– O que é Respeitar o Funcionário dentro da Empresa?

Chefes que pensam no bem estar da equipe e na alegria de cada um de seus funcionários? Isso é possível?

Para o autor de “Felicidade dá Lucro“, sim!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

RESPEITAR UMA PESSOA NO TRABALHO NÃO É SÓ FALAR BAIXO COM ELA.

Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores — e isso não tem a ver com ser permissivo

Imagine o seguinte cenário. Uma empresa concorrente faz uma proposta para contratá-lo. Animado, você ensaia deixar o cargo atual e partir para a nova casa. Já está tudo certo para você sair. Só que o seu empregador faz uma contraproposta. E… Fica difícil negar. Se você não passou por tal situação, certamente tem um colega que sim. Mas para Marcio Fernandes, CEO da distribuidora de energia Elektro, a estratégia dessas empresas não faz o menor sentido. “É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência das pessoas”, afirma. Marcio ficou conhecido por levantar, com firmeza, a bandeira da felicidade dentro das corporações. Ele é autor do livro “Felicidade dá Lucro” (Companhia das Letras), lançado no ano passado, e suas ideias vão contra os modelos mais tradicionais de gestão.

O executivo, que assumiu a presidência da Elektro aos 36 anos, defende que, com abertura para diálogo e “convergência de propósitos”, é possível ir muito mais longe. Trata-se de uma forte relação de confiança e respeito com os trabalhadores. “A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.” E se engana quem pensa que a filosofia tem a ver com ser mais permissivo. Nada disso. A “régua é alta” para os funcionários. Ou melhor, “colaboradores”. No meio da entrevista, Marcio Fernandes pede para fazer um adendo: “Não falo de funcionário, falo de colaborador. Máquinas funcionam, pessoas podem optar por colaborar. É bem sensível, mas faz diferença”.

No começo de novembro, ele falará sobre como fazer da felicidade uma vantagem competitiva na HSM Expo 2016, em São Paulo. Nesta entrevista, o executivo aborda a relação que gestores devem construir com sua equipe, o lado positivo de trabalhar sobre pressão e como não deixar que a crise espalhe pessimismo dentro da empresa.

Até que ponto um gestor deve se preocupar com a felicidade de sua equipe no que diz respeito a questões que vão além do trabalho?
Ele tem de se preocupar 100%. Mas não é o “dono” do que acontece na vida das pessoas. Ele tem de ter limites de respeito — não pode invadir a individualidade de maneira alguma —, mas tem de se interessar. É importante saber se a pessoa está bem em casa, se está endividada, se está doente ou se há alguém doente na família. É o interesse genuíno. Isso porque é muito difícil chegar para alguém e dizer: “Minha visão dos seus valores está ali naquela parede, somente siga”. O cara vai odiar, nem sabe se concorda. O que fazemos é, antes de dizer o que queremos dele, perguntar o que ele quer. Se conseguimos ter esse nível de discernimento e sensibilidade, teremos uma equipe de altíssima performance porque saberemos respeitar os momentos de cada pessoa.

Se a pessoa está com algum problema, qual é o próximo passo? Como o gestor poderia interferir?
Aqui [na Elektro], oferecemos ajuda. Tem ações institucionais, como o sistema “Mais Apoio”. As pessoas podem acioná-lo a qualquer hora do dia, com total confidencialidade e anonimato, para falar de qualquer problema. Se está endividada, ela tem auxílio de um consultor financeiro para reestruturar as contas e renegociar dívidas. Ou, se preferir, pode ir direto para o gestor. Uma colaboradora está com a filha na UTI desde que nasceu. A licença maternidade já acabou, ela voltou para o trabalho, mas a menina continua no hospital porque nasceu muito prematura. Então, conversamos e construímos uma escala de trabalho que viabilize que a mãe priorize a filha. Isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho. É uma relação de confiança.

O ideal, então, é que os gestores conversem frequentemente?
Dimensionamos as equipes para que o líder tenha condições reais de, durante o período de um mês, falar com todas as pessoas individualmente, com qualidade, pelo menos três vezes. Isso vai gerando um alinhamento, uma combinação melhor das expectativas. Saímos do efetivo — regras, metas — e ampliamos para o que é afetivo também.

E assim o trabalhador sente-se mais motivado?
É uma construção. A primeira coisa é abrir diversos canais para que as pessoas possam ser ouvidas. Investimos muito na preparação da nossa liderança para que ela soubesse abrir espaço para o diálogo. Historicamente, no mundo normal, o chefe é o cara que manda. Colocamos aqui uma quebra de paradigmas. Nem chamamos nossos líderes de chefes, mas de facilitadores. E também medimos o líder, em indicadores de performance, pelo desenvolvimento de pessoas. A gente não faz avaliação de desempenho, mas um diário de competências, ressaltando o que está indo bem e apontando o que precisa de melhorias — e contribui para esse processo. À medida que tudo isso se desenrola, as pessoas vão se sentindo mais à vontade para opinar, para participar, para mudar de área.

Ouço o sr. falando muito sobre respeito. Imagino que vá muito além de simplesmente não levantar a voz com o subordinado. 
A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada. Isso é não cometer assédio moral. Respeito vai muito além. Respeitamos as pessoas, por exemplo, quando não fazemos julgamento em relação às escolhas que ela faz — sejam opções pessoais ou de carreira. Não fazemos um trabalho para que a pessoa fique onde a gente quer que ela fique. A gente trabalha para que elas fiquem onde elas sonharam ficar. Ela não precisa mentir para fazer uma média com o chefe. Aqui ninguém faz média. Todo mundo sabe que os facilitadores são medidos pelo desenvolvimento de pessoas. Se a pessoa for sincera com ele e sincera consigo mesma, ela vai buscar o que sonha. E nós vamos respeitar. O normal é o vertical: o cara entra em uma posição de advogado júnior, vai para advogado pleno, depois advogado sênior, depois gerente do jurídico. Aqui a gente deixa aberto para ele dizer, em uma conversa franca, o que quer. Ele pode dizer que o sonho dele é trabalhar no RH. Aí, fazemos uma análise do que ele tem e do que ainda falta para ele conseguir a vaga que busca, ele vai investir nele mesmo e vamos ter um programa de educadores. Quando fazemos isso, conseguimos uma grande convergência de propósitos. Todo mundo ganha.

Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média”

No momento econômico turbulento pelo qual passa o país — quando todos são mais cobrados —, como não deixar que o pessimismo se espalhe dentro da empresa?
Essa é uma dúvida recorrente. A crise, muitas vezes, degenera a vontade das pessoas de lutar. Parece que a guerra está perdida — elas acabam aceitando muito passivamente. Chegam a usar esse momento difícil como justificativa para insucessos individuais. Também muitas empresas falam da crise como a grande culpada de tudo. O que temos feito para nos blindar e impedir que as pessoas se influenciem é, basicamente, duas coisas. Primeira: criar movimento. Significa fazer com que a vida da pessoa passe a ter ritmo, que não seja só guiada. Tem que ser uma vida de protagonismo, de autonomia. A segunda parte: dar abertura total a propostas. Ao mesmo tempo em que vivemos uma crise, estamos batendo recordes de eficiência gerados pelo protagonismo dessas pessoas. A gente tem, sim, dificuldades. Afinal, a crise nos afeta, já que o consumo de energia diminui. Mas por outro lado, a gente chega a quase 30% de eficiência em custos, sem fazer nada absurdo. Pelo contrário, a gente fala de eficiência e não de corte. As pessoas é que estão sendo as protagonistas disso. A gente promove uma verdadeira revolução no currículo das pessoas que querem fazer coisas diferentes. A abertura para propostas faz com que as pessoas queiram participar. E as pessoas que participam têm mais reconhecimento. Elas entram em um ambiente de movimento contínuo. Todo esse movimento faz com que não se sintam vulneráveis à crise.

Então mais pressão não precisa significar menos chances de ser feliz?
Costumo dizer que a pressão é só mais um ingrediente. Eu, por exemplo, gosto de ambientes com um pouco mais de pressão. A gente precisa de algum gatilho. Em momentos de pressão, as pessoas tendem a se movimentar com mais ênfase. E o que seria um motivo para pessoa ficar triste e frustrada, torna-se o contrário. Porque ela teve uma disciplina maior para buscar aquilo que sonhou e, óbvio, terá mais êxito.

Muitas pessoas criticam a ideia de que você tem de buscar felicidade o tempo todo. Você discorda delas?
Não. Acho que é impossível buscar o tempo inteiro a felicidade. Realmente existem momentos que não são considerados felizes. É só que, na minha opinião, precisa ter sempre uma conexão muito clara com propósitos. Se você conseguir se conectar com um propósito, seja lá o que você fizer, vai ter mais momentos de felicidade do que a média de pessoas.

Sua filosofia tem a ver com acabar com a ideia de que existe uma vida no trabalho e outra fora. Quando essas duas se convergem?
Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

Quais são os piores exemplos que já observou em empresas?
Tem inúmeros exemplos. A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo. A gente nunca passa da média. Quem quiser ficar aqui tem de ser por uma opção de vida. E ainda há empresas que fazem debate sobre políticas de retenção. Acho isso tão imbecil.

O que tem de ser feito no lugar?
Para mim, um processo de encantamento, para que a pessoa decida trabalhar com você.

Como um gestor pode ajudar o colaborador a encontrar seu propósito?
Você não cria um propósito no trabalho para a pessoa. Você pega o propósito que a pessoa tem para a vida dela e converge para os seus propósitos de trabalho.

Atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa”

Como assim?

Digamos que a empresa tem o propósito de ser a maior do Brasil, com a maior rentabilidade, com o melhor serviço ao cliente. Esse é o propósito de uma empresa.  Aí você pega a pessoa e vê qual é o propósito de vida dela. E você tem de conversar com pessoa por pessoa para saber. Você vai mapear isso, registrar e fazer com que os propósitos de empresa e das pessoas seja convergente. Eu já tive uma discussão com o diretor de uma empresa do setor financeiro. Ele disse que criava propósito para as pessoas: atender bem o cliente, respeitar o fornecedor… Cara, isso não é propósito para a pessoa, é propósito para a empresa. A pessoa pode olhar e questionar: “essa empresa só quer isso de mim?”. Isso é o que ela vai fazer porque você está pagando. O que é preciso saber é o que a pessoa quer para a vida dela. Ela vai ver que existe interesse genuíno. Não dá para você ficar mandando, obrigando, fiscalizando as pessoas o tempo inteiro. O controle custa caro demais, então a gente precisa criar convergência de propósito.

Depois de virar referência em felicidade, a procura por cargos na Elektro aumentou?
Nossa, muito. Tivemos um aumento muito legal. A gente fazia programa de seleção de estagiários e, para completar o número de vagas, dava um trabalhão. Afinal, o setor de energia elétrica não é muito sexy. Então a gente sofria. Agora, vou dar o exemplo do último programa que a gente fez. Foi no meio do ano, período não muito comum para procurar estagiários. Tivemos também 20 vagas — só que 60 mil inscrições. Foi de cair da cadeira. No final, acabamos ampliando o programa e chamando 40.

Ser um líder de que todos gostam pode afetar a maneira como o gestor faz suas decisões?
A gente não é uma ONG. Todas as lideranças aqui são, sim, admiradas. Mas o que as faz ser assim não é serem paternalistas ou simplesmente passivas. É fazer tudo com ética, justiça, coerência. Ser admirado como gestor é resultado de uma gestão transparente, aberta, participativa. Não é que você pode fazer coisas erradas. “Ah, não vão me mandar embora.” Pelo contrário, temos uma régua muito mais alta agora que nos tornamos exemplo.

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– A Regra nova em Botafogo x São Paulo

Estou escrevendo aos 10 minutos do primeiro tempo sobre o lance de gol do Diego Souza (o de empate contra o Botafogo). Válido ou não?

Quando Nenê chuta, Diego Souza está bem impedido e não pode dominar a bola. Entretanto, a bola bate em dois atletas do Botafogo e sobra para ele. E aí?

Se você me perguntasse sobre isso há dois anos, eu diria que o gol foi ILEGAL, pois desvio não tira impedimento. Mas isso mudou em algumas situações, e isso faz com que o gol seja legal em 2018.

Entenda: se um jogador adversário tocar na bola por tentar disputá-la, a FIFA orienta que esse toque habilitou o atacante. Mas importante: isso vale quando se quer disputar a bola, pois se ela bate despretensiosamente, o impedimento continua valendo. No Engenhão, entendo, os dois jogadores da defesa foram interceptar o lance. Assim, gol LEGAL.

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– Que cambada de Chatos! A INFERNET no dia-a-dia

Vou misturar dois assuntos que se interligam: Política e Religião, que pouca gente quer discutirmas se deve respeitar.

Viram como está se beirando o fanatismo religioso as Eleições? A turma do #EleNão, a dos #Bolsomitos, do #LulaLivre, do #MLB entre outros grupos de Direita e Esquerda querendo prevalecer a verdade deles sem respeitar a dos outros.

  1. Lula é deus e Haddad seu profeta para alguns (e toda a corrupção, petrolão e mensalão são “mentirinhas”.
  2. Bolsonaro e sua metralhadora são a salvação para todos os males da Nação (como se nunca estivesse ido a Brasília e fosse novo em pleitos).
  3. Alckmin é o santo, e seus pares discípulos intocáveis, como Aécio e Serra.
  4. Meirelles? Orbitou tanto tempo, é do MDB de Temer que não caiu e do Renan que sempre  se agarra no poder.
  5. Aliás, a dona Manuela, vice do Lula e agora do Haddad, tão correta que é, não se manifesta ou importa do Calheiros estar com eles (assim como Jucá e Temer estiveram um dia)? Demagogia barata…

O duro é você entrar na Internet e ver o Inferno que se tornou, com apoiadores de toda essa gente poluindo as Redes Sociais e transformando-as em Redes Anti-Sociais.

Sem dúvida, virou INFERNET, como diria nosso pároco, Padre Márcio. E é aqui que interajo Política com Religião. Leram o Evangelho desse domingo?

De São Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48):

Naquele tempo, 38João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”. 39Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. 40Quem não é contra nós é a nosso favor.

41Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.

42E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço. 43Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.

45Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. 47Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 48‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Pois é: assim como a Boa Nova diz entre outras coisas que, se nossas companhias nos levam às drogas, devemos nos afastar delas; ou como se nossas mãos servem para agredir ao invés de serem estendidas para ajuda, nós também devemos evitar / cortar coisas que nos perturbem ou levem à perdição. Discutir desrespeitosamente a Política e estimar pessoas corruptas é um desses casos, que nos cegam, que tiram da razão e afloram as discussões, transformando a Internet num verdadeiro “Infernet”!

Cuidado para que não nos esqueçamos de refletir a imagem abaixo:

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– Os 3 lances de pênaltis reclamados em América-MG 0x0 Corinthians. Certos ou errados?

Em um jogo extremamente limpo, pouco faltoso e com muito tempo de bola rolando (fato raro no Campeonato Brasileiro), leio / escuto / vejo 3 reclamações de pênaltis supostamente não marcados (2 a favor do Corinthians e 1 para o América-MG). Vamos a eles?

1- Aos 65 minutos, uma bola é chutada para o gol do Timão por Matheusinho (AMG), que bate em Henrique (SCCP) e rebate no braço de Ralf (SCCP), que se assusta! Não é pênalti nem ação anti-natural. Totalmente sem intenção. Acertou o árbitro Marcelo de Lima Henrique em nada marcar.

2- Aos 88 minutos, Roger (SCCP) toca a bola para seu companheiro Gabriel que está entrando na área. Gerson Magrão (AMG) interrompe a projeção com sua perna, travando-o, e comete pênalti. Encoberto, Marcelo de Lima Henrique não viu e foi traído pela omissão do bandeira 1 Michael Correia e do AAA 1 Daniel Victor Costa e Silva, que nada fizeram.

3- Não me recordo dele durante a partida (pode ter passado batido por mim), mas o lance a seguir eu recebi sem áudio, nomes dos atletas ou tempo de jogo. Dando uma fuçada vi que foi real, embora pouco reclamado: o Corinthians está no ataque, a bola é cruzada e um jogador do Coelho se joga de carrinho para cortá-la, sendo que a bola bate em seu braço de apoio. Por mais que alguém possa dizer que houve intenção, não houve. Imprudência? Esqueça, não se avalia isso em lances de mão e braço. Movimento anti-natural ou intenção disfarçada? Também não, já que é impossível você dar um carrinho com os braços grudados no corpo. Acertou o árbitro nessa ótima e importante leitura da jogada.

Enfim: apenas um erro (relevante, lógico) na partida, sendo que o árbitro carioca não pode ser culpado por ele mas sim o bandeira e adicional, repito, pela omissão.

Roger viu pênalti a favor do Corinthians no segundo tempo do jogo diante do América-MG

– São Jerônimo e o Dia da Bíblia

Hoje é dia de São Jerônimo, doutor da Igreja que organizou a Bíblia Sagrada (por isso que se celebra neste 30/09 também o Dia da Bíblia).

Conheça sua bela história: 

http://instagram.com/p/tkIdmdnYwW/

Extraído de CancaoNova.com

SÃO JERÔNIMO

Nasceu na Dalmácia em 340, e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É de São Jerônimo a célebre frase: “Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo”.Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de ardoroso estudioso em Roma. Estando na “Cidade Eterna”, Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e se esforçava para decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Nessa cidade, ele teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, ele se apresentava como cristão e era repreendido pelo próprio Jesus por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). No fim da permanência em Roma, ele foi batizado. Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa #peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a ajuda da literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja na época). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria, dedicação sem igual e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal. Saiu de Roma e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o “Dia da Bíblia” no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.

São Jerônimo, rogai por nós.

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– A meia lua virou grande área?

O pênalti grotesco marcado no Pacaembu na partida entre Palmeiras 3×1 Cruzeiro, após a mão do palmeirense na meia-lua, não merece comentários.

De novo um erro grave do conterrâneo do Cel Nunes, o paraense Dewson, que é da FIFA?

Ou será que a meia-lua foi incorporada à área penal e eu não estou sabendo?

Aliás: cadê o bandeira para ajudar?

Que falta faz o VAR…

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– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

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– E o Paulista de Jundiaí está fora da 4a divisão em 2018! Os 10 pontos de discussão.

Acabou o ano para o futebol profissional do Paulista Futebol Clube. Após 26 rodadas, o time, por um gol, não se classificou entre os quatro semifinalistas que disputam as duas vagas de acesso para a série A3.

Passado algum tempo após o derradeiro jogo entre Primavera 2×1 Paulista, com a frieza e calma devidas, valem algumas observações:

  1. Cuadrado cobrou mal um pênalti no final do jogo (defendido pelo goleiro Felipe), que poderia ser o gol de empate e classificar o Galo. Se a bola entra, não estaríamos lamentando ou criticando. Um gol faz o time ir do céu para o inferno. Mas nada de querer crucificar o jovem atacante do time, melhor jogador da equipe jundiaiense no torneio. Gênios perdem pênaltis decisivos, por quê com o bom e humilde jogador seria (e teria que ser) diferente?
  2. O Paulista não foi eliminado em Indaiatuba, na tarde do sábado. O campeonato teve 7 meses até agora! Se ganhasse do Primavera ou do Itararé em casa, ou se não levasse um gol da Inter de Bebedouro aos 47 minutos do segundo tempo, estava classificado. Não é um torneio mata-mata, é campeonato longo de grupos classificatórios.
  3. A juventude do time, que é real, não pode ser “muleta” para justificativas. Todos os times jogaram com atletas Sub23 e, dessa forma, a desculpa se torna furada.
  4. O treinador Sérgio Caetano, em que pese algumas críticas normais e corriqueiras (escalações / substituições), não pode ser o bode expiatório. O time era bem treinado sim, você via isso em campo. Tinhas jogadas ensaiadas, padrão de jogo e variações táticas. Foi ousado no penúltimo jogo em Jayme Cintra sendo extremamente ofensivo (e tinha que ser, pois precisava da vitória) e o risco valeu a pena. Não foi tão cauteloso quanto deveria em Indaiatuba, e o risco não valeu a pena. Normal para o elenco que tinha.
  5. O grupo de jogadores, tecnicamente, é notório quanto a limitação. Mas é o que se pode fazer! Atletas esforçados (Ian e Cuadrado se destacaram quanto a qualidade de jogo, Natham como o coringa esforçado e Barbosa como o trombador). No mais, garotos como Evandro, Carlinhos, Carlos Jr, Zulu, Leo e Papa-léguas que precisam ser melhor / continuamente trabalhados pois “podem vingar”. E André Luís, o goleiro que começou o campeonato mais-ou-menos e foi decisivo. Dos demais, há de se repensar. Quantos cartões amarelos e vermelhos foram recebidos de maneira infantil e, não sejamos ingênuos, cavados em algum momento? Custaria caro, mas um psicólogo faria muito bem ao plantel.
  6. O Campeonato da 2a divisão Sub 23 (que é a 4a na prática) é muito desnivelado. Em 2019 teremos co-irmãos como Marília e Rio Branco somados com “Atléticos de Mogi da vida”. Não dá. Temos que ter 16 equipes regionalizadas e o restante para uma 5a divisão.
  7. Fora das quatro linhas, não se pode reclamar da arbitragem. Do nível de 4a divisão nas séries iniciais, melhorando significativamente nas fases decisivas. O Paulista (ao contrário do que muitos possam pensar ou reclamar devido a paixão natural de torcedor) foi PRESTIGIADO nas últimas rodadas – e eu sou testemunha disso nas conversas de bastidores com a FPF. Aliás, vide a chiadeira que Guarulhos está fazendo pela eliminação do Flamengo (não assisti o jogo Comercial x Flamengo, não posso concordar ou discordar). Erros e acertos da arbitragem não podem ser colocados como culpados.
  8. A diretoria: ora, surgiu a história dos patrocinadores, das entrevistas polêmicas do seu Pepe Verdugo ao Esporte Jundiaí e do Zanata ao GloboEsporte, e tantos outros extra-campo. Você acredita piamente que o elenco de jogadores se abalou com as matérias ou com a repercussão? Sejamos honestos: há muita alienação no futebol, e o salário estando em dia, pouco importa aos atletas (importa, de fato, aos torcedores, que vivem e permanecem no Jayme Cintra, pois jogador fica uma pequena temporada e vai embora – poucos fincam raízes). Isso também não pode ser desculpa.
  9. Patrocínios: concordo com as queixas que as grandes empresas não ajudam o Tricolor como poderiam. Mas deveriam? A Sorvetes Jundiá, a Astra ou a Cereser, por exemplo, querem projeção nacional; assim, por quê gastariam dinheiro com uma equipe que disputa torneio local não televisionado? Haverá retorno comercial / institucional para elas? Vivemos um país em crise, é necessário levar isso em consideração (não se pode “rasgar”dinheiro).
  10. Por fim, a torcida do Paulista: tanto as Organizadas (Raça Tricolor, Gamor, Império e outras) quanto aos torcedores comuns apaixonados, estiveram presentes no estádio e empurraram o time. Foram em caravana para fora! A eles, nenhuma queixa, só elogios. Mostraram a alma da agremiação, que por muitas vezes faltou a todos do elenco. Estão certos sim de cobrar o resgate do time a posições melhores e o fundamental: a ABERTURA DAS CONTAS, o NOVO ESTATUTO e, aqui, acrescento: a participação de representantes das torcidas, da sociedade e da manutenção de quem luta e vive o time (não se demonize a todos, vide o árduo trabalho de pessoas como o Jurandir Segli Jr, como o Juninho e outros – que não podem ser tratados desrespeitosamente). Fica a sugestão: um COLEGIADO diretivo, para que não se individualize um gestor ou um grupo que há décadas não abre o clube. Oxigenar, inovar e se reinventar se faz necessário!

– Depois de tudo isso, onde está(ão) o(s) erro(s) ou o(s) culpado(s)?

Como se vê, é um conjunto de coisas certas e erradas. Por tudo isso, não é errado dizer que “foi longe demais” o Paulista (infelizmente). Mas que não se aceite isso passivamente! Sempre comparei o Paulista no cenário estadual com o Goiás no cenário nacional: uma equipe que fica tempos na Elite, que revela atletas e que “vai tocando o barco”. Quando cai, permanece algum tempo na divisão de baixo para ser “o grande nela e logo voltar”. O que não pode é cair para a 3a divisão (como fizemos) ou para o limbo (a 4a e última). Dessa forma, permanecer nela é sinal de que estamos fora do normal.

Que 2019 seja diferente – aproveitando o que deu certo nessa temporada e aprendendo com os erros desse ano para que não se repitam. E insisto: oxigenar o clube!

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– Natureza em Cores Dominicais (em 5 cliques):

Bom dia. Um domingo cheio de cores amanheceu. Olha aí o azul do céu logo cedinho –  Clique 1:

Para que a manhã seja realmente bela, fui relaxar inspirando-me nas flores do jardim. Fiquei alongando o corpo junto a essa roseira, ainda no escuro. Clique 2:

Como se não bastasse a beleza, tem também o perfume das rosas. Ah se a Web permitisse compartilhar essa fragrância “de baunilha” do botão branco, com suas pétalas carnudas e belas. Clique 3:

E como o dia clareou, s’imbora rodar. Olha ali as cores fortes e inspiradoras do sol. Clique 4:

No 5o e último clique, o “miolo da primavera”. Que detalhe da flor, que parece ter feito pose para ser clicado (fotografia é nosso hobby!):

Que seja um ótimo dia de descanso ou de trabalho para todos!

– Dia dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael

Tenho nome de anjo, embora, logicamente não seja um. Mas tal honraria me faz refletir, meditar, orar… e concluir: os anjos estão presentes na nossa vida, são servos de Deus e tão amigos nossos, e ao mesmo tempo deixamos-os de lado.

Neste dia 29, lembramo-nos dos 3 mais importantes anjos da Bíblia, citados abaixo. Conheça suas histórias (extraído de: Amaivos.uol.com.br)

SÃO MIGUEL, SÃO GABRIEL E SÃO RAFAEL

São Miguel é o defensor do povo de Deus em tempo de angústia e é também padroeiro da Igreja, pela tradição é quem acompanha as almas dos mortos até o céu.  É também conhecido como o Chefe das Milícias Celestes e é invocado na luta contra o mal.  Considerado Príncipe dos Serafins, seu nome significa “aquele que é semelhante ao próprio Deus.”

São Gabriel é o grande comunicador, sendo responsável pelo anúncio do nascimento de João Batista e, honra maior, pelo anúncio à Maria sobre o nascimento de Jesus Cristo.  É conhecido como patrono de todos aqueles que trabalham com transmissão de informações.  Seu nome significa “homem de Deus” ou, ainda, “Deus mostrou-se poderoso”.

São Rafael é o companheiro de viagem do homem, seu guia e protetor na adversidade.  É considerado protetor dos viajantes e um poderoso intercessor junto ao Pai.  Seu nome significa “aquele que cura”.

Santificando minha vida:  Deus nos concede a proteção dos santos anjos como auxílio em nossa vida.  Costumo lembrar-me dessa proteção e agradeço a Deus por ela?

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– Sem vacilar: já escolheu os seus 2 senadores para 2018?

Você sabe que teremos que votar em 2 senadores nas próximas Eleições, certo? Além de Presidente e Deputados Federal e Estadual, o Senado renovará 2/3 da sua casa (temos 3 senadores por estado, que atualmente são… responda os do seu estado).

Quais os seus preferidos para 2018? Aliás, sabe o número deles (dos seus dois senadores que votará)?

Um outro ótimo questionamento: em 2014 você votou em um senador apenas. Quem foi ele? E nos dois que você votou em 2010, recorda-se?

É difícil mesmo…

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Na foto, 6 senadores réus envolvidos na Lava-Jato mas que se protegem com a imunidade parlamentar

– Que seja um ótimo sábado!

👊🏻Bom dia para quem é “do dia”. Ou da madrugada, ou da manhã bem cedinho.
O que importa é a oportunidade de estar em pé.
Vamos aproveitar a alvorada com um bom cooper?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDaSaúde, rogai por nós a #Jesus, nosso Mestre e #Senhor. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #JesusCristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺Fim de #cooper: bem #suado, muito #cansado e plenamente #feliz, alongando e curtindo a beleza das #rosas. E a delicadeza dessas #flores?
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅Acordando, #Jundiaí.
Que hoje possa ser melhor do que ontem e pior do que amanhã!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

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Um bom sabadão para todos nós.

– A falha do Facebook resetou 50 milhões de contas?

Caramba, viram a história do ataque hacker ao Facebook, que precisou fazer um “Des-login” nas contas?

Abaixo, extraído do Uol.com:

DESLOGOU AÍ?

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) a descoberta de um ataque hacker que afetou 50 milhões de usuários em todo o mundo. Por conta disso, vários internautas tiveram os perfis deslogados. Quem tentou acessar a conta na rede social, precisou entrar novamente com usuário e senha.

Segundo a companhia, hackers aproveitaram uma falha no código da função “Ver como”. A vulnerabilidade permitiu que os criminosos acessassem tokens — “chaves digitais” que deixam as pessoas continuar logadas no serviço sem precisar recolocar a senha — e isso poderia ser usado para tomar controle das contas das pessoas.

O erro no código foi descoberto na terça-feira (25), mas informado apenas hoje. Desde então, as ações do Facebook, que já estavam caindo 1,5% antes do anúncio, passaram a cair 3,5% depois que a invasão foi exposta.

“Este ataque explorou uma interação complexa envolvendo uma série de ocorrências em nossos códigos. Ele nasceu de uma mudança de código que fizemos na nossa ferramenta de upload de vídeo em julho de 2017, que impactou a funcionalidade ‘Ver como’. Os invasores não precisaram apenas encontrar essa vulnerabilidade e usá-la para ganhar acesso a um token, mas também tiveram que ir desta conta a outras para roubar mais tokens”, diz o comunicado.

Para resolver o problema, o Facebook resetou os tokens de acesso de 50 milhões de contas. Outros 40 milhões de perfis foram deslogados como precaução. Com isso, 90 milhões de perfis foram afetados — isso representa 4% do total de 2,23 bilhões de usuários mensais do site.

O Facebook admite que não tem detalhes sobre a falha, ou seja, não sabe se as contas foram usadas para atividade maliciosa ou se os dados dos donos dos perfis foram acessados. Também não sabe quem são os responsáveis pelo ataque nem de onde ele partiu. O número de contas, assume o Facebook, pode aumentar.

“Ainda estamos no início da nossa investigação”

Guy Rosen, vice-presidente de gerenciamento de produto do Facebook

“Ainda não sabemos se essas contas foram exploradas para usos indevidos”

Mark Zuckerberg, presidente e fundador do Facebook

O Facebook diz que já avisou as autoridades nos EUA e na Europa. Em solo americano, as investigações estão nas mãos do FBI. Na Europa, autoridades de proteção de dados da Irlanda, país que abriga a sede da rede social no continente, foram informadas do caso.

Medidas tomadas pelo Facebook:

  • Solucionou a falha de segurança para prevenir novos ataques;
  • Invalidou o token de acesso (que deixa logar automaticamente) de 50 milhões de usuários afetados pelo ataque, fazendo com que eles fossem deslogados. Essas pessoas serão notificadas no topo do feed principal;
  • Como precaução, deslogou outras 40 milhões de pessoas que usavam a funcionalidade “Ver como” no último ano; elas terão que se conectar de novo;
  • Derrubou a função “Ver como” por medida de precaução enquanto o site investiga o ataque e revisa outras possíveis vulnerabilidades.

Após ataque, Facebook informa que ‘Prévia do Meu Perfil’ foi desabilitada
Pouco tempo depois da divulgação do caso, o senador do Partido Democrata Mark Warner afirmou em comunicado que a falha é mais uma indicação de que a rede social deve ser regulada. “A era do Velho Oeste nas mídias sociais acabou”, disse.

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– Executivos Que apagam Crises

Muito boa a matéria da Revista IstoÉ Dinheiro intitulada “Bombeiros Corporativos”, ou seja, executivos que lutam para reorganizar confusões organizacionais e minimizar crises.

Vem de encontro a figura popular criada pelos administradores de empresas brasileiros: a do “apagador de incêndios

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/bombeiros-corporativos-conheca-os-segredos-e-o-estilo-dos-especialistas-146072-1.htm

BOMBEIROS CORPORATIVOS

Conheça os segredos e o estilo dos especialistas na arte de apagar incêndios de crises financeiras, reestruturar empresas em dificuldades e viabilizar negócios aparentemente impossíveis

Assim como seres humanos, as empresas possuem ciclos de vida. Nascem, crescem e morrem. No meio disso tudo, também enfrentam crises e doenças. Nessa hora, homens e mulheres buscam ajuda de gente especializada, sejam médicos, sejam psicólogos ou pais de santo. No mundo corporativo, também existem profissionais que se dedicam exclusivamente a socorrer companhias que já não conseguem lidar com seus próprios problemas. Como bombeiros, apagam incêndios de crises financeiras, fecham negócios improváveis e desatam os nós mais intricados da gestão das empresas. São profissionais de perfil específico, diferentes dos executivos clássicos que tocam o dia a dia de uma organização. Quem observar o comportamento desses bombeiros perceberá características aparentemente contraditórias. São, ao mesmo tempo, duros nas decisões e carismáticos no trato com as pessoas. Não adotam um tom de conciliação, mas apresentam uma tremenda capacidade de negociação. Mas o que chama mais a atenção é a agilidade. “Esses processos normalmente exigem decisões baseadas em diagnósticos que têm que ser feitos rapidamente”, avalia Adriana Gomes, do núcleo de gestão de pessoas da ESPM, de São Paulo.

Em geral, os acionistas clamam por bombeiros de empresas quando sentem que os efeitos de suas decisões se tornaram inócuos. Muitas vezes, eles já não são capazes de tomar as medidas necessárias para debelar a crise, pois, para isso, teriam que romper laços sentimentais ou até familiares com a estrutura da empresa. Ou seja: falta coragem ou até força política para demitir o veterano colaborador ou o parente que ocupa uma diretoria. “Como se trata de um processo de ruptura, a reestruturação exige do gestor atitudes extremas”, afirma Alexandre Fialho, diretor do Hay Group. “Às vezes, até mesmo como demonstração de força de que as coisas mudarão radicalmente.”

A atividade explodiu na década de 80, quando a instabilidade econômica provocou rupturas violentas nas companhias brasileiras. Um dos pioneiros foi Cláudio Galeazzi, hoje presidente-executivo do Grupo Pão de Açúcar. Sua empresa, a Galeazzi Consultores, foi responsável pela recuperação de grandes companhias, como a Cecrisa, a Daslu e a Lojas Americanas. Outros seguiram o mesmo caminho e um exército de especialistas em reestruturação começou a se formar.

“Esse profissional é forjado dentro da própria consultoria, já que não existem cursos de especialização nessa área”, diz Adriana, da ESPM. “O treinamento é feito por pessoas experientes nesse segmento, que construíram carreiras a partir da experiência prática.” A atividade também requer boas doses de intuição, adverte o headhunter Simon Franco. “É muito importante identificar os talentos ocultos, os líderes informais, funcionários que influenciam os demais, mesmo sem ascendência hierárquica”, diz ele. “Essas pessoas podem tornar a reestruturação mais fácil.”

Os bombeiros adquirem grande força política dentro das organizações que assumem. Em suas mãos, estão o poder de contratar e de demitir, de comprar e de vender, de pagar ou blefar. Trata-se de um risco, que deve ser administrado permanentemente. “O profissional tem que respeitar alguns limites e não se colocar como se fosse dono da empresa”, alerta Adriana, da ESPM. Para entender melhor a atividade desses especialistas em reestruturação, DINHEIRO selecionou as histórias de alguns dos mais respeitados profissionais do mercado. A seguir, conheça as lições que podem ser colhidas da experiência desses especialistas:

(continua em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/618/artigo146072-2.htm)

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