– O fotogênico Fim de Tarde!

Nosso entardecer dispensa legendas, não?

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– O esquema de manipulação de resultados na A2 e A3 da FPF na Operação Game Over

Um esquema de apostas esportivas em sites da China, Indonésia e Malásia, composto por brasileiros, foi deflagrado pela Polícia Civil hoje. Envolve clubes, treinadores, jogadores e agentes das séries A2 e A3.

Provavelmente, teremos mudanças no rebaixamento das duas séries do Paulistão, caso se confirme o envolvimento mais sério / participação das agremiações.

Abaixo, extraído do GE: http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/noticia/2016/07/policia-cumpre-11-mandados-de-prisao-contra-apostadores-em-sp-rj-e-ce.html

POLÍCIA PRENDE SETE PESSOAS EM OPERAÇÃO CONTRA APOSTADORES

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira sete pessoas, em operação para desmantelar uma quadrilha de apostadores que manipulava resultados de partidas de futebol. No total, são dez mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, em investigação comandada pelo Drade (Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva).

A Operação Game Over tem alvos em São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. As prisões foram efetuadas na capital paulista, em São José do Rio (SP), Bauru (SP) e Maracanaú (CE). Carlos Luna, goleiro que atuou pelo América-SP em 2015 e atualmente está sem clube, é um dos presos, acusado de fazer aliciamento aos jogadores.

Os suspeitos atuavam, principalmente, em jogos de divisões inferiores, como as Séries A-2 e A-3 do Paulista. No começo do ano, jogadores do Barueri denunciaram um esquema para que o time fosse derrotado pelo Rio Preto na terceira divisão de São Paulo.

A investigação durou nove meses e apurou que o placar era manipulado para beneficiar apostadores asiáticos, que faziam apostas pela internet. A propina para pagar os técnicos e jogadores vinha de bolsas de apostas da Indonésia, Malásia e China. Nenhum dos acusados é estrangeiro.

O esquema era chefiado por um agenciador carioca e um ex-jogador de futebol que atuou na Indonésia. Em São Paulo, a Polícia Civil realizava escutas telefônicas desde outubro do ano passado, pelo menos, quando instaurou inquérito sigiloso para investigar as denúncias.

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– A Lei do Farol Baixo entra em vigência nesta semana!

A partir da sexta-feira (dia 08), os motoristas terão que utilizar faróis baixos acesos em rodovias. Se você trafegar com as luzes apagadas, poderá ser multado em R$ 85,13 e levar 4 pontos na carteira de habilitação.

Não questiono se o fato de se usar as luzes trará mais segurança, mas pergunto: a lei irá pegar? Ou será como tantas outras que depois deixam de ser exigidas ou se tornam duvidosas (como o kit de primeiros socorros ou do extintor de modelo diferente)?

Fica a dúvida: será possível fiscalizar a contento?

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– O Polêmico Árbitro que apitará São Paulo x Atlético Nacional

O árbitro argentino Mauro Vigliano (auxiliado por Juan Belatti e Gustavo Rossi) apitará o importante jogo entre São Paulo x Atlético Nacional. Ele é natural de La Plata, tem 40 anos de idade e apenas 6 anos trabalhando na 1a divisão argentina. Está no quadro da FIFA há 3 anos. É considerado rigoroso e gosta de aplicar cartões amarelos por reclamações. Costuma ser muito criticado em suas atuações. Não titubeia em aplicar cartões vermelhos (e uma das queixas dos hermanos é que no campeonato local as expulsões são constantes em seus jogos). A questão é: sobre o comando de Carlos Alarcon, envolvido nos escândalos da arbitragem da Conmebol, seu estilo é diferente: apitou somente 3 jogos, aplicou 16 Cartões Amarelos mas nenhum Cartão Vermelho (a última partida arbitrada: Independente Del Valle 2×1 Pumas).

Em seu primeiro ano como árbitro FIFA (2014), apitou um polêmico Boca x River que acabou em confusão, sendo suspenso pela AFA. Na época, Mauricio Macri (o atual presidente argentino e ex-dirigente do Boca) pediu sua eliminação do quadro de árbitros. Vigliano foi suspenso por muitas rodadas.

Curiosidade: Mauro é filho de Jorge Vigliano, árbitro dos anos 80. Seu irmão Paulo Vigliano apita na segunda divisão argentina. Muitos creditam a carreira dos dois à influência do pai em casa e na AFA.

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