– De novo temos suspeita de manipulação de resultados no futebol brasileiro?

Olha… de tanto se falar, tô achando que é verdade mesmo.

Começo esse texto com ironia para novamente publicar: DE NOVO, uma suspeita de que apostadores compraram resultados em jogos “escondidos” do futebol profissional no Brasil.

E, pra variar, novamente uma acusação que vem de time da Paraíba!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/06/08/mp-vai-apurar-suspeita-de-manipulacao-de-resultado-em-goleada-na-serie-d.htm

MINISTÉRIO PÚBLICO APURA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS

A goleada do Campinense na noite da última quinta-feira (6) foi colocada em xeque por torcedores e apostadores. A Federação Paraibana de Futebol classificou como “grave” as suspeitas. O caso irá ao Ministério Público. Dentro de campo, o rubro-negro da Paraíba goleou o Vitória-PE, por 4 a 0, em Campina Grande.

Nos aplicativos de mensagens, torcedores relatam que integrantes de uma rede de manipulação de resultados “compraram o jogo do Campinense” (sic). Na conversa de áudio, um torcedor diz que a partida seria 4 a 0 e citou Pezão como um dos responsáveis pelo esquema.

José Pereira, o Pezão, assumirá na próxima semana o cargo de diretor de futebol do clube de Campina Grande. Em nota enviada pelo seu advogado, o dirigente disse desconhecer “as pessoas dos áudios divulgados e que é falsa qualquer informação que coloque seu nome nas acusações”.

Na nota, reproduzida no fim do texto, ele informa que “espera que tamanha desonra divulgada, de forma inconsequente, não comprometa sua contribuição ao Campinense Clube. Por fim, coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos”.

Em um dos áudios obtidos pelo UOL Esporte (escute ao longo da reportagem), uma outra pessoa informa que a partida estava bloqueada para apostas nos sites baseados em Campina Grande e comentava que um amigo jogou em uma casa de apostas no Pará e ganhou “dinheiro com força”.

Em um comunicado emitido na noite de quinta, a casa de apostas “Bets Esportes” informou que o resultado do jogo foi manipulado e informava aos seus clientes que devolveria o valor das apostas.

O “Bets Esportes” é mais uma das dezenas de bancas de apostas que operam ilegalmente no país. O domínio da empresa está registrado no Maranhão. A reportagem tentou obter contato com a empresa, mas não teve sucesso.

O Campinense é patrocinado por um site de apostas. O principal parceiro do clube é a “MixBet”, empresa hospedada no Arizona, nos EUA.

A suspeita deve ser investigada pelas autoridades locais. “Se trata de denúncias graves e devem ser investigadas e apuradas pelos órgãos competentes”, disse Michele Ramalho, presidente da Federação Paraibana de Futebol, eleita após o primeiro escândalo. Ela é a chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da França, que começou nesta sexta.

O caso será enviado ao Ministério Público.

Outro lado

Organizadora da competição, a CBF informou que apura informações antes de se manifestar. O Campinense não se pronunciou. Os dirigentes do Vitória foram procurados, mas não responderam aos contatos da reportagem.

Credibilidade em xeque na Paraíba

A suspeita de manipulação de resultados em Campina Grande agrava a credibilidade do futebol da Paraíba, que atravessa a maior crise da sua história.

No ano passado, dirigentes da federação e de clubes locais foram banidos do futebol acusados de integrarem um esquema de manipulação de resultados.

Gravações revelaram dirigentes negociando pagamentos para árbitros e adversários. Willian Simões, então presidente do Campinense, foi um dos banidos do futebol no ano passado pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

Jogos vazios são alvos preferidos

Jogos sem apelo de público e com pouca importância na tabela da competição são os preferidos das máfias de manipulação de resultados. Com o estádio praticamente vazio, a partida de quinta-feira em Campina Grande teve apenas 305 pagantes e não mexeu na tabela da competição. Os dois times já estavam eliminados da Série D.

A equipe pernambucana terminou a competição sem nenhum ponto. Já o Campinense deixou a Série D com sete pontos.

A goleada foi a única do time paraibano no torneio. Em seis partidas, a equipe venceu somente duas e ainda teve um empate e três derrotas.

O mercado de apostas esportivas online foi liberado em dezembro do ano passado e aguarda a regulamentação no Congresso Nacional. Apesar de ser proibido no país, cerca de 500 sites baseados no exterior recebem apostas de brasileiros. Estima-se que as apostas feitas no Brasil movimentaram cerca de R$ 4 bilhões neste ano.

A nota oficial de Pezão

“José Pereira dos Santos vem, através desta nota, comunicar que desconhece as pessoas dos áudios divulgados e que é falsa qualquer informação que coloque seu nome nas acusações. A imprensa não foi cautelosa ao divulgar acusações graves com base em áudios aleatórios de pessoas (não identificadas) que, na verdade, se questionam pelos frustrados resultados de seus times, acusando-o sem qualquer tipo de fundamento. “Pezão”, como é de amplo conhecimento, ama futebol e, como qualquer torcedor, quer contribuir para ascensão do clube nos campeonatos e está compromissado com isso; sempre com ética e honradez! Por esse motivo, espera que tamanha desonra divulgada, de forma inconsequente, não comprometa sua contribuição ao Campinense Clube. Por fim, coloca-se à disposição para eventuais esclarecimentos.

João Luis Fernandes
Advogado”

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– Neymar: os Exaltados e os Insensatos

Estou escrevendo abaixo com cuidado, respeito e senso de impotência para julgamento. Afinal, o assunto merece delicadeza e mexe com paixões. Vamos lá:

Neymar está desconvocado da Copa América. Por vias tortas, sua ausência (apesar de ser por uma situação desagradável, a contusão séria) será boa para todos: para a Seleção que não terá esse fardo de um assunto extra-campo, para Tite que poderá testar uma equipe sem Neymardependência e para o próprio atleta, que poderá buscar paz, resolver sua pendenga com a acusada de estupro e quem sabe conseguir maior harmonia e mansidão na sua rotina atribulada.

Aliás, quando você viu calmaria na carreira desse atleta?

A pressão começou ainda criança, levando a sonharem que Neymar seria Pelé devido à expectativa. Pouquíssimos chegaram perto de Pelé ou Maradona. Messi conseguiu; Neymar tenta. Sabemos, é trabalho para fora-de-séries.

De cai cai marcado pelos adversários, houve lampejos de correção na conduta, atrapalhada pelo desastre na Copa da Rússia, onde suas quedas (muitas reais) pareciam encenadas. Viralizou no mundo.

Neymar apanha demais, é fato. Está rico demais, é fato também. E isso leva a muitas pessoas a acharem que, com o dinheiro (que ganhou honestamente), sofrer faltas é algo normal. 

Como as que Neymar leva, não é tão normal, pois muitas vezes os adversários entendem suas atitudes como debochadas (algumas não são). Outras, sem dúvida, são.

Some-se a essas polêmicas a recuperação da lesão com coreografia no Carnaval, a agressão ao torcedor que o provocou na final da Copa da Liga Francesa e agora à acusação de escândalo. Desestabiliza ele e o entorno dele.

Por fim, o assunto “do momento”, o suposto estupro: moralmente falando, errou feio ao mandar buscar uma moça de outro continente, desconhecida, para transar simplesmente e descartá-la no dia seguinte. No dia-a-dia de jovens endinheirados, isso é aceito pelos seus pares (mas não deveria ser algo normal). Porém, assistindo ao vídeo entregue à Polícia, ouvindo a moça no SBT em entrevista, é difícil manter a isenção total e não crer que ele foi vítima de um golpe de extorsão (sem contar que ela faltou 3 vezes à intimação). Bobeou, ao que parece (insisto no primeiro parágrafo – tentando não ser afirmativo quanto a essa questão, pela sensibilidade que se deve ter no caso).

Se já não bastasse tudo isso, uma lesão nos ligamentos o tirou do jogo em Brasília contra o Catar. Que fase! E aí surgem as mais nojentas teorias conspiratórias, a principal é que fingiu-se tudo isso para que ele deixasse o grupo ao invés de pedir dispensa. Que ridículo!

Como o mundo está insensato! Julga-se e condena-se pela falta de carisma de quem está envolvido. Aí é demais… o mundo está doente.

Neymar é cracaço. Mas o contexto o atrapalha demais e, às vezes, ele próprio se auto atrapalha.

  • Poderá, ainda, ser o melhor do mundo?

Se conseguir harmonizar tudo que o envolve, sim, pois bola tem. Precisa ser retrabalhado na imagem.

O difícil é ver o julgamento alheio do atleta como pessoa, parecendo que todos convivem diariamente com ele na casa dele. Sabem a intimidade e conhecem seu caráter. Como?

Neymar tem sido irresponsável, isso o prejudica. Mas monstro (não o dito pelo Renê Simões, mas sim um real) não virou.

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– A Globo acerta ou erra em afastar Mauro Naves?

Mauro Naves foi afastado da Globo por envolvimento no caso Neymar. A emissora não gostou. Mas teria razão?

Entendendo: o então advogado do caso “Neymar e o suposto estupro”, Dr José Edgar Cunha Bueno, relatou que conseguiu entrar em contato com o pai do atleta graças ao telefone fornecido pelo jornalista Mauro Naves, da TV Globo. Neymar “Pai” disse que o próprio Mauro perguntou se poderia fornecer o número, e após autorização, o fez.

O advogado solicitar ao repórter, ele fornecer após pedir autorização ao pai; e tudo sem nenhum desvio: qual o pecado de Mauro Naves?

É lógico que provavelmente, por esse favor, conseguiria mais entrevistas exclusivas, por exemplo. Mas ainda assim: cadê o erro? Isso tira a isenção do jornalista?

Troca de contatos são comuns em todo o meio. Entendo que a Globo, que é “espancada diariamente” no cenário político e nas redes sociais (às vezes com e às vezes sem razão) toma seus cuidados éticos. Mas aqui não há excesso de zelo?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Atlético de Mogi

Neste próximo sábado, teremos a 11a rodada da 4a divisão de profissionais. E o que esperar do jogo do Galo da Japi?

Em tese, o confronto será muito fácil para se apitar, pois teremos o melhor time do campeonato contra o pior, estando na casa do líder: é essa a expectativa para Paulista x Atlético e Mogi.

Diante disso, a FPF resolveu colocar na partida um árbitro bem iniciante, estando apenas no seu 2º ano em jogos profissionais: Diego Augusto Fagundes, de 27 anos e que apesar de estar na sua 6ª temporada, só agora está tendo chances fora dos campeonatos amadores.

Um ilustre novato que poderá ter uma atuação tranquila – é isso que desejamos e esperamos.

A ficha completa (com os experientes bandeiras):

Árbitro: Diego Augusto Fagundes

Árbitro Assistente 1: Luis Alexandre Nilsen

Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade

Quarto Árbitro: José Donizete Gonçalves da Silva

Que seja uma ótima jornada para jogadores e árbitros.

– A lógica de Luxemburgo no trabalho de Diniz

Até a rodada passada, algo curioso acontecia na tabela de classificação do Brasileirão com o Fluminense: 6 pontos em 6 jogos.

Me lembrei de Vanderley Luxemburgo, que dizia preferir na soma de 3 pontos, que fossem de 1 vitória e 2 derrotas ao invés de 3 empates. Fernando Diniz conseguiu com o Fluzão 2 vitórias e 4 derrotas, graças a seu estilo ofensivo.

E por quê isso?

Nos critérios de desempate, o número de vitórias é primordial, assim como o de gols pró.

O problema é que, em si, o time carioca tem sofrido com contusões, convocações, e reposição de “pé-de-obra” qualificado. Vide o sucesso de Sampaoli no Santos, que com elenco mais qualificado está na parte de cima da tabela. Dessa forma, não é culpa do estilo de jogo seu desempenho baixo, mas da qualidade técnica.

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– Liga Mexicana mudará pontuação por vitórias como visitante!

Uma medida para se discutir: na 2a divisão do México, a liga local resolveu experimentar uma mudança, visando que os clubes não joguem na retranca enquanto visitantes: uma vitória na casa do adversário valerá 4 pontos, ao invés de 3.

O que você pensa sobre essa ideia?

Mais detalhes e outras mudanças por lá, abaixo, extraído de: https://futebolatino.lance.com.br/ascenso-mx-anuncia-mudanca-consideravel-em-sistema-de-disputa/

ASCENSO MX ANUNCIA MUDANÇA EM SISTEMA DE PONTUAÇÃO

Seguindo a linha de modificações profundas no sistema de disputa e nível de exigência para se atuar na Liga MX, a Ascenso MX (segunda divisão do México) anunciou nessa semana que, após realização de Assembleia, algumas mudanças foram definidas para a próxima temporada.

A mais chamativa delas ficou por conta de que, em alguns triunfos obtidos pelos visitantes, o mesmo pode ter direito a um ponto adicional, transformando a vitória em algo que renderá quatro ao invés de três pontos na tabela de classificação.

Para que haja maior equilíbrio de disputa e levando em conta que as equipes possuem números de jogos diferentes como visitante, o “teto” para o ponto extra será a menor quantidade de duelos que um dos 15 participantes fará fora de seus domínios.

Ficou acertado também que o Loros de Colima foi aprovado para integrar a competição e, por ter ficado em posição que renderia queda a instância inferior na tabela de promedio”, o Tampico Madero terá de pagar a administração da liga uma multa de valor não informado. Todos os outros integrantes foram avaliados no aspecto econômico e também conseguiram a certificação para jogarem a Ascenso MX da próxima temporada.

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– Uma opinião pessoal sobre Neymar e a acusação de estupro.

Não gosto (nem posso) defender ou acusar alguém em questões morais, mas essa história do Neymar e a moça que o acusa de estuprá-lo, é uma das mais “comuns” a cidadãos endinheirados que querem curtir a vida. Nesses casos, sempre surge uma moça que na “hora do vamos ver, diz “que não queria”. Não digo que é isso o que aconteceu em Paris, mas parece ser um filme de roteiro tão repetido…

Complicado, não? Normalmente, moças “espertas demais” fisgam esses caras pelos prazeres carnais. E eles caem!

Neymar pode ou não ter namorado a moça virtualmente (se é esse o termo correto), e se existiu uma relação sexual (lembremo-nos que ninguém obrigou a moça a entrar no avião do Brasil para a França e que ela foi custeada), dificilmente parece que não foi consentida.

Seria um sentimento de não consentimento posterior ao consentido?

Assim como não podemos julgar, não podemos ser tão ingênuos…

Se você tem um comportamento íntegro, correto, decente, provavelmente não bancaria uma moça desconhecida para transar em outro continente, né não?

O “menino Ney” correu o risco e, com consentimento ou não, arranjou uma grande dor-de-cabeça… A inteligência com as bolas nos pés faltou-lhe na hora de discernir uma “namorada” virtuosa.

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– O VAR no Brasil transformou o jogo em algo “xoxo”: sobre São Paulo 1×1 Cruzeiro!

Já ouviu a expressão interiorana de que algo é inconsistente, aos trancos e barrancos, que não envolve? Isso leva o nome de “xoxo” (se pronuncia Xôxo).

Pois bem: o VAR está tornando os jogos xoxos com seus árbitros frouxos em nosso país. Os juízes estão tirando a responsabilidade de suas decisões e querendo reparti-las com o árbitro de vídeo (que não pode decidir, apenas sugestionar).

No Pacaembu, neste domingo à tarde, vimos a arbitragem bater-papo, conversar, “não bater no peito” e nem ter autoridade. Apesar de nenhum erro relevante, foi uma arbitragem capenga, com o jogo parado a todo instante.

Por justiça, não quero dizer que foi algo exclusivo do catarinense Bráulio Machado no São Paulo 1×1 Cruzeiro, mas está sendo constante no futebol brasileiro.

Aliás, o próprio futebol anda xoxo. Ou alguém esperava uma partida eletrizante do ataque do São Paulo quando Cuca gritou: “incendeia o jogo, Pato”?

Só não é xoxo Mano Meneses, que reclamou nos 90 minutos de jogo da atuação da arbitragem…

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– A final da UCL em “The Simpsons”

Sensacional!

A final da UEFA Champions League, transformada numa animação em personagens dos Simpsons – e na tradicionalíssima abertura!

Vale a pena assistir, especialmente com os jogadores substituindo os originais (Lucas Moura, de chupeta, como a Meg, é demais!)

Em: https://youtu.be/jzV_GMvFV2Q

– Qualquer um dos 20 times brasileiros da Série A poderá ser Campeão do Mundial de Clubes FIFA ainda em 2019!

Apesar da FIFA ter confirmado a realização da sua Copa Mundial de Clubes em 2019, a última na versão tão questionada antes das mudanças do novo torneio quadrienal, não temos ainda oficialmente uma sede definida.

Pois bem: com estádios faraônicos pós-Copa de 2014; estando eles em ordem pois estamos em ano de Copa América em nosso país, por quê a CBF não se oferece como sede? Afinal, a 1a versão do Mundial sobre a organização da FIFA foi em 2000 no Brasil, e seria curioso a última (2019) aqui ser também.

E se isso acontecesse, teríamos o campeão do país-sede qualificado para a competição, conforme consta no regulamento (o Corinthians, no mesmo ano 2000, foi campeão dessa forma e é o único que conseguiu ter se classificado dessa maneira e conquistado a taça).

Sendo assim, vejam só: São Paulo, Corinthians, Santos, Vasco da Gama, Cruzeiro e outros times que não estão na Libertadores da América, se ganharem o Brasileirão, podem ser, ainda nesse ano, o campeão do mundo frente Tottenham ou Liverpool (ou contra o próprio Campeão da Libertadores da América, já que é possível de acordo com o chaveamento).

Já imaginaram um Palmeiras x Corinthians decidindo o Mundial da FIFA? No papel, a hipótese existe.

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– Abel não foi morto por Caim, digo, Landim, mas já traiu como Judas da mesma forma como dizem ter feito Jesus.

O treinador Abel Braga reclamou que não gosta de traição. Pediu demissão criticando a cartolagem do Flamengo, especialmente o presidente do clube Rodolfo Landim, sem citar seu nome especificamente.

A queixa é que ele se sentiu traído pelo fato do Mengão estar conversando com o treinador português Jorge Jesus.

Gosto demais da pessoa do Abelão. Um sujeito simples, correto e que passou por uma dificuldade na vida familiar que ninguém gostaria de passar. Mas como treinador, nesse momento atual, não sei se é um dos TOP. O problema em si é: Dorival Jr estava empregado no Flamengo quando Abel conversou com a diretoria para assumir o cargo. Isso é fato! Agora, acontece exatamente o mesmo com o treinador Jorge Jesus. Por quê a queixa, então?

Se for pensar para esse lado, Abel traiu Dorival, Jesus traiu Abel e Landim traiu Abel e Dorival. Que rolo!

O trocadilho com nomes bíblicos acima (em referência às pessoas envolvidas em questão) é uma brincadeira para mostrar que o futebol é um meio onde é difícil você confiar nas pessoas e manter ética e retidão a todo instante. Até alguns mais corretos (não disse todos) podem cometer seus pecados nesse meio, que são expurgados dependendo dos resultados em campo. Mas acima de tudo isso, a mágoa do Abel deve ser: ele estava recluso dos campos, no mundinho dele, com o bolso cheio e tentando levar uma vida mais pacata. O Flamengo quem insistiu no seu retorno, e, provavelmente, Abel acreditava que isso era suficiente para que a diretoria o bancasse quando os resultados fossem ruins – coisa que não aconteceu.

Seria ingenuidade do Abel ter pensado assim?

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– O pênalti irregular marcado na final da Recopa: River Plate x Athético Paranaense

Dias atrás, questionamos e observamos como na Conmebol os clubes brasileiros estão desprestigiados frente aos argentinos em respeito. A razão para isso foi a derrota com erros de arbitragem do Athlético Paranaense frente ao Boca Jrs.

Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/05/10/com-pesar-tenho-que-admitir-na-duvida-apito-amigo-ao-hermano-sobre-boca-juniors-2×1-athletico-paranaense/

Ontem, a história se repetiu contra o mesmo Athético, agora contra outro hermano, o River Plate. Vamos lá:

Estando 0x0 (resultado favorável ao time brasileiro na conquista do titula da Recopa Sul-americana), Pinola (RIV) chutou para o gol e Lucho Gonzáles (CAP) espalmou a bola antes de atingi-la no rosto. O árbitro chileno Roberto Tolbar, sugestionado pelo VAR, reviu o lance e resolveu marcar pênalti. Errou. E explico o motivo:

Nos casos de mão deliberada, existem as nuances de proximidade, força do chute, intencionalidade e movimento antinatural. Tudo isso deve ser avaliado antes de marcar um pênalti. Porém, existe algo esquecido por alguns (árbitro da FIFA não pode esquecer) que é a mão para proteção!

No futebol feminino se vê bastante: as atletas colocam a mão à frente dos seios para não se lesionarem com bolada forte. Nas barreiras, os homens protegem as suas partes íntimas. Uma bola que venha forte e rápida, que possa bater no rosto e machucar, como reflexo a mão tende a ser o primeiro fator de proteção. NÃO É INFRAÇÃO.

Reveja o lance: Lucho Gonzáles deliberadamente quis cometer uma infração ou se protegeu?

Insisto: árbitro FIFA não pode cometer um erro assim…

 

– Neymar poderia ter tido outro comportamento…

No treino da Seleção Brasileira na Granja Comary, Neymar levou uma caneta de um garoto de 19 anos do Cruzeiro, que completava o elenco para o treino. O craque segurou-o e o derrubou após o lance.

Passaria batido se fosse um jogador qualquer. Mas na condição de celebridade e estando num simples treino de início dos trabalhos, ao invés de fazer biquinho e ter uma atitude faltosa desnecessária (e com uma grande antipatia, pois nem olhou para trás a fim de ver o menino caído), poderia ter de imediato aplaudido a ousadia do adversário e brincado com ele. Seria genial e ganharia elogios.

Por quê “dar uma apelada” numa simples “pelada” contra, provavelmente, um jogador que deve ser fã dele?

Neymar precisa de uma terapia urgente para reencontrar o equilíbrio emocional. Aliás, não é para já, mas “para ontem”.

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– Gutemberg! Lembram dele?

Ôpa, acabo de ler que o possível novo Ministro do Turismo do Governo Bolsonaro é um “conhecido” nosso: lembram da entrevista do jornalista Fernando Sampaio à Rádio Jovem Pan, que repercutiu demais no meio do futebol, quando o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca escancarou os acordos para indicação de Árbitros ao quadro FIFA e falou de assédio moral contra os árbitros por parte da CBF (citou até um caso envolvendo jogo do Corinthians), além de acusar o então presidente da CA-CBF (e hoje dirigindo o VAR), Sérgio Correa da Silva (chamando-o de “Mentiroso, mariquinha e corrupto”)?

Pois bem: segundo a Revista Época, o Gutemberg será o “escolhido” para o Ministério.

Lembrando da confusão que ele revelou na ocasião com as graves acusações (já que nosso assunto é futebol e não política), aqui o longo depoimento,

em: https://professorrafaelporcari.com/2012/01/07/gutemberg-de-paula-conta-tudo-a-fernando-sampaio-as-denuncias-contra-a-comissao-de-arbitros/

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– A Manipulação de Resultados no Futebol da Espanha

E o escândalo de Manipulação de Resultados da Espanha, envolvendo “gente grande?”

Só lá que acontece?

E aqui no Brasil, com a pindaíba que clubes, cartolas, árbitros e atletas andam?

Confie desconfiando…

Extraído de: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/policia-prende-jogadores-por-manipulacao-de-resultados-na-espanha/

POLÍCIA PRENDE ESPORTISTAS POR MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NA ESPANHA

Os detidos são acusados de fazer parte de uma organização criminosa

Vários jogadores de futebol foram presos por suposto envolvimento em um esquema de manipulação de resultados na Espanha, informou nesta terça-feira (28) a La Liga, entidade que organiza o Campeonato Espanhol, por meio de um comunicado divulgado em seu site oficial.

A Polícia Nacional da Espanha confirmou que realizou uma operação para prender 11 pessoas em diferentes locais do país, em um desdobramento de uma investigação pedida pelo órgão que dirige os torneios das principais divisões espanholas. Os detidos são acusados de fazer parte de uma organização criminosa, que também estaria lavando dinheiro neste processo no qual visava se beneficiar com possíveis armações nas partidas em solo nacional.

Segundo a Agência Efe, entre os detidos estão ex-jogadores como Raúl Bravo, que jogou no Real Madrid, e Borja Fernández, que na última temporada vestiu a camisa do Real Valladolid, do brasileiro Ronaldo.

A La Liga procurou as autoridades policiais após a denúncia de manipulação de um jogo da segunda divisão espanhola realizado em maio do ano passado, mas não forneceu detalhes sobre as equipes envolvidas no confronto e nem sobre os jogadores acusados de cometer este tipo de prática ilegal.

A entidade disse ter informado a polícia sobre oito casos suspeitos de “fatos relacionados” com partidas da temporada 2018/2019 cujos resultados teriam sido arranjados em categorias inferiores, não profissionais e em amistosos internacionais.

Dois dos atletas detidos aparentemente jogam por times da primeira divisão espanhola, sendo que nenhum deles defenderia clubes mais importantes da elite nacional, segundo informou nesta terça-feira a agência de notícias Europa Press.

A La Liga também “enviou alertas” sobre a possibilidade de terem ocorrido 18 partidas em que os jogadores poderiam ter apostado o resultado dos confrontos válidos por categorias inferiores e não profissionais.

Na nota que divulgou nesta terça-feira, a La Liga destacou que a operação policial desarticulou “um grupo organizado dedicado a uma atividade criminal dedica à obtenção de benefícios econômicos mediante a pré-determinação (dos resultados) dos jogos de futebol” na Espanha. A entidade ainda qualificou o trabalho da Polícia Nacional como “extraordinário” e enfatizou que esta operação evidencia que “os sistemas de proteção de integridade implementada pela LaLiga, a fim de proteger a limpeza de todas as competições do futebol espanhol, têm sido eficazes”.

A Polícia Nacional disse que a investigação identificou “pelo menos três” jogos na primeira, segunda e nas divisões menores do futebol espanhol nos quais as autoridades acreditam que houve manipulação de resultados. A suspeita de arranjo de um jogo da segunda divisão aconteceu também na esteira do fato de que houve um aumento maciço na quantidade de apostas feitas em uma placar do duelo, que foram 14 vezes maior que a média, segundo a polícia.

Ex-jogador do Real Madrid, Raúl Bravo está entre os acusados (LOUISA GOULIAMAKI / AFP

– Motivo principal para NÃO existir a anulação de Botafogo 0x1 Palmeiras por suposto Erro de Direito

Prisão do ex-jogador Roni em Brasília; uso do VAR reclamado em diversos jogos no país afora; investigação sobre corrupção na gestão do Cruzeiro… tanta coisa acontecendo no futebol nesse final de semana que, duas outras quase não repercutiram como deveriam (e com razão, devido aos fatores citados): o Majestoso de domingo à noite e os preparativos da Seleção Brasileira que se apresentou para a Copa América.

Enfim: nessa noite/madrugada, outras questões extra-campo: o Botafogo-RJ confirmou que pedirá anulação do resultado do seu jogo por Erro de Direito no confronto contra o Palmeiras, e o Fluminense deu a entender que quer a anulação do cartão vermelho do seu goleiro Agenor pelo mesmo motivo. Aliás, as duas queixas são sobre “ferir o protocolo FIFA para o uso do VAR”.

No primeiro caso: o Fogão reclama que a partida foi paralisada para a consulta ao vídeo depois do jogo reiniciado, sendo que em um tiro de meta não precisa do apito do árbitro para ser cobrado. O árbitro Paulo Roberto Alves Junior realmente sinaliza que irá ver o VAR enquanto Gatito Fernandes e Gabriel estão tocando a bola após o tiro de meta (ou o tiro livre, é necessário observar o que se marcou, mas tecnicamente tanto faz). ENTRETANTO, esse reinício de jogo não pode ser entendido como legal pois precisa sim da autorização do árbitro por um detalhe: existiu a aplicação de um cartão amarelo a Deyverson antes dele! E as diretrizes das Regras do Jogo, junto com a orientação da FIFA sobre linguagem corporal do árbitro, dizem que após um cartão amarelo SEMPRE o reinício terá que ser com a autorização do árbitro mediante apito. Como o árbitro não apitou a autorização para a cobrança do tiro de meta após o cartão ao atacante palmeirense, o jogo não está reiniciado legalmente. Se a dúvida persistir, vale a leitura no Livro Oficial de Regras, página 198 do último volume publicado, sem prejuízo das novas alterações para 2019/2020 (livro novo ainda não publicado), pois esse ponto não foi alterado (é importante que os árbitros e ex-árbitros sempre o leiam). A queixa do Botafogo, portanto, não procede!

No segundo caso: o goleiro do time carioca (já tinha cartão amarelo) e se adianta ao defender um pênalti cobrado pela equipe baiana. Ele recebe o 2o Amarelo, é expulso antes do reinício da partida e isso ocorre graças a intervenção do VAR. Tal situação (a de verificar se o goleiro se adianta ou não para evitar um gol durante um tiro penal) está fora do protocolo FIFA para uso do VAR. Quem tem que observar isso é o bandeira e comunicar o árbitro, não o VAR nem o AVAR da cabine. A queixa do Fluminense procede! (OPS: Na verdade, não procede. ATUALIZANDO* ABAIXO, CORRIGINDO ESSE ITEM):

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A análise de Botafogo 0x1 Palmeiras em: https://professorrafaelporcari.com/2019/05/26/as-queixas-sobre-botafogo-0x1-palmeiras-procedem/

ATUALIZANDO*: As queixas do Fluminense não procedem. Corrijo com o Protocolo oficial do VAR onde permite que o árbitro de vídeo revise se o goleiro está se adiantando ou não (eu desconhecia esse item):

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– E o VAR, José?

Quanta confusão sobre a má utilização do árbitro de vídeo neste domingo, não?

De tal forma, para tentar entender “POR QUÊ” o VAR está neste caos em nosso país, republico dois textos abaixo, publicados outrora nesse espaço: o 1o, de janeiro, falando sobre os desafios a serem enfrentados. O 2o, sobre a vaidade e o mau uso do equipamento, publicado em março.

Eles explicam muita coisa…

COMPETÊNCIA HUMANA VERSUS COMPETÊNCIA TECNOLÓGICA

Assim como não existe e não adianta a competência e/ou capacidade financeira sem a competência administrativa em qualquer organização, isso acontece na mesma proporção no futebol brasileiro com a questão do VAR e os árbitros.

É sabido que a CBF fez uma lambança com a figura do árbitro de vídeo e, cá entre nós, promoveu tudo para não implantá-lo. O que se dizer ao contrário será mentira. Vejamos:

  • Quando disse ter oferecido o projeto pioneiro à FIFA, não era o primeiro modelo oferecido e tampouco o mais oportuno.
  • Levou 3 anos para a primeira experiência off-line, enquanto que outros países já estavam fazendo uso da ferramenta.
  • Marcou diversas datas para a implantação (algumas delas com os campeonatos me vigor – o que não é permitido pelas Regras da FIFA e que todos sabiam, não ocorreria).
  • Após o “todo-poderoso” Eurico Miranda discutir com Marco Polo Del Nero sobre os erros de arbitragem contra o Vasco da Gama, prometeu o uso do VAR em uma semana! Pura conversa fiada…
  • Criou um chamado “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo“, alocando Sérgio Correa da Silva (o ex-chefe da Arbitragem). Sérgio supostamente tinha sido demitido da Comissão de Árbitros por pressão dos clubes e no fim ganhou um cargo “só pra ele”.
  • Resolveu implantar o VAR após uma capacitação questionada na aprazível Águas de Lindóia e tendo realizado dois testes apenas em jogos “pra valer” (ambos na final do Campeonato Pernambucano, com erros e mau uso do árbitro de video nas duas contendas).
  • Jogou nas costas dos clubes a decisão de usar ou não o VAR no Brasileirão de 2018, colocando custos altíssimos a serem arcados pelas próprias agremiações.
  • Escalou um octodeceto de arbitragem (sim, 18 pessoas) para cada uma das finais da Copa do Brasil 2018 (Corinthians x Cruzeiro), com VAR, Assistente de VAR, Apoio de VAR, Supervisor de VAR e outros dispensáveis. Todos viram a pavorosa atuação do árbitro Wagner Magalhães e do VAR Wilton Pereira Sampaio, onde em dois lances fáceis (que nem precisariam do uso do VAR) tomaram-se decisões equivocadas. Aliás, repararam quanto tempo o árbitro ficou na rodinha de jogadores conversando pelo rádio, e o diminuto tempo que ele levou para assistir o lance e mudar sua decisão? É claro que já estava decidido a mudar  a marcação quando foi ao monitor; e tão claro é a “obrigação” que ele tinha de fazer uso da tecnologia após tanto gasto bancando pela CBF para esse confronto. Dezoito caras e não vai se usar o VAR nenhuma vez? Então tá…

Não adianta colocar árbitros desmotivados, sem planejamento REAL de carreira e com a meritocracia deixada de lado para fazer uso do equipamento tecnológico. A culpa não é da eletrônica, é do humano que a opera.

O problema maior é: o gerenciamento do futebol brasileiro! Quem comanda de fato se esconde por trás de um Coronel que estava no Pará e se apoia num futuro presidente amigo; sem contar que quem manda na arbitragem nunca colocou um apito na boca…

Esse é o triste rumo da arbitragem de futebol em nosso país. Como disse em trocadilho o espirituoso Zé “Boca-de-Bagre”, o amigo do Professor Reinaldo Basile, “o árbitro de vídeo da CBF é uma VARgonha…”

A VAIDADE E A DURA MISSÃO NA ESCOLHA DAS ESCALAS DO VAR

Ser árbitro de vídeo e bandeira de vídeo são duas funções novas e difíceis no futebol. Digo isso pois o “jogo jogado em campo” tem suor, emoção e vibração. Lá dentro você está no mesmo calor (ou sintonia) dos atletas. Permite-se do gramado ter a melhor leitura do jogo.

Da cabine do VAR, com ar-condicionado e muitas telas, você pode ter a maior frieza e racionalidade para tomar uma decisão; embora, sejamos justos, difere do árbitro que em tese está mais próximo do lance e no clima da partida.

Mas sabe qual o grande problema das Comissões de Arbitragem? A ESCOLHA (não é sorteio) de quem irá para o vídeo!

Como é difícil escalar um VAR!

  • Se ele for menos experiente de quem apita, o árbitro desconfiará das suas informações e sugestões.
  • Se for muito experiente, o árbitro obedecerá cegamente.
  • Teriam eles que ter igualmente a mesma competência? E como achar colegas de naipe parecido? Ou ainda: aceitar uma correção de quem teoricamente é do seu mesmo nível e acatá-la sem vaidade?

Eu vivi algo parecido na função de quarto-árbitro em um jogo da série A1: foi em São Caetano do Sul, quando a maca entrou para retirar um jogador supostamente lesionado (estava dando pinta que era simulação só para fazer cera) e, ao sair pela linha lateral, o atleta saltou da maca pedindo para retornar ao campo, dispensando qualquer atendimento médico. O árbitro central (ele estava apenas a uma posição acima do que eu estava no ranking – que sempre foi fajuto) não percebeu. Avisei-o pelo rádio e… a resposta foi: “Se você acha que apita mais do que eu, toma o apito”.

Resolvemos depois a questão no vestiário de uma forma um pouco conturbada, mas fica a dica: existe o componente humano terrível chamado VAIDADE, ou, se preferir, a falta de HUMILDADE no trabalho em equipe.

Ainda vai demorar para se achar o bom termo de escalas para o VAR. Afinal, toda a vaidade é burra (inclusive a daqueles que gerenciam a carreira dos árbitros).

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– E quem são os parceiros de Roni?

Que feio, hein? Ontem, o ex-jogador Roni, que atua como empresário no futebol comprando mandos de jogos e ganhando com a bilheteria local, foi preso por fraude.

O esquema dele era graúdo. Ele era o dono dos mandos de quase todas as partidas que eram vendidos. Em tese, maquiava os custos e receitas para que os borderôs fossem baixos e se pagasse muito menos impostos, ganhando mais dinheiro.

Se mancha pela ganância… Não poderia ter trabalhado honestamente, ganhando um pouco menos e estar tranquilo?

Que entregue os “parças” agora. Um, em Brasília, já foi preso. E os demais? Será que os presidentes de clubes que negociaram com ele “ganharam algum por fora”?

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– As queixas sobre Botafogo 0x1 Palmeiras procedem?

Não acompanhei totalmente a partida do sábado entre Botafogo x Palmeiras, então não posso avaliar a arbitragem de Paulo Roberto Alves Junior como um todo – só assistindo os 90m, e, cá entre nós, assistir “jogo passado” do atual Brasileirão é dose… dá quase 180m! Demora demais até na função FF. 

Mas algumas coisas podem ser ditas pelo que li e pelo pouco que vi. Por exemplo, se o placar em faltas realmente foi BOT 13×14 PAL e existiram, em cartões BOT 10×0 PAL, além de 2 expulsões da Comissão Técnica, é lógico que houve algo errado:

  1. Ou o time que recebeu todas essas punições foi muito indisciplinado e praticou anti-jogo,
  2. ou o árbitro tem uma dificuldade absurda na leitura da partida e condução disciplinar.

Sobre o lance de Gabriel em cima de Deyverson, que gerou muita reclamação: num primeiro momento, me pareceu uma encenação. Entretanto, se percebe, com a repetição por ângulo melhor, que há uma infração por imprudência do zagueiro (não quis fazer a falta, foi sem intenção, mas toca e desequilibra). Se é no meio do campo, marca-se tiro livre direto. Na área, pênalti sem mostrar cartão. E aí entra a questão do árbitro de vídeo. Existem duas situações:

A 1a, é a do árbitro estar em dúvida e solicitar a revisão da imagem.

A 2a, é a do VAR entender que houve equívoco e sugerir que o árbitro reveja o lance pelas imagens que foram geradas.

É importante esclarecer que o VAR não marca ou desmarca nada, apenas sugere. Quem decide é o arbitro. E, nesse caso, a sugestão para rever a jogada e a modificação da decisão, seguindo o protocolo FIFA, foram corretas!

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– Uma bola que bateu na mão na defesa, mas que ajudou no ataque e virou gol. O que fazer?

Recebi essa questão sobre uma dúvida da regra do jogo, e a achei interessante por abordar um detalhe relativo às mudanças recentes. Aliás, a situação que o leitor enviou é muito bacana didaticamente para se discutir. Vamos lá:

Por Dene Costa:

A minha dúvida fica na questão de que, tendo a bola batido na mão do defensor, involuntariamente, na sua área penal nada deve ser marcado. Mas se no seguimento desta jogada, este defensor da um chutão que vira uma assistência pro seu atacante, que faz o gol. O gol teria saído de uma jogada de mão, mesmo que involuntária, mas que de acordo com a mudança, deve ser invalidado, correto? Então o que marcar neste caso?

A resposta é: O gol NÃO DEVE ser invalidado. Entendo que se isso aconteceu na defesa e pelo espírito da regra, não se deve anular o gol se ele acontecer.

Motivo: a primeira situação foi na defesa, e você não pode ter duas interpretações do mesmo lance. Assim, a mão involuntária faz com que o jogo siga. Chutando a bola para frente e virando um gol, a assistência foi do chute, que já é uma segunda situação. Você pode validar o gol sem problema algum, pois ele não ocorreu da assistência de uma mão que estava em situação de ataque, mas de um chute do zagueiro.

IMPORTANTE: quando existir dúvida, pense imediatamente para ajudar na decisão: originalmente, o lance era de uma mão em situação de ataque ou defesa? Se foi de DEFESA, não importa a sequência.

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

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– Discutindo Edson Fio, o treinador sem marketing que vem sendo um fator diferente na escondida 4a divisão.

Eu gosto muito quando algo muito improvável se torna sucesso no futebol. Aliás, costumo brincar que, no tão popular esporte bretão, uma das poucas lógicas do futebol é que ele é ilógico.

Na história, vimos um jogador muito comum, que praticou a condenável tática do “gato”,  tornar-se o maior treinador estrategista do Brasil nos anos 90: Luxemburgo. Tivemos um “central botinudo”, que quando começou como treinador tinha um estilo de futebol totalmente “anti-brasileiro” de jogar feio e matar com faltas as jogadas adversárias, que foi campeão do mundo com o inimaginável 3-5-2: Scolari. Presenciamos a Grécia ser campeã da Europa e o Brasil apanhar de 7×1 em plena Copa do Mundo local. Coisas que somente o futebol permite.

Agora, guardadas todas as proporções de competência mas trazendo à tona todas as verossimilhanças do inusitado, temos a boa revelação do desconhecido atual treinador do Paulista FC: Edson Ferreira da Silva, conhecido no mundo da bola como “Edson Fio”.

Vamos lá:

1- Quantos treinadores negros você tem fazendo sucesso no futebol brasileiro (de tantos criolos maravilhosos que tão bem representaram a arte em campo)? Lula Pereira, Serginho Chulapa e Cristóvão Borges me são lembrados, mas… nenhum efetivamente se destacou com títulos. Não abordando o racismo propriamente dito, mas, estatisticamente, ser técnico negro “ganha menos campeonato no Brasil”. Fio é negro e o atual líder do Paulistão da Segundona (a 4a divisão).

2- Na onda de treinadores bem vestidos à beira do campo e com postura elegante (esqueça Sampaoli, ele é louco como Bielsa), temos “professores” que se portam como num casamento à beira do gramado com suas camisas bonitas de marca chique (nada contra isso). Mas Fio fica na área técnica de camiseta e bermuda esportiva, sem vergonha da barriga saliente, e é compreendido pelos seus comandados.

3- Enquanto os treinadores, na sua maioria, preocupam-se em primeiro não perder para depois ganhar (vide Carille, Felipão e tantos outros), sem se importar com a beleza do jogo, buscando o pragmatismo defendido por Carlos Alberto Parreira na década de 90, Fio é proativo, coloca o time no ataque sem ser Guardiola ou Fernando Diniz, sem ter a mesma qualidade técnica dos atletas que esses grandes treinadores tem (afinal, estamos falando da 4a divisão que é limitada a jogadores Sub 23). O “jogo jogado” do Galo da Japi é agradável para assistir, não retranqueiro nem faltoso (era o time mais Fair Play da competição até determinada rodada), e que vem obtendo sucesso: 5 Vitórias, 2 Empates e 0 Derrotas, com a melhor campanha entre os 41 clubes e o segundo melhor saldo de gols.

Impossível não fazer a observação: tentar jogar bonito, mesmo sem ter jogadores renomados, é possível independente da divisão. Ao menos, vale o ingresso pago. E o resultado pode ser esse como visto.

Voltando ao Fio: tudo isso que foi escrito serve para fazer uma justa consideração para o então desconhecido treinador. Quando veio do Rio Branco de Americana para o Paulista de Jundiaí através da Kah Sports / Fut Talentos (o grupo que terceirizou o futebol tanto profissional quanto amador do Galo), ambos estavam sob desconfiança! Aqui, sem o entendimento pejorativo, pois os resultados do Tigre com o Fio eram péssimos e o medo de “quem é a Kah Sports?” era natural, já que o clube jundiaiense estava arrebentado financeira e emocionalmente, após ruins campanhas e parcerias que foram golpes (lembram do grupo monegasco do português Paulo Fernandes?).

Hoje, não só a parceira tem trabalhado bem, como Fio pode mostrar seus conhecimentos. Erra em uma ou outra substituição (como todo treinador erra), mas é fiel a seu conceito de futebol com intensidade (veja como se porta o time sufocando o adversário nos minutos iniciais). Possui a flexibilidade de mudar o estilo de jogo conforme o desenrolar dos 90 minutos decorre e/ou a leitura da partida mostra.

Sabe o que trouxe um pouco de antipatia na chegada do Edson Fio (e que hoje se dissipou?) A história real de que queria ser chamado de Fyu, com uma certa pompa que nunca me pareceu dele. Pura bobagem. Passou.

Assim, lembremo-nos: aquele Edson Fio que chegou tão contestado pelo histórico de jogos (o site Esporte Jundiaí fez um ótimo trabalho de apuração sobre os resultados e a história dele, retratados com uma análise de quem conhecia o repertório de ideias na sua passagem no co-irmão do Interior, em: https://bit.ly/2whS5Vj, e que hoje, com bom material humano e mais experiência, conseguiu mudar as estatísticas), passou a ter a confiança do torcedor.

Enfim: conversei apenas, e bem informalmente, uma vez com Fio e na porta do estádio. Me pareceu autêntico, boleirão, simples. E isso é… ótimo! O anti-marketing (ou melhor: desprovido de marketing) que faz sucesso.

Apenas para reforçar tudo isso, vale pensar: qual treinador negro, que joga para frente, que não se preocupa em auto-promoção, que se veste tão simples / sem vaidade, lidera um certame qualquer?

IMPORTANTE: não pense, após tudo isso, que ele não seja um estudioso do futebol (simplicidade não é sinônimo de burrice). Ou as mudanças e a vontade do “jogo-moderno” não mostram que esteja atualizado com os conceitos tão discutidos nas mesas-redondas?

Neste momento, acho justo tal reconhecimento a ele.

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Foto: Esporte Jundiaí

– É suspeita ou não a ação do time chinês com Goulart?

O Guangzhou Evergrande pediu a volta (mesmo com lesão) do jogador Ricardo Goulart, que estava emprestado ao Palmeiras.

A equipe chinesa pagará R$ 2 milhões de indenização rescisória ao clube brasileiro, e para convencer o atleta (repito, mesmo com lesão), ofereceu quase o dobro do que já ganhava: R$ 5 milhões mensais! E, pasmem, por um contrato de 5 anos!

Na ponta do lápis, estará pagando R$ 300.000.000,00 ao jogador. Inacreditável tal valor para qualquer jogador de futebol.

Mais uma observação: o time da China não fez o mesmo com Paulinho e Barcelona?

Suspeito…

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– E não é que talvez a Conmebol tenha razão? Sobre a Regra de Elegibilidade dos Clubes para 2020.

OPS: Essa publicação foi feita antes da Conmebol “voltar atrás da decisão de proibir clubes da 2a divisão de jogarem seus torneios”. Mas a ideia, se bem analisada, era correta! Meu ponto de vista (respeitando todos os outros) e explicando os motivos abaixo:

Basicamente, a Conmebol impôs que os clubes que disputem a Libertadores da América e a Copa Sulamericana estejam na 1a divisão dos campeonatos de seus países. Na verdade, o chamado “documento de elegibilidade” diz que o clube tem que estar classificado por mérito esportivo, não pode estar punido pela Conmebol e:

“Estar disputando o torneio nacional de sua associação-membro na divisão principal em 2020 / não ter sido rebaixado nesse ano”.

E o que você entende por isso?

Num primeiro momento, que os clubes da série A do Brasileirão são os únicos que teriam a vaga, excluindo a Copa do Brasil e, se por ventura, fossem classificados por via de Copa do Nordeste ou outro torneio, também não poderiam (por serem regionais).

Ora, a CBF entende diferente. E nessa dou razão! Explico:

O Campeonato Brasileiro tem 4 divisões. Por lógica, os melhores da 1a divisão se classificam. Não teria como um time classificado por esse critério técnico ser rebaixado. Até aí, tudo bem. Mas e os da Copa do Brasil?

Esses (Paulista e Santo André, por exemplo) que estiveram na  Copa do Brasil e foram campeões, disputavam a Série B e jogaram a Libertadores. O Palmeiras, na sua última conquista da Copa do Brasil, também jogou a Libertadores no ano em que disputou a série B (havia conquistado a Copa do Brasil e caiu no Brasileirão). Como seria a situação deles hoje?

Disputariam normalmente, pois se classificaram pela Copa do Brasil – um torneio nacional, e que não tem rebaixamento! Não se privilegiou “qual ou quais torneios nacionais”. Se esse regulamento dissesse “não ter sido rebaixado no principal torneio do país”, aí a situação mudaria de figura.

Mas também dou razão para a Conmebol de querer os melhores times (em tese) na sua competição. Se ela organiza a Libertadores, quer os principais de cada país e com melhor futebol jogado, pois isso melhora a qualidade técnica, o interesse e os valores dos patrocinadores. Talvez a grande queixa seja justamente o número elevado de equipes de países mais fracos e que são meramente figurantes, sendo “zebras” ou “sacos de pancada”.

Enfim: talvez somente o Brasil e a Argentina estejam preocupados com isso, pois nos outros países, com menor número de vagas, esse risco não existe.

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– A Inter de Limeira virará clube-empresa? A experiência do Paulista FC

Nos anos 2000, minha dissertação de mestrado (“O Novo Processo Administrativo do Futebol Brasileiro Frente a Profissionalização do Gerenciamento dos Clubes”) abordava os vários tipos / modelos de gestão dos clubes de futebol.

Destacavam-se, na época, como exemplo maior a co-gestão Palmeiras/Parmalat (onde eram sócios que tocavam o time com cada um tendo sua área bem definida). Havia também a HMTF no Corinthians (aqui, uma terceirização do futebol por parte de um clube e um fundo de investimentos, com Kia Joorabchian à frente). No interior, alguns casos de terceirização do futebol se tornaram mais comuns (como acontece hoje em Jundiaí com a Kah Sports, através da Fut Talentos, que vem tendo sucesso desde que asusmiu).

Pois bem: nesta época em que se fala de fusões de equipes (Red Bull Bragantino), na abertura de “filiais” (veja o que o Citi Group vem fazendo: o Manchester City sendo a matriz e o NY Citi, Girona-ESP, Yokohama-JAP e tantos outros sendo clubes filiais / satélites) ou ainda a aquisição de grandes empresas comprando conglomerados esportivos (os chineses que compraram a Inter de Milão – que era da Pirelli, o Milan que era do magnata Sílvio Berlusconi), ainda resistem clubes associativos: (Barcelona, Real Madrid) ou os de resistência a novos donos (como a Juventus, que é historicamente da família Agneli, da FIAT).

E nesse “resistir”, muita coisa acontece! Para os grandes poderosos estrangeiros, o dinheiro entra. Para os pequenos do Brasil, haja criatividade e competência. Um desses casos tem sido a Internacional de Limeira (Campeã Paulista de 86), que ressurgiu da 4a divisão para a 1a regional (falando, em especulação, de contar com Adriano Imperador em breve).

Enrico Ambrogini será o CEO da Inter, tendo como missão profissionalizar os processos administrativos do clube e torná-lo um clube-empresa.

Mas que modelo?

Aqui em Jundiaí, ainda existe o Paulista Futebol Clube Ltda, onde a parte “empresarial” está devendo muito e isso afasta qualquer membro associativo de querer a presidência sem pensar milhares de vezes (Rogério Levada está de parabéns por assumir a responsabilidade). Na prática, quem preside a Ltda assume a co-responsabilidade das ações e pode ser processado. Um pouco diferente de S/A, onde se pulverizam ações societárias e você tem um presidente nomeado / contratado pelos acionistas (mas que também tem responsabilidades na gestão financeira).

Se os clubes-empresas forem bem administrados, não há o que temer! Tornam-se ainda mais valorizados. O problema é que quando tudo isso dá errado, pois uma empresa pode falir! Taí o motivo de muitos clubes NÃO DESEJAREM “SER EMPRESA”, pois o receio de faltar competência é grande.

A experiência do Paulista FC, enquanto empresa parceira da Lousano Fios e Cabos ou como Etti Jundiaí (da associação com a Parmalat) foram excepcionais. Andando com as próprias pernas como Ltda no período de 2000 – 2005, muito bom. O problema foi a associação com o Campus Pelé / Banco Fator, um tremendo desastre com efeitos até hoje…

O modelo bacana de time empresa hoje é o da Ferroviária de Araraquara, como Ferroviária Futebol S.A., com empresários locais sendo “partes de dono” da equipe.

CLUBE-SA

– Até na rua o VAR está tendo problemas?

Que fase anda a arbitragem brasileira, hein? Ou melhor: que “roda”!

Não é que a cabine do VAR viralizou na 4a feira nas ruas do Maranhão, justamente por estar sendo transportada sem os cuidados necessários?

Pobre Brasil… não cumpre as regras de trânsito e ainda quer cumprir as regras do jogo?

Abaixo, extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2019/05/22/carro-com-var-de-sampaio-x-palmeiras-que-viralizou-burlou-leis-de-transito.htm

CARRO COM VAR DE SAMPAIO CORRÊA X PALMEIRAS BURLOU A LEI DE TRÂNSITO

Por José Edgar de Matos

A empresa responsável por fazer o transporte da cabine do árbitro de vídeo (VAR) para o Estádio Castelão, em São Luís, palco do duelo de hoje (22) entre Sampaio Corrêa x Palmeiras, marcado para as 19h15 (de Brasília), quebrou leis de trânsito na foto que ganhou espaço na internet, horas antes do confronto. A estrutura foi flagrada na caçamba de um veículo na avenida Casemiro Júnior, na capital maranhense.

O UOL Esporte ouviu Mércia Gomes, 45 anos, especialista em Gestão e Direito Trânsito. A profissional apontou pelo menos duas infrações cometidas durante o transporte do VAR para o palco do duelo de ida da fase oitavas de final da Copa do Brasil.

O funcionário sem qualquer proteção na caçamba da caminhonete burla as leis do trânsito nos artigos 230, inciso II (infração gravíssima e apreensão do veículo) e 235 ( infração grave e retenção do carro), afirma a especialista após analisar a imagem que ganhou repercussão nas redes sociais.

“Conduzir pessoas nas partes externas dos veículos é proibido. (…) Somente é possível transportar objetos ou animais (considerados, pela legislação de trânsito, como carga viva) ou com autorização. A infração aplica-se ao ambiente completamente externo do veículo, sem qualquer proteção adicional, como sobre o teto ou o capô”, explicou, antes de destacar a segunda infração que consta no código.

“No caso da caçamba da caminhonete, também é proibido o transporte de passageiros (que configura infração de trânsito específica, do artigo 230, inciso II). É proibido conduzir pessoas nas caçambas dos veículos ou qualquer outro veículo como pick-up ou carrocerias abertas”, acrescentou Mércia Gomes, antes de explicar qual a maneira correta de realizar este transporte.

“Para conduzir passageiro, deve o mesmo sempre que adentrar no veículo, fazer utilização do cinto de segurança; portanto, neste tipo de veículo, o passageiro encontra-se sem qualquer segurança”, acrescenta Mércia Gomes.

A CBF, em contato com a reportagem, confirmou que a cabine na imagem será utilizada no jogo de hoje e destacou o erro no transporte.

Segundo a entidade máxima do futebol brasileiro, esta não era a “forma adequada” e recomendada para a cabine do VAR chegar ao estádio de Sampaio x Palmeiras.

A confederação contrata empresas para realizar este serviço para as partidas e exige o transporte de maneira reservada. De acordo com a entidade, não houve qualquer dano ao equipamento durante o traslado para o estádio Castelão, palco do duelo pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Manthiqueira x Paulista (com FIFA em campo).

Para Manthiqueira x Paulista, a FPF escalou o quarteto formado por:

Árbitro: Pietro Dimitrof Stefanelli
Árbitro Assistente 1: Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo
Árbitro Assistente 2: Robson Ferreira Oliveira
Quarto Árbitro: Max Venâncio Passos Gonçalves da Silva

Pietro Dimitrof Stefanelli tem 29 anos de idade e 7 anos de carreira, é administrador de empresas e apitou muito bem o jogo de abertura do Paulista em São José dos Campos, contra o São José (0x0).
Em 2017, apitava Sub 11. Em 2018, apitou 2 jogos profissionais Sub 23. Em 2019 teve a grande chance de apitar 3 jogos da série A3 e será o seu 5o jogo no Sub23 Profissional. Parece estar agarrando a chance de saltar na carreira!

Destaque para a bandeira 1, a amiga Tati Sacilotti, que tem 33 anos de idade, mas 15 anos de carreira – e é da FIFA há algum tempo. Seu último jogo foi São Paulo 0x1 Palmeiras no Pacaembu pelo Paulistão.

Espero um bom jogo e grande arbitragem!

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– 11 dicas para Neymar crescer!

Muito interessante: a famosa Revista France Football escolheu diversas pessoas para dar conselhos a Neymar. São 11, listados abaixo.

Qual teria sido o melhor?

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-frances/noticia/revista-ouve-personalidades-do-futebol-e-elege-11-dicas-para-neymar-crescer-na-franca.ghtml

REVISTA OUVE PERSONALIDADES DO FUTEBOL E ELEGE 11 DICAS PARA NEYMAR CRESCER NA FRANÇA

“France Football” escuta médico, empresário, jogadores, técnicos, entre eles, Luís Fabiano e René Simões, para entender o que é preciso para o atacante conquistar o país.

Neymar se despediu de sua segunda temporada no PSG com 58 jogos, 51 gols e cinco títulos conquistados. No entanto, a sensação na França ainda é de que o brasileiro não é unanimidade. Tanto que a missão de conquistar o país é capa da revista “France Football”, uma das publicações esportivas mais importantes do mundo com a seguinte manchete: “11 dicas para crescer”.

A reportagem ouviu diferentes personalidades do futebol, não apenas franceses. Ex-jogador, jogador, técnico, empresário, médico, torcedor… diferentes setores do futebol estiveram representados e deram a sua palavra para o camisa 10 do PSG. Entre eles, três brasileiros: o consultor de marketing e gestão esportiva Amir Somoggi, o atacante Luís Fabiano e o ex-técnico René Simões, responsável por um dos episódios mais marcantes do início da carreira de Neymar.

VEJA OS 11 ENTREVISTADOS PROCURADOS PELA REVISTA

  1. Jean-Pierre Bernès (empresário): “PSG tem o direito de ser exigente com ele”
  2. Amir Somoggi (consultor de marketing e gestão esportiva): “Ser humilde e comer grama”
  3. Djorkaeff (campeão do mundo em 1998): “Envolver os jogadores experientes para protegê-lo”
  4. Luis Fabiano (atacante brasileiro):“Ele deve tornar-se invisível fora de campo”
  5. Jean-Marcel Ferret (ex-médico da seleção francesa): “Reforçar os músculos do tornozelo”
  6. Tony Chapron (ex-árbitro francês): “Por que não trabalhar com um árbitro?”
  7. Laurent Perrin (setorista do PSG no jornal “Le Parisien”): “Se abra um pouco mais”
  8. Frank Tapiro (publicitário francês): “Quebre o ego”
  9. Denis Troch (ex-jogador e técnico e fundador de uma empresa de coaching esportivo): “Dê sentido à sua vida”
  10. Roméo (torcedor do PSG): “Seja mais amigável com os torcedores”
  11. René Simões (técnico brasileiro): “O PSG tem que mostrar quem é o chefe”

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– Limites Permissíveis e Transponíveis no Futebol

Dando uma fuçada na temática futebol e violência, deparei-me com esse texto que já tem 10 anos, mas que pode ser tão atual… Ele fala sobre os torcedores brigões e a má educação no esporte.

Vale a pena dar uma relembrada e verificar se algo mudou:

NO FUTEBOL PODE TUDO?

Ao ler nesta tarde que uma torcida organizada do Fluminense-RJ invadiu o campo de treino da equipe para bater nos jogadores, após a eliminação na Copa do Brasil, e que um desses membros acabou atingindo com um soco o atleta Diguinho, fiquei pensando: até onde vai o limite do permitido e o proibido no futebol?

Dentro do microuniverso que o futebol representa na sociedade, parece que o mesmo está num mundo a parte, onde os padrões de relacionamento, os conceitos éticos e sociais são ditados por regras exclusivas, fora mesmo do ambiente desportivo. Aliás, tal situação mostra que o futebol, dentro destas características, definitivamente deixa de ser esporte.

Que direito uma pessoa tem de invadir o local de outra e agredí-la, simplesmente porque não gosta do resultado do seu trabalho? Se nas nossas atividades profissionais fora do futebol formos agredidos no exercício da nossa labuta, o agressor tem que ser preso imediatamente. Deveria ser assim no futebol também!

Alguém acha que o agressor do jogador cumprirá pena na cadeia?

Busque trazer tal exemplo para as arquibancadas: nós, árbitros, somos ofendidos antes mesmo de iniciarmos uma partida de futebol, com dizeres que nos caluniam desde os familiares até a nossa dignidade. Mas, pela cultura futebolística imposta, isso é normal! O torcedor está no “direito” de proferir palavrões pessoais à nossa conduta e aos nossos entes queridos. E isso, lamentavelmente, não tende a mudar.

Se o futebol é um espetáculo, tal comportamento não se vê em outras artes. Você pode vaiar uma peça de teatro ou um filme na sala do cinema, mas raramente isso acontece. É a boa educação. Simplesmente você não recomenda a outras pessoas tal entretenimento.

No último clássico Palmeiras X São Paulo, 158 pessoas foram detidas por perturbação à ordem, agressões e tumulto. Ninguém ficou preso. Aliás, tais notícias deixaram de ser novidades.

O que impressiona é que cada vez mais a violência para com os jogadores, e porque não, também aos árbitros e dirigentes, avança assustadoramente. E incluo aqui os jornalistas! Ou as pessoas se esqueceram das tentativas de agressões à cabine da rádio CBN no Pacaembu neste ano? Ou das ofensas contra a Sportv na Vila Belmiro no ano passado?

Infelizmente, o futebol está ficando perigoso para aqueles que verdadeiramente amam o esporte bretão que se tornou paixão nacional. Tudo em decorrência da impunidade e permissividade dos baderneiros das arquibancadas.

Apenas uma pergunta: como é que um grupo de torcedores, numa plena terça-feira útil, pode se dar o luxo de não trabalhar e agredir os jogadores que estão trabalhando?

Um último detalhe: nesta quarta-feira, na final da Liga dos Campeões da Europa, em Roma (Manchester United X Barcelona), todos os torcedores que entrarão no Estádio Olímpico devem portar seus documentos de identidade (e aos estrangeiros o passaporte) para ter acesso às arquibancadas e sentar no seu lugar numerado. Não que eles sejam mais civilizados, mas sim porque haverá punições em caso de brigas.

Abaixo, a notícia sobre a agressão, extraída de: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/fluminense/torcedores-invadem-treino-flu-agridem-diguinho-399122.shtml

TORCEDORES INVADEM TREINO DO FLU E AGRIDEM JOGADORES

A eliminação da Copa do Brasil e a goleada por 4 a 1 sofrida para o Santos em pleno Maracanã no último domingo pelo Campeonato Brasileiro, definitivamente, acabaram com a paz no Fluminense. Nesta terça-feira, integrantes de uma torcida organizada do clube invadiram o treino da equipe nas Laranjeiras e chegaram a agredir Diguinho.

O volante, que não joga há dois meses em virtude de uma pneumonia e de uma lesão na coxa, foi atingido por um soco, mas logo seguranças do clube interviram e impediram um incidente de piores proporções. Em seguida, dez policiais militares reforçaram a segurança.

No protesto dos torcedores, os principais alvos dos xingamentos foram o lateral direito Eduardo Ratinho, o meia Thiago Neves e o coordenador de futebol, Alexandre Faria.

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O campo, infelizmente, virou ringue!

– A Copa América não será torneio para preparar a Copa do Mundo.

Se eu sou o Tite (e não sou, pois ele ganha muito bem para ser o treinador da Seleção Brasileira e mostrar serviço), não convocaria para a Copa América: Phillipe Coutinho pela má fase; nem Fernandinho, que nunca jogou bem pela Seleção (embora seja perfeito no esquema de Guardiola no M City), Thiago Silva (nunca me convenceu com a Amarelinha), nem Miranda (que é reserva em sua equipe). E levaria Vinícius Jr (para dar experiência) e Lucas Moura (pela ótima fase e por jogar em várias posições na frente como coringa).

Fico pensando algumas coisas:

  1. A maior parte desses jogadores de alta idade não irão para a Copa do Mundo de 2022. É fato (embora não devesse ser) que conquistar a Copa América é prioridade para garantir sua permanência.
  2. Por quê Tite foi à China durante os jogos importantes da Europa e que tinham brasileiros jogando? Não poderia ter assistido os jogos do “Chinezão” que hoje são transmitidos pela TV? Ou foi convencer alguém a voltar para a Seleção?
  3. A diferença no tratamento do caso Douglas Costa e do caso Neymar foi clara. Na primeira ele escancarou pela imprensa sua opinião e a não convocação. Com Neymar, por depender dele, fez média na argumentação.
  4. Quando eu era mais jovem, era inadmissível qualquer jogador reserva de qualquer equipe do mundo ser convocado para a Seleção Brasileira. Os tempos mudam…

Enfim: Tite é bom treinador, mas comete alguns pecados como convocar Tyson, Fredy e outros atletas / situações que ele abraça por teimosia. Que sua competência e virtudes sejam mais prevalecentes do que seus erros.

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– O erro da expulsão de Toró em São Paulo 0x0 Bahia

Daniel Nobre Bins, dentro do processo de renovação da arbitragem que começa a ser promovido por Leonardo Gaciba, se equivocou na expulsão do atacante são-paulino Toró.

O erro ocorreu após uma dividida com o goleiro, sem ser a chamada força-excessiva tampouco agressão. Não era nem lance para a consulta do VAR, de acordo com o Protocolo. Se importunado a consultar, é outra história. Entretanto, tornou-se um cartão vermelho injusto.

Sabe qual é a raiz desse erro?

Não é o uso do equipamento tecnológico nem o mau uso do árbitro de vídeo. É a falta da uniformização de critério humano!

Há tempos criticamos os árbitros engessados, mecanizados, bombados e fortões, que intimidam mas não tem técnica e trocam a autoridade pelo autoritarismo. São robôs automatizados que cumprem a regra fria sem entender o espírito dela. Os chamados juízes que apitam “com o livrinho embaixo do braço”.

E contraditoriamente, na hora que tem que existir um padrão (que é igualar os critérios interpretativos), deixam de ser robozinhos e potencializam o lado falível do homem. É aí que reside o problema!

Que o VAR está sendo pessimamente usado por muitos no Brasil, isso é verdade. Mas os “fatores não-tecnológicos” continuam ainda sendo preponderantes. Troque isso pelo nome de competência.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×0 São José

Numa tarde gelada no Estádio Jayme Cintra, um jogo quente. Mas não gostei da arbitragem.

Flávio Roberto Mineiro Ribeiro “não deu qualquer faltinha” na partida (um risco, pois poderia fazer uma leitura mais cautelosa em determinados momentos do jogo) e deixou o jogo correr, no limite da aplicação de vantagens corretas (ultrapassando para as incorretas vez ou outra). Entretanto, ao ver que entradas viris eram permitidas, os jogadores começaram a falar bastante com a arbitragem e pressioná-lo. Houve um inicial momento de tensão, embora a partida tenha fluido bem pelas características dos atletas.

O número de faltas, no final, foi baixo devido a muitas não marcadas. Há uma confusão em “soltar o jogo” e “abdicar da marcação de faltas”, precisa corrigir isso. No final da partida, começou a marcar as infrações que não marcava.

Fisicamente, poderia correr mais, pois mostra bom condicionamento físico mas não se posiciona tão próximo quanto deveria no meio de campo (onde ocorreram várias situações de conflito). Nas áreas de ataque, aí sim se aproximava e trabalhava bem em colaboração com os bandeiras.

Disciplinarmente, faltou ser mais criterioso, pois deixou de aplicar um cartão amarelo para Zanetti (SÃO) que cometeu 5 faltas e deu “um abraço de jacaré no adversário”, além de outro para Pedro Demarchi (PAU), por dois lances não marcados, incluindo um agarrão faltoso na camisa, que o árbitro não viu (ambos bem em frente à nossa cabine de transmissão). Aos 80m, poderia ter aplicado o segundo amarelo e consequentemente o vermelho a Pit (SÃO), que matou o contra-ataque. Optou em nada advertir.

O maior erro do árbitro no jogo foi técnico, aos 77m: Yan (PAU) sofre o pênalti cometido por Gabriel (SÃO). O defensor reclama com os companheiros que não tinha outra coisa a fazer e, para surpresa, o árbitro sinaliza simulação. Errou.

Uma dica ao juizão: vibre mais, converse menos e procure manter coerência na arbitragem (ou seja, manter um critério uniforme). Isso ajudará a melhorar tecnicamente. E sem esquecer: bandeiras e quarto-árbitro foram muito bem.

Gols: 2×0
Faltas: 12×16
Cartões Amarelos: 1×3
Cartões Vermelhos: 0x0
Público: 1015 pagantes
Renda Líquida: R$ 13.240,00

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O arco-íris se fez presente no Jayme Cintra durante o jogo!

 

– Adriano, no futuro, virará “um Empacotador de Bolachas” de Oto Glória?

Nesta semana, apareceu outro vídeo do Imperador Adriano, novamente em estado lamentável de bebedeira e pagando mico (não publicarei o link pois entendo que alcoolismo é doença e penso que o relato já é suficiente para a discussão).

Já faz um bom tempo que ele, ex-jogador do Flamengo e Internazionale de Milão, encerrou sua vida profissional “não formalmente”. Alegando que não estava de bem com a vida, mergulhado em Depressão e, segundo alguns, vitimado por Alcoolismo, o atleta resolveu, digamos, “dar um tempo” na prática esportiva (que já está em anos de pausa).

O problema é a base social em que ele foi criado. Adriano não nega ser amigo de diversos traficantes do Morro do Cruzeiro, onde cresceu. Muito embora não exista histórico que o envolva com drogas ilícitas, tais amizades não são louváveis para ninguém.

Frequentemente o atleta se envolvia em confusões, normalmente regadas a belas mulheres e muitas bebidas. Consta que antes da sua última apresentação para a ida à Granja Comary, visando os treinos da Seleção Brasileira, promoveu uma festa digna dos mais requintados bordéis em sua nova casa. Profissionalismo passou longe do atleta.

Depressão e alcoolismo são doenças. Sem apoio e tratamento (e olha que o empresário dele era o Gilmar Rinaldi, exemplo de atleta quando jogava no São Paulo), fica difícil a recuperação.

Para sair da Itália, abriu mão, na época, de um contrato de 5 milhões de euros! Dinheiro não devia ser problema, ou a cabeça não devia estar boa mesmo…

É que hoje os jogadores de elite ganham muito. Mas, será que um dia essa “bufunfa” não acabará? Ou já está acabando?

Fora do futebol, o que Adriano poderá fazer?

Lembro de uma frase marcante do ex-treinador da Seleção Portuguesa e Benfica, o brasileiro Oto Glória. Disse ele:

“Para alguns jogadores, o emprego de empacotador de bolachas é uma ótima opção”.

Detalhe: os fabricantes de bolacha já automatizaram a produção há algum tempo

Repito: como jogador, Adriano foi um cara muito acima da média, indiscutivelmente. Uma pena tal talento ser desperdiçado. Talvez estaria ainda na Seleção Brasileira sendo convocado, se tivesse o mesmo cuidado com o corpo como Zé Roberto, Mauro Galvão, ou qualquer outro longevo atleta.

– A impressionante construção de uma estrutura para a Copa.

Se na Copa do Mundo do Brasil as distâncias mais longas entre um estádio e outro eram de 2.100 km (se falando individualmente de cada Seleção, já que sabemos que a distância das sedes mais distantes – Manaus a Porto Alegre – são bem maiores) na Copa do Catar, devido ao tamanho pequeno do país, não passará de 55 km.

Sabe o que mais me impressiona? As construções gigantescas “no meio do nada”, estando no deserto, já que além da pequena extensão territorial, há também a baixa população no país asiático.

O que chama a atenção também é que os estrangeiros são os grandes construtores dos estádios. Nepaleses, por exemplo, invadiram o Catar (a fim de ganhar valores baixos, sem condições de segurança na contratação e no trabalho).

Falando sobre a vizinhança, o Catar é uma nação amiga do Hamas, embora tenha boa relação com o Ocidente. Estão rompidos diplomaticamente com os catarianos: Arábia Saudita, Egito, Iêmen, Líbia, Ilhas Maldivas e Emirados Árabes Unidos.

Já pensou se num sorteio teremos Catar x Arábia Saudita? Vizinhos (de fronteira fechada) e com muitas rusgas sérias.

Se o país não fosse “propriedade” do Sheik Tamim bin Hamad al Thani, o bilionário dono do PSG (e muitos alegam que deva ter seu saldo ultrapassado 1 trilhão de dólares, na soma de seus negócios assumidos e os “em nome de outrém”), nem a a FIFA tão corrupta, duvido que o Mundial de 2022 fosse lá.

Logicamente que o parágrafo acima se refere à compra de votos da sede, tão discutida até hoje… Enfim, aguardemos o que será essa Copa.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São José. Quem apita?

Um árbitro que outrora foi mal em Jayme Cintra e que agora poderá se redimir da má atuação. Vamos relembrar quem é?

Para Paulista x São José, a equipe de arbitragem será composta por:

Árbitro: Flávio Roberto Mineiro Ribeiro
Árbitro Assistente 1: Alex Alexandrino
Árbitro Assistente 2: Ricardo Luis Buzzi
Quarto Árbitro: Erik Renan Marques Francelino

Flávio trabalhou na vitória do Paulista contra a Portuguesa Santista (2×1) pela série A3, onde se complicou num jogo tranquilo. Vacilou quanto a autoridade em campo, tecnicamente errou muita coisa, fraquejou em expulsar atletas, falou demais com os jogadores e fez leitura equivocada de possíveis vantagens. Além, claro, de um cômico relato sobre a expulsão de Sérgio Caetano. Em suma: árbitro muito verde (21 anos na época) que alguém tentou forçar a subida na carreira.

Rememore as críticas daquela partida (e a súmula explicando a expulsão) em: https://wp.me/p55Mu0-1qI.

Os bandeiras, ao menos, são experientes e com histórico de jogos nas divisões de cima.

Desejo um bom trabalho à arbitragem (que o árbitro possa ter evoluído) e um grande jogo para as equipes!

Acompanhe a transmissão de Paulista x São José pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– 6 anos de uma “garfada” na Libertadores da América (Corinthians 1×1 Boca Júniors)

Detesto usar termos que levem à suspeita de má intenção na arbitragem. Vivi no meio e sei como funciona, quando “é” ou “não é” picaretagem.

exatos 6 anos, vi algo que “é”. Em 16 de maio de 2013, depois da confusão na Bolívia (o assassinato de Kelvin Spada e seus desdobramentos em Oruro), o árbitro paraguaio Carlos Amarilla assaltou o Corinthians no Pacaembu contra o Boca Júniors.

Relembre a análise da sua estranha atuação que fizemos no nosso blog na época, pós jogo:

ANÁLISE DA ARBITRAGEM DE CORINTHIANS 1X1 BOCA JÚNIORS

Erros determinantes na decisiva partida da Libertadores da América no Pacaembu. Vamos a eles?

Foram 4 momentos importantes:

LANCE 1– 09’: Emerson Sheik e Marin dentro da área, o corinthiano está prestes a dominar a bola e o zagueiro argentino dá um tapa deliberado nela. Pênalti! E aí não tenho dúvida sobre o motivo do árbitro errar: ele estava mal posicionado, fora da diagonal, num lado cego da jogada. Repare que ele vem da direita para o centro do ataque do Corinthians, enquanto deveria estar mais do lado esquerdo. Neste caso, se tivéssemos o árbitro assistente adicional (AAA) posicionado na linha de meta, poderia-se ajudar o árbitro paraguaio Carlos Amarilla. Não foi equívoco de interpretação, o juizão (creia-se) não deve ter visto a mão. Primeiro erro da arbitragem.

Um erro sempre traz consequências negativas: o zagueiro 29 Marin já tinha recebido amarelo. Se fosse marcado pênalti, segundo amarelo e expulsão. Mas foi Sheik quem recebeu a Advertência por reclamação…

LANCE 2– 23’: Emerson lança a Romarinho, que está a aproximadamente 1 metro do penúltimo adversário (portanto, posição legal). Ele ganha do argentino e fica de frente para o gol, chutando para as redes. Porém, o assistente no1 Rodinei Aquino marcou impedimento. Romarinho faz o gol com o goleiro já “desistindo” da defesa, devido ao bandeira ter levantado seu instrumento. Ora, isso é irrelevante, pois fatalmente o gol seria marcado, caso o lance não fosse paralisado, pela “situação clara de gol”. Segundo erro da arbitragem, em lance fácil.

LANCE 3 – 60’: Sheik cruza, Paolo Guerreiro tenta o gol de cabeça, o goleiro Orion espalma e no rebote Paulinho consegue fazer o gol. Lance anulado. Houve a dúvida se foi marcado impedimento ou falta. Verifique que o bandeira no2 Carlos Cáceres ergueu seu instrumento quando Paulinho vai disputá-la. Portanto, impedimento. Terceiro erro da arbitragem.

Confesso que não consegui ver se o árbitro reiniciou o lance com tiro livre indireto (assim, teria confirmado o impedimento do bandeira, com gesto de braço erguido) ou com tiro livre direto (alegando alguma falta, gesto do braço abaixado). Em particular, Paulinho e Caruzzo se aguarram diversas vezes. Um árbitro caseiro marcaria pênalti; um árbitro fraco marcaria falta de ataque; e um árbitro bom mandaria seguir o lance.

LANCE 4 – 81’: Sheik está na grande área e o adversário dá um empurrão. Em jogos mais calmos, o erro passaria batido. Mas, novamente faço a observação: se tivéssemos o AAA atrás do gol, novo pênalti seria marcadoQuarto erro do árbitro.

Aliás, que se registre: tanto na 3a feira quanto nesta 4a as arbitragens frustaram a expectativa: Juan Soto era talento em ascensão em Palmeiras x Tijuana, e Carlos Amarilla talento reconhecido em Corinthians x Boca JuniorsAmbos decepcionaram…

Lembrando que no prazo de uma semana, o “trio de ferro paulista” foi eliminado da Libertadores. Má fase dos clubes de São Paulo, somada à má fase da arbitragem.

Uma última observação: para quem gosta de teorias conspiratórias, vale o registro: Amarilla é quase um “brasiguiao”, o árbitro preferido da CBF nos amistosos da Seleção Brasileira na América do Sul. E como há una certa rinha política entre Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches… (Ops: eu não creio nisso, prefiro pensar em algo mandado pela Conmebol – vide caso de Oruro…!).

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