– Ser idiota tem limites: o canto insensível da torcida do Porto

Que desumanos: a torcida do Porto quis ofender o rival Benfica e simplesmente cantou em um jogo de handebol: “Quem me dera se o avião da Chapecoense fosse do Benfica”.

Tolos! Amaldiçoar o próximo com tamanha falta de sensibilidade mostra que existem seres humanos irracionais aos montes mundo afora…

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/04/13/chapecoense-repudia-canto-agressivo-da-torcida-do-porto-desrespeito.htm?cmpid=tw-uolesp

CHAPECOENSE REPUDIA ‘CANTO AGRESSIVO’ DA TORCIDA DO PORTO: “DESRESPEITO”

A Chapecoense soltou uma nota nesta quinta-feira (13) repudiando os cantos entoados pela torcida do Porto durante um jogo de handebol na última quarta (12). Neles, os portistas provocaram os benfiquistas com uma referência ao desastre aéreo da Chape: “Quem me dera se o avião da Chapecoense fosse do Benfica”.

Em nota, a Chapecoense lamenta os ‘tristes acontecimentos’ e diz que os cantos ‘não são próprios de pessoas de bem e do meio esportivo, cujo ambiente deve ser sempre de respeito e solidariedade ao adversário e não de propagação de ódio’.

A posição da torcida foi rebatida oficialmente pelo próprio Porto e por seus dirigentes. Em sua conta no Twitter, o diretor de comunicação do clube, Francisco Marques, pediu “bom senso” da torcida.

Também nesta quinta-feira (13), a própria torcida organizada do Porto, chamada “Super Dragões”, garantiu que o canto não voltará a ser repetido nos próximos eventos esportivos.

“A letra da música entoada no dia de ontem [quarta] no referido jogo não é mais do que uma sátira sem quaisquer consequências reais. Ainda assim, e por percebermos que a mesma foi interpretada como ofensiva, quer a direção esclarecer que não vai se vai repetir. Já por diversas ocasiões demos mostras de respeito pelos adversários e vidas humanas, como nos vídeos em que o nosso líder exige respeito pelo minuto de silêncio em memória de Eusébio após o seu falecimento”, diz a nota publicada no Facebook.

Veja a nota:

A ASSOCIAÇÃO CHAPECOENSE DE FUTEBOL, em relação aos tristes acontecimentos ocorridos nesta semana em Portugal, quando uma parte da torcida do Clube do Porto, em disputa esportiva local, incitou o público presente, fazendo referência desairosa e ofensiva ao acidente do voo da Chapecoense, entoando canto agressivo e de desrespeito à memória dos mortos e do Clube, na lamentável tragédia ocorrida na Colômbia, manifesta-se com profundo pesar sobre tais fatos, que não são próprios de pessoas de bem e do meio esportivo, cujo ambiente deve ser sempre de respeito e solidariedade ao adversário e não de propagação de ódio e cizânias, mormente nos conturbados tempos atuais da humanidade.

No futebol, como em qualquer disputa no campo esportiva, deve se sobrepor o primado da ética e da solidariedade humana, sempre em busca do congraçamento e da felicidade das pessoas e dos povos, aliás, estes os objetivos maiores da vida.

Por fim, a Chapecoense, concita seus Clubes irmãos de Portugal e de todo o mundo para que disseminem o congraçamento, respeito e concórdia nas relações esportivas.

Chapecó, SC, Brasil, 13 de abril de 2017.

A Diretoria:

PLÍNIO DAVID DE NES FILHO – PRESIDENTE

IVAN TOZZO – VICE PRESIDENTE ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO

LUIZ ANTÔNIO PALAORO – VICE PRESIDENTE JURÍDICO

LUIZ ANTÔNIO DANIELLI – VICE PRESIDENTE MARKETING E PATRIMÔNIO

NEI ROQUE MOHR – VICE PRESIDENTE DE FUTEBOL

Tradutor: Do UOL, em Chapecó (SC)

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– Reinventar-se é preciso!

Já “cansou de sim mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– Cresce Unschooling no Brasil.

Nos EUA, os pais podem tirar os filhos da escola e ensiná-los em casa. Isso se chama Homeschooling. Aqui em nosso país, existe o Unschooling, que é algo bem diferente e polêmico.

Conheça (extraído de Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, Pg B8, 12/02/2017)

FAMÍLIAS ADEPTAS DA ‘DESESCOLARIZAÇÃO’ TIRAM FILHOS DO COLÉGIO EM SÃO PAULO

Por Ângela Pinho

Elas estão em bairros paulistanos como Aclimação ou Vila Madalena. Em cidades do interior como Joanópolis e Piracaia, ou do litoral, como Ubatuba. São filhos de artista, médica, economista, cabeleireiro, entre outras profissões. Em 2017, não vão tirar férias, matar aula, repetir ou passar de ano.

Mais de cinco séculos após o surgimento de escolas nos moldes atuais, pais de classe média e alta optam por tirar os filhos do colégio ou nem sequer matriculá-los.

São adeptos da chamada “desescolarização”, ou “unschooling”. Diferente do que ocorre na educação domiciliar, ou “homeschooling”, essas famílias não ensinam em casa a grade curricular. A ideia é, justamente, fugir de objetivos e regras da vida da escola.

As duas práticas costumam ser rejeitadas quando questionadas nos tribunais, por causa de artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente que diz: “os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino”.

A interpretação jurídica do tema, porém, está sob análise do STF (Supremo Tribunal Federal), que julga ação sobre o ensino domiciliar e suspendeu a tramitação de processos em 2016.

PRECURSORA

A “desescolarização” não era um assunto para a educadora Ana Thomaz, 49, quando, nove anos atrás, seu filho, aos 13, pediu para sair do colégio. “Ele disse que sentia ter algo dentro dele que ele queria fazer, mas não tinha tempo”, diz ela. Um ano depois, Ana aceitou o pedido.

Na época, era a única entre seus conhecidos. Hoje, isso está longe de ser verdade. Na última quarta (8), mais de uma dezena de pais que tiraram ou pensam em tirar os filhos do colégio pegaram 7 km de estrada de terra para um encontro no sítio onde ela vive, em Piracaia (a 88 km de SP).

Ali, além de Ana, moram seu marido, suas duas meninas caçulas (o mais velho virou mágico e foi viajar) e outra família com dois filhos. Com idades de 5 a 10 anos, as quatro crianças nunca foram a uma escola. Aprenderam sozinhas a ler e escrever.

Com exceção de alguns compromissos fixos, como uma refeição no fim da tarde, não têm rotina pré estabelecida. A expectativa é desenvolver o potencial de criação e o que ela chama de “auto-responsabilidade”. Algo como um contraponto à atitude de esperar que outro pessoa –um professor ou chefe– determine a sua atuação. Isso, diz, vale para adultos e crianças.

NA CIDADE

Para ela, sair da escola é consequência da busca por outro modo de vida. Talvez por isso, quando o filme “Capitão Fantástico”, em cartaz, foi lançado, amigos lhe escreveram. A história mostra um pai que educa os filhos em uma floresta nos EUA. Ela rejeita a comparação com o personagem. “Ele é um escravo na luta contra o sistema. Não acho que meus filhos são melhores do que os que vão à escola. Não sou ativista”.

A realidade das famílias que praticam a “desescolarização” em São Paulo também é diferente da que mostra o filme. Exemplo é um grupo de crianças que se encontra semanalmente na Aclimação, na capital. Ele reúne 10 meninos e meninas de 3 a 16 anos, filhos de profissionais como médica, cabeleireiro, empresária e massagista.

Formada pela Faculdade de Educação da USP, Bia Conde faz uma espécie de tutoria para os “unschoolers”. Chegou a viver a experiência como mãe. Conta que tirou as filhas da escola quando tinham 4 e 6 anos, mas matriculou-as novamente sob risco de perder a guarda, após seu ex-marido entrar com uma ação.

No grupo que atende, ela dá orientações a partir dos interesses das crianças. Observa dimensões emocionais e intelectuais, diz, mas não segue um currículo escolar.

Uma das mães que a procurou é a médica Maria (nome fictício), que não quer ser identificada por medo das consequências judiciais. “Sempre fui boa aluna e gostava disso. Por isso, para mim, foi uma grande novidade quando vi que meus filhos não gostavam de ir à escola”, diz.

Quando ofereceu a eles a possibilidade de sair do colégio, o mais velho, adolescente, recusou. Está agora na faculdade. O mais novo, então com 8 anos, aceitou.

Faz aulas de música, programação e, a seu pedido, português e matemática com professor particular. Se quiser seguir o exemplo do irmão, precisará de um diploma de ensino médio. Para isso, ou terá de fazer supletivo, ou estudar para obter certificado.

Até o ano passado, uma nota mínima no Enem servia como certificação para maiores de 18 anos. Mas, para este ano, o governo vai retirar essa função do exame e criar uma prova específica para isso.

Se o conteúdo curricular até pode ser aprendido depois, a experiência de socialização da escola é única, dizem educadores contrários ao “unschooling”. “A grande vantagem da escola é a possibilidade de sair da família”, diz o filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro.

O convívio, porém, pode levar a conclusão diferente. A artista Leila Garcia, 53, tirou o filho da escola, em São Paulo, após episódios de bullying. “Não acho que a escola socialize. É um grupo de crianças juntadas aleatoriamente. Você sofre e no dia seguinte tem que estar de novo com o agressor.” Hoje, ela vive com o garoto, de 12 anos, em Ubatuba.

Os dois seguem uma programação de estudos, na qual ele escolhe o que vai aprender. Seu caso ilustra um consenso entre adeptos da “desescolarização” e críticos à prática: a necessidade de adulto por perto e de um ambiente que possibilite o desenvolvimento das crianças.

“Para recusar a escola e seguir no meu modo de criação, eu tenho que trabalhar menos e ganhar menos”, diz Leila. “Não é o mundo da fantasia.”

JUSTIÇA

Desde novembro do ano passado, todas as ações judiciais sobre educação domiciliar no país estão suspensas por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).

A medida é válida até o julgamento de um processo na corte, do qual ele é relator. A ação opõe o município de Canelas (RS) a pais que querem ensinar os filhos em casa.

Embora não trate do “unschooling”, a decisão pode dar uma sinalização jurídica para a prática. Os ministros do STF irão decidir se a educação pelas famílias pode ser tida como meio lícito para garantir o direito à educação. Diz o artigo 205 da Constituição: “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”.

Muitos dos pais que optam por tirar os filhos da escola dizem que a decisão tem mais a ver com a opção por um modo de vida diferente do que com a discordância em relação ao modelo tradicional de ensino.

“Minhas escolhas sempre tiveram o pressuposto da liberdade e, de repente, minha filha entrou em uma cadeia de comportamento em massa”, diz Dúnia La Luna, que prefere ser identificada pelo nome artístico, ao explicar por que desmatriculou a filha, com quem vive em Joanópolis, interior de SP.

De fato, o ensino formal molda uma socialização que ultrapassa a instituição escolar, diz a professora Carlota Boto, da Faculdade de Educação da USP. “Por exemplo, a ideia de colocar as pessoas em fila é um procedimento do qual a escola se vale e que organiza outras instâncias da vida social.”

“A escola se coloca como o anteparo entre a família e a vida social”, afirma. “Trata-se de uma instituição de transição entre a vida privada familiar e o mundo público.”

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Taboão da Serra, Rodada 19 da A3

Partida só para cumprir tabela, já que o Galo está rebaixado para a 4a divisão estadual. Assim, o jovem José Araújo Ribeiro Jr, 29 anos de idade, terá a oportunidade de apitar o 5o jogo profissional de sua vida (até hoje, apitou só 2 jogos da Série B e 2 da A3). Um ilustre desconhecido, que deve estar feliz por ter sido escalado para apitar um jogo desta categoria. Desejo boa sorte ao iniciante, que assim como eu, muitos não o conhecem.

Paulo Sérgio Modesto e Orlando Coelho Jr serão os bandeiras. Paulo Nogueira Pinho será o 4o árbitro.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Taboão da Serra pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Lava Pés e Instituição da Eucaristia

Hoje é um dia de excepcionais ritos do tempo litúrgico nesta Quaresma. Recorda-se a Instituição da Eucaristia, quando Jesus dividiu o pão e o vinho e conclamou aos discípulos a repetirem o ato como Memorial do seu próprio Corpo e Sangue a ser derramado por Ele. Também temos o exemplo do serviço à Igreja e ao próximo, onde o próprio Cristo lavou os pés dos apóstolos como sinal de Servidão e Humildade.

Em tempos de tanta arrogância social, quando o TER e o PODER se tornam símbolos de sucesso, onde a corrupção tem vencido, relembrar e celebrar tais passagens bíblicas é inspirador e santo.

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– O que EUA e Coréia do Norte farão?

Donald Trump não quer papo com a Coréia do Norte e ameaça o ditador Kim Jong-un. Ele, por sua vez, promete uma surpresa onde os jornalistas não deverão levar nem “isqueiros” (palavra dele).

O mundo volta a correr risco de destruição, de ver inocentes mortos e com sequências catastróficas por conta de poderosos bem armados?

Meu Deus…

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– Palmeiras 3×2 Peñarol e Zambranno

Não assisti ao jogo Palmeiras x Peñarol. Mas leio que torcedores palmeirenses se queixam da expulsão de Dudu. Torcedores de outros times dizem que o jogo só acabaria quando saísse o gol (e saiu aos 54m). Ou seja: todos reclamaram do árbitro Ruddy Zambranno, que determinou 8 de acréscimo e o jogo acabou com 9. Aliás, se achou necessário acrescentar mais 1 minuto, por que não o fez publicamente? Sem dizer que ouço reclamações de que foi tolerante ao anti-jogo.

Detalhe: o juiz equatoriano de ontem (da escola ruim de árbitros como Bryan Moreno e Carlos Vera) foi o mesmo de Cesar Vallejo x São Paulo (que foi bem fraquinho naquela oportunidade). Já ouvi uma crítica dele de que era “auto-suficiente”, individualista demais sem aceitar cooperação dos bandeiras. E leio uma declaração do treinador do Nacional de Quito sobre ele:

“ – Trata los partidos de manera dictatorial y hitleriana”.

Não precisa de tradução!

OPS: hoje, 13/04, é dia do HINO NACIONAL. E na hora do Hino ontem… Não era melhor não existir a lei de execução em eventos esportivos?

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– Que maravilha! A 5a feira em 4 cliques.

Hoje estou atarefado! Mas para ter bom ânimo, o de sempre: correr!

Fui para o “cooper-corujão” logo cedo. Clique 1:

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Durante a corrida, me recordando que hoje a noite se celebrará a Missa dos Lava-pés e a memória da ceia pascal, de Cristo repartindo o pão com seus discípulos e instituindo a Eucaristia, pão dos anjos e sustento para a alma. Clique 2:

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Pós-treino, esfriando o corpo no alongamento no jardim, junto a natureza. Olha a beleza das flores no clique 3:

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Enfim, indo trabalhar com a bela alvorada retratada no clique 4:

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Ótima quinta-feira a todos!