– Falou em Caneta, você falava em…

Sou do tempo em que não existiam grandes fabricantes de caneta no Brasil. A Bic reinava absoluta, tendo como concorrentes que não incomodavam: Compactor e Faber Castell. Ah, e a Pilot, mas essa era de outro segmento.

Hoje, a Bic continua forte, mas não tanto quanto nos anos 80. Há um sem-número de marcas, principalmente as chinesas. Porém, lendo a Revista Época Negócios, ed Setembro, pg 34, vejo um “hino de louvor à marca”. Há 30 anos, seria atual. Agora, parece uma propaganda, com certo exagero. Mas vale a curiosidade! Abaixo:

TODO MUNDO TEM UMA BIC

A Bic produz 730 milhões de canetas por ano do Brasil. Mas você nunca comprou nenhuma, né? Elas aparecem na sua gaveta

por Raquel Salgado

O francês Marcel Bich não inventou a caneta esferográfica. Mas a tornou-a famosa. Ele comprou a patente de um húngaro e lançou a Bic Cristal em 1951. O produto chegou ao Brasil em 1956 e logo tornou-se um fenômeno de vendas. Virou também campeão das lendas urbanas. Uma delas diz que a tinta nunca acaba: ”se você perde uma, aparece uma dúzia na sua gaveta”. Há quem diga até que a Bic é uma sonda espacial. Uma caneta lendária, como se vê.

CURIOSIDADE: a tinta é feita de corantes reativos do ferro (para a cor azul) e do carbono (para o ferro) misturados a solventes e resinas, aquecidos numa grande caldeira até a temperatura de 70oC. A quantidade de tinta é suficiente para fazer um traçado de 2 km.

Resultado de imagem para Caneta Bic

– O mítico Santiago Bernabeu suplanta Wembley com a final da Libertadores!

Vamos aos elogios e as críticas quanto ao desfecho da novela “Onde será a final da Libertadores da América 2018”:

PONTOS PARA ELOGIAR:

  • River X Boca é a maior rivalidade da América do Sul. E com um detalhe: qual outra cidade do planeta tem uma competitividade de equipes como essa, a não ser Buenos Aires (Real x Barça são equipes de cidades diferentes, por exemplo)? A Europa terá o privilégio de acompanhar esse jogo in loco.
  • A partida será no horário nobre do futebol mundial (16h do horário local).
  • Estrutura não faltará, pois o Estádio Santiago Bernabeu está acostumado a grandes eventos.

PONTOS PARA CRITICAR:

  • A Conmebol, logicamente, levou uma “bolada de dinheiro” para aceitar tirar o jogo do continente. Nenhuma cidade da América do Sul poderia receber essa partida? Se a desculpa foi “o número de torcedores argentinos por ser país vizinho”, piorou, pois a Espanha é o destino europeu número 1 dos hermanos!
  • Não é ironia ver a decisão que remete um torneio que homenageia os mártires e heróis que libertaram nosso continente do domínio dos colonizadores ibéricos, ser realizada na casa deles? Ou seja: a Libertadores da América será jogada em Madrid, berço de quem escravizava esses lutadores.
  • Por fim: a multa imposta ao River Plate, mostrando que ficou barato punir com dois jogos sendo jogados sem torcida e uma multa não muito salgada para os padrões desses times grandes. Prevaleceu a impunidade.

A GRANDE CONSTATAÇÃO: 

  • Para mim, Wembley, berço do futebol, era o “estádio-símbolo” do esporte; aí veio o Maracanã com toda a sua representatividade na metade do século XX em diante e o destronou. Mas o que dizer do Santiago Bernabeu, que está na Europa e já sediou finais de Eurocopa, Copa do Mundo, Copa dos Campeões da Europa e, agora, Libertadores da América? Nenhum outro no planeta recebeu tantos jogos importantes. Aliás, o Real Madrid, provavelmente, enfrentará o time que vencer esse jogo em seu estádio lá no Mundial de Clubes da FIFA, na Ásia.

Que tudo ocorra bem nessa final.

Resultado de imagem para Santiago Bernabeu

– Uma 6a feira bela e feliz (em 3 cliques)!

Olá amigos, hoje “tirei o dia” para descanso. Dei-me o luxo de recuperar a saúde. Postagens com reflexões, só amanhã!

Logo cedo, compartilho meu belo amanhecer. Veja que clique na divisa de Jundiaí com Itupeva:

Quando o dia clareou, a vista para a Serra do Japi, no trecho da Serra da Ermida, nos apresentou com sua inspiração. Aqui: 

Enfim, para o dia ser perfeito, passear com a filha caçula e a cachorrinha dela na Europa. Se tivesse legenda, a foto seria: “Felicidade”! Olhe só:

Que tenhamos uma ótima 6a feira para todos nós!

– Maria, a Mulher do Advento e da Esperança!

Em nossos encontros semanais da Catequese para o Sacramento do Crisma, falaremos do Tempo do Advento, que está se aproximando.

Aos catequistas que se interessarem, 12 tópicos para reflexão que escremos para esse tema:

NOSSA SENHORA E O ADVENTO

  1. Estamos saindo do Atual Ano Litúrgico, encerrado na festa de Cristo-Rei. Sabia que o calendário de celebrações da Igreja é diferente do “começar dia 01/01 e terminar 31/12’? (aqui, uma “deixa” para cobrar a participação na última Missa – devemos falar sobre os tempos litúrgicos ao longo do ano, cores dos paramentos, etc, para introduzir o Advento).                  
  2. O que significa Advento para vocês? (Advento: é “ad-vir”, o que “há de vir”, aquele que “se espera chegar”, o “acontecimento”).
  3. O que significa Natal de Jesus, dito pelo anjo como o “Verbo que se fez carne e pelo seio da Virgem Maria habitou entre nós”. (falar sobre presentes de Natal, surgimento do Papai Noel e concorrência do comércio com a fé nessa época.)
  4. O que estamos esperando acontecer em nossa vida nesse tempo? (discutir das coisas materiais, dos relacionamentos, dos sentimentos e expectativas do dia-a-dia).
  5. Falar sobre a importância da Virgem Maria como co-redentora e partícipe fundamental para a concretização do Advento do Nascimento (o Natal propriamente dito) de Jesus. (como era o dia-a-dia dela antes do anúncio do anjo; o aceite dela em meio as dificuldades que viriam e o que ela esperava vir, ou seja, o ad-vir / advento dela, suas expectativas pessoais e de fé com o nascimento do seu Filho e ao mesmo tempo, seu Deus. Questionar os crismandos sobre como deveria ser esse sentimento.)
  6. Discutir o aceite de Maria, que não foi obrigada ao SIM, com o aceite dos jovens à catequese da Crisma.(lembrar que Maria não foi obrigada; mas nós, se somos obrigados, podemos abandonar essa obrigação e não aceitar o advento de Jesus e a confirmação da missão de batizados com a Crisma. Ou estamos fazendo uma transformação diária em nossa vida? Temos feito um advento desde nossa decisão em Crismar?) 
  7. Nossa Senhora gerou o seu Filho Amado, nosso Salvador Jesus Cristo. Ele era “O” advento. Recordaremos nesse período o mesmo Jesus, que já nasceu e está entre nós; mas simbolicamente nos prepararemos para a festa desta recordação. Como está sendo essa “geração” do Menino Jesus no coração de cada um de nós? (provocar a discussão se já estamos nos preparando, se nos prepararemos, como fazer isso, o que devemos mudar para dignamente gerar Jesus e transformar nosso íntimo em um sacrário vivo).
  8. Vocês vivem uma expectativa (um ad-vir / advento) para receber o Sacramento da Crisma. O primeiro passo foi o Batismo; depois a Confissão e a Primeira Comunhão). E hoje, como tem sido essa preparação para o Advento não só do Natal, mas da sua vida pós-Crisma? (aqui, falar da importância do comportamento deles desde o nosso primeiro encontro, o que foi transformado na vida deles ou não, e como será depois. Fazer um paralelo da vida de Maria antes do anúncio – falado no comecinho do encontro – a visita à Isabel e a peregrinação até a Belém – simbolizando que eles peregrinam para esse tempo de esperança e ao mesmo tempo para a Crisma).
  9. De maneira bem honesta: como estamos vivendo hoje; como viveremos o advento e o que podemos usar de exemplo da vida de Nossa Senhora nesse tempo tão bonito da Igreja? (falar sobre nosso dia-a-dia, nosso propósito e nossa CONSCIÊNCIA da importância desse período).
  10. O advento de Jesus era a Esperança para a Libertação da opressão vivida pelo povo judeu, a chegada de um Salvador. Muitos questionavam a divindade de Jesus por vir de uma mulher supostamente tão frágil como Maria. Você, crismando, com sua fragilidade (seus defeitos e suas virtudes), pode, assim como Maria, ser portador da Esperança aos outros? (falar com os jovens sobre ações concretas ao nosso próximo, além da espiritualidade necessária). 
  11. Já dissemos que por toda essa colaboração com o Advento e Natal de Jesus, Maria é co-redentora do mundo pois concretizou-se através dela a promessa de Salvação. Mas não adianta falar de Esperança, como falamos há pouco, se não somos AINDA colaboradores. Pense: o que você tem feito DE VERDADE para que tenhamos um mundo melhor (há pouco discutimos “o que fazer”; agora, é um momento de reflexão para vermos que não estamos sendo esperança pelo “muito pouco que fazemos” e sempre prometermos). 
  12. Por fim: Maria se abandonou de corpo e alma à vontade do Pai no Advento de seu Filho. A quais coisas estamos nos abandonando / dedicando / entregando nos últimos tempos? (aqui, mostrar que Maria não vacilou, não pediu conselhos às amigas, não ficou colocando condições ao anjo, mas se entregou à missão adventista; e quando nós colocamos “condições / obstáculos / contrapartidas” para esse advento? Quando nos entregamos ao mundo virtual, ao pornográfico, às bebidas, à erotização, ao materialismo e vaidades do dia-a-dia, sem nos abandonarmos em Cristo que vem em nosso socorro pleno? Por último, encerrar o encontro falando como Maria é a grane protagonista do Advento do Menino Jesus e correlaciona-la a nós).

Imagem relacionada

– A lei que permite um maior número de atletas estrangeiros está prejudicando o futebol brasileiro?

Toda troca de conhecimento / experiência / intercâmbio sempre é muito válida, em qualquer área que seja. No futebol, isso não deve ser diferente: diretores de clubes europeus, treinadores de fora, gestores com outra mentalidade do que a nossa, são sempre peças fundamentais.

E se os estrangeiros forem os jogadores?

Nada contra! Tivemos Dario Pereira, “Dom” Elias Figueroa, Ramoz Delgado, Pedro Rocha… grandes craques que fizeram a diferença por aqui dentro dos gramados. Fora deles, não se pode deixar de mencionar Béla Guttmann, o treinador húngaro que revolucionou o futebol brasileiro, trazendo Zizinho para o SPFC alegando que ele “representava o futebol-arte” (talvez a primeira vez que esse termo foi usado em nosso país). Dizem que Vicente Feola (que foi do próprio São Paulo), inspirou-se demais nos ensinamentos dele na montagem da Seleção Brasileira de 1958, quando ganhamos a primeira Copa do Mundo.

Mas e hoje?

Se tivermos Messi, Xavi, Ibraimovich e outros jogando pelos clubes daqui, tudo bem. Idem a José Mourinho, Guardiola, Pocchetinno e outros tantos treinadores estudiosos que fazem bem à Ciência do Futebol (parece um “pecado” falar em Estudo no Futebol, onde automaticamente o termo “estudioso” passa a ser pejorativo por aqui).

O problema é que passamos a contratar jogadores de fora como mão de obra barata – não como acréscimo à condição técnica, mas como uma ação econômica necessária para se diminuir os custos.

Entendo o problema econômico e financeiro que toda a América do Sul passa. Mas veja: antes, permitíamos 2 atletas de outros países em nossas equipes. Aí a CBF criou uma lei que liberou 5 estrangeiros por time no Brasil dentro de campo. Mas será que isso está trazendo resultados indesejados? Apesar de permitir redução na folha de pagamento de muitos clubes, pense: quantos jovens nacionais perderam espaço?

O próprio São Paulo FC gasta milhões com o Centro de Formação de Cotia, mas tem em seu elenco Rojas, Trellez, Arboleda… (lembram-se de Piris, Isasi, Buffarini, Jonathan Gomez, Rondón, Wilder Guisao…?). O Flamengo dizia que “craque se faz em casa”, mas contratar Uribe, Cuéllar, Berrio, Marlos Moreno e Trauco, não inibe o surgimento de talentos? Diga-se o mesmo do Fluminense com seus equatorianos e o celeiro de jovens em Xerém.

Em 2018, vimos uma Seleção Italiana ausente do Mundial e repleta de jogadores da Atalanta, Sampdória, Gênova… Na Inglaterra, que só ganhou uma Copa do Mundo quando a sediou, temos equipes inteiras jogando com atletas não ingleses! Aliás, isso aconteceu com o Arsenal pela primeira vez em 2011, com 14 nacionalidades diferentes em seu elenco (aqui: https://professorrafaelporcari.com/2011/11/26/globalizacao-do-futebol-arsenal-joga-com-atletas-de-14-paises-diferentes/)

Será que um dos problemas da renovação da Seleção Brasileira e dos clubes nacionais não seria o excesso de estrangeiros com qualidade duvidosa nas equipes, em prejuízo às bases (que em muitos casos acabam sendo entregues aos empresários)?

É para se pensar… quando o gringo é diferenciado, se dá o nome de “Professor Pardal” para treinador ou “em fim de carreira” para jogador que vem pra cá. Mas quando é medíocre, os cartolas taxam-o de “desconhecido pela mídia” ou de “promessa”. Foi assim com Matias Defederico, (o “novo Messi” que está na Índia atualmente) Matosas, Patito Fernandes, Acosta, Tobio… ou até mesmo Kazim!

O que você pensa sobre isso?

bomba.jpg

– Comece seus propósitos de Ano Novo agora mesmo, em Novembro. HOJE, que tal?

No final do ano, as pessoas costumam fazer planos, pensar em coisas melhores, enchem-se de esperança para o novo período. Alguns fazem listas de metas e objetivos; outros, ao contrário, se deprimem.

Mas se o assunto é mudar de vida, por quê precisa-se esperar a nova data?

Precisamos ter desejo de mudar (para melhor) sempre!

Se quer emagrecer, comece hoje!

Vai mudar de hábitos? Mude-os agora.

Durante minhas madrugadas de insônia, costumo conversar com Deus. E o ambiente de silêncio é excepcional para se ouvir bem a voz dEle. E nesses bate-papos, sempre fica o convite da mudança, ou melhor, da conversão diária. E ela consiste em: ser mais paciente; reclamar menos, envergonhar-se nunca, agir e nunca se omitir, sorrir mesmo quando dói, entusiasmar o próximo, ser amigo e solidário e… viver!

Difícil?

Quando vivemos cansados, reclamando, indispostos e rabugentos, isso se torna algo crônico em nós. Mas é preciso coragem, disposição e fé.

Que tal começar hoje o que você (e eu me incluo aqui) planeja fazer a partir 01 de janeiro?

images.jpg

– Parabéns, Operação Lava-Jato!

Mais uma vitória na luta contra a corrupção política no Brasil: nesta quinta-feira cedo, prendeu-se o Pezão, governador do Rio de Janeiro que sucedeu o também corrupto Sérgio Cabral

Aos poucos, o país vai sendo passado a limpo. Parabéns! Mas ainda faltam Aécio, Serra, Dilma, Temer e tantos outros já denunciados / réus e suspeitos que “transpiram” incredibilidade.

4BF87EA9-0EE8-4C85-8BF0-2ED44CBCF5C1.jpeg

– Como a Política tem nos Enojado!

Cada vez que discuto, mais me entristeço. Mas não nos é permitido deixar o assunto ser esquecido: a corrupção na política brasileira!

  1. Lula-PT, que um dia disse que a “esperança venceu o medo”, mostra que sua demagogia e assistencialismo duvidoso apenas mascaravam todo o esquema corrupto e nefasto montado por ele e por seus pares. Ou alguém ainda acredita na inocência desse homem?
  2. Temer-MDB, o atual presidente, permitiu o aumento de salário ao Judiciário. Serão beneficiados justamente aqueles que, em breve, podem julgar ele próprio. É mole?
  3. Aécio-PSDB, depois de tudo o que se descobriu, continua solto e protegido pela imoral “imunidade parlamentar” que acaba sendo uma salvaguarda para crimes de colarinho branco. Até quando isso será aceito?

Não sou eleitor de Bolsonaro-PSL, nem militante partidário. Mas apolítico não posso ser! De todo jeito, vamos torcer para que o novo Governo seja honesto, democrático e competente; afinal, todos estamos no mesmo barco e o futuro do Brasil depende do sucesso da nova administração (gostemos dos nomes escolhidos para os Ministérios  ou não).

Resultado de imagem para futuro

– A sugestão dos pênaltis antes dos jogos não evoluiu?

Uma idéia surgida há 4 anos que não pode ficar sem um desfecho (positivo ou negativo), e que veio de um vitorioso no futebol – de Sir Alex Fergunson, ex-treinador por décadas do Manchester United e que hoje faz parte de um grupo de notáveis que buscam o desenvolvimento do futebol pela UEFA.

Foi dele a proposta que ganhou simpatia de muitos na Europa: em jogos eliminatórios, realizar a decisão de tiros penais ANTES das partidas.

E por vários motivos:

1- Uma equipe pequena que estivesse empatando em 0 x 0 até o final da partida contra um grande, caso soubesse que a vitória seria do adversário nas decisões penais, sairia mais para o jogo.

2- Não teríamos o vilão das cobranças, ou seja, aquele jogador que perde o último chute e fica marcado, já que sua equipe teria a possibilidade de buscar a vitória dentro de campo.

3- Mesmo se um time vencesse fácil a partida e os tiros penais se tornassem desnecessários, haveria essa certa dose de emoção antes das partidas.

É claro que surgiram críticas: cansaço emocional e físico desnecessário antes dos jogos e, caso uma equipe mais fraca vença nos pênaltis, total retranca durante os 90 minutos.

E você, o que acha dessa idéia?

Deixe seu comentário:

bomba.jpg

 

– Comungar-se com as Coisas que Convive

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco).

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!imgres.jpg

Resultado de imagem para convivência

– Quem foi revelado no apito do Brasileirão 2018?

Eu não gostaria de estar escrevendo esta postagem, mas se faz necessária tal reflexão: enquanto os meios esportivos estão fazendo a “Seleção do Campeonato Brasileiro“, fico pensando sobre os melhores árbitros do ano!

Quem se destacou?

Difícil dizer. Todo mundo errou significativamente; alguns mais, outros menos, mas todos erraram.

A maior preocupação não é essa, mas sim: quem foi REVELADO! E assim como na FPF, a gestão do Coronel Marinho não conseguiu “fazer ninguém” na CBF. Nossos 10 FIFA’s estão abaixo (na sua média) da qualidade de tempos atrás. Aliás, talvez, por incrível que possa parecer, a última “leva” competente de árbitros brasileiros na FIFA tenha ocorrido com Armando Marques (que também já critiquei).

Me pesa ver tanto tempo de Sérgio Correa da Silva no comando da arbitragem e o nível ter se estagnado e depois regredido. Idem ao atual comando do ex-chefe da arbitragem da Federação Paulista.

Enfim: qual nome seria “incontestável” em 2018 como revelação?

Como na imagem abaixo, a arbitragem brasileira anda bem “bola murcha”…

Resultado de imagem para Bola murcha

– A urgente carência de doadoras ao Banco de Leite de Jundiaí. Ajude, Doe Leite!

O Banco de Leite Humano de Jundiaí precisa URGENTE de doadoras de leite materno!

Segundo Marcela Biondi (responsável pela instituição) em entrevista para a Rádio Cidade ao jornalista Cícero Henrique, 95 litros de leite entraram nesse mês e toda a quantidade (que é pouca) já foi consumida pelos recém-nascidos nas incubadoras! O estoque está ZERADO para as UTIs neo-natal da nossa região.

Assim: divulgue, promova e abrace essa causa – Doe Leite Materno, tão necessário às crianças que nasceram com menos de 1kg e que se encontram hospitalizadas em Unidades de Terapia Intensiva.

O telefone do Banco de Leite Humano de Jundiaí é: 0800 17 81 55 onde se dá a orientação para a coleta e se agenda a retira EM CASA para a comodidade das doadoras.

Resultado de imagem para Banco de Leite Humano de Jundiaí

– Só nos EUA que não!

A ÚNICA CERTEZA DA FINAL DA LIBERTADORES É:

Nos EUA, não será. E por motivos lógicos! Se os cartolas da Conmebol entrarem lá, não voltarão mais para o nosso continente.

Provas de picaretagem, o FBI tem de sobra.

Resultado de imagem para conmebol

– Clareie, 3a feira!

Tem como não ficar animado com esse amanhecer tão bonito na Divisa de Jundiaí com Itupeva?

Que seja um dia maravilhoso para todos nós!

– A Ressurreição de Felipão. Mas e na Ciência do “Achismo”?

Parabéns à Conquista do Palmeiras, que foi o melhor time de futebol do Campeonato Brasileiro 2018. Não há o que discutir quanto a isso (apenas se, caso queria, debater sobre a “beleza” do jogocoisa que os clubes brasileiros se esqueceram há muito tempo… jaz futebol-arte).

Mas aqui faço um mea culpa e uma importunação. Vamos lá:

Eu duvidava da capacidade de Luís Felipe Scolari quando foi contratado. E ressalto o que disse há época: o Felipão de 1994 até 2006, era ótimo! O da atual década, foi treinador no Uzbequistão, teve imensa participação no último rebaixamento do Palmeiras, levou 7×1 em casa na Copa do Mundo de 2014 e culminou com o abandono do banco do Grêmio em uma partida do Campeonato Gaúcho! Tudo mostrava que o campeoníssimo, vitorioso e experiente treinador se tornara um homem ultrapassado e impaciente. E foi embora para a China!

Não é que o “Big Phill“, como a imprensa internacional o chamou em 2002, voltou e foi campeão brasileiro, recuperando o Palmeiras de um possível mico? Mas aqui é inevitável perguntar: com o dinheiro da Crefisa, a estrutura montada pelo Palmeiras, com o competente corpo administrativo e os jogadores renomados, um outro experiente técnico não faria o mesmo, como Luxemburgo, Abel Braga, Tite ou até mesmo Renato Gaúcho?

Trocando em miúdos: o Palmeiras foi campeão GRAÇAS A SCOLARI, ou a percentagem de importância não é tão grande como se apregoa?

Ficaremos no achismo, no outrismo, na curiosidade…

Resultado de imagem para Palmeiras 2018

– Decorações Natalinas Bonitas. Mas as vendas, em si…

Chegou a época do Comércio “bombar” com as vendas do Natal.

Confesso não ser amigo de datas marcantes. O Nascimento do Menino Jesus em nossos corações deve acontecer todos os dias, não se pensar nisso em um único dia, tampouco viver no desespero em dar presentes.

Estamos em um Brasil de crise financeira. E o que fazer?

A lógica é economizar, mas os shoppings montam suas praças com belas e hipnóticas decorações. Os corredores estão começando a lotar, mas as vendas, em si…

Outro “porém”: as pessoas que detestam as festas de final de ano, que de deprimem e se desesperam. Ô coisa complicada…

Enfim: que o Natal seja um dia de confraternização de pessoas queridas, não uma imposição comercial que endivide ainda mais as pessoas.

bomba.jpg

– Viva a Fotografia, em 3 poses!

Sim, fotografar é muito legal e nos permite imagens incríveis. Virou um grande hobby para mim. Na verdade, é a mobgrafia (a arte de fotografar com o celular).

De ontem para inspirar hoje:

1- O cavalo do meu cunhado, todo pimpão:

2 – E os gansos da minha sogra?

3 – Flores da Serra do Japi. Lindas ou não?

Maravilha o que um clique pode fazer. E que tenhamos uma ótima semana!

– Que vergonha, Conmebol!

E o pedido do árbitro Andrés Cunha para que na decisão da Libertadores entre River x Boca os atletas desfrutassem do momento e “se jogasse apenas futebol?Faltou combinar com a torcida, hein?

(Relembre essa postagem com as devidas considerações sobre a importância dessa decisão aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/11/24/atletas-de-river-plate-e-boca-jrs-obedecerao-o-juizao-e-desfrutarao-do-momento-decisivo/)

Ridículo, cafajeste, vergonhoso e constrangedor o que foi visto na Argentina no sábado à tarde e entrando na noite. São seres humanos ou animais quadrúpedes disfarçados de bípedes se passando por gente que protagonizaram uma guerra do hotel dos Ximenes até o Monumental de Nuñes?

Mas sejamos justos: lembremo-nos da preocupação do Presidente Macri para que, nas finais, não desse “uma decisão portenha”, por culpa da segurança em Buenos Aires (que também recebe a reunião de cúpula do G20).

É claro e notório que os “hooligans argentinos” (ou barra-bravas) estavam esperando tal oportunidade para tumultuar, já que houve o episódio de gás pimenta contra o River Plate, anos atrás, e agora veio o contra-golpe. A solução de torcida única não adiantou. O que fazer agora? Jogo sem torcida? Cidade sem população? Estádio sem jogador? Sei lá. O certo é que as empresas de ônibus que transportam os atletas deveriam pensar em veículos blindados.

Uma sacada genial: vamos levar o jogo para a Europa, daqui uma semana? Do ponto de vista do marketing e da segurança, seria ótimo (embora seria também o atestado de incompetência da Conmebol…)! E ainda queremos fazer a Copa de 2030 por aqui! Imagine só…

Por fim, bem direto: o que vimos realmente foi a comprovação de que nosso continente está contaminado pela má-educação, péssima organização de eventos grandiosos, corrupção (ou foi “à toa” que queria-se obrigar os atletas do Boca Juniors a entrar em campo, mesmo com tapa-olho e muleta?), além, claro, da prova cabal de que a Conmebol faliu moralmente.

Se eu fosse algum líder de clube de futebol (infelizmente não temos nenhuma referência como dirigente), aproveitaria o momento, sugeriria que River e Boca boicotassem a final e promoveria o levante contra a Conmebol. É hora de criar uma Liga Sulamericana Profissional! “Com quem” e “como”, seria outro problema, óbvio…

– A boa turminha do Projeto Guri!

O Projeto Guri já foi apresentado aqui no nosso blog por mais de uma oportunidade. E vejam que maravilhoso: as crianças que lá tocam diversos instrumentos deram “show” na apresentação de final de ano aos seus pais – tão bem estão que farão uma apresentação pública no Teatro Polytheama.

Papai e Mamãe (eu e minha mulher) ficamos emocionados com o que vimos nessa semana. Nossa filha Marina (a 2a da direita para a esquerda) compôs “Caminho de Luz“, que foi tocada pela turma. Depois, uma apresentação solo da clássica “Terezinha de Jesus“.

Coisa boa deve ser compartilhada. No link abaixo, extraído do YouTube:

– Que coisa, Carlos Ghosn!

Carlos Ghosn era “o cara”, exemplo de executivo (e brasileiro) enquanto presidiu a francesa Renault. Ao juntar-se com a japonesa Nissan, o novo conglomerado foi confiado a ele (que mesmo de maneira impopular demitiu muitos trabalhares japoneses para reduzir custos).

Agora, após a divulgação de sua sonegação pessoal de impostos, passa de exemplo a vilão. Viram as imagens dele nas Redes Sociais? Carrancudo, é claro. Mas taí algo a discutir: se recebe muito, por quê não pagar o imposto devido? Muitas vezes, é a ganância do “sempre mais”.

Até a semana passada, ele poderia ser usado em sala de aula aos alunos empreendedores como bom modelo. Mas pelo ocorrido, sempre teremos que “abrir aspas”.

Resultado de imagem para carlos ghosn

– Craques realmente não gostam de futebol?

Seria apenas um blábláblá para não serem importunados, ou realmente pensam e agem assim?

Ronaldo Nazário e Ronaldinho Fenômeno já declararam publicamente que não conseguem assistir a uma partida inteira de futebol. A primeira impressão é de que, como ex-atletas, estariam “cansados” do esporte que rendeu-lhes o ganha-pão e, portanto, desligam a TV!

Agora é a vez de Carlitos Tevez declarar algo que, sinceramente, acredito:

“Não gosto de assistir futebol. Se tem um canal passando Barcelona x Real, e em outro golfe, fico com o golfe.”

E que conclusão tiramos?

De que eles devem gostar das “peladas com amigos”: aquele jogo descompromissado, com muita alegria e bagunça. Futebol profissional, provavelmente, deve ser maçante como ofício a eles.

bomba.jpg

– Por que não vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

Resultado de imagem para Pinóquio

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Atletas de River Plate e Boca Jrs obedecerão o juizão e desfrutarão do momento decisivo?

A mim, surpreendeu que o primeiro jogo da decisão da Libertadores da América não tenha sido um festival de pontapés. O histórico de confusões entre atletas e torcedores levava a crer nisso, e, ao contrário, foi um ótimo jogo de futebol.

Veremos a repetição desse cenário no jogo de volta, neste sábado?

Andrés Cunha, o uruguaio que apitará a final, que por 3 dias está em concentração na cidade de Luque, no Paraguai (sede da Conmebol), mandou um recado aos jogadores através da “TV Conmebol”:

É um orgulho para mim e para toda a equipe estar nessa grande partida. A mensagem é para que os jogadores desfrutem de estar na final. Eles também ganharam essa oportunidade de estar nesta partida decisiva da Libertadores, então que desfrutem, que vivam a final, com respeito. Que ganhe o melhor em campo, e que saibam respeitar aquele que não seja o ganhador.

Três observações:

1- O meu desejo é igual ao do juizão. Mas se a vontade será acatada quando a bola rolar…

2- Um chileno apitou o jogo de ida; um uruguaio apitará o jogo de volta. Uma das partidas entre os dois argentinos em Buenos Aires não poderia ter um árbitro brasileiro? Estamos sem moral alguma, hein? Viva o Coronel Nunes e o seu voto de “rebeldia” (ou de burrice?) para a Copa de 2026, quebrando os acordos firmados com seus pares.

3- Alguém duvida que essa é a maior final da Libertadores de todos os tempos, mítica e misticamente falando? Creio que não há na América do Sul tal rivalidade igual ao  de Boca x River.

O juiz uruguaio Andrés Cunha vai apitar a decisão da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors — Foto: Reprodução de TV

– A incrível história de John Chau: Mártire cristão ou Fanático imprudente?

Viram a história daquele jovem missionário cristão, John Chau, morto por tentar falar de Jesus a uma tribo isolada da Índia numa ilha chamada “Sentinela do Norte”, após frustrada aproximação com os agressivos aborígenes de lá por duas vezes? Impressionante!

Me lembrei na hora sobre o que foi dito aos discípulos: “se alguém não vos receber, nem der ouvidos às vossas palavras, assim que sairdes daquela casa ou cidade, sacudi a poeira dos vossos pés.”

O rapaz fez exatamente o contrário: ao levar uma flechada de um menino na primeira oportunidade de contato (que não o matou naquela vez por ter atingido a Bíblia dele), voltou lá e acabou morto.

Vejam só que história. Seria persistência na evangelização, fanatismo, busca de ser mártire ou desconhecimento dos ensinamentos de Jesus?

Difícil dizer… o desejo ardente de falar do amor de Cristo aos nativos que querem permanecer isolados foi proporcional ao risco de não ser aceito e assassinado por quem não tem contato com a civilização moderna.

Aqui a matéria:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/23/deus-me-protegeu-escreveu-missionario-antes-de-ser-morto-a-flechadas-em-ilha.ghtml

DEUS ME PROTEGEU, ESCREVEU MISSIONÁRIO MORTO A FLECHADAS EM ILHA ISOLADA

John Chau, atacado por tribo isolada há séculos, deixou anotações sobre a tentativa de aproximação. ‘Vocês podem achar que eu sou maluco, mas acho que vale a pena declarar Jesus para essas pessoas’, escreveu; polícia indiana ainda não sabe como recuperar o corpo.

John Allen Chau, o missionário morto por membros de uma tribo isolada na Ilha Sentinela do Norte, escreveu na véspera que “Deus me protegeu e camuflou”, ao escapar de autoridades e sobreviver a um primeiro ataque.

O jovem de 27 anos pagou a pescadores para que o levassem até o local, em uma viagem proibida. Em anotações que deixou no barco, ele escreveu “Deus me protegeu e me camuflou contra a guarda costeira e a marinha”.

Um dia antes de morrer, Chau esteve na ilha e um menino tentou atingi-lo com uma flecha, que acertou sua Bíblia. Ele então nadou de volta ao barco dos pescadores, e só retornou na manhã seguinte, quando foi atacado por outros aborígenes.

“Por que um garotinho teve que disparar (a flecha) em mim hoje?”, escreveu. “A voz aguda dele ainda ecoa na minha cabeça”.

De acordo com a polícia indiana, as anotações deixadas por ele com os pescadores confirmam que ele sabia que corria o risco de morrer ao tentar contato com a tribo, que vive isolada há séculos e é extremamente agressiva contra qualquer um que se aproxime.

“EU NÃO QUERO MORRER. Seria mais esperto ir embora e deixar outra pessoa continuar. Não, eu acho que não”, diz um trecho do que ele escreveu, divulgado por jornais indianos. A autenticidade foi confirmada pela polícia.

Ao jornal “Washington Post”, Lynda Adams-Chau, mãe do jovem, entregou outras frases do filho. “Eu gritei ‘Meu nome é John, eu amo vocês e Jesus ama vocês’”, ele escreveu, relatando a primeira tentativa de contato, que terminou com a flecha disparada pelo menino.

Em seu último contato com a família, no dia de sua morte, em 16 de novembro, Chau escreveu “vocês podem achar que eu sou maluco com tudo isso, mas eu acho que vale a pena declarar Jesus para essas pessoas”.

Em um de seus últimos registros, o missionário refletiu sobre a morte. “Por que esse lugar lindo tem que ter tanta morte? Espero que esta não seja uma das minhas últimas anotações, mas se for, ‘Glória a Deus’”.

Ainda segundo Lynda, um amigo de seu filho disse a ela que o plano dele era “não contar a ninguém” com antecedência sobre o que iria fazer, para evitar colocar os colegas em risco.

Apesar da confirmação de sua morte pelos pescadores que o levaram ao local e viram o que aconteceu, a mãe disse ao jornal acreditar que Chau está vivo. Questionada porque, ela respondeu “minhas orações”.

O chefe de polícia de Port Blair, Deepak Yadav, diz que Chau pagou a cinco pescadores para que o levassem em um pequeno barco até a ilha, que fica no arquipélago indiano de Andaman e Nicobar, no Oceano Índico.

Mesmo sabendo que a viagem era ilegal, eles concordaram e providenciaram o transporte, e por isso estão presos. Um amigo de Chau e um guia turístico também estão detidos.

Segundo Yadav, eles chegaram à costa por volta da meia-noite de quarta-feira, dia 14. No dia seguinte, Chau usou um caiaque para se aproximar e tentar o primeiro contato. Os pescadores afirmam que o viram com vida pela última vez na sexta-feira.

Eles também contaram ter visto depois o corpo dele sendo arrastado e enterrado na praia.

Depois que os pescadores perceberam que Chau havia sido morto, eles partiram para Port Blair, a capital do arquipélago, onde deram a notícia a um amigo do jovem, que notificou sua família, segundo a France Presse.

A polícia sobrevoou a ilha na terça-feira, e uma equipe de policiais e funcionários do departamento florestal usou um barco da guarda costeira para viajar até lá na quarta-feira. Não ficou claro se eles voltaram desde então.

A polícia está consultando antropólogos, especialistas em bem-estar tribal e estudiosos para descobrir uma maneira de recuperar o corpo, disse Dependera Pathak, diretor-geral da polícia nas Ilhas de Andaman e Nicobar.

Em 21 de outubro, @johnachau postou que estava a caminho da região — Foto: Reprodução/Instagram/ John Chau

– Black Friday para Valer ou não?

Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.

Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).

Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?

Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…

Imagem relacionada

– Desperta, Jundiaí!

Incrivelmente o céu azul e infinito na casa de Rafael de Oliveira e Petrolina Antunes, Santuário da Serra do Japi e Terra da Uva de Mesa. Cidade do Galo Tricolor!

Olha só às 09h da manhã aqui em Jundiaí, do fundo do Teatro Polytheama:

– Pé alto ou gol normal? Sobre o lance do Maracanã entre Flamengo x Grêmio.

Na partida entre Flamengo 2×0 Grêmio, um lance polêmico e muito reclamado: o gol de Uribe. Foi legal ou ilegal?

Convencionou-se chamar de “pé alto” quando o jogador vai disputar a bola levando risco ao adversário por erguer excessivamente a perna. Na verdade, isso é “jogo perigoso” e deve ser marcado tiro livre indireto (a falta em “2 toques”).

E no Maracanã, foi isso o que aconteceu?

NÃO. Foi infração para tiro livre direto e o gol ilegal.

Explico: Uribe ergue a perna e TOCA o rosto do gremista Cortez. Repare que o defensor não pulou ou se abaixou, mas sim o atacante que elevou o pé. Se não há esse toque, é tiro livre indireto e anula-se o gol (por jogo perigoso). Como houve o toque do pé de Uribe em Cortez, é tiro livre direto e anula-se o gol (por infração temerária). De qualquer forma, o gol não deveria ser confirmado.

Errou o árbitro Bráulio da Silva Machado, que estava bem posicionado no lance e confirmou imediata e equivocadamente o gol.

O que será que passou pela cabeça dele? Deu um “branco” em sua mente, errou a interpretação ou precipitou-se em confirmar o gol?

Com VAR, facilmente esse gol seria anulado.

Resultado de imagem para Flamengo x Grêmio

– E como ficam os proprietários de veículos JAC?

Quando a JAC Motors chegou ao Brasil, fazia uma maciça propaganda em jornais, rádios e TVs (o Fausto Silva com seu “Domingão” era um grande divulgador).

Alguns carros eram modelos bacanas e com preço bom. Eu até fui tentado a procurar um, mas… quando fechou a concessionária da minha cidade, eu fiquei preocupado.

Agora, os representantes da chinesa no Brasil passam por dificuldades no negócio e a recuperação judicial vem aí.

E quem tem um veículo dessa marca, o que fazer? Aguentar a desvalorizar no preço da revenda?

Extraído de: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/28375/jac-continua-acelerando-apesar-da-recuperacao-judicial

JAC CONTINUA ACELERANDO, APESAR DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Grupo SHC ganha tempo para trazer novos modelos e renegociar dívidas

por MÁRIO CURCIO, AB | De Sousas (SP)

Apesar do pedido de recuperação judicial do Grupo SHC, o presidente da companhia, Sérgio Habib, garante que continuará importando os carros da JAC Motors. Ele acredita que fechará 2018 com cerca de 4 mil veículos vendidos e estima algo entre 5 mil e 6 mil unidades para o ano que vem.

O executivo concedeu entrevista durante o lançamento do JAC T50, com câmbio automático CVT (leia aqui). Confiante na recuperação da companhia, ele promete para fevereiro de 2019 um SUV de sete lugares e um carro elétrico para junho ou julho, o E40, este já com preço definido em R$ 129.990,00. Haverá também uma picape de cabine dupla.

Sobre as futuras importações, ele garante: “Agora ficou mais fácil”, comparando sua situação a quem vinha correndo por um campo de futebol carregando pedras e se livrou por algum tempo delas, na verdade dívidas com bancos, fornecedores, trabalhistas e cíveis. Elas ultrapassam os R$ 500 milhões.

“Ganhei seis meses para me capitalizar e ao fim desse prazo negociar com os credores”, afirma o presidente da JAC Motors do Brasil.

Além desse prazo a SHC contará também com a carência para o pagamento e parcelamentos de longo prazo.

Habib atribui a situação atual da companhia à Citroën, marca que começou a representar como importador nos anos 90, depois foi presidente da empresa quando seus carros começaram a ser produzidos no Brasil e seguiu sendo por muitos anos o maior concessionário no País, até entregar a bandeira este ano. “Ela reduziu o volume violentamente e não me permitiu diminuir a área de minhas concessionárias.”

O empresário recorda que a participação da marca francesa no mercado brasileiro de automóveis caiu de 3% em 2011 para 0,9% no acumulado de 2018. “Eu sozinho cheguei a vender 38 mil carros Citroën; este ano o volume total ficará abaixo dos 20 mil veículos”, recorda.

Por ter aderido ao Inovar-Auto e não ter erguido uma fábrica, Habib também tem uma dívida com o Governo Federal, pois importou carros da JAC sem pagamento da sobretaxação de 30 pontos percentuais de IPI, graças ao projeto de produção de veículos da marca chinesa na Bahia, que nunca saiu do papel. “Esta eu terei de sentar com eles e negociar”, disse o empresário, sem revelar o valor.

Ele também lamenta o que ocorreu em 2011. Em 18 de março daquele ano o empresário abriu simultaneamente 46 concessionárias JAC. Vendeu um grande volume de carros em pouco tempo, mas teria despertado a ira de fabricantes já instalados no Brasil. O resultado veio em forma de decreto, que em dezembro daquele ano aumentou em 30 pontos porcentuais a alíquota do IPI para carros importados vindos de fora do Mercosul e México.

“O governo assumiu o risco da condenação pela Organização Mundial do Comércio porque sabia que ela demoraria a acontecer, como de fato ocorreu”, diz. A rede JAC tem atualmente 25 concessionárias. Destas, 17 pertencem a Sérgio Habib.

Resultado de imagem para jac motors recuperação judicial

– Curta a Vida, Arnaldo!

E o Arnaldo Cezar Coelho se despediu das cabines. Teria sido mais difícil do que se despedir dos gramados? Não sei. Mas vai curtir a vida (se é que já não consegue fazer isso com a qualidade que deseja).

É inegável que a regra de futebol é obscura e tem inúmeros detalhes, mas o Arnaldo a popularizou com o bordão “A Regra é Clara. Ele criou esse mito que é mentira. Mas, confesso, é legal! Há os que usam essa pseudo-verdade para os mais diversos memes.

Um profissional do futebol desconhece o conjunto de regras do ofício que exerce. Ou você acha que jogador sabe “de cor e salteado” as 17 Leis dos jogos? Pior: e as observações cabeludas de cada uma delas? Às vezes, nem os árbitros têm segurança de aplicá-las no calor da partida. Imagine explicá-la para milhões de telespectadores em horário nobre. 

Arnaldo, como comentarista, muitas vezes brigava com a imagem e te dava a “oportunidade de bater”; mas em outro lance relatava um comentário qualquer que lhe calava a boca e te impressionava. Aí você é quem levava um “tapa de pelica”. 

Quem vai a Copa do Mundo, já tem mérito. Mesmo se for via política, sorte, competência ou qualquer outra coisa, ninguém vai sem um mínimo de capacidade. E apitar a final de um Mundial? Dispensa qualquer comentário. É o supra-sumo da carreira, onde raríssimos conseguirão e apenas pessoas especiais conseguiram. Além disso, comentar 8 Copas pela Rede Globo, o que dizer?

Eu não gostava de seu estilo apitando (sim, assisti vídeos). Mas sabia apitar quando queria, e fazia com maestria. Por fim, está na história da arbitragem mundial – e na da TV também.

Se eu fosse o Arnaldo, tirava pelo menos um ano sábatico. Eu não posso fazer isso, mas ele pode (e deveria).

Boa aposentadoria, amigo!

Resultado de imagem para Arnaldo Cesar Coelho

– Revigorado, com propósito de estar “de bem com a vida”

Estou de volta à ativa. Muita coisa aconteceu nos últimos dias, e eu precisava recarregar um pouco mais a minha carga de paciência, saúde e atitude.

No campo esportivo, não tive mais disposição de assistir o futebol. Me dava tristeza ver a baixíssima qualidade do “jogo jogado” e do “jogo apitado”. Pudera, o esporte por aqui tornou-se propriedade de alguns cartolas, com um presidente banido na CBF e seus comandados fazendo lambanças. Além, claro, da demagogia nas escalas de árbitros sem qualquer critério meritocrático que traga unanimidade. COMO É CHATO E ENFADONHO FALAR SOBRE ISSO. Enfim: “era uma vez o futebol-arte”, e com ele foi-se embora o árbitro-vocacionado, trocado pelos jovens “bombadinhos”.

No campo profissional, mudei minha rota e minha rotina. Desfiz-me do meu comércio (em destaque nas minhas atividades) e quero usar todo o tempo gasto nele para a área acadêmica. A propósito: amigos professores, estou à procura de universidades para lecionar! Como diriam os mais antigos: “Sou mais um na fila do INPS”.

No campo pessoal, fiz uma série de check-ups, literalmente de “cabo a rabo”, de ressonância até os mais cabeludos exames laboratoriais. Do que se apresentou de delicado, estou tratando com muita calma e sem medo.

Enfim, no campo familiar, consegui dedicar-me bem mais às pessoas que eu amo. E descobri que ficar muito tempo longe deles me faz mal; em especial, os minutos gastos com Redes Sociais (que sempre tive parcimônia com isso e hoje ainda mais) que tiram a total atenção que eu deveria ter. Nunca gostei de WhatsApp, e cronometrei sistematicamente o quanto tempo perco e as coisas que recebia nesse App. Simplesmente, avisei meus amigos: se é importante, me ligue, mande um e-mail ou sms. Principalmente as idiotices destes tempos de fanatismo e fake news. Aff! Quanta inutilidade… e quanto bobinho defendendo político de estimação como time de coração.

Pra quê esquentar a cabeça com isso?

Direita e Esquerda radicais são turmas para DESPREZAR, pois são movidas a fanatismos. Idem a puxa-sacos de escaladores de árbitros: pobres de espírito e que devotam uma vida a tais membros bem remunerados.

Coitados… e gostam de tecer árduas críticas, sem nunca ponderar suas opiniões, defendendo interesses pessoais e nunca os coletivos (e muitos usam desse argumento). Se escondem com pseudônimos e perfis falsos, somente para tumultuar. Nem respondo quando vejo ser “pau-mandado”, amigo-relógio ou viciado / fanático em algo. 

Não tenho que responder tudo o que leio ou que me escrevem. Bobagem, pois há muito “espírito de porco”. Aliás, como se auto-cercear por conta de “xaropes”? Uma coisa que me intriga: o cara segue outro na rede social para criticá-lo e se sente perturbado com isso? Ué, deixa de seguir! Caia fora, pois se não gosta, é ser idiota continuar seguindo. É igual o cara que mete o pau em programas esportivos, mas não perde uma exibição!

Por fim, passei por uma experiência maravilhosa nesse final de semana, mostrando-me o quanto tal materialismo e apego a vaidades faz mal: fiz a rota do turismo religioso no Vale do Paraíba!

Claro que a pessoa que professa e vive o catolicismo (caindo e se levantando em atos, fatos e força na fé), aproveitará por motivos óbvios o passeio. Mas atente-se:

1- Passei no Santuário do Frei Galvão (Santo Antonio Santanna Galvão, o 1o santo brasileiro, em Guaratinguetá) e pude ver o quão pura é a crença de muitos. Gente humilde, esperançosa e que busca graças. O dinheiro, para elas, de nada vale. Nosso clique por lá:

2- Fui ao Santuário do Pai das Misericórdias (Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista). Que terra santa! Gente mansa, pacífica, espiritualizada. A troco de quê sentir rancor ou desamor? Aliás, veja o altar:

3- Conheci o Santuário de Nossa Senhora da Santa Cabeça (em Cachoeira Paulista também), onde as pessoas buscam a cura da depressão, do esquecimento, do medo, das enxaquecas e de outras enfermidades da mente. Aliás, ver a “Sala dos Milagres”, onde as pessoas agradecem as graças alcançadas por tal incomum devoção à intercessão da Cabeça da Virgem Maria, faz você pensar nas prioridades de vida. Aqui:

4- Não tinha como não passear no Santuário Nacional de Aparecida, casa da nossa Mãe Padroeira, onde a elevação da alma é presente: em especial, no momento da Eucaristia nesse belo templo, como nesse retrato que tiramos por lá:

5- Desta vez, tive a oportunidade de conhecer o Seminário Bom Jesus, onde 3 Papas ali passaram: João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Este último, deixou de lembrança “a cuia de seu chimarrão”. Veja, pela ordem, esse mimo e na sequência: a Capela onde os Pontífices rezaram a missa dentro do Seminário e os quartos da parte do local onde se é também uma pousada. Pura paz:

A imagem pode conter: pessoas sentadas, mesa e área interna

6- Ops: demos uma esticadinha até Petrópolis, onde conhecemos os principais pontos turísticos e aprendemos um pouco da história de nosso país na “Cidade Imperial”, onde Dom Pedro II tinha apreço especial. O problema é que tivemos que passar num morro com inscrições do Comando Vermelho, além de que no pé da Serra com a BR-493 vivenciamos um arrastão (que não nos atingiu diretamente, mas nos assustou pelo pavor de quem sofreu). Coisas do Brasil… Trouxemos lindas recordações de momentos incríveis e alegres, como a Casa de Santos Dumont e o Palácio do Imperador (ambos viraram museus):

Para celebrar a vida e terminado esse post, a foto que diz muito a mim. Por mais momentos assim… (é a única coisa que realmente vale a pena):

Região Central de Petrópolis, com a Catedral de São Pedro Alcântara ao fundo. Eu entre algumas das mulheres maravilhosas da minha vida – e de todas as idades!

– Por uma excelente 4a feira!

Com a inspiração da beleza deste botão de rosa que desabrochou aqui em nosso jardim, não há porque imaginar que não tenhamos um bom dia de vida!

A delicadeza mostra sua grandeza. Ou melhor, a grandiosidade de cores! Contemple:

Se a flor não foi bela o suficiente, que tal nosso amanhecer? Olhe só, com o céu sendo “cortado”:

0F940A98-CB32-4D66-95A7-F92E946A9674

Boa quarta-feira a todos.

– Voltando!

Ufa. Definitivamente, após uma ausência de 45 dias com apenas algumas poucas  postagens em regime de exceção, estou voltando para a Web.

Desintoxiquei-me dos fanáticos, espaireci por uns dias e revigorei-me na disposição. Mais equilibrado física, espiritual e emocionalmente, retomando o caminho do lápis. Ops, digo, das teclas.

Na próxima postagem conto mais! O importante é voltar.

Resultado de imagem para botão liga e desliga

– Celebramos o Dia da Bandeira!

Hoje é Dia da Bandeira. Mas poucos se lembram da data devido ao excesso de feriados. Dia 02, 15, 20… No meu tempo de escola (faz mais ou menos algum tempo… rsrs) as festividades eram grandes no dia 19. Outrora foi dia cívico de guarda!

O certo é que o Hino da Bandeira é um dos mais belos que temos:

HINO À BANDEIRA

Salve lindo pendão da esperança/
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
/ A grandeza da 
Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
/ Este céu de puríssimo azul/ A verdura sem par destas matas/
E o esplendor do Cruzeiro do Sul/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado/
Compreendemos o nosso dever/ E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!/ Recebe o afeto que se encerra em nosso peito juvenil,/ Querido símbolo da terra/
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira/
Nos momentos de festa ou de dor/
Paira sempre sagrada bandeira/
Pavilhão da justiça e do amor!/ Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil/ Querido símbolo da terra/ Da amada terra do Brasil!

0027F778-67A2-41ED-8522-A0E4CC90C398

– A Naprotecnologia: um método aceito pelo Catolicismo como opção à “fertilização in vitro”

Tenho muitos amigos que, quando casados, descobriram que não podem ter filhos. Uma das soluções mais simples foi o nobre e generoso método da adoção.

A Igreja Católica possui algumas restrições à reprodução artificial, e àqueles que não desejam ferir o preceito religioso, segue uma boa alternativa.

Extraído de:

https://padrepauloricardo.org/blog/fertilizacao-in-vitro-com-os-dias-contados?utm_campaign=informativo_out_2018_iii&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

FERTILIZAÇÃO “IN VITRO” COM OS DIAS CONTADOS!

Levando em conta a porcentagem de nascimentos entre casais que seguem os tratamentos, seu índice de êxito é o dobro em comparação à fecundação assistida; seu custo é onze vezes menor, apesar de ela ser realizada por poucos médicos em todo o mundo; ela foi boicotada pelos lobbies da proveta e tem sido ignorada pelos sistemas de saúde nacionais. A naprotecnologia nasceu nos Estados Unidos e chegou à Europa há alguns anos, mas segue enfrentando o preconceito de quem a considera uma abordagem confessional da medicina, condicionada por dogmas religiosos.

Nada mais longe da realidade. É verdade que as práticas da naprotecnologia conformam-se rigorosamente à bioética católica; todavia, está comprovado que sua abordagem do problema da esterilidade é científica e clinicamente mais rigorosa do que aquela praticada no âmbito da fecundação assistida. Até por isso ela é mais eficaz: as estatísticas o confirmam.

“A diferença entre a naprotecnologia e a fecundação in vitro consiste no fato de que na primeira a questão fundamental é o diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Phill Boyle, ginecologista irlandês que ministra os cursos de formação em naprotecnologia para médicos de toda a Europa, em uma clínica da cidade de Galway. “O que se procura é uma explicação médica do por que um casal não consegue procriar, cuidando assim de eliminar o problema e ‘ajustar’ o mecanismo natural, devolvendo-lhe a harmonia.”

“No procedimento in vitro, ao contrário, o diagnóstico das causas não tem importância, os médicos querem simplesmente ‘ignorar o obstáculo’, levando a cabo uma fecundação artificial. Na naprotecnologia, o tratamento resolve o problema do casal, que depois pode ter outros filhos. Com o método in vitro, os cônjuges não se curam e seguem sendo um casal estéril, e para ter mais filhos deverão sempre confiar em um laboratório.”

“A naprotecnologia é a verdadeira fecundação assistida”, ironiza a ginecologista Raffaella Pingitore, a maior especialista de língua italiana no método, e que atua na clínica Moncucco, na cidade suíça de Lugano. “No sentido de que assistimos a concepção do início ao fim, ou seja, desde a fase de distinção dos marcadores de fertilidade na mulher até as intervenções farmacológicas e/ou cirúrgicas necessárias para permitir que o casal chegue de um modo natural à concepção.”

O nome do método deriva do inglês natural procreation technology, “tecnologia de procriação natural”. Mais que uma tecnologia, é um conjunto de técnicas diagnósticas e intervenções médicas que tem como objetivo discernir a causa da infertilidade e sua remoção específica.

Começa-se com as tabelas do modelo Creighton, que descrevem o estado dos biomarcadores da fecundidade durante todo o ciclo menstrual da mulher, e que se baseiam principalmente na observação do estado do muco cervical, feita pela própria mulher. O pilar que sustenta toda a naprotecnologia é a capacidade da mulher de se observar: ela é formada para isso na parte inicial do percurso. As tabelas corretamente preenchidas, com o estado do muco cervical dia após dia e os outros dados, são a base de todos os passos sucessivos. A partir disso já é possível diagnosticar carências hormonais, insuficiências lúteas e outros problemas passíveis de serem tratados com a receita dos hormônios que faltam.

Se a infertilidade persiste, prossegue-se com o exame detalhado do nível dos hormônios no sangue, a ecografia da ovulação e a laparoscopia avançada. Podem ser necessárias, então, intervenções de microcirurgia das trompas ou de laparoscopia avançada para remover as partes prejudicadas pela endometriose. O resultado final é uma porcentagem de nascidos vivos entre 50 e 60% do total dos casais que realizam os tratamentos durante no máximo dois anos (mas a maior parte concebe no primeiro ano), contra uma média de 20 a 30% entre os que recorrem aos ciclos da fecundação in vitro (em geral, seis ciclos).

“Uma das coisas que mais me escandaliza é a ampla negligência que existe no diagnóstico das causas de infertilidade”, explica Raffaella Pingitore. “Hoje, depois de poucos exames práticos, a mulher é encaminhada aos centros de fecundação assistida. Chegamos ao ponto de, há alguns anos, a ‘Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva’ (American Society for Reproductive Medicine) ter declarado a insuficiência lútea como inexistente, porque não podia ser ‘cientificamente’ diagnosticada. Nós temos condições de diagnosticá-la porque envolvemos a mulher e pedimos a ela que observe e descreva diariamente o estado de seu muco cervical. Esse procedimento nos permite diagnosticar a insuficiência lútea. Mas isso para muitos médicos é impensável: eles se limitam a colher uma amostra no 21.º dia do ciclo menstrual para medir o nível de progesterona. Mas só 20% das pacientes têm um ciclo perfeitamente regular, pelo que esse dado é quase sempre inútil para o diagnóstico.”

“Nos Estados Unidos, em Omaha, no estado de Nebraska, iam visitar o doutor Thomas Hilgers, o verdadeiro criador da naprotecnologia, mulheres às quais a endometriose havia sido descartada depois de uma laparoscopia. Mas, realizando-se uma laparoscopia mais avançada, descobria-se que em 90% dos casos a endometriose existia. Comigo aconteceu muitas vezes a mesma coisa. Uma laparoscopia avançada deveria ser uma prática padrão nos testes de esterilidade, mas, por se tratar de uma intervenção cirúrgica, a hostilidade é grande.”

Que o recurso indiscriminado à fecundação assistida esteja associado à negligência diagnóstica, é algo que se deduz também pelo elevado número de pacientes que recorrem com sucesso à naprotecnologia depois de ciclos fracassados de fecundação in vitro. O doutor Boyle afirma que nos últimos seis anos, no grupo de suas pacientes com menos de 37 anos que já haviam tentado dois ciclos de fecundação assistida, o percentual das que conceberam graças ao método de procriação natural é de 40%.

Raffaella Pingitore conta sua experiência pessoal:

“A paciente tinha 36 anos e desejava uma gravidez há oito anos; havia realizado no passado cinco ciclos de fecundação assistida sem êxito. Fiz com que ela registrasse a tabela dos marcadores de fertilidade, e notamos que havia uma fase satisfatória de muco fértil, mas os níveis hormonais estavam um pouco baixos, o que indicava uma ovulação um pouco defeituosa. Havia também sintomas de endometriose; realizei uma laparoscopia, encontrei a endometriose e coagulei os focos da doença no útero, nos ovários e nas trompas. Depois a submeti a uma terapia para que ela ficasse em menopausa durante seis meses: deste modo secavam-se bem todos os focos de endometriose que talvez ainda existissem; depois da terapia continuei com um fármaco, o Antaxone, com a dieta e com apoio da fase lútea com pequenas injeções de gonadotropina. Isso levou ao aumento dos hormônios, e no quarto mês de tratamento havia se alcançado um muco muito bom. No 17.º depois da ovulação realizamos o teste de gravidez, que resultou positivo.”

O cuidado do profissional eticamente motivado pode mais do que as técnicas artificiais. Prova-o a história da doutora Pingitore, e provam-no as estatísticas do doutor Boyle. Na Irlanda, ao longo de quatro anos, o ginecologista curou 1.072 casais que há mais de cinco anos lutavam para ter um filho. A idade média das mulheres era de 36 anos, e quase um terço delas já havia tentado ter um filho com a fecundação in vitro. Após seis meses de tratamento naprotecnológico, a eficácia do método foi de 15,9%. Após um ano, 35,5%. Após um ano e meio, 48,5% das pacientes havia ficado grávida. Se o tratamento durava dois anos, quase 65% das pacientes chegavam à gravidez.

Com uma base de pacientes muito menor, a doutora Pingitore, no biênio 2009-2011, obteve uma média de 47,3%. Nos Estados Unidos (país onde não existem leis limitando o número de embriões fecundados que podem ser transferidos para o útero), os índices de sucesso da fecundação assistida depois de seis ciclos são os seguintes: 30-35% para mulheres com idade inferior aos 35 anos; 25% para mulheres entre os 35 e os 37 anos; 15-20% para mulheres entre os 38 e os 40; 6-10% para mulheres com idade superior aos 40 anos.

Depois temos a questão (de modo algum secundária) dos custos, ainda que na Itália ela seja pouco discutida porque, à parte as pacientes com plano privado de saúde, as despesas da fecundação assistida correm a cargo do sistema público de saúde. Em tempos de austeridade econômica e de efeitos deletérios da dívida pública, no entanto, um olhar à relação de custo-benefício deveria valer também para nós. O fato é que, se comparamos os custos de dois anos de tratamento naprotecnológico com os de seis ciclos de fecundação assistida, a segunda custa onze vezes mais do que a primeira.

Um único ciclo de fecundação in vitro custa na Itália em torno de 3.750 euros, mais 1.000 euros de medicação, pelo que seis ciclos custariam 28.500 euros, aos quais se acrescentam outros 800 para o congelamento e a manutenção dos embriões, e 1.200 para a transferência dos mesmos, em um total de 30.500 (R$ 131.812, hoje). Por outro lado, ainda que se alargasse para dois anos o tratamento com a naprotecnologia, seus custos são modestos: 300 euros para o curso de formação nos métodos naturais, 800 para as consultas médicas e 1.500 para os medicamentos, em um total de apenas 2.600 euros. É provável que os parlamentos e os ministros da saúde europeus não sejam muito sensíveis aos temas bioéticos, mas eles dificilmente poderão fingir-se de surdos a pedidos para que se verifique a relação de custo-benefício entre os dois métodos.

“A naprotecnologia tem tudo para se difundir, ainda que seja só por um discurso ligado aos custos, nos quais vão incluídos também os efeitos colaterais da prática de fecundação assistida: não nos esqueçamos que as crianças que nascem com esta técnica têm mais probabilidade de malformações e problemas de saúde do que aquelas que nascem de forma natural”, recorda Raffaella Pingitore. “Em primeiro lugar, porém, é necessário vencer o lobby da procriação assistida. Trata-se de um lobby bilionário, que enriquece centenas de pessoas e que não deixará tão facilmente que se lhe coloque o bastão entre as rodas.”

bomba.jpg

– Brasil x Uruguai com poucos ingressos à venda!

Em meu tempo de infância, dia de amistoso da Seleção Brasileira era de parar as atividades! Grande expectativa e audiência “lá em cima” na TV aberta.

Pois bem: na 6ª feira, para o jogo no Emirates Stadium (como gostam de Londres, não?), somente os setores das cadeiras inferiores terão seus ingressos à venda para Brazil vs Uruguay!

Motivo: a baixa procura pela partida!

Quer dizer que um amistoso tão emblemático, que repete a final do Mundial de 50, com 7 títulos de Copa do Mundo em campo, não atrai justamente os ingleses, apaixonados pelo futebol e que lotam os estádios locais?

Que coisa…

bomba.jpg

Foto do Emirates Stadium, a “casa da Seleção Brasileira”.