– A Profundidade do perdão aos Ídolos

Sempre me impressionei com as ótimas reflexões do Padre Zezinho do Sagrado Coração de Jesus. Precursor da Música Católica, ele virou tuiteiro com oportunas mensagens.

Entretanto, cada tuíte permite apenas 140 caracteres. Então, resolveu fotografar seus pensamentos na tela do computador e aproveitar mais palavras a serem publicadas.

Neste domingo, a mensagem foi sobre como os seguidores de ídolos mundanos – e cita Lula, Dilma, Edir Macedo, Aécio – não contestam seus deslizes nem esperam justificativas dos seus atos. Porém, ao mesmo tempo, a maioria das pessoas quer que Deus explique tudo o que Ele faz, especialmente se a expectativa de alguém é frustrada. Leia sua reflexão: 

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– Oswaldinho é uma boa para o Verdão?

No começo dos anos 2000, Oswaldo de Oliveira era um tímido assistente técnico que teve a oportunidade de se tornar treinador do Corinthians, justo em um Mundial de Clubes!

Passou por diversas grandes equipes, mas sempre criticado por ser “passivo demais” no banco de reservas. Calmo, educado, nunca se exaltava. E isso era confundido comofalta de vibração”!

Hoje, o outrora Oswaldinho é outro homem! Dinâmico, mais extrovertido, participativo e, o mais importante, ganhou muita experiência e tem feito bons trabalhos.

Especula-se que ele será técnico do Palmeiras com salário de R$ 350 mil. Gilson Kleina está acertando com o Vasco da Gama por R$ 150 mil. Tite, dizem, pediu R$ 700 mil mas aceitaria R$ 400 mil, menos que o seu antecessor Mano Menezes, que ganhava mais de R$ 600 mil.

Sinceramente?

Valores muito acima do que deveriam ganhar. O futebol brasileiro perdeu o senso financeiro. Mas de todos esses treinadores, acho que quem terá a melhor relação custo-benefício será Oswaldo e o Palmeiras.

A dúvida é: e o elenco de 2015? Se for o mesmo, pode trazer o Guardiola, José Mourinho ou o Ancelloti que nada mudará.
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– A mentira da publicidade do Sorvete da Dilleto! O Conar não gostou…

Já viram aqueles carrinhos de caríssimos sorvetes italianos da Dilleto, no qual aparece a figura de um velhinho, supostamente o pioneiro na produção de gelatos em sua família e que há quase 100 anos iniciou a produção de sorvetes artesanais, propagada nas embalagens?

Pois é… TUDO MENTIRA.

A empresa – que não tem 10 anos – misturou marketing, história e invenção publicitária. Agora, a mentira está custando caro…

Veja o que eles diziam:

“La felicità è un gelato” – Com essa frase, o Nonno Vittorio Scabin resumia toda a sua dedicação ao Diletto, um sorvete artesanal, feito com frutas frescas e neve. o ano era 1922, e o local era o pequeno vilarejo de Seppada, na região do Vêneta. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais fazia do Dialetoo um sorvete delicioso e saudável. Mas veio a grande guerra, e Vittorio viu-se obrigado a deixar sua Itália e construir uma nova vida no Brasil. Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutiliezas do processo artesanal desenvolvido pelo nonno. Diletto: esse é o legado que Vittorio Scabin deixou para seus netos, que mantém a mesma dedicação, perfeccionismo e paixão que são fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.”

Agora, veja a realidade,

em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141212/diletto-tera-admitir-que-vovo-marca-ficticio/216273.shtml

A MENTIRA DO VOVÔ QUE NUNCA EXISTIU

A história fictícia que era contada como verdadeira pelos sócios da empresa de sorvetes Diletto deverá ser mudada, de acordo com decisão divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (#Conar).

Na prática, explicaram fontes do mercado publicitário, isso significará que a marca de sorvetes terá de explicitar em toda a sua comunicação – incluindo site institucional, propaganda e embalagens – que o personagem não existe.

Um dos sócios da empresa, Leandro Scabin, contou durante anos a história de que o negócio recriava versões das receitas de seu avô, #VittorioScabin, um italiano que fazia sorvetes no início do século 20.

Além de estar disponível no site da companhia, a trajetória do “#nonno Vittorio” foi reproduzida por vários jornais e revistas. Na verdade, o vovô saiu da imaginação de outro sócio da empresa, Fabio Meneghini, ex-publicitário que por anos trabalhou na WMcCann. O avô de Scabin, na vida real, nunca viveu de produzir sorvetes.

Depois que o fato de a história ser fictícia ter vindo à tona, a Diletto divulgou nota afirmando que a história de Vittorio em nada afetava a #qualidade do produto. A companhia afirma que todo o resto de sua publicidade era real, incluindo o fato de usar limões sicilianos, coco da Malásia e baunilha de Madagascar na fórmula de seus produtos.

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