No ano passado, o grupo humorístico Porta dos Fundos fez um filme para a Netflix onde Jesus e os discípulos durante a Santa Ceia (momento da Instituição da Eucaristia) ficam drogados pois Judas coloca narcóticos para eles ficarem dopados e curtir uma noitada. A película, evidentemente, trouxe muita polêmica.
Neste ano, novamente o Porta dos Fundos faz um filme satirizando Jesus: dessa vez, Ele é gay, vai a uma festa surpresa de 30 anos com seu namorado e Maria está pronta para dizer que seu pai é Deus, pois ele pensava que o Criador era seu tio.
Pra quê?
Num país de maioria cristã, é lógico que deveria se existir um cuidado com tais produções de mau gosto. Evidentemente temos liberdade de expressão, mas não parece ser oportunismo e busca de uma parcela anticristã da população tais filmes? Uma ofensa gratuita às pessoas que tem no Cristo seu sagrado sentido de religião, tudo em torno de fama e dinheiro?
Para expressar o que se pensa ou satirizar, há a necessidade de se entender qual o limite de respeito e ofensa ao próximo. Duas opiniões (a minha é a número 1):
1- A de quem contraria, em: https://www.youtube.com/watch?v=xFkPjYZpMJI
2- A de quem defende, em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2019/12/desculpem-meu-aramaico.shtml
Atualizando: a resposta de Fábio Porchat em: https://istoe.com.br/fabio-porchat-responde-criticas-sobre-especial-de-natal-do-porta-dos-fundos/

