– A morte de Teori Zavascki e as teorias sobre a queda do avião.

Teoria Zavascki, 68 anos, Ministro do STF, relator da Operação Lava-Jato, responsável por ouvir 77 das delações premiadas da Odebrecht, morreu nesta 5a feira à tarde junto com outras duas pessoas, após o avião que o transportava cair no mar em Paraty.

Um fato triste para o país e horrendo para a família. Mas agora aguentemos: o que surgirão de teorias conspiratórias, acusando políticos e/ou empresários de sabotar a aeronave… A lógica e o bom senso mandam dizer que o temporal na região derrubou o avião. A priori, nada de assustador.

Que tudo seja bem apurado!

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– O que um patrão deseja do seu empregado?

Essa deu na Veja de 18/01/2017 (O QUE QUEREM OS EMPREGADORES?, pg 18): Empresários e executivos de grandes empresas foram questionados a fim de um levantamento sobre “desejos e comportamentos favoráveis de empregados candidatos à vagas de emprego”. Assim, os chefes dizem que:

– 57% vasculham perfis dos candidatos nas redes sociais;

– 93% tiram pontos de quem se veste de forma desleixada;

– 37% resistem a empregar um profissional com tatuagens visíveis;

– 66% consideram mais difícil achar força de vontade que boa formação;

– 83% evitam contratar quem já foi internado por abuso de álcool ou drogas.

E aí: há muita lógica / exatidão nessas características desejadas?

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– Paulista e Batatais ressurgindo pela garotada?

O Paulista de Jundiaí, depois do age da conquista da Copa do Brasil e da sua participação na Libertadores da América, amargurou as quedas de divisões nos Campeonatos Brasileiro e Paulista. Hoje, na A3, o Galo aposta no ressurgimento com um grupo de trabalho capitaneado pelo treinador Carlinhos Alves. Só que a ressurreição, na prática, tem vindo dos garotos do Sub20: jogando em Jundiaí, no Jayme Cintra, venceu as 7 partidas da Copa São Paulo 2017 com um bonito futebol ofensivo, levando no último jogo quase 15.000 pessoas no estádio (mesmo o jogo sendo às 21h e duas emissoras de TV transmitindo).

O que o Batatais tem a ver com isso?

É que ambos estão com as contas “quebradas”, no vermelho, envolvidos em dívidas trabalhistas. A diferença é que o Fantasma foi um time cigano, jogando a Copinha em Cravinhos e em outras cidades. A garotada da base também tem sido um alento, mesmo com público pífio e o Profissional “invejando” o carinho recebido por parte deles.

Aí, é inevitável questionar: as diretorias de Paulista e Batatais se planejaram com as equipes Sub20 para terem tal desempenho, diferente do pífio rendimento das equipes principais? Foi o acaso, foi uma terceirização ou ainda a aposta em jovens talentos e treinadores na velha história do “não temos nada a perder”?

Parabéns a ambas agremiações, que sofreram com as contas do seus departamentos profissionais em 2016 e começam bem com nas categorias amadoras em 2017. Uma dessas equipes será finalista da atual Copa SP.

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– A solução para a crise é o número menor de prisões?

Ouviram essa?

Para resolver o problema dos presídios é só prender menos, para que se tenha mais dignidade e espaço suficiente!”.

A frase foi dita por uma defensora pública (ouvi na rádio, só peguei o primeiro nome: Vivian), e se refere à situação caótica dos presídios brasileiros.

A solução da crise carcerária, então, é “prender menos”??????

Não seria melhor educar o povo, coibir a bandidagem, fazer campanhas anti-drogas, desestimular a corrupção e a desonestidade…?

A ideia é de, em prendendo menos, dar mais conforto aos presos. Respeito que exista direitos humanos, mas não se pode confundir quem está pagando o preço da criminalidade com um hóspede mimado. Aí não dá.

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– A Revolução nas Regras do Futebol que estará sendo debatida na FIFA

Marco van Basten era um dos meus ídolos daquele Milan fantástico dos anos 90. Hoje, ele é consultor técnico da FIFA, incumbido para sugerir e estudar mudanças no Futebol.

Em entrevista à Revista Alemã Sport Bild (reproduzida no Brasil pelo GloboEsporte), ele quer mudar radicalmente a prática do futebol.

Abaixo, 10 medidas (trazidas na entrevista) que van Basten vai propor e assustarão os mais conservadores:

10 SUGESTÕES DE VAN BASTEN PARA MUDAR O FUTEBOL

1. Uma “disputa de pênaltis” diferente
 
 
Se você acompanhou um pouco da MLS nos anos 90 vai lembrar do shootout. Van Basten quer essa novidade no lugar da prorrogação e da antiga disputa de pênaltis. “Cada equipe teria cinco tentativas. O árbitro apita, o jogador tem 25 metros e oito segundos para tentar marcar. Se o goleiro defender, acabou. Seria mais espetacular para os espectadores e mais interessantes para o jogador. Em cobranças de pênalti, tudo é decidido em um segundo. Com esse “mano a mano”, o jogador tem mais possibilidades, pode driblar, chutar ou esperar ver o comportamento do goleiro”, disse.
 
2. Fim do impedimento
 
 
“Eu estou muito curioso para saber como o futebol funcionaria sem o impedimento. Temo que muitos seriam contra. Eu seria a favor, pois o futebol se parece cada vez mais com o handebol, com as equipes colocando muralhas na frente da área. É muito difícil superá-la. Sem o impedimento, haveria mais possibilidades para os atacantes e mais gols. No hóquei sobre grama, o impedimento foi abolido e não causou problemas”.
 
3. Mais substituições
 
 
“Também estamos estudando permitir mais de três substituições por jogo. No mês passado, eu encontrei Pep Guardiola (técnico do Manchester City) e ele me perguntou: “Por que não temos o direito de fazer seis mudanças?””
 
4. Exclusão temporária
 
 
“Uma ideia é substituir o cartão amarelo por uma exclusão temporária de cinco ou dez minutos. Isso assusta os jogadores. É mais difícil com 10 contra 11, muito menos com 8 ou 9”.
 
5. Evitar a cera
 

“Estamos cientes do problema do tempo. Os torcedores querem ver ação, gols e duas lutas. Quanto mais tempo levar a substituição, a cobrança de falta ou o atendimento a uma lesão, maior será o tempo perdido. Temos de ser cuidadosos com isso. Discutimos também fazer os últimos dez minutos do jogo um período de bola rolando. A bola precisa rolar a cada dez minutos”.

 
6. Cinco faltas por jogo
 
 
“Eu tenho uma ideia de que um defensor, como no basquete, só pode fazer cinco faltas – na sexta ele precisa sair do jogo”.
 
7. Impedir pressão no árbitro
 
 
“Seria uma boa ideia se, como no rúgbi, apenas um jogador do time – o capitão – falasse com o juiz”.
 
8. Oito contra oito na base
 
“O futebol professional deve ter 11 contra 11. Mas na base seria perfeito num campo menor. Eles teriam a bola por mais tempo, participariam mais do jogo, se divertiriam mais, pois precisariam correr menos”.
 
9. Reduzir o número de jogos
 

 
10. Substituições mais rápidas
 
“Ainda estamos discutindo isso, o que é uma possibilidade. No entanto, será apenas para competições de base. Mas também devemos pensar no árbitro – ele precisa sempre saber quem está em campo”.
 

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Marco van Basten, hoje.

– 5a feira é dia de adorar Jesus na Eucaristia

No Evangelho desta 5a feira, ouvimos:

Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: “Tu és o Filho de Deus!’“.

Que neste dia (Consagrado pela Igreja Católica para adoração ao Santíssimo Sacramento) possamos nos deixar abertos à ação do Cristo Eucarístico. Amém.

(Missa das 7h na Paróquia São João Bosco):