– Gasolina em Promoção sem Imposto

Ontem foi Dia Nacional da Liberdade de Impostos, e foi comemorado com uma promoção ousada: um Posto de Combustíveis na Avenida Sumaré (em São Paulo) vendeu a Gasolina por R$ 1,484, para mostrar o quanto os impostos encarecem o preço final – cerca de R$ 1,85 a R$ 2,00 a mais!

Enfim, imagine quanto é que se arrecada com tantos impostos, taxas, tributos e tantas outras coisas nos produtos em geral!

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– A indevida brincadeira do “E se nada der certo”?

Em tempos politicamente corretos, valorizar todas as profissões e respeitar o trabalho alheio é fundamental. Não só por educação, mas por cidadania. Todo trabalho, sendo honesto, é plausível.

Ganhou atenção o evento “E se nada der certo?”, promovido pelos alunos do Instituto Evangélico de Novo Hamburgo (IENH-RS), que fizeram a seguinte brincadeira (com aval do próprio IENH): se você não passar no vestibular, e se nada der certo, você vai… (e se vestiam conforme a profissão do que se tornariam se não entrassem numa boa faculdade).

Pois bem: os alunos da elite gaúcha se vestiram de garçons, frentistas, domésticas, caixas de supermercado, atendentes do McDonalds, garis, cozinheiros, faxineiras…

Que sem graça e que sarro desrespeitoso! Não são nobres tais profissões / profissionais?

Se você estiver desempregado e precisar trabalhar honestamente, não aceitaria ser varredor de ruas? Qual o pecado?

Retrato uma consideração de Maurício Bento do Huffpost Brasil (vide em: https://is.gd/kDNqwZ), onde ele lembra quais empregos tiveram profissionais de sucesso:

O primeiro emprego de Michael Dell, fundador da marca de computadores Dell, foi lavador de louça.

O primeiro emprego de Marissa Mayer, CEO do Yahoo, foi caixa de supermercado.

O primeiro emprego de Doug McMillon, CEO do Walmartfoi descarregador de caminhão no almoxarifado da empresa.

Eles deram certo duas vezes, por reconhecerem a dignidade dessas profissões, como por terem aproveitado as oportunidades e crescido na carreira.

Quem não deu certo foi Eduardo Cunha, que já foi presidente da Câmara, mas foi cassado e preso.

Quem não deu certo foi Antonio Palocci, que já foi ministro da Fazenda de Lula, mas está preso.

Quem não deu certo foi Aécio Neves, que foi grampeado pedindo dinheiro ilegal, contribuiu para a prisão da própria irmã, Andrea Neves, teve seu mandato suspenso e pode ser preso a qualquer momento.

Quem não deu certo foi Dilma Rousseff, cujas políticas destruíram a economia do País, abriram espaço para corruptos como Joesley Batista se tornarem grandes e que acabou em impeachment.

Quem não deu certo foi Marcelo Odebrecht, que já foi presidente de uma das maiores empreiteiras do mundo e hoje está preso.

As pessoas humildes e honestas que ajudam e servem mais de 200 milhões de brasileiros diariamente, essas deram muito certo. Jovens que não reconhecem isso é que podem acabar dando muito errado.

Perfeito! Bons profissionais começam com humildade, dignificando o trabalho duro e respeitando o seu próximo!

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– Angra 3: 17 bilhões para terminar ou 12 bi para derrubar a Usina Nuclear?

Mas que país é este?

Viram a fortuna que se precisa gastar para terminar a terceira Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Angra 3, em obras há “apenas” 33 anos?

Saiba mais, extraído de: OESP, ed 04/06/17, pg A8.

PARA CONCLUIR ANGRA 3, GOVERNO TERÁ DE DESEMBOLSAR MAIS R$ 17 BI

Por André Borges

Em obras de 1984, usina nuclear já consumiu R$ 7 bilhões, mas ainda está longe de ver as obras terminadas

Trinta e três anos depois de ter as obras iniciadas, a usina nuclear de Angra 3, na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ), se tornou um problema bilionário para o governo. Entre idas e vindas, a construção já consumiu R$ 7 bilhões, e é necessário tomar uma decisão: concluir o projeto, que está parado, ou abandoná-lo de vez. Seja qual for a escolha, porém, a certeza que existe é que será necessário desembolsar bem mais do que já foi gasto até agora.

Os números que estão em análise na Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, conforme apurou o Estado, apontam que seria necessário injetar mais R$ 17 bilhões para concluir Angra 3, usina que está com 58% de seu projeto executado. Desistir dela, porém, pouco aliviaria as contas. Os cálculos sinalizam que seria preciso desembolsar R$ 12 bilhões para “descontinuar” Angra 3, entre a quitação de seus empréstimos bilionários, desmonte de estrutura, destinação de máquinas e uma infinidade de dívidas. Neste momento, portanto, a decisão do governo é buscar formas de reduzir esse custo e concluir a usina.

Projeto do período militar, Angra 3 começou a ser erguida em 1984. Suas obras prosseguiram até 1986, quando foram paralisadas por conta de dificuldades políticas e econômicas, além da ocorrência do maior desastre nuclear do mundo, a explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia. O projeto brasileiro ficou na gaveta por 25 anos, até ser retomado em 2009 como um dos destaques do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Naquele ano, o custo estimado para o término do projeto era de R$ 8,3 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometia colocar a usina para funcionar em maio de 2014.

Agora, com os R$ 17 bilhões estimados para sua conclusão, se chegaria a um gasto total de R$ 24 bilhões para colocar em operação uma usina com capacidade de 1.405 megawatts (MW). Para se ter uma ideia do que isso significa, a hidrelétrica de Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, que tem potência de 1.820 MW e entrou em operação no fim de 2015, custou R$ 3,9 bilhões. Com o custo total de Angra 3, portanto, seria possível construir seis hidrelétricas de Teles Pires, com uma geração total de 10.920 MW.

O MME e a Eletronuclear, responsável pela usina, não quiseram se manifestar sobre o assunto. Na quinta-feira, o drama de Angra 3 – que nos últimos anos andou frequentando muito mais as páginas policiais, pelas denúncias de esquemas de corrupção nas obras – deve ser debatido em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília.

Parceria. Hoje, a geração nuclear é um monopólio federal, com a Eletronuclear à frente das duas únicas usinas em operação no País, Angra 1 e Angra 2, que têm capacidade total de 1.990 MW. O plano é abrir as portas do setor para empresas de fora. A Eletronuclear tem mantido conversas com várias empresas, como CNNC e SNPTC (chinesas), EDF (francesa), Kepco (coreana) e Rosatom (russa). É consenso de que não há meios de avançar nas obras sem a participação de um parceiro privado.

A situação financeira da Eletronuclear fala por si. Mesmo com as operações de Angra 1 e 2 em pleno funcionamento, a estatal fechou o ano com prejuízo líquido de R$ 4,075 bilhões. Somado aos anos anteriores, o prejuízo acumulado chegou a R$ 10,952 bilhões. No horizonte, o que se vê são mais contas para pagar. A Eletronuclear precisa quitar nos próximos anos outros R$ 7,718 bilhões em empréstimos tomados com a Caixa e o BNDES.

Para dar manutenção constante nas máquinas de geração nuclear de Angra 3, a Eletronuclear já gastou mais de R$ 1 bilhão. Estudos realizados pela consultoria Deloitte apontam que ainda serão necessários pelo menos 55 meses de trabalho para concluir a usina, a partir do momento em que suas obras forem retomadas. No papel, a Eletronuclear trabalha com a hipótese de retomar as obras em junho de 2018, para concluí-la em dezembro de 2022.

A conclusão da usina pode ser importante para a Eletronuclear, mas não tem papel crucial no abastecimento energético do País. Na realidade, o que se tem hoje é um cenário com certa sobra de energia, por conta da queda na atividade econômica. A geração nuclear atual responde por apenas 1,3% da geração nacional.

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– Por quê cedemos o Bolão gratuitamente para a FPF? É para repensar…

Em meus 16 anos de arbitragem de futebol, participei de testes físicos da FIFA promovidos pela Federação Paulista de Futebol nos mais diversos locais: pista de carvão, de terra, de asfalto de concreto e até do Ibirapuera

Os últimos eram realizados no Estádio Municipal de Caieiras, onde jogava o Força FC (equipe de futebol profissional da Força Sindical, que disputou a antiga B3, a “falecida” 6a divisão). Atualmente, tanto a CBF e a FPF realizam as provas em Jundiaí, na Pista de Atletismo do Complexo Esportivo Nicolino de Lucca, a “nossa” ótima “Pista do Bolão”. Eu, e muitos outros jundiaienses, somos frequentadores assíduos dessa praça esportiva do município. 

Quem lá vai, sabe que a Pista é interditada para os usuários a fim de ficar reservada para as provas físicas dos árbitros de futebol. Ao menos, são 3 vezes por semestre (testes e re-testes da FPF e CBF, durante dois a cinco dias cada). O que pouca gente sabe é: a Prefeitura cede DE GRAÇA!

Aqui vão duas reflexões importantes para nós, munícipes e esportistas jundiaienses:

1- A milionária FPF, que esfola os clubes (vide o quanto arrecadam dos times, mesmo quando as rendas são negativas nos jogos), utiliza gratuitamente o espaço público da cidade. E quando o Paulista FC precisou do apoio da Federação no caso do “gato” Heltton Matheus, se isentou de ajudar o time no quesito “bom senso” em não punir o clube por conta de um falsário assumido! O Galo foi RETIRADO da final da Copa SP no Pacaembú, sem a sensibilidade de que também foi vítima. E ainda deixamos livre e à vontade o nosso Bolão para a endinheirada entidade? Concordo que com o rigor da lei, o Galo poderia ser até excluído das próximas competições. Mas provado que não teve culpa e que a FPF (e anteriormente a FERJ) aceitaram os documentos do jogador, até nas outras equipes em que já tinha jogado, por quê tanto medo?

2- O Carnaval em nossa cidade foi cancelado por falta de recursos à Saúde Pública (prioridade, sem dúvida). A participação do Time Jundiaí nos Jogos Regionais foi cancelada por conta de economia na pasta dos Esportes. Não seria justo ARRECADAR / COBRAR essa utilização do Bolão? Os custos de manutenção são pagos com nossos impostos, ora bolas! E o que a FPF faz para Jundiaí, para o Paulista FC, ou ainda, a nós, que pagamos (e caro) nossos impostos municipais? Não tem dinheiro para o Esporte de Jundiaí e permite o uso das nossas instalações esportivas sem contrapartida? O que ganhamos com esse “agrado”?

Vale pensar sobre tudo isso (que não vem só da gestão Luiz Fernando, mas sim desde Pedro Bigardi – aproveitando, sem criticar em momento algum aqui o gestor Luiz Trentini, que é competente e boa pessoa). Insisto: a endinheirada FPF é chupim do nosso Bolão, e quando se precisou dela (e sem questionamento ético dessa necessidade), nada fez para ajudar.

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– Dando o braço a torcer no julgamento da Chapa Dilma e Temer

Não dá para deixar de comentar: ao ouvir Ministros, Juízes, Advogados e outros envolvidos no Julgamento da chapa Dilma e Temer no Supremo Tribunal Federal, duas coisas são indiscutíveis:

  • o maçante, enfadonho e exagerado roteiro burocrático;
  • a inteligência (para o bem e para o mal) dos discursos de gente que sabe falar com categoria!

Nessas horas, precisamos aprender algumas técnicas de convencimento com essas pessoas (claro, sem precisar concordar com eles).

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– Quem é o melhor técnico dos Paulistas no momento? Sobre a relatividade dos trabalhos.

Dorival Júnior foi demitido do Santos FC, muito embora o presidente santista Modesto Roma Filho tivesse garantido a sua permanência. Coisas do futebol…

Mas quem é o melhor treinador no estado de São Paulo? É difícil apontar alguém no momento?

  1. Seria Cuca, o atual campeão brasileiro que ainda não engrenou com o Palmeiras?
  2. Seria Carrille, o ex-interino que foi efetivado e fez do Corinthians o atual campeão paulista?
  3. Seria Ceni, ídolo do São Paulo mas que está começando um trabalho como treinador pela 1a vez?
  4. Seria Kleina, que mesmo com um elenco modesto tem frutificado bons resultados na Ponte Preta?

Talvez seria justo dizer que, pelo histórico de conquistas recentes, Cuca é o melhor técnico; só que Carrille faz o melhor trabalho. Ou não?

Quem pode se vangloriar (falando dos demais treinadores), mas que por modéstia não faz, é Vagner Mancini, que é líder do Brasileirão 2017, dá entrevistas ponderadas dizendo que sabe que a liderança pode ser uma ilusão, e que em pouco tempo começou um trabalho do zero com jogadores que nem se conheciam!

Quem é de Jundiaí (como eu), sabe: Mancini é trabalhador, cara sério e que, enquanto treinador do Paulista FC, por saber trabalhar com garotos da base e dar chances ao lançá-los paulatinamente (fez isso com Neymar no Santos FC, sucedendo Luxemburgo que ainda não confiava no então franzino garoto, o “filé de borboleta”), ao mesmo tempo jogava com esquemas sólidos em busca da vitória (repetiu isso no Grêmio, onde foi demitido com 5 vitórias em 5 jogos por não aceitar interferência na escalação do time por seu diretor), era aclamado por aqui como “futuro técnico do São Paulo FC” (pelas características citadas).

Não chegou ao Tricolor do Morumbi, embora tenha passado por outros grandes. Mas vale sonhar: após a experiência de vencer a Copa do Brasil por um time pequeno e disputar a Libertadores com ele (há 11 anos o Galo da Serra do Japi venceu o poderoso River Plate), repetirá o feito vencendo o Campeonato Brasileiro por outro pequeno?

Em tempo – que paradoxo para nós, que defendemos o futebol como ciência: Renato Gaúcho, o que se autodeclara “praieiro e avesso aos novos ensinamentos no esporte”, está dando um “olé” na campanha do Brasileirão com o Grêmio em Milton Mendes, o “estudioso que foi para a Europa fazer curso UEFA” e que está patinando no Vasco da Gama.

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– Que tenhamos uma ótima 4a feira!

Bom dia. E como chove, não?

Minha filhota Marina fotografou ontem à tarde o final da chuva no entardecer. A arte e o clique são delas, e como ela pediu para que eu publicasse… Vale a mobgrafia de ontem:

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Enfim, hoje mais um dia de labuta. E começando bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

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Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje em Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal a rosa branca como nossa foto-inspiração?

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Por fim, hora de trabalhar! E no caminho, depois da chuva da madrugada, olha só o sol que surgiu (sem filtros) na nossa foto-contemplação:

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Ótima quarta-feira para todos!