– Mantenhamos a prudência: Duas semanas de apreensão no Brasil, Japão em alerta e Equador enterrando em caixões de papelão!

Se prevê que entre os dias 06 a 20 de abril teremos os dias mais delicados no que tange a contaminação pelo Novo Coronavírus em nosso país. Dessa forma, todos os cuidados são necessários.

Alguns países que haviam tentado não fazer o isolamento acabaram cedendo: vejam o Japão, que começou a orientar as pessoas para ficarem em casa. Pior: o Equador, que mesmo tentando segurar a população, vê o tão temido colapso nos hospitais (já que o número de pessoas infectadas é altíssimo e a rede de saúde não consegue atender não só eles, mas as pessoas de outras enfermidades), resultando em um grande número de óbitos que culminou na falta de, pasmem, caixões nas funerárias (assim como tem sido feito na Venezuela)!

Viveremos duas semanas que exigem prudência!

Abaixo, a triste situação de Guayaquil, em material extraído da IstoÉ:

Extraído de: https://istoe.com.br/caixoes-de-papelao-suprem-demanda-durante-emergencia-sanitaria-no-equador/

EQUADOR USA CAIXÕES DE PAPELÃO PARA MORTOS DO CORONAVÍRUS

Guayaquil, cidade mais castigada pelo novo coronavírus no Equador, tenta responder com caixões de papelão à alta demanda de féretros provocada pela pandemia, informou neste domingo a Associação de Papeleiros.

O município recebeu uma doação de mil caixões de papelão prensado da associação, que foi entregue a dois cemitérios da localidade. “É para que possam cobrir a demanda de caixões, que estão em falta na cidade ou são extremamente caros”, disse um porta-voz do conselho de Guayaquil à AFP.

A província de Guayas, que está militarizada e cuja capital é Guayaquil, registra a maior incidência da Covid-19 no país, com 2.524 infectados, entre eles 126 mortos.

Os caixões estão em falta na cidade, assinalou Santiago Olivares, dono de uma funerária. “Vendi 40 que tinha na sucursal do centro e outros 40 da sede de Durán. Pedi mais 10 para o fim de semana e já acabaram.”

Os caixões no porto de Guayaquil, motor econômico do Equador, são vendidos por um preço a partir de 400 dólares, mas, na cidade, os fornecedores não conseguem atender à demanda.

“Devido ao toque de recolher, não há fornecimento suficiente de material”, explicou Olivares, lembrando que um caixão de papelão não atende às normas sanitárias do governo para o enterro de vítimas da Covid-19.

Os caixões de papelão “serão de grande ajuda para proporcionar uma sepultura digna aos mortos durante esta emergência sanitária”, publicou no Twitter a prefeitura de Guayaquil, onde famílias imploram para que as autoridades removam os corpos de residências e ruas.

O Equador, que reportou 3.646 casos de Covid-19, e 180 mortos, está sob um toque de recolher de 15 horas. O governo equatoriano também decretou estado de exceção.

Equador usa caixões de papelão para suprir demanda de mortos por ...

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