– A oferta no Altar é o que determina a qualidade de vida?

Assisti esse vídeo no qual Edir Macedo, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, pede aos fiéis que sejam generosos com o dízimo.

Todas as Igrejas precisam das ofertas de seus fiéis, isso é líquido e certo, afinal, as contas vencem e existem despesas. Claro, há a questão da fiscalização do destino desse dinheiro, mas aí é da conta da comunidade que oferta.

Entretanto, acho extremamente polêmica a forma como Edir Macedo pede nessa gravação, pois fala da oferta em “valores colocados no altar”, condicionando a benção de Deus dependendo do que é ofertável!

Sim, é a Teoria da Prosperidade, defendida por muitos irmãos separados do Catolicismo. Não estou desdenhando ou acusando a fé alheia, mas não concordo com essa justificativa. Quantas vezes vimos Jesus pedindo dinheiro? Disse Ele: a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.

Insisto: os dízimos devem ser ofertados para a manutenção das obras paroquiais (daí a grande necessidade de se ter dizimistas comprometidos), não para fazer barganha com o Criador.

O vídeo está em: https://youtu.be/2NB2zXbR97I

O que você pensa sobre isso?

Em tempo: novamente reforço – respeito todas as crenças, é apenas uma postagem reflexiva sobre o dízimo verdadeiro!

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