– “Guerra dos Meninos”, de Roberto Carlos, por Maria Estela Porcari

Minha caçulinha “Teté” é uma figurinha! Ela aprende fácil toda canção que ouve, e como gostamos do Rei Roberto Carlos, ela escutou algumas poucas vezes “Guerra dos Meninos” e gravou o “Lá-la-la-la-lá” que ficou tão marcante nesta música dos anos 80.

Hilário!

Escute com o som bem alto,

em: https://youtu.be/e1DPd8hKmk4

– A Bipolaridade do Mundo Organizacional

Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.

Abaixo, extraído de:

http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido

A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO

Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.

Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.

A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).

Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.

Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.

Assustador.

Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.

Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.

Como se fosse possível controlar seus efeitos.

No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.

Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.

Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.

Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.

A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.

O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.

A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.

Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.

A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.

O assunto sobre o qual se refere é outro.

Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.

Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.

“Ah mais eu não sabia disso”.

Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.

Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

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– Viagra, sem orientação médica, faz mal? E se for Made in Paraguay?

Vale a chamada de atenção: remédios para impotência sexual vindos de contrabando possuem grande capacidade de impurezas no meio! 

E se faz mal? 

Experimente para ver… ou melhor, sentir!

Abaixo, extraído de VejaSP, ed 21/12, pg 51

“VIAGRA” PARAGUAIO É VENDIDO NA RUA 25 DE MARÇO

Cartelas com versão contrabandeada de remédio para impotência sexual, entre outros medicamentos controlados, são encontrados facilmente na região

Por Mariana Zylberkan

Não é segredo que camisetas e tênis falsificados são vendidos há anos nas ruas 25 de Março e Santa Ifigênia. Mas basta uma conversa rápida com ambulantes para descobrir outros artigos ilegais. Entre eles, o Pramil, remédio para impotência sexual fabricado no Paraguai. A cartela com vinte pílulas azuis custa 30 reais e, se o freguês pechinchar, é possível levar duas por 50 reais. O medicamento mais famoso do gênero, o Viagra, produzido pela americana Pfizer, é vendido nas farmácias por 97 reais (a caixa de 50 mg com quatro unidades).

Alguns vendedores clandestinos chegam a oferecer o concorrente “made in Asunción” a plenos pulmões em frente à Galeria Pagé. O interessado espera na calçada enquanto a pessoa busca a mercadoria em um boxe na Rua da Cantareira. Alguns chegam a acompanhar o cliente até um caixa eletrônico para não perder o negócio. O emagrecedor Sibutramina, o abortivo Cytotec e anabolizantes também estão disponíveis.

O Pramil teve a comercialização suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em 2002, por não passar em testes para comprovar a concentração do princípio ativo, o citrato de sildenafila, o mesmo presente na fórmula do Viagra. Uma análise realizada pelo pesquisador Luan Felipe Oliveira, do Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas da Unicamp, a pedido de VEJA SÃO PAULO, mostrou que os dois remédios têm a mesma quantidade da sildenafila, mas o contrabandeado tem uma proporção maior de impurezas. Isso pode gerar riscos para o organismo.

Em muitos casos, no entanto, o efeito esperado é atingido, independentemente da qualidade da pílula. “Ela funciona como placebo nos casos de disfunção erétil de causa emocional, que representam 30% do universo dos pacientes”, diz o urologista João Luiz Amaro. Investigações das polícias Civil e Federal mostram que o Pramil e outras drogas ilegais entram no país por meio de sacoleiros, pela fronteira com o Mato Grosso do Sul.

Em 2015, em São José do Rio Preto, no interior do estado, a PF desbaratou uma quadrilha que trazia anabolizantes produzidos com matéria-prima da China. Mas o trabalho de repressão é insuficiente. No momento, as duas polícias não mantêm operações para coibir vendas no centro.

O volume de remédios apreendidos neste ano pela Receita Federal no estado caiu 85% em comparação com o ano passado. Entre janeiro e novembro, foram interceptadas 16 638 unidades, contra 112 783 em 2015. O crime contra a saúde pública prevê pena de até quinze anos de detenção.

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– “Retirem os celulares durante as refeições e conversem uns com os outros”, diz o Papa!

E quando as famílias se reúnem para comer e os celulares dominam a mesa?

E quando os celulares são prioridades nas rodas de conversa?

E quando as orações se dispersam por conta dos telefones?

E quando até o Papa precisa pedir moderação?

Sobre o uso dos celulares ao invés da conversa diária, no sermão do Papa Francisco,

em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/29/recolham-os-celulares-durante-as-refeicoes-e-conversem-uns-com-os-outros-pede-o-papa.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=g1

Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP

 

– A Copa São Paulo é para revelar ou não?

O texto é de 2 anos, mas se faz atual: o CRAQUE precisa da Copinha para ser revelado?

Abaixo, deste mesmo blog:

Começará a Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018 na semana que vem. A competição é apaixonante para quem gosta de esportes, e abre o calendário futebolístico do Brasil.

Porém, a “Copinha”, como é conhecida carinhosamente a competição, há tempos deixou de ter o propósito inicial: apresentar os craques do futuro e revelar atletas.

No começo, craques surgiam em grandes jogos de equipes de ponta. Clubes de expressão conseguiam mostrar o trabalho realizado nas categorias de base, enfrentando co-irmãos da mesma grandeza.

Hoje, equipes de todo o país, até mesmo as que não se sustentam durante o ano, disputam a Copa SP. Esquadrões formados às pressas, seleções regionais e combinados de atletas de empresários influentes acabam se envolvendo com clubes grandes. E como no futebol nem sempre o melhor vence, pode ocorrer de um grupo qualquer, por ser jogo único, eliminar um time sério que trabalha o ano inteiro. E isso não é bom para o futebol… Já tivemos o Roma de Barueri (de onde veio e para onde foi?) vencendo o torneio em cima do São Paulo FC.

Quem continua fazendo trabalho sério no esporte: o Roma ou o SPFC? O primeiro vende (ou vendia) atletas como mercadoria bruta, o outro forma jogadores (incluindo trabalho escolar e social). E, com frequência, esses mesmos combinados que por acaso vencem a competição, passam vexame: ou alguém não se lembra de times do Tocantins e Roraima levando goleadas com placares de mais de 10 X 0?

Em suma: perdeu-se o espírito esportivo e privilegiou-se o mérito financeiro. A Copinha deveria ser um torneio com os 12 grandes do Brasil (os 4 paulistas, os 4 cariocas, os 2 gaúchos e os 2 mineiros), somando os convites a um ou outro do Centro-Oeste e Nordeste (simplesmente privilegiando o mérito técnico), além dos tradicionais times paulistas que são reconhecidamente fortes nas categorias de base (incluo aqui os campineiros Guarani e Ponte Preta, a Lusa do Canindé, o Nacional da Capital, e, claro, o sempre forte Paulista de Jundiaí, de ótimas campanhas no Sub 19/Sub20). 

Além disso, não poderia deixar de tocar no assunto: e para a arbitragem, a Copinha vale o quê?

Vale muito! Para o árbitro iniciante, é a oportunidade de grandes jogos (para a sua carreira até aquele momento) e com casa cheia. É um debute em competição de importância. Serve para ele aspirar às séries mais altas no Estadual, como A3 e A2, além de ganhar ritmo de jogo para a temporada.

Há um problema nesse ponto: antes, a Copa SP era arbitrada por jovens árbitros durante todo o torneio, e quem se destacasse mais, chegaria à final. Hoje mudou: árbitros conhecidos nacionalmente apitam alguns jogos a fim de se prepararem ao Paulistão, tirando a oportunidade de revelar jovens talentos do apito. Na década de 90, quem apitava a final da Copinha conseguia chegar a série A1! Nos últimos anos, até FIFA atuou na Copa SP.

Fica a preocupação: qual o mote principal da Copinha aos árbitros, pela visão da Comissão de Árbitros da FPF: revelar gente nova ou treinar juiz da primeira divisão?

Quanto ao mote dos clubes, aqui a Federação Paulista não deixa dúvidas: é o de fazer negócios! Claro, quais talentos das últimas edições da Copa SP disputaram o Campeonato Brasileiro?

O craque, hoje, não precisa de Copinha para se revelar. Lembre que Neymar era reserva na edição em que disputou…

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– O BRT jundiaiense vai sair ou não?

Há exatamente dois anos, eu publicava essa abordagem (retratada a seguir) no meu blog. A questão é: por quê tais coisas surgem e ficam no papel? Outro exemplo além do BRT de Jundiaí é o Centro Olímpico do Sarapiranga (Jardim Carolina, região do Bairro Medeiros), prometido pelo Ministro dos Esportes da época (PC do B – SP), Orlando Silva, que NUNCA saiu do papel!

Abaixo:

Numa das campanhas eleitorais à prefeitura do nosso município (Jundiaí), colocou-se em questão a discussão do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Ficou exposto em frente a Catedral Nossa Senhora do Desterro, lembram?

Mais recentemente, o objeto de desejo se tornou o BRT (numa tradução “meia boca”: Transporte Rápido por Ônibus), uma espécie de grande ônibus articulado (imagine esses ônibus sanfonados, mas com 3 divisões de eixos) que circula em faixa exclusiva.

O prefeito anterior, Pedro Bigardi, prometeu o BRT da Colônia até o Centro com uma verba superior a R$ 130 milhões. Entretanto, por problemas burocráticos (ou, segundo alguns, de comprovação de gastos reais do projeto) o BRT só ficou no papel.

Porém, nessa semana, li no Jornal de Jundiaí que o atual prefeito Luiz Fernando Machado retomará o projeto do BRT mudando a rota (partindo do Eloy Chaves) e aumentando a malha do BRT em quase 5 vezes a anterior com o mesmo dinheiro!

Não fazendo juízo de ninguém, mas deixando a lógica e evidente pergunta: quem errou na Engenharia Financeira? O primeiro se precaveu demais com os gastos que eram excessivos ou o segundo é imprudente ao extremo achando que a verba vai dar? Ou ainda: nada disso, foi puramente erro matemático de avaliação do projeto?

Para o bem de nossa cidade, que se consiga fazer todo esse traçado do BRT ao custo proposto pelo prefeito Luiz Fernando Machado. Se conseguir, é o munícipe jundiaiense que agradecerá (e servirá para melhorar a imagem da Prefeitura após a bola fora do aumento de 25% proposto ao IPTU, cujo recuo aconteceu devido a tantas manifestações populares).

Aguardemos.

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– Bom dia, Segundona!

Última semana do ano. Ou melhor: “meia semana”

Para termos disposição no fechar das cortinas de 2019, que tal correr?

No clique 1, motivando:

Durante o cooper, pensando na Liturgia de ontem. Quem foi à Missa no domingo, pode perceber o quão é importante e santo honrar os pais.

Sagrada Família – Jesus, Maria e José – fazei a minha casa como a de Nazaré. Amém“.

Clique 2, meditando:

Depois da atividade física, alongando no jardim junto às roseiras. Elas nos inspiram ou não?

Clique 3, admirando:

Enfim, despedindo-me com o amanhecer. O deste clique mobgráfico foi de recordação de uma linda manhã (Fev/2019).

Clique 4, enaltecendo a beleza da natureza:

Sendo assim, ótima segunda-feira para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby