– Até o abacate está em crise?

Sintomas de um país em crise: abacate dá na rua, em qualquer lugar. Em qualquer quitanda tem!

O preço disparou nos supermercados, e aqui, um recado impressionante de um comerciante, na imagem:

 

– Gasolina a R$ 0,20 e revendida a R$ 2,90.

Há 9 anos… uma matéria curiosa:

Algo fora da realidade: Moradores da Roraima contrabandeiam Gasolina da Venezuela, onde o preço final na bomba ao consumidor custa R$ 0,20!

Imaginou que entre R$ 9,00 e R$ 25,00 você enche o tanque de um carro popular?

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,na-fronteira-com-a-venezuela-a-farra-da-gasolina-barata–,971183,0.htm

NA FRONTEIRA COM A VENEZUELA, A FARRA DA GASOLINA BARATA

Por Sérgio Torres

O transporte clandestino da gasolina barata da Venezuela para o Brasil, pela fronteira com Roraima, criou no extremo norte do Brasil uma imensa área sem postos de combustíveis. Ao longo dos 230 quilômetros da estrada entre a capital Boa Vista e Pacaraima, última cidade do Estado antes do território venezuelano, não há um só posto. Também não há revendedores oficiais de combustíveis em nenhum outro ponto em trechos a pelo menos 200 quilômetros da fronteira.

A razão desse vazio é porque, com um máximo de R$ 25, o brasileiro enche o tanque de um carro de passeio logo ao entrar na Venezuela, sem precisar passar pela aduana de lá. País produtor de petróleo, a Venezuela vende o litro da gasolina a preços que variam de R$ 0,20 a R$ 0,50. Em Boa Vista, a capital de Roraima, o litro da gasolina custa R$ 2,90. O tanque cheio, dependendo da marca do carro, pode valer até R$ 180.

A enorme disparidade de valores fez surgir em Roraima um mercado negro de venda de gasolina que causa prejuízos mensais de pelo menos R$ 5,8 milhões ao empresariado do setor, de acordo com avaliação do Sindicato dos Postos de Combustíveis de Roraima (Sindipostos-RR).

Traficantes de combustíveis vão à Venezuela, enchem o tanque, descarregam a carga do lado brasileiro em galões, retornam ao país vizinho e abastecem novamente. Repetem a operação dezenas de vezes ao longo do dia. À noite e de madrugada, a fim de fugir de um eventual patrulhamento, voltam à capital roraimense para abastecer depósitos ilegais, onde o litro é vendido por R$ 2.

A soma dos prejuízos aos cofres estadual e federal decorrentes da sonegação de tributos obrigatórios alcança R$ 1,68 milhão por mês, especialmente quanto ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

O presidente do Sindipostos-RR, Abel Mesquita Júnior, avalia que os postos de Roraima deixam de vender, por causa da concorrência da gasolina venezuelana, algo entre 1,8 milhão e 2 milhões de litros mensais de combustíveis. E não só gasolina, mas também óleo diesel.

“Acontece em Roraima um quadro inédito no País. Aumenta a frota de carros e diminui a venda de combustível. Todos os postos do interior, ao norte da capital, fecharam. Vendemos de 7 milhões a 8 milhões de litros por mês. Esse número poderia ser 25% maior, não fosse a evasão”, diz o sindicalista.

POUCA FISCALIZAÇÃO. O efetivo pequeno da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Estado de Roraima torna a situação de difícil resolução a curto prazo. Há 48 servidores na PRF local, dos quais 20 dedicados a atividades administrativas.

Os demais são divididos em equipes de plantão diário, incumbidas de patrulhar vastas áreas desertas cortadas por seis rodovias federais e dezenas de vicinais. A fronteira de Roraima com Venezuela e Guiana se estende por 1,9 mil quilômetros.

Há dias em que a equipe é formada por apenas dois patrulheiros, por causa da falta de pessoal. E há dias em que as equipes, pela precariedade do efetivo, nem vão para a estrada.

Mesmo assim, as apreensões da PRF têm crescido em Roraima. Em 2011, foram recolhidos 13.890 litros de combustível no trecho da BR-174 entre Boa Vista e a fronteira com a Venezuela. Este ano, até o início de dezembro, a soma das apreensões de gasolina já alcança os 23.568 litros.

Para o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, a situação de Roraima “é tão absurda que fica difícil tentar enquadrar os formiguinhas (os traficantes que circulam de um lado para o outro da fronteira)”.

“Roraima é como se fosse uma área fora do mapa do comércio nacional de combustíveis. O preço da gasolina na Venezuela é irreal, talvez seja o mais barato do mundo. Já procuramos as autoridades brasileiras, mas nada de efetivo aconteceu. Fizemos nosso papel. Esse quadro inviabiliza o comércio legal”, afirma Vaz.

Caroteiros e tanqueiros. Há dois tipos de contrabandistas de combustíveis em Roraima. Os chamados caroteiros trazem a gasolina em recipientes plásticos de até 60 litros, galões conhecidos na região como carotes. Costumam usar carros de passeio e caminhonetes para transportar a maior quantidade possível de carotes. Chegam a tirar todos os bancos do veículo a fim de trazer o máximo possível de gasolina.

Os carros usados pelos caroteiros são, geralmente, de marcas antigas, velozes e espaçosos, como Santana e Monza, por exemplo. Têm vidros negros, para impedir a visualização da carga. Os caroteiros preferem não entrar com os recipientes na Venezuela. Optam por deixá-los em esconderijos na Reserva Indígena São Marcos, atravessada pela BR-174 e próxima à fronteira. Daí a necessidade de ir e voltar à Venezuela até ter gasolina suficiente para encher todos os carotes disponíveis.

Já os tanqueiros, segundo tipo de contrabandistas, acondicionam a gasolina em tanques adicionais de caminhões e carros maiores adaptados. Como os caroteiros, retiram os bancos dos veículos, especialmente os traseiros, a fim de abrir espaço para os tanques adicionais.

Em Santa Elena de Uairén, longas filas começam a se formar na noite anterior — Foto: BBC Mundo

Foto: BBC Mundo, Extraída de: https://g1.globo.com/mundo/noticia/os-talebas-da-gasolina-que-enriquecem-em-cidade-venezuelana-na-fronteira-com-o-brasil.ghtml

– E o SAFESP? Fechou e os cartolas nada falam?

Uma situação delicada, inexplicada (mas que não é e nem deveria ser inexplicável): as portas fechadas do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de SP.

Depois de passar por anos de gestão de Arthur Alves Jr, o “Arthurzinho” (como se intitulou) que era presidente da entidade e ao mesmo tempo, num conflito de cargos, diretor de árbitros da FPF (algo “doido”, incoerente – pois você não consegue exigir dos árbitros e “cobrar de você mesmo” quando o árbitro for reclamar), assumiu Aurélio Sant’Anna Martins.

Não tive simpatia por nenhum candidato nem torcida por alguém. Mas escrevi em meados de 2019 uma carta sugerindo que o atual presidente se policiasse. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/03/05/carta-aberta-de-um-nao-eleitor-nao-militante-nao-sindicalizado-e-nao-entusiasta-do-safesp-nem-de-coafesp-ou-orgao-apocrifo/ (Detalhe para o último parágrafo).

Com a pandemia, assim como no resto do mundo, as portas do SAFESP tiveram que fechar. Mas com a retomada da quase-normalidade, o Sindicato não voltou. Tenho acompanhado com amigos, lido os textos do ex-árbitro e colunista Euclydes Zamperetti Fiori, e buscado entender o que está acontecendo. E não há outra explicação: abandono!

A auditoria nas contas não ocorreu e a independência da FPF e seus afins também não. Eu sei que as pessoas precisam de remuneração e trabalho, mas então… não prometa dedicação exclusiva, ao invés de apitar jogos, ser observador ou instrutor (vale para o presidente Aurélio ou para a vice Regildênia).

Um dos apoiadores da campanha, nome forte, braço direito (destro mesmo), quando toquei nesse assunto certa vez, me disse que “essas coisas [não trabalhar na FPF e dedicação] nunca foram prometidas em campanha”. Então, tá… todo mundo entendeu errado.

Entram e saem cartolas do Safesp, e a coisa continua feia… agora, pior ainda, pois tudo está fechado e ninguém se pronuncia (inclusive os árbitros filiados).

A pergunta é: por que as portas fecharam? Será “de vez”? E ninguém do SAFESP dá uma satisfação?

Imagem extraída de: http://safesp.org.br

– Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade.

O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

Números em revisão : Revista Pesquisa Fapesp

Imagem extraída de: https://revistapesquisa.fapesp.br/n%C3%BAmeros-em-revis%C3%A3o/

– Os cansativos usuários do Messenger e do WhatsApp com a… guirlanda de Natal!

Não sou muito afeito aos grupos de Messenger e WhatsApp. Confesso: eles tiram o tempo e nos atrapalham na hora de consultar o que é sério e o que é bobagem. Vem tudo junto e misturado!

Essas boas ferramentas vêm acompanhadas de muitas idiotices. Por exemplo: correntes de “envie para X pessoas se não blábláblá”. Ora, isso é coisa de supersticioso!

A coisa mais chata atual é o tal de “enviei a 1a guirlanda”. Todo dia recebo uma meia dúzia! Que irritante, a pessoa manda mala-direta, não é algo personalizado e acha que está sendo bacana. É simplesmente mandar por achar que “é legal”.

Por favor, se você é meu amigo nessas duas redes (lembrando que no Twitter e Instagram felizmente isso não acontece), NÃO ENVIE essas coisas. Não curto correntes religiosas (isso é para quem tem fé fraca), não gosto de “30 bom-dias” da mesma pessoa em cada postagem (parece que há uma necessidade de se fazer aparecer), tampouco aprecio que entupam meu celular de fakenews (quanta gente compartilhando factoides inventados pela direita e pela esquerda – e muitos acreditam inocentemente).

Por isso, desculpem-me a franqueza: cansa receber guirlanda, corrente e mentiras. Isso atrapalha o dia-a-dia, Ok?

Não quero ser antipático, mas para o bom ritmo de atividade virtual, isso é necessário.

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– O Altruísmo de quem quer viver para o bem! Volunturismo é uma boa prática

Já ouvi falar do termo destinado a quem quer fazer turismo e ainda assim praticar ações solidárias voluntárias: o “Volunturismo”.

Sabia que tal nobre atitude está em alta?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/mundo/dando-duro-nas-ferias/

DANDO DURO NAS FÉRIAS

Imagine passar uma semana ensinando refugiados a cozinhar. É o “volunturismo”, um tipo de viagem para prestar ajuda a quem precisa

por Fernanda Thedim

Enfim, férias. Construa casas em uma comunidade indígena do Panamá, cuide de elefantes idosos na Tailândia ou monitore crianças em uma creche de favela do Rio de Janeiro — sim, isso são férias. E tem uma turma que está disposta a pagar caro por elas. Esqueça luxo e vida boa. A ideia é fazer uma imersão completa em uma nova cultura como voluntário, pegando no pesado para valer. Quem vai atrás desses pacotes já rodou outros países à moda turística e agora quer viver uma experiência original, da qual possa extrair lições únicas e ao mesmo tempo ajudar — tudo feito sob medida para estes tempos politicamente corretos. O “volunturismo”, como a modalidade é chamada, movimenta hoje cerca de 10 milhões de pessoas por ano, incluindo brasileiros.

A maioria dos volunturistas, aqui e no exterior, é jovem, tem outros carimbos como voluntários e não s incomodam com a qualidade do colchão nem com a falta de privacidade. O que importa é, para usar o verbo da vez, conectar-se com outros povos – e que isso seja do jeito local. A chef carioca Tuti Land, 32 anos, ficou 15 dias na Jordânia alojada em um acampamento de refugiados sírios: deu aulas de culinária e visitou famílias que fugiram da guerra (cont no link acima)…

ÁFRICA SEM SAFÁRI - Mariana, em favela do Quênia: reforço escolar para crianças e mergulho na cultura local (Michel Coeli/.)

– Um guia para a caminhada!

Praticar uma boa caminhada, com todos os cuidados que se deve ter, faz muito bem para a saúde. Abaixo, tudo o que você precisa saber, extraído de: https://saude.abril.com.br/fitness/caminhar-e-preciso-entenda-o-poder-da-caminhada/

CAMINHAR É PRECISO – ENTENDA O PODER DA CAMINHADA

por Ingrid Luisa

Muita gente não pratica exercícios porque, em um primeiro momento, eles geram estresse e desconforto ao organismo. É fato: se fosse algo prazeroso logo de cara, todo mundo seria ativo.

Mas a realidade não é bem essa: correr, levantar peso ou praticar um esporte coletivo coloca o corpo numa situação de esforço muito além da condição de repouso. E, se ele não estiver acostumado, a conta vem no dia seguinte: dores, fadiga muscular e um eventual balde de água fria no sonho de vencer o sedentarismo.

A culpa não é exatamente nossa: biologicamente, os animais não foram feitos para gastar energia à toa. Tirando fazer sexo, procurar comida e escapar de predadores, a tendência é descansar e relaxar, guardando todas as reservas para quando uma necessidade surgir, o que já era suficiente para manter o organismo saudável.

Acontece que a inteligência humana tornou as atividades essenciais, antes laboriosas, tranquilas e até monótonas: comidas chegam em casa com um clique no aplicativo, o trabalho em frente ao computador (ainda mais com a pandemia) nunca foi tão parado e até no sexo existem jeitinhos de ter prazer com menos esforço — que o digam as modalidades virtuais.

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Daí que há uma conjuntura bem propícia ao sedentarismo. De acordo com uma pesquisa de 2019 com dados de 60 mil brasileiros, 69% da população não realizava nenhum exercício físico em seu tempo livre.

“Isso acontece por diversos fatores, como longa carga de trabalho, ausência de espaço e de recursos financeiros e até por falta de conhecimento sobre a importância dessa prática”, explica a epidemiologista Margareth Guimarães Lima, pesquisadora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autora do estudo.

Ocorre que o corpo humano foi desenhado para se movimentar. “A gente precisa estimulá-lo, porque ele evoluiu para isso. Ficar o dia inteiro sentado é muito prejudicial à saúde. Causa atrofia muscular, doenças cardiovasculares, problemas metabólicos e vários outros”, afirma a profissional de educação física Cláudia Forjaz, professora da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP).

É por isso que suar a camiseta ou o top aparece em qualquer diretriz de saúde como algo indispensável para evitar doenças, resguardar nosso aparato emocional e até firmar relacionamentos sociais.

Sem falar que, quando praticadas com regularidade, as atividades físicas induzem a liberação de hormônios por trás daquela sensação de prazer e bem-estar. Tem tudo a ver com costume: o corpo se adapta ao esforço, entende que aquilo virou rotina e se desenvolve até você não sentir mais incômodos — e pode até querer se superar.

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Já que se mexer é preciso, por que não partir para um exercício fácil, barato, seguro e que pode ser realizado em quase qualquer lugar? Sim, falamos da caminhada, a modalidade mais popular entre os brasileiros (inclusive na pandemia) e frequentemente aquela com os benefícios mais subestimados.

“Caminhar é um movimento natural, que a gente, enquanto espécie, faz para sobreviver. E, exatamente por ser tão simples, as pessoas acabam achando que não traz vantagens. Só que é o contrário: estamos estimulando algo que nascemos para fazer e tem uma grande importância para o organismo desde sempre”, defende Cláudia, que coordena há 21 anos o projeto Exercício e Coração para conscientizar e orientar pessoas a darem suas passadas.

Termine de ler e vá caminhar

Você pode até pensar que é exagero, mas apostar em uma atividade aparentemente tão trivial no dia a dia é capaz de transformar o corpo e a mente. E aqui convém compartilhar uma recomendação dos experts.

Embora todo movimento na rotina seja bem-vindo — levantar da cadeira para pegar um copo de água ou ir a pé até o trabalho, por exemplo —, devemos ocupar um espaço da agenda com um exercício programado, como uma hora de caminhada pela manhã. Tudo isso ajuda a compor um número mínimo de passos diários que influencia a nossa saúde.

Um novo estudo da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, concluiu que andar pelo menos 7 mil passos por dia reduziu de 50 a 70% a mortalidade por qualquer causa entre os mais de 2 mil americanos de 38 a 50 anos avaliados. Ou seja, somar cerca de 5 km caminhados faz bastante diferença no estado do organismo.

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O relatório Walking for Health, emitido pela Escola Médica de Harvard, nos EUA, corrobora o ponto de vista de que caminhar pode fazer mais para prevenir e combater doenças do que outras atividades. Nele, os especialistas destacam os grandes feitos do hábito em prol do coração: andar pelo menos duas horas e meia por semana — apenas 21 minutinhos por dia — ajuda a reduzir o risco de problemas cardíacos em 30%.

“Existe uma redução crônica da pressão arterial após a prática constante da caminhada. E a dilatação das artérias impacta o ritmo cardíaco, fazendo com que o coração trabalhe com menos esforço para ejetar a mesma quantidade de sangue ao corpo”, explica Aluísio Andrade Lima, professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

O educador físico pesquisou o potencial de um treinamento de caminhada para pessoas com problemas circulatórios — como doença arterial periférica e claudicação intermitente, que afetam os membros inferiores — e constatou queo exercício atenua processos orgânicos prejudiciais envolvidos nessas condições.

Quem também agradece pelas passadas diárias por aí são os pulmões. “A caminhada é extremamente positiva, pois eles ficam mais resistentes e conseguem tirar o oxigênio do ar com mais facilidade.

Uma forma fácil de notar isso é quando a pessoa vai ficando menos ofegante à medida que vai praticando”, observa o médico do esporte Páblius Staduto Braga, diretor do Laboratório de Ergoespirometria e Calorimetria Indireta do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. O que a gente ganha com isso? Fôlego e um melhor fluxo respiratório.

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Além disso, andar e andar pode até desencadear um efeito analgésico, tornando-se um recurso coadjuvante no controle de dores crônicas.

“Hormônios produzidos durante a atividade física promovem uma inibição da dor, deixando, com o tempo, o organismo mais tolerante, sem falar na sensação de bem-estar advinda de outros hormônios resultantes da prática de exercícios”, explica o educador físico Vitor Tessutti, mestre em ciências da reabilitação pela USP e pesquisador nas áreas de corrida e caminhada.

Aliás, engana-se quem pensa que só correndo a gente consegue legítimos benefícios à saúde. De acordo com um relatório da Associação Americana do Coração, que estudou corredores e caminhantes por seis anos, andar é tão efetivo quanto correr para a prevenção e o controle de colesterol alto e diabetes.

“O exercício não só ajuda diretamente nesse controle como contribui para uma melhor ação dos medicamentos usados para esses problemas de saúde”, afirma Braga. “Por isso, ele tem de fazer parte do tratamento”, ressalta o médico.

O cérebro, claro, não fica de fora dessa história. Ora, talvez você já tenha experimentado outro poder da caminhada: o de clarear as ideias. Não é à toa que pessoas saem para dar uma volta quando estão confusas e querem pensar melhor em soluções. Isso realmente ajuda!

Filósofos como Immanuel Kant e escritores como Virginia Woolf eram adeptos de caminhadas regulares para compor suas obras ou mesmo espairecer de seu universo. A ciência atual assina embaixo: caminhar interfere no raciocínio, na memória e até na criatividade.

Numa pesquisa da Universidade Stanford, nos EUA, 176 estudantes foram colocados para fazer testes de pensamento criativo enquanto sentavam, caminhavam em uma esteira ou pelo campus. No geral, todos apresentaram maior capacidade de resolução e inovação enquanto andavam.

“Caminhar estimula o livre fluxo de ideias, e é uma solução simples e robustapara objetivos como aumentar a criatividade e a atividade física”, escreveram os autores na conclusão do artigo.

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Todas essas vantagens já seriam suficientes para fazer você sair caminhando, mas a pergunta que não quer calar, e que você, leitor, pode estar se fazendo agora é: isso realmente ajuda a emagrecer? E a resposta é “sim”. Para começar, tem de cair por terra a noção de que a caminhada é um exercício de baixa intensidade para todo mundo, porque isso depende de quem e de como se está praticando.

“Para um indivíduo sedentário, a caminhada pode ser um exercício bastante intenso, gerando um importante gasto calórico e estimulando a melhoria da capacidade física”, exemplifica o profissional de educação física e Ph.D. em nutrição Antonio Lancha Jr., professor da USP. Mas, para que os efeitos apareçam, é preciso ter compromisso com ela.

Não é andando da mesma forma que se passeia no shopping que você vai emagrecer ou dar um gás à sua saúde. Para a caminhada surtir efeito, devemos sair da zona de conforto, estabelecendo um ritmo que vá além do costume e praticando com constância por pelo menos 150 minutos semanais.

Tessutti, que realizou pesquisas com caminhantes de parques de São Paulo, notou uma falta de intensidade adequada ao exercício na maioria dos praticantes — e, não raro, é isso que leva a uma frustração pela ausência de “resultados”.

“Setenta por cento das pessoas não faziam nenhum controle de intensidade, não observavam se ficavam ofegantes caminhando, se sentiam fadiga e qual era a frequência cardíaca atingida. É um comportamento que contribui para uma prática cômoda e sem ganhos para o condicionamento físico”, analisa o pesquisador.

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É por essas e outras que vale a pena prestar atenção ao ritmo e à progressão das passadas. A depender da extensão e da intensidade, elas podem configurar até uma atividade de impacto.

“Quem caminha a 6 ou 7 km/h está exposto a um grau de impacto considerável. A passada fica mais ampla, o pé fica bem à frente do quadril e, com o joelho estendido, todo o peso tende a recair sobre o quadril e pode refletir até na coluna”, descreve Tessutti.

“Dependendo das condições da pessoa, uma atividade com essas características pode não ser tão segura. Por isso recomendamos um check-up antes de intensificar o exercício.”

Outra informação preciosa é que o ideal é combinar as passadas com um treinamento de força — naquela linha clássica de intercalar sessões aeróbicas com as de resistência.

“É comum ver lesões de quadril e joelho pela prática da caminhada sem o fortalecimento dos músculos. Se a intensidade da atividade está alta e a massa muscular não está pronta para aquilo, vão aparecer problemas”, alerta Braga. Não precisa ser uma malhação pesada, mas um programa que contemple ganho ou manutenção dos músculos (e não só os das pernas).

Esse adendo se torna ainda mais valioso quando pensamos no envelhecimento: com a idade, a massa muscular tende a encolher naturalmente.

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Pedras no caminho

Dois problemas básicos impedem que a caminhada seja ainda mais acessível e popular do que já é em nosso país, a falta de infraestrutura e a de informaçãoa respeito.

Comecemos pela primeira: ainda que andar seja o meio de transporte mais usado pelo brasileiro — mesmo que muitas vezes sejam caminhadas curtas, de casa até o ponto de ônibus, por exemplo —, as cidades costumam ser pensadas mais para os carros do que para os pedestres.

Nesse sentido, às vezes as passadas viram um esporte terrivelmente radical: mais de 6 mil pedestres morreram devido a acidentes de trânsito em 2019, segundo o Ministério da Saúde.

“O pedestre é um ator invisível nas cidades. As Secretarias de Transporte não enxergam os pés como um meio de deslocamento, e isso resulta em calçadas estreitas e esburacadas, muitas escadarias, travessias perigosas, falta de sinalização e iluminação ou mesmo o mínimo de espaço para atravessar sem ser pelo meio dos carros”, avalia Mauro Caliari, doutor em urbanismo e membro da ONG de mobilidade Cidadeapé.

“Sem falar na poluição sonora e atmosférica, a pouca quantidade de bancos ou sombras nas ruas… Tudo isso atrapalha o caminhar, até porque ele não é só deslocamento, é também fruição, uma forma de experimentar e viver a cidade”, opina o ativista.

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A democratização da informação é outro desafio para a adesão à atividade física. “A prática de caminhada tem uma prevalência 87% maior entre os mais ricos na comparação com os mais pobres”, relata Margareth, citando dados do estudo da Unicamp.

“Não precisa ser assim. Afinal, a caminhada é gratuita e pode ser feita por todos. Mas, além da falta de tempo, muitas pessoas não estão cientes do seu valor”, completa a pesquisadora.

Para ela, precisamos ampliar as ações de promoção à saúde que incluam a caminhada, seja em postos de saúde e consultórios médicos, seja em escolas e programas na mídia, além de tornar a estrutura urbana mais propícia e segura à prática.

Cuidar do corpo, pensar melhor, deslocar-se, aproveitar a cidade: você pode conseguir tudo isso apenas dispondo um pé na frente do outro. No fim, vale a pena encarar as pedras no meio do caminho e colocar as pernas à obra.

Como iniciar e manter caminhadas regulares?

O que é preciso considerar antes de inserir de vez a caminhada no seu dia a dia

Faça um check-up
A avaliação médica é essencial se você está saindo do sedentarismo. Ajuda a apurar o fôlego, a pressão, a frequência cardíaca e possíveis problemas.

Adquira as roupas certas
Nada de pegar qualquer peça velha. É importante usar tecidos leves, meias confortáveis e tênis adequados, com um bom amortecimento das passadas.

Aqueça suas articulações
Antes de caminhar, é recomendável mover as articulações de quadril, joelho e tornozelo, minimizando o impacto e o desgaste do exercício.

Estabeleça um ritmo
Encontre uma velocidade que você consiga conservar, lembrando que não é passeio. A meta é suar e estimular coração, pulmões e músculos para obter benefícios.

Determine um horário
Para você manter a prática na rotina, é precisa torná-la um hábito e estabelecer um horário fixo para o exercício, como um compromisso mesmo.

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Passada ideal

Para ter benefícios sem se machucar, é importante caminhar com a postura correta

  • Cabeça: reta, sempre olhando para a frente
  • Respiração: mantenha um ritmo usando nariz e boca, se necessário
  • Ombros e pescoço: relaxados ou para trás
  • Braços: seguindo o balanço do corpo
  • Abdômen: contraído
  • Quadril: encaixado com as costas retas
  • Joelhos e pés: alinhados
  • Calcanhar: inicie a passada pisando primeiro com ele

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Apoio high-tech

Que tal investir em acessórios que tornam sua caminhada mais eficiente e livre de riscos?

Smartwatch
O clássico funcional: com um relógio inteligente, você pode conferir frequência cardíaca, distância percorrida, ritmo, número de passos…

Fone sem fio
Música é uma boa, mas nada de fios que atrapalhem. Fones por condução óssea são bons por permitirem atenção ao ambiente mesmo ouvindo um som.

Braçadeira esportiva
É a forma mais segura de carregar o celular durante o exercício. E, se você usa algum app que ajuda na prática, manter o aparelho perto do corpo é o ideal.

Oxímetro digital
Através do dedo, fornece rapidamente o nível de oxigênio no sangue e a frequência cardíaca. Alguns mais modernos também aferem a pressão arterial.

Palmilha inteligente
A empresa Nurvv lançou uma palmilha que analisa a caminhada (cadência, rotação e comprimento dos passos) e passa treinos e dicas contra lesões.

Presilhas com LED
Se você curte caminhar ao ar livre à noite, presilhas com LED resistentes a água, que são acopladas aos tênis, iluminam as vias e deixam a rota segura.

Caminhar traz inúmeros benefícios para corpo e mente. Foto: Ljupco; Ilustrações: Vascun/Getty Images

– Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres.

Repost, com a referência abaixo:

Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

Hoje, 6 de dezembro é uma data que tem o objetivo de sensibilizar os homens na lutar pelo fim da violência de gênero.

Nessa mesma data houve uma tragédia ocorrida no ano de 1989, em Montreal, Canadá.

Neste dia, um homem teria entrado armado numa sala e ordenado que todos os outros saíssem, restando portanto só as mulheres. Esse homem de posse de uma arma teria disparado contra as mulheres, matando 14 delas, e deixando dez feridas. O motivo? Ele era contra o avanço das mulheres na sociedade. Em seguido, ele teria tirado a própria vida.

Essa história é inclusive, lembrada pela ONU ( Organização das Nações Unidas), como a maior iniciativa contra a violência.

Na nossa sociedade, apesar da legislação assegurar direitos no combate à violência, muitas vezes, sentimos que ainda há um despreparo no Congresso Nacional que assegure medidas mais severas em relação aos caso de violência os quais continuamos sendo vítimas. O risco de morte continua o mesmo, quer dizer, a mulher continuam fazendo parte de uma estatística absurda. Dados revelam que a violência contra a mulher não deve só despertar polêmica, mas, ganhar uma nova consciência no intuito de tentar inibir histórias trágicas.

Até quando vamos viver em busca de um hospital, ao invés de uma delegacia? Porque é mais fácil curar aonde foi ferido, ou lesionado, ainda que superficialmente, ao invés disso ter um basta? Quantas mulheres irá precisar morrer para que sejam vistas como pessoas de direito? Não basta dizer ” morreu porque foi vítima da violência “. Morreu porque estava disponível demais, ou porque se recusou a fazer algo para o marido.

Considere os fatores que gera essa violência que na maioria das vezes acontece de modo silencioso. Diferente dos hospitais, das unidades de saúde de modo geral, a delegacia é um lugar, onde a vítima de violência tem que se sentir segura. É triste olhar o mapa da violência, os dados, números crescentes, casos que continuam ganhando repercussão na mídia nacional e perceber como essa mulher continua insegura dentro do lar, bem como, fora dele. Quando uma mulher vai a uma delegacia por exemplo, dizer que não suporta mais tanta agressão e humilhação, ela já tem o corpo e a alma cheios de dores de tanto apanhar do companheiro, do marido ou do namorado. A maioria não vai, por não querer se expor e passar por constrangimentos novamente. Porém, quando ela faz isso, compreende que não precisa mais passar por nada disso. Simplesmente ela quer respeito.

Todavia, quando a mulher será respeitada pelo fato de ser mulher? E não de sofrer porque é mulher? Quem irá nos oferecer essa resposta? Nós, obviamente. A mulher tem que resistir. A mulher, a sociedade devem atuar juntos, serem firmes em relação ao enfrentamento da violência.

Homem, tenha consciência, faça a sua parte!…

Não a violência contra a mulher .

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem: google. Olhadelondrina.com.br.

Fonte: OAB-PR, com informações CUT-PR

Santarém, Pá 6 de dezembro de 2020

– Dia de São Nicolau de Mira.

Hoje a Igreja Católica celebra São Nicolau, o bispo da Diocese de Mira, onde evangelizou pagãos. Seus atos de generosidade inspiraram lendas, fazendo até surgir a figura do Papai Noel.

Extraído de: https://santo.cancaonova.com/santo/sao-nicolau-sagrado-bispo-de-mira/

SÃO NICOLAU DE MIRA

O santo deste dia é São Nicolau, muito amado pelos cristãos e alvo de inúmeras lendas. Filho de pais ricos com profunda vida de oração, nasceu Nicolau no ano 275 em Pátara, na Ásia Menor. Tornou-se sacerdote da diocese de Mira, onde com amor evangelizou os pagãos, mesmo no clima de perseguição que os cristãos viviam.

São Nicolau é conhecido principalmente para com os pobres, já que, ao receber por herança uma grande quantia de dinheiro, livremente partilhou com os necessitados. Certa vez, Nicolau sabendo que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento, e por isso o próprio pai, na loucura, aconselhou a prostituição, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens. Daí que, nos países do Norte da Europa, usando da fantasia, viram em Nicolau o velho de barbas brancas que levava presentes às crianças no mês de dezembro.

Sagrado Bispo de Mira, Nicolau conquistou a todos com sua caridade, zelo, espírito de oração e carisma de milagres. Historiadores relatam que ao ser preso, por causa da perseguição dos cristãos, Nicolau foi torturado e condenado à morte, mas, felizmente, salvou-se em 313, pois foi publicado o edito de Milão que concedia a liberdade religiosa.

São Nicolau participou do Concilio de Niceia, onde Jesus foi declarado consubstancial ao Pai. Entrou Nicolau no Céu em 324 ao morrer em Mira com fama de santidade e de instrumento de Deus para que muitos milagres chegassem ao povo.

Imagem extraída de: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-sao-nicolau/430/102/

– Blue Sky.

Agora: 17h30, e um céu azul bem vivo está embelezando o horizonte!

Tchau, dona Nuvem. Volte só amanhã.

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📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– O Montevideo Torque está na Libertadores! E há quem reclame de clube-empresa…

E o Montevideo City Torque (o clube uruguaio do City Group, dono do Manchester City) está classificado diretamente para a Libertadores da América.

Cada vez mais veremos clubes-empresas e suas filiais fazendo bonito (como Red Bull Bragantino e outras novas forças emergentes). Mas há quem resista ou desdenhe do futebol gerido por profissionais competentes…

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– Flores da tarde.

🌼 Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nossa tarde!

Jardinagem é um ótimo passatempo!

🌸 🌹 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Figuras de linguagem: você está afiado com elas?

Que quadro bem didático sobre as figuras de linguagem!

As usamos diariamente, mas você sabe quais são elas?

Imagem: Internet (recebi por WhatsApp, sem a autoria). Quem conhecer o autor e puder compartilhar, publico aqui o crédito).

– Bom dia, 2ª feira (4 de 4).

🌅 05h50 – Desperte, Bragança Paulista, com o horizonte lusco-fusco.

Que a segunda-feira possa valer a pena!

(E há de valer, creiamos nisso, apesar da manhã nublada).

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– Bom dia, 2ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: lantanas!

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada como Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós que recorremos a vós – hoje, em especial pelos doentes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Semana nova começando?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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