– “Disturbed Gaming”: nossos jovens podem ser as vítimas, pois o Distúrbio de Games é uma doença, segundo a OMS

Males dos tempos modernos: sabe aquela vontade incrível de ficar diante do equipamento eletrônico, jogando vídeo-game, por exemplo?

A isso se dá o nome de Disturbed Gaming e passou a ser considerado um vício muito preocupante, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Muito interessante, abaixo:

Extraído de: https://neurosaber.com.br/vicio-em-games-agora-e-considerado-disturbio-mental-pela-oms/

VÍCIO EM GAMES AGORA É CONSIDERADO DISTÚRBIO MENTAL PELA OMS

O que antes era considerado um hábito normal, agora é reconhecido como um distúrbio mental, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, a OMS. Pela primeira vez, o órgão vai considerar o vício em jogos uma doença.

A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) incluirá o “distúrbio de games” como uma condição que consiste em uma pessoa cuja frequência em jogos provoque uma visível mudança comportamental, ocasionando na preferência por games em detrimento de outras atividades.

Importante lembrar que antes de a OMS decidir pela inclusão do vício em jogos na CID, outros países já haviam acendido o sinal amarelo para que tal predileção excessiva pelos games se tornasse um assunto de saúde pública. Um exemplo a ser citado é o Reino Unido, que já conta com clínicas de reabilitação em pacientes com esse distúrbio.

MAS COMO SABER SE A PESSOA É VICIADA, DE ACORDO COM OS CRITÉRIOS DA OMS?

É preciso ter muita cautela em relação a isso para não haver equívocos. O documento vai sugerir que comportamentos ligados ao vício em jogos devem ser observados em um período de 12 meses ou mais para que seja dado o diagnóstico. No entanto, as novas recomendações da CID podem diminuir esse prazo, caso os sintomas apresentados pela pessoa sejam muito graves.

QUAIS SÃO OS POSSÍVEIS SINTOMAS DO DISTÚRBIO EM GAMES?

– Dar prioridade aos jogos eletrônicos em vez de outras atividades, como se reunir com amigos, ir a uma festa, praticar esportes;
– Perder a noção da frequência e intensidade diária que é depositada nos games;
– Persistir no hábito de jogar mesmo com sinais de que tal atitude pode piorar a dependência e o convívio com familiares e amigos;
– Trocar a companhia de pessoas pelos jogos.

O QUE PROFISSIONAIS TÊM A DIZER?

O especialista em vícios em tecnologia, Richard Graham, do Hospital Nightingale, em Londres, afirma que há benefícios em tal decisão. Ele chama a atenção para o fato de tal reconhecimento mostrar que esse comportamento precisa ser levado a sério. Graham salienta também que a inclusão do distúrbio na CID favorecerá a ampliação de serviços especializados para tratar os casos que serão levados aos consultórios.

No entanto, o especialista alerta para que pais e responsáveis saibam ponderar na hora de observar a atitude de seus filhos, ou seja, analisar com cautela para saber diferenciar um vício de uma eventual empolgação pelos eletrônicos. Para Graham, uma maneira de discernir um do outro (e diagnosticar) é fazer a seguinte pergunta: “o vício está dominando o estado real neurológico, o pensamento e as preocupações?”.

A TECNOLOGIA É UMA AMEAÇA?

Não, de forma alguma. A tecnologia veio para agregar e nos auxiliar, sobretudo as crianças. Uma pesquisa realizada na Universidade de Oxford mostra que apesar de as crianças ficarem muito tempo ligadas aos eletrônicos, isso não significa um vício, propriamente dito.

De qualquer maneira, é preciso estabelecer um limite para seu filho, separando o momento dos jogos eletrônicos, dos deveres da escola, das brincadeiras em grupo, entre outras atividades.

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– Aulas nas Faculdades Brasileiras se tornam mais Exigentes!

Boas notícias: as faculdades brasileiras estão imitando os métodos de Harvard, exigindo que os alunos estudem as matérias antes das aulas. Veja (extraído de Folha de São Paulo, 22/12/, Caderno Educação, pg E1)

FACULDADES PRIVADAS MODERNIZAM AULAS COM MÉTODO DOS EUA

Por Fábio Takahashi

Estudantes em filas, professor à frente, explicação na lousa ou no projetor. É tudo que algumas faculdades particulares têm buscado evitar em seus cursos de graduação.

Há pouco mais de um ano, ao menos quatro instituições brasileiras adotaram metodologias em que os estudantes precisam ler textos ou ver vídeos antes das aulas, para terem um conhecimento básico prévio do conteúdo.

Nas aulas há debates entre os alunos, e não a convencional exposição do professor. A tradicional escola Belas Artes de São Paulo foi uma das que adotou o método.

Educadores afirmam que o formato, inspirado em aulas da Universidade Harvard (EUA), deve se espalhar pelo país, ainda que haja dificuldades de implementação.

Na nova metodologia, ao professor cabe apresentar temas a serem debatidos e acompanhar se as conclusões dos alunos caminham para a direção correta.

Os alunos são distribuídos em mesas redondas de oito lugares cada uma, em geral. O grupo deve apresentar resposta a uma pergunta posta pelo docente -que conduz as discussões até que todos saibam a alternativa certa.

Um dos métodos, chamado “peer instruction” (formação por pares), foi criado pelo professor Eric Mazur, que leciona física em Harvard.

Ele estava incomodado com o fato de que poucos docentes conseguiam prender a atenção dos estudantes por uma aula inteira -problema que atinge cursos superiores no mundo todo.

Pesquisas de Mazur mostram que, com o novo formato, os alunos fixam melhor conteúdos e ganham capacidade de resolver problemas.

ATUALIZAÇÃO

“As aulas precisam ser mesmo atualizadas”, disse o consultor de ensino superior Roberto Lobo, ex-reitor da USP. “Mas os temas a serem abordados devem ser bem administrados, senão, os alunos ficam com lacunas”.

Diretor acadêmico da Unipac (MG), Gustavo Hoffmann afirma ser essencial, no novo formato, que o aluno se prepare antes das aulas. “No modelo tradicional, os professores até podem pedir leitura prévia. Mas a aula ocorre normalmente se o aluno não se preparar”, afirma.

“No novo modelo, não se consegue debater algo sem que você tenha uma base.”

O preparo prévio exige cerca de uma hora por dia do aluno. Os cursos são presenciais, ou seja, ao menos 80% da carga horária tem de ser cumprida na faculdade.

“No começo, ficamos preocupados”, disse José Augusto dos Santos Dias, 23, que teve a nova metodologia em algumas matérias do curso de direito da Unisal (Lorena-SP). Um dos conteúdos que ele estudou no sistema foi quais recursos poderiam ser impetrados para cada decisão judicial. “No final, gostei.”

A inclusão da nova metodologia nas grades curriculares varia entre as faculdades. As mesmas instituições também têm adotado outras modalidades parecidas ao “peer instruction”, como a resolução de problemas.

Neste caso, o professor apresenta um problema real, enfrentado por uma instituição, e os alunos têm de apresentar soluções. Depois, compara-se com a solução adotada no caso concreto.

“A ideia é evitar que o aluno vá para a aula apenas para ouvir o professor. Hoje, ele deve ser ativo”, disse Marcilene Bueno, da área de novas metodologias da Unisal.

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– O Papai Noel trará o quê para seu time?

Se você pudesse escrever uma carta ao Papai Noel pedindo a ele alguns presentes ao seu time de futebol, quais seriam?

  1. Jogadores consagrados ou jovens promessas?
  2. Títulos mesmo jogando mal ou boas apresentações?
  3. Vitórias a qualquer custo ou fair play em campo?
  4. Cartolas velhacos ou dirigentes éticos?
  5. Treinador caro e experiente ou técnico barato e emergente?
  6. Estádio lotado com ingresso acessível ou arena confortável e custosa?
  7. Torcida organizada cantarolando ou sócio-torcedor mais acomodado?
  8. Galáticos com as finanças sacrificadas ou time barato e contas em dia?

Enfim… o futebol ultimamente ficou chato. Falamos de STJD, escândalos, briga entre torcidas, VAR e outras tantas coisas!

Se fôssemos pedir alguns presentes para o futebol, sem dúvida minha lista teria como prioridades:

1) Espírito Esportivo – como as pessoas se esqueceram que acima de tudo o futebol é esporte, vale lembrar que perder também faz parte do jogo.

2) Honestidade – e aqui vale a ética, os bons modos e o desejo de disputar sem manipulações ou trambiques.

3) Conforto – Como um pai pode levar sua filha pequena a um banheiro de estádio? Os chamados banheiros-famílias são ilusão no Brasil, só existem em shoppings e o coitado do pai se vê em maus lençóis.

E você, o que pediria ao Papai Noel para o futebol?

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– Resolve logo, Bolsonaro!

Quem não deve, não teme! Sendo assim, por quê o Senador Flávio Bolsonaro não resolve logo as pendengas que lhe imputam crimes com laranjas: o caso da suspeita franquia de chocolate, o PM que pagou por gentileza o boleto de mais de R$ 16.000,00 ou ainda o famoso rolo do Queiróz?

Tudo isso só prejudica indiretamente (ou, para alguns, diretamente) o governo do seu pai, Jair.

Se está tudo em ordem, por quê criar obstáculos para investigação? Pelo procedimento do senador, dá a entender que tem coisa errada.

Com tristeza, Lula e Bolsonaro protegem os filhos envolvidos em corrupção e pactuam com a coisa. Lamentável…

Resultado de imagem para Flavio bolsonaro

– Um ótimo, motivado e abençoado sábado para todos nós em 4 imagens!

Bom dia!
Verticalizando o esqueleto para suar. Vamos ao cooper matutino?
Clique 1:

Correndo e Meditando:
Ó Nossa Senhora das Graças, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.”
Clique 2:

Fim de treino!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. E nossas mini-rosas laranjas?
Clique 3:

Desperte, Jundiaí.
Que o sábado possa valer a pena!
Clique 4:

Ótima jornada a nós!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby