– O circo chegou!

O circo Stankowick chegou em Bragança Paulista. E para agradar as minhas meninas, entrei na brincadeira e me maquiei de palhaço. Que legal!

E como a gente faz tudo em família, há o palhaço e a palhacinha!

Por fim, valeu o espetáculo. Duas horas que passaram muito rápido…

Viva o circo!

– E como procurar um novo emprego?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção ao mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

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– Cristo Redentor, 90 anos!

Um dos pontos turísticos mais importantes do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor, completa hoje 90 anos!
Uma nota em:

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– Diferenciando fome e gula!

Você, vez ou outra, come e nem percebe o sabor? Se alimenta por impulso?

Então esse texto é pra você: a diferença entre fome e gula,

em: https://pitacoseachados.com/2020/10/26/como-saber-quando-e-fome-e-quando-e-gula/

COMO SABER QUANDO É FOME E QUANDO É GULA

Geralmente essa é uma pergunta que as crianças fazem para os pais quando ainda estão aprendendo a entender os sinais do próprio corpo. “Quando é que eu estou com fome de verdade e quando é só vontade de comer?” Bem, muitos adultos também podem ter essa dúvida, pois nunca é tarde para aprender a se comunicar com o seu corpo. Veja por partes.

O que é fome?

A fome é quando você sente aquele “vazio no estômago”, que às vezes até ronca. É uma sensação fisiológica que acontece quando o seu organismo precisa de mais nutrientes, sejam açúcares, gorduras ou aminoácidos, para continuar gerando energia.

O que é saciedade?

A saciedade é quando você come uma porção de alimento e a sensação de fome passa. Para estar satisfeito não precisa sentir que a barriga está cheia, estufada. A fome termina antes disso, quando você come uma porção de comida adequada ao que seu corpo necessita naquela refeição.

Muitas pessoas pensam que, para estar satisfeito, precisa não aguentar mais comer nada, só que não é verdade. Quando chega nesse ponto, quer dizer que você já comeu mais do que precisava.

O que é gula?

A gula é quando você não está sentindo fome, mas está com desejo por algum alimento ou um grupo de alimentos específicos, geralmente guloseimas. Poucas vezes as pessoas sentem gula por uma saladinha, pois a gula está relacionada ao seu estado emocional, que deseja alimentos mais “intensos” e que tragam uma memória afetiva prazerosa.

A gula é uma forma compulsiva de se alimentar, que acontece mesmo quando a pessoa acabou de comer e está satisfeita. Mas, não quer dizer que aconteça sempre, como a compulsão alimentar, que é um transtorno.

Muitas pessoas sentem gula só às vezes, como quando estão ansiosas, grávidas ou na TPM, pois o desejo por guloseimas está atrelado ao comportamento hormonal, que por sua vez está ligado ao seu emocional.

Como comer só o suficiente?

Uma das estratégias para evitar comer em excesso durante uma refeição é, aos poucos, ir aprendendo quando é a hora de parar, observando as suas sensações enquanto se alimenta.

Comer devagar, prestando atenção na comida, é bem importante para saber quando a fome já passou e a barriga ainda não está estufada. Se você comer rápido ou prestando atenção em outra coisa, como na internet ou na televisão, a tendência é que você coma mais do que precisa, sem perceber.

Se mesmo assim você tiver dificuldade em saber quando já está satisfeito, a dica é consultar um nutricionista que irá ajudá-lo a determinar porções adequadas para cada refeição. O nutricionista vai avaliar sua saúde e seu estilo de vida, e criar um cardápio com quantidades de comida o suficiente, evitando que você extrapole.

Agora, se o seu problema é a vontade de comer o tempo todo, mesmo sem estar com fome, pode ser que a questão seja outra, como um problema de tireoide ou mesmo emocional. No caso da tireoide, o médico endocrinologista poderá ajudar, e se for emocional pode ser que um psicólogo ou psiquiatra seja o melhor profissional a consultar.

Fonte: Dicasonline

– E se o Amor fosse a Conta-Gotas, comprado em Farmácia?

Olha que interessante: a “droga do amor” já é vendida nos EUA, em boa parte das farmácias. Pode ser em gotas ou em spray.

O que ela faz e como age? Simples, relato abaixo (extraído de Revista Superinteressante, Ed Novembro/ pg 68-70):

AMOR DE FARMÁCIA

Já existe um remédio que promete melhorar a vida a dois. E ele não é azul. Veja como a ciência está metendo o bedelho no amor.

Por Carol Castro e Felipe Van Deursen

Amor não é uma vontade incontrolável de ficar com seu amante o tempo todo. O nome disso é serotonina.

Amor não relaxa o corpo, cria laços e deixa os apaixonados felizes. O nome disso é ocitocina. É dopamina!

Biologicamente, paixão é só um jato de hormônios e neurotransmissores disparados pelo cérebro. E que viciam quase como droga – as áreas de prazer e recompensa ativadas são as mesmas. Mas uma hora cansa. Quando a festa hormonal no cérebro acaba, o amor chega ao fim.

Com isso em mente, os neurocientistas Julian Savulescu e Andres Sandberg, da universidade de Oxford, iniciaram a busca pela ciência do amor eterno (…) A ideia deles é incentivar a produção de remédios que supram a escassez dessas substâncias. Para isso, estudam o papel delas no amor, a fim de descobrir como sua falta atrapalha os relacionamentos e como seria benéfico aumentar de novo suas doses no corpo. Porém, enquanto eles cuidam da parte teórica, outro grupo já pôs as ideias em prática. O remédio do amor vem em um recipiente de 7,5 ml, com conta-gotas, ou sob a forma de spray nasal. A ocitocina está no ar! (…)

Em 2010, o psiquiatra americano Bryan Post decidiu sintetizar e engarrafar o hormônio. Diz ele: “não é tóxica, não faz mal e não vira um vício, já que não desperta uma vontade contínua de uso” (…) Ele já pode ser comprado em farmácias nos EUA e custa cerca de R$ 120,00.

O remédio não restaura a paixão. Nem chega perto disso. Mas proporciona uma forte sessão de relaxamento. E isso pode ajudar nos momentos mais tensos da relação. Com duas borrifadas no nariz ou seis gotas debaixo da língua, o hormônio corre pleo sistema sanguíneo e aos poucos entra no sistema nervoso central, reduzindo o nível de cortisol (hormônio do estresse) no sangue. Aí, é só calmaria.

DIAS DE OCITOCINA

Experimentamos a droga do amor. Veja como foi!

Ela tem sabor de menta. Para fazer efeito, você precisa pingar 6 gotas embaixo da língua ou apertar o spray uma vez em cada narina. Após dez minutos, a droga começa a surtir efeito, que dura até quatro horas. Em pouco tempo, o braço amolece e o coração desacelera. Piadas bobas ficam engraçadas. A vontade de defender qualquer assunto beira a zero. Estender uma briga fica muito difícil. De fato, uma discussão acalorada de namorados foi dissolvida no ar quando o spray fez efeito. Por um tempo, tudo é lindo. Sorrisos e abraços ficam fáceis. É bom. Mas basear a tranquilidade do dia-a-dia ou, pior, sustentar um relacionamento nessas gotas soa um tanto assustador.

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– Sunflowers.

A beleza dos girassóis!

Como não se entusiasmar com flores tão vivas e inspiradoras?

O marcante amarelo sempre cativa qualquer apaixonado por jardinagem

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– Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e dos Árbitros de Futebol

Poucos sabem, mas na década de 90, em eleição entre os árbitros de futebol, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida como padroeira da categoria. Motivo: sendo que Maria é Mãe de Cristo, seria de bom grado a sua benção e invocação para os juízes de futebol (cujas mães são tão lembradas em campo). Assim, tornou-se também a Mãe dos Árbitros.

Há quase 20 anos, por indicação do Padre Ton Ferreira, o então bispo de Jundiaí, Dom Amaury Castanho (que se tornou conhecido nacionalmente por suas cartas à imprensa defendendo radicalmente os valores cristãos), aprovou e reconheceu oficialmente a Oração do Árbitro de Futebol, que não existia até então, direcionada ao Filho de Deus por invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Abaixo, reconhecida pelo Vaticano, a oração aos árbitros de futebol devotos de Maria, neste dia onde ela é lembrada não só por ser padroeira do Brasil, mas também como patrona dos Árbitros de Futebol.

ORAÇÃO DO ÁRBITRO DE FUTEBOL

Senhor Jesus Cristo,

Tu, que conheces o íntimo de cada um de nós, tem piedade de todo o teu povo.

Pedimos tuas bênçãos para todas as pessoas que estão envolvidas na prática esportiva: árbitros e jogadores, torcedores e policiais, gandulas e jornalistas, fiscais e dirigentes das nossas federações.

Nós te amamos, mas sabemos de nossas fraquezas. Humildemente, te suplicamos a proteção, visando não as vitórias ou honrarias humanas, mas a um bom, honesto e seguro trabalho. Acima de tudo, que seja feita a tua santa e bendita vontade.

Tudo isso te pedimos por intercessão de Maria Santíssima, a quem carinhosamente temos por mãe, invocada como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Patrona dos Árbitros de Futebol.

Amém.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA DO SR BISPO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ, DOM AMAURY CASTANHO, EM 04/12/2002

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– Horizonte carrancudo.

E o dia está virando noite…

Uma terça-feira que começou bem azul, vai se deixando levar pelo horizonte carrancudo…

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– Ética na Medicina, Dr Ben Hur e os Dilemas Médicos!

Um dos “papas” da Medicina, Dr Ben Hur Ferraz Neto, do Hospital Albert Einstein, falou tempos atrás sobre ética na medicina, a não-cobrança de primeiras consultas, a revelação do real estado de saúde aos pacientes e das dúvidas e medos de um médico na hora do transplante de fígado. Interessantíssimo!

Extraído de: http://veja.abril.com.br/141009/caixa-preta-cirurgia-p-17.shtml

CAIXA PRETA NA CIRURGIA

Um dos maiores nomes do transplante de fígado no Brasil diz que deveria haver monitoramento eletrônico nas salas de cirurgia e que o paciente não deveria pagar a primeira consulta

por Adriana Dias Lopes

Quando um paciente aparece no consultório do cirurgião paulista Ben-Hur Ferraz Neto, de 47 anos, é grande a possibilidade de seu caso ter sido considerado inabordável por outros médicos. Seus pacientes são candidatos a um transplante de fígado ou sofrem de câncer em estágio avançado. Com 22 anos de carreira, e 2 000 operações no currículo, Ferraz Neto, chefe do Programa de Transplantes do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, tem propostas revolucionárias, mas de fácil adoção, para melhorar a prática da medicina no Brasil. Todas favorecem o paciente. Só cobrar quando ele aparecer para a consulta de retorno é uma delas. A outra é remunerar os médicos pela qualidade, e não pela quantidade. A mais extraordinária é encarar a sala de cirurgia como o cockpit de um jato comercial e registrar as imagens, sons e dados da operação. Diz ele: “Todos ganhariam com essas informações”.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Quer uma cirurgia 100% segura? Combine com o cirurgião que se o paciente morrer ele também morre. É isso mesmo?
-Essa é uma máxima cínica que os estudantes de medicina gostam de usar uns com os outros, mas ela não é totalmente divorciada da verdade. Como ocorre com qualquer profissional obrigado a um esforço constante de máxima concentração e de intensa demanda técnica, o cirurgião pode ter momentos de menor concentração. Esses momentos são de pouca consequência para o paciente nos grandes hospitais, em que o cirurgião está cercado de equipamentos adequados e de uma equipe de excelência e bem treinada. Mas, em outros cenários, o desenlace pode ser trágico.

Resumindo, não existe cirurgia 100% segura…
-Exatamente, e não só pelas razões acima. Viver não é 100% seguro. Parte de uma cirurgia é fazer o que foi planejado. Mas a outra parte é reagir aos imprevistos. Por definição, é impossível prever o imprevisto. A probabilidade de um médico ser surpreendido durante a cirurgia varia conforme a complexidade do procedimento. Em um transplante de fígado, uma cirurgia grande, o risco de ocorrer um imprevisto é de 5%. No procedimento para extração da vesícula, essa probabilidade cai para 1%. Na imensa maioria das vezes, esses imprevistos produzem situações contornáveis. A probabilidade de morte durante a operação de trasplante de fígado é de apenas 0,5%. Na retirada da vesícula, é de menos de 0,1%.

“Parte de uma cirurgia é fazer o que foi planejado. Mas a outra parte é reagir aos imprevistos. Por definição, é impossível prever o imprevisto”

O que mais contribuiu para o aumento da segurança na sala de cirurgia?
-A evolução nos equipamentos de imagem contribuiu muito para reduzir os riscos. Esses aparelhos dão ao cirurgião uma ideia bastante fiel do que ele encontrará na situação cirúrgica. Mas eles ainda não fornecem todas as informações necessárias e talvez nunca evoluam a ponto de funcionar como um simulador absolutamente confiável do que será a cirurgia real. Para que isso seja possível não bastam imagens. O aparelho teria de reproduzir a vida em tempo real, com a pulsação, o sangue correndo pelas veias do paciente e o movimento dos órgãos.

Como o cirurgião se prepara para enfrentar imprevistos?
-O cirurgião tem de ter duas qualidades básicas. A primeira é ser resoluto, o que permite tomar decisões rapidamente. A segunda é o autocontrole. Os imprevistos testam ao máximo essas duas qualidades. Elas ajudam o médico a mudar o procedimento de acordo com as exigências da situação.

Os erros médicos nascem desses imprevistos?
-O erro médico, infelizmente, não precisa de imprevisto para ocorrer. Esquecer um pedaço de gaze na barriga do paciente parece algo impossível para quem nunca viu uma cirurgia. Mas essa é uma situação que pode acontecer. A gaze absorve o sangue com muita facilidade e se confunde totalmente com outros elementos do campo cirúrgico. Às vezes, um pedaço de gaze escapa aos olhos do cirurgião. Os bons hospitais têm procedimentos que impedem essa ocorrência. Em toda equipe cirúrgica, há uma pessoa designada para fazer o balanço do número de gazes abertas e comparar com o número de gazes descartadas durante a operação. Os números têm de bater exatamente. Quando isso não ocorre, a pessoa dá o alerta e o paciente é submetido a um exame de raio X antes de a operação ser finalizada. Para que o exame acuse o problema, é preciso que a gaze utilizada seja feita de material radiopaco, que possa ser detectado pelos raios X. Uma gaze desse tipo custa mais caro, mas o investimento vale a pena. Um pedaço de gaze esquecido no corpo do paciente pode causar abscessos, infecções e danificar um órgão. Isso é apenas um exemplo de que os erros médicos fazem parte do nosso universo e é preciso sempre estar atento.

O que seria uma medida realmente efetiva para diminuir esses erros em uma sala de cirurgia?
-Para arrepio de muitos de meus colegas, eu defendo a ideia de que os grandes hospitais instalem “caixas-pretas” nas salas de cirurgia. Uma sala de cirurgia tem muitas similaridades com o cockpit de um jato comercial. Ali são tomadas decisões de vida e morte, e é proveitoso para todo mundo que essas decisões estejam devidamente registradas. Isso não ajudaria apenas a elucidar erros médicos. Serviria para criar um banco de informações de imagens, sons e dados de milhares de cirurgias. Esse banco de dados seria de incomensurável valor para os profissionais médicos, para os pesquisadores e estudiosos. Não se trata de vigiar a equipe, criando uma tensão a mais para os profissionais no ato cirúrgico. A ideia é que a ciência, o conhecimento exposto durante a cirurgia fique registrado e possa ser consultado no futuro.

Por que sua ideia de uma caixa-preta na sala de cirurgia assusta os médicos?
-Acredito que toda ideia nova precisa de um tempo de maturação para ser aceita. Mas acredito muito nela. O paciente seria o grande beneficiado por ela, e acho que muitos prefeririam ser operados em um hospital com caixa-preta na sala cirúrgica a passar por uma cirurgia em um outro que não possua esse item adicional de segurança. Toda garantia que possa ser dada ao paciente deve ser dada. O paciente de uma cirurgia está sempre em uma circunstância extremamente vulnerável. Para começo de conversa, ele está sedado, semidespido, longe dos amigos e da família. Não tem testemunhas para acompanhar os procedimentos que vai sofrer. Já o cirurgião vive a circunstância oposta. Ele está no total controle da situação. Ele sabe o que fazer, comanda os procedimentos dos quais depende a vida do paciente. Acho que se submeter a uma cirurgia é a maior demonstração de confiança que um ser humano pode dar. É justo que a pessoa em um momento desses tenha a segurança de saber que tudo está sendo gravado.

Como reconhecer seu limite como médico?
-O limite é sinalizado pela dúvida. O cirurgião precisa ter respeito pela dúvida. Quando ela surge, ele tem a obrigação de parar, pensar e discutir com a equipe sobre a conduta a ser seguida. É um perigo deixar que as dúvidas prosperem no centro operatório. A situação começa a se deteriorar quando um cirurgião não tem a humildade e a maturidade de dizer um “não” ou um “não sei”.

O senhor costuma dizer muitos “não” e “não sei”?
-Pelo menos uma vez por semana. Mas já foi diferente. O único paciente que perdi na mesa de cirurgia morreu por eu não ter dito um “não”. Aprendi naquele caso que às vezes a melhor coisa a fazer pelo paciente é não fazer nada. Isso ocorreu em 1995. Lembro-me nitidamente de cada detalhe. Foi horroroso. Eu havia acabado de chegar da Inglaterra, e esse era o segundo paciente que iria transplantar com minha própria equipe. Meu primeiro transplante tinha sido um sucesso e eu estava muito entusiasmado, naquele estado em que as pessoas nem sonham que algo de errado possa se passar com elas. Pois foi exatamente o que ocorreu. Apareceu em meu consultório um paciente cujo estado era gravíssimo. Portador de cirrose, ele tinha várias tromboses pelo corpo e já havia sido recusado por mais de um médico. Eu decidi aceitar esse paciente. Estava claro que ele morreria em poucos meses se não fosse submetido a um transplante logo. A cirurgia foi feita algumas semanas mais tarde. Retirei o fígado dele depois de seis horas de operação. Havia sido tudo muito trabalhoso, mas, no geral, estava dando certo. De repente, quando fui reconstruir uma das veias do paciente, um pouco antes de ele receber o novo órgão, o vaso começou a sangrar incessantemente. As veias estavam muito frágeis em decorrência da cirrose. Durante quatro horas tentei controlar o sangramento e nada funcionou. Ele morreu em decorrência da hemorragia. Saí da sala pela escada do centro cirúrgico e não consegui chegar ao final. Sentei em um degrau mal contendo a emoção. Foi uma lição definitiva para mim.

“Nós (os médicos brasileiros) deveríamos passar por um controle de qualidade maior. Acho que isso teria de ser fator determinante na remuneração do médico”

A maioria de seus pacientes está em estado grave. O senhor não se angustia de lidar tão assiduamente com o limite entre a vida e a morte?
-Faço tudo o que estiver ao meu alcance para amenizar o sofrimento causado pela doença. Mas não submeto meu paciente a tratamento que não lhe traga real benefício. Não vejo por que submetê-lo aos efeitos colaterais de uma químio quando isso não tem o menor efeito sobre a doença em si. Esse paciente tem de aproveitar o tempo que lhe resta para fazer aquilo de que mais gosta: conviver com a família, viajar…

O que se deve contar ao paciente sobre seu real estado de saúde?
-Essa é uma discussão complexa. Mas, de uma forma ou de outra, tudo deve ser dito. Eu procuro sentir até onde o paciente deseja mesmo saber. Isso nem sempre é dito em palavras por ele. Pode haver enganos. Certa vez, um paciente com pouco mais de 40 anos sentou-se à minha frente de mãos dadas com a mulher e disse: “Bem, agora que o senhor fez todos os exames, quero saber exatamente minha situação. Não se preocupe com minha reação. Sou bem-sucedido profissionalmente, tenho uma situação financeira estável e minha família ficará bem se eu vier a faltar. Além de tudo, sou um sujeito racional. Sei lidar com emoções”. Revelei, então, seu gravíssimo problema e a impossibilidade de submetê-lo a uma intervenção cirúrgica, o que provocou a indagação de quanto tempo lhe restava de vida. Pela experiência, em casos dessa natureza, embora nunca seja possível precisar o tempo de sobrevivência, acenei com um tempo em torno de seis meses. O olhar dele se congelou. Ele apertou o braço da mulher e falou: “Não te disse, querida, que não era nada grave?”. Foi um processo de imediata negação da realidade. Nunca mais esqueci aquele momento.

Os médicos brasileiros são pouco controlados?
-Sem dúvida. Nós deveríamos passar por um controle de qualidade maior. Qualidade implica o resultado do trabalho, mas também o uso responsável dos recursos. O bom resultado é atingido quando o tratamento traz o benefício proposto. Acho, inclusive, que isso teria de ser fator determinante na remuneração do médico. Em qualquer atividade profissional há indicadores de avaliação. Na medicina, raramente eles existem. No caso dos transplantes, a situação começa a mudar. Em São Paulo, criou-se um sistema que permite aos médicos comparar seus resultados on-line, em tempo real, com a média das demais equipes transplantadoras do estado. Eu tenho batalhado para que esses resultados possam ser consultados por qualquer pessoa, e não apenas pelos médicos. Isso ajudaria o paciente a comparar os dados e escolher com mais segurança a quem ele vai entregar o cuidado com sua saúde.

O que mais ajudaria o paciente a escolher melhor?
-Uma medida simples e revolucionária seria os médicos passarem a cobrar apenas a partir da segunda consulta, no retorno. A primeira consulta deveria durar no mínimo uma hora e ser usada somente para que o médico se inteirasse do problema e avaliasse sua capacidade de oferecer ajuda efetiva ao paciente. Feita a explanação, ele só voltaria se estivesse plenamente de acordo com o que ouviu do médico. Essa ideia também desagrada aos médicos, mas eu os convido a repensá-la. A médio prazo, eles perceberiam que dessa forma passariam a contar com um paciente fiel e com total aderência ao tratamento. Todos ganhariam.

Resultado de imagem para ética na medicina

– Nuvens escondendo o infinito anil…

#NoFilter – Agora, 10h20, com um céu azul que vai se fechando

A chuva estaria querendo voltar a Bragança Paulista?

Acho que sim!

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– Um novo momento do futebol brasileiro: a base que se dá no Exterior e o marketing falando mais alto.

Tudo é cíclico no futebol, e com a evolução e mudanças sócio-econômicas (como a globalização e os novos costumes), também vemos algumas sensíveis modificações.

Por exemplo: antes, tínhamos jogadores chamados Pelé, Garrincha, Telefone, Índio, Vavá, Didi, Tostão, Biro-Biro e por aí vai. O “apelido” era marcante.

Devido ao marketing, os jogadores ganharam nomes compostos: Marcos Assumpção, Flávio Conceição, João Luís, Célio Silva, etc. Mas algo que chama a atenção: tivemos há pouco tempo uma geração de “Felipes”: Felipe Isso, Felipe Aquilo, Felipe Ciclano, Felipe Beltrano. Depois os Brunos; aí vieram os Lucas (Leiva, Moura, Silva, Santos, Fernandes). Daí os Thiagos e Tiagos. Agora: os Mateus A, Mateus B e Mateus C e os Matheus com “th”. Ou nomes mais simples”: Luan (quantos “vários Luans” você conhece nos times profissionais?).

Se tudo isso fosse na Década de 70, ou teriam apelidos ou seriam Mateus Segundo ou Mateus Terceiro, conforme o costume da época. Mas repare: hoje, os nomes estrangeiros dominam as convocações. Vejam as seleções de base: não temos Zico do Flamengo, Pita do Santos ou Escurinho do Inter na Seleção Olímpica; mas Reiner do Borussia, Wendel do Zenit e Maycon do Shakthar.

Diferente? Sim. Não que seja errado, apenas, um novo momento. Aliás, faz parte de todo esse processo: os clubes estrangeiros, mais ricos, levam nossos jovens no “criadouro” para formá-los lá fora.

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– Red Flowers.

Tem como não aplaudir o vermelho vibrante das flores?

Olhe só que maravilha da natureza, abaixo:

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Você faz parte do clube das 5h?

Acordar cedo para aproveitar um mundo sem tanta tecnologia tem sido uma tendência. Mas e quando você não é “produtivo” ou “relaxante” o suficiente neste período do dia?

Benefícios e malefícios de levantar às madrugadas, extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/o-clube-das-5h-pode-não-ser-para-você-4980964/

O CLUBE DAS 5 HORAS PODE NÃO SER PRA VOCÊ

por Paulo Tobias

O hábito de levantar às 5h para aproveitar melhor o dia vem ganhando cada vez mais adeptos no mundo corporativo. Para essas pessoas, acordar antes de o sol nascer facilita criar um “estado de fluxo” por permitir um tempo sem interrupções de ruídos do ambiente ou da tecnologia.

Mas especialistas em sono alertam que o hábito não é para todo mundo: cada pessoa tem seu próprio relógio biológico e não respeitá-lo pode provocar problemas como cansaço, ansiedade, depressão, doenças gastrointestinais, perda de concentração e lapsos de memória. Assim, se você é uma pessoa vespertina se esforçando para madrugar, está sabotando seu horário mais frutífero.

5am Club: o que é o clube dos que acordam às 5h da manhã

– Morning.

Ter a sensação de que o “dia será colorido” é muito legal, não?

Registrar essas imagens cotidianas é gratuito e espairece!

Um exemplo? Abaixo:

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📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 06h00- Desperte, Bragança Paulista, com o lindo horizonte.

Que a terça-feira possa valer a pena!

(E há de valer, veja só o céu bonito).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Ao meu lado, essas delicadas plantas: roseira (essas, com “asas”).

Curta flores! Elas nos desestressam.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Aparecida (Padroeira do Brasil) rogai por nós que recorremos a vós – em especial, à nossa Pátria. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Curtindo o feriado?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre! Isso ajuda no controle do cortisol.

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