– Caxumba no Estado, Alergia no Bairro

Que coisa o “surto de caxumba” que ocorre no estado de São Paulo, não? Quando criança, era normal ter não só a caxumba, mas também a rubéola e a catapora (para o desespero das mulheres grávidas, já que isso pode trazer complicações). Depois dessas doenças terem sumido por anos, voltaram à tona.

Além disso, apareceu um “surto alérgico” aqui no Bairro Medeiros, sendo que pessoas estão com um grosseiro na pele (aquelas inflamações de irritação). E não é especificamente em uma vila ou um condomínio, são em diversos pontos do bairro. A prefeitura prometeu um dermatologista, mas até agora, não se sabe bem o que é ou o seu diagnóstico.

Enfim, que nos previnamos e que os pais possam estar atentos especialmente aos seus bebês. Claro, e que venha chuva para “despoluir” o ar e refrescar o calor excessivo.

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– As boladas no Bumbum durante a Copa São Paulo

Um erro infantil da arbitragem que persiste na Copa São Paulo de Futebol Jrs 2017: o mau posicionamento dos árbitros em cobranças frontais de falta.

Nas escolas de arbitragem, o be-a-bá do apito diz: um árbitro deve se atentar à barreira, à área, ao seu assistente, ao cobrador e sua periferia. Trocando em miúdos: o juizão deve ficar posicionado aberto, normalmente à esquerda da bola e entre o cobrador, possibilitando que ele veja se o cobrador vai cobrar a falta para o gol ou tocá-la de lado, conseguindo enxergar a barreira e o seu bandeira, além, claro, da área e do gol.

O que relato é bem simples. Em um treino o iniciante consegue fazer o posicionamento correto. Entretanto, observei 3 árbitros no Jayme Cintra se posicionando muito mal nesses lances de bola parada. Em uma delas, ficou ridículo: o árbitro deu as costas ao cobrador, ficou com os joelhos flexionados olhando obcecadamente para o gol. Errado, pois não viu a bola ser cobrada (se foi correta ou não) e nem se atentava às periferias do campo.

E não é que pela mesma Copa São Paulo um árbitro foi premiado? Passando pela TV (não consegui identificar qual jogo), vi que o atleta foi cobrar a falta e a bola explodiu no bumbum do árbitro! Claro, ele estava entre a bola e a barreira, com o cobrador às suas costas (no erro constante citado).

Impossível que estejam ensinando errado na Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, pois o Roberto Perassi, grande amigo e professor, é do ramo.

Será que alguém da Comissão de Árbitros orientou errado para existirem tantos jogos com o mesmo erro infantil, não costumeiro?

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– Lula 2018 e o presídio de si mesmo

Viram ontem o discurso de Lula aos seus aficionados correligionários?

Disse que “Temer está entregando a Petrobrás aos estrangeiros“, que a culpa da crise é dos outros, que “precisamos recuperar a economia” (como se não fossem partícipes ele e o PT da quebradeira e da corrupção que os políticos têm proporcionados).

Que mundo ele está vivendo ou tentando criar na cabeça das pessoas?

O que mais assusta é que ele se lançou candidato a presidente para 2018. Seria uma estratégia para pressionar a Lava Jato, não cassando seus direitos políticos? Aliás, Lula é um “prisioneiro solto” vivendo nos lugares onde sabe que não corre o risco de vaias.

O pior é que há quem vote nele, tornado o cenário horroroso se acompanhado das opções: Marina, Aécio, Serra, Alckmin, Bolsonaro…

Salvem o Brasil, pois se dependermos desses pré-candidatos, estamos perdidos.

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– Bernardinho merece curtir os louros da vitória!

E aquele que por 16 anos foi técnico da Seleção de Vôlei, Bernardinho, abandonará o cargo.

Ganhou tudo o que pode, entre os 28 títulos: 3 Mundiais e 2 Ouros olímpicos.

Workaholic assumido, estudioso e ganhador. Deve curtir o sucesso e, até mesmo, se dar o luxo de escolher onde trabalhar.

Só uma coisa (que é um detalhe bobo): o campeão, muita vezes, é um chato de galochas! Claro, ninguém é perfeito…

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– Vale a pena certos sacrifícios na vida?

Uma pergunta muito difícil para se responder sincera e honestamente para muitas pessoas: VOCÊ É FELIZ?

A dificuldade é: responder baseando-se em qual conceito de felicidade? Aliás, o que é ser feliz?

Difícil definir. Muitas vezes, você acha que é feliz mas não é. E outras, que é infeliz e justamente é o contrário.

Tudo isso é confuso. O grande problema é que hoje vivemos tempos de tribulações excessivas. Tomo por exemplo minha própria rotina: não dá para viver sem relógio, em especial àqueles que como eu detestam atrasos ou descumprimento de afazeres.

Gosto de muitas coisas que, por motivo de situações e de pessoas, me impedem de realizá-las. Falta-me tempo para hobbies e descanso. Acordo cada vez mais cedo e durmo cada vez mais tarde para cumprir minha carga de compromissos. E, devido a elas, sou obrigado a abrir mão das que verdadeiramente me dão prazeres.

Claro, você cairá no inevitável paradoxo do cotidiano: trabalhar para poder viver ou viver para trabalhar? Ou ainda: trabalhar no que se gosta ou naquilo que te remunera?

Com a crise brasileira, surgem ainda mais dificuldades, como as de que todo o sacrifício profissional é insuficientemente transformado em rentabilidade financeira. Somando-se os da vida pessoal, piorou!

Agradar o próximo, ser simpático, dedicado, amável ou ainda bondoso parecem ser qualidades cada vez mais raras e desprezadas pela sociedade. Tudo é em função do tempo, do dinheiro e do trabalho. Da carreira também? Talvez.

O ponto da questão é: por culpa de tarefas que me roubam disposição, devo abrir mão daqueles que me entusiasmam. São poucas as oportunidades onde busco a endorfina, aquela sensação de bem-estar (ou ainda o prazer simples de se fazer algo que gosto): no esporte, na escrita, no bate-papo ou na docência do ensino superior.

É por essas e outras que devemos avaliar muito bem nossas decisões e condutas. Planejar o futuro como? Com a esposa e filhos, com o emprego e o plano de carreira? Com amigos?

Nada disso. Planejar viver dia-a-dia, com as pessoas que você ama (e aqui incluo a família), sem sacrificá-los. Talvez em uma vida muito mais modesta que se almeja. Com mais saúde (é incrível a quantidade de amigos da minha faixa etária que assustadoramente sofreram enfarte) e alicerçado em Deus (ou na sua fé pessoal).

Confidencio: triste por abrir mão de algumas coisas que gosto por conta de problemas que desgosto. Um deles: o não-aceite das aulas no Instituto Federal de São Paulo (IFSP), cujo cargo de docência passei em primeiro lugar e não poderei assumí-las por uma série de fatores que me estressam.

Mais ainda: quando você sabe que as recusas são motivadas por ocasiões evitáveis e pela falta de compreensão. Uma pena.

É vida que segue, forçando-nos a rever caminhos, parcerias e outros imbróglios. E mais ainda: o quanto vale a pena certos sacrifícios e a quem eles são?

Ótimo para refletir.

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– Novo dia e Novas Energias

Cada um busca se energizar da forma que melhor funcionar. A mim, funciona: endorfina, fé e natureza.

Sendo assim, bem cedo fui correr . Nosso incentivo ao exercício no horário “corujão”:

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Durante o treino, conversando com Deus através da intercessão de Maria, sob a invocação de Nossa Senhora dos Aflitos, pedindo paciência e socorro nas cruzes e tarefas que temos no dia-a-dia:

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Depois de correr, caminhar vendo o dia nascer. Diga: há como não se inspirar? Olha só:

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Pós-treino, vale alongar curtindo a beleza da natureza, e cuidar das flores do nosso jardim é um dos meus prazeres. Até a joaninha fez pose, veja:

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Enfim, vamos trabalhar admirando o dia que clareia. E bem acompanhado pela paisagem:

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Ótima 5a feira de muita labuta: