– Autoridade e a falta de; sobre lances da arbitragem de domingo.

Assisti a dois antagônicos comportamentos da arbitragem em campos paulistas na última rodada do Brasileirão. Vamos lá:

No jogo Palmeiras x Atlético Mineiro, indisciplinadamente Robinho deu um bico na bola após a acertada marcação de pênalti contra o Galo. O árbitro Marcelo de Lima Henrique não se acomodou e deu cartão amarelo, sem ficar ouvindo o chororô do atacante. Na sequência, ainda deu outro amarelo para Victor, por ficar chutando / raspando a marca do ponto penal. Corretíssimo.

Já no jogo entre Ponte Preta x São Paulo, Lucca falou o que quis ao árbitro Rodolpho Toski, que não reagiu e ficou parado ouvindo, como uma estátua. Por uma segunda vez, a mesma situação, estática, muda, e sem uma advertência verbal nem o necessário cartão amarelo. Faltou se impor, mostrar que é a autoridade da partida. Por pouco, não foi o juiz quem tomava o cartão amarelo do jogador…

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