– Kalunga e o péssimo SAC

Nesses tempos de reclusão, comprei um cartucho para minha impressora pelo site da Kalunga (sempre o fiz). Porém, pela primeira vez, ele veio com defeito de fabricação.

Ao receber e testá-lo, percebendo o problema, entrei no serviço de troca on-line (em 27/04/2020) e, para minha surpresa positiva, o meio eletrônico era bem simples e prático. Fiz tudo como me orientaram pela web e recebi o email que em 28 de abril os Correios, através de Logística Reversa, retiraria o produto.

Os dias se passaram…

Com 10 dias de atraso, tentei reclamar no Chat da Kalunga específico para queixas. Eu era “apenas” o número 141 da lista de espera para ser atendido!

Resolvi escrever por email, no endereço fornecido. Os dias estão passando, passando e… nada de um retorno.

Que decepção, Kalunga. Não a recomendo.

Kalunga expande atuação no Nordeste

– Profissionais da Saúde: os Super-Heróis do Momento!

Enfermeiros, médicos, atendentes de PS, e tantas outras pessoas envolvidas na Saúde: são os verdadeiros heróis do Brasil, especialmente neste momento tão difícil, deixando seus lares e familiares, expondo-se aos doentes e males, fazendo seu trabalho por vocação à profissão e por espírito humanitário.

Lembrando: sem contar nas dificuldades de EPI’s que eles vêm enfrentando, longas jornadas de labuta e todo o desconforto emocional que estão vivendo.

Se existe alguém que merece aplausos nesse país, hoje, é o profissional de saúde!

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– Futebol em meio a Pandemia no Brasil? Não force…

Depois do falecimento do massagista do Flamengo (o carismático Jorginho), da revelação de que outros 3 atletas do Rubro-negro estão com o Novo Coronavírus e de Diego Souza (no Grêmio) também está infectado, fica a pergunta pertinente: não estão forçando indevidamente a volta dos jogadores à rotina nos clubes?

Na Europa, onde a pandemia começou muito antes e as pessoas e governantes levaram a questão mais a sério, campeonatos foram encerrados e outros terão reinício conforme a realidade local e a intensidade dos casos, de acordo com um calendário baseado na cientificidade dos dados.

No Brasil, onde estamos ainda longe da calmaria, é loucura querer discutir a volta no curto prazo. Ou vamos crer que aqui o Covid-19 é menos agressivo e as medidas de segurança / prevenção foram mais eficazes que em outros lugares?

Árbitros, jogadores, dirigentes, gandulas, jornalistas e torcedores: todos que estão no meio esportivo são alvos para a contaminação! Prudência e respeito à vida não fazem mal a ninguém…

– Pobre Humanidade…

O sujeito brigar por Política, normal não deve ser. Deputados, senadores e presidentes, sejam eles quais forem, não merecem idolatria.

Se errados, critique-se. Se corretos, aplauda-se (mas não se adore).

O povo brasileiro era chamado de alienado politicamente. Agora, virou fanático radical. O que aconteceu?

Lamentável ver (especialmente nas Redes Sociais) tanto ódio em palavras. Culpa-se a todos e a tudo! Que paixão incompreensível por política…

Rede Social deve ser entretenimento, acima de tudo. Não instrumento de guerra.

Ο χρήστης Rinaldi Digilio στο Twitter: "Discordar e debater nas ...

– O Fanatismo traz confusão até em Manifestação Pacífica dos Enfermeiros. Democracia?

Não importa se é de Esquerda ou de Direita (ou de lado nenhum): encher o saco de ENFERMEIROS, que estão dando a vida nesse momento tão delicado, é de uma insensibilidade ímpar!

Veja só que exemplo de falta de respeito à diversidade de opinião:

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2020/05/01/enfermeiros-e-tecnicos-de-saude-homenageiam-colegas-que-morreram-por-covid-19

ENFERMEIROS E TÉCNICOS DE SAÚDE HOMENAGEIAM COLEGAS QUE COMERAM DE COVID-19

Enfermeiros e técnicos de enfermagem se reuniram, na manhã desta sexta-feira (1º), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, para homenagear colegas que morreram por causa do novo coronavírus. Todos usavam máscaras e levantavam cruzes em direção ao Supremo Tribunal Federal e ao Palácio do Planalto.

Estavam presentes representantes do Sindicato dos Enfermeiros, Sindicato dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, Conselho de Saúde do Distrito Federal, Conselho Regional de Enfermagem e professores da área.Coladas nas costas das pessoas que participavam do ato, estavam papéis com nomes de colegas que morreram.

De acordo com a enfermeira Marcela Vilarim, um dos objetivos da homenagem também era mostrar a necessidade de isolamento social. “A gente está dentro dos hospitais, a gente tá exposto a uma carga viral muito alta, a gente tá adoecendo e está morrendo. E não adianta a gente passar por tudo isso, ser chamado de heróis, coisa que não somos, pra depois a gente encontrar a população toda andando pela rua, sinalizações por parte dos governantes de afrouxamento do isolamento social. O nosso esforço está sendo em vão”.

Os participantes também pediam proteção dos trabalhadores que estão na linha de frente do combate à COVID-19. Eles pretendem entregar uma carta aberta ao ministro da Saúde, Nelson Teich. O documento ressalta a importância do isolamento social horizontal e pede equipamentos de proteção individual de qualidade, além de apoio e subsídios.

Um dos trechos do documento diz que, além do comprometimento físico perante a pandemia, “os profissionais que trabalham na área da enfermagem estão sujeitos a estresse relacionado ao local de trabalho, pressões familiares e comprometimento da saúde mental no confronto direto com a vulnerabilidade humana”. A carta ainda diz que os sistemas de saúde público e privado devem priorizar e assegurar condições de trabalho que evitem situações que aumentem os riscos de infecção.

CONFUSÃO

Após cerca de uma hora de manifestação, houve um desentendimento entre profissionais da saúde e um grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Os admiradores do presidente disseram que os participantes do ato tinham pedido para moradores de rua usarem jalecos para participar da homenagem.

Os profissionais da saúde, no entanto, afirmaram que em nenhum momento houve esse pedido e que o grupo de apoiadores do presidente chegou gritando com eles. Os participantes da homenagem ressaltaram que a manifestação era para ser silenciosa e pacífica.Vídeos divulgados em redes sociais mostram um homem gritando, enquanto aponta o dedo na cara das pessoas que estavam no ato.

Profissionais da saúde contaram que houve agressões físicas e verbais. A confusão durou cerca de 15 minutos. Após o tumulto, os participantes continuaram a homenagem.

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– Histeria e Negação: os extremos do Covid e o questionamento para o respeito ao profissional

O momento é para agregar a humanidade, afinal há um inimigo comum universalmente: o Novo Coronavírus! Mas não é bem assim que está acontecendo…

O Ministro da Saúde aparece na Globo dizendo que dias mais difíceis ainda virão. Já o Presidente da República surge no SBT, na mesma noite de domingo, dizendo que o pior já passou.

Pirei? Talvez.

Politizou-se a pandemia, não se negue essa triste realidade. E com isso surge um novo problema: o descontrole emocional! Tal situação gera o seguinte: alguns publicam que estamos vivendo o final dos tempos e que nada restará; outros, desdenham da ferocidade e velocidade do contágio do Covid-19. Dessa forma, surgem pessoas (para meu grande espanto) validando atitudes extremistas, antidemocráticas e que vão contra qualquer princípio ético ou cidadão.

Na sociedade, existe uma exceção de pessoas que perdeu o respeito alheio e defende a violência oral, vocal, verbal, moral ou, se bobear, até física contra os outros (pasmem: como “método de defesa dos valores”). Tenho medo que isso gere coisas mais sérias e violentas.

De maneira bem clara, estou me referindo às lamentáveis defesas a favor dos trogloditas que intimidaram a repórter e o cinegrafista da TV Tem em Jundiaí ou a fanática mulher que invadiu a transmissão ao vivo no SP1 e impediu o trabalho do profissional de imprensa.

Aqui, o grande vexame e/ou constrangimento: generalizar os trabalhadores de uma área como se todos fossem ruins, confundir as bolas, cegar-se com uma impressão pessoal, se permitir a defesa do extrapolar…

Na crise, se revelam algumas personalidades e a pessoa explicita sua real faceta. Assim, reflita:

  • Se você não gosta da CBF, pode-se invadir o campo e arrancar o apito do juiz?
  • Se você não gosta da UNICAMP e acredita nas bobagens de que as universidades são só “canteiros de maconha” (como sugestionou e generalizou um Ministro), pode-se arrancar a caneta do professor em meio a aula?
  • Se você não gosta da Unimed, vale invadir a enfermaria e arrancar a seringa do enfermeiro?
  • E se estiver bronqueado com a CPFL, você vai tirar a escada do operário que está no poste?
  • Sem contar com a animosidade contra os músicos, arrancando o cavaquinho do pagodeiro ou o pandeiro do sambista, caso não seja seu gosto musical. Ou o Funk, o Sertanejo…

RESUMINDO: se não gosta da Globo, respeite o jornalista que é um empregado, está trabalhando e não lhe arranque o microfone. Critique-se o diretor e mude de canal!

Pense: um petista pode invadir a transmissão ao vivo da Record, arrancar o microfone do jornalista e dizer que a emissora de Edir Macedo é chapa-branca e recebe benesses do Governo? Lógico que não. Assim como um bolsonarista não pode cometer a mesma coisa, para dizer ao vivo sua versão “Globo e a destruição do Brasil”. Em tempo: essas opiniões de Globo ou Record não são defesa ou crítica minha, são os escritos que se lê em muitos perfis nas Redes Sociais.

Já imaginou no seu trabalho você ser atrapalhado em meio ao seu ofício por um radical que queira denegrir o seu patrão ou o seu próprio negócio? Se isso virar moda, acabou o mundo!

Sem convivência não há cidadania. O diálogo deve existir acima de tudo entre as pessoas, sem imposição de ideologia. Nunca a violência resultará em bons negócios.

Assista outra emissora, mude de plano de saúde, troque a operadora de celular, converta-se de religião, redefina-se até de sexo… mas respeite quem pensa diferente ou simplesmente quem está trabalhando.

Se preferir, troque tudo o que está escrito acima pelo resumo: tenha educação!

Onde vamos parar com tanta intolerância, até mesmo contra coisas descabidas?

– As empresas que respeitam seus clientes durante a crise devem ser valorizadas. Já as outras…

Congressos internacionais adiados, voos cancelados, entregas remarcadas, aulas adaptadas nas escolas, produtos sem a conformidade, serviços modificados, salários reduzidos, atendimentos médicos não-urgentes ignorados, procedimentos diversos realinhados…

Ufa!

Tantos exemplos só para observar: durante a crise mundial que vivemos, podemos identificar bem pessoas e empresas que trataram com correção seus clientes, não só na questão de preço e atendimento, mas de respeito.

Aliás, meu plano de saúde da Unimed – Jundiaí é um desses casos: sem usar, com a rede médica “de quarentena”, não passando nem em PA, o Boleto veio com um significativo aumento…

É nessas horas que se separa os bons e maus prestadores de serviços.

– Quando a justificativa se torna ridícula

Wellington de Oliveira é vereador em Campo Grande. Ele defende o fim do resguardo e citou dois exemplos para justificar a sua opinião: os Salões de Beleza e as Igrejas.

Até aí, sem problemas. O grandes erro foi: a forma como ele os usou!

Leia abaixo e veja só: dá para levar a sério?

Extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/04/08/vereador-defende-saloes-de-beleza-abertos-nao-tem-marido-que-va-aguentar.htm

VEREADOR DO MS PEDE SALÕES DE BELEZA ABERTOS: “NÃO TEM MARIDO QUE AGUENTE”

A Câmara de Vereadores de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, discutiu na terça-feira (7) a possibilidade de reabertura do comércio da cidade em meio a pandemia de covid-19.

Para justificar seu ponto de que todos os serviços são essenciais, o vereador Wellington de Oliveira (PSDB) deu o exemplo dos salões de beleza, que deveriam ficar abertos para que as mulheres pudessem usar seus serviços. De outra maneira, “não tem marido nesse mundo que vai aguentar”, disse.

“Salão é importante. Imagina a mulher sem fazer sobrancelha, cabelo, unha, não tem marido nesse mundo que vai aguentar, tem que tratar da autoestima”, disse o vereador. Na sequência, afirmou ainda que igrejas deveriam abrir suas portas e, desta vez, usou a violência doméstica como argumento.

“Porque se a pessoa quisesse matar a mulher e os filhos, ele vai e bate na igreja, está fechada. Daí ele fala: ‘É um aviso de Deus para eu voltar lá e matar’. Então igreja é essencial, tem que criar mecanismos novos para que a igreja funcione”, afirmou durante sessão em plenário.

Cala Boca Tadeu Schimidt chega ao topo dos Trending Topics no Twitter

– Não brigue por conta da Quarentena. Respeite!

A opinião de pai e de filha sobre as brigas por conta da pandemia nas redes sociais,

em: https://www.youtube.com/watch?v=G1P0HZqtwrk

– A amplitude do Covid-19 e o pedido das prostitutas

Em um país de grande diversidade e de número elevado de entidade de defesa de direitos, uma categoria levanta a vós pedindo ajuda contra o novo coronavírus: a das prostitutas em MG.

Embora possa parecer inusitado, o mote é respeitável:

Extraído de: https://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2020/03/covid-19-prostitutas-de-mg-querem-ser-incluidas-em-plano-do-governo/

COVID-19: PROSTITUAS DE MINAS GERAIS QUEREM SER INCLUÍDAS EM PLANO ESPECIAL

“Ninguém pensa nas prostitutas, mas todo mundo usa”. Com essa afirmação, Cida Vieira cobra dos governantes a inclusão da categoria nas discussões sobre o combate ao novo coronavírus e medidas para minimizar eventuais prejuízos da classe.

Ela é diretora-geral da Aprosmig (Associação das Prostitutas de Minas Gerais).

Para Cida, governos estadual e federal ignoraram a classe ao definirem as principais políticas envolvendo a pandemia.

Sua entidade marcou para esta quinta (19) [já ocorrida] um evento em sua sede para discutir medidas de segurança para a saúde das prostitutas e a possibilidade de continuidade do exercício da atividade em tempos em que o isolamento virou questão de sobrevivência. A sindicalista afirma ter convidado a Polícia Militar de Minas Gerais e donos de hotéis para participar da discussão.

“Estamos falando de um grupo vulnerável, que precisa receber mais atenção. Vai ter exame em cliente para detectar se ele está contaminando? Como vai ser a prevenção? Como elas farão para sobreviver se pararem de trabalhar?”, indaga Cida.

O Governo Federal anunciou que vai dar ajuda financeira a trabalhadores informais

Cida defende que seja regulamentada uma maneira de as profissionais do sexo também receberem ajuda diante da iminência de queda nos negócios.

“Se vão ajudar caminhoneiro, eles têm que ajudar prostituta também. Como elas vão pagar suas contas se deixarem de trabalhar”, afirmou.

Na opinião da sindicalista, um desaquecimento no ramo pode gerar uma série de implicações. “Ninguém pensou no aumento nos casos de violência contra as mulheres se as prostitutas pararem. Não vai haver aumento de estupros quando os homens perceberem que não conseguem mais sair com uma prostitutas? Se as boates fecharem, elas irão para as ruas, ficarão desprotegidas” argumentou Cida.

“Queremos uma posição do governo em relação às medidas de prevenção específicas para as prostitutas e assistência para elas”, completou.

A categoria faz parte da Classificação Brasileira de Ocupações. Acontece que a profissão não foi regulamentada. Assim, as prostitutas não têm direito a benefícios trabalhistas.

Acreditando haver abandono das prostitutas por parte das autoridades, a associação mineira elaborou uma lista de recomendações para passar as suas associadas com o objetivo de elas se protegerem contra o Covid-19 sem deixarem de trabalhar.

“Algumas recomendações são usar luvas, evitar o toque de lábio com lábio e a respiração próxima em relação ao cliente”, explicou.

De acordo com a diretora, a entidade tem 3,5 mil associadas. Segundo Cida, entre elas há várias pessoas idosas e que fazem parte do grupo de risco de contaminação do Covid-19.

*Além dos habituais posts publicados neste blog, por tempo indeterminado, esse espaço também será dedicado a temas relacionados ao novo coronavírus

Esquecidas pelo #MeToo, prostitutas protestam na França contra ...

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

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– Que falta de respeito, Federação Paulista e CBF! O Novo Coronavírus é seletivo?

Revoltante a decisão da FPF de proibir a presença de público na cidade de São Paulo (e que depois foi a mesma da CBF, incluindo a cidade do Rio de Janeiro) nas partidas de futebol.

Quer dizer que o torcedor do Interior Paulista e Fluminense são imunes ao Covid-19?

Tudo o que eu disse antes dessa decisão sobre os envolvidos numa partida de futebol (leia aqui: https://wp.me/p4RTuC-p3l), reitero: árbitros, imprensa, comissões técnicas e jogadores também podem ser infectados pelo vírus e podem passar (sem saber e nem ter sentido sintomas) às pessoas dentro dos grupos de riscos.

Será que o Coronavírus não atinge caipira (essa é uma expressão respeitosamente carinhosa e cultural, pois eu sou caipira) pela lógica burra da FPF? Não tem que ter portão fechado (até porquê existe aglomeração fora dos estádios, onde torcedores se juntam para acompanhar as partidas). Tem que suspender as partidas. 

Se na Europa os jogadores jeans foram infectados, por quê atleta brasileiro seria imune?

Ou é falta de sensibilidade, ou é ganância demais. E uma 3a hipótese: burrice!

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– O melhor remédio para o coração (e não é expressão popular) é o… perdão!

Muitos falam que o perdão faz bem para o coração. Claro, no “coração” com, sentido de alma, poeticamente falando de bondade, de uma forma a se entender como bem estar interior.

Mas o curioso é: perdoar faz bem literalmente ao coração, nosso órgão que bombeia sangue!

Veja que interessante os motivos:

Extraído de: https://www.einstein.br/noticias/noticia/perdoar-faz-bem-para-coracao

PERDOAR FAZ BEM PARA O CORAÇÃO

Será que essa afirmação é verdadeira?

​Quantas vezes o ato de conceder perdão a alguém trouxe um alívio interior? Você se lembra?

Esse ato simples, mas difícil, traz, sim, benefícios ao coração. Perdoar não é colocar as angústias, problemas e mágoas debaixo do tapete. Existe todo um processo para que isso ocorra.

A pessoa que perdoa fica mais otimista e afetuosa. O peito agradece. Isso porque diminui-se o nível de adrenalina, hormônio liberado em situações estressantes. A pressão arterial tende a ficar estável e o sono melhora. Ou seja, há um enorme ganho de qualidade de vida.

Fonte: dr. Marcelo Katz, cardiologista do Hospital Albert Einstein, Publicado em: 05/03/2018

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– Dia Internacional da Mulher

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

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– Nicolas Máduros diz às mulheres da Venezuela: “Vão parir! Todas as mulheres tendo 6 filhos”.

Há malucos de Direita, de Esquerda e Extremistas de ambos lados; há de Centro e também os que nem se rotulam. Mas para ser irresponsável na governança de um país, independe de ideologia.

Nicolás Maduro, ditador venezuelano de comprovadas fraudes em sua nação, pediu para que as mulheres tenham 6 filhos para ajudar o país crescer!

Tem hospitais para todos? Escolas? Comida?

Se os moradores atuais fogem da Venezuela por causa desse senhor, por quê não ter mais políticos honestos para substituir Maduro do que gente para sofrer?

Aliás, uma outra importunação: as mulheres são simplesmente reprodutoras por lá? Afinal, a fala ordenando (“vão parir”) de maneira ufanista parece mostrar que a terra das misses é também um lugar de objetificação do sexo feminino.

Esperamos ver as defensoras brasileiras do regime e que se intitulam senhoras emponderadas, como Gleise Hofmann (que sempre sorri ao lado de Maduro quando vai para Caracas), Jandira Feghali (que sempre faz discursos inflamados a favor do presidente venezuelano ou Manuela D’Ávila (que adora repudiar quem pensa diferente dela em suas entrevistas) fazerem a crítica também àquele que elas apoiam, mostrando que o respeito às mulheres independe de bandeira.

“Ainda bem” que a fala foi dita num evento referente ao Dia Internacional das Mulheres… ironias à parte, bem inapropriado.

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2020/03/05/maduro-pede-que-venezuelanas-tenham-seis-filhos-para-que-pais-cresca.htm

MADURO PEDE QUE VENEZUELANAS TENHAM 6 FILHOS PARA QUE O PAÍS CRESÇA

“Vão parir! Todas as mulheres tendo seis filhos!”, diz presidente da Venezuela durante evento. Comentário é alvo de críticas da oposição e de organizações que denunciam colapso econômico e do sistema de saúde do país.

O presidente Nicolás Maduro exortou as mulheres venezuelanas a terem muitos filhos para que o país cresça, do qual milhões de pessoas fugiram nos últimos anos por causa da crise econômica.

“Vão parir, pois, vão parir! Todas as mulheres tendo seis filhos, todas. Que cresça a pátria!”, disse Maduro, durante transmissão ao vivo pela televisão de um evento para divulgar os avanços de seu chamado plano de “parto humanizado”, na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março).

A declaração foi feita depois que Maduro conversou com uma gestante presente ao evento, que disse ter cinco filhos e estar esperando o sexto. O mandatário ainda acrescentou que “as mulheres são feitas de parir”.

Os comentários geraram duras críticas de ativistas de direitos humanos e outras organizações, que destacaram a luta dos venezuelanos para fornecer alimentos, roupas e cuidados de saúde para suas famílias.

“Hospitais não estão funcionando, há escassez de vacinas, mães não conseguem amamentar por desnutrição nem conseguem comprar fórmula por causa da inflação”, tuitou a deputada oposicionista Manuela Bolívar. Ela convocou protestos para o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher.

“É irresponsável da parte de um presidente da República encorajar mulheres a ter seis filhos simplesmente para fazer a pátria crescer, quando essa pátria não garante a vida às suas crianças”, afirmou Oscar Misle, fundador do grupo de defesa de direitos de crianças e adolescentes Cecodap.

Maduro foi reeleito para um segundo mandato numa eleição controversa em 2018, causando amplas manifestações contra seu regime. Segundo a Organização das Nações Unidas, o colapso econômico da Venezuela, aliado às suas profundas divergências políticas internas, levou ao êxodo de mais de 4,5 milhões de venezuelanos desde 2015.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU também divulgou recentemente que 9,3 milhões de pessoas – o equivalente a cerca de um terço da população venezuelana – não consegue suprir as próprias necessidades nutricionais. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que crianças são especialmente afetadas pela crise econômica e política da Venezuela. Segundo o órgão, cerca de 6,8 milhões de pessoas (mais de 20% da população) mostraram sinais de desnutrição entre 2016 e 2018.

No ano passado, um relatório conjunto da Human Rights Watch e da Escola Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública concluiu que o sistema de saúde na Venezuela “entrou completamente em colapso”. Entre outros problemas, o estudo citou níveis crescentes de mortalidade materna e infantil, assim como a disseminação de doenças que podem ser prevenidas com vacinas.

14.jan.2020 - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante discurso na Assembleia Constituinte, em Caracas - Federico Parra/AFP

14.jan.2020 – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante discurso na Assembleia Constituinte, em Caracas Imagem: Federico Parra/AFP

 

– Operação Luz na Infância deveria ser constante!

Ao ler o número de pessoas que praticam a pedofilia e que foram presas pela Operação “Luz na Infância” ontem, penso: o que se passa na cabeça do ser humano? É racional ou irracional, vivendo por instinto selvagem?

Pouca gente sabe que crime de pedofilia é também armazenar e/ou compartilhar pornografia infantil.

Abaixo, extraído de: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-02/operacao-luz-na-infancia-prende-43-pessoas-em-flagrante

OPERAÇÃO LUZ NA INFÂNCIA PRENDE 43 PESSOAS EM FLAGRANTE

Ação visa identificar autores de crimes sexuais contra crianças

A Operação Luz na Infância prendeu em flagrante 43 pessoas nesta terça-feira (18). Deflagrada hoje, a 6ª fase da operação cumpre 112 mandados de busca e apreensão para identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes

Do total de prisões, 19 foram em São Paulo, nove em Santa Catarina, seis no Paraná, quatro em Mato Grosso do Sul, duas no Ceará, uma no Rio Grande do Sul, uma em Mato Grosso e uma em Goiás. Também há alvos em Alagoas, Acre e Piauí. Ao todo, 579 policiais estão atuando nas diligências.

A ação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) com a participação das Polícias Civis de 12 Estados brasileiros e com colaboração técnica de quatro países (Estados Unidos, Panamá, Paraguai e Colômbia)

Crime

O ministério ressalta que é crime armazenar, produzir e compartilhar material produto de exploração sexual infantil. No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão. A pena pelo compartilhamento varia de 3 a 6 anos de prisão, vai de 4 a 8 anos pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Em coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira, o coordenador do Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça, Alesandro Barreto, disse que o perfil dos criminosos abrange “pessoas acima de qualquer suspeita”, das “mais diversas classes sociais” e com idade que vai dos 17 a mais de 80 anos.

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– “Dar o Furo”, “Mulher de Grelo Duro”… cada vez mais Bolsonaro e Lula se diferenciam e se igualam!

Que desrespeito vemos de pessoas que deveriam ser acima da média e exemplares em conduta, postura, honestidade e civilidade. Um Presidente da República deveria ser MODELO de inspiração aos nossos jovens. E desde há muito tempo não temos alguém assim.

Lula, um corrupto de alma demagoga disse um dia que as mulheres do seu partido tinham “grelo duro”. Agora, Bolsonaro, um mal-educado igualmente fanfarrão em desrespeito, fala jocosamente que a repórter queria (em sentido sexual e chulo) “dar o furo”.

Do populismo de Esquerda ao de Direita, se diferenciam pela ideologia mas se igualam na falta de ética e de amabilidade. Lamentável.

Cadê um líder inspirador em nosso Brasil?

– Que tal curtir a vida sem colocar problemas desnecessários?

Recadinho da bebê (na linda foto abaixo): “Vale a pena arranjar briga com os outros por bobagens quaisquer? Vá brincar que é mais legal!”.

Na verdade, a fala foi minha, papai dela. Mas essa carinha sapeca nos mostra que ficar “encanado com os outros” por política, religião ou futebol, não é um grande erro?

Respeite-se a opinião contrária.  Simples! E vá brincar de Moana e as Aventuras do Mar, como nós iremos agora.

– O racismo contra Marega em Vitória de Guimarães x Porto. De novo? E o que a FIFA tem feito?

Moussa Marega, jogador de Mali e que atua no Porto, foi alvo de ofensas por ser negro no campeonato português. Revoltado, abandonou o campo e desabafou.

Lembram do protocolo FIFA, de 3 etapas, contra sexismo, homofobia, racismo, manifestação político-religiosa e outras situações constrangedoras? O fato de simplesmente parar o jogo na fase 1 está, ao que parece, fazendo com que os insensíveis não temam nenhuma consequência mais séria.

Se não se recorda, clique sobre o Protocolo em: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

Enfim: algo mais sério, mais duro e que renda punição de maneira mais efusiva deve ser feito. Chega! Permitir que as manifestações sejam encaradas do tipo: “se fizer uma vez, eu paro o jogo; na 2a, vai ser o último aviso; na 3a, eu encerro o jogo” (fazendo a analogia do Protocolo FIFA) tornou-se inútil. Todo mundo está fazendo “uma vez” no jogo, até que ele seja paralisado (já que nada mais grave de punição acontece).

Quando o time dos idiotas racistas / homofóbicos / maus cidadãos sentir na pele (ou nos pontos e no bolso) na primeira manifestação, os demais bandidos se mancarão do erro.

É triste quando o respeito à vida do próximo deve ser imposta por uma entidade, e não seja algo natural o ser humano.

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– Paulo Guedes: o “poeta que deveria ficar calado”… Sobre “as empregadas na Disney”, um descuido horroroso!

De novo o Ministro da Economia Paulo Guedes falando em público de maneira infeliz, com comparações indevidas e fazendo mau uso dos exemplos sociais?

Disse ele na abertura do Seminário “Ano Legislativo”, evento da Revista Voto:

“Não tem negócio de câmbio a R$ 1,80. Vamos exportar menos, substituição de importações, turismo, todo mundo indo para a Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia, uma festa danada. Pera aí. Pera aí, pera aí. Vai passear ali em Foz do Iguaçu, vai passear ali no Nordeste, está cheio de praia bonita. Vai para Cachoeiro do Itapemirim, vai conhecer onde o Roberto Carlos nasceu, vai passear o Brasil, vai conhecer o Brasil. Entendeu? Está cheio de coisa bonita para ver. Antes que falem: ‘O ministro diz que a empregada doméstica está indo para a Disneylândia’. Não. O ministro diz que o câmbio estava tão barato que todo mundo estava indo para a Disneylândia, até as classes mais baixas (…) Todo mundo tem que ir para a Disneylândia conhecer 1 dia, mas não 3, 4 vezes por ano. Porque com dólar a R$ 1,80 tinha gente indo 4 vezes por ano. Vai 3 vezes para Foz do Iguaçu, Chapada Diamantina, conhece 1 pouquinho do Brasil, vai ver a selva amazônica. E na 4ª vez, você vai para a Disneylândia, em vez de ir 4 vezes ao ano.”

Caramba, um economista (e que se diz liberal), tão experiente e sem sensibilidade para falar em público. O medo é que, cada vez que ele abre a boca para um discurso, o chamado “Posto Ipiranga” explica a Economia de maneira politicamente incorreta. E os seus críticos, logicamente, fazem a festa (e com razão)!

Como escrevemos na outra postagem da infeliz generalização de “parasitas” aos servidores públicos (vide em: https://wp.me/p4RTuC-oLw), Guedes é tão inteligente e tão burro ao mesmo tempo…

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– Parabéns pela sensibilidade do repórter da Globo ajudando o idoso!

Quem disse que não há gente boa no mundo? Viram o profissional Rômulo D’Ávila, que estava ao vivo na Globo, falando sobre as enchentes e que parou sua entrada  no ar para ajudar um velhinho?

Abaixo, extraído de: https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/10/reporter-da-globo-e-motoqueiro-ajudam-idoso-durante-alagamento-em-sp.htm

REPÓRTER RÔMULO D’ÁVILA, DA GLOBO, E MOTOQUEIRO AJUDAM IDOSO DURANTE ALAGAMENTO EM SP

O repórter da Globo Rômulo D’Avila e um motoqueiro ajudaram um idoso que ficou preso em um alagamento com seu carro na madrugada de hoje na Marginal Pinheiros, em São Paulo.

Rômulo foi acionado ao vivo durante o programa Hora Um quando, logo no início de sua participação, notou que o senhor precisava de ajuda. Então, ele alertou o apresentador Roberto Kovalick.

“Tem uma pessoa precisando de ajuda aqui, uma pessoa de idade. Vocês podem me chamar daqui a pouquinho?”, disse Rômulo.

Porém, o link teve continuidade e mostrou Rômulo emprestando o guarda-chuva ao senhor, que posteriormente se identificou como Altair de Oliveira.
No momento, um motoqueiro auxiliava nos primeiros cuidados de Altair. Ele contou que ele e um colega perceberam que um senhor estava dentro de um carro parado no alagamento e ajudaram a sair.

Depois de alguns minutos, Rômulo D’Avila voltou com o link ao vivo e conversou com seu Altair, que estava sem telefone celular. Ele conseguiu contato com a família e foi embora de táxi, contando com a ajuda da produção da reportagem da Rede Globo.

“Está tudo bem, ele estava me contando que estava indo para o trabalho, quando estava passando não viu que o ponto estava alagado. Consegui falar com a esposa dele. Um taxista passou e pegou ele aqui”, disse.

Apesar do susto, seu Altair mostrou tranquilidade para falar sobre o ocorrido. “Quando eu vi estava na água, o carro morreu e parou. Os meninos me tiraram. Agora eu vou para casa, para telefonar para o guincho”.

Repórter Rômulo D"Avila ajuda idoso durante alagamento  - Reprodução/TV Globo

– Parasita de maneira generalizada não, Paulo Guedes. Respeite o bom servidor.

Que pisada na bola do Ministro da Economia Paulo Guedes, não?

Falar que os servidores públicos são como “parasitas matando o hospedeiro” é de uma falta de sensibilidade incrível. Poderia falar de déficit ou dos maus funcionários que denigrem a imagem dos bons servidores, de outra forma qualquer. Mas da maneira generalista e pejorativa que fez, não pode.

Como um cara tão inteligente, e que está sim fazendo um bom trabalho, diz um negócio desse? Impressionante… Não pode tamanha estúpida fala em qual contexto seja.

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– Rodrigo Bocardi e o caso de Racismo. Ou de equívoco?

Em tempos nos quais ser politicamente correto se faz necessário, há situações difíceis de se explicar.

O apresentador Rodrigo Bocardi, durante o Bom Dia São Paulo da Rede Globo, entrevistou ao vivo um rapaz com a camisa do Clube Pinheiros. Ao ver a roupa dele, perguntou se era catador de bolinha do clube (por praticar tênis lá e ver tal uniforme). Não era. Era um atleta do Polo Aquático que usava a mesma camisa, levando-o ao engano.

Não deu outra: Bocardi foi acusado de Racismo. Mas será que ele realmente não foi induzido ao erro pela roupa do rapaz, e não pela cor da pele?

Difícil opinar. O apresentador divulgou uma nota falando sobre não ser racista e explicando a confusão ocorrida. Não fugiu do tema. Leia abaixo o texto dele,

Extraído de: https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2020/02/07/bdsp-web-ve-preconceito-em-fala-de-bocardi-e-apresentador-rebate.htm

BDSP: BOCARDI CONFUNDE ATLETA COM GANDULA, É CRITICADO E REBATE

Uma fala do apresentador do Bom Dia São Paulo, Rodrigo Bocardi, repercutiu negativamente hoje nas redes sociais. Internautas encararam a interação dele com um rapaz negro como racista e preconceituosa.

O repórter Tiago Scheuer acompanhava o movimento na linha 3-vermelha do metrô de São Paulo na estação Pedro 2º e entrevistou um rapaz chamado Leonel, que esperava por um trem mais vazio para poder embarcar.

Ao ver que o jovem usava uma camiseta do Clube Pinheiros, um dos mais tradicionais da capital paulista, Bocardi pediu que o repórter perguntasse a ele se ia “pegar bolinha lá”.

“Scheuer, o Leonel vai pegar bolinha de tênis lá no Pinheiros?”, questionou o apresentador. O rapaz respondeu que era atleta do clube e jogava polo aquático. “Aí sim, eu estava achando que era um dos meus parceiros ali que me ajudam nas partidas. Manda os parabéns para ele”, disse Bocardi.

Nas redes sociais, muitos internautas apontaram que o apresentador da TV Globo foi preconceituoso e racista em sua fala. Após o telejornal sair do ar, o jornalista divulgou uma nota explicando que havia se confundido por causa da camiseta que o rapaz usava.

“Eu pratico tênis no Clube Pinheiros. Os jogadores de tênis não usam uniformes, mas os pegadores/rebatedores, sim: uma camiseta igual a do Leonel, com quem tive o prazer de conversar hoje. […] Não frequento outras áreas do clube onde outros esportes são praticados. E não sabia que a camiseta era parecida (…) Nunca escondi minha origem humilde. Comecei a vida como garoto pobre, contínuo, andando mais de duas horas de ônibus todos os dias para ir e voltar do trabalho e escola. Alguém como eu não pode ter preconceito. Eu não tenho, nunca tive, nunca terei. E condeno atitude assim todos os dias. Mas se ofendi pessoas que não conhecem esses meus argumentos e a minha história, peço desculpas.”

Bocardi ainda postou um vídeo em que mostra uma matéria de fevereiro do ano passado com pegadores de bola do Pinheiros usando uma camiseta igual a de Leonel.

Nas redes, o impacto foi imediato e o apresentador foi criticado.

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– A Lei que socorre as Mulheres em dias de Menstruação!

Coisas de um mundo moderno e contraditoriamente primitivo: no Nepal, as mulheres costumam ser colocadas em cabanas isoladas de suas famílias nos períodos de menstruação. O costume local diz que é sinal de desgraça e azar para os maridos e seus lares quando o sangramento ocorre.

Preocupado com certos abusos, as autoridades de lá promulgaram uma lei que proíbe tal prática, revoltando nepalêses mais retirados. Uma das justificativas de quem defende a solitária, abaixo:

Se uma mulher menstruada entra na casa, 3 coisas acontecem: um tigre aparece, a casa pega fogo e o chefe da família fica doente

A frase acima é de Funcho, morador do Nepal e reproduzida na Edição da Revista Veja de dias atrás (extraída do original no NYT), explicando os motivos do isolamento de mulheres menstruadas em seu lugarejo.

É esse o mundo do século XXI?

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– Lorenna Vieira e o suposto erro DO Itaú. Na verdade, era golpe NO Itaú?

Puxa, ontem vi repercutir bastante o caso de uma moça morena (Lorenna Vieira, casada com o músico Rennan da Penha) que se disse humilhada pelo atendente do Banco Itaú, quando foi retirar dinheiro, por desconfiar que era uma golpista. Entretanto, após gravar um vídeo dizendo que foi discriminada por ser negra, não é que ela estava portanto documentos falsos?

Xi… o que pensar?

Extraído de: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/01/31/empresaria-diz-que-sofreu-preconceito-em-agencia-bancaria-banco-nega.ghtml

EMPRESÁRIA DIZ QUE SOFREU PRECONCEITO EM AGÊNCIA BANCÁRIA; BANCO NEGA

Lorenna Vieira afirmou em rede social que foi sacar R$ 1.500, mas funcionários desconfiaram e chamaram a polícia. Já a polícia diz que ela usou documento falso.

A empresária e blogueira Lorenna Vieira se disse vítima de preconceito numa agência do banco Itaú, no Rio. O banco negou. Declarou que funcionários verificaram os documentos de Lorenna, o que é obrigatório, e se desculpou com ela. Na noite desta sexta-feira (31), a polícia informou que identidade da empresária era falsa. Lorenna disse rasgou a identidade assim que saiu da delegacia.

Lorenna Vieira disse, numa rede social, que foi na quinta-feira (30) a uma agência do Itaú desbloquear um cartão e sacar R$ 1.500. Mas, segundo ela, funcionários desconfiaram da movimentação na conta e chamaram a polícia.

“A gente é preto, a gente é super humilde, mas a gente é empresário sim, a gente é empreendedor também, tá? E pra piorar não deixaram eu tirar dinheiro”.

Os policiais levaram Lorenna Vieira para a delegacia. Ela passou cerca de 20 minutos conversando com os investigadores, depois, foi liberada. Lorenna disse que se sentiu ofendida, e que foi tratada de forma preconceituosa.

“Toda hora me perguntando se eu não tinha feito, se eu não tinha passagem pela polícia, se eu não tinha, se eu não era criminosa”.

Lorenna é mulher do DJ Renann da Penha, criador do Baile da Gaiola, um dos maiores bailes funks do Rio.

Nesta sexta-feira (30), Lorenna voltou à delegacia para registrar um boletim de ocorrência. Chegou acompanhada do marido e do advogado.

No fim da manhã, a Polícia Civil do Rio tinha divulgado uma nota afirmando que o documento apresentado por Lorenna no banco era verdadeiro. Mas, durante a tarde, a Polícia Civil do Rio afirmou ter recebido novas informações do Detran e do Instituto de Identificação Félix Pacheco sobre a carteira de identidade de Lorenna Vieira.

O delegado Fabrício Oliveira disse que o Detran confirmou que o documento apresentado por ela no banco era falso, que nenhuma carteira de identidade em nome dela foi emitida no dia 7 de maio de 2018, como constava no documento. Ainda segundo a polícia, a foto da carteira não existe no banco de dados do Detran e, de acordo com os investigadores, o Instituto Félix Pacheco atestou que a digital do documento não pertence a Lorenna.

Lorenna está sendo investigada por uso de documento falso. Segundo a polícia, as suspeitas começaram quando ela rasgou e queimou a identidade logo após ter saído da delegacia.

Na quinta-feira ela contou ao G1 por que rasgou o documento.

“Me deixou mal mesmo que eu até rasguei a minha identidade, né, porque o policial falou que era quase impossível ver que era eu, porque o meu cabelo estava liso, e que era para eu jogar essa identidade fora e fazer outra com o meu cabelo natural”.

Na noite desta sexta, numa troca de mensagens com a produção do JN, Lorenna Vieira disse:

“Se o erro foi no Detran, eles que resolvam. Agora isso é terrível”.

Em seguida, apagou as mensagens que havia encaminhado e escreveu: “Estou devastada e não quero falar com ninguém”.

Antes de a polícia descobrir que o documento era falso, o Itaú Unibanco divulgou uma nota em que lamentou profundamente os transtornos causados a Lorenna Vieira.

O banco informou que a verificação de documentos é obrigatória em casos em que o cliente não tenha em mãos o cartão do banco ou não faça uso da biometria para fazer saques. O objetivo, segundo o banco, é garantir a segurança dos próprios clientes e não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero.

O banco afirmou também que, “infelizmente, pessoas mal-intencionadas tentam aplicar diariamente golpes usando documentos falsos em agências de banco e, em razão desse procedimento, o Itaú Unibanco conseguiu evitar inúmeras fraudes contra os clientes”.

O banco pediu de desculpas a Lorenna pelo incômodo que a abordagem causou e segue à disposição para mais esclarecimento.

Na noite desta sexta, o Itaú Unibanco divulgou uma nova nota em que mantém o posicionamento anterior de que a verificação de documentos é obrigatória quando o cliente não tem em mãos o cartão do banco ou não faz uso de biometria nos saques. O banco reafirmou que o objetivo é garantir a segurança dos clientes, e que não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero. O banco reforçou que, a despeito de a Polícia Civil ter declarado que o documento apresentado por Lorenna Vieira é falso, já havia se desculpado com ela pelo incômodo que a abordagem possa ter causado. E concluiu dizendo que se mantém à disposição para esclarecimentos.

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– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

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– Guy Acolatse e o pioneirismo na Alemanha!

Menos de 10 anos do fim da 2a Guerra Mundial e um negro é contratado para jogar na Alemanha pós-nazista, lado Ocidental!

Curioso para saber como foi esse fato inédito (um africano jogando profissionalmente em um país onde Hittler disseminou a história da superioridade da raça ariana)?

Leia o depoimento do próprio protagonista do fato, o ex-jogador Guy Acolatse, de Togo,

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-alemao/noticia/todos-queriam-me-ver-conheca-o-primeiro-negro-a-jogar-na-alemanha.ghtml

O PRIMEIRO NEGRO A JOGAR NA ALEMANHA

Nascido no Togo, Guy Acolatse hoje vive em Paris. Africano lembra reação dos alemães ao chegar ao St. Pauli: “Todos olhavam e diziam ‘é um negro, é negro'”

Vocês jornalistas têm muito problema com atraso. Dez da manhã é dez da manhã. Sou estilo alemão”, advertiu ao telefone quando a entrevista foi combinada. Pouco antes das dez e com um grande sorriso, Guy Acolatse abriu as portas de sua casa no norte de Paris para contar sua trajetória, que começou bem longe dali, em sua terra natal: o Togo. Bem-humorado, o senhor de 75 anos mostra fotos e jornais que relembram o motivo de ter entrado para história: ter sido o primeiro atleta negro a jogar profissionalmente no futebol alemão. Aventura que começou em 14 de julho de 1963, quando ele chegou na cidade de Hamburgo para defender o FC St. Pauli.

– Como teve muita propaganda antes de eu chegar, toda a cidade estava com cartazes “Guy Acolatse – o novo jogador de FC St Pauli” e, também por ser negro, todos queriam me ver. No hotel onde eu estava, no momento que eu ia entrar, todos olhavam e diziam “é um negro, é negro…”. As pessoas tentavam me ver. Mas gosto de brincar e sou “showman”. Sou educado, respeito e brinco junto da situação. Nos primeiros anos, havia pessoas que nunca tinham ido a um jogo e íam ao estádio para ver o jogador negro. Muitos não tinham ideia do que era o Togo ou uma pessoa negra – lembrou.

Otto Westphal foi treinador da seleção de Togo em 1962 e conheceu o futebol de Acolatse. No ano seguinte, de volta ao futebol alemão, convidou o jogador para vestir a camisa do St. Pauli. O jovem talentoso – então com 21 anos – já chamava atenção de equipes na Bélgica e na França, mas resolveu aceitar o convite de Westphal, que disse para ele que precisava de um camisa 10 com as suas características. Na visão de Acolatse, a curiosidade movia as pessoas durante os primeiros anos dele na Alemanha.

Em relação ao racismo, Acolatse optou por encarar a questão como uma provocação, e não como uma ofensa, e preferia reagir com humor:

– Me olhavam. Algumas vezes quando jogava as pessoas gritavam: “Macaco, macaco”. Mas eu tenho em mente que sou um cara bem humorado. Eu virava a cabeça, olhava e dava susto neles.

Fã declarado de Pelé, Acolatse jogou uma partida oficial também histórica contra o jovem Franz Beckenbauer, em 1964. O FC Pauli disputou contra o Bayern uma vaga na primeira divisão da recém-criada Bundesliga. A equipe de Hamburgo perdeu por 6 a 1 e 4 a 0, mas o jovem togolês teve a oportunidade de marcar contra o lendário goleiro Sepp Maier e viu, de dentro do campo, o Kaiser fazer seu primeiro gol com a camisa do Bayern de Munique.

– Durante minha carreira, eu joguei com grandes jogadores. Joguei com Uwe Seeler, que foi capitão da seleção alemã e um dos atacantes mais fortes que já vi. Joguei com Beckenbauer e fiz um jogo-treino com Puskàs. Pelé é um jogador de classe. É por isso que gosto muito dele. E até hoje, de todos jogadores que vi, o que acho que pode chegar a jogar como Pelé é o Mbappé.

Acolatse não poupa elogios ao companheiro de Neymar no Paris Saint-Germain, de apenas 19 anos. E também deixa a humildade de lado ao se comparar com Mbappé.

– Ele já tem experiência, ele pensa, ele sabe como se movimentar e driblar. Ele sabe o momento de driblar ou não. Ele não faz como os outros que pegam a bola e saem tentando. Ele tem um grande futuro. E acho que ele joga como eu jogava na minha época, mas acho que eu era mais rápido.

Acolatse jogou no St. Pauli até 1966 e depois seguiu em times de menor expressão da região de Hamburgo até encerrar a carreira na equipe amadora de St. Pauli. No início dos anos 80 mudou-se para Paris para trabalhar como técnico. Atualmente, ajuda crianças do bairro onde mora com aulas de alemão e atividades esportivas. Chamado de “monsieur Guy” nas ruas de Saint-Dennis, Acolatse não admira apenas o futebol brasileiro.

– Se eu for ao Brasil, eu quero dançar e cantar. Eu não sou de festa, mas se escuto música brasileira, eu já pego uma taça de vinho. Eu adoro, desde quando estava no Togo.

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– A responsabilidade em não constranger uma pessoa alheia ao fato: sobre Maiara e Maraísa frente a Alexandra França

Repercutiu bastante a coluna de Alexandre França, na Folha de São Paulo, onde de um assunto importante e interessante ele se enrolou todo e foi infeliz.

O escritor resolveu falar sobre a não-manifestação de boa parte da classe artística sobre o ex-Secretário da Cultura, Roberto Alvim, no discurso de plágio nazista realizado (o presidente Bolsonaro o demitiu por tal fato). Entretanto, citou nomes da oposição ao Governo que criticaram a fala e detonou os demais artistas, separando-os por elite e popular, alegando que quem não o criticou, é neofascista e adepto de um conjunto de tantos outros rótulos.

Ora, quer dizer que obrigatoriamente alguém tem que escrever na Rede Social, a fim de contentar Alexandre França? Manifesta-se quem quiser, embora seja unânime a percepção do horror que foi o Nazismo e que são as ideias Neonazistas.

Para completar a infelicidade, publicou-se uma charge das cantoras populares Maiara e Maraísa, com um bracelete de suástica, escolhida a esmo por França, a fim de ilustrar suas ideias.

Que culpa essas moças têm? São obrigadas a publicar opiniões políticas no Instagram ou Twitter ao invés de se preocuparem com a vida, somente para demagogia? E quem disse que a não-expressão é concordar com Alvim e o nazismo?

Poderiam várias outras pessoas a serem escolhidas, já que o critério de associação (indevido) de Alexandre França foi muito errado. Por azar da dupla de cantoras, foram elas.

Aliás, me admiro a irresponsabilidade da Folha de São Paulo em publicar tal imagem, levando aos leitores a falsa interpretação de que temos duas cantoras neonazistas. Ridículo! Embora, posteriormente, a Folha pediu desculpas.

Já imaginou você ser escrachado publicamente de apoiador por algo que você nem se manifestou (por falta de tempo, por quê não quis ou por qualquer outro motivo)?

Por fim: na teimosia de não aceitar o erro, Alexandre França, novamente de maneira gratuita, chamou as moças de “cantoras da cachaça”. Pra quê?

Esse radicalismo e cegueira por viés ideológico acabam com o Brasil. E fica a reflexão: apesar dos erros do Presidente Bolsonaro (que repercutem e encobrem os acertos também existentes – há de ser ponderado), quem disse que o Governo é Facista ou Nazista? Onde estamos vendo tais ações? Onde as raças estão sendo purificadas ou a liberdade de expressão proibida? Aliás: não está se usando de maneira equivocada esses dois termos?

Repito: o fanatismo pela Esquerda ou Direita deturpam a sensibilidade e a razão.

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– A regra é diferente, mas não importa!

Não é nenhum estudo de caso das Leis do Jogo, mas apenas compartilho para observação e aplausos ilimitados:

– Na Turquia, em um campo adaptado e regras diferentes, tivemos uma partida entre AMPUTADOS!

Assista o vídeo e tente não se impressionar. É impossível não admirar esses atletas e a sua superação. Abaixo:

 

– Porta dos Fundos e Jesus (de novo)!

No ano passado, o grupo humorístico Porta dos Fundos fez um filme para a Netflix onde Jesus e os discípulos durante a Santa Ceia (momento da Instituição da Eucaristia) ficam drogados pois Judas coloca narcóticos para eles ficarem dopados e curtir uma noitada. A película, evidentemente, trouxe muita polêmica.

Neste ano, novamente o Porta dos Fundos faz um filme satirizando Jesus: dessa vez, Ele é gay, vai a uma festa surpresa de 30 anos com seu namorado e Maria está pronta para dizer que seu pai é Deus, pois ele pensava que o Criador era seu tio.

Pra quê?

Num país de maioria cristã, é lógico que deveria se existir um cuidado com tais produções de mau gosto. Evidentemente temos liberdade de expressão, mas não parece ser oportunismo e busca de uma parcela anticristã da população tais filmes? Uma ofensa gratuita às pessoas que tem no Cristo seu sagrado sentido de religião, tudo em torno de fama e dinheiro?

Para expressar o que se pensa ou satirizar, há a necessidade de se entender qual o limite de respeito e ofensa ao próximo. Duas opiniões (a minha é a número 1):

1- A de quem contraria, em: https://www.youtube.com/watch?v=xFkPjYZpMJI

2- A de quem defende, em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2019/12/desculpem-meu-aramaico.shtml

Atualizando: a resposta de Fábio Porchat em: https://istoe.com.br/fabio-porchat-responde-criticas-sobre-especial-de-natal-do-porta-dos-fundos/

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– A morte de Gugu e os loucos por selfies

Li que a atriz Marina Ruy Barbosa reclamou de pessoas que queriam tirar fotos com celebridades durante o velório de Gugu Liberato. Também pipocaram (e foram excluídas algumas) fotos em redes sociais do caixão.

Fico pensando: qual o prazer em tirar uma foto de quem morreu? Que desrespeito ao agora defunto é esse? Que gosto mórbido!

Triste o desejo sem freios da vaidade…

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– Bestemmiare? Não… as punições por ofensas religiosas no futebol italiano!

Meu avô (como todo italiano legítimo) costumava, quando muito irritado, xingar até mesmo a Deus! Depois passava… E era repreendido pois não poderia “bestemmiare” perto dos netos (ou seja: blasfemar).

Junto às polêmicas contra o racismo na Itália (que infelizmente estão constantes), uma outra punição tem sido muito discutida por lá: a de tomar o nome de Deus ou de santos em vão! E está gerando suspensão.

Compartilho, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2019/10/30/falar-nome-de-deus-em-vao-e-vetado-na-italia-e-ja-quase-suspendeu-astros.htm

FALAR NOME DE DEUS EM VÃO É PROIBIDO NA ITÁLIA E GERA PUNIÇÃO

Nesta semana, dois atletas do Campeonato Italiano foram suspensos por um jogo pela federação por… blasfemar em campo. É isso mesmo: por lá, proferir em campo o nome de Deus e outras figuras religiosas em vão ou em contexto considerado desrespeitoso pode render punição. Os meio-campistas Francesco Magnanelli, capitão do Sassuolo, e Matteo Scozzarella, do Parma, foram os últimos atingidos pela regra que vigora há quase uma década e já rendeu dor de cabeça a astros como Gianluigi Buffon e Zlatan Ibrahimovic.

Foi em 2010 que a federação decidiu que xingamentos e blasfêmias deveriam ser punidos com cartão vermelho direto. Caso o árbitro não perceba o ato em campo, o infrator pode ser punido posteriormente, com auxílio de imagens de TV e leitura labial – foi assim nos casos de Magnanelli e Scozzarella. O motivo anunciado para a regra, na época de sua aplicação, foi desestimular o uso de “linguagem ofensiva” nos gramados.

Desde então, alguns jogadores já foram punidos por falar mais do que podiam. No ano passado, o volante Rolando Mandragora, da Udinese, também tomou um jogo de gancho depois de perder um gol e desabafar usando os nomes de Deus e da Virgem Maria. Outros que já se deram mal foram o técnico Domenico Di Carlo (Chievo), o atacante Davide Lanzafame (Parma) e o meia Luca Siligardi (Livorno). Mas o primeiro jogador da história a ser punido por blasfemar poderia ter sido ninguém menos que Gianluigi Buffon.

O lendário goleiro, ainda hoje na ativa aos 41 anos pela Juventus, foi acusado de falar o nome de Deus em vão após falhar em um jogo contra o Genoa, em 2010. Em sua defesa, Buffon disse que falou “zio”, que significa “tio”, e não “Dio” (Deus). Ele escapou de punição após se desculpar publicamente. “Se um dia eu tiver a sorte de encontrar Deus, é Ele quem vai decidir me perdoar ou não”, disse o jogador na época.

Ibrahimovic também quase se complicou em 2011, quando jogava pelo Milan. O astro sueco foi filmado supostamente proferindo blasfêmias em um jogo contra o Cagliari, mas acabou não sendo formalmente acusado porque o vídeo não oferecia prova definitiva do ato.

Apesar de ser apoiada por grande parte da comunidade futebolística na Itália, a regra também tem seus opositores. A Federação Internacional dos Futebolistas profissionais (Fifpro) divulgou um comunicado contra a decisão da federação italiana em 2010, dizendo que a decisão feria o direito fundamental da liberdade de expressão dos jogadores. Até hoje, porém, a norma segue de pé.

Essa não é a única polêmica envolvendo punições no futebol italiano recentemente. Os diversos casos de racismo nesta temporada, com insultos em estádios contra jogadores como Lukaku (Inter de Milão), Kessié (Milan), Dalbert (Fiorentina), Juan Jesus (Roma) e Ronaldo Vieira (Sampdoria), têm causado pressão por medidas mais rígidas da federação. Alguns dos casos, como o envolvendo Lukaku, acabaram sem punição, enquanto outros, como o envolvendo Dalbert, renderam apenas uma multa ao clube cuja torcida proferiu as ofensas.

Ibrahimovic escapou de punição em 2011, quando jogava pelo Milan, por blasfemar em campo - Max Rossi/Reuters

Ibrahimovic escapou de punição em 2011, quando jogava pelo Milan, por blasfemar em campo Imagem: Max Rossi/Reuters

 

– Racismo contra Taison: ofender a dignidade humana está valendo a pena para o agressor. E custando caro para o ofendido…

Dias atrás rodou o mundo a triste manifestação racista da torcida do Dínamo de Kiev contra Dentinho e Taison. Dentinho saiu chorando e Taison, revoltado, mostrou o dedo do meio após ser chamado de várias ofensas raciais, inclusive de macaco.

E não é que, para a vergonha do esporte, a Associação Ucraniana de Futebol puniu o atleta por 1 jogo de suspensão e a agremiação por 500 mil Grívnia (R$ 87.160,38)!

Ofender a dignidade humana está valendo a pena para o agressor. E custando caro para o ofendido

Taison reage após ser vitima de racismo na Ucrânia — Foto: Reprodução arquivo social

– Escola sem Partido, sem Religião e sem Apologia a Gênero

O respeito à fé, às convicções políticas e à sexualidade deve ser sempre preservado. Muitas vezes nos deparamos com assuntos polêmicos, que podem fazer proselitismo ou determinar preconceito contra uma crença religiosa (ou descrença).

Nos dias atuais, o radicalismo a favor ou contra alguma religião, partido político ou causas sociais (como LGBTQ+) acaba entrando no noticiário por seus manifestantes e defensores – em algumas ocasiões, de maneira ofensiva.

Procurar a neutralidade e preservar o direito ao exercício da cidadania (sem fazer apologia ou repulsa) é fundamental. E, apesar de muitas críticas que se possa fazer em alguns setores do Governo, ao ler sobre a criação de um canal de denúncias para que se tenha a possibilidade de reclamar de conteúdos inapropriados (que critiquem a fé desde o cristianismo até as de raízes africanas; de promoção de campanha partidária / política de Esquerda ou Direita; ou ainda de erotização precoce ao invés de educação sexual) penso ser uma acerto muito grande!

A questão não é censurar (censura nunca deve ser feita), mas a necessidade de mostrar a pluralidade de ideias e manifestações (não de um lado apenas, para que não seja um ensino doutrinário) é indiscutível.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/11/damares-anuncia-canal-de-denuncias-para-questoes-contra-moral-religiao-e-etica-nas-escolas.shtml

DAMARES ANUNCIA CANAL DE DENÚNCIAS PARA QUESTÕES CONTRA MORAL, RELIGIÃO E ÉTICA NAS ESCOLAS

Segundo a ministra, canal está sendo formatado em parceria com o MEC e será anunciado em breve

A ministra Damares Alves (Direitos Humanos) disse nesta terça-feira (19) que um canal de denúncias está sendo formatado em parceria com o MEC (Ministério da educação) para receber queixas de conteúdos que possam ser considerados inadequados nas escolas.

“O que nós queremos é tão somente o cumprimento da lei”, afirmou ela a jornalistas, fazendo referência a Convenção Americana de Direitos Humanos, o Pacto de San José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário.

“Lá está dizendo que a escola não pode ensinar nada que atente contra a moral, a religião e a ética da família. A família precisa ser ouvida.”

Segundo Damares, o canal será anunciado em breve e será conduzido pelo Ministério da Educação. Questionada sobre o papel da sua pasta, ela disse que será o de conversar com as famílias, sem entrar em detalhes de como isso será feito.

Ela também não explicou em que formato funcionará o canal —se pela internet, via telefone ou outra forma— e não citou previsão para a implementação, mas disse que deve ocorrer ainda este ano. O MEC não retornou o contato da reportagem para comentar sobre o tema.

A ministra havia falado sobre o canal de denúncias na segunda-feira, ao compartilhar, no Twitter, uma reportagem do site Metrópoles sobre o caso de um professor de Brasília que teria ensinado sobre sexo anal e oral a alunos do sexto ano e pedido uma redação a respeito do tema.

“Tudo o que nós queremos: bom senso. Foi um episódio de um educador, esse rapaz pode estar doente, perturbado, não está bem orientado, foi um episódio isolado. O que nós queremos é que episódios como esse não aconteçam mais”, disse em Belo Horizonte.

Segundo Damares, o objetivo é trabalhar uma parceria entre escola e família, onde cada um esteja ciente de seu “dever e papel”. Ela garantiu que o objetivo não é punir educadores e que não será instaurada “uma guerra contra a escola”.

“Não existe aqui nenhum governo radical, opressor, que vai proibir falar desses temas, obedecendo o material didático certo, a idade certa e a forma certa de falar”, explicou.

A ministra defendeu que é importante falar de educação sexual nas escolas para “empoderar a criança”.

Damares citou sua própria história de abuso, ocorrida quando tinha 6 anos. Ela conta que não sabia que poderia denunciar o que aconteceu e que, se tivesse sido orientada, estaria empoderada para se proteger.

Em setembro, o ministro da educação, Abraham Weintraub, enviou ofício para as secretarias de educação do país com orientações sobre respeito a crenças religiosas, pluralismo de ideias e sobre o veto de propagandas partidárias em sala de aula. Temas que remetem ao que é preconizado pelo movimento Escola sem Partido.

Na época, Weintraub disse que colocaria os canais de comunicação do MEC à disposição para receber denúncias de casos que fossem considerados extremos.

Em Belo Horizonte, Damares também disse que não estava previsto, mas que irá sugerir que o canal de denúncias seja incluído no Pacto pela Infância —pacto de programas sociais— articulado com outros ministérios.

Ela antecipou outro programa do governo que será anunciado nos próximos dias. O “Creche para todos”, diz ela, tem como meta colocar em dois anos todas as crianças do país, na faixa de 0 a 4 anos, em creches. Os detalhes também serão tratados pelo MEC.

A agenda da ministra na capital mineira incluiu participação em audiências públicas e o recebimento do título de cidadã honorária do estado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Respondendo à pergunta se irá para o novo partido do presidente Jair Bolsonaro, Damares disse que não foi convidada ainda e que irá pensar.

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– Tolerância no Esporte, enfim!

Na final envolvendo Corinthians x São Paulo no futebol feminino, um exemplo a ser seguido: Cristiane, do Tricolor, tirando selfies com torcedores do Timão!

Não seria legal que isso fosse comum também no masculino, entre outros clubes e esportes?

Um exemplo de Tolerância, abaixo:

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