Eu me assusto quando vejo as pessoas dizendo que um clube “precisa fazer uma SAF” para se dar bem.
Precisa? SAF é sinônimo de solução?
Às vezes sim, às vezes não.
Se temos um clube tradicional do Interior que reluta a um comprador estrangeiro (vide a resistência de alguns com a empresa Red Bull, por exemplo), quem garante que será feliz se virar uma SAF e ser vendida para algum agente de atletas endinheirado (como André Cury, Giuliano Bertolucci, Eduardo Uram, entre outros)?
Cada SAF tem a sua particularidade. Por enquanto, John Textor, dono do Botafogo SAF, está apaixonado pelo seu empreendimento, chegando a dizer que “poderia vender tudo que tem, menos a Estrela Solitária que ficaria para por seus filhos”. O Vasco da Gama é namorado pelos americanos investidores da 777. O Bahia está a passos largos de ser vendido para o City Group. E o Cruzeiro, vendido ao grupo Tara Sports, comandado por Ronaldo Nazário (90% por R$ 400 mi).
A pergunta é: os torcedores não serão iludidos?E quando um grupo pequeno comprar a SAF de um time pequeno e quebrá-la? E quando negociar uma mudança de sede? E se tentar mudar cores e escudos? Tudo isso é negociável no contrato, lógico, mas a verdade é: SAF não “é a solução”, mas sim “poderá ser uma solução”– se bem acertada. Vejam as pendengas que fizeram Ronaldo ameaçar refutar a negociação!
Os clubes grande têm mais apelo. Assim, Flamengo, Corinthians ou Atlético Mineiro seriam mais atraentes pelo enorme mercado de torcedores-consumidores que têm e ao potencial de geração de receitas (em que pese as dívidas que possuem, pois já estariam falidos se fossem uma empresa, vide o quadro do UOL, por Igor Siqueira, publicado no link abaixo: Atlético e Cruzeiro devem mais de 1 bilhão de reais, o Corinthians quase isso!). Mas e qual seria o atrativo para o clube pequeno?
Mogi Mirim, União São João, América de São José do Rio Preto, Paulista de Jundiaí: clubes tradicionalíssimos que amargam a 4a divisão e/ou licenciados, com muitas dívidas, teriam quais vantagens para comprá-los? Dá-los para algum empresário a troco das contas a pagar?
Não sei. Não é uma afirmação. Mas como qualquer negócio, você tem que avaliar o custo-benefício: não seria caro demais para um retorno desproporcional?
Quanto custaria a SAF do Corinthians, já que o clube deve quase 1 bilhão de reais? Claro, mesmo com a 2ª maior torcida do Brasil, precisaria-se estudar a viabilidade. Ou do Paulista de Jundiaí, que tem uma torcida local?
Mbappé ganhou do PSG o valor de luvas em 300 milhões de euros (mais de R$ 1,5 bilhão) para renovar. Ronaldo comprou o Cruzeiro por uma valor equivalente a ¼ do prêmio recebido pelo atacante francês… O americano Todd Boehly, dono dos Dodgers, comprou o Chelsea por 25 bilhões de reais(o equivalente a 62,5 times do Cruzeiro).
Lembrando, ainda, um fator importante: quem compra um time de futebol, quer o quê?Lucro, divulgação da marca de um produto, venda de atletas, títulos ou… lavagem de dinheiro, como suspeita-se que muitos fazem na Inglaterra? A torcida comungará do propósito do dono?
Enfim, repetindo: SAF não “é a solução”, mas sim “poderá ser uma solução”.
Se você assinou o contrato, cumpra-o. E exija o mesmo do outro lado.
Cumprir o contrato é: ir até o fim nas suas atividades, ou pagar a multa realizando o distrato (pois são as situações da legalidade).
Se você recebe uma proposta profissional mais atraente, é seu direito negociar. Paga-se à multa ao empregador e vá viver uma nova realidade. Não tem nada de ilegal.
Porém…
Entrando na questão moral: se você assegurou e deu confiança a seu empregador de que, independente de outra situação profissional, irá até o fim, não está mais na questão legal, mas na ético-moral(se abandonar o emprego e sair para outra empreitada, ou até mesmo para um concorrente, embora tenha apalavrado).
No caso específico do Zé Ricardo, que deixou o Vasco da Gama: aqui a gente tem que abordar a insegurança. Lembram do episódio em que ele foi abordado pelos truculentos torcedores? Recorde aqui: https://wp.me/p4RTuC-CHP.
Por quê passar esses perrengues? Vá com Deus e seja feliz no Japão! O empregador, aqui, parece que não combinou pagamento extra por insalubridade…
Por mais que o Red Bull Bragantino tenha um projeto sólido (falamos sobre ele aqui: https://wp.me/p4RTuC-DQQ), está difícil segurar o treinador Maurício Barbieri.
A má vontade da torcida e alguns erros dele próprio, somados a percalços como o surto de COVID recente e contusões, contribuem para isso.
A questão é: quem está na praça, nos moldes desejados pela empresa, para substituí-lo?
Há pouco, recebi este print da cobrança de pênalti do atacante Pedro, desperdiçada (Flamengo x Fortaleza).
Repare que há um adversário que invade a área durante a cobrança, de maneira ostensiva. Se a bola entra para o gol, é gol. Se não for gol (independente de defesa do goleiro, trave ou chute para fora), o tiro deve ser repetido.
Tem árbitro, tem VAR, tem bandeira, tem AVAR, tem, tem, tem… um monte de gente, e ninguém viu!
Aliás, do Livro de Regras (Regra 14), esse quadro:
Após a transmissão de Paulista de Jundiaí 2×1 Rio Branco de Americana (um jogo difícil, com o Galo saindo atrás no placar, pênalti perdido e paralisação por confusão), o narrador Rafael Mainini percebeu o repórter Luiz Antonio de Oliveira, o Cobrinha, emocionado com o desfecho do jogo. E o que seria um momento pós-jogo na Difusora com o comando do Adilson Freddo, começou com um depoimento arrepiante.
Para quem ama o Paulista FC, sabe que o Cobrinha vive mais no Jayme Cintra do que na sua própria casa. Aqui, ele lembrou das dificuldades de hoje com as de 1949, dos momentos em que uma Seleção Amadora de Jundiaí ajudou o Tricolor e de outras passagens.
Li e assisti comentários de que “tivemos uma boa arbitragem na Ressacada”, em Santa Catarina, comandada por Anderson Daronco.
Peraí: deixar de dar dois pênaltis é algo bom?
Amigos, algo necessário para se discutir: a dependência dos árbitros de campo para com o árbitro de vídeo. Daronco, que é FIFA, só marcou os pênaltis após o chamado do VAR Wagner Reway. Isso é péssimo!
A quantidade de jogos com o equipamento eletrônico é ínfima no Brasil, se comparado com o total de partidas. Os árbitros de divisões inferiores e de estados mais pobres não dispõe desse equipamento, e precisam apitar a Regra do Jogo. Quando eles chegam na elite, o VAR deve ser um acessório para correção de erros crassos.
Estamos vendo o contrário: a elite usa o VAR como muleta, se apoiando os 90 minutos nele. O árbitro de vídeo deixou de ser coadjuvante e passou a ser o protagonista.
É inadmissível que um árbitro da série A do Campeonato Brasileiro não tenha visto em campo os dois penais. Eram lances fáceis, e que precisaram de minutos (quem assistiu o jogo, viu a demora) para se rever as jogadas.
Em suma: aqui no Brasil, abrimos mão da responsabilidade até de lances óbvios, sem dificuldades, e deixamos para o VAR “reapitar”.
Que a correção da marcação não iluda as pessoas, acreditando que a arbitragem foi boa. Seria boa se tivesse marcado no instante que a infração aconteceu.
Já escrevi aqui algumas vezes: na falta de oportunidade para que a Seleção Brasileira possa jogar contra Seleções Europeias, deveria pedir para jogar a Nations League.
Temos outra soluçãopara que nossos adversários em datas-FIFA não sejam asiáticos, africanos ou do nosso continente?
Hoje é dia de Galo no Jayme Cintra! O Tricolor Jundiaiense luta para se manter vivo na fuga da 4a divisão.
Acompanhe conosco a transmissão de Paulista x Rio Branco pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!
Quanto aos idiotas que ofendem nas Redes Sociais (após mais um episódio nesta semana, envolvendo o jogador William, do Corinthians), eu poderia parafrasear a Luciana Mariano, dizendo que devemos entrar na Justiça – ela está processando todo mundo que faz comentário sexista, preconceituoso, ofensivo de qualquer espécie (leiam as brilhantes entrevistas dela ao UOL e à Veja). Eu queria corroborar comMauro Cezar Pereira, que mandou 17 pessoas para a delegacia de uma vez (segundo seu depoimento no Bate-Pronto da Jovem Pan). Mas eu desejo ir além:a cada um dos “folgados” que acham que podem escrever qualquer bobagem na Internet, o sentimento é de que o ofendido deveria ter a oportunidade de fazer uma acareação com o ofensor, justamente para que o “valentão” possa perceber a burrada que fez, achando que digitando suas asneiras nada aconteceria; que ele faça um curso de reeducação social, que ele indenize moralmente o ofendido e que seja obrigado a prestar serviço comunitário (um acúmulo de penas, de verdade, como ato de reinserção na sociedade).
É claro que, neste mundo tão pilhado, todos têm seus hatersestalkers (além do moleque que vai no perfil do jornalista encher o saco e desdenhar das suas ideias, normalmente sem respeito e querendo impor sua opinião). Eu perdôo todos e ignoroa maior parte (ao menos, em algumas situações que vivi, procurei ser o bom samaritano e mostrar às pessoas os seus erros com respostas educadas). Mas eu sei que é difícil… Dos que procurei (sim, procurei alguns e obtive resposta), tentei mostrar que estavam errados (com alguns, tive sucesso; com outros, bloqueei). E vi muita coisa maluca: gente que “foge simplesmente”, pois acreditava que não teria resposta, gente que “chama pro pau” e cai fora, e até um coitado que pediu para escrever pois não gostava de “conversar por telefone” (não sei se é insociabilidade ou medo).
A verdade é: há bobos que, ao lerem uma opinião que discordam,OFENDEM gratuitamente a pessoa. A troco de quê? Pensam que a Internet é uma terra sem lei, provocam seu próximo e depois ainda se fazem de vítima! “Ai, que grosso, não aceita crítica e me bloqueou”, como se a crítica feita fosse educada… Depois voltam a seguir a pessoa criando perfis diferentes.
Por fim: recebeu ameaça de morte? Vá a delegacia e não deixe quieto. Os haters da Internet não vencerão. Os xaropes escondidos atrás de seus computadores acabarão sozinhos nessa…
Parabéns Cássio, Willian, Luciana, Mauro e tantos outros que fazem o mesmo. Eu os aplaudo.
O VAR (árbitro de vídeo) é ótimo para legitimar o resultado no esporte. Basta saber usar.
Em que pese o volume das reclamações da última rodada pela demora (e que são justas queixas), penso que ele, “VAR no futebol“ é como “uma vitamina no nosso corpo”:
– Se vocêtomaruma vitamina, terá boa saúde. Se não tomar, terá deficiência e sentirá hipovitaminose. Se tomar demais, fará mal pois terá hipervitaminose.
Usemos o VAR na DOSE CERTA.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Todo mundo sabe que a industrialização coreana era mambembe, considerada como “Japão de 2a qualidade”. Ao menos, era assim no pós-guerra, retratado pela história.
Com um projeto educacional exemplar e de valorização nacional, tudo mudou. Os produtos coreanos passaram a ter ótima qualidade, pois “fazer bem feito” seria algo de orgulho para o país. E isso virou realidade.
Mais do que isso: a construção de escolas, a intensificação dos estudos, as disciplinas exigidas e a melhor remuneração dos professores, fizeram com que o coreano se tornasse um povo ainda mais inteligente e culto.
Tudo isso reflete em algumas coisas simples: na torcida de futebol, por exemplo. Hoje, para quem pode acompanhar algo de Brasil x Coreia, viu um povo simpático nas arquibancadas, aplaudindo jogadas bonitas do seu time e do adversário. Vaiando a simulação de Neymar (39m, tentando cavar pênalti – de maneira constrangedora) e pacientemente aguardando a revisão do VAR aos 41m.
Será que essa torcida tem elementos que escrevem mensagens ofensivas nas Redes Sociais?
Será que promovem imitações de macaco e manifestações racistas?
Será que gritam palavras homofóbicas nas cobranças de tiro de meta?
Será que precisam separar torcedores nas arquibancadas?
Será que ameaçam de morte jogadores dos seus clubes, obrigando o atleta a elaborar boletim de ocorrência?
De fato, o problema do Brasil é a Educação, não tenhamos dúvida disso. Casos como os das ameaças a Cássio e William são emblemáticos para se mostrar o quão idiotas alguns podem ser.
Para o confronto entre o “Galo da Japi” e o “Tigre da Paulista”, a FPF escalou:
Árbitro: Renan Pantoja de Quequi Árbitro Assistente 1: Fernando Afonso Gonçalves de Melo Árbitro Assistente 2: Ricardo Luis Buzzi Quarto Árbitro: Hemerson Jose Nicoli de Campos Analista de Vídeo: Carlos Donizeti Pianosqui
Renan, 30 anos de idade, é um caso curioso. Apesar de ter apenas 4 temporadas de formação como árbitro, e até 2021 ter apitado um único jogo na 4a divisão, nesse ano já foi escalado na série A3. Com pouca rodagem, vamos conhecer suas características no sábado. Conversando com amigos, as informações são de que ele é uma aposta para a A1.
Tanto o bandeira 1 Fernando Afonso (com 14 anos de FPF) quanto o bandeira 2 Ricardo Luiz (com 10 anos de FPF) são árbitros assistentes que trabalham regularmente na série A2.
O 4º árbitro Hermerson, de Guaratinguetá, tem 13 temporadas de FPF e 34 anos. Respeitosamente… não pode ser reserva de Sub 23 com esse tempo de casa e com essa idade (e sendo reserva de um juiz com 4 anos de carreira). É escala para a FPF forçar o cara a encerrar a carreira.
Torço para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!
Acompanhe a transmissão de Paulista x Rio Branco pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!
Aos 47m do segundo tempo, estando Red Bull Bragantino 0x1 Goiás (placar que levava o jogo para a decisão por pênaltis), Jan Hurtado fez o gol de empate (que daria a classificação ao Massa Bruta para a próxima fase da Copa do Brasil). Só que…
O árbitro Leandro Pedro Vuaden (conhecido por não dar qualquer faltinha), deu falta de ataque e anulou o gol. O treinador Barbieri, além de outro membro da Comissão Técnica, foram expulsos por reclamação desse lance. Na decisão por pênaltis, venceu o time esmeraldino.
Eu não estou convencido da falta, embora o árbitro estivesse muito próximo da jogada. Por essa imagem, pode (como não pode) ter sido infração. Teria o zagueiro goiano sentido o contato físico e se aproveitado?
Depois do jogo, muitos protestos contra a performance do time nos últimos jogos. Embora o planejamento de marketing seja excepcional, a estrutura seja muito boa, reside um problema sério: a fase é péssima! Desde as contusões nos últimos dois jogos decisivos da Libertadores, bem como os desfalques por COVID, nada vem dando certo. Some-se a isso as críticas ao trabalho do Maurício Barbieri (algumas justas, outras não).
A tudo isso, se diga: é futebol! Muitas vezes, em uma boa fase, a bola bate na canela e entra. Em outras, você fica na cara do gol, “trupica” e chuta para fora. A pergunta é: a sorte virará quando?Nada de criar fantasmas, o trabalho deve continuar.
Do mesmo endereço eletrônico, as justificativas das escolhas:
WHO ARE THE BEST CLUB SIDE OF ALL TIME? BARCELONA? MAN UTD? LIVERPOOL?
English football has been dominated by two fantastic club sides over the past few seasons – Manchester City and Liverpool.
Both sides fell just short of historic seasons though. With a week to go Liverpool were chasing an unprecedented quadruple but, after their 1-0 Champions League defeat by Real Madrid, they end with just the Carabao Cup and FA Cup.
That got us thinking about the game’s greatest club sides of all time. We have profiled 10 legendary teams – with only one great side from each club – and you can vote for the best at the bottom. If you select ‘other’, let us know which side you would have picked in the comments.
Torino 1947-48
Torino’s peak came before the European Cup was created so they never had a chance to test themselves against the continent’s best
Torino may be known these days as Juventus’ less illustrious neighbours, but in the 1940s they were the kings of Italian football, known as Il Grande Torino.
On 4 May 1949 they were on the verge of a fifth consecutive Italian title – either side of World War II and unbeaten at home in more than six years – until everything changed forever.
It is hard to pick the season they were at their best – they won the Double in 1942-43 – but in 1947-48 they won Serie A with 125 goals and a goal difference of +92.
Real Madrid 1959-60
Real Madrid hit seven goals in the 1960 European Cup final win in Glasgow, which remains a record
Real Madrid did not just dominate the European Cup in the early years, they basically were the European Cup.
They won the first five tournaments from 1955-56 to 1959-60. Even today only AC Milan, Liverpool and Bayern Munich have won more than five European Cups or Champions Leagues.
Real also won 12 Spanish league titles between 1954 and 1969 – but it was a season they did not win La Liga that was considered one of their best.
In 1959-60 they scored 92 goals in 30 La Liga games to finish level on points with Barcelona, but lost on goal difference.
That was the year Alfredo di Stefano and Ferenc Puskas scored seven goals between them in the European Cup final as they beat Eintracht Frankfurt 7-3.
Santos 1962
Pele’s Santos beat Eusebio’s Benfica to be de facto world champions in 1962
Pele’s Santos dominated Brazilian football in the 1960s, winning six national titles and two South American crowns in the Copa de Campeones de America – now known as the Copa Libertadores.
In 1962 they won four trophies – the Brazilian title, South American title, state championship and Intercontinental Cup, scoring 157 goals in 46 games.
In 1963 they again won the national, continental and world competitions.
Santos also went on a run of 54 games unbeaten between November 1960 and October 1963, a world record at the time.
Only one European side has ever won the version of the quadruple that, up until the final minutes of the Premier League season, Liverpool were hoping to achieve – Celtic in 1966-67.
They won the Scottish league, Scottish Cup, Scottish League Cup and the European Cup (plus the Glasgow Cup to make it technically a quintuple) – scoring 196 goals.
Manager Jock Stein said: “Winning was important, but it was the way that we won that has filled me with satisfaction. We did it by playing football; pure, beautiful, inventive football. There was not a negative thought in our heads.”
Famously all 11 players came from within 30 miles of Celtic Park, a feat unimaginable in today’s game.
This season was during a run of nine consecutive league titles.
Ajax 1971-72
Johan Cruyff was the star of the Ajax team
Ajax won three European Cups in a row at the start of the 1970s at the height of their Total Football phase.
Their 1971-72 campaign will go down as one of the greats, winning the clean sweep of Dutch league, Cup and European Cup – including a record run of 26 wins in a row.
They won every home game in every competition, including a 12-1 thrashing of Vitesse on the final day, and beat Inter Milan 2-0 in the European Cup final.
Liverpool won four European Cups in eight years – and then had to wait 35 years for their next two
The current Liverpool team has a long way to go to match the dominance of their 1970s and 1980s sides.
It was hard to hone down which was their best season in a time they won 10 league titles in 15 seasons from 1975-76 to 1989-90.
The Reds also won four European Cups in eight years, ending in their 1983-84 treble of the European Cup, beating Roma on penalties in the final, First Division title and League Cup.
That was Joe Fagan’s first season in charge having worked under the legendary Bill Shankly and Bob Paisley.
Ian Rush was their top scorer with 47 goals in all competitions. There was a big Scottish presence through the spine of their team with Alan Hansen, Graeme Souness and Kenny Dalglish all crucial players.
AC Milan 1988-89
Silvio Berlusconi celebrated the 1989 European Cup final win with his AC Milan team
The AC Milan side built with the money of former Italian prime minister Silvio Berlusconi in the late 1980s would go on to become known as ‘The Immortals’ after collecting 10 major honours in nine years, including three European Cups.
Their team was filled with legends like Paolo Maldini, Franco Baresi, Frank Rijkaard, Ruud Gullit, Roberto Donadoni, Carlo Ancelotti and Marco van Basten.
They beat Steaua Bucharest 4-0 in the final – and defended the European Cup the following year.
In 1993-94 they went one better, winning the European Cup and Serie A – conceding only 15 goals in 34 games – but their team at the turn of the decade is considered their peak.
But the pinnacle of that time was the Treble of Premier League, FA Cup and Champions League in 1998-99.
With a memorable midfield four of Ryan Giggs, Paul Scholes, Roy Keane and David Beckham and a front partnership of Andrew Cole and Dwight Yorke, United became the first English team to win the big three trophies in one season – even if their most iconic XI only played together twice.
All their trophies were close-run things. They won the Premier League title on the final day by one point and scored two goals in injury time to beat Bayern Munich in the Champions League final.
The dream almost ended a few weeks earlier when they were down to 10 men and faced a penalty at 1-1 in injury time in the FA Cup semi-final replay – but Peter Schmeichel saved from Arsenal’s Dennis Bergkamp and Giggs went on to score one of the great FA Cup goals to send them to the final, where they beat Newcastle.
Ryan Giggs v Arsenal: Is this the greatest FA Cup moment ever?
Barcelona 2010-11
Barcelona won four of their five European Cups/Champions Leagues between 2006 and 2015
Barcelona were Europe’s dominant force for about a decade in the 2000s and 2010s, but they reached another level during Pep Guardiola’s four years in charge.
They won the Treble in 2008-09, but the 2010-11 team was arguably even better. Manchester United boss Ferguson said the 2011 vintage was “the best team I have faced” – with Barca beating his side in the Champions League final both times.
In the Bundesliga, Bayern are said to have broken or equalled 30 records that season, including most points, best goal difference, most wins, fewest losses and biggest margin of victory. They topped the table for all 34 weeks.
Thomas Muller was their top scorer in all competitions with 23, and Franck Ribery finished third in the 2013 Ballon d’Or.
Que Lionel Messié um dos maiores craques da história mundial do futebol, ninguém duvida. Igualmente sobre sua condição de atleta exemplar e dedicado.
Eis que ele falou sobre o momento em que contraiu Covid:
“O Covid acabou comigo. Eu tive muita tosse, dores na garganta e muita febre. Fiquei com sequelas nos pulmões e passei um mês sem conseguir correr direito”.
Se com ele aconteceu isso, imagine conosco, pobres mortais!
Uma das coisas mais recentes – e irritantes– é usar uma comparação pessoal para criticar alguém. E o grande exemplo disso: falar que Vinícius Jr seria um “Neguebinha”, em referência ao Negueba.
Segundo: Mesmo que Vinícius Jr não tivesse triunfado nos campos europeus, que raio de adjetivo é esse de “Neguebinha”? Você pode usar a comparação de maneira respeitosa, por exemplo: “Vejo uma semelhança na carreira com Negueba, acredito que terá dificuldade e blablablá”. Mas usar o diminutivo com tom irônico, é de fato, pejorativo.
Terceiro: Negueba é um profissional de futebol (atualmente no Criciúma). Ele tem parentes e amigos, que devem estar chateados com o termo criado. Como nós podemos dizer que alguém não passa ou passará de “Neguebinha” na carreira? Respeite-se o jogador Negueba (que é um trabalhador como qualquer um de nós, que luta todos os dias atrás do seu sustento e de maneira honesta). Respeite-se, ainda mais, Guilherme Ferreira Pinto (seu nome de batismo), que não tem nenhuma culpa de quando jovem dizerem que ele seria um novo Paulo Isidoro (como feito à época), e sofrer a pressão de se tornar um craque.
Eu não entendo tais bolas-foras humanas… ninguém gostaria de ser comparado como “mais um Joãozinho”, ou “mais um Tiaguinho, Mateuszinho, Luquinha…”
Cuidar da imagem é importante em qualquer seara profissional. E nesta semana, Neymar foi bombardeado por sua conduta.
No programa do Fausto Silva, na TV Bandeirantes, Paulo Roberto Falcão criticou o atacante. Disse ele:
“Uma das coisas que eu sempre procurei na minha vida foi ter amigos que não dependessem viver no meu guarda-chuva. Nunca quis ter ‘parça’. Eu queria gente do meu lado que me criticasse quando eu fizesse alguma coisa errada”.
Também o ex-jogador e treinador francês, atualmente comentarista, Rolland Courbius, ao programa esportivo “RMC Foot”, declarou que:
“Já faz quatro anos que Neymar está sendo testado [no PSG]. (…) Nós não nos importamos com seus últimos dois bons meses. Ouvi algo que me fez rir ultimamente, que Neymar é mais novo que Messi, mas ele tem 45 anos fisiologicamente (…) Visto de fora, mas também de dentro, Neymar é bobo e ridículo. Se tivesse um comportamento exemplar e não jogasse pôquer até 4 horas da manhã, talvez pudesse ser superior a Messi”.
Diante de tudo isso, eis que o jogador brasileiro é visto na madrugada, gastando R$ 450 mil em bebidas alcoólicas, lá em Seul, onde a Seleção Brasileira jogará. Não dava para evitar tal situação após essas críticas, ou ninguém lhe avisou que estava sendo criticado por situações como essa?
O Staff dele deve ser enorme. Impossível que não lhe dêem um “toque”. Eu entendo que ele é uma celebridade, começou cedo demais e não teve infância. Mas a atividade de jogador de futebol profissional têm suas exigências (mesmo quando em horário de folga, pela natureza do seu ofício).
NEYMAR DEIXA BOATE NA COREIA DO SUL ÀS 5H DA MANHÃ.
A passagem de Neymar por Seul, na Coreia do Sul, está dando o que falar. O jogador do Paris Saint-Germain foi filmado pela imprensa local entrando de madrugada na boate Race, em Seocho-gu, por volta da 1h do último domingo. Ele deixou o local às 5h30, com seguranças e cobrindo o rosto com um moletom, como mostra um vídeo feito pelo MoneyTwo Day, que publicou a notícia.
Segundo informações da imprensa local, ele estava acompanhado de outros jogadores, e o grupo teria gastado R$ 12 milhões de wons (moeda local) em bebidas alcoólicas caríssimas, como o champanhe da marca Domperigno, que custa R$ 1,5 milhão de wons.
A seleção brasileira de futebol terá um amistoso com a seleção sul-coreana liderada por Son Heung-min (Tottenham Hotspur) no Estádio da Copa do Mundo de Seul no próximo dia 2.
Na última sexta-feira, Neymar publicou uma foto se divertindo com outros jogadores da seleção brasileira em uma montanha-russa por lá.
Vamos lá: no 1º lance, aos 39 minutos, Léo Baptistão não está impedido, pois apesar de estar em condição de impedimento, a bola é interceptada por um palmeirense. É o típico desvio que tira impedimento, uma novidade da regra que já tem alguns anos, que vira e mexe aparece. Porém, o nascedouro da jogada foi de uma bola roubada após um empurrão em Zé Rafael. O árbitro está encoberto, Zé Rafael reclama e o bandeira vê. Provavelmente, esperou-se a jogada ser concluída para o VAR chamar Luiz Flávio. Acertou a arbitragem na anulação (não por impedimento, mas pela falta).
Importante: sem VAR, no plano de trabalho da arbitragem, o árbitro pede que em lances cegos como esse, o bandeira marque a falta imediatamente. Com o advento do árbitro de vídeo, isso fica para a cabine.
No 2º lance,o pênalti para o Palmeiras: Rodrigo Fernandez não dá um tranco legal (que é ombro a ombro), mas ele desequilibra Marcos Rocha infantilmente com carga faltosa. Errou o árbitro ao não marcar num primeiro momento, acertou o VAR a corrigir o erro.
Você já assistiu a série Ted Lasso, no streaming AppleTV+?
É SENSACIONAL!
A história é de um treinador de futebol americano que é contratado, pasmem, para um clube inglês da Premier League! Ele é trazido pela proprietária do clube como uma vingança dela contra o ex-marido, a fim de derrubar o time para a segunda divisão.
Sem conhecer nada do Soccer, Ted Lasso comete inúmeras gafes – mas seu jeito simpático e bondoso acaba conquistando a todos, até mesmo a vilã da série, que se rende a ele.
Eu a maratonei, e o final dela é surpreendente. Gostei demais.
Aliás, duas coisa: não precisa gostar de futebol para assistir e se divertir, e Jason Sudeikis, o protagonista, levou o Globo de Ouro 2021de “Melhor Ator em Série de Comédia” na semana passada.
CURIOSIDADE: Ted Lasso, antes de ser série, era um personagem da emissora de TV NBC, que criou uma propaganda engraçada com ele a fim de promover os jogos de futebol da Inglaterra transmitidos para os EUA, já que os norte-americanos não era experts no nosso tradicional futebol.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Há pouco terminamos a transmissão de Amparo 1×1 Paulista, e no nosso pós-jogo pela Rádio Difusora, uma unanimidade: o Paulista merecia 3 pontos!
Vamos à parte técnica: o Galo começou muito bem o jogo, tomando a iniciativa. Mas num chute de longe de Guti (AAC), Felipe Viotti (PFC) aceitou. Talvez fosse uma bola defensável, ou, por ter sido um chute de longe, o goleiro foi excessivamente confiante e sofreu o tento. Isso desestabilizou o time, pois tomar um gol cedo, estando bem, e ver o adversário praticar o anti-jogo (cera, quedas em campo), para um time jovem, tem peso.
No final do primeiro tempo, Rafael (AAC) deu uma entrada “de sola” e foi expulso. Com um a mais, Roberval colocou o time todo para frente, mas o Amparo congestionou a defesa e não jogava mais, esperando o contra-ataque.
Amarildo (que se posiciona muito bem em campo, é voluntarioso, mas está finalizando muito mal) perdeu um gol incrível. Kelvin, que entrou em seu lugar, deu nova vida ao time. Também entrou Bruninho no lugar de Carlos Eduardo, e isso ajudou a mudar o panorama, pois se Carlinhos (quando está bem) é um diferencial, Bruninho (quando está ligado) quebra esquemas com seus dribles. E Bruninho fez em campo muito mais do que Carlinhos. E Roberval foi colocando Caíque, Victor Emerson e outros atletas mais descansados, até que o gol saiu, numa bola longa de Koiote, onde Caio (AAC) falhou e permitiu que Natan (PFC) dominasse e fizesse o pivô, culminando no chute de Kelvin.
Empate injusto, pois o Galo fez por merecer a vitória.
A pergunta é: se não tivesse tomado o gol tão cedo, a partida seria outra?
Quanto à arbitragem:
Excelente trabalho de João Batista do Nascimento Avelino! Esteve bem posicionado em campo, vibrou na medida certa do jogo sem se perder no nervosismo das equipes, aplicou corretamente os Cartões Amarelos e fez as advertências verbais necessárias. Expulsou Rafael (AAC) no 1º tempo.
Confesso que, mesmo já tendo elogiado o árbitro em outra oportunidade, não entendia porquê a FPF o havia rebaixado de divisão nos últimos anos. Ele tem enorme potencial e mostrou isso hoje. Imagino que vai longe na carreira.
Os grupos para a fase eliminatória da Libertadores da América estão definidos. De todos eles, o mais aguardado talvez seja Corinthians x Boca Jrs.
O embate é de clubes populares, que trazem muita paixão e grande audiência. Mas dessa vez, com um ingrediente a mais: a pendenga sobre os casos de racismo.
Na primeira fase, no jogo de ida em Itaquera, onde um torcedor argentino foi preso, a punição foi de R$ 144.000,00. No jogo de volta, no Bombonera, onde as manifestações racistas foram generalizadas e com muitos outros problemas, não houve julgamento ainda.
A questão é: haverá alguma punição até a data dos jogos?
Em um lugar sério, a torcida do Boca Jrs estaria proibida de frequentar essas duas partidas (ou seja: nem em São Paulo e nem em Buenos Aires existiria a permissão de argentinos nos estádios). Dificilmente isso acontecerá.
Diante de tudo isso, a preocupação: o que a torcida corintiana, chamada de “macaco” pelo adversário, reservará à torcida visitante que virá à sua arena? E a consequência que isso terá na volta?
Se a Conmebol se omitir, algo grave pode acontecer. Não tenhamos dúvida. Seria imoral se a entidade não for severa.
O desnível dos clubes nas competições da Conmebol é muito grande. Veja os números de confrontos entre bolivianos e brasileiros na Libertadores e Sulamericana:
NA LIBERTADORES –
O Palmeiras enfrentou o Independiente Petrolero: venceu fora de casa por 5×0 e em casa por 8×1 (13×1 no agregado). O Independiente se classificou para o torneio como campeão boliviano.
O Corinthians enfrentou o Always Ready: perdeu por 2×0 fora de casa e em casa empatou por 1×1 (1×3 no agregado). O Always se classificou para o torneio como vice-campeão boliviano.
O Athlético Paranaense enfrentou o The Strongest: perdeu por 5×0 fora de casa e em casa venceu por 1×0 (1×5 no agregado). O Strongest se classificou para o torneio como 3º colocado do campeonato boliviano.
Os melhores saldos de gols nesta primeira fase: Palmeiras 22, River Plate 15, Flamengo 9. E incrivelmente o Corinthians se classificou com saldo de 1 gol!
NA SULAMERICANA –
O São Paulo enfrentou o Jorge Wilstermann: venceu por 3×1 fora de casa e em casa por 3×0 (6×1 no agregado). O Wilstermann se classificou para o torneio como 7º colocado do campeonato boliviano.
O Fluminense enfrentou o Oriente Petrolero: venceu por 3×0 em casa e fora de casa por 10×1 (13×1 no agregado). O Oriente se classificou para o torneio como 6º colocado do campeonato boliviano.
Os melhores saldos de gols nesta primeira fase: Ceará 16, Fluminense 10, São Paulo 9. E incrivelmente o Santos se classificou com saldo de 2 gols.
EM RESUMO:
6 jogos na Libertadores: 3 vitórias dos brasileiros, 1 empate e 2 derrotas (15 gols marcados e 9 sofridos). Os 3 brasileiros se classificaram (Palmeiras, Corinthians e Athlético), e nenhum boliviano.
4 jogos na Sulamericana: 4 vitórias dos brasileiros (19 gols marcados e 2 sofridos). Um brasileiro classificado (SPFC) e nenhum boliviano.
O técnico Battaglia estava para cair, logo no começo do ano. Não caiu. Foi campeão lá na Argentina no domingo e classificou-se em 1º lugar na Libertadores em seu grupo.
Para o jogo do Leão da Montanha contra o Galo da Japi, teremos a seguinte escala de arbitragem:
Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino Árbitro Assistente 1: Marcos Regis Vasconcelos Árbitro Assistente 2: Benedito Alessandro de Jesus Santana Quarto Árbitro: Caíque Tiago de Oliveira Miquilini Analista de Vídeo: Sérgio Ricardo de Oliveira
João tem 28 anos, e apenas 6 temporadas na FPF. Em 2020, a Comissão de Árbitros quis “renovar na marra” o quadro e ele era um dos escolhidos, pulando das categorias amadoras para a A3. Em 2021, trabalhou em um número menor de jogos na A3 e neste ano voltou aos jogos amadores. Fará em Amparo seu 1º jogo profissional do ano. Em jogos do Tricolor Jundiaiense, apitou muito bem Paulista x Ceará pela Copa SP, e gostei do que vi. Suas qualidades aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/01/11/analise-da-arbitragem-de-paulista-0x1-ceara/
Os bandeiras Marcos, já com 37 anos, e Benedito, com 40 anos, não tiveram destaque em divisões maiores e estão trabalhando em Sub 20 e Sub 23.
Torço para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!
Acompanhe a transmissão de Amparo x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!