Convencionou-se, desde a muito tempo, relacionar cores azuis para meninos e cores rosas para meninas. Se os pais quiserem usar verde, amarelo, vermelho, tudo bem. Mas não é usual a mamãe sair da maternidade com o seu bebezinho de rosa nem a sua bebezinha de azul.
Digo isso em cima da polêmica criada sobre a frase da Ministra dos Direitos Humanos Damares Alves, de que “agora os meninos vestem azul e meninas vestem rosa”. Se você ver o contexto, ela está se referindo a apenas uma metáfora para dizer que a nefasta ideologia de gênero (aqui algo raríssimo que tenho em comum com a ministra: sou contra a sexualização / erotização precoce das crianças inocentes) deixará de existir.
O problema é que novamente ela usa mal as palavras e acaba dando a entender que faz apologia à homofobia! Ela, Damares, já foi vítima de si própria por mal formular suas ideias. Se não sabe usar bem a língua portuguesa, faça o básico e de maneira clara! Vide o episódio de “Jesus na Goiabeira”, onde era indiscutível ter sido uma pobre criança que quase se suicidou, e por um conjunto de palavras virou injustamente deboche.
(Relembre aqui esse acontecido: https://professorrafaelporcari.com/2018/12/14/o-insensivel-deboche-de-jesus-na-goiabeira-e-a-sensibilidade-afeitada-com-battisti/)
Agora, no caso das crianças, poderia ter ficado quieta do que se expressar imprudentemente. Criança é criança, não é devido querer forçar a vida sexual precoce delas, sendo que a inocência da idade infantil (que sempre nós, adultos, gostaríamos de ter novamente) deve ser algo preservado. E se quando crescerem demonstrarem comportamento homossexual, já serão responsáveis por si.
O que não pode é: forçar a barra dizendo que quem é gay de fato não é; mas, na mesma proporção, condenar o fato de que a maioria heterossexual da população é ignorada e que deseja que seu filho homem vista azul, um dia case com uma mulher e tenha seus filhos. E vice-versa aos pais de meninas!
Aliás, se fosse o contrário, quando falamos de referência sexo/cor, não teríamos as nobres campanhas do Outubro Rosa e Novembro Azul! Os pais dariam bonecas aos seus filhos e escolheriam carrinhos para as suas filhas. E nos chás de bebês? Alguém escolhe rosa para revelar que é menino ou azul para revelar que é menina?
Quanta bobagem discutida, não?
Por fim: chega de radicalismos! A Ministra não deveria ter dito o que disse com a empáfia proferida, chateando a comunidade LGBTQ+, mas também não deve ser condenada por dizer que menino é menino e menina é menina, sendo ambos providos de falta de malícia e a isso usando como expressão as cores.
O meu medo é que se confunda respeito a causa dos homossexuais com a perda de uma identidade heterossexual das pessoas. Parece ser crime para uns defender que a maioria dos homens gosta de mulher e a mulher, na sua maioria, gosta de homens.
Sem homofobia e sem heterofobia, por favor. E tome cuidado com o mal uso das palavras, dona Damares. O Governo não é para parcelas de minoria ou maioria, é para todos os brasileiros!


mensonges du féminisme.
mentiras do feminismo.
a falsidade do feminismo.
O feminismo é prova de lógica? Suportaria ser posto à prova? Sua retórica se levanta ao
escrutínio? Em um estilo tingido de humor e sarcasmo, a ex-feminista Lucia Canovi destaca
os sofismas e inconsistências do chamado feminismo “universalista”. Um feminismo que
defende a saia para homens e a mini-saia para mulheres que andam sozinhas à noite …
Este ensaio refrescante e estimulante fornece as chaves para identificar os pontos fracos
da argumentação feminista.
A propos de l’auteur:
Laureada de seis prêmios literários e agregados por literatura moderna, Lucia Canovi é
autora de 32 livros nas áreas de psicologia, desenvolvimento e questões sociais. Suas
obras são traduzidas para inglês, alemão, espanhol, italiano, português, holandês e
japonês. Mais e mais leitores apreciam seu bom senso e sua coragem intelectual, bem como
seu estilo marcante com um toque de humor.
Faça sua prova.
PT é um lixaço.
CurtirCurtir