– Suécia e a Ideologia de Gênero ao nível máximo!

Na Suécia, as escolas cada vez mais estão criando metodologias para que meninos e meninas sejam tratados sem distinção. E para isso, não usam mais os pronomes Ele ou Ela (Han e Hon), mas a palavra inventada Hen (que não distinguiria o gênero masculino e feminino).

E aí, você acha tal medida positiva ou negativa? Eu, particularmente, penso ser um erro muito grande querer “assexuar” a criança a fim de que ela escolha o que quer ser (como se isso fosse uma opção a ser escolhida) em algum momento da infância.

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(Abaixo, relato da pioneira escola, cujo método se espalhou para outras)

Extraído de: http://is.gd/S0yH6g

PRÉ ESCOLA PROÍBE QUE CRIANÇAS SEJAM TRATADAS COMO MENINOS OU MENINAS

Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a “estereotipação” dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino.

Os professores e funcionários da pré-escola “Egalia” evitam usar palavras como “ele” ou “ela” e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como “amigos”.

“A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos”, Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. “Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser”. A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um “pedagogo de diversidade sexual” para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.

Os pronomes suecos “han” e “hon” (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.
“Nós usamos a palavra ‘Hen’ por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola”, disse Rajalin. “Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: ‘Hen está vindo aqui lá pelas 14h’.
Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas”.

Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre “maneiras modernas de brincar”.

“Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar”, disse Rajalin. “Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante”.

Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.

“Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual”, Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de “loucura da diversidade sexual” na Suécia.

Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais “dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?”

Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da “loucura da diversidade sexual” no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no “trompete como símbolo de diversidade sexual”.

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– Cuidado com Anti-inflamatórios!

Caramba! De madrugada, ouvi na Rádio Eldorado uma entrevista com o nefrologista Dr Celso Amadeo. Ele falou sobre os riscos à saúde de tomar sem necessidade e/ou continuamente remédios anti-inflamatórios, como Cataflan, Nimesulida e outros.

Dos problemas renais aos estomacais, o estrago é enorme!

Se não precisar tomar remédio, não tome!

Ops: Ele disse também sobre a qualidade dos genéricos do Brasil, alegando que só são fiscalizados quando lançados e que, se puder, evite-os!

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– Vai ter lance perdido pela arbitragem na Copa do Mundo?

Para a Copa do Mundo, a FIFA anunciou que terá 33 câmeras por jogo e 4 VARs. Nos estádios, haverá telão onde a TV mostrará (ou melhor, transmitirá) as imagens da decisão dos árbitros aos torcedores.

Transparência maior do que essa, somente se o áudio fosse aberto ao público, como em alguns outros esportes nos quais os torcedores ouvem a conversa aberta.

Seria utopia imaginar que na Copa de 22, no Catar, teremos o som disponibilizado (ao menos que com um tempo depois) como é feito na Fórmula 1 (onde tudo é gravado entre pilotos e equipes depois do advento da Ferrari pedir a Rubens Barrichello para deixar Michael Schumacher ganhar uma determinada prova)?

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– Um ótimo sábado em 4 cliques!

Olá amigos! Mais um dia de vida. Sendo assim, vamos vivê-lo com intensidade?

Logo cedinho, mantendo a saúde do corpo: vamos correr?
Fui! Clique 1:

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Durante a corrida, pedindo que Nossa Senhora da Luz nos ilumine. Cuidado da saúde da alma…
Rezando! Clique 2:

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Pós-cooper, alongando no jardim curtindo a beleza das rosas. Cuidando da saúde da mente.
Espairecendo! Clique 3:

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E depois de cuidar da saúde, hora da labuta, com a bela paisagem no caminho.
Admirando! Clique 4:

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Ótima Sábado a todos nós.