– 72 anos do Maluco Beleza!

Se vivo fosse, Raul Seixas completaria hoje 72 anos!

Ah se não fossem as drogas… 

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– Bem-vinda, 4a feira!

Bom dia! 5 Cliques no estilo mobgráfico para motivar mais uma jornada:

1- Logo cedinho, fui correr para gastar endorfina. Motivando:

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2- Durante a corrida, rezando em Santo Irineu de Lyon, que pregava: “É na nossa fraqueza que Deus se manifesta”. Meditando:

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3- Terminado o cooper, a melhor amiga do homem (a cadela), me esperando sorridente no portão (parece letra do Roberto Carlos – a canção “O Portão). Distraindo:

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4- Pós-treino, alongando entre as flores do jardim, pois jardinagem é nosso hobby. Relaxando:

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5- Indo trabalhar acompanhando a alvorada colorida e inspiradora. Contemplando:

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Ótima quarta-feira para todos!

– Levir e Luxemburgo são atuais?

No sábado tivemos a vitória do Sport Recife em cima do Santos na Vila Belmiro. E duas coisas precisam ser discutidas:

  • Levir Culpi, de boas entrevistas, é um treinador atualizado? Ou está no Peixe por ser um “reformador de elencos” que barra estrelas, reconhecidamente?
  • Vanderlei Luxemburgo, outrora estrategista e de currículo vencedor, é um técnico que conhece o que há de mais novo mundo afora? Ou está no Leão por ser um “cara de nome”, que chama os holofotes para si?

Não desdenho de nenhum dos dois nomes (respeito-os muito), apenas questiono: eles têm estudado? Eles estão a par de tudo o que há de mais moderno? Estão em boa fase?

Vale refletir… eles estão “configurados” ao futebol moderno?

– Crianças podem errar!

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

Esses radicalismos cada vez mais estão sendo usados para educar as crianças. Ou são perfeitas ou fracassadas, não podendo, então, errar nunca!

Crianças devem errar para aprender! Mas como “controlar esses erros” e até onde há a permissão para eles?

Carl Honoré, filósofo, fala sobre como os adultos tornam muitas vezes a fase infantil em fase de preparo “pré-stress”.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2082/criancas-precisam-de-liberdade-para-errar-o-filosofo-escoces-diz-153093-1.htm

CRIANÇAS PRECISAM DE LIBERADADE PARA ERRAR

por Suzane Frutuoso

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.

ISTOÉ – Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil? Carl Honoré – Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.

ISTOÉ – Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo?
Honoré – Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios – na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.

ISTOÉ – Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial?
Honoré – É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.

ISTOÉ – Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças?
Honoré – Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos.

Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada.

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

ISTOÉ – Por que isso acontece?
Honoré – Porque os pais dessa geração perderam a autoconfiança. O que nos torna iscas fáceis de empresas que criam produtos desnecessários para cuidar de crianças. Ao mesmo tempo, a sociedade é profundamente impaciente. Queremos tudo agora. E achamos complicado recuar e deixar as coisas acontecerem. Sou pai e sei como é confuso criar uma criança nos dias de hoje. O foco do livro não é demonizar os pais. É nos fazer menos culpados e inseguros em relação aos nossos filhos.

ISTOÉ – Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável?
Honoré – Primeiro, não pressionando os muito pequenos. No esporte, há um número recorde de crianças com lesões graves, como rompimento dos ligamentos, porque estão treinando como profissionais. Quando crescem, deixam o esporte de lado por perderem o prazer de praticá-lo devido à competição que viveram muito jovens. Para medir a paixão de um filho por algo é necessário observar, ouvir e ler os sinais dele. Se nunca fala sobre uma atividade que pratica pode ser sinal de que não está completamente engajado naquilo. Se dorme no carro a caminho da atividade ou tem olheiras, provavelmente está sendo exigido demais. Se você tem de brigar para que um filho se dedique ao que faz, talvez seja hora de parar. A resistência contínua é sinal de que a atividade não é a ideal para a criança. Ou não é o momento certo. Também é crucial não deixá-la preocupada em relação ao desempenho. Encoraje-a a se dedicar constantemente, mas sem pressa. O pai do golfista Tiger Woods permitiu que ele fosse adiante num ritmo comedido. Sua política era fazer Tiger se desenvolver em seu próprio ritmo, nada além disso. E olhe como funcionou!

ISTOÉ – Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis?
Honoré – Talvez existam. Em ambos os casos, elas são prejudicadas ao serem impedidas de viver uma infância apropriada. O tempo delas não lhes pertence realmente. Criadas assim serão menos criativas. Estão tão preocupadas em agradar aos adultos e fazer tudo certo que não aprendem a pensar por si sós e a olhar para dentro de si mesmas. Sofrem com stress. Como têm cada minuto organizado e supervisionado por adultos, mais tarde descobrirão que é difícil viver por conta própria. Nunca amadurecerão. Há pouco tempo, soube do caso de um professor que pediu a um rapaz de 19 anos que desligasse o celular em aula e ouviu: “Por que você não resolve isso com a minha mãe?” Há pais que estão indo a entrevistas de trabalho com os filhos negociar salários e benefícios.

ISTOÉ – Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados?
Honoré – Muito. Eles têm um mundo de conselhos, alertas e opções – e ficam sem saber o que fazer. E quando não sabemos o que fazer acabamos fazendo o que todo mundo está fazendo. Pais confiantes são resistentes ao pânico e à pressão, conseguindo assim encontrar o caminho para educar seus filhos. Não existe fórmula mágica para educar. Cada criança é única, assim como cada família. O segredo é encontrar a fórmula que funciona melhor para você e seu filho.

ISTOÉ – Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos?
Honoré – É o mesmo fenômeno aqui na Inglaterra. Eles querem que o filho entre numa boa universidade. O problema é o sistema para chegar lá. As melhores escolas são tão obcecadas em alcançar as maiores pontuações nos exames de avaliação que a educação sofre falhas. Há colégios hoje que são como fábricas com uma linha de produção. É uma escolha difícil para os pais. Não se pode esperar que sacrifiquem o futuro de seus filhos. Então, acredito que seja a única coisa que esses pais podem fazer nas atuais circunstâncias. Mas há outro ponto a ser lembrado. Criar um mundo perfeito para seu filho, no qual tudo é gerado de acordo com as necessidades dele, em que as emoções dele sempre vêm primeiro, não é uma preparação razoável para a vida adulta. Não é assim que o mundo real funciona. Nem todos aqueles que vão para as melhores escolas particulares e mais renomadas universidades são mais felizes, saudáveis e bem-sucedidos.

O que é fundamental na educação de uma criança?
Honoré – Elas precisam de tempo e espaço para explorar seu próprio mundo. Precisam de amor e atenção. Devem ter permissão para se arriscar.

Há um movimento na Inglaterra contra festas de aniversário esbanjadoras. Muitos pais estão limitando os presentes que os filhos recebem ou até os proibindo. Estão reaprendendo a dizer não. Investimos tempo, dinheiro e energia num currículo matador para nossos filhos, mas tendemos a vacilar na disciplina. Do mesmo modo, crianças precisam dizer não para nós às vezes. Vejo uma mudança se aproximando. Pelo mundo, escolas estão revendo a obsessão por exames e evitando o excesso de atividades acadêmicas para que os alunos tenham tempo de relaxar, refletir e aprender coisas sozinhos.

Há pouco tempo uma escola escocesa eliminou a lição de casa para as crianças de 3 a 13 anos. Em um ano, as notas em matemática e ciências melhoraram 20%.

ISTOÉ – Há outros exemplos?
Honoré – Sim. Para que os jovens voltem a se interessar por esportes, as ligas esportivas estão reprimindo o abuso de pais que enfatizam a importância de ganhar a qualquer custo. Recentemente, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) reformulou o formulário de matrículas com ênfase num número menor de atividades extracurriculares que os alunos considerassem importantes para a futura carreira e optassem por assuntos que lhes despertassem paixão. Até mesmo Harvard está revendo o excesso de atividades, como mostra uma carta da direção encaminhada aos novos alunos.

“Você pode equilibrar melhor sua vida se participar de algumas atividades por puro divertimento, mais do que daquelas que imagina que serão um diferencial para conseguir emprego. As relações humanas que você construir com seus colegas pode ter uma influência maior em sua vida futura do que o número de cursos que você fará.” O título: “Vá devagar: absorvendo mais de Harvard fazendo menos.”

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– Professores voluntários que mudam a vida das pessoas!

Amigos, compartilho essa belíssima matéria do projeto “Generosidade”, a respeito de professores que oferecem seu tempo no ensino solidário, voluntário e gratuito a quem precisa!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245336-15228,00-UMA+NOVA+CHANCE+PROFISSIONAL.html

UMA NOVA CHANCE PROFISSIONAL

Por Luciana Vicária

Como um grupo de professores voluntários ensina um ofício a quem precisa. E oferece às empresas os técnicos que elas mais procuram

Em uma pequena sala de aula em Carapicuíba, na Grande São Paulo, o paulistano Jair Leal, de 31 anos, teve seu primeiro contato com instalações de equipamentos de som. Ele foi aluno do curso de autoelétrica oferecido pela Associação Beneficente Cristã em Carapicuíba (ABCCar). “Era a chance de que eu precisava para aprimorar meus conhecimentos e abrir meu próprio negócio”, diz Leal, hoje dono de uma oficina de elétrica. A ABCCar é uma instituição sem fins lucrativos criada com o objetivo de ensinar um ofício a quem não pode pagar por um curso convencional. Ela só existe porque seu idealizador, Paulo Rogério de Oliveira, de 43 anos, colocou em prática algo em que diz acreditar desde pequeno. “O conhecimento deve ser um bem coletivo – e replicável”, afirma.

Baiano de Ibititá, uma cidade com vocação agrícola, Oliveira trabalhou na roça com a família e ajudou os pais a criar seus sete irmãos mais novos. Aos 18 anos deixou sua cidade para estudar processamento de dados e tentar a vida em São Paulo. Abriu uma microempresa de manutenção de informática e passou a dar aulas de computação em casa para reforçar o orçamento. “O problema é que eu não conseguia cobrar do aluno que não me pagava em dia”, diz Oliveira. “Eu pensava nas dificuldades pelas quais passei e perdoava.”

A situação se repetiu tantas vezes que Oliveira decidiu fazer de sua vocação uma causa social. Comprou computadores usados no centro de São Paulo, pegou emprestado uma sala de escritório e passou a ensinar informática a cerca de 20 pessoas da comunidade. Cobrava um valor simbólico (R$ 10 por mês) para arcar com custos como apostilas e energia elétrica. A procura pelo curso cresceu tão rapidamente que Oliveira teve de recrutar novos voluntários. Além de informática, a ABCCar passou a oferecer cursos como contabilidade, recursos humanos, manicure e cabeleireiro. Durante o dia, Oliveira trabalha no serviço funerário da prefeitura de Carapicuíba. No tempo que lhe resta, inclusive nos finais de semana, é professor na instituição.

Nos últimos oito anos, a atividade cresceu. O ABCCar incorporou mais duas salas, emprestadas por igrejas do município, embora a instituição não tenha vínculo oficial com igrejas. Sempre atendendo poucos alunos de cada vez, de turma em turma, o curso já recebeu 12 mil estudantes. Cerca de 10 mil se formaram. São pessoas como Leal, dono da oficina e hoje professor voluntário na ABCCar. Outra aluna, Fernanda dos Santos, começou a estudar como empregada doméstica e hoje é contadora em uma multinacional. O pedreiro João Sampaio abriu um salão de beleza. “Abandonei os tijolos e virei mãos de tesoura”, diz.

Os cursos profissionalizantes de nível médio e superior foram os que mais cresceram no Brasil no último ano, de acordo com o Ministério da Educação. Cerca de 90% dos que se formam já saem empregados, revela a Confederação Nacional da Indústria. “A mão de obra que a ABCCar produz é uma das mais requisitadas do país”, afirma Bruna Dias, gerente de orientação de carreira da Cia. de Talentos, uma das maiores empresas de recrutamento e seleção do país. “São cursos rápidos que encurtam o caminho com o mercado de trabalho, aumentam a renda e as perspectivas de crescimento profissional”, diz.

É por isso que, mesmo sem oferecer um certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, os alunos da ABCCar são requisitados pelas empresas. As salas-laboratório ainda são equipadas com material emprestado ou doado. “Muitos deles são antigos e defasados, mas o contato com a prática desperta o interesse dos estudantes”, diz Oliveira. “Quando o aluno se dá conta de que estamos ali por ele, e não para ganhar dinheiro, passa a nos respeitar e aproveita a chance.” A ABCCar nem sempre forma alguém para o mercado. Há quem desista no meio do caminho ou não coloque em prática o que aprendeu. “Mas ninguém passa ileso por lá”, diz Leal, o dono da oficina. O mais importante, segundo Oliveira, é resgatar a autoestima dos alunos. “Tento mostrar que eles podem fazer mais por si próprios, pelo outro e pelo país. Transmitir o conhecimento é apenas uma das funções do voluntário”, afirma.

A luta para pagar as contas é constante. A ONG não tem o título de utilidade pública, um documento importante que a reconhece como organização sem fins lucrativos. Sem o documento, não é possível receber doações formais ou emitir recibos. É por essa razão que não basta contar com a mensalidade dos cursos, entre R$ 10 e R$ 30, para sustentar a instituição. Oliveira rifa eletrodomésticos e realiza feijoadas coletivas numa escola estadual da região. “Quando sobra, pago cursos aos professores ou até ajudo com o combustível”, diz.

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– Diego Souza: vale tudo isso?

O bom jogador Diego Souza está sendo namorado pelo Palmeiras. Para voltar ao time no qual já jogou, o Sport pediu 15 milhões de reais pelos seus direitos federativos. Até aí, normal: é uma negociação cara (embora, sejamos justos: não é um craque na acepção da palavra, mas sim um atleta muito bom).

O detalhe é: diz-se que no Sport ele recebe R$ 450 mil, e no Palmeiras ganharia R$ 800 mil!

Cá entre nós: não é muito dinheiro? Quanto receberiam Zico, Rivelino, Tostão, e outros atletas no auge, se fossem jogadores hoje?

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– Tudo é questão de interpretação: está com ou sem moral Luís Inácio?

De acordo com a última pesquisa Datafolha (divulgada na 2a feira), se a Eleição para Presidente da República fosse hoje, Lula seria o mais votado entre os candidatos com 30% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, Lula seria o mais rejeitado entre todos eles, com 46% das repulsas de voto.

Ou seja, uma parcela (significativa) da população quer Lula; outra parcela (com significância ainda maior), não o quer!

Num dos cenários, o 1o turno seria composto por (em %): Lula 30, Jair Bolsonaro 16, Marina Silva 15, Geraldo Alckmin 8, Ciro Gomes 5, Luciana Genro 2, Eduardo Jorge 2, Ronaldo Caiado 2, Brancos / Nulos 10%, Indecisos 10.

Em quem você não votaria (em %): Lula 46, Geraldo Alckmin 34, Jair Bolsonaro 30, Fernando Haddad 28, Ciro Gomes 26, Marina Silva 25, Luciana Genro 24%, Ronaldo Caiado 23, Sérgio Moro 22, Eduardo Jorge 21, João Dória Jr 20, Joaquim Barbosa 16.

A pergunta é: serão esses senhores realmente candidatos? O que eles podem contribuir ao Brasil? Todos são honestos?

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– 3a feira começando.

E o novo dia desperta, pronto para ser vivido. Como a jornada está corrida, vamos lá (em 4 fotos):

Despertando para correr:

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Correndo e Meditando com Nossa Senhora do Imaculado Coração:

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Alongando pós-cooper entre as flores:

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Contemplando o céu colorido que acorda magnificamente:

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Ótima terça-feira para todos!

– Diferenciando Política e Politicagem

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

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– Trabalhar em pé está virando moda nas grandes empresas?

Organizações como Google e Facebook estão incentivando seus funcionários a trabalharem em pé, a fim de queimar calorias.

E se a moda pegasse na sua empresa? O que você acharia?

Extraído de: http://is.gd/pr4Wyd

SAIA DA CADEIRA

A nova moda do Vale do Silício nos EUA é trabalhar em pé. Saiba as vantagens:

por Luciele Velluto

No começo de 2011, a fundadora e editora do site americano sobre o estilo de vida hacker LifeHacker, Gina Trapani, estava com alguns quilos acima do peso. Para queimar calorias, Gina, que ficava até 50 horas por semana sentada em frente do computador, tomou uma decisão aparentemente radical: resolveu trabalhar em pé. Elevou a altura de sua mesa e começou a escrever os seus textos longe da cadeira. “Os primeiros dias foram brutais, tão dolorosos que eu duvidei de toda a ideia”, disse ela, que contou sua experiência aos leitores do LifeHacker. “No quinto dia, eu me distraí no trabalho por duas horas até perceber que estava fazendo tudo em pé. Agora, essa é minha nova posição normal.”

Assim como Gina, funcionários do Google e do Facebook, no Vale do Silício, região da Califórnia, onde ficam as empresas de tecnologia, estão se sentindo mais confortáveis trabalhando em pé, em uma moda que tem tudo para chegar ao Brasil em breve. Suas motivações são muitas, mas a principal delas são pesquisas médicas que apontam os benefícios de ficar no escritório longe da cadeira. Um estudo da Sociedade Americana de Câncer, de 2010, por exemplo, descobriu que mulheres que ficam sentadas mais de seis horas por dia têm 37% mais chances de morrer prematuramente do que aquelas que passam três horas sentadas.

A American College Cardiology também concluiu que os sedentários da mesa de trabalho tradicional têm uma taxa de mortalidade mais alta que os que não ficam com o traseiro na cadeira. Permanecer por muito tempo parado sentado em frente do computador aumenta os risco de problemas cardíacos, diabetes e pressão alta, entre outros problemas que também são associados ao sedentarismo. “Dar opções de trabalho faz parte da cultura das empresas do Vale do Silício”, afirma Luis Samra, gerente-geral da Evernote para a América Latina, empresa americana que oferece aplicativos e bloco de notas online, que também adotou para 30 dos seus 180 funcionários a nova mesa de trabalho elevada.

Segundo Samra, o pedido foi feito pelos próprios profissionais. Outra novidade que está sendo adotada por empresas é a mesa com esteira ergométrica. Nessa estação de trabalho, o usuário pode trabalhar em seu notebook enquanto caminha. A Evernote foi uma das companhias que colocaram à disposição de seus funcionários esse equipamento. “Elas estão em uso constante o dia todo”, diz Samra. Mas mesmo com todas essas opções para queimar calorias, as cadeiras não foram totalmente abolidas no Vale do Silício. As mesas altas da Evernote são elétricas e podem ser reguladas conforme a altura desejada. No Google e Facebook, cadeiras também altas ficam disponíveis para quem quiser se sentar.

No Brasil, as filiais locais do Google e do Facebook não adotaram a ideia. “Isso deve demorar a chegar por aqui, pois ainda estamos discutindo o trabalho em casa”, afirma Zuca Palladino, gerente da divisão de marketing e vendas da empresa de recrutamento inglesa Michael Page. O professor de fisioterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Cássio Siqueira recomenda a quem quiser adotar a ideia usá-la com moderação. Ele explica que ficar muito tempo em pé também provoca dor nas costas, mantém a mesma musculatura contraída por muito tempo gerando fadiga e ainda dificulta a circulação sanguínea nas pernas e nos pés. “A melhor opção seria variar em pé e sentado”, diz Siqueira.

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– Aniversário de Gilberto Gil e Frase Marcante

Gilberto Gil assopra as velhinhas hoje. Gênio musical, mas de certas polêmicas criadas. Me recordo que exatamente há 5 anos, declarou que os intelectuais da Bossa e os adeptos jamaicanos do Reggae usaram as propriedades da Canabbis para potencializar suas obras.

Ah, não vale nem comentar. Em suma: fumar maconha deixa o sujeito inteligente?

Tenha santa paciência…

Gilberto Gil é craque como músico. Mas horrendo na defesa das drogas

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– Colabore com a Doação Voluntária de Sangue e Hemoderivados

Estamos no final de Junho, mês dedicado às campanhas de doação de sangue devido à queda dos estoques nos hospitais. 

NesteJunho Vermelho“, faça a sua parte! Seja um doador de sangue. A vida agradece!

Hoje é meu dia de colaboração. Pratique também. Incentive. Divulgue! Afinal, não dói e faz bem para a alma. 

– Doído, Doido, Do bem, Dormente… Domingo, Domingão, Domingaço, Domingando!

Acordar bem cedo para vencer as dificuldades da labuta diária é uma das minhas obrigações das quais não abro mão.

Desde pequeno eu costumo acordo na madrugada, do tempo de trabalho, de escola, de trabalho de novo, de escola e trabalho. E da fase adulta também. Não reclamo, é na quietude da madrugada que eu posso refletir as coisas da vida durante alguns minutos de paz, introspecção e desestresses.

Correr cedo, portanto, me é salutar (assim como também me acalma a alma escrever). E já fiz isso hoje no clique mobgráfico 1:

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Durante meu cooper, faço algumas orações. E o “santo do dia” neste dia 25 é São Guilherme, um monge da linha beneditina do século XI, criador de mosteiros, que tinha como propósito ajudar o próximo e viver longe do pecado! Clique mobgráfico 2:

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A beleza das flores é algo para ser contemplado. Relaxa a mente! E após a corrida, ficar alongando no jardim (sim, adoro jardinagem, um dos meus hobbies) é muito gostoso. Hoje, na beleza das pequenas pétalas vermelhas ampliadas pelo detalhe mobgráfico da foto 3:

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Depois da atividade física, ir trabalhar (pois a labuta começa bem cedo ao pé da letra) inspirando-me nesse amanhecer maravilhoso, pintura divina da alvorada magnífica que surge. Clique mobgráfico 4:

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Após o trabalho (meio-período hoje), curtir os festejos joaninos e dedicar-me à esposa e às filhas. É maravilhoso ser PAI, é incrível ser MARIDO, é humano ser IRMÃO, é extraordinário ser FILHO… e é excepcional ser GENTE! A propósito, minhas riquezas mais pequenas juntas (mas separadas por 8 anos de idade) no clique mobgráfico 5:

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Ótimo domingo, seja de suor, de descanso, de pensamentos, de dúvidas…

– Caia fora das Drogas, Fábio Assunção!

Que pena!

Fabio Assunção, ator que já foi o grande galã da Rede Globo, há tempos teve problemas com drogas. Agora, extrapolou até com a Polícia, quebrando o vidro da viatura.

Leia e assista no link abaixo (extraído do Blog do Paulinho).

CLIQUE EM: A vida fora da Globo: Fabio Assunção, alterado, no camburão

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– Roger e a Filha deficiente visual: quanta emoção!

Que coisa sensacional: Luís Roberto, narrador da Globo, presenteou a filha do Roger (Botafogo-RJ) com um quadro 3D contando a história do gol para que a menina, que é cega de nascença, “enxergasse com o dedo“.

Vale todos os elogios! Incrível. 

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=KAaBL44D59E