– Desisti!

Ao acompanhar o julgamento do STF e suportar o Gilmar Mendes cansando com sua vaidade (aliás, TODOS os juízes se mostram vaidosos demais), e depois ter que aguentar o incompreensível juridiquês da Rosa Weber, desliguei o rádio!

Aff. A clareza deveria ser OBRIGATÓRIA nos julgamentos – ainda mais essa importante decisão do Habeas Corpus do Lula.

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– Martin Luther King Jr: 50 anos da sua morte!

Hoje se recorda 50 anos do assassinato do pacifista e defensor do direito dos negros, Martin Luther King Jr.

Que seu legado não tenha sido em vão!

Sobre ele, um material muito bom disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/04/legado-de-martin-luther-king-resiste-mas-nao-dissipa-racismo.shtml

LEGADO DE MARTIN LUTHER KING RESISTE, MAS NÃO DISSIPA RACISMO

Movimentos como Black Lives Matter carregam bandeira de líder civil assassinado há 50 anos

por Silas Martí, de Atlanta

No jardim do museu dedicado à memória de Martin Luther King, alto-falantes tocam sem parar a gravação do último discurso do líder negro. “Eu vi a terra prometida. Talvez não chegue até lá com vocês, mas quero que saibam que nós, como um povo, chegaremos à terra prometida.”

King disse essas palavras um dia antes de seu assassinato. Em 4 de abril de 1968, ele foi baleado na sacada de um hotel em Memphis, uma das muitas cidades então segregadas no sul dos EUA.

Um único disparo calou para sempre o líder do levante dos negros contra o ódio racial num pedaço do país que relutava —e, muitos dizem, ainda reluta— em superar suas raízes escravocratas.

Mas suas palavras ainda ecoam meio fantasmagóricas por seu mausoléu em Atlanta, no estado sulista da Geórgia, onde nasceu, e na igreja onde ele pregava bem ao lado, que recebem hordas de visitantes com o áudio pedregoso de seus velhos sermões.

“Quando ouvimos a voz dele, alguma coisa acontece”, dizia Jared Sawyer, um jovem pastor que trabalha no museu de King, ao entrar na antiga igreja. “Toda vez que ponho os pés nesse santuário, sinto a aura de King. O espírito dele continua vivo aqui.”

Mas o que ele chama de aura não envelheceu bem. Enquanto turistas fazem selfies diante de estátuas de líderes do movimento pelos direitos civis, ativistas mais velhos e jovens que se juntaram à luta se queixam de que a situação dos negros só se deteriorou.

“O que havia na época era a segregação legalizada. Hoje, vivemos a segregação dissimulada”, diz Gerald Durley, um pastor aposentado que ainda ostenta no peito a medalha dourada dos que marcharam com o líder. “Vivemos num momento assustador.”

Ele se lembra do dia em que viu pela TV a notícia da morte de King e conta que outros líderes do movimento na época ficaram sem rumo, como os apóstolos sem Cristo.

Mas o erro na luta pelos direitos civis, na visão dele, foi ter posto King num pedestal e ter perdido o fôlego depois das primeiras conquistas, como a garantia do direito ao voto para cidadãos negros e o fim da segregação racial nos lugares públicos.

“Ficamos acomodados, satisfeitos com os louros de vitórias passadas”, concorda Charles Steele, o atual presidente da Conferência de Lideranças Cristãs do Sul, grupo ativista fundado por King.

“Nada avançou em 50 anos, é uma vergonha. E o que mudou foi só cosmético. Diria que estamos até numa situação pior agora do que no dia do assassinato do doutor King. Estamos regredindo.”

Em seu escritório no centro de Atlanta, a quadras da igreja de King, Steele listou ainda uma série de indicadores sociais de negros em relação a brancos, tentando provar que muito pouco mudou.

“Tudo mudou para ficar igual”, diz Vicki Crawford, uma estudiosa de Martin Luther King que dá aulas na Morehouse, universidade onde ele estudou. “Os paralelos entre agora e a época dele são assustadores. São assuntos não resolvidos desde então.”

Essa situação, segundo Crawford e outros analistas, foi se agravando desde a eleição de Barack Obama, há dez anos. A ascensão do primeiro presidente negro à Casa Branca teria detonado uma onda de ódio racial que se acirrou com Donald Trump.

NEGROS MORTOS

O recrudescimento desse levante racista se tornou inquestionável diante do assassinato de uma série de jovens negros alvejados por policiais brancos nos últimos anos —o último deles foi Stephon Clark, morto com oito tiros, a maioria nas costas, há duas semanas na Califórnia.

“Matar rapazes e homens negros, na cabeça dos supremacistas, é como atirar em Obama”, compara Anthony Motley, ativista em Atlanta. “É a reação ao surgimento de uma América marrom.”

E esse país cada vez menos branco —e mais violento— parece estar se tornando indigesto para uma parcela da população que se esforça em manter seus privilégios ainda associados à cor da pele.

“O que está em jogo é o privilégio branco. É uma espécie de tribalismo nativista, que Trump observou e usou para chegar à Casa Branca”, diz Raphael Warnock, pastor hoje no comando da Ebenezer, a igreja de King. “Brancos sozinhos já não conseguem eleger um presidente.”

Esse dado demográfico turbina esforços atuais para registrar eleitores negros antes das eleições parlamentares de novembro deste ano. Warnock, por exemplo, liderou um esforço na igreja para cadastrar 250 mil eleitores.

Nada longe dali, em Sweet Auburn, o histórico bairro negro de Atlanta, um encontro organizado por outras congregações tentava motivar essa parcela do eleitorado, que muitos dizem sofrer de um desencanto com a política.

Diante da sala lotada, Cassandra Kirk, a primeira juíza negra apontada para a magistratura na Geórgia, explicava a importância do voto. “Essas são coisas que mexem com a vida de vocês”, dizia ela. “Quem ocupar o meu cargo daqui em diante vai indicar mais 30 juízes no estado.”

O esforço para garantir a voz negra nas urnas —59,6% dos negros contra 65,3% dos brancos votaram para presidente há dois anos— também reflete a sensação de perseguição que muitos dizem sentir na relação com o governo.

Numa associação de combate à discriminação racial no mesmo bairro, os telefones não param de tocar com pedidos de ajuda. Uma secretária atende um atrás do outro no viva-voz: uma mulher se diz perseguida por carros da polícia, um homem negro relata ameaças por se envolver com uma mulher branca.

Em frente à sede do governo em Atlanta, onde participava de uma manifestação para barrar a aprovação de uma lei que daria ainda mais poder à polícia durante revistas, um dos líderes do Black Lives Matter tentou resumir a nova atitude das autoridades.

“A nova Ku Klux Klan veste farda azul”, comparava Dre Propst. “Estão nos matando no meio da rua. Tenho medo sempre que eu saio de casa.”

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– Cresce Unschooling no Brasil.

Nos EUA, os pais podem tirar os filhos da escola e ensiná-los em casa. Isso se chama Homeschooling. Aqui em nosso país, existe o Unschooling, que é algo bem diferente e polêmico.

Conheça (extraído de Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, Pg B8, 12/02/2017)

FAMÍLIAS ADEPTAS DA ‘DESESCOLARIZAÇÃO’ TIRAM FILHOS DO COLÉGIO EM SÃO PAULO

Por Ângela Pinho

Elas estão em bairros paulistanos como Aclimação ou Vila Madalena. Em cidades do interior como Joanópolis e Piracaia, ou do litoral, como Ubatuba. São filhos de artista, médica, economista, cabeleireiro, entre outras profissões. Em 2017, não vão tirar férias, matar aula, repetir ou passar de ano.

Mais de cinco séculos após o surgimento de escolas nos moldes atuais, pais de classe média e alta optam por tirar os filhos do colégio ou nem sequer matriculá-los.

São adeptos da chamada “desescolarização”, ou “unschooling”. Diferente do que ocorre na educação domiciliar, ou “homeschooling”, essas famílias não ensinam em casa a grade curricular. A ideia é, justamente, fugir de objetivos e regras da vida da escola.

As duas práticas costumam ser rejeitadas quando questionadas nos tribunais, por causa de artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente que diz: “os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino”.

A interpretação jurídica do tema, porém, está sob análise do STF (Supremo Tribunal Federal), que julga ação sobre o ensino domiciliar e suspendeu a tramitação de processos em 2016.

PRECURSORA

A “desescolarização” não era um assunto para a educadora Ana Thomaz, 49, quando, nove anos atrás, seu filho, aos 13, pediu para sair do colégio. “Ele disse que sentia ter algo dentro dele que ele queria fazer, mas não tinha tempo”, diz ela. Um ano depois, Ana aceitou o pedido.

Na época, era a única entre seus conhecidos. Hoje, isso está longe de ser verdade. Na última quarta (8), mais de uma dezena de pais que tiraram ou pensam em tirar os filhos do colégio pegaram 7 km de estrada de terra para um encontro no sítio onde ela vive, em Piracaia (a 88 km de SP).

Ali, além de Ana, moram seu marido, suas duas meninas caçulas (o mais velho virou mágico e foi viajar) e outra família com dois filhos. Com idades de 5 a 10 anos, as quatro crianças nunca foram a uma escola. Aprenderam sozinhas a ler e escrever.

Com exceção de alguns compromissos fixos, como uma refeição no fim da tarde, não têm rotina pré estabelecida. A expectativa é desenvolver o potencial de criação e o que ela chama de “auto-responsabilidade”. Algo como um contraponto à atitude de esperar que outro pessoa –um professor ou chefe– determine a sua atuação. Isso, diz, vale para adultos e crianças.

NA CIDADE

Para ela, sair da escola é consequência da busca por outro modo de vida. Talvez por isso, quando o filme “Capitão Fantástico”, em cartaz, foi lançado, amigos lhe escreveram. A história mostra um pai que educa os filhos em uma floresta nos EUA. Ela rejeita a comparação com o personagem. “Ele é um escravo na luta contra o sistema. Não acho que meus filhos são melhores do que os que vão à escola. Não sou ativista”.

A realidade das famílias que praticam a “desescolarização” em São Paulo também é diferente da que mostra o filme. Exemplo é um grupo de crianças que se encontra semanalmente na Aclimação, na capital. Ele reúne 10 meninos e meninas de 3 a 16 anos, filhos de profissionais como médica, cabeleireiro, empresária e massagista.

Formada pela Faculdade de Educação da USP, Bia Conde faz uma espécie de tutoria para os “unschoolers”. Chegou a viver a experiência como mãe. Conta que tirou as filhas da escola quando tinham 4 e 6 anos, mas matriculou-as novamente sob risco de perder a guarda, após seu ex-marido entrar com uma ação.

No grupo que atende, ela dá orientações a partir dos interesses das crianças. Observa dimensões emocionais e intelectuais, diz, mas não segue um currículo escolar.

Uma das mães que a procurou é a médica Maria (nome fictício), que não quer ser identificada por medo das consequências judiciais. “Sempre fui boa aluna e gostava disso. Por isso, para mim, foi uma grande novidade quando vi que meus filhos não gostavam de ir à escola”, diz.

Quando ofereceu a eles a possibilidade de sair do colégio, o mais velho, adolescente, recusou. Está agora na faculdade. O mais novo, então com 8 anos, aceitou.

Faz aulas de música, programação e, a seu pedido, português e matemática com professor particular. Se quiser seguir o exemplo do irmão, precisará de um diploma de ensino médio. Para isso, ou terá de fazer supletivo, ou estudar para obter certificado.

Até o ano passado, uma nota mínima no Enem servia como certificação para maiores de 18 anos. Mas, para este ano, o governo vai retirar essa função do exame e criar uma prova específica para isso.

Se o conteúdo curricular até pode ser aprendido depois, a experiência de socialização da escola é única, dizem educadores contrários ao “unschooling”. “A grande vantagem da escola é a possibilidade de sair da família”, diz o filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro.

O convívio, porém, pode levar a conclusão diferente. A artista Leila Garcia, 53, tirou o filho da escola, em São Paulo, após episódios de bullying. “Não acho que a escola socialize. É um grupo de crianças juntadas aleatoriamente. Você sofre e no dia seguinte tem que estar de novo com o agressor.” Hoje, ela vive com o garoto, de 12 anos, em Ubatuba.

Os dois seguem uma programação de estudos, na qual ele escolhe o que vai aprender. Seu caso ilustra um consenso entre adeptos da “desescolarização” e críticos à prática: a necessidade de adulto por perto e de um ambiente que possibilite o desenvolvimento das crianças.

“Para recusar a escola e seguir no meu modo de criação, eu tenho que trabalhar menos e ganhar menos”, diz Leila. “Não é o mundo da fantasia.”

JUSTIÇA

Desde novembro do ano passado, todas as ações judiciais sobre educação domiciliar no país estão suspensas por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A medida é válida até o julgamento de um processo na corte, do qual ele é relator. A ação opõe o município de Canelas (RS) a pais que querem ensinar os filhos em casa.

Embora não trate do “unschooling”, a decisão pode dar uma sinalização jurídica para a prática. Os ministros do STF irão decidir se a educação pelas famílias pode ser tida como meio lícito para garantir o direito à educação. Diz o artigo 205 da Constituição: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”.

Muitos dos pais que optam por tirar os filhos da escola dizem que a decisão tem mais a ver com a opção por um modo de vida diferente do que com a discordância em relação ao modelo tradicional de ensino.

“Minhas escolhas sempre tiveram o pressuposto da liberdade e, de repente, minha filha entrou em uma cadeia de comportamento em massa”, diz Dúnia La Luna, que prefere ser identificada pelo nome artístico, ao explicar por que desmatriculou a filha, com quem vive em Joanópolis, interior de SP.

De fato, o ensino formal molda uma socialização que ultrapassa a instituição escolar, diz a professora Carlota Boto, da Faculdade de Educação da USP. “Por exemplo, a ideia de colocar as pessoas em fila é um procedimento do qual a escola se vale e que organiza outras instâncias da vida social.”

“A escola se coloca como o anteparo entre a família e a vida social”, afirma. “Trata-se de uma instituição de transição entre a vida privada familiar e o mundo público.”

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– Uma vergonha para Jundiaí: a Cracolândia da Terra da Uva

Triste realidade retratada pelo Jornal de Jundiaí: como é o dia-a-dia da Cracolândia de Jundiaí (sim, infelizmente nosso município possui uma área assim).

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/usuarios-tomam-conta-de-morro-na-cracolandia-jundiaiense/

USUÁRIOS TOMAM CONTA DE MORRO DA CRACOLÂNDIA JUNDIAIENSE

Estacas de madeira fincadas no chão. Pedaços de telha na lateral para proteger dos ventos e a lona grossa para cobrir da chuva. No chão, pedaços de entulho se misturam à terra e alguns tufos de grama do solo íngreme de um morro particular. É nesse cenário e local, entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo, que pessoas usuárias de crack montam os seus barracos e mantém o vício no dia a dia. Homens e mulheres que deixaram o terreno onde foi construída uma avenida de passagem no São Camilo.

No bairro, o Jornal de Jundiaí ouviu três comerciantes e dois moradores do entorno da chamada “cracolândia jundiaiense”, e todos foram unânimes ao afirmar que notam a presença dos usuários no dia a dia, mas que já estão acostumados com o problema social.

“Eles sempre estão ali, já há anos. Fazem algumas bagunças de vez em quando, mas não mexem com a gente”, diz uma comerciante. Um morador do bairro diz que nunca teve problemas com os usuários, mas conhece pessoas que já foram assaltadas. “A gente está acostumado, né.”
Outro comerciante revela que alguns sempre vão à sua loja. “Tem dia que preciso pedir para eles respeitarem mais, mas fora isso pouco acontece. Não sinto insegurança por isso”, diz.

Procurada, a Prefeitura de Jundiaí emitiu nota reiterando alguns pontos em relação aos usuários de droga entre o São Camilo e a Vila Aparecida. De acordo com a prefeitura, as pessoas usuárias de drogas são alvo de ações regulares de cuidados com a saúde, todas realizadas pela equipe do Consultório na Rua, projeto da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS).

Nas ações, segundo a nota, são realizadas avaliações das condições de saúde destes usuários, além de encaminhamentos para exames e procedimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

A Prefeitura também encaminha as pessoas para os Centros de Atendimento Psicossocial (Caps), onde há atendimento composto por enfermeiros, psicólogos, médicos e agentes redutores de danos. O trabalho é feito em conjunto com a Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social (UGADS).

Ainda de acordo com administração municipal, há também o oferecimento do trabalho realizado pelo Centro Pop (que fica na rua Marechal Deodoro da Fonseca) e pela Casa de Passagem (que fica na rua Prudente de Moraes, 1830). Ambas atuam na reinserção da pessoa na sociedade, além de trabalhar o resgate de vínculos familiares.

SEGURANÇA

Segundo a Prefeitura de Jundiaí, a Guarda Municipal de Jundiaí realiza patrulhamento diário no local e em outras regiões, inclusive nos finais de semana. De acordo com números da GMJ, oito pessoas procuradas pela Justiça ou com apreensão de entorpecentes foram encontradas no local – cinco em janeiro, três em fevereiro e nenhuma em março.

A administração municipal destaca também que a área atualmente ocupada pelos usuários de droga entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo é particular.

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– Por quê Argote não deu o pênalti em Deyverson no Palmeiras 2 x 0 Alianza Lima?

Quando vejo árbitro da Venezuela em escala de time brasileiro, já imagino que teremos lambança para qualquer um dos lados, devido à baixa qualidade técnica dos juízes do nosso vizinho país (de pouca tradição no esporte bretão).

No futebol de alto nível, não se permite mais erros primários de posicionamento como o de José Argote Vega no Allianz Parque na noite desta 3ª feira. O juizão estava longe do lance, bem em linha reta do zagueiro do time peruano e ficou encoberto pelo próprio corpo do atleta infrator no pênalti reclamado aos 45 minutos do 2o tempo. Se estivesse mais próximo e à esquerda do lance, observaria que Araújo atinge a bola com a perna esquerda e simultaneamente o atleta brasileiro Deyverson com a perna direita. Bola e adversário atingidos significam tiro penal, não marcado ao time palmeirense.

Claro que o time Alviverde venceu, mas fará ou não falta esse possível gol que poderia ser marcado na hora da classificação final dessa fase da Libertadores da América?

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– Chegou a Hora de Passar o Brasil a Limpo ou Não? Doa a quem doer (na Esquerda e na Direita).

Será que hoje estaremos dando um pontapé ainda maior na consolidação da Democracia e na esperança do fim da Impunidade?

Tomara que sim, mas não pode ficar somente no Lula e no PT, tem que ir para cima, sem vacilar, em Aécio e Temer, respectivamente do PSDB e PMDB.

O que entristece é ver jovens que não viveram a ditadura militar apoiando o tuíte do general Villa Boas, dando uma indireta “ameaçada” nas instituições democráticas.

Já fui jovem também (sou ainda de espírito) e sei bem do radicalismo que essa faixa etária nos proporciona…

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– Olá, 4a feira!

🧠 #Desestressando em #clicks, pois #fotografia é nosso #hobby, já que há a necessidade de “men sana in corpore sano”.
Ótima 4a feira a todos, com esse lindo #amanhecer em #Jundiaí, clicado abaixo:
#️⃣ #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #paisagem #inspiração #mobgrafia #landscapes #morning #XôStress

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