– Que coisa, Carlos Ghosn!

Carlos Ghosn era “o cara”, exemplo de executivo (e brasileiro) enquanto presidiu a francesa Renault. Ao juntar-se com a japonesa Nissan, o novo conglomerado foi confiado a ele (que mesmo de maneira impopular demitiu muitos trabalhares japoneses para reduzir custos).

Agora, após a divulgação de sua sonegação pessoal de impostos, passa de exemplo a vilão. Viram as imagens dele nas Redes Sociais? Carrancudo, é claro. Mas taí algo a discutir: se recebe muito, por quê não pagar o imposto devido? Muitas vezes, é a ganância do “sempre mais”.

Até a semana passada, ele poderia ser usado em sala de aula aos alunos empreendedores como bom modelo. Mas pelo ocorrido, sempre teremos que “abrir aspas”.

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– Craques realmente não gostam de futebol?

Seria apenas um blábláblá para não serem importunados, ou realmente pensam e agem assim?

Ronaldo Nazário e Ronaldinho Fenômeno já declararam publicamente que não conseguem assistir a uma partida inteira de futebol. A primeira impressão é de que, como ex-atletas, estariam “cansados” do esporte que rendeu-lhes o ganha-pão e, portanto, desligam a TV!

Agora é a vez de Carlitos Tevez declarar algo que, sinceramente, acredito:

“Não gosto de assistir futebol. Se tem um canal passando Barcelona x Real, e em outro golfe, fico com o golfe.”

E que conclusão tiramos?

De que eles devem gostar das “peladas com amigos”: aquele jogo descompromissado, com muita alegria e bagunça. Futebol profissional, provavelmente, deve ser maçante como ofício a eles.

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– Por que não vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

 

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– Atletas de River Plate e Boca Jrs obedecerão o juizão e desfrutarão do momento decisivo?

A mim, surpreendeu que o primeiro jogo da decisão da Libertadores da América não tenha sido um festival de pontapés. O histórico de confusões entre atletas e torcedores levava a crer nisso, e, ao contrário, foi um ótimo jogo de futebol.

Veremos a repetição desse cenário no jogo de volta, neste sábado?

Andrés Cunha, o uruguaio que apitará a final, que por 3 dias está em concentração na cidade de Luque, no Paraguai (sede da Conmebol), mandou um recado aos jogadores através da “TV Conmebol”:

É um orgulho para mim e para toda a equipe estar nessa grande partida. A mensagem é para que os jogadores desfrutem de estar na final. Eles também ganharam essa oportunidade de estar nesta partida decisiva da Libertadores, então que desfrutem, que vivam a final, com respeito. Que ganhe o melhor em campo, e que saibam respeitar aquele que não seja o ganhador.

Três observações:

1- O meu desejo é igual ao do juizão. Mas se a vontade será acatada quando a bola rolar…

2- Um chileno apitou o jogo de ida; um uruguaio apitará o jogo de volta. Uma das partidas entre os dois argentinos em Buenos Aires não poderia ter um árbitro brasileiro? Estamos sem moral alguma, hein? Viva o Coronel Nunes e o seu voto de “rebeldia” (ou de burrice?) para a Copa de 2026, quebrando os acordos firmados com seus pares.

3- Alguém duvida que essa é a maior final da Libertadores de todos os tempos, mítica e misticamente falando? Creio que não há na América do Sul tal rivalidade igual ao  de Boca x River.

O juiz uruguaio Andrés Cunha vai apitar a decisão da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors — Foto: Reprodução de TV

– A incrível história de John Chau: Mártire cristão ou Fanático imprudente?

Viram a história daquele jovem missionário cristão, John Chau, morto por tentar falar de Jesus a uma tribo isolada da Índia numa ilha chamada “Sentinela do Norte”, após frustrada aproximação com os agressivos aborígenes de lá por duas vezes? Impressionante!

Me lembrei na hora sobre o que foi dito aos discípulos: “se alguém não vos receber, nem der ouvidos às vossas palavras, assim que sairdes daquela casa ou cidade, sacudi a poeira dos vossos pés.”

O rapaz fez exatamente o contrário: ao levar uma flechada de um menino na primeira oportunidade de contato (que não o matou naquela vez por ter atingido a Bíblia dele), voltou lá e acabou morto.

Vejam só que história. Seria persistência na evangelização, fanatismo, busca de ser mártire ou desconhecimento dos ensinamentos de Jesus?

Difícil dizer… o desejo ardente de falar do amor de Cristo aos nativos que querem permanecer isolados foi proporcional ao risco de não ser aceito e assassinado por quem não tem contato com a civilização moderna.

Aqui a matéria:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/11/23/deus-me-protegeu-escreveu-missionario-antes-de-ser-morto-a-flechadas-em-ilha.ghtml

DEUS ME PROTEGEU, ESCREVEU MISSIONÁRIO MORTO A FLECHADAS EM ILHA ISOLADA

John Chau, atacado por tribo isolada há séculos, deixou anotações sobre a tentativa de aproximação. ‘Vocês podem achar que eu sou maluco, mas acho que vale a pena declarar Jesus para essas pessoas’, escreveu; polícia indiana ainda não sabe como recuperar o corpo.

John Allen Chau, o missionário morto por membros de uma tribo isolada na Ilha Sentinela do Norte, escreveu na véspera que “Deus me protegeu e camuflou”, ao escapar de autoridades e sobreviver a um primeiro ataque.

O jovem de 27 anos pagou a pescadores para que o levassem até o local, em uma viagem proibida. Em anotações que deixou no barco, ele escreveu “Deus me protegeu e me camuflou contra a guarda costeira e a marinha”.

Um dia antes de morrer, Chau esteve na ilha e um menino tentou atingi-lo com uma flecha, que acertou sua Bíblia. Ele então nadou de volta ao barco dos pescadores, e só retornou na manhã seguinte, quando foi atacado por outros aborígenes.

“Por que um garotinho teve que disparar (a flecha) em mim hoje?”, escreveu. “A voz aguda dele ainda ecoa na minha cabeça”.

De acordo com a polícia indiana, as anotações deixadas por ele com os pescadores confirmam que ele sabia que corria o risco de morrer ao tentar contato com a tribo, que vive isolada há séculos e é extremamente agressiva contra qualquer um que se aproxime.

“EU NÃO QUERO MORRER. Seria mais esperto ir embora e deixar outra pessoa continuar. Não, eu acho que não”, diz um trecho do que ele escreveu, divulgado por jornais indianos. A autenticidade foi confirmada pela polícia.

Ao jornal “Washington Post”, Lynda Adams-Chau, mãe do jovem, entregou outras frases do filho. “Eu gritei ‘Meu nome é John, eu amo vocês e Jesus ama vocês’”, ele escreveu, relatando a primeira tentativa de contato, que terminou com a flecha disparada pelo menino.

Em seu último contato com a família, no dia de sua morte, em 16 de novembro, Chau escreveu “vocês podem achar que eu sou maluco com tudo isso, mas eu acho que vale a pena declarar Jesus para essas pessoas”.

Em um de seus últimos registros, o missionário refletiu sobre a morte. “Por que esse lugar lindo tem que ter tanta morte? Espero que esta não seja uma das minhas últimas anotações, mas se for, ‘Glória a Deus’”.

Ainda segundo Lynda, um amigo de seu filho disse a ela que o plano dele era “não contar a ninguém” com antecedência sobre o que iria fazer, para evitar colocar os colegas em risco.

Apesar da confirmação de sua morte pelos pescadores que o levaram ao local e viram o que aconteceu, a mãe disse ao jornal acreditar que Chau está vivo. Questionada porque, ela respondeu “minhas orações”.

O chefe de polícia de Port Blair, Deepak Yadav, diz que Chau pagou a cinco pescadores para que o levassem em um pequeno barco até a ilha, que fica no arquipélago indiano de Andaman e Nicobar, no Oceano Índico.

Mesmo sabendo que a viagem era ilegal, eles concordaram e providenciaram o transporte, e por isso estão presos. Um amigo de Chau e um guia turístico também estão detidos.

Segundo Yadav, eles chegaram à costa por volta da meia-noite de quarta-feira, dia 14. No dia seguinte, Chau usou um caiaque para se aproximar e tentar o primeiro contato. Os pescadores afirmam que o viram com vida pela última vez na sexta-feira.

Eles também contaram ter visto depois o corpo dele sendo arrastado e enterrado na praia.

Depois que os pescadores perceberam que Chau havia sido morto, eles partiram para Port Blair, a capital do arquipélago, onde deram a notícia a um amigo do jovem, que notificou sua família, segundo a France Presse.

A polícia sobrevoou a ilha na terça-feira, e uma equipe de policiais e funcionários do departamento florestal usou um barco da guarda costeira para viajar até lá na quarta-feira. Não ficou claro se eles voltaram desde então.

A polícia está consultando antropólogos, especialistas em bem-estar tribal e estudiosos para descobrir uma maneira de recuperar o corpo, disse Dependera Pathak, diretor-geral da polícia nas Ilhas de Andaman e Nicobar.

Em 21 de outubro, @johnachau postou que estava a caminho da região — Foto: Reprodução/Instagram/ John Chau

– Fotografar é um prazer!

Três cliques incríveis que me relaxaram dias atrás, e que servem para ilustrar o bom sábado que hoje há de ser! Abaixo:

1. Curtindo a natureza, contemplando a borboleta que resolveu fazer pose! Inspirou-se?

2. E as flores que embelezaram com tamanha perfeição e formato nossa página? Quem “bolou” as plantas, certamente foi o “Cara lá de Cima”! Clique 2:

3. Por fim, o sorriso da esposa querida e minhas filhas (as musicistas nota 1000) me trazem satisfação pessoal. Como é ótimo ter (e ser) família, não?

Fotografar é meu hobby! E que qual seja sua diversão, que a faça com muito prazer hoje!