– Frutas deliciosas!

Para uma vida saudável: frutas!

Aqui, deliciosa salada com morango, pêssego, maçã, kiwi, mexerica e caqui.

🍓🍑🍎🥝🍊🍅 #saúde

– As reações da Vacina contra a Covid,

Contei ontem minha feliz experiência de tomar a vacina contra a Covid-19 (o texto está em: https://professorrafaelporcari.com/2021/06/25/vacine-ja/).

Como toda vacina, são esperadas reações (e isso é ótimo, pois significa que a imunização está funcionando). A que tomei foi da Fiocruz / Oxford / AstraZeneca. Recebi a dose às 9h da manhã, e à noite, senti calafrios e muitas dores no corpo (durante o dia, apenas dor no braço). Amanheci com sintomas de gripe, que duraram muito pouco. Estou escrevendo esse texto 24 horas depois, e, tirando o incômodo do braço (que persiste e também é comum), estou ótimo.

Não se esqueça: vacine-se! Só assim acabaremos com a pandemia, além das medidas preventivas, como o uso de máscara.

INSISTO: um vacinado não morre de Covid, pois o vírus quando em contato com quem tomou a vacina, não consegue “fazer o estrago” – afinal, a pessoa está imunizada. A vacina te protege disso (de não sentir os sintomas e morrer). Entretanto, você pode continuar a transmitir o vírus, pois ele não deixa de existir em você – daí a importância do uso de máscaras. Portanto, se você se vacinou, continue com os mesmos cuidados preventivos EM RESPEITO AO SEU PRÓXIMO.

Em suma: se você se contaminar com o vírus, não sentirá nada mas continuará a transmiti-lo. Explico no vídeo em: https://youtu.be/dv0-TATpbcw.

Assista sobre o “pós-vacina” em: https://youtu.be/3ogE2hLRmIs

– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a #saúde. Anima o #corpo, ajuda a #mente e nos dá tempo para as #tarefas.
Vamos correr a fim de dar um “start” nos #hormônios?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas

 

– Vacine Já!

Acabei de receber minha dose da vacina contra a Covid-19 (a de Oxford / FioCruz / AstraZeneca). Poderia ser da Pfizer, Sinovac / Butantan, Moderna, Sputnik V, Soberana 2 e até a Macarrone-III se existisse!

Funcionando, é o que importa. E elas FUNCIONAM!

Aqui vai o recado (que é um apelo): esqueçam os discursos negacionistas e as postagens daqueles que direta ou indiretamente pertencem aos movimentos anti-vacinas. Não se politize a medicação! Acreditem na Ciência, nos médicos e nos estudiosos que tanto pesquisam. Não creiam em “Tiozões do WhatsApp“, “apaixonados por Política” ou qualquer outro tipo de pessoa que diga a você não vacinar.

As vacinas impedem que você morra de Covid e te protegem de adoecer gravemente. Tudo o que você lê sobre percentual de imunização e eficácia global, pode ser entendido aqui neste link que compartilho (especialmente se você acredita que a Coronavac, por exemplo, protege “só 50,38%“): https://professorrafaelporcari.com/2021/01/12/apesar-de-5038-ainda-assim-e-melhor-tomar-a-vacina-do-que-nao-tomar-diz-a-ciencia/.

  • Não deixe a desinformação te assustar. Creia na informação segura, de fonte com credibilidade.

IMPORTANTE: um vacinado não morre de Covid, pois o vírus quando em contato com quem tomou a vacina, não consegue “fazer o estrago” – afinal, a pessoa está imunizada. A vacina te protege disso (de não sentir os sintomas e morrer). Entretanto, você pode continuar a transmitir o vírus, pois ele não deixa de existir em você – daí a importância do uso de máscaras. Portanto, se você se vacinou, continue com os mesmos cuidados preventivos EM RESPEITO AO SEU PRÓXIMO.
Em suma: se você se contaminar com o vírus, não sentirá nada mas continuará a transmiti-lo. Explico no vídeo em: https://youtu.be/dv0-TATpbcw.

PREVINA-SE! Assim acabaremos logo com esse sofrimento que há tanto tempo nos assola. Tomar vacina é ato cidadão, cristão e solidário.

– Síndrome do Pânico, Ciência e Fé

Nos dias atuais, a Síndrome do Pânico tem trazido sérias complicações para as pessoas. A vida atribulada, o trabalho exaustivo e o excesso de compromissos despertam as crises de ansiedade e outros males.

Compartilho esse texto muito bacana que fala sobre fé, ciência e pânico – muito útil para aqueles que sofrem desta moléstia.

Abaixo, extraído de: https://eventos.cancaonova.com/pregacoes/livrai-me-do-panico/

LIVRAI-ME DO PÂNICO

por Dr Roque Savioli

Uma das situações mais frequentes na nossa vida é a ansiedade. O medo é uma reação normal do nosso organismo; esse sentimento é uma forma até de defesa do nosso corpo.

O nosso objetivo hoje é mostrar que o medo é normal, mas o medo exagerado precisa ser tratado. No Gênesis 3 9-10 está escrito: “Mas o SENHOR Deus chamou o homem e perguntou: “Onde estás?” 10 Ele respondeu: “Ouvi teu ruído no jardim. Fiquei com medo, porque estava nu, e escondi-me”.

Essa passagem bíblica narra um exemplo do medo quando Adão e Eva pecaram e a partir daí sentiram medo de Deus, no caso porque sabiam que haviam feito algo errado.

Em Mateus 14,22-26 está escrito: “22.Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. 23.Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho. 24.O barco, entretanto, já longe da terra, era atormentado pelas ondas, pois o vento era contrário. 25.Nas últimas horas da noite, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. 26.Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo”.

Quando Jesus começa a caminhar sobre as águas os apóstolos tiveram medo achando ser até mesmo um fantasma, e Pedro, mais ousado, caminhou sobre as águas e quando sentiu a força dos ventos também sentiu medo e começou a afundar e Jesus veio em seu auxílio.

Tem gente que tem medo de fantasma, de alma penada, de escuro, de altura, etc., porém, quando olhamos para Jesus e confiamos n’Ele Ele vem em nosso socorro e nos ajuda a enfrentar nossos temores.

Existem os medos inexplicáveis tanto que os discípulos chamaram Jesus de fantasma. Existe a síndrome do pânico e no meu consultório recebo muitas pessoas com esse mal, existem muitos casos hoje em dia. As pessoas com essa enfermidade têm medo de morrer, passam a ter várias crises de tontura. Elas vão ao médico passando mal e pensam: “A minha doença deve ser tão grave que ninguém descobre o que tenho”, mas, na verdade, o que, muitas vezes, elas têm é síndrome do pânico.

Esta sociedade consumista que nós temos é que faz as pessoas ficarem em pânico, porque só se pensa no consumismo, em ter cada vez mais coisas. Assim como existem também pessoas com metas exageradas, o que causa esse mal também. Por essa razão digo: precisamos ter consciência do que nós somos e podemos ser.

Pessoas que querem mostrar muito, na verdade, não têm nada! É muito comum hoje mulheres e até crianças com síndrome do pânico. Em todos os momentos essas pessoas com essa enfermidade acham que vão morrer e, com isso, se desesperam e ficam, de fato, doentes.

As pessoas que são fóbicas são pessoas que querem fazer demais, querem fazer tudo sozinhas.

Tenho em meu consultório muitos casos de pessoas com síndrome do pânico e é impressionante como cresce o número de gente com essa doença. Se você tem medo exagerado ou pânico é preciso primeiramente assumir a situação e depois se tratar. É uma situação muito triste, mas é preciso enfrentar a doença e buscar o tratamento.

Por que pânico? Porque essa é uma palavra de origem grega, um deus grego que assustava todo o mundo. Pessoas, com pânico, têm medo de concentração de muita gente e, muitas vezes, ficam estudando as formas de fugir do local em que há muita aglomeração.

Jesus teve uma crise de pânico no Monte das Oliveiras, esse fato está narrado em Lucas 22,40-44: “40.Chegando ao lugar, Jesus lhes disse: “Orai para não cairdes em tentação”. 41.Então afastou-se dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar. 42.“Pai, se quiseres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua!” 43.Apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia. 44.Entrando em agonia, Jesus orava com mais insistência. Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam no chão”.

As pessoas que têm a síndrome de pânico acham que vão morrer do coração. Eu tenho um livro chamado “Não entre em pânico”, que você pode adquirir na Canção Nova, no qual narro sobre pessoas que foram curadas dessa enfermidade a partir do encontro com Jesus.

É uma coisa muito séria a entrada da fé para a ciência, pois muitas pessoas estão sendo curadas por intermédio da fé em Jesus Cristo.

A cura espiritual, física e psíquica é necessária, por isso a ciência e a fé caminham juntas.

Muitas pessoas ainda acreditam que a síndrome do pânico é inventada pelo paciente. É preciso ajudar quem está doente dando-lhe força e não o condenando. Por outro lado, muitas vezes, a família protege demais a pessoa que tem depressão, o que também faz a ela. É preciso ter paciência e ajudá-la levando-a ao médico, buscando tratamento físico, psíquico e espiritual para ela.

Fizeram algumas pesquisas e perceberam que o maior número de pessoas com síndrome do pânico são as mulheres.

Existem pessoas que sempre começam a fazer as coisas e nunca as terminam, sempre param pela metade.

Saiba que perfeição só se conseguirá ao lado de Deus, e enquanto formos humanos, aqui nesta vida na terra, seremos imperfeitos.

Quantas e quantas vezes atendi pessoas que achavam que estavam morrendo e entraram em depressão, mas, na verdade, muitas não tinham nada, era só medo.

Existem pessoas que têm fobias, que têm medo de falar em público, de se apresentar em público.

Nunca fale para o seu filho: “Você nunca vai ser nada na vida!” ou “Nunca a sua vida vai dar certo!” porque ele guardará isso e quando crescer provavelmente terá síndrome do pânico.

A criança entende, não pense que ela não entende, entende sim! Então não fale para o seu filho que você acha que ele não vai ser nada na vida.

Repito: a doença não veio de Deus, ele é do ser humano. Não diga que Deus é culpado pela sua doença, mas agradeça a Ele por tudo que você tem e é . Louve-O sempre, em todas as circunstâncias, pois o Senhor o ama, meu irmão!

Já escutei muitas bobeiras, entre elas de que estão inventando câncer para vender remédio. Isso não é verdade, é mentira.

Católico tem de saber que precisa tomar remédio, sim! Busque a Deus, mas fazendo o seu tratamento, buscando o médico, isso está na Palavra de Deus, em Eclesiástico 38 [Médicos e medicinas]. Devemos nos lembrar de que tudo podemos, mas nem tudo nos convém, e por isso devemos cuidar do corpo porque somos templos do Espírito Santo e obra-prima de Deus.

Com a graça de Deus você consegue vencer os vícios, como cigarro, bebidam que só lhe fazem mal, por isso busque vencer esses males, pois só lhe fazem mal.

“Fronteiras da ciência e da fé”, um livro que escrevi sobre a ação de Deus por meio da espiritualidade; o que faz muito bem.

Para a raiva não existe remédio; o remédio é Jesus. O Senhor nos cura por intermédio do remédio, do médico, do enfermeiro ou diretamente.

Transcrição e adaptação: Saulo Macena

– Goiabas divertidas.

Frutas são sempre saborosas e nos dão saúde. E para incentivar as crianças… um pouco de alegria para as goiabas parecerem gostosas e divertidas!
Comer e brincar: tem coisa melhor?
Imagem

– Dormir como uma criança… você consegue?

Sabe a expressão “dormir como uma criança”?

Ela pode ser bem representada nesta foto, abaixo:

Quantas vezes nós dormimos mal, pensando nos problemas diários e não conseguimos nos “desligar“?

O bom sono deve ser natural, sem medicamentos ou indução. E é possível?

Eu não sei. Só sei que há tempos eu não durmo como uma criança – e vou procurar melhorar isso. Durmo pouco por natureza, desde sempre. Mas a qualidade dele é que se faz preocupante.

– Pratique Saúde!

Correr vale a pena!

Controlar o BPM, como feito hoje, é muito bom. Eu insisto: pratique exercício físico – a saúde agradece.

Imagem

– Bom domingo (Parte 1 de 4)

👊🏻 Olá amigos!
Uma madrugada agradável destinada à atividade física surgiu lá fora. Para controlar o cortisol, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Quem gosta de corrida, venha junto. Motivando no clique 1 de 4:

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #asics

– Energia? Coma amendoim.

Energia!

Coma amendoim e tenha Vitamina E.

Não tem aperitivo mais gostoso… eu amo essa delícia! E hoje, caprichamos aqui com uma remessa de boa qualidade.

🥜 #saúde

– A falta de informação versus a desinformação da Covid 19.

Quanto ao combate do Novo Coronavírus, no começo da pandemia, o problema era a falta de informação sobre a doença e seus cuidados. Isso atrapalhou demais a luta com medicamentos realmente eficazes e procedimentos corretos / necessários.

Hoje, sabe-se muito mais do que no início dela. Alguns comportamentos foram alterados, lugares / coisas onde “se transmite ou não” foram estudados (tempo de vida dele fora do corpo humano em alguns objetos e formas de contágio), além do surgimento de vacinas e protocolos melhores de prevenção e tratamento.

O grande problema passou a ser: a desinformação, como a insistência em atos e pronunciamentos que confundem as pessoas! Falas de gente e entidades não confiáveis, propagação de fake news e outras bobagens.

Lembre-se: prefira dados de procedência honesta, descompromissada com política e/ou autêntica.

– Bom domingo (Parte 1 de 4)

👊🏻 Olá amigos!
Uma madrugada agradável destinada à atividade física surgiu lá fora. Para controlar o cortisol, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?
Quem gosta de corrida, venha junto. Motivando no clique 1 de 4:

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno #adidas

– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a #saúde. Anima o #corpo, ajuda a #mente e nos dá tempo para as #tarefas.
Vamos correr a fim de dar um “start” nos #hormônios?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Nike

 

– O ineditismo de uma pandemia em meio a globalização!

Tudo o que está escrito nesta postagem redigida há 1 ano, vale para hoje. Abaixo:

Nas festas de final de ano 2019, quem imaginou que 2020 seria um ano tão travado? Aliás, o “ano novo” não começou mesmo, e, pelo jeito, não começará de verdade do jeito que gostaríamos já que estamos em meados de junho.

Quantas pessoas você conhece que passaram por uma pandemia e se recordam como ela foi? As mais idosas vivas (centenárias) eram crianças quando ocorreu a última, a da Gripe Espanhola, que durou de 1918 a 1920 (portanto, há 100 anos).

Repare nesses números: crê-se que a Influenza tenha atingido meio bilhão de pessoas, com 50 milhões de mortos. Mas considere:

– O mundo estava saindo da Primeira Guerra Mundial, então as Economias pegaram o efeito da pandemia já cambaleadas;

– A Globalização era algo muito ínfimo. De tal forma, a doença “não viajava” como ela faz hoje, se concentrando nos centros mais populosos próximos de onde ela ganhava corpo.

– A desinformação era diferente da falta de informação. Explico: hoje, morre-se menos porquê temos mais informação de boa qualidade e as pessoas sabem corretamente como se precaver (caso pesquisem). Naquele tempo, não tínhamos “informação via satélite” e nem sonhávamos com a Internet e por esse motivo, a falta de cuidado e de alertas era maior. Boatos, como os de hoje, existiam também (na versão de Fake News daquele período de época). Porém, pela falta de recursos tecnológicos, era mais difícil desmentir. Hoje, temos informação de boa qualidade duelando contra as mentiras. Naquela época, a pouca informação lutava contra a desinformação (a informação errada, mas não proposital) e a boataria (nossas Fakes News de hoje).

– A Medicina, evidentemente, é muito mais avançada hoje do que há 100 anos – não só pelas drogas descobertas mas também pelo intercâmbio de médicos e troca de pesquisas em tempo real.

Diante de tudo isso, vemos uma questão político e social que nos traz medo e incertezas, com empresas quebrando e simultaneamente ocorrendo revoltas de lados ambíguos da população (contra ou não o isolamento).

O problema do capital de giro e prejuízos do Mercado nunca vai se equilibrar com o dano das mortes. Não existe “preço pela vida”, mas deveria se existir o bom senso de otimizar e se programar para a pausa das atividades. Diante desse impasse (ou melhor, dessa imprudência das autoridades), ninguém conseguiu resolver a contento.

Todos os setores hoje são atingidos. Talvez depois da Segunda Guerra Mundial, tenha sido a primeira catástrofe global que vivemos. Se ela não for, certamente é na questão de acompanhamento e debates on-line.

Por curiosidade: a APEA, que era a “Federação Paulista de Futebol de então”, anunciou a suspensão do Campeonato Paulista de 1918 devido à epidemia de Gripe Espanhola citada anteriormente (e que matou 35 mil brasileiros). Os jogos foram retomados no fim do ano, e o campeonato foi concluído no início de 1919, com o Paulistano-SP campeão. E importante: o presidente Rodrigues Alves foi uma das vítimas.

Se o Brasil parou por quase 1 ano há 102 anos, tendo 35 mil mortos totalizados e com as condições precárias de saneamento básico e saúde da 2ª década do século XX, compare com o número de vítimas atuais em nosso país.

É lógico que temos culpados por tudo isso: o descuidado em impedir a entrada do vírus no país (quando houve as notícias dos primeiros casos da Itália, a Argentina fechou imediatamente a entrada de italianos e voos procedentes de lá). Nosso Presidente da República pouco ajudou nos exemplos de prevenção e debochou por diversas vezes da pandemia (sem contar que não evitou aglomerações); em contrapartida, os Governadores não se esforçaram em tomar cuidado com a compra de respiradores ou na montagem de Hospitais de Campanha a preços honestos, permitindo (consciente ou não) a corrupção. Por último, ninguém preparou as empresas para dias de fechamento: fizeram as pessoas ficarem em casa antes do pico e as liberaram durante esse período mais crítico (deveria ser exatamente o contrário). Fizemos tudo errado (mesmo tendo outras nações que começaram antes com o Novo Coronavírus e que poderiam ter servido de modelo para nós).

Contra o Covid, precisamos sem dúvida de Ciência, de boa Gestão da Saúde Pública, de Cidadania, de Solidariedade e para não enlouquecermos.

Repare nos conselhos contra a Pandemia da Gripe Espanhola há 100 anos:

print-estadao-gripe-espanhola-584x644

Por último, acrescente algumas notícias dos jornais da época:

image_processing20200403-30758-1rxrwjw

unnamed

– A Síndrome da Simpatia, que apesar do nome, não tem nada de simpática!

Uma doença está intrigando os médicos e pesquisadores: a Síndrome de Williams, conhecida como Síndrome da Simpatia, uma desordem genética que faz com que a excessiva sociabilidade desconcentre os portadores desse mal, e que consigo traz outras características curiosas: nariz empinado, dentes pequenos, sorriso freqüente, ligeiro retardo mental e extraordinário talento para a.. música!

Um verdadeiro mistério! (informações na Associação Brasileira da Síndrome de Willians – http://www.swbrasil.org.br)

Boa sorte e que Deus abençoe não só os portadores, mas também aos familiares.

Extraído de: Revista Isto É, ed 2182, por Mônica Tarantino, pg 94-95)

A SÍNDROME DA SIMPATIA

Cientistas estudam como a ausência de alguns genes causa as manifestações físicas e comportamentais da síndrome de Willians, doença rara marcada por um curioso excesso de sociabilidade.

Eles são falantes, sorridentes e demonstram uma sociabilidade excessiva. São os portadores de uma desordem genética rara, a síndrome de Williams. Ela atinge uma entre 15 mil pessoas e é caracterizada por uma combinação peculiar de sintomas. Além de muito amigáveis, os indivíduos podem ter alterações renais e cardiovasculares importantes, como estenose da válvula aórtica (defeito no funcionamento dessa estrutura cardíaca). Simultaneamente às dificuldades de aprendizagem na escola e hiperatividade, podem também revelar um talento musical impressionante, habilidade para idiomas e sensibilidade auditiva.
Descrita em 1961, a síndrome é causada pela falta de 22 a 28 genes em um dos pares do cromossomo 7 (ao todo, são 23 pares de cromossomos, estruturas do DNA pelas quais se distribuem os genes). Até agora foram identificados os sintomas ligados a 20 desses genes ausentes. Para avançar no conhecimento da doença, o governo americano liberou, há três meses, US$ 5,5 milhões para custear as pesquisas de um grupo multi-institucional de cientistas reunidos no Instituto Salk de Estudos Biológicos. “Nosso foco é entender as ligações entre os comportamentos e as bases genéticas e neurobiológicas da doença”, disse Ursula Bellugi, pesquisadora que lidera o grupo.
No Brasil, a Universidade de São Paulo e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) conduzem pesquisas. “Estudamos quais genes faltam em cada paciente e comparamos com as manifestações da síndrome em cada um”, explicou o geneticista Danilo Moretti-Ferreira, da Unesp. O objetivo é identificar as funções de genes cujo impacto ainda não foi descrito na doença.
Pouco conhecida, a doença é subdiagnosticada, o que pode gerar problemas sérios. “Cerca de 60% dos bebês com a síndrome nascem com problemas no coração, como a estenose da válvula aórtica. Precisam ser diagnosticados para ter acompanhamento”, afirma Jô Nunes, fundadora e presidente da Associação Brasileira da Síndrome de Williams (ABSW). Mãe de Jéssica, portadora da doença, Jô foi a mais de uma centena de médicos até obter o diagnóstico, feito quando a menina completou 7 anos. Jéssica submeteu-se a três cirurgias cardíacas, entre elas um transplante. “Seu caso foi pioneiro e abriu as portas para outras crianças receberem o transplante. Mostrou também que, se tiverem o suporte adequado, as crianças com Williams terão boa qualidade de vida”, diz Jô. A garota, que estagiava em um hotel, morreu em 2010, aos 19 anos, em consequência de uma infecção. Mas há pacientes com idade avançada.
Muitos pais repetem a perambulação por consultórios. “Meu filho só foi diagnosticado aos 5 anos”, diz Maira Zamorano, mãe de Felipe, 10 anos. “Ainda bem que ele já fazia sessões de fonoaudiologia e fisioterapia para auxiliar seu desenvolvimento”, diz. Após o diagnóstico, Maira foi à escola para propor adaptações na rotina do filho. Por exemplo, deixá-lo sair da aula quantas vezes quisesse para ir ao banheiro. “Crianças com Williams pedem para fazer xixi várias vezes num curto espaço de tempo. Em geral, as professoras não entendem essa necessidade”, esclarece a geneticista Adriana Bührer Nascimento, diretora-científica da ABSW.
A ex-dona de escola Belinha Lacerda deixou o trabalho para cuidar da filha Juliana, 30 anos. “Ela se desenvolveu muito e mostrou uma musicalidade impressionante”, diz. Belinha procura incutir na filha o cuidado com estranhos. “Ela fala com todos e fica exposta a riscos.”
A ABSW está numa cruzada para tornar os sintomas da doença mais conhecidos. Uma das metas é conscientizar os pediatras para a necessidade de medir a pressão arterial dos bebês. “É um meio de identificar a síndrome e vários outros problemas”, diz a geneticista Adriana. Outra reivindicação é tornar realidade as consultas com geneticistas na rede pública. Hoje, o SUS não as oferece, apesar de a contratação desses especialistas ter sido aprovada há cinco anos. Em setembro, a entidade fará um almoço para arrecadar fundos. Quem quiser fazer doações deve entrar em contato pelo e-mail swbrasil@swbrasil.org.br

– Uma boa salada de frutas sempre vai bem.

Ôba! Uma deliciosa salada de frutas para adoçar a vida. Hoje: manga, morango e uva.

Nao pode faltar comida saudável em casa, e eu gosto bastante. O meu problema é: chocolate

Esse é o “calcanhar de Aquiles” para retardar o emagrecimento…


🥭 🍇 🍓 #Fruits

– Controle seus limites no treino.

Correr controlando seus limites é muito bom.

Hoje foram 6km, sendo 4 km na corrida e 2km na caminhada. Mais do que isso, pelo horário e pelos compromissos do dia, seria desnecessário.

Pratique esportes! A saúde agradece.

– Um mal que não se discute: a automutilação.

Os cuidados com um problema silencioso: a automutilação.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=l5gEIHbFBrU

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– Vale a pena investir numa boa esteira.

Depois da ótima corrida da manhã, uma forte caminhada com “balanga-bunda” na esteira, revezando forte inclinação.

Confesso: eu gostava da minha Athletic, mas depois que conheci essa Bonnavita profissional… uau!

Pratique esportesfaz bem para o corpo, para a mente e para a alma.

– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a saúde. Anima o corpo, ajuda a mente e nos dá tempo para as tarefas.
Vamos correr a fim de controlar o cortisol e ter disposição?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Asics #Adidas

– Por quê eu corro?

Eu tenho uma rotina básica durante minha madrugada-manhã: tentar me encontrar (sim, “me buscar comigo mesmo – redundantemente falando), com Deus e com o mundo!

Costumo fazer 4 cliques mobgraficos: dos equipamentos de treino (para convidar à prática saudável do exercício físico), de uma imagem sacra (normalmente, uma breve jaculatória à Nossa Senhora), de uma flor (sempre tento me alongar junto às flores) e, por último, de uma paisagem bonita que presenciei durante esse tempo todo (para terminar o treino com relaxamento total).

Suar traz hormônios do bem estar. E durante a corrida, eu procuro conversar com Deus, pedir a intercessão dos santos e sempre que possível, rezar um Santo Terço (e as causa que coloco nele são muitas). Encho-me de endorfina, do Espírito Santo e de alegria nestes sagrados e necessários momentos.

Para tanto, há de se ter força de vontade – e isso vale a pena! Acordar cedo sempre foi muito tranquilo para mim, pois sou amigo das madrugadas. Do frio, confesso, não gosto. Mas equipando-se muito bem (como na foto abaixo, durante essa semana, no Lago do Taboão, em Bragança Paulista, com 7ºC), dá-se um jeito.

O importante é: fazer uma atividade que te dê prazer (e se possível, incentivar os demais amigos à mesma coisa). 

Corra. Reze. Motive-se e motive o próximo. É o caminho para uma vida melhor.

– A delícia do fruto da Pitangueira!

Rica em ferro, com muita Vitamina C, a pitanga é saborosa!

Olha essa pequenina: ainda assim ela é suculenta.

Imagem

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #tbt 2: O Dia do Desafio!

Hoje é “Dia do Desafio”! Veja só como foi em 2017, já que hoje é 5a feira, oportunidade de #tbt:

Gostaria de parabenizar os organizadores do “Dia do Desafio” em Jundiaí (competimos com Uberlândia-MG), em especial à àrea de Esportes e de Cultura do município, pela manhã gostosa que passamos nesta quarta-feira.

Minha filha participou com seus colegas do Projeto Guri, unindo música e atividade física (cultura e esporte são sinônimos de educação para a mente e para o corpo). Saíram da sede (vizinha do Teatro Polytheama) e foram caminhando até o Solar do Barão. Em frente à Catedral Nossa Senhora do Desterro (Matriz), se reuniram em outras atividades – tocando, cantando, pulando e se exercitando. 

Aqui, um vídeo de 30 segundos da festa no Centro da Cidade. Isso sim vale a pena: iniciativa eficaz de socialização, prática sadia e educacional, além de ser de baixo custo

Assista o vídeo em: https://m.youtube.com/watch?v=mJd0FyRzpXc


Algumas fotos abaixo:

Mais um derradeiro e bacana vídeo:

– Pratique saúde!

Valeu cada passo de hoje! Correr faz bem para a saúde. Pratique esportes.

Meus “5k” bem suados:

– Frutas Alcoolizadas

Frutas e álcool? Cuidados com o chocolate? Atenção para que o prazer não estresse…

Muito bacana, extraído de: https://virtualidades.blog/2021/05/26/frutas-alcoolizadas/

FRUTAS ALCOOLIZADAS

por Solon Saldanha.

Claro que eu já tinha ouvido falar das tais “peras bêbadas”. Sei que é um doce feito com a fruta, mas não lembro se algum dia provei. Até me deu vontade e fui espiar na internet como se faz. Não existe informação que não esteja armazenada por lá, nessa espécie de oráculo moderno. Coisa muito fácil de fazer, precisando apenas das peras – evidente, né? – uma garrafa de vinho tinto, açúcar, cravo e canela. Gosto muito desta fruta, de vinho e de doces em geral: vou ter que provar. Agora, o que até pouco tempo atrás eu jamais poderia sequer imaginar é que estaria, na minha casa, tratando de embebedar outras tantas. Mas confesso que tenho feito isso.

A gente chega do supermercado ou da feira e lá estou eu, passando um pano com álcool nas bananas, no mamão, no abacate. Pouco, mas imagino que o suficiente para eliminar o tal coronavírus, se é que ele se encontra por ali. Paranoia, talvez! Mas tenho certeza de que não estou sozinho. Essa está se tornando uma característica destes tempos que nem sei mais se são modernos, pós-modernos ou pré-apocalípticos. Afinal de contas, vivemos um momento no qual virou rotina acompanharmos todos os dias, nos noticiários das TVs, o número de mortos e de infectados. Ambos só crescem, quase sem que isso choque as pessoas. Exceto se algum familiar está agora engrossando essa estatística, porque então ela ganha um rosto e remete a várias lembranças. Agora, se isso é normal, por que não seria dar um banho nas compras?

As verduras são tratadas de modo diferente: ganham um demorado mergulho em água potável batizada pela quantidade recomendada de água sanitária. Depois ficou eu secando as folhas, com aquele instrumento plástico que gira e reduz a umidade usando a força centrífuga. Viram só? Estudar física no Ensino Médio um dia teria sua utilidade, mesmo para quem escolheu seguir as Ciências Humanas. A questão é que esse esforço todo cansa um bocado. E se não cansa de verdade, ao menos serve de desculpa. Então você tem que comer uma porção extra do que trouxe para casa. Não necessariamente das frutas e das verduras: pode e deve ser um abuso qualquer, como um doce dos quais eu tanto gosto.

Já confessei aqui outro dia, em outra crônica, que sou apaixonado por chocolates. Mas, mesmo recomendando que pessoas que tenham outros vícios, que sejam danosos à saúde, devam procurar grupos de apoio, eu jamais iria para uma hipotética C.A – Chocólatras Anônimos. Entendam que sou assumido e não anônimo. E também não iria porque aceito variar essa minha necessidade de açúcar no sangue: quem sabe um pudim de leite condensado, um pastel de Santa Clara, um cheesecake, um quindim, uma prosaica fatia de queijo acompanhada por outra de goiabada, uma mil folhas – milhar no nome, quatro ou cinco na realidade – ou um pastel de Belém?

Esse último foi criado em 1834 no Mosteiro dos Jerónimos, próximo à Torre de Belém. Foi uma forma encontrada para a sobrevivência, depois que expulsaram o clero e encerraram os conventos, devido à Revolução Liberal de 1820. Os muitos visitantes da região se habituaram depressa a saborear essa iguaria, cuja receita se mantém igual até os dias de hoje. Para mim também é quase uma questão de sobrevivência, algo doce para fazer companhia ao cafezinho após o almoço. Quanto às frutas, já recuperadas do pequeno teor alcoólico a que foram submetidas, sigo consumindo com muita satisfação. Em geral ao amanhecer ou no final das tardes. A pandemia não pode nos privar de todos os prazeres.

 

– Baby Fusion, Sling e Exterogestação

Uma das práticas mais amáveis das mães para com os seus bebês, fortalecendo o instinto natural da maternidade e ajudando o pequeno a se desenvolver, é o uso do sling – algo simples e ao mesmo tempo primordial para ajudar na exterogestação.

Aliás, praticantes da arte do Baby Fusion conhecem bem esses termos e conceitos. 

Compartilho, abaixo, algumas explicações (vide maiores informações no Instagram de @priscilaporcari.babyfusion).

EXTEROGESTAÇÃO vs SLING

por Priscila Porcari Ferreira

Você sabe a relação de Exterogestação X Sling ?

Vou te contar: o campo da neurociência vem crescendo cada vez mais e estudos nos mostram a importância do colo para o bebê recém-nascido.

O bebê nasce com determinada quantidade de ligações neurológicas e precisa continuar fazendo essas ligações para se desenvolver. Se o bebê fosse nascer com essas ligações suficientes maduras para ele ser “completo”, ele teria que nascer de 12 meses e não de 9 meses. A sábia natureza fez com o que o bebê nascesse de 9 meses para ter a cabeça ainda pequena e passar com tranquilidade pela via de parto. E portanto, os 3 meses restantes seriam de exterogestação, ou seja: ele se desenvolve fora do útero. Quem é mãe sabe que os 3 meses do bebê é um “marco”. O bebê muda, os sorrisos surgem, as cólicas desaparecem.

A mãe que proporciona o colo nesse e nos outros períodos seguintes está oferecendo para seu filho uma relação de inteligência mais benéfica ao longo do seu desenvolvimento até a sua vida adulta.

É ai, que entra o sling. O sling do tipo “wrap” vem como um facilitador do colo e instrumento poderoso; com ele, conseguimos remeter o bebê ao ambiente em que ele estava dentro do útero. Acolhido, escutando os sons da mãe, a movimentação de ir e vir na posição quase que fetal… há troca de temperatura, há o cheiro e batimentos cardíacos de coração com coração. O Bebê se acalma, relaxa, se sente protegido, amado e seguro. É aonde ele quer e precisa estar. A mãe se sente confiante, satisfeita e com as mãos livres para conseguir realizar outros afazeres…

Há quem acha que Sling é coisa da moda ou da modernidade…. mas o conceito de “carregar” é ancestral, em algumas tribos e etnias as mães permanecem com o seu bebê no colo o tempo todo. Com a ajuda de algum aparato semelhante a um sling, o bebê tem livre acesso ao seio da mãe e vê o mundo no mesmo ângulo que ela. E não é preciso ir tão longe, por exemplo: na época das nossas avós não existiam carrinhos, cadeirinhas vibratórias com luzes, músicas etc…. elas amarravam o bebê em qualquer tecido e saiam para trabalhar na roça. O que a “modernidade” nos trouxe foram estudos com as fisioterapeutas e pediatras para que a colocação do bebê no sling respeitassem a fisiologia dele, garantindo conforto e segurança para seu desenvolvimento, pois o tecido “molda” o corpinho do bebê garantindo o aconchego ideal. Na verdade, o que o bebê precisa é de um bom colo, aconchego e amor. Vejam alguns mamíferos: os macacos e os cangurus…as mães andam com suas crias agarradas nelas… e isso é extremamente natural.

Se eu pudesse dar um conselho para uma gestante, seria: tenha um sling! Arrisco dizer que é o melhor item do enxoval de um bebê, e não só para o período da exterogestação (o sling geralmente suporta ate 20 kg em media). Então, dê colo… muito colo e acolhimento para o seu bebê.

Obs: O sling é muito diferente do canguru que grandes marcas comercializam (aqueles rígidos em que o bebê fica com o corpo solto e pendurado pela pelve). Isso é muito sério! Cabe aqui um outro post sobre o assunto (que farei em breve).

CONTATO (Instagram): https://www.instagram.com/priscilaporcari.babyfusion/?igshid=1qml25a2bknjl.  (@priscilaporcari.babyfusion).

– O Fungo Negro da Índia é tão assustador quanto a Covid.

Pobre povo indiano… se não bastasse os numerosos casos de Covid-19, um raríssimo (e letal) fungo está assolando a população. E o problema: isso ocorre, aparentemente, por auto-medicação indevida!

Extraído de: https://valor.globo.com/mundo/noticia/2021/05/23/fungo-negro-raro-infecta-milhares-de-sobreviventes-da-covid-19-na-ndia.ghtml

“FUNGO NEGRO” RARO INFECTA MILHARES DE SOBREVIVENTES DA COVID19 NA ÍNDIA

Propagação da mucormicose está sendo turbinada por doses às vezes excessivas de esteroides como a dexametasona, usada no tratamento da covid-19, dizem médicos

No fim de abril um homem de 52 anos e diabético recuperava-se da covid-19 em sua casa na cidade de Hyderabad, no sul da Índia, quando seus níveis de açúcar no sangue dispararam para quatro vezes o normal. O lado esquerdo do rosto de Yaseen Ahmed — incluindo seu olho, nariz e gengiva — começou a inchar e houve uma supuração.

Ahmed foi diagnosticado com uma rara — mas frequentemente mortal — infecção por fungos que está afligindo milhares de pessoas em recuperação da covid-19 na Índia, onde os médicos estão ficando sem o medicamento antifúngico usado em seu tratamento.

A infecção, mucormicose, também conhecida como “fungo negro” porque deixa o tecido corporal escuro, está afetando principalmente pessoas com diabetes. Com 77 milhões de diabéticos numa população adulta de mais de 850 milhões, a Índia tem o segundo maior número de diabéticos do mundo, perdendo apenas para a China.

“Não sabíamos nada sobre a mucormicose”, diz o filho de Ahmed, Wasay Ahmed.

A prefeitura de Nova Déli informou na quinta-feira que instalou centros de tratamento da mucormicose em três hospitais públicos da capital. Muitos Estados informaram mais de 500 casos cada, segundo disseram as autoridades em 15 de maio. O secretário da Saúde de Maharashtra, na região oeste da Índia e onde fica o centro financeiro Mumbai, informou na quinta-feira que 1.500 pessoas foram infectadas no Estado. Alguns pacientes morreram. Outros perderam a visão.

Normalmente a doença é rara, infectando por exemplo de cinco a dez pessoas por ano no Reino Unido, um país com 67 milhões de habitantes, diz David Denning, professor de doenças infecciosas da Universidade de Manchester na Inglaterra, e especialista em infecções por fungos.

Muitas partes da Índia vêm reportando a falta de anfotericina, um medicamento antifúngico usado no tratamento da mucormicose. Embora esse medicamento seja fabricado na Índia, o aumento súbito dos casos causou um problema de fornecimento. Na sexta-feira, o governo disse que as companhias farmacêuticas estavam aumentando a produção para atender a demanda e as autoridades buscavam agilizar a importação de mais 350 mil frascos do medicamento ainda neste mês.

Em Kota, uma cidade do noroeste do Estado de Rajasthan, Toshika Saxena estava desesperada tentando encontrar o anfotericina para a sua mãe, Vimlesh Saxena, 50, que desenvolveu um inchaço no olho esquerdo uma semana atrás, após se recuperar da covid-19. Ela precisa de uma cirurgia para remover as células infectadas, mas os médicos não se dispõem a fazer isso se ela não conseguir o medicamento. Sem a cirurgia, o fungo continua se espalhando, podendo chegar ao cérebro.

Segundo médicos, a propagação da mucormicose está sendo turbinada por doses às vezes excessivas de esteroides como a dexametasona, usada no tratamento da covid-19. O diabetes sempre reduz a eficácia dos glóbulos brancos, que combatem infecções, permitindo a contaminação por um fungo comum no ar. “Parece haver uma falha do sistema imunológico no combate ao fungo”, diz Denning, da Universidade de Manchester.

O uso excessivo de esteroides pode transformar uma situação de pré-diabetes em diabetes. A dexametasona pode ser usada para tratar pacientes com dificuldade para respirar, segundo afirmam médicos, mas não mais do que 6 miligramas por dia devem ser administrados por sete a dez dias.

Na Índia, muitos que não têm acesso a médicos vêm se automedicando com a droga, na tentativa de evitar a necessidade de suporte com oxigênio, embora médicos afirmem que isso não traz benefícios para pessoas que não necessitam de oxigênio, podendo até ser prejudicial. Alguns médicos também estão aplicando dexametasona em quantidades bastante acima das recomendadas quando têm acesso limitado a oxigênio.

“Na Índia, estamos usando doses muito maiores que as recomendadas”, diz Rajesh Pande, diretor de cuidados intensivos do BLK Super Speciality Hospital de Nova Deli.

Em resposta ao aumento dos casos de mucormicose, as autoridades indianas emitiram recentemente diretrizes sobre o uso de esteroides em pacientes de covid-19 e pediram às pessoas que evitem o uso de esteroides quando tiveram sintomas amenos da covid-19 na primeira semana de contágio. Um ambiente úmido criado pelo uso de oxigênio também permite o desenvolvimento do fungo, afirmaram as autoridades.

Doentes graves de covid-19 que receberam imunossupressores, um medicamento usado para evitar que o organismo ataque a si mesmo, também são vistos como vulneráveis à mucormicose, segundo Atul Patel, consultor-chefe do departamento de doenças infecciosas do Gujarat’s Sterling Hospital de Ahmedabad.

No hospital do doutor Patel, cerca de 30 pacientes de mucormicose foram admitidos nas duas últimas semanas. O Estado de Gujarat está entre os que apresentam o maior número de casos da doença.

A mucormicose não se espalha de uma pessoa para outra. Geralmente a contaminação se dá pela inalação de esporos que crescem no solo, plantas e em frutas e vegetais em decomposição. As máscaras podem evitar a infecção. O fundo negro geralmente infecta primeiro o nariz e as cavidades ósseas, escurecendo o forro nasal e eventualmente corroendo tecidos. Ele pode causar dores de cabeça e dificuldade de respirar. Também poder afetar os pulmões e o cérebro.

“Estamos informando as pessoas sobre esses sintomas porque eles podem ser tratados em estágios iniciais, mas se não forem tratados, é algo muito perigoso”, diz Naresh Trehan, cirurgião cardíaco da rede de hospitais Medanta.

Em casos graves, a mucormicose pode ser mortal ou debilitante, podendo levar a paralisia ou a necessidade de amputação de membros. O diagnóstico precoce, que exige uma biópsia, e o tratamento com uso de medicamentos como a anfotericina, combinado com cirurgia para a remoção de células infectadas, podem salvar 50% dos pacientes, diz Denning. Mas no caso dos pacientes não tratados, a taxa de fatalidade pode ficar entre 80% e 90%, acrescentou.

Os cuidados exigidos no tratamento da mucormicose estão comprometendo ainda mais o já excessivamente pressionado sistema de saúde da Índia, e os orçamentos familiares. Uma internação de uma semana em um hospital, depois que famílias já arcaram com os custos de tratamento contra a covid-19, pode ser cara demais para os pacientes, seja no setor privado, seja no público, afirma Ambrish Mithal, chefe do departamento de endocrinologia e diabetes do Max HealthCare Hospital de Nova Déli.

– Os benefícios da corrida valem a pena.

Valeu por hoje, amigo suor!

Corri nesta paisagem tão bela, fiz minha atividade física e controlei os níveis de cortisol e demais hormônios. Compensa o tempo e o desgaste, pois o humor melhora.

Faça o mesmo: pratique esporte! A saúde agradece.

Imagem

– Para que serve o Esporte?

Gostei de tal pensamento e compartilho:

“O esporte é fundamental para dar vigor ao corpo, fibra ao espírito e rapidez ao raciocínio.”

William Gladstone, 4 vezes primeiro ministro inglês.

Resultado de imagem para william gladstone

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Smile! Pitaya.

Olhem aí a Pitaya que tivemos de sobremesa!

Fruta saborosa, figuras geométricas divertidas…

Alegria, amigos. Hoje é sábado.

😄 #saúde

– Bom dia, sábado (Parte 1).

👊🏻 Olá amigos!
Acordar cedo faz muito bem para a saúde. Anima o corpo, ajuda a mente e nos dá tempo para as tarefas.
Vamos correr a fim de controlar o cortisol e ter disposição?

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Asics

– Bruno Covas, prefeito de SP, em estado grave.

Parece que o prefeito paulistano Bruno Covas está perdendo a luta contra o câncer. Seu último boletim médico disse que o estado atual é “irreversível”.

Você pode ter divergências políticas com ele, mas a dor do momento não lhe permite desumanidades.

Que os familiares e amigos estejam preparados.

– Depressão e Pânico? Contra eles, é melhor…

tratamento psiquiátrico (sem preconceitos bobos, né amigos?);

…convívio com os amigos;

nunca ficar sozinho;

…evitar dias chuvosos, ambientes escuros e cansaço demasiado;

…disciplinar-se com os necessários remédios;

…distrair-se, ocupando / relaxando a mente;

…conversar com Deus! Se você tem fé, vale essas duas leituras:

Filipenses 4: 4-9

Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

Eclesiástico 30: 22

Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos

O importante é: nunca deixar o desânimo tomar conta de você – ânimo é vida; desânimo é ausência dela!

Vendo o Invisível - Blog Cristão do PCamaral

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.

– Um cooper ótimo, com excelente controle de BPM.

Começar a semana com um ótimo treino é muito bom!

Foram 5 kms vencidos, no limite – mas bem prazerosos. O cortisol está controlado.

Pratique exercícios físicos regularmente! Vale a pena.

#cooper #health #endorfina