– O que aconteceu com o Facebook?

E Mark Zuckerberg resolveu os problemas do Facebook!

Como os memes proliferam, eis mais um: fez um “gato” para a Rede voltar ao ar…

O que será que aconteceu, não?

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– A previsão furada de Andrés Sanches.

Eu só consegui achar o vídeo hoje, mas é indiscutível que a “profecia” de Andrés Sanches não funcionou…

Clique no tuíte abaixo:

https://platform.twitter.com/widgets.js

– E aí, Zuckerberg? WhatsApp caiu com Facebook e Instagram?

Usuários de 3 Redes Sociais (WhatsApp, Facebook e Instagram) estão reclamando: elas estão fora do ar desde a hora do almoço!

Se as pessoas estão se queixando porque a usam por ludismo, paciência. Mas para quem trabalha com elas, aí a coisa pega…

E aí, Zuckerberg, o que acontece? O Twitter e o Telegram, redes que não lhe pertencem, são muito mais instáveis…

– A tecnologia e os costumes tradicionais se conciliando na Educação Escolar

Jaume Carbonell, renomado pedagogo espanhol, deu uma entrevista muito bacana em sua última passagem pelo Brasil. Abordou a necessidade do professor não ditar pensamentos, mas ensinar o aluno a pensar. Também falou de algo importante: a precisão de usar as tecnologias para o aprendizado sem abrir mão das coisas boas dos costumes tradicionais, como, por exemplo, folhear um livro impresso!

Destaco a seguinte fala:

“A escola deve ir em consonância com os progressos culturais, científicos e tecnológicos. As tecnologias contribuem para grandes mudanças, possibilidades e oportunidades para uma melhor aprendizagem. No entanto, esse mundo tão acelerado está gerando um problema: a falta de atenção e concentração. Eu penso que não é o mesmo ler no celular e ler em um livro de papel, porque fazemos isso de maneiras diferentes. Então, o papel ainda precisa existir. Ler em um livro impresso traz uma leitura mais pausada, tranquila, profunda e crítica. A instituição de ensino deve proteger a infância desse mundo acelerado, deve ser um espaço tranquilo. E deve haver diálogo: a conversação do professor com os alunos é fundamental para que, conjuntamente, façam um bom uso das tecnologias“.

A conversa toda no link em: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jaume-carbonell-entrevista/?fbclid=IwAR2eCBFNALLYYBe4CAMY29VYsIXAHr6RyrV-gTasZ0L6xVEJmMQlLwRnAqA

 

– A beleza do Taboão, numa 2a carrancuda.

Lago do Taboão, em Bragança Paulista: mesmo com a 2a feira carrancuda, tudo ainda é muito bonito…

Viva a natureza e sua beleza!

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– Crespo: a empolgação ao treinador diminuiu?

Postagem de junho, mas atual… veja: 

Hernan Crespo chegou ao São Paulo como o atual Campeão da Copa Sulamericana. Em seu primeiro torneio em solo brasileiro, foi Campeão Paulista. Porém, tanto na Libertadores da América quanto no Brasileirão, já existem as primeiras contestações (em que pese os desfalques por contusões e erros de pontaria dos atacantes).

Nas entrevistas, ele é afável, transparente nas suas ações e muito solícito. Porém, críticas às suas escalações e modificações são levantadas, e ele assume a responsabilidade.

Diante de tudo isso, será que não existiu uma empolgação exagerada no início? Ele, antes da sua chegada ao Brasil, tinha 46,38% de aproveitamento.

Vide:

Parma (sub-19): 14 vitórias, 7 empates e 10 derrotas;
Modena: 11 vitórias, 5 empates e 19 derrotas;
Banfield: 4 vitórias, 6 empates e 8 derrotas
Defensa y Justicia: 13 vitórias, 10 empates e 9 derrotas

Para mim (já escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-ted) Crespo é ainda uma aposta. Eu, por ora, prefiro o atacante Crespo do que o treinador.

Aguardemos. E lembremos: há um técnico na praça chamado Rogério Ceni, muito respeitado no Morumbi.

– Urbano ou Rural, parte 2.

Urban or rural? The green of the countryside with the grandeur of the buildings: the difficult but necessary combination of nature and everyday life.

Urbano ou rural? O verde do campo com a grandeza dos prédios: a difícil mas necessária combinação da natureza com o cotidiano.

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– Como demitir um Amigo!

Pense na seguinte situação constrangedora: Você é o chefe e tem que demitir um amigo!

O que fazer?

Uma matéria bacana sobre sugestões do assunto, no link: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-demitir-um-amigo

COMO DEMITIR UM AMIGO

Objetividade e concisão são palavras de ordem para este momento delicado

Por Talita Abrantes

Já se foi o tempo em que mercado de trabalho era sinônimo de hierarquias rígidas e comportamentos para lá de sisudos. A chegada da Geração Y às empresas, entre outros fatores, determinou relações menos formais, mais amigáveis e, de certa forma, mais leves.

“A visão de chefe e empregado já é obsoleta. O que existe mais é uma relação de parceria”, afirma Cintia Cursino, diretora da BPI do Brasil. Com este tom, os vínculos de amizade entre chefia e funcionários se tornaram mais comuns.

Se por um lado, essa tendência contribui para rotinas de trabalho mais estimulantes, por outro pode tornar mais dolorosa uma das situações mais delicadas da rotina corporativa: a hora da demissão.

Mais dia menos dia, independente da geração a que pertence, todo chefe terá que demitir alguém. Mas como agir se o funcionário também for seu amigo? Especialistas ensinam:

1. Coloque os limites. Antes

A fórmula básica para minimizar os efeitos devastadores da demissão sobre a sua amizade? Desde sempre estabelecer limites e respeitá-los. Embora a máxima “amigos, amigos; negócios à parte” denote uma pitada de frieza, ela deve ser, sim, a base deste tipo de relacionamento corporativo.

“É preciso saber ser chefe, se colocar como profissional”, afirma Cintia. “Se você diferenciar a relação de amizade com a profissional será mais fácil”.

Separar as duas relações, contudo, não é tudo. “Se a pessoa for um bom chefe, provavelmente, já alinha as expectativas, dá feedback, investe na formação”, diz Vera Martins, professora da Fundação Vanzoline e autora do livro “Seja assertivo!”.

Em outros termos, ao longo de toda experiência profissional compartilhada com o amigo, o chefe deve se portar de modo que a demissão não será uma surpresa para o funcionário.

2. Seja direto, objetivo e conciso

Esse tom profissional deve ser a base do anúncio da demissão. Vocês até podem ser amigos, mas, lembre-se, neste momento, você é o chefe com a missão de informar que a relação profissional terá um ponto final.

A melhor forma de fazer isso? “Você tem que pegar a emoção e deixar de lado. Se você deixar que seu sistema límbico tome conta, você não será firme, nem empático. Ao contrário. Pode até ser agressivo para poder se defender”, explica Vera.

A dica básica para conseguir este feito é transmitir uma mensagem objetiva, concisa e direta. “Tenha, no máximo, quinze minutos de conversa. Deixe os motivos claros, mostre que é uma decisão da empresa”, diz Cintia.

Se você estiver muito inseguro para fazer isso, comunique a demissão junto com alguém do RH da empresa ou com uma consultoria especializada. Com isso, anuncie a demissão e deixe o profissional, que também é seu amigo, com pessoas mais neutras no assunto.

3. Não se desculpe, nem acuse

Pedidos de desculpas e muitas justificativas da sua parte não cabem para a ocasião. “No momento da demissão, você deve assumir a postura de representante da empresa”, diz Cintia.

Evidentemente, seu amigo ficará chateado com a notícia. Mas todo processo será contaminado se você abrir espaço para que ele exponha todas as suas emoções. “Esta não é a hora para você amparar, para ser o ombro amigo”, diz a especialista.

Depois do expediente, você até pode assumir este papel de amigo. Mas, durante a conversa, você é o chefe, o representante da empresa com a missão de anunciar uma decisão corporativa. Ponto.

No extremo oposto, também não vale apontar o dedo para o colega recém demitido. “Jamais fale ‘se você tivesse feito o que eu falei, agora, não seria demitido’, por exemplo”, diz Vera. “Até na hora da demissão precisamos ser generosos e mostrar empatia”.

Dependendo do caso, se for necessário, negocie com a empresa algum benefício para o funcionário demitido de modo a aliviar os efeitos deste período de transição. Vale desde oferecer um serviço de outplacement até manter o plano de saúde dele por um tempo. Mas, atenção: não vale fazer isso apenas porque o funcionário em questão também é seu amigo.

“A demissão é uma situação de frustração e exclusão. O amigo está num clima ruim de sair por baixo. A melhor coisa a fazer? Ser verdadeiro e reforçar o que ele tem de bom”, afirma Vera.

4. Sim, você vai sofrer

Agora, não se iluda ao pensar que estes passos são a fórmula perfeita para limar a culpa e o sofrimento que a situação pode trazer para você. No mínimo, eles podem tornar a situação menos delicada, mas, as especialistas afirmam, não irão eliminar o desconforto que a demissão de um amigo traz.

A fórmula para sobreviver ao contexto? “Seja maduro e conte com a maturidade das pessoas”, diz Cintia.

Analise o contexto e as reações antes de retomar o contato com seu, agora, apenas amigo. “É uma coisa de respeito. Dê um tempo para ele deglutir o fato”, aconselha Vera.

Demissão por justa causa: Posso recorrer nesses casos? | Farelos Jurídicos

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– Urbano ou Rural?

Urban or rural? The green of the countryside with the grandeur of the buildings: the difficult but necessary combination of nature and everyday life.

Urbano ou rural? O verde do campo com a grandeza dos prédios: a difícil mas necessária combinação da natureza com o cotidiano.

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– Dia de São Francisco de Assis.

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!

Francisco, filho de ricos comerciantes, despojou-se para cuidar dos pobres. Viveu do essencial, na pobreza material e riqueza da fé. Cuidou da natureza, com apreço especial aos animais. Ele é o “irmão sol”, como ficou conhecido pela cumplicidade com sua companheira espiritual, Santa Clara, a “irmã lua”.

Sua oração, citada acima, aqui:

ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

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– Um registro caiçara, de muita vontade.

Não é dia de #tbt, mas… se eu pudesse (e acho que muitos pensam nisso) não mais trabalhar “compromissadamente” e ter muito dinheiro, eu iria morar na praia. Gosto demais de Santos, uma cidade aprazível e acolhedora.

Eu sei que é utopia tal possibilidade na vida das pessoas (a de não precisar se preocupar com horários e grana). Paciência. Vida que segue.

Veja só um entardecer praiano de dias atrás:

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– A 4a divisão paulista, o medo do Clube-Empresa e a necessidade de transparência.

Enquanto na elite do futebol se falava de Libertadores da América e Sulamericana, do Brasileirão e de outras tantas coisas importantes, acontecia no Interior Paulista a fase preliminar da 4a divisão estadual – um campeonato deficitário, ruim e de nuances assustadoras.

Primeiro: não é um torneio “profissional de verdade”, pois é limitado até a idade de 23 anos. É um “juniores estendido, com registro em carteira”.

Segundo: o nome oficial é fake: chama-se “2a divisão de futebol profissional Sub 23”, ou carinhosamente invocada como “Bzinha”. Na prática, é a 4a divisão.

Terceiro: o desnível é muito grande: times que dão WO por falta de ambulância (como o Barcelona Esportivo da Capela do Socorro), misturados com times tradicionalíssimos como o América de São José do Rio Preto (onde o próprio clube denunciou que tinha atletas envolvidos em esquema de manipulação de resultados – uma praga dessa divisão), somados a clubes inusitados (como o Atlético de Mogi das Cruzes, há 4 anos sem vencer um só jogo, com mais de 40 derrotas em 4 edições do torneio).

Quarto: para quem foi eliminado na primeira fase, o time, pasmem, teve apenas 5 semanas de disputa! Ou seja, o clube fica em atividade de competição por um pouco mais de 1 mês, e sem jogos oficiais por quase 11! Inviável e ilógico.

Quinto: comumente se vê atletas “comprando vagas para se jogar em equipes”, permitindo a realização do “sonho de ser atleta“. Há também treinadores-empresários que assumem a agremiação e levam seus atletas, colocando-os na vitrine (já vi isso até em equipes na A2, mas nunca deu certo esportivamente…) 

Sexto: há clubes-empresas das mais diversas origens, como o Colorado Caieiras (bancado por um apaixonado torcedor de futebol e empresário do ramo de supermercados), Manthiqueira (que anuncia trabalho social em seus propósitos) e terceirizados (como o Grêmio Prudente, cujo mecenas é um importante empreendedor do ramo de material esportivo).

E já que o assunto nesse último item foi clube-empresa, não me furtarei de falar do Paulista FC. Tradicional e centenária agremiação, que há 15 anos disputou a Libertadores da América, mas foi desclassificado da 4a divisão estadual em 2021. O clube foi gerenciado como uma empresa pela Lousano e teve em seu elenco Toninho Cerezo (Sampdória) e Alemão (Napoli), dois jogadores de Seleção Brasileira. Também foi gerido como empresa nas mãos da Parmalat e virou Etti Jundiaí, igualmente com sucesso e disputando o Paulistão com competitividade, bem como séries de acesso do Brasileirão. E quando teve a chance de ter a parceria com a Red Bull muitos bradavam que “não se renderiam ao dinheiro gringo e que o clube estava sendo vendido”. 

Ué, não estão vendo o sucesso do Bragantino? As ações de marketing local e global são espetaculares, sem contar com o resultado dentro de campo. E o Galo abriu mão disso (aliás, aceitou que a Kah Sports e a Fut-Talentos tocassem o time pois o nome Paulista se manteria – como não se tivesse mudado com a Lousano e a Parmalat). Pior: li nos fóruns manifestações de que “se a Red Bull quebrar, o time quebra junto!”. Como se o Paulista não estivesse quebrado nas contas (pois essa é a justificativa padrão de todas as diretorias)…

Aqui, uma observação: o presidente Rodrigo Alves está de parabéns e é o responsável pelo time não ter pedido licença (pois se pede, ficaria difícil voltar). Mas também ele é responsável, como chefe maior da instituição, das finanças e da escolha dos treinadores Chuva e Baiano (já que é o presidente da equipe quem banca a permanência do diretor de futebol Julinho). 

Três considerações finais:

1- Por quê não há comunicação da diretoria com os meios de comunicação que alcançam boa parte dos torcedores? Rodrigo, bem como o diretor Julinho, não deram uma entrevista sequer à Rádio Difusora. Ora, falar é ser transparente! Na TV Japi, o ex-diretor do Galo, o Dr Marcos Zuffo, disse que deixou em caixa R$ 300.000,00! Para onde foi esse dinheiro? Não há ao menos uma contestação / palavra oficial do clube? Vá à emissora e diga.

2- Fazer rifa, promover evento beneficente, permuta com empresários e envolvimento da torcida, é muito bonito e romântico. Mas não cabe ao futebol profissional… O futebol em geral deixou de ser um evento atrativo e sofre concorrência com outros lazeres, além da credibilidade do esporte em geral ser contestada. Pepe Verdugo, Juninho e Zanata eram questionados e a justificativa era a falta de dinheiro. O grupo político atual, que contestava, alega agora a mesma coisa. Então as críticas às diretorias anteriores foram injustas, já que a atual usa o mesmo argumento? 

3- Que “medo é esse” de clube-empresa? A tendência do futebol, irreversível, é essa! Nos anos 30 e 40, alguns ousaram em peitar o profissionalismo e ficaram para trás. Era um caminho sem volta. A mesma coisa agora: os clubes pequenos, médios ou grandes, com propósitos de revelar jogadores, fazer marketing ou disputar títulos (ou os 3 simultaneamente), terão que se profissionalizar de verdade e se transformarem em empresas responsáveis. Vide a Lei das SAFs, ou os novos times existentes com proprietários (de Red Bull, passando pelo Audax, chegando ao simpático Metropolitano de Jundiaí). Não tem jeito, será necessário arranjar parceiro ou se autosustentar. City Group, dono no Manchester City, vem montando clubes como o NY City ou comprando outros, no Japão, no Uruguai e na Venezuela, ou fazendo parcerias como na Bolívia ou na Espanha. A Juventus da Itália é da FIAT. Dan Friedkin pagou R$ 3,8 bi e levou a Roma. Grupos chineses e demais asiáticos estão na Premiere Legue comprando todo mundo. Eles chegarão, uma hora ou outra, ao Brasil.

Penso: que paura é essa de que o clube tenha um dono? Se a empresa for séria, ótimo! Do jeito que está, ninguém assume a culpa dos erros e todo mundo fica passando o chapéu…

Profissionalizem-se, falem às claras, e façam a coisa certa, clubes brasileiros. Urgente, para o bem do esporte e sobrevivência das equipes.

Imagem extraída de: “O Curioso do Futebol”.

– Chove, chuva.

Dias de chuva podem ser bonitos também.

Para uma nova semana, novas motivações. E que a segunda-feira possa ser muito boa!

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– 1 em cada 10 graduados recebem salário mínimo!

Que número assustador e desanimador: 11% das pessoas que fazem faculdade recebem pouco mais de R$ 1.000,00!

Compartilho, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/10/13/11-dos-trabalhadores-que-cursaram-faculdade-ganham-ate-1-salario-minimo.htm

11% DOS TRABALHADORES QUE CURSARAM FACULDADE GANHAM ATÉ 1 SM

Faz tempo que o diploma universitário não garante um salário mais alto no futuro. Desde a recessão, que tirou milhões de brasileiros de seus empregos e corroeu a renda das famílias, porém, só aumenta o número de trabalhadores que cursaram faculdade, mas tiveram de aceitar funções que pagavam, no máximo, um salário mínimo.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, colhidos pela consultoria IDados, apontam que 11% dos trabalhadores formais e informais que cursaram faculdade ganhavam até um salário mínimo (R$ 998) no segundo trimestre. É o maior patamar desde que a pesquisa começou, em 2012.

Entre abril e junho deste ano, eram 2,77 milhões de brasileiros nessa situação. É mais do que a população de Salvador e 1,07 milhão a mais de pessoas do que cinco anos antes, quando o País ainda não tinha entrado em recessão. Enquanto a crise foi se espalhando pelo mercado de trabalho, fechando vagas, aumentando a informalidade e reduzindo o rendimento das famílias, o número de graduados trabalhando por até um salário mínimo foi aumentando.

A assistente comunitária Valdelice Lima Nery, de 44 anos, faz parte desse porcentual de profissionais. Formada em administração de empresas, em 2010, ela hoje trabalha por cerca de um salário, em um posto de saúde na zona oeste do Rio de Janeiro. “Mesmo empregada, fiz dois anos de cursinhos preparatórios para concursos, mas a quantidade de seleções caiu e não consegui trocar de emprego. Queria tentar uma vaga com salário maior, mas tudo foi ficando difícil, pela piora da situação do País”, conta.

Ela, que presta atendimento a mais de mil famílias na região, diz que a preocupação agora é manter o emprego. “Mesmo com um número de assistentes abaixo do necessário na cidade, o contrato só vai até o fim do ano, e a Prefeitura ameaça não renovar o serviço.” Apesar de pouco, por dois anos, esse salário foi a única renda da família.

Precarização

“A verdade é que o trabalhador está em uma situação complicada”, avalia o economista Bruno Ottoni, da IDados. “O mercado não está gerando tantos postos e os que surgem são de baixa remuneração. Ele vê o que está disponível e, muitas vezes, acaba aceitando uma ocupação que paga bem menos do que gostaria.”

Para o economista, a situação atual do mercado de trabalho, com desocupação ainda elevada (de 12,6% em agosto) e poucas oportunidades com melhor remuneração, é o pior dos mundos para muitos ex-universitários. “Alguns deles tiveram finalmente a chance de entrar na faculdade nos anos anteriores à recessão, mas se depararam com um mercado que não consegue absorvê-los.”

Um efeito colateral preocupante da falta de boas oportunidades de emprego para quem tem mais anos de formação seria desestimular as pessoas a seguirem estudando, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Isso é ruim, principalmente para as famílias mais pobres, que investiram com sacrifício em formação superior, com a expectativa de ascender socialmente. Se o trabalhador sente que não precisava ter estudado tanto, pode cair em uma frustração difícil de superar”, diz.

Informalidade

A busca dos trabalhadores mais qualificados por vagas com remuneração melhor deve ser longa, na avaliação de economistas ouvidos pelo Estado. O mercado de trabalho tem se recuperado em um ritmo mais lento do que se antecipava no início do ano e tem se ancorado, sobretudo, no avanço do trabalho informal – que é recorde.

O avanço da informalidade ajuda a explicar o aumento do número de graduados em universidades que ganham um salário mínimo ou menos. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua mostra que em um ano, até agosto, foram criados 1,4 milhão de postos sem carteira assinada ou CNPJ (que inclui profissionais liberais e microempreendedores, por exemplo) e apenas 403 mil vagas de carteira assinada.

Um outro levantamento da consultoria IDados, feito a partir dos números da Pnad Contínua, aponta que um terço dos trabalhadores informais ganhava menos de R$ 5 por hora. Desde o início da recessão, há quatro anos, esse porcentual não fica abaixo dos 30%.

“Se a maioria dos novos postos de trabalho é precária, isso gera uma dinâmica negativa no mercado de trabalho”, avalia Ganz Lúcio, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Isso precisa ser objeto de preocupação do poder público. O Brasil não pode se acostumar a ser um País de informais ou uma economia com trabalhadores de baixa remuneração.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brian Snyder/Reuters

Imagem: Brian Snyder/Reuters

– Precisamos moldar o cotidiano em busca da nossa paz interior.

Por questões pessoais, quis (ou precisei) ficar um pouco fora da Internet nesse final de semana. E fez bem…

Sabe aquele momento que você tem coisas mais importantes a fazer e pensar do que responder pacientemente um comentário mal-educado? Ou que você se silencia para não ser grosseiro? Ou simplesmente não tem disposição de ver entrando na sua tela assuntos cansativos e coisas que não lhe são prioritárias?

O mundo virtual tem seus limites. E o meu, quanto a ele, confesso, deve ser no momento em que ele “rouba tempo e humor” na vida real.

Fica a dica: se estiver em um dia problemático, evite a Web, especialmente as Redes Sociais. Esteja com as pessoas que você ama, apoie-as e seja apoiado. Será ótimo para sua paz interior, além da saúde mental. E aí, outra observação: a paciência, a temperança e o equilíbrio emocional devem ser trabalhados diariamente, moldando sempre nosso comportamento. Afinal, são elementos para a construção da paz.

– Bom dia, 2ª feira (4 de 4).

🌅 05h50 – Desperte, Bragança Paulista, já bem clara mas ainda com nuvens.

Que a segunda-feira possa valer a pena!

(E há de valer, façamos jus a isso).

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– Bom dia, 2ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço (hoje, na esteira).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. E agora, com essa roseira ainda gotejada pela chuva da madrugada.

Curta flores! Elas nos desestressam e trazem harmonia aos nossos lares.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada Nossa Senhora Desatadora dos Nós, rogai por nós que recorremos a vós, intercedendo ao seu Filho Jesus, nosso Mestre e Senhor. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá. Creia nisso!

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 2a feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Vamos começar uma nova semana?

Por aqui, já estou pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

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