– E muita gente está pegando COVID de novo… Pobre de quem não tomou vacina!

Muita atenção para os casos de Covid. Com o relaxamento natural das pessoas e a vacinação, o descuido aumenta. E com as festas de final de ano e “volta da normalidade”, o Coronavírus se espalhou e muita gente está pegando novamente a doença.

Com as vacinas, de fato a doença não é mais tão letal como no triste episódio pandêmico. Porém, há muita gente que não se vacinou por estar impossibilitada por algum motivo, ou até mesmo aqueles que “não tomaram pois têm medo de virar jacaré”. 

Para nós, vacinados, realmente a Covid é apenas uma gripe mais forte. Mas para quem não tomou as 4 doses, continua letal como antes. Portanto, nos cuidemos pois, se infectados, podemos passar para essas pessoas que não estão imunes, e isso é perigoso demais.

Sejamos cidadãos responsáveis!

O que os pais precisam saber sobre o novo coronavírus - Hospital Sabará

Imagem extraída de: https://www.hospitalinfantilsabara.org.br/o-novo-coronavirus/

– A Tim tem acesso aos meus dados na Receita Federal por que sou MEI?

CUIDADO!

Recebi um telefonema do número 11 – 98145.1411, de uma moça bem educada se dizendo assessora da TIM, oferecendo uma oferta “irrecusável” de telefonia, justamente por que há um programa especial da empresa com quem é MEI (Micro Empreendedor Individual).

Perguntei a ela como sabia que eu era MEI e como tinha meu CNPJ, e a atendente respondeu que (vejam que loucura) a RECEITA FEDERAL tem parceria com a empresa para proporcionar ofertas aos empreendedores, e que queria confirmar meus documentos.

Obviamente não passei. Que raio de golpe é esse? Desde quando a Receita Federal libera dados para empresa de telefonia?

Ou… libera?

Fiquem atentos, MEIs!

Esta é a nova marca da TIM – Tecnoblog

– Os políticos sempre nos decepcionam.

Não acredite em Políticos! Viram que “exemplo” deram Tarcísio e Lula hoje?

Lula deu um pomposo aumento salarial para os Ministros do STJ. Já não ganham bem os togados, e ainda recebem esse favor?

Tarcísio nomeou seu concunhado e o irmão de Michelle Bolsonaro para dois cargos de confiança altamente comissionados. Sem comentários…

E você aí, brigando por esses senhores… Pode?

Imagem extraída de: http://debocaembocaatehoje.blogspot.com/2014/04/farinha-do-mesmo-saco-o-quesignifica.html

 

– Entardecendo…

Taí o entardecer no Lago do Taboão. As nuvens tentaram esconde o sol, mas ele conseguiu brilhar.

Viva a natureza e a sua beleza!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sunset #sun #sky #céu #nature #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #clouds #BragançaPaulista

– A Filha de 13 anos.

Extraído do LinkedIn de Marcos Piangers. O texto é bem explicativo…

Treze verões

Tivemos treze verões na praia, todo final de ano. Até que minha filha mais velha me disse: “não gosto mais de praia”. Passou a ficar na cidade, com amigas. Foi abrupto. Em um verão dançávamos no mar, apostávamos corrida, desenhávamos na areia. No outro, estava sem ela.

Faço cálculos. Tenho treze verões com minhas filhas. Por quatro anos, são bebês. Por nove verões, são crianças. Depois disso, adolescentes. Apenas vinte dentes de leite para guardar. Apenas sete apresentações de final de ano. Apenas uma formatura. Cinquenta natais, talvez.

A rotina desgastante faz a vida parecer um filme em câmera lenta. Um filme exaustivo. Mas, de repente, sem aviso, o filme acaba. E você sente saudade. Quer rever o filme, aproveitar mais da segunda vez. Rebobinar. Os dias parecem longos, mas os anos são curtíssimos. A infância passa devagar e, de repente, passou rápida demais.

Vá nas apresentações escolares. Pegue seus filhos na escola. Transforme os momentos mais chatos em brincadeiras. Ria perto dos seus filhos, para que eles sintam que você gosta de cuidar deles. Veja-os aprendendo a andar, falar, correr, andar de bicicleta. Esteja na formatura. Chore no casamento. Seja um bom avô. Esteja com eles de corpo, alma e vontade. Aproveite o tempo que tiver com seus filhos. Serão apenas treze verões. Treze mágicos verões, que passam rápido demais.

– A importância da Inteligência Emocional.

Administrar nossos sentimentos é uma tarefa árdua. Para tanto, precisamos desenvolver nossa Inteligência Emocional a níveis altos, para que sejamos racionais e sábios nas nossas decisões.

Algumas reflexões, extraídas de: https://www.linkedin.com/posts/dominga-zilda_motivaaexaeto-lideranaexa-inteligaeancia-activity-6919244887531933696-C51V?utm_source=linkedin_share&utm_medium=ios_app

COMO VOCÊ GERENCIA SUAS EMOÇÕES?

Por Dominga Zilda

Em tempos difíceis a inteligência emocional é um diferencial para quem quer vencer as adversidades!

Os estudos da CareerBuilder (líder mundial na área do capital humano),mostraram que 71% dos empregadores nos Estados Unidos consideram o QE (Inteligência Emocional) mais importante do que o QI.

Quem tem Inteligência Emocional sabe pensar, sentir e agir de forma inteligente e consciente, sem deixar que as emoções controlem sua vida e se acumulem de forma a reproduzir ou criar traumas e doenças psicossomáticas, brigas. Sabe gerenciar melhor a si e as pessoas.

E não estou dizendo que você tem que estar 100% feliz 24 horas por dia 7 dias por semana. Na verdade, isso nem é saudável, quem tenta ser assim acaba criando um mundo que não existe pois não é humano.

Tá tudo bem sim, todos temos dias ruins.

Mas pra não deixar que isso te abale todas as vezes que chegar nos momentos baixos da montanha russa, é preciso desenvolver sua inteligência emocional.

E o que muitos não sabem é que todas as pessoas possuem a habilidade de desenvolver cada uma de suas emoções, conhecendo, percebendo e administrando melhor os estímulos que chegam ao cérebro emocional.

Como fazer isso?

📌 Reconheça seus sentimentos
📌 Avalie a si mesmo
📌 Ouça com tolerância, compaixão e empatia
📌 Seja curioso e encorajador
📌 Tire vantagem do mindfulness
📌 Se conecte às pessoas
📌 saiba quais são os motivos que disparam gatilhos em você, é preciso se conhecer.

Mas lembre-se:

Você pode ler todos os livros e ver todos os filmes… mas se não aprender na prática o seu cérebro não registrará a mudança que você quer dar para aquela emoção.

créditos: liderança e motivação
#motivação
#liderança #inteligência

Imagem extraída da Web, do link acima.

– Vamos rezar?

Momento de Fé: 16h, Santa Missa na Igreja Matriz.

Fugindo do mundo e suas preocupações para estar na presença de Deus. E o Evangelho de hoje nos mostra as curas que Jesus faz: físicas, espirituais ou emocionais.

Abaixo: 

Evangelho (Mc 1,29-39)

Aleluia, aleluia, aleluia.

Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem. (Jo 10,27)

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los.

32À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era.

35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te procurando”. 38Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. 39E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

(Foto: Catedral Nossa Senhora da Conceição, Bragança Paulista / SP. Arquivo Pessoal).

– As apostas influenciaram um cartão “combinado” no jogo do Arsenal?

Discute-se bastante a relação das Casas de Apostas e os Clubes da Premier League. Cogita-se, inclusive, proibir o patrocínio de empresas de tal ramo nas equipes (falamos sobre isso em artigo publicado em: https://professorrafaelporcari.com/2022/07/10/sites-de-apostas-poderao-ser-proibidos-de-patrocinar-clubes-de-futebol-na-inglaterra/).

Pois bem: o sistema de monitoramento inglês está avaliando um suposto cartão “combinado” na partida ente Arsenal x Oxford United, aplicado no 2º tempo e que teve uma alavancagem de apostas extremamente alta.

Entenda, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2023/01/11/apostas-jogo-do-arsenal-e-investigado-por-cartao-amarelo-suspeito.htm

JOGO DO ARSENAL É INVESTIGADO POR CARTÃO AMARELO SUSPEITO

A Associação de Futebol da Inglaterra (FA) está investigando a partida entre Arsenal x Oxford United, pela Copa da Inglaterra, por conta de um cartão amarelo suspeito que estaria ligado a apostas.

  • O Arsenal venceu a partida por 3 a 0, avançou para a próxima fase e agora terá o Manchester City pela frente;
  • As atenções da partida, porém, estão voltadas para o cartão amarelo recebido pelo zagueiro Ciaron Brown, do Oxford;
  • Ele cometeu falta em Bukayo Saka aos 14min do segundo tempo, quando o placar ainda estava em 0 a 0;
  • De acordo com a imprensa inglesa, as casas de apostas revelam um fluxo de apostas além do normal para o cartão amarelo a Brown;
  • A FA teria um dossiê com evidências sobre a suposta corrupção, incluindo mensagens de celular antes do início da partida avisando que Brown seria advertido;
  • Algumas apostas girariam em torno de 200 libras esterlinas –mais de R$ 1.200,00

Imagem: Action Images via Reuters/John Sibley

– Estamos ficando menos inteligentes?

Compartilho essa excelente matéria: nossa sociedade está ficando menos inteligente, ou é uma falsa impressão?

Se sim, quais os motivos? Se não, por quê isso acontece?

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/especiais/a-era-da-burrice/

A ERA DA BURRICE

Você já teve a impressão de que as pessoas estão ficando mais burras? Talvez não seja só impressão. Estudos indicam que a inteligência humana começou a cair

por Bruno Garattoni e Eduardo Szklarz

Discussões inúteis, intermináveis, agressivas. Gente defendendo as maiores asneiras, e se orgulhando disso. Pessoas perseguindo e ameaçando as outras. Um tsunami infinito de informações falsas. Reuniões, projetos, esforços que dão em nada. Decisões erradas. Líderes políticos imbecis. De uns tempos para cá, parece que o mundo está mergulhando na burrice. Você já teve essa sensação? Talvez não seja só uma sensação. Estudos realizados com dezenas de milhares de pessoas, em vários países, revelam algo inédito e assustador: aparentemente, a inteligência humana começou a cair.

Os primeiros sinais vieram da Dinamarca. Lá, todos os homens que se alistam no serviço militar são obrigados a se submeter a um teste de inteligência: o famoso, e ao mesmo tempo misterioso, teste de QI (mais sobre ele daqui a pouco). Os dados revelaram que, depois de crescer sem parar durante todo o século 20, o quociente de inteligência dos dinamarqueses virou o fio, e em 1998 iniciou uma queda contínua: está descendo 2,7 pontos a cada década.

A mesma coisa acontece na Holanda (onde tem sido observada queda de 1,35 ponto por década), na Inglaterra (2,5 a 3,4 pontos de QI a menos por década, dependendo da faixa etária analisada), e na França (3,8 pontos perdidos por década). Noruega, Suécia e Finlândia – bem como Alemanha e Portugal, onde foram realizados estudos menores – detectaram efeito similar.

“Há um declínio contínuo na pontuação de QI ao longo do tempo. E é um fenômeno real, não um simples desvio”, diz o antropólogo inglês Edward Dutton, autor de uma revisão analítica(1) das principais pesquisas já feitas a respeito.

A regressão pode parecer lenta; mas, sob perspectiva histórica, definitivamente não é. No atual ritmo de queda, alguns países poderiam regredir para QI médio de 80 pontos, patamar definido como “baixa inteligência”, já na próxima geração de adultos.

Não há dados a respeito no Brasil, mas nossos indicadores são terríveis. Um estudo realizado este ano pelo Ibope Inteligência com 2 mil pessoas revelou que 29% da população adulta é analfabeta funcional, ou seja, não consegue ler sequer um cartaz ou um bilhete. E o número de analfabetos absolutos, que não conseguem ler nada, cresceu de 4% para 8% nos últimos três anos (no limite da margem de erro da pesquisa, 4%).

Nos países desenvolvidos, o QI da população tem caído até 3,8 pontos por década.

No caso brasileiro, a piora pode ser atribuída à queda nos investimentos em educação, que já são baixos (o País gasta US$ 3.800 anuais com cada aluno do ensino básico, menos da metade da média das nações da OCDE) e têm caído nos últimos anos.

Mas como explicar a aparente proliferação de burrice mesmo entre quem foi à escola? E a queda do QI nos países desenvolvidos? O primeiro passo é entender a base da questão: o que é, e como se mede, inteligência.

O primeiro teste de QI (quociente de inteligência) foi elaborado em 1905 pelos psicólogos franceses Alfred Binet e Théodore Simon, para identificar crianças com algum tipo de deficiência mental. Em 1916, o americano Lewis Terman, da Universidade Stanford, aperfeiçoou o exame, que acabou sendo adaptado e usado pelos EUA, na 1a Guerra Mundial, para avaliar os soldados.

Mas o questionário tinha vários problemas – a começar pelo fato de que ele havia sido desenvolvido para aferir deficiência mental em crianças, não medir a inteligência de adultos. Inconformado com isso, o psicólogo romeno-americano David Wechsler resolveu começar do zero.

E, em 1955, publicou o WAIS: Wechsler Adult Intelligence Scale, exame que se tornou o teste de QI mais aceito entre psicólogos, psiquiatras e demais pesquisadores da cognição humana (só neste ano, foi utilizado ou citado em mais de 900 estudos sobre o tema).

Ele leva em média 1h30, e deve ser aplicado por um psiquiatra ou psicólogo. Consiste numa bateria de perguntas e testes que avaliam 15 tipos de capacidade intelectual, divididos em quatro eixos: compreensão verbal, raciocínio, memória e velocidade de processamento.

Isso inclui testes de linguagem (o psicólogo diz, por exemplo: “defina a palavra abstrato”, e aí avalia a rapidez e a complexidade da sua resposta), conhecimentos gerais, aritmética, reconhecimento de padrões (você vê uma sequência de símbolos, tem de entender a relação entre eles e indicar o próximo), memorização avançada, visualização espacial – reproduzir formas 3D usando blocos de madeira – e outros exercícios.

O grau de dificuldade do exame é cuidadosamente calibrado para que a média das pessoas marque de 90 a 110 pontos. Esse é o nível que significa inteligência normal, média. Se você fizer mais de 130 pontos, é enquadrado na categoria mais alta, de inteligência “muito superior” (a pontuação máxima é 160).

Mas é preciso encarar esses números em sua devida perspectiva. O teste de QI não diz se uma pessoa vai ter sucesso na vida, nem determina seu valor como indivíduo. Não diz se você é sensato, arguto ou criativo, entre outras dezenas de habilidades intelectuais que um ser humano pode ter.

O que ele faz é medir a cognição básica, ou seja, a sua capacidade de executar operações mentais elementares, que formam a base de todas as outras. É um mínimo denominador comum. E, por isso mesmo, pode ajudar a enxergar a evolução (ou involução) da inteligência.

Ao longo do século 20, o QI aumentou consistentemente no mundo todo – foram três pontos a mais por década, em média. É o chamado “efeito Flynn”, em alusão ao psicólogo americano James Flynn, que o identificou e documentou. Não é difícil entender essa evolução. Melhore a saúde, a nutrição e a educação das pessoas, e elas naturalmente se sairão melhor em qualquer teste de inteligência.

O QI da população japonesa, por exemplo, chegou a crescer 7,7 pontos por década após a 2a Guerra Mundial; uma consequência direta da melhora nas condições de vida por lá. Os cientistas se referem ao efeito atual, de queda na inteligência, como “efeito Flynn reverso”. Como explicá-lo?

Involução natural

A primeira hipótese é a mais simples, e a mais polêmica também. “A capacidade cognitiva é fortemente influenciada pela genética. E as pessoas com altos níveis dela vêm tendo menos filhos”, afirma o psicólogo Michael Woodley, da Universidade de Umeå, na Suécia. Há décadas a ciência sabe que boa parte da inteligência (a maioria dos estudos fala em 50%) é hereditária.

E levantamentos realizados em mais de cem países, ao longo do século 20, constataram que há uma relação inversa entre QI e taxa de natalidade. Quanto mais inteligente uma pessoa é, menos filhos ela acaba tendo, em média.

Some uma coisa à outra e você concluirá que, com o tempo, isso tende a reduzir a proporção de pessoas altamente inteligentes na sociedade. Trata-se de uma teoria controversa, e com razão. No passado, ela levou à eugenia, uma pseudociência que buscava o aprimoramento da raça humana por meio de reprodução seletiva e esterilização de indivíduos julgados incapazes. Esses horrores ficaram para trás. Hoje ninguém proporia tentar “melhorar” a sociedade obrigando os mais inteligentes a ter mais filhos – ou impedindo as demais pessoas de ter.

Mas isso não significa que a matemática das gerações não possa estar levando a algum tipo de declínio na inteligência básica. Inclusive pela própria evolução da sociedade, que tornou a vida mais fácil.

“Um caçador-coletor que não pensasse numa solução para conseguir comida e abrigo provavelmente morreria, assim como seus descendentes”, escreveu o biólogo Gerald Crabtree, da Universidade Stanford, em um artigo recente. “Já um executivo de Wall Street que cometesse um erro similar poderia até receber um bônus.”

Crabtree é um radical. Ele acha que a capacidade cognitiva pura, ou seja, o poder que temos de enfrentar um problema desconhecido e superá-lo, atingiu o ápice há milhares de anos e de lá para cá só caiu – isso teria sido mascarado pela evolução tecnológica, em que as inovações são realizadas por enormes grupos de pessoas, não gênios solitários. Outros pesquisadores, como Michael Woodley, endossam essa tese: dizem que o auge da inteligência individual ocorreu há cerca de cem anos.

Os fatos até parecem confirmar essa tese (Einstein escreveu a Relatividade sozinho; já o iPhone é projetado por milhares de pessoas, sendo 800 engenheiros trabalhando só na câmera), mas ela tem algo de falacioso. A humanidade cria e produz coisas cada vez mais complexas – e é por essa complexidade, não por uma suposta queda de inteligência individual, que as grandes invenções envolvem o trabalho de mais gente.

Da mesma forma, as sociedades modernas permitem que cada pessoa abrace uma profissão e se especialize nela, deixando as demais tarefas para outros profissionais, ou a cargo de máquinas.

E não há nada de errado nisso. Mas há quem diga que o salto tecnológico dos últimos 20 anos, que transformou nosso cotidiano, possa ter começado a afetar a inteligência humana. Talvez aí esteja a explicação para o “efeito Flynn reverso” – que começou justamente nesse período, e se manifesta em países desenvolvidos onde o padrão de vida é mais igualitário e estável (sem diferenças ou oscilações que possam mascarar a redução de QI).

“Hoje, crianças de 7 ou 8 anos já crescem com o celular”, diz Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory, nos EUA, e autor do livro The Dumbest Generation (“A Geração Mais Burra”, não lançado em português). “É nessa idade que as crianças deveriam consolidar o hábito da leitura, para adquirir vocabulário.”

Pode parecer papo de ludita, mas há indícios de que o uso de smartphones e tablets na infância já esteja causando efeitos negativos. Na Inglaterra, por exemplo, 28% das crianças da pré-escola (4 e 5 anos) não sabem se comunicar utilizando frases completas, no nível que seria normal para essa idade. Segundo educadores, isso se deve ao tempo que elas ficam na frente de TVs, tablets e smartphones.

O problema é considerado tão grave que o governo anunciou um plano para reduzir esse índice pela metade até 2028 – e o banimento de smartphones nas escolas é uma das medidas em discussão. O efeito também já é observado em adolescentes. Nos dois principais exames que os americanos fazem para entrar na faculdade, o SAT e o ACT, o desempenho médio vem caindo. Em 2016, a nota na prova de interpretação de texto do SAT foi a mais baixa em 40 anos.

As pessoas nunca leram e escreveram tanto; mas estão lendo e escrevendo coisas curtíssimas, em seus smartphones. Um levantamento feito pela Nokia constatou que os americanos checam o celular em média 150 vezes por dia. Dá uma vez a cada seis minutos, ou seja, é como se fosse um fumante emendando um cigarro no outro.

E esse dado é de 2013; hoje, é provável que o uso seja ainda maior. A onda já preocupa até a Apple e o Google, que estão incluíndo medidores de uso nas novas versões do iOS e do Android – para que você possa saber quantas vezes pega o seu smartphone, e quanto tempo gasta com ele, a cada dia.

A mera presença do celular, mesmo desligado, afeta nossa capacidade de raciocinar. Adrian Ward, professor da Universidade do Texas, constatou isso ao avaliar o desempenho de 548 estudantes(3) em três situações: com o celular na mesa, virado para baixo; com o aparelho no bolso ou na bolsa; e com o celular em outra sala.

Em todos os casos, o celular ficou desligado. Mas quanto mais perto ele estava da pessoa, pior o desempenho dela. “Você não está pensando no celular. Mas ele consome parte dos recursos cognitivos. É como um dreno cerebral”, conclui Ward.

Cada brasileiro gasta 3h39 min por dia nas redes sociais

Outra hipótese é que o uso intensivo das redes sociais, que são projetadas para consumo rápido (passamos poucos segundos lendo cada post) e consomem boa parte do tempo (cada brasileiro gasta 3h39 min por dia nelas, segundo pesquisa feita pela empresa GlobalWebIndex), esteja corroendo nossa capacidade de prestar atenção às coisas.

Você já deve ter sentido isso: parece cada vez mais difícil ler um texto, ou até mesmo ver um vídeo do YouTube, até o final. E quando assistimos a algo mais longo, como um filme ou uma série do Netflix, geralmente nos esquecemos logo. São duas faces da mesma moeda. Levar no bolso a internet, com seu conteúdo infinito, baniu o tédio da vida humana. Mas, justamente por isso, também pode ter nos tornado mais impacientes, menos capazes de manter o foco.

Se prestamos menos atenção às coisas, elas obrigatoriamente têm de ser mais simples. E esse efeito se manifesta nos campos mais distintos, da música aos pronunciamentos políticos. Cientistas do Instituto de Pesquisa em Inteligência Artificial (IIIA), na Espanha, analisaram em computador 460 mil faixas lançadas nos últimos 50 anos, e concluíram(4) que a música está se tornando menos complexa e mais homogênea. Houve uma redução de 60% na quantidade de timbres (com menor variedade de instrumentos e técnicas de gravação), e de 50% na faixa dinâmica (variação de volume entre as partes mais baixas e mais altas de cada música). Tudo soa mais parecido – e mais simples.

Essa simplificação também é visível no discurso político. Um estudo da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, constatou que os políticos americanos falam como crianças(5). A pesquisa analisou o vocabulário e a sintaxe de cinco candidatos à última eleição presidencial (Donald Trump, Hillary Clinton, Ted Cruz, Marco Rubio e Bernie Sanders), e constatou que seus pronunciamentos têm o nível verbal de uma criança de 11 a 13 anos.

Os pesquisadores também analisaram os discursos de ex-presidentes americanos, e encontraram um declínio constante. Abraham Lincoln se expressava no mesmo nível de um adolescente de 16 anos. Ronald Reagan, 14. Obama e Clinton, 13. Trump, 11. (O lanterna é George W. Bush, com vocabulário de criança de 10 anos.)

Isso não significa que os músicos sejam incompetentes e os políticos sejam burros. Eles estão sendo pragmáticos, e adaptando suas mensagens ao que seu público consegue entender – e, principalmente, está disposto a ouvir. Inclusive porque esse é outro pilar da burrice moderna: viver dentro de uma bolha que confirma as próprias crenças, e nunca mudar de opinião. Trata-se de um comportamento irracional, claro. Mas, como veremos a seguir, talvez a própria razão não seja assim tão racional.

Os limites da razão

Você certamente já discutiu com uma pessoa irracional, que manteve a própria opinião mesmo diante dos argumentos mais irrefutáveis. É um fenômeno normal, que os psicólogos chamam de “viés de confirmação”: a tendência que a mente humana tem de abraçar informações que apoiam suas crenças, e rejeitar dados que as contradizem.

Isso ficou claro num estudo famoso, e meio macabro, realizado em 1975 na Universidade Stanford. Cada participante recebeu 25 bilhetes suicidas (que as pessoas deixam antes de se matar), e tinha que descobrir quais deles eram verdadeiros e quais eram falsos. Alguns voluntários logo identificavam os bilhetes de mentirinha, forjados pelos cientistas. Outros quase sempre se deixavam enganar. Então os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos: um só com as pessoas que haviam acertado muito, e outro só com os que tinham acertado pouco.

Só que era tudo uma pegadinha. Os cientistas haviam mentido sobre a pontuação de cada pessoa. Eles abriram o jogo sobre isso, e então pediram que cada voluntário avaliasse o próprio desempenho.

Aí aconteceu o seguinte. Quem havia sido colocado no “grupo dos bons” continuou achando que tinha ido bem (mesmo nos casos em que, na verdade, havia ido mal); já os do outro grupo se deram notas baixas, fosse qual fosse sua nota real. Conclusão: a primeira opinião que formamos sobre uma coisa é muito difícil de derrubar – mesmo com dados concretos.

Esse instinto de “mula empacada” afeta até os cientistas, como observou o psicólogo Kevin Dunbar, também de Stanford. Ao acompanhar a rotina de um laboratório de microbiologia durante um ano, ele viu que os cientistas iniciam suas pesquisas com uma tese e depois fazem testes para comprová-la, desconsiderando outras hipóteses.

“Pelo menos 50% dos dados encontrados em pesquisas são inconsistentes com a tese inicial. Quando isso acontece, os cientistas refazem o experimento mudando detalhes, como a temperatura, esperando que o dado estranho desapareça”, diz Dunbar. Só uma minoria investiga resultados inesperados (justamente o caminho que muitas vezes leva a grandes descobertas).

O cérebro luta para manter nossas opiniões – mesmo que isso signifique ignorar os fatos.

Quanto mais comprometido você está com uma teoria, mais tende a ignorar evidências contrárias. “Há informações demais à nossa volta, e os neurônios precisam filtrá-las”, afirma Dunbar. Há até uma região cerebral, o córtex pré-frontal dorsolateral, cuja função é suprimir informações que a mente considere “indesejadas”.

Tem mais: nosso cérebro libera uma descarga de dopamina, neurotransmissor ligado à sensação de prazer, quando recebemos informações que confirmam nossas crenças. Somos programados para não mudar de opinião. Mesmo que isso signifique acreditar em coisas que não são verdade.

Nosso cérebro é tão propenso à irracionalidade que há quem acredite que a própria razão como a conhecemos (o ato de pensar fria e objetivamente, para encontrar a verdade e resolver problemas) simplesmente não exista. “A razão tem duas funções: produzir motivos para justificar a si mesmo e gerar argumentos para convencer os demais”, dizem os cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, da Universidade Harvard, no livro The Enigma of Reason (“O Enigma da Razão”, não lançado em português). Eles dizem que a razão é relativa, altera-se conforme o contexto, e sua grande utilidade é construir acordos sociais – custe o que custar.

Na pré-história, isso fazia todo o sentido. Nossos ancestrais tinham de criar soluções para problemas básicos de sobrevivência, como predadores e falta de alimento, mas também precisavam lidar com os conflitos inerentes à vida em bando (se eles não se mantivessem juntos, seria difícil sobreviver).

Só que o mundo de hoje, em que as pessoas opinam sobre todos os assuntos nas redes sociais, deu um nó nesse instrumento. “Os ambientes modernos distorcem a nossa habilidade de prever desacordos entre indivíduos. É um dos muitos casos em que o ambiente mudou rápido demais para que a seleção natural pudesse acompanhar”, dizem Mercier e Sperber.

Para piorar, a evolução nos pregou outra peça, ainda mais traiçoeira: quase toda pessoa se acha mais inteligente que as outras. Acha que toma as melhores decisões e sabe mais sobre rigorosamente todos os assuntos, de política a nutrição.

É o chamado efeito Dunning-Kruger, em alusão aos psicólogos americanos David Dunning e Justin Kruger, autores dos estudos que o comprovaram. Num deles, 88% dos entrevistados disseram dirigir melhor que a média. Em outro, 32% dos engenheiros de uma empresa afirmaram estar no grupo dos 5% mais competentes.

Pesquisas posteriores revelaram que, quanto mais ignorante você é sobre um tema, mais tende a acreditar que o domina. No tempo das savanas, isso podia até ser bom. “A curto prazo, dá mais autoconfiança”, afirma Dunning. Agora aplique essa lógica ao mundo de hoje, e o resultado será o mar de conflitos que tomou conta do dia a dia. A era da cizânia – e da burrice.

Ela pode ser desesperadora. Mas nada indica que seja um caminho sem volta. Nos 300 mil anos da história do Homo sapiens, estamos apenas no mais recente – e brevíssimo – capítulo. Tudo pode mudar; e, como a história ensina, muda. Inclusive porque a inteligência humana ainda não desapareceu. Ela continua viva e pronta, exatamente no mesmo lugar: dentro das nossas cabeças.

Fontes:
(1) The negative Flynn Effect: A systematic literature review. Edward Dutton e outros, Ulster Institute for Social Research, 2016.

(2) IQ and fertility: A cross-national study. Steven M. Shatz, Hofstra University, 2007.

(3) Brain Drain: The Mere Presence of One’s Own Smartphone Reduces Available Cognitive Capacity. Adrian F. Ward e outros, Universidade do Texas, 2017

(4) Measuring the Evolution of Contemporary Western Popular Music. Joan Serrà e outros, Spanish National Research Council, 2012

(5) A Readability Analysis of Campaign Speeches from the 2016 US Presidential Campaign. Elliot Schumacher e Maxine Eskenazi, Carnegie Mellon University, 2016.

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Ilustração/Jonatan Sarmento/Superinteressante

– O Crescimento e a Maturidade da Fé, e a preocupação do “Mundanismo Espiritual”.

Quanto mais você se refugia no materialismo mundano e se deixa levar por refúgios e prazeres da vaidade, menos espaço você reserva para a ação divina em seu coração. E o processo é tão imperceptível que você aos poucos começa a questionar a própria existência da Providência Divina.

Disso, resultam as mágoas que se acumulam, a busca por algo que você não sabe o que é, a impiedade e o conforto (que é falso) nas coisas temporais, carnais ou transitórias que o mundo oferece.

Escrevi tudo isso ao ler um trecho da Exortação Apostólica sobre o Anúncio do Evangelho no Mundo Atual, de Novembro de 2013, onde o Papa Francisco trata disso (essa forma de Mundanismo) com o nome de “Mundanismo Espiritual“, onde se crê estar com Deus – mas com as vaidades mundanas influenciando e trazendo desvios.

EVANGELII GAUDIUM

Não ao mundanismo espiritual

93. O mundanismo espiritual, que se esconde por detrás de aparências de religiosidade e até mesmo de amor à Igreja, é buscar, em vez da glória do Senhor, a glória humana e o bem-estar pessoal. É aquilo que o Senhor censurava aos fariseus: «Como vos é possível acreditar, se andais à procura da glória uns dos outros, e não procurais a glória que vem do Deus único?» (Jo 5, 44). É uma maneira subtil de procurar «os próprios interesses, não os interesses de Jesus Cristo» (Fl 2, 21). Reveste-se de muitas formas, de acordo com o tipo de pessoas e situações em que penetra. Por cultivar o cuidado da aparência, nem sempre suscita pecados de domínio público, pelo que externamente tudo parece correcto. Mas, se invadisse a Igreja, «seria infinitamente mais desastroso do que qualquer outro mundanismo meramente moral».[71]

94. Este mundanismo pode alimentar-se sobretudo de duas maneiras profundamente relacionadas. Uma delas é o fascínio do gnosticismo, uma fé fechada no subjectivismo, onde apenas interessa uma determinada experiência ou uma série de raciocínios e conhecimentos que supostamente confortam e iluminam, mas, em última instância, a pessoa fica enclausurada na imanência da sua própria razão ou dos seus sentimentos. A outra maneira é o neopelagianismo auto-referencial e prometeuco de quem, no fundo, só confia nas suas próprias forças e se sente superior aos outros por cumprir determinadas normas ou por ser irredutivelmente fiel a um certo estilo católico próprio do passado. É uma suposta segurança doutrinal ou disciplinar que dá lugar a um elitismo narcisista e autoritário, onde, em vez de evangelizar, se analisam e classificam os demais e, em vez de facilitar o acesso à graça, consomem-se as energias a controlar. Em ambos os casos, nem Jesus Cristo nem os outros interessam verdadeiramente. São manifestações dum imanentismo antropocêntrico. Não é possível imaginar que, destas formas desvirtuadas do cristianismo, possa brotar um autêntico dinamismo evangelizador.

95. Este obscuro mundanismo manifesta-se em muitas atitudes, aparentemente opostas mas com a mesma pretensão de «dominar o espaço da Igreja». Nalguns, há um cuidado exibicionista da liturgia, da doutrina e do prestígio da Igreja, mas não se preocupam que o Evangelho adquira uma real inserção no povo fiel de Deus e nas necessidades concretas da história. Assim, a vida da Igreja transforma-se numa peça de museu ou numa possessão de poucos. Noutros, o próprio mundanismo espiritual esconde-se por detrás do fascínio de poder mostrar conquistas sociais e políticas, ou numa vanglória ligada à gestão de assuntos práticos, ou numa atracção pelas dinâmicas de auto-estima e de realização autoreferencial. Também se pode traduzir em várias formas de se apresentar a si mesmo envolvido numa densa vida social cheia de viagens, reuniões, jantares, recepções. Ou então desdobra-se num funcionalismo empresarial, carregado de estatísticas, planificações e avaliações, onde o principal beneficiário não é o povo de Deus mas a Igreja como organização. Em qualquer um dos casos, não traz o selo de Cristo encarnado, crucificado e ressuscitado, encerra-se em grupos de elite, não sai realmente à procura dos que andam perdidos nem das imensas multidões sedentas de Cristo. Já não há ardor evangélico, mas o gozo espúrio duma autocomplacência egocêntrica.

96. Neste contexto, alimenta-se a vanglória de quantos se contentam com ter algum poder e preferem ser generais de exércitos derrotados antes que simples soldados dum batalhão que continua a lutar. Quantas vezes sonhamos planos apostólicos expansionistas, meticulosos e bem traçados, típicos de generais derrotados! Assim negamos a nossa história de Igreja, que é gloriosa por ser história de sacrifícios, de esperança, de luta diária, de vida gasta no serviço, de constância no trabalho fadigoso, porque todo o trabalho é «suor do nosso rosto». Em vez disso, entretemo-nos vaidosos a falar sobre «o que se deveria fazer» – o pecado do «deveriaqueísmo» – como mestres espirituais e peritos de pastoral que dão instruções ficando de fora. Cultivamos a nossa imaginação sem limites e perdemos o contacto com a dolorosa realidade do nosso povo fiel.

97. Quem caiu neste mundanismo olha de cima e de longe, rejeita a profecia dos irmãos, desqualifica quem o questiona, faz ressaltar constantemente os erros alheios e vive obcecado pela aparência. Circunscreveu os pontos de referência do coração ao horizonte fechado da sua imanência e dos seus interesses e, consequentemente, não aprende com os seus pecados nem está verdadeiramente aberto ao perdão. É uma tremenda corrupção, com aparências de bem. Devemos evitá-lo, pondo a Igreja em movimento de saída de si mesma, de missão centrada em Jesus Cristo, de entrega aos pobres. Deus nos livre de uma Igreja mundana sob vestes espirituais ou pastorais! Este mundanismo asfixiante cura-se saboreando o ar puro do Espírito Santo, que nos liberta de estarmos centrados em nós mesmos, escondidos numa aparência religiosa vazia de Deus. Não deixemos que nos roubem o Evangelho!

Não à guerra entre nós

98. Dentro do povo de Deus e nas diferentes comunidades, quantas guerras! No bairro, no local de trabalho, quantas guerras por invejas e ciúmes, mesmo entre cristãos! O mundanismo espiritual leva alguns cristãos a estar em guerra com outros cristãos que se interpõem na sua busca pelo poder, prestígio, prazer ou segurança económica. Além disso, alguns deixam de viver uma adesão cordial à Igreja por alimentar um espírito de contenda. Mais do que pertencer à Igreja inteira, com a sua rica diversidade, pertencem a este ou àquele grupo que se sente diferente ou especial.

99. O mundo está dilacerado pelas guerras e a violência, ou ferido por um generalizado individualismo que divide os seres humanos e põe-nos uns contra os outros visando o próprio bem-estar. Em vários países, ressurgem conflitos e antigas divisões que se pensavam em parte superados. Aos cristãos de todas as comunidades do mundo, quero pedir-lhes de modo especial um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: «Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35). Foi o que Jesus, com uma intensa oração, pediu ao Pai: «Que todos sejam um só (…) em nós [para que] o mundo creia» (Jo 17, 21). Cuidado com a tentação da inveja! Estamos no mesmo barco e vamos para o mesmo porto! Peçamos a graça de nos alegrarmos com os frutos alheios, que são de todos.

100. Para quantos estão feridos por antigas divisões, resulta difícil aceitar que os exortemos ao perdão e à reconciliação, porque pensam que ignoramos a sua dor ou pretendemos fazer-lhes perder a memória e os ideais. Mas, se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como nalgumas comunidades cristãs, e mesmo entre pessoas consagradas, se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo, e até perseguições que parecem uma implacável caça às bruxas. Quem queremos evangelizar com estes comportamentos?

101. Peçamos ao Senhor que nos faça compreender a lei do amor. Que bom é termos esta lei! Como nos faz bem, apesar de tudo amar-nos uns aos outros! Sim, apesar de tudo! A cada um de nós é dirigida a exortação de Paulo: «Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem» (Rm 12, 21). E ainda: «Não nos cansemos de fazer o bem» (Gal 6, 9). Todos nós provamos simpatias e antipatias, e talvez neste momento estejamos chateados com alguém. Pelo menos digamos ao Senhor: «Senhor, estou chateado com este, com aquela. Peço-Vos por ele e por ela». Rezar pela pessoa com quem estamos irritados é um belo passo rumo ao amor, e é um acto de evangelização. Façamo-lo hoje mesmo. Não deixemos que nos roubem o ideal do amor fraterno!

Imagem extraída de Canção Nova . com

– O vídeo das crianças do Pachuca e o Trono do Rei Pelé.

Emocionante a homenagem feita pelo Pachuca-MEX, colocando um trono reservado ao Rei Pelé no Estádio Hidalgo.

Porém, mais legal do que isso, foi o vídeo com as crianças exaltando-o! Que sensibilidade, é uma prece de um menino que REZA para que Pelé, como se fosse um santo, para que interceda às crianças, a fim de que nunca falte uma bola no campinho, pelos meninos sem sapatos, e outras coisas mais!

Abaixo:

Club Pachuca 🌟@Tuzos 9 de jan
👑 | A partir de ahora, el #TronoDelRey está en el Estadio Hidalgo. 🔟🌪️
#PachucaSomosTodos🤍💙

 

– O que fazer para que os talentos profissionais permaneçam nas empresas?

Pessoas talentosas fazem da organização um lugar diferente. E por quê esses colaboradores optam em permanecer em uma empresa?

Um resumo de ações dos gestores para que os talentos desejem continuar seus préstimos onde estão alocados:

– Católicos, Judeus e Muçulmanos assinam um documento pela Ética na Inteligência Artificial.

Os representantes das religiões que descendem de Abraão (cristão, judeus e islâmicos) estiveram no Vaticano para participar do evento “AI Ethics: An Abrahamic commitment to the Rome Call”, que fala da preocupação ética no desenvolvimento da Inteligência Artificial.

O documento assinado pedindo uma “algorética” (ética dos algoritmos) representa um avanço do Ecumenismo em busca da proteção à vida.

Em: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2023-01/vaticano-al-ethics-academia-vida-inteligencia-artificial.html

RELIGIÕES ABRAÂMICAS ASSINARÃO DOCUMENTO NO VATICANO

No dia 10 de janeiro, na Casina Pio IV, será realizado o evento “AI Ethics: An Abrahamic commitment to the Rome Call”. Dom Paglia, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, acompanhará o rabino-chefe Eliezer Simha Weisz e o xeque Abdallah bin Bayyah na assinatura oficial do documento.

Do Vatican News

Três representantes das três religiões abraâmicas assinarão a Rome Call for AI Ethics, um documento nascido no âmbito da Pontifícia Academia para a Vida e curado pela Fundação RenAIssance para promover uma”algorética”, ou seja, um desenvolvimento ético da inteligência artificial. O evento será realizado no dia 10 de janeiro, no Vaticano, por ocasião do encontro “AI Ethics: An Abrahamic commitment to the Rome Call“.

O presidente da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Vincenzo Paglia, primeiro promotor da Call desde fevereiro de 2020, acompanhará na assinatura oficial do documento o rabino-chefe Eliezer Simha Weisz (membro do Conselho do Grão Rabinato de Israel) e o xeque Abdallah bin Bayyah (presidente do Fórum para a Paz de Abu Dhabi e presidente do Conselho dos Emirados Árabes Unidos para Sharia Fatwa). Também participarão da cerimônia de assinatura inter-religiosa, marcada para a manhã, os primeiros signatários da Rome Call para renovar o próprio compromisso nessa direção: Brad Smith (presidente da Microsoft), Dario Gil (vice-presidente global da IBM) e Maximo Torero Cullen ( Economista Chefe da FAO).

A cerimônia será precedida por uma reflexão inicial sobre a urgência da algorética, apresentada pelo padre Paolo Benanti, professor extraordinário de ética tecnológica na Pontifícia Universidade Gregoriana e diretor científico da Fundação RenAIssance. Após a audiência papal, à tarde, intervirão palestrantes especialistas no tema: a professora Ana Palacio, ex-ministra do exterior espanhola; professor Mario Rasetti, emérito de física teórica no Politécnico de Turim e presidente do comitê científico do CENTAI; Dr. Hamza Yusuf, presidente do Zaytuna College em Berkeley, CA; o professor Aviad Hacohen, presidente do Academic Center for Law and Science em Hod HaSharon, Israel, ex-reitor da faculdade de direito; o professor Sebastiano Maffettone, diretor de Ethos, da Universidade LUISS Guido Carli de Roma.

Imagem extraída da Web.

– O PSG supostamente teria interesse em qual time do nosso continente?

No ano passado, já surgiu a mesma notícia, que volta à tona: o fundo Qatar Sports Investiments (QSI, dono do Paris Saint German- FRA e de 21,67% do Braga-POR) quer expandir sues negócios como o City Group faz. Para isso, segundo o site Mktesportivo (citação abaixo da imagem), o presidente do grupo, o emir Nasser Al-Khelaifi, quer adquirir ações do Tottenham-ING.

Porém, também o QSI deseja, segundo a matéria, “aproveitar as oportunidades que surgem na América do Sul”. E sabidamente são elas as SAFs criadas / a criar no Brasil.

Daria alguma sugestão de SAF ao bilionário catari?

Imagem e informações extraídas de: https://www.mktesportivo.com/2023/01/proprietaria-do-psg-negocia-com-tottenham-e-quer-clube-da-america-do-sul/

– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

Voluntariado no Brasil: um campo ainda a ser explorado • bhbit | Soluções  para o Terceiro Setor

Imagem extraída de: https://www.bhbit.com.br/gestao/voluntariado-no-brasil-um-campo-ainda-ser-explorado/

– Flordelis, por Ulisses Campbell.

Nossa! Assisti a entrevista do escritor do livro “Flordelis, pastora do diabo”, Ulisses Campbell. Que loucura!

Ela, já eleita deputada federal, mandou matar o marido, mas tudo por conta de ambição e poder. Na obra, é mostrado os rituais macabros, os relacionamentos sexuais entre os filhos adotados com a pastora, o trabalho para enganar as pessoas indo a programas de TV se entitulando “Mãe do Brasil”, por ter adotado 50 filhos (muitos viraram namorados e iam em swings com Flordelis e o marido morto, o Pastor Anderson). Além disso, o projeto de poder político e a sanha da vaidade assustam.

Está em 1’30”00 deste vídeo, em: https://youtu.be/mUODZDoja-Y

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 4ª feira (4 de 4).

🌅 Desperte, Bragança Paulista, com o sol tentando raiar.

Que a quarta-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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– Bom dia, 4ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: vincas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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