual. Uma carreira recheada por grandes momentos que já não acontecem mais.

Em 2018, ele participou de um jogo da Série B do Campeonato Brasileiro e cinco da Série C. Também tem atuado na Liga Municipal de Magé, em partidas de futebol amador. Aos 47 anos de idade, amarga ausências nas escalas da CBF e já não atua há três meses. “Não posso ficar aguardando segunda-feira, terça, quarta, e nunca ser escolhido para trabalhar. Semana passada eu solicitei dispensa até 31 de dezembro, tenho que dar sentido à minha vida”, desabafa, ao UOL Esporte.

Uma das formas de “dar sentido à vida” é equilibrar as contas em seu primeiro ano de pouco destaque na arbitragem. Ele conseguiu com a venda de sua coleção de camisas de futebol. Os itens foram presenteados por clubes ao longo dos últimos anos e vendidos em um grupo de amantes de futebol no Facebook. Dibert se desfez de camisas de times como Vitória, Chapecoense, Sport e Coritiba, além de camisas e agasalhos de arbitragem, com logotipos da CBF e até da Fifa. Os valores variaram entre R$ 70 e R$ 400, e vão ajudar o bandeirinha a ter um fim de ano de menos aperto financeiro.

“Uma das camisas que mais doeu vender foi da seleção da Itália, quando trabalhei em um amistoso Fluminense x Itália pré-Copa do Mundo. Mas não tive o que fazer. Sem solução, sem alternativa, eu tinha que suprir as necessidades da minha família. Vivemos um período de crise financeira e política no país. Eu me encaixo entre as pessoas que precisam de uma fonte de renda dentro de casa. Minha fonte secou”, desabafa o profissional, ainda credenciado pela CBF.

Além do futebol amador, Dibert Pedrosa Moisés espera voltar a trabalhar com futebol no Campeonato Carioca de 2019. Até lá, a renda das camisas e um trabalho freelancer em uma empresa de seguros ajudarão nas despesas.

Árbitros sem segurança financeira

A arbitragem é reconhecida como profissão desde 2013 no Brasil, mas seu regime de atuação não é profissional. Não há um salário fixo, pois federações e CBF não estabelecem vínculos empregatícios. O pagamento é conforme o número de jogos em que se trabalha. Em períodos como a pausa da Copa do Mundo, sem jogos, não há trabalho. Ainda há o problema das escalas, definidas por sorteio. Se você não é sorteado, não trabalha. Em caso de punição por erros, também não há trabalho. Ao UOL, em entrevista recente, o comentarista de arbitragem Sálvio Spinola falou sobre o assunto: “Ter remuneração mensal é ter estrutura.”

Jacqueline Resch, consultora de RH e carreiras, faz ressalvas: “O primeiro ponto é que trata-se de uma carreira em que a pessoa não depende só de talento e investimento para ter retorno. Depende do fator sorte. Mas pensar ‘ó vida, ó azar’ não é uma postura construtiva. É preciso pensar que essa condição caracteriza a profissão. Então, uma atuação alternativa, construir outras possibilidades, é importante. Hoje, as pessoas não têm uma única atuação. A outra alternativa é o grupo (arbitragem) se fortalecer para reivindicar outros critérios que não só o sorteio. Mas é um caminho coletivo. No individual, é preciso o pé na realidade.”

É o que Dibert está fazendo. “Estou tentando me recolocar porque arbitragem toma muito tempo. Qual dono de empresa aceita que seu funcionário saia para ficar dois ou três dias fora do emprego para ter um ganho extra? Quem é esse patrão? Se não tem como ter rotina, o cara fica estagnado”, diz o árbitro. Ele cita uma viagem de 30 dias ao Chile, a trabalho pelo futebol, como razão para poucas oportunidades fora do esporte.

Boa parte dos árbitros trabalha paralelamente. São autônomos, funcionários públicos, donos dos próprios negócios. Jacqueline Resch, coach de carreiras, dá até dicas: “Hoje, há empresas um pouco mais flexíveis. Pode ser que o árbitro encontre uma empresa apaixonada por futebol ou que tenha essa cultura. As pessoas podem achar sua história extremamente curiosa ou podem achá-lo criativo, porque a profissão exige uma série de atributos. Conciliar hoje é possível.”

Dibert começou em outro esporte

O bandeirinha considera ter quase 30 anos de carreira como árbitro porque coloca na soma um período ainda na adolescência. Ele era jogador de vôlei na época de escola, fã da geração de Montanaro, Renan e Bernard. Criou amizade com os responsáveis pela arbitragem de competições esportivas em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Ainda jovem, passou a trabalhar como mesário, cronometrista e anotador em esporte amador – inclusive no futebol. Entrou para os quadros da Federação Carioca em 1993. A estreia na elite estadual foi em 1996, com jogo entre Fluminense e Barreira.

Após mais de 200 partidas na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro e quatro temporadas na elite do futebol sul-americano, como árbitro Fifa, hoje ele se considera “rebaixado”. Deixou o quadro internacional por razões físicas e acha que o esquecimento em grandes torneios nacionais se deve a um erro na partida entre Vitória e Chapecoense, pela 16ª rodada do Brasileirão do ano passado. Ao todo, foram quatro erros considerados pela CBF em 2017. O preço: não trabalhou na Série A no ano seguinte. “Eles me pararam”, critica.

Desempregado na área de vendas, que era sua principal fonte de renda, ele sente pelo momento: “O que me restava era a arbitragem, mas a porta se fechou e não posso ficar criando ilusão de que ainda vou trabalhar.” Segundo Dibert, a remuneração da CBF aos árbitros hoje em dia é boa e está melhorando, com cada vez mais conquistas do setor. “Mas e quando você perde tudo, como faz? E aí?” “Isso é viciante, vira uma cachaça. A arbitragem acaba se tornando uma paixão, e o árbitro, por muitas vezes, também se ilude com o meio, que é fantástico, mas ilusório. Você vai para essa ilusão. Quando você entra em um estádio, uma arena de Copa do Mundo, se não tiver um alicerce você se encanta com tudo, fantasia, vive um sonho. Tem que viver esse sonho, sim, respirar esse sonho. Mas botar o pé no chão e voltar à realidade.”


Agasalho de arbitragem da Fifa foi um dos itens comercializados na Internet

– Oi, 4a!

Bem rapidinho, pois o tempo urge!

Quatro cliques para motivar em poses mobgráficas:

1. Preparar os equipamentos e ir correr logo cedinho. Clique 1:

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2. Enquanto correr, rezar com a Virgem Maria. Clique 2:

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3. Depois de suar, alongar com as flores! Clique 3:

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4. Para terminar, contemplar o amanhecer. Clique 4:

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Que tenhamos um ótimo dia de vida nesta quarta-feira!