– Vai ter “Taxa Compensatória” para Subsídios de Ônibus nos combustíveis?

Falta criatividade para os administradores do dinheiro público. Ou, se preferir, falta vergonha na cara.

Com medo dos black-blocs, muitas prefeituras subsidiaram o valor da tarifa de ônibus. Dessa forma, os novos prefeitos viram o saldo no vermelho quando assumiram o comando das suas cidades e, inevitavelmente, reajustaram os preços das passagens dos coletivos.

Agora, ouço que alguns alcaides querem a criação de um “imposto municipal” sobre a Gasolina e o Etanol, a fim de tentar continuar bancando o subsídio.

Ora, eles fazem acordos demagogos e o contribuinte é quem paga a conta? Transferir o ônus ao motorista é sacanagem!

Que se cortem as mordomias, custos com os excessivos numerários dos cargos de confiança e outras contas evitáveis. Não se transfira a responsabilidade para o coitado do munícipe que tem um veículo.

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– As pessoas mais ricas do Mundo e do Brasil

A ONG Oxfam, que faz levantamentos sobre riquezas e tabula dados munda afora, mostrou a lista dos atuais cidadãos mais ricos do mundo.

Veja só (em bilhões de dólares):

  • Bill Gates (EUA / Microsoft) – 75
  • Amancio Ortega (Espanha / Inditex) – 67
  • Warren Buffett (EUA / Berkshire Hathaway) – 60,8
  • Carlos Slim (México / Grupo Carso) 50
  • Jeff Bezos (EUA / Amazon) – 45,2
  • Mark Zuckerberg (EUA / Facebook) – 44,6
  • Larry Ellison (EUA / Oracle) – 43,6
  • Michael Bloomberg (EUA / Bloomberg) – 40

Já os brasileiros mais ricos são:

  • Jorge Paulo Lemann (Ambev) – 27,8
  • Joseph Safra (Safra) – 17,2
  • Marcel Herrmann Telles (Ambev) – 13
  • Carlos Alberto Sicupira (Ambev) – 11,3
  • Eduardo Saverin (Facebook) – 6,2
  • João Roberto Marinho (Globo) – 4,3

E sabe o que isso significa? Um número ainda mais impressionante: 1% dos cidadãos mais ricos do mundo tem mais dinheiro do que os 99% restantes do planeta!

Uau…

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– Odebrecht e os golpes mundo afora!

Rapaz, cada vez estouram mais denúncias contra a Construtora Odebrecht – todas relativas à corrupção

Primeiro, eram as que envolviam os esquemas descobertos no Brasil pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Depois, surgiram casos nos países vizinhos na América do Sul. Passaram para outros países da América Latina e chegaram até aos EUA.

O FBI revelou que os “códigos da propina” nas máquinas apreendidas da empresa são extremamente difíceis de se decifrar. Eles próprios estão espantados com tamanha complexidade!

Taí uma multinacional que está envergonhando nosso país e que, há 2 anos, curiosamente era um dos maiores exemplos e orgulho da nação.

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– Como se facilita o surgimento de “gatos no futebol”.

Um lúcido relato do jornalista Marcel Rizzo em seu blog traz a dura realidade: como os picaretas se infiltram no futebol e prejudicam até mesmo gente séria. O Paulista de Jundiaí é aqui citado.

Vale a leitura, extraído de: http://marcelrizzo.blogosfera.uol.com.br/2017/01/25/como-o-inchaco-de-torneios-facilita-criacao-de-times-de-aluguel-e-gatos/?cmpid=tw-uolesp

COMO O INCHAÇO DE TORNEIOS FACILITA CRIAÇÃO DE TIMES DE ALUGUEL E ‘GATOS’

“Ô nove, ô nove, toca a bola mais rápido”, gritou o companheiro de time, talvez esquecido do nome de seu camisa nove, a quem provavelmente conheceu alguns dias antes de começar a Copa São Paulo de Juniores, o principal torneio de base do futebol brasileiro.

O fato acima foi relatado ao blog por um jornalista presente em uma partida da primeira fase da competição, entre um time paulista e outro do Nordeste, no início de janeiro, e que terão os nomes omitidos a pedido do repórter.

E escancara algo que se tornou regra em torneios de garotos no Brasil: a terceirização das categorias de base a empresários, que procuram manter seus atletas na vitrine. A Fifa proíbe terceiros terem participação nos direitos dos atletas, mas é algo de difícil monitoramento, principalmente em competições com tantos clubes como a Copa SP.

A Copa São Paulo 2017 teve 120 clubes, um recorde de participantes na história que começou em 1969. Foram 3 mil jogadores inscritos, o que torna praticamente impossível uma checagem com qualidade de todas as documentações.

Alguns anos atrás a Federação Paulista de Futebol, que organiza a Copinha, tentou dificultar a montagem de “times de empresários” colocando no regulamento da competição a data de 20 de setembro como limite para que um atleta esteja vinculado a um clube e possa jogar a Copa São Paulo no ano seguinte.

Para os clubes paulistas, entretanto, essa tática não tem surtido efeito porque muitos antecipam a procura de ajuda para montar suas equipes no fim do primeiro semestre, quando iniciam a disputa do Campeonato Paulista sub-20. Ou seja, o torneio se torna quase uma pré-temporada para os times que jogarão a Copinha. Mas esse não é o único problema.

Há casos também, apurou o blog, de que garotos são inscritos no BID (Boletim Informativo Diário) por time X em setembro, mas só vão se apresentar de fato em janeiro, às vésperas da estreia. Não se estranha, portanto, o relatado acima de jogador não sabendo o nome de seu camisa nove.

O clube que recebe o atleta do empresário ou da empresa, tem para ele uma “taxa de vitrine”. Uma porcentagem a receber caso o garoto seja negociado por se destacar em torneio vestindo sua camisa. Esses valores variam, mas, em média, são de 20% do valor que o empresário tenha da participação do jogador (muitas vezes os direitos econômicos são fatiados entre muitas partes).

A Federação Paulista informou que conversa com alguns clubes, a fim de tentar evitar de fraudes e melhorar a checagem de documentação de atletas.

”Hoje, depois de a Fifa proibir terceiros, o fatiamento diminuiu. Equipes hoje têm 100% de suas revelações, algo improvável anos atrás. Mas a maneira de monitorar se há participação de terceiros é econômica. Qualquer negociação é preciso ter a divulgação dos números, para quem e quando foi pago”, explicou Carlos Eduardo Ambiel, advogado especializado em direito desportivo.

Tradição

O que chama a atenção nesses casos de times montados muitas vezes em cima da hora, sem que os atletas se conheçam, é que não são apenas clubes recém-criados ou sem estrutura, que têm sua base entregue a procuradores.

O Paulista de Jundiaí [a 60 km da capital paulista], por exemplo, é um dos times mais tradicionais do interior paulista, região que por anos e anos revelou atletas de qualidade e conquistou títulos no estado e no país. Fundado em 1909, o Paulista foi campeão da Copa do Brasil, em 2005, batendo na final o Fluminense.

Mas, para jogar a Copa São Paulo de 2017, usou alguns atletas ligados ao ex-atacante do Santos Alberto Luiz de Souza, campeão brasileiro em 2002. Dono da Alberto Sports, ele já havia participado da montagem do time sub-20 de outra tradicional equipe paulista, o Nacional, da capital, em 2016, e levou alguns desses jogadores para Jundiaí.

Brendon Martins Araújo dos Santos foi um deles. No domingo (22), após denúncia do Batatais, foi descoberto que Brendon, na verdade, se chama Heltton Matheus Cardoso Rodrigues, tem 24 anos, idade com a qual não poderia participar da competição — ele usou o documento de Brendon, que como revelou a ESPN está preso acusado de tráfico de drogas.

A diretoria do Paulista e Alberto se disseram enganados pelo jogador, mas não teve jeito. O clube foi excluído da competição, e quem enfrentará o Corinthians na decisão da Copinha, nesta quarta (25), será o Batatais.

A exclusão do Paulista, portanto, foi consequência da terceirização de parte da equipe, com atleta relacionado a pouco tempo, e sem a checagem devida.

”Não acho o termo terceirização correto, porque há um vinculo do atleta com o clube. Temos que entender como é a relação do atleta com o empresário. Muitos só vão para o clube porque o agente manda, e porque há uma relação de confiança de anos. Tem jogador que fica a vida inteira como o mesmo procurador”, disse Ambiel.

O dedo da Fifa

Desde maio de 2015, a Fifa proíbe que terceiros tenham participação nos direitos econômicos de jogadores de futebol. Resumindo: empresa ou empresário não pode receber parte do valor da venda quando um atleta é negociado entre clubes de futebol, a não ser uma comissão pelo negócio.

A entidade mundial entendeu, algum tempo atrás, que o poderio econômico de algumas pessoas estava dominando o esporte, e prejudicando os clubes. Houve, porém, gritaria de times pequenos depois da decisão, reclamando que não teriam dinheiro para montar elencos sem ajuda de intermediários.

A Fifa já investigou e até puniu clubes por fazerem as “transferências-pontes”, que é quando uma equipe existe basicamente para registrar atletas que “pertencem” a terceiros, para de certa forma legitimar uma negociação. Houve também multa a clubes que usaram terceiro em negociação – o Santos foi um deles, com valor a pagar de R$ 280 mil.

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– Insensibilidade não pode ser Confundida com Discordância

Leio muitas “piadinhas” e alguns memes sobre o AVC que a ex-primeira dama e esposa de Lula, dona Marisa Letícia, sofreu nesta terça-feira.

Discordância sobre a demagogia e as picaretagens que fizeram é uma coisa, mas insensibilidade a alguém que sofre um trauma desses, aí discordo, pois está se misturando as coisas.

Com dor alheia, nunca se brinque! Em especial relativo à saúde e perda de entes queridos. Se fosse com qualquer um de nós, não gostaríamos.

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– Sirius e o investimento de R$ 1,5 bi

Talvez uma das últimas ou (poucas) grandes obras do Brasil. O impressionante, bilionário e futurista acelerador de partículas síncroton, em forma de anel, que está sendo construído em Campinas, supervisionado pelo LNLS.

Extraído de: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/noticia/2017/01/o-acelerador-de-particulas-de-r-15-bilhao.html

A MÁQUINA DE 1,5 BILHÃO DE REAIS

No meio da maior crise econômica da história recente, o Brasil concentra seu investimento tecnológico em um novo acelerador de partículas.

Quem circula pelo polo de alta tecnologia de Campinas, no interior de São Paulo, cruza estradinhas bucólicas pontuadas pelos campi de algumas grandes empresas. São, na maioria, instalações de concreto, cercadas por imensos estacionamentos e quase monótonas quando vistas pelo lado de fora. Um prédio branco salta à vista: parece um estádio de futebol construído em um lugar improvável. “Aqui do meio é que você tem uma noção do real tamanho do prédio”, diz o engenheiro Oscar Vigna, um homem alto e vermelho, queimado das muitas horas passadas sob o sol,  supervisionando as obras do prédio que vai abrigar o Sirius, um equipamento que funciona como um microscópio gigante.

A máquina tem um nome complicado: acelerador de partículas do tipo síncrotron. É a ferramenta que os cientistas usam para entender a estrutura atômica das substâncias com as quais vão trabalhar. Algo importante para o desenvolvimento de novos medicamentos, para o aprimoramento de materiais usados na construção civil, na exploração de petróleo e em uma infinidade de outras áreas. Uma máquina imensa, usada para desbravar universos em miniatura. Quando estiver pronto, o Sirius acumulará números parrudos. O prédio de 68.000 metros quadrados abrigará um equipamento com formato de anel e circunferência de 500 metros. Para proteger as pessoas da radiação liberada pelo funcionamento da máquina, planejada para ser a mais avançada desse tipo em todo o mundo, o conjunto será blindado por 1 quilômetro de paredes de concreto. Uma barreira com 1,5 metro de espessura e 3 metros de altura.

Dos números do Sirius, o que mais impressiona é o preço: R$ 1,5 bilhão. É o projeto científico mais ambicioso já levado a cabo no Brasil. Ou é essa a esperança de seus construtores. Sua construção ainda está em andamento. Espera-se que esteja pronto em 2019. E, com a crise econômica e política que aflige o Brasil, o gigantismo do projeto parece ameaçado. “O Sirius é prioritário, mas seria ingenuidade nossa dizer que não há preocupação”, afirma o físico Antônio José Roque, diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), que encabeça o projeto. Desde que o Sirius começou a ser discutido em Brasília, em 2008, a ciência nacional foi do melhor ao pior dos mundos. Entre 2000 e 2013, as verbas para fazer ciência no Brasil cresceram a patamares inéditos para depois despencar, levadas pelos reveses econômicos do segundo governo Dilma. Cientistas deixaram o país e projetos foram postos de lado. O Ministério da Ciência não admite que o Sirius esteja ameaçado: “Num momento como o atual, um projeto como o Sirius traz oportunidades que ajudam o Brasil a sair da crise”, diz a Pasta em nota. Manter as obras dentro do cronograma exigirá repasses de R$ 500 milhões em  2017, nos cálculos do pessoal do LNLS. Mas a primeira versão de 2017, encaminhada pelo governo ao Congresso, fala em destinar apenas R$ 365 milhões. Em 2016, o orçamento proposto pelo governo – R$ 270 milhões – já sofrera reduções. Fechou em R$ 182 millhões.

O Brasil já conta com um acelerador de partículas, o UVX, também localizado em Campinas. O projeto começou em 1985, por iniciativa dos físicos Ricardo Lago e Ricardo Rodrigues. Foi inaugurado em 1997 com pompa e a presença do então presidente Fernando Henrique Cardoso.  Era o início do LNLS, uma instalação com tecnologia avançada e – coisa inédita no Brasil – aberta para ser usada por pesquisadores de qualquer universidade ou empresa do país e do mundo. Seus construtores entraram para a história do laboratório como heróis improváveis: em um país assolado pela inflação, puseram de pé um equipamento único em toda a América Latina e raro no mundo inteiro. Mas, no começo dos anos 2000, a máquina dava sinais de cansaço. A tecnologia avançara e o UVX ficara obsoleto, em comparação a outros síncrotrons espalhados pelo mundo. “Nós sabíamos que precisávamos construir um acelerador novo”, diz José Antônio Brum, diretor do LNLS entre 2001 e 2008. “Era isso ou fechar as portas.” Em 2008, Brum pediu à equipe do laboratório que desenhasse um pré-projeto do novo acelerador. A proposta foi entregue ao então ministro da Ciência, o físico Sérgio Rezende, durante uma visita ao laboratório. As avaliações preliminares adiantavam que seria um projeto caro,  de R$ 600 milhões. Rezende não se incomodou: “Eu disse ao Brum: ‘Vá em frente, que a gente arruma o dinheiro’”, afirma o ex-ministro.

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– Correndo para uma boa 4a feira!

Estou ainda em recuperação com meu joelho, mas nem por isso deixarei de alongar. Um pouco de relaxamento nas pernas faz bem, não? Nossa foto-motivação:

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Durante o exercício, pensando em Santo Ildefonso, um espanhol celebrado dia 23 e que se tornou grande homem de obediência e serviço a Deus. Nossa foto-reflexão:

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Ainda, a caminho da fisioterapia na clínica, um rápido clique do magnífico amanhecer da nosso foto-inspiração na Rodovia Anhanguera, sentido Jundiaí-Capital:

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Pós-atividade física, uma rápida contemplação na beleza da natureza. Nossa foto-admiração:

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Ótima 4a feira a todos.