– 1 ano sem Chuck Barry!

Caramba, parece que foi ontem! Hoje já faz 1 ano que o guitarrista Chuck Barry morreu (ele estava com 90 anos à época). Um dos revolucionários do rock, de musicalidade incrível e influente até hoje.

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Confira “Johnny b good” em vídeo clip, aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ljHXMWR7JTY

– A vacilada do juizão em Botafogo 2×3 Vasco

Errou feio o árbitro Leonardo Garcia Cavaleiro no clássico carioca ao não expulsar a entrada de Rildo (Vasco) em João Paulo (Botafogo). Para quem não viu o lance, os atletas estavam disputando uma bola que vinha pelo alto e o vascaíno levanta de forma perigosa a perna, vindo por CIMA.

A sola do pé na disputa determina tiro livre indireto, sem cartão. Quando essa disputa com a perna levantada concretiza em um toque no adversário, você muda a marcação: marca-se tiro livre direto, aplicando-se o cartão amarelo. Porém, se há força excessiva e lesiona o adversário, é falta com cartão vermelho (tudo isso é Regra do Jogo).

Você pode interpretar se o contato do pé levantado foi temerário (para Amarelo) ou de força e risco excessivo (para Vermelho). No mais, não há o que discutir pois Rildo levanta a perna antes da disputa efetiva e em uma situação de atraso que poderia ser evitada. Resta no primeiro momento saber se ele tocaria ou não o adversário e, sendo afirmativo o toque (como foi), punir conforme a intensidade.

Será que o juiz teve receio de expulsar um atleta num jogo tão importante logo no começo da partida, e por isso preferiu a não-expulsão?

Talvez. O certo é que, apesar do histórico violento de Rildo (embora seu treinador Zé Ricardo contemporize, esquecendo-se do papelão da agressão contra o árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva em 2011 e da sua “pacífica” passagem pela Ponte Preta), você não pode julgar pelo passado do atleta para não exagerar na pena, mas cumprir a punição pelo lance pontual. Neste caso, há a necessidade de descartar acidente de trabalho (a chamada casualidade), pois tudo o que aconteceu era evitável.

Em tempo: uma casualidade é quando você, por exemplo, está olhando para cima e vai disputar a bola, igualmente a um adversário que não o vê, e alguém se acidenta. No lance de Rildo x João Paulo não foi isso, lembrando que o botafoguense acabou fraturando a perna direita.

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– Semana com Azul infinito!

Bom dia!

O final de semana foi corrido, fugi da Internet e espaireci bastante: na cidade, no litoral e no campo. Afinal, dizem que o infinito do céu relaxa. Tomara, pois a segundona promete.

Três cliques dos meus “azuis” de ontem:

1.Infinito caipira:
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2.Infinito caiçara:
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3.Infinito suburbano:
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Ótima segunda-feira para todos nós, bem desestressados!