– E como ficam os proprietários de veículos JAC?

Quando a JAC Motors chegou ao Brasil, fazia uma maciça propaganda em jornais, rádios e TVs (o Fausto Silva com seu “Domingão” era um grande divulgador).

Alguns carros eram modelos bacanas e com preço bom. Eu até fui tentado a procurar um, mas… quando fechou a concessionária da minha cidade, eu fiquei preocupado.

Agora, os representantes da chinesa no Brasil passam por dificuldades no negócio e a recuperação judicial vem aí.

E quem tem um veículo dessa marca, o que fazer? Aguentar a desvalorizar no preço da revenda?

Extraído de: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/28375/jac-continua-acelerando-apesar-da-recuperacao-judicial

JAC CONTINUA ACELERANDO, APESAR DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Grupo SHC ganha tempo para trazer novos modelos e renegociar dívidas

por MÁRIO CURCIO, AB | De Sousas (SP)

Apesar do pedido de recuperação judicial do Grupo SHC, o presidente da companhia, Sérgio Habib, garante que continuará importando os carros da JAC Motors. Ele acredita que fechará 2018 com cerca de 4 mil veículos vendidos e estima algo entre 5 mil e 6 mil unidades para o ano que vem.

O executivo concedeu entrevista durante o lançamento do JAC T50, com câmbio automático CVT (leia aqui). Confiante na recuperação da companhia, ele promete para fevereiro de 2019 um SUV de sete lugares e um carro elétrico para junho ou julho, o E40, este já com preço definido em R$ 129.990,00. Haverá também uma picape de cabine dupla.

Sobre as futuras importações, ele garante: “Agora ficou mais fácil”, comparando sua situação a quem vinha correndo por um campo de futebol carregando pedras e se livrou por algum tempo delas, na verdade dívidas com bancos, fornecedores, trabalhistas e cíveis. Elas ultrapassam os R$ 500 milhões.

“Ganhei seis meses para me capitalizar e ao fim desse prazo negociar com os credores”, afirma o presidente da JAC Motors do Brasil.

Além desse prazo a SHC contará também com a carência para o pagamento e parcelamentos de longo prazo.

Habib atribui a situação atual da companhia à Citroën, marca que começou a representar como importador nos anos 90, depois foi presidente da empresa quando seus carros começaram a ser produzidos no Brasil e seguiu sendo por muitos anos o maior concessionário no País, até entregar a bandeira este ano. “Ela reduziu o volume violentamente e não me permitiu diminuir a área de minhas concessionárias.”

O empresário recorda que a participação da marca francesa no mercado brasileiro de automóveis caiu de 3% em 2011 para 0,9% no acumulado de 2018. “Eu sozinho cheguei a vender 38 mil carros Citroën; este ano o volume total ficará abaixo dos 20 mil veículos”, recorda.

Por ter aderido ao Inovar-Auto e não ter erguido uma fábrica, Habib também tem uma dívida com o Governo Federal, pois importou carros da JAC sem pagamento da sobretaxação de 30 pontos percentuais de IPI, graças ao projeto de produção de veículos da marca chinesa na Bahia, que nunca saiu do papel. “Esta eu terei de sentar com eles e negociar”, disse o empresário, sem revelar o valor.

Ele também lamenta o que ocorreu em 2011. Em 18 de março daquele ano o empresário abriu simultaneamente 46 concessionárias JAC. Vendeu um grande volume de carros em pouco tempo, mas teria despertado a ira de fabricantes já instalados no Brasil. O resultado veio em forma de decreto, que em dezembro daquele ano aumentou em 30 pontos porcentuais a alíquota do IPI para carros importados vindos de fora do Mercosul e México.

“O governo assumiu o risco da condenação pela Organização Mundial do Comércio porque sabia que ela demoraria a acontecer, como de fato ocorreu”, diz. A rede JAC tem atualmente 25 concessionárias. Destas, 17 pertencem a Sérgio Habib.

Resultado de imagem para jac motors recuperação judicial

Anúncios

– Curta a Vida, Arnaldo!

E o Arnaldo Cezar Coelho se despediu das cabines. Teria sido mais difícil do que se despedir dos gramados? Não sei. Mas vai curtir a vida (se é que já não consegue fazer isso com a qualidade que deseja).

É inegável que a regra de futebol é obscura e tem inúmeros detalhes, mas o Arnaldo a popularizou com o bordão “A Regra é Clara. Ele criou esse mito que é mentira. Mas, confesso, é legal! Há os que usam essa pseudo-verdade para os mais diversos memes.

Um profissional do futebol desconhece o conjunto de regras do ofício que exerce. Ou você acha que jogador sabe “de cor e salteado” as 17 Leis dos jogos? Pior: e as observações cabeludas de cada uma delas? Às vezes, nem os árbitros têm segurança de aplicá-las no calor da partida. Imagine explicá-la para milhões de telespectadores em horário nobre. 

Arnaldo, como comentarista, muitas vezes brigava com a imagem e te dava a “oportunidade de bater”; mas em outro lance relatava um comentário qualquer que lhe calava a boca e te impressionava. Aí você é quem levava um “tapa de pelica”. 

Quem vai a Copa do Mundo, já tem mérito. Mesmo se for via política, sorte, competência ou qualquer outra coisa, ninguém vai sem um mínimo de capacidade. E apitar a final de um Mundial? Dispensa qualquer comentário. É o supra-sumo da carreira, onde raríssimos conseguirão e apenas pessoas especiais conseguiram. Além disso, comentar 8 Copas pela Rede Globo, o que dizer?

Eu não gostava de seu estilo apitando (sim, assisti vídeos). Mas sabia apitar quando queria, e fazia com maestria. Por fim, está na história da arbitragem mundial – e na da TV também.

Se eu fosse o Arnaldo, tirava pelo menos um ano sábatico. Eu não posso fazer isso, mas ele pode (e deveria).

Boa aposentadoria, amigo!

Resultado de imagem para Arnaldo Cesar Coelho

– Revigorado, com propósito de estar “de bem com a vida”

Estou de volta à ativa. Muita coisa aconteceu nos últimos dias, e eu precisava recarregar um pouco mais a minha carga de paciência, saúde e atitude.

No campo esportivo, não tive mais disposição de assistir o futebol. Me dava tristeza ver a baixíssima qualidade do “jogo jogado” e do “jogo apitado”. Pudera, o esporte por aqui tornou-se propriedade de alguns cartolas, com um presidente banido na CBF e seus comandados fazendo lambanças. Além, claro, da demagogia nas escalas de árbitros sem qualquer critério meritocrático que traga unanimidade. COMO É CHATO E ENFADONHO FALAR SOBRE ISSO. Enfim: “era uma vez o futebol-arte”, e com ele foi-se embora o árbitro-vocacionado, trocado pelos jovens “bombadinhos”.

No campo profissional, mudei minha rota e minha rotina. Desfiz-me do meu comércio (em destaque nas minhas atividades) e quero usar todo o tempo gasto nele para a área acadêmica. A propósito: amigos professores, estou à procura de universidades para lecionar! Como diriam os mais antigos: “Sou mais um na fila do INPS”.

No campo pessoal, fiz uma série de check-ups, literalmente de “cabo a rabo”, de ressonância até os mais cabeludos exames laboratoriais. Do que se apresentou de delicado, estou tratando com muita calma e sem medo.

Enfim, no campo familiar, consegui dedicar-me bem mais às pessoas que eu amo. E descobri que ficar muito tempo longe deles me faz mal; em especial, os minutos gastos com Redes Sociais (que sempre tive parcimônia com isso e hoje ainda mais) que tiram a total atenção que eu deveria ter. Nunca gostei de WhatsApp, e cronometrei sistematicamente o quanto tempo perco e as coisas que recebia nesse App. Simplesmente, avisei meus amigos: se é importante, me ligue, mande um e-mail ou sms. Principalmente as idiotices destes tempos de fanatismo e fake news. Aff! Quanta inutilidade… e quanto bobinho defendendo político de estimação como time de coração.

Pra quê esquentar a cabeça com isso?

Direita e Esquerda radicais são turmas para DESPREZAR, pois são movidas a fanatismos. Idem a puxa-sacos de escaladores de árbitros: pobres de espírito e que devotam uma vida a tais membros bem remunerados.

Coitados… e gostam de tecer árduas críticas, sem nunca ponderar suas opiniões, defendendo interesses pessoais e nunca os coletivos (e muitos usam desse argumento). Se escondem com pseudônimos e perfis falsos, somente para tumultuar. Nem respondo quando vejo ser “pau-mandado”, amigo-relógio ou viciado / fanático em algo. 

Não tenho que responder tudo o que leio ou que me escrevem. Bobagem, pois há muito “espírito de porco”. Aliás, como se auto-cercear por conta de “xaropes”? Uma coisa que me intriga: o cara segue outro na rede social para criticá-lo e se sente perturbado com isso? Ué, deixa de seguir! Caia fora, pois se não gosta, é ser idiota continuar seguindo. É igual o cara que mete o pau em programas esportivos, mas não perde uma exibição!

Por fim, passei por uma experiência maravilhosa nesse final de semana, mostrando-me o quanto tal materialismo e apego a vaidades faz mal: fiz a rota do turismo religioso no Vale do Paraíba!

Claro que a pessoa que professa e vive o catolicismo (caindo e se levantando em atos, fatos e força na fé), aproveitará por motivos óbvios o passeio. Mas atente-se:

1- Passei no Santuário do Frei Galvão (Santo Antonio Santanna Galvão, o 1o santo brasileiro, em Guaratinguetá) e pude ver o quão pura é a crença de muitos. Gente humilde, esperançosa e que busca graças. O dinheiro, para elas, de nada vale. Nosso clique por lá:

2- Fui ao Santuário do Pai das Misericórdias (Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista). Que terra santa! Gente mansa, pacífica, espiritualizada. A troco de quê sentir rancor ou desamor? Aliás, veja o altar:

3- Conheci o Santuário de Nossa Senhora da Santa Cabeça (em Cachoeira Paulista também), onde as pessoas buscam a cura da depressão, do esquecimento, do medo, das enxaquecas e de outras enfermidades da mente. Aliás, ver a “Sala dos Milagres”, onde as pessoas agradecem as graças alcançadas por tal incomum devoção à intercessão da Cabeça da Virgem Maria, faz você pensar nas prioridades de vida. Aqui:

4- Não tinha como não passear no Santuário Nacional de Aparecida, casa da nossa Mãe Padroeira, onde a elevação da alma é presente: em especial, no momento da Eucaristia nesse belo templo, como nesse retrato que tiramos por lá:

5- Desta vez, tive a oportunidade de conhecer o Seminário Bom Jesus, onde 3 Papas ali passaram: João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Este último, deixou de lembrança “a cuia de seu chimarrão”. Veja, pela ordem, esse mimo e na sequência: a Capela onde os Pontífices rezaram a missa dentro do Seminário e os quartos da parte do local onde se é também uma pousada. Pura paz:

A imagem pode conter: pessoas sentadas, mesa e área interna

6- Ops: demos uma esticadinha até Petrópolis, onde conhecemos os principais pontos turísticos e aprendemos um pouco da história de nosso país na “Cidade Imperial”, onde Dom Pedro II tinha apreço especial. O problema é que tivemos que passar num morro com inscrições do Comando Vermelho, além de que no pé da Serra com a BR-493 vivenciamos um arrastão (que não nos atingiu diretamente, mas nos assustou pelo pavor de quem sofreu). Coisas do Brasil… Trouxemos lindas recordações de momentos incríveis e alegres, como a Casa de Santos Dumont e o Palácio do Imperador (ambos viraram museus):

Para celebrar a vida e terminado esse post, a foto que diz muito a mim. Por mais momentos assim… (é a única coisa que realmente vale a pena):

Região Central de Petrópolis, com a Catedral de São Pedro Alcântara ao fundo. Eu entre algumas das mulheres maravilhosas da minha vida – e de todas as idades!

– Por uma excelente 4a feira!

Com a inspiração da beleza deste botão de rosa que desabrochou aqui em nosso jardim, não há porque imaginar que não tenhamos um bom dia de vida!

A delicadeza mostra sua grandeza. Ou melhor, a grandiosidade de cores! Contemple:

Se a flor não foi bela o suficiente, que tal nosso amanhecer? Olhe só, com o céu sendo “cortado”:

0F940A98-CB32-4D66-95A7-F92E946A9674

Boa quarta-feira a todos.

– Em busca da Concórdia, sem Compreender mas querendo o Amor

Do nada. Mas do nada mesmo, ou graças a tudo (ou ao Tudo, ou melhor, ao Todo que está no Alto)? Surgiu

“Na vida, há muita coisa que a gente tenta entender, mas não consegue. Tudo bem. Se conseguir perdoarmesmo sem ter entendidovaleu o esforço.
Entendeu?
Não precisa do entendimento. Carece-se de mansidão.”

(Pensamento da Madrugada).

Parece raso, mas é profundo. Mais do que isso: é necessário!

(Mosaico do filho pródigo do Santuário “Pai das Misericórdias”, que retrata aquele que tudo tinha e ao perder seus bens, percebeu que aquilo nada valia e volta aos braços do Pai Piedoso).