– O Fair Play financeiro só foi violado pelo Manchester City?

Os clubes bilionários que gastam muito dinheiro (e que são acusados por alguns de lavar dinheiro, como Chelsea e PSG – mas às vezes creditados simplesmente ao prazer dos seus donos em ter um time de futebol), que abram o olho: o Manchester City, punido pela exclusão de 2 anos das competições internacionais e ainda multado, pode até ter um desmanche do seu elenco.

Ficará uma grande pergunta: balanços falsificados e dinheiro “esquentado” só acontecem na Europa?

Abaixo, um resumo bem bacana e didático do Fair Play Financeiro, 

Extraído de: https://www.bonde.com.br/esportes/futebol/entenda-o-fair-play-financeiro-que-baniu-city-da-uefa-champions-league-512461.html

ENTENDA O FAIR PLAY FINANCEIRO QUE BANIU O CITY DA UERFA CHAMPIONS LEAGUE

O Manchester City (ING) foi banido pelas próximas duas temporadas da Champions League (e qualquer outra competição europeia) por quebrar as regras do fair play financeiro da Uefa. Entenda o que é o fair play financeiro e quais as suas determinações sobre as finanças das equipes.

  • Qual a definição de fair play financeiro?
    – Segundo a Uefa, “o fair play financeiro busca melhorar a saúde financeira global do futebol europeu de clubes”.
  • Os clubes podem ter balanço negativo?
    – Sim, desde que esse valor seja de até 5 milhões de euros (R$ 23 milhões) durante o período de avaliação (de três anos) -até 2018, o limite era de 30 milhões de euros (R$ 139 milhões em valores atuais)- e o clube dê garantias de que poderá ser coberto por contribuição ou pagamento por parte do dono. Investimentos em estádios, centros de treinamento, nas categorias de base e futebol feminino não entram na conta do fair play financeiro, justamente para que os clubes estimulem esses setores.
  • Os donos podem injetar dinheiro nos clubes?
    – Sim. Sob os regulamentos atualizados da Uefa, qualquer entidade pode, sozinha ou em conjunto com outras entidades ligadas a um mesmo dono ou governo, ser responsável pela injeção de valores que representem até 30% das receitas totais do clube. Porém, se o proprietário de uma empresa investe no clube por meio de contratos de patrocínio, a Uefa pode abrir investigação para averiguar possíveis irregularidades. No caso do City, a entidade puniu o clube por apresentar receitas adulteradas.
  • Os clubes são banidos automaticamente dos torneios caso não respeitem o fair play financeiro?
    – Não. A Uefa estabelece uma série de sanções a serem aplicadas para os clubes que não cumprem com o plano de austeridade, entre elas advertências, multas, dedução de pontos, retenção das receitas dos torneios organizados pela entidade, restrição ao número de inscritos nesses torneios, desqualificação das competições ou exclusão de disputas futuras e retirada de um título ou prêmio. No caso do City, o clube inglês já havia sido punido pela Uefa em 2014, juntamente com o Paris Saint-Germain (FRA), mas de forma mais branda.
  • Algum clube já foi proibido antes de disputar torneios da Uefa em situação similar?
    – Sim. De acordo com a entidade, desde que o fair play financeiro foi implementado em 2011, seis times que haviam garantido classificação para torneios europeus foram impedidos de participar das competições da Uefa por não pagarem salário dos atletas ou valores de transferências a outros clubes. Houve ainda o caso do Milan, excluído da Liga Europa 2019/20 por não cumprir os requisitos de “break-even”, termo que determina o equilíbrio financeiro (ganhos e prejuízos iguais).
  • Os clubes podem recorrer das punições por violação do fair play financeiro?
    – Sim. Qualquer decisão do investigador chefe do Comitê Financeiro de Controle dos Clubes pode ser revista pela Câmara Adjudicatória do órgão. No caso de a Câmara Adjudicatória estabelecer a punição com medidas disciplinares, os clubes podem recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte).

– O racismo contra Marega em Vitória de Guimarães x Porto. De novo? E o que a FIFA tem feito?

Moussa Marega, jogador de Mali e que atua no Porto, foi alvo de ofensas por ser negro no campeonato português. Revoltado, abandonou o campo e desabafou.

Lembram do protocolo FIFA, de 3 etapas, contra sexismo, homofobia, racismo, manifestação político-religiosa e outras situações constrangedoras? O fato de simplesmente parar o jogo na fase 1 está, ao que parece, fazendo com que os insensíveis não temam nenhuma consequência mais séria.

Se não se recorda, clique sobre o Protocolo em: https://professorrafaelporcari.com/2019/07/26/os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

Enfim: algo mais sério, mais duro e que renda punição de maneira mais efusiva deve ser feito. Chega! Permitir que as manifestações sejam encaradas do tipo: “se fizer uma vez, eu paro o jogo; na 2a, vai ser o último aviso; na 3a, eu encerro o jogo” (fazendo a analogia do Protocolo FIFA) tornou-se inútil. Todo mundo está fazendo “uma vez” no jogo, até que ele seja paralisado (já que nada mais grave de punição acontece).

Quando o time dos idiotas racistas / homofóbicos / maus cidadãos sentir na pele (ou nos pontos e no bolso) na primeira manifestação, os demais bandidos se mancarão do erro.

É triste quando o respeito à vida do próximo deve ser imposta por uma entidade, e não seja algo natural o ser humano.

Resultado de imagem para porto marega

– Jorge Jesus: o competente (e demagogo) treinador do Flamengo.

elogiei bastante o trabalho do treinador português Jorge Jesus, o “mister”. Mas confesso: o que eu imaginava ser “jeito” de falar, e não arrogância, parece estar mudando.

De uma maneira bem demagoga, ao vencer o Athlético Paranaense na Supercopa, disse:

“Todas as torcidas torcem contra o Flamengo? Pode até ser, mas mesmo assim é difícil equilibrar, pois a torcida do Flamengo é muito grande.”

Se você achou isso como uma forma válida de ganhar a torcida, ok. Não discuto e concordo. Mas seu auto-elogio eu discordo:

“Não é só no futebol brasileiro [que eu sou diferente]. Quando eu estava na Europa, eu já era diferente”.

Aí é outra história: pode ser diferente em Portugal e no Brasil, mas nas grandes Ligas da Europa (Itália, Inglaterra, Espanha), neca.

E você, concorda com isso?

Resultado de imagem para Jorge Jesus

– O pênalti de Camacho em Igor Gomes em São Paulo 0x0 Corinthians. Jogador conhece regra?

Sou torcedor da arbitragem, defensor da renovação dos juízes, mas (apesar de ser ex-árbitro e comentarista de arbitragem) não se pode fazer corporativismo nem tapar o sol com a peneira: o trabalho de lançar novos nomes é ruim pela atual gestão da FPF.

Eu havia escrito sobre as dificuldades técnicas do árbitro Douglas Marques das Flores, publicando no Blog “Pergunte Ao Árbitro” (vide em: https://wp.me/p55Mu0-2tL) antes do Majestoso, divulgando uma série de dados concretos sobre seus altos e baixos em diversos jogos. Os clubes se atentam / atentaram a esses detalhes?

Na partida de sábado no Morumbi, o juiz mostrou a falta de uniformidade de critérios marcando ou não marcando infrações com decisões diferentes em lances idênticos. A reclamação maior foi o pênalti cometido por Camacho em Igor Gomes.

A pergunta é: com tanta informação disponível hoje, os clubes não se preocupam em orientar jogadores para atuarem de acordo com as virtudes e fraquezas dos árbitros? Um time da grandeza do São Paulo FC não tem um instrutor de arbitragem para ajudar o clube a receber menos cartões, criar jogadas de acordo com os detalhes das Regras e, apesar de inusitado (algo real), saber como reclamar dos erros?

Fica a dica. Tão moderno e profissional que o futebol está (e tão caro), os clubes desprezam a educação e conhecimento das 17 Regras e suas nuances. 

Pegue qualquer clube e aplique aos jogadores uma prova de “Regras do Futebol”: se sairão bem? Deveriam ser bem sucedidos, pois conhecer as leis do ofício que exerce, é algo básico a ser cobrado.

Resultado de imagem para Regras do Jogo futebol pênalti

– Análise da Arbitragem para Paulista 2×1 Rio Preto

Muito boa a arbitragem de Matheus Delgado Candançan. Jovem (cara de menino) mas sabe se portar muito bem em campo. Muitas vezes os jogadores querem se aproveitar do árbitro quando percebem alguém tão novo. No jogo de hoje (embora os jogadores tenham colaborado), ele tirou isso de letra.

Correu bastante, se posicionou bem, é ativo em campo. Ótima postura.

Separei dois lances para destacar: um “contra” e outro “a favor” da arbitragem. Mas vale lembrar: foram muitos a favor, sem relaxar em momento algum (especialmente nos 10 segundos finais, aplicando corretamente o cartão amarelo a Alan John (Paulista) por indisciplina).

Um importante erro: aos 27m, o goleiro Matheus (PFC) foi repor a bola e o adversário dele, Barcos (RIO), entrou na frente. A bola foi chutada ao meio de campo, armando um contra-ataque. Porém, ao repor essa bola, acabou existindo a dividida e o goleiro caindo, se lesionando. O árbitro não viu, pois estava atento no ataque (e não era simulação do defensor, pois sua equipe estava perdendo o jogo naquele momento). O bandeira 1 Danilo Nogueira da Silva, deveria ter o avisado. Errou ao não fazer, pois o arqueiro ficou caído pedindo o atendimento médico.

Um importante acerto: aos 40m, Nenê (PFC) dá um chute muito forte para o gol, atingindo no rosto (e quase nocauteando) o adversário Rafael Cursino (RIO). O time de Jundiaí reclamou de pênalti, que não foi. O jogador tenta usar a mão para proteção (não consegue, mas mesmo se usasse não é infração por ser justamente de proteção). Acertou o árbitro, mesmo com a pressão dos atletas.

O bandeira 2 Patrick Bardauil esteve atento e trabalhou bem. Também elogios ao 4º árbitro João Mariano que não se acomodou na função. Muito bem.

Assista, abaixo, a narração de Edson Roberto (Didi), o Gargantinha de Ouro, pela Rádio Difusora AM810 (do Time Forte do Esporte da Rádio Difusora).

Placar: 2×1

Faltas: 12×18

Cartões Amarelos: 1×2

Cartões Vermelhos: 0x1

Público: 690 pagantes

Renda: R$ 9.300,00

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para São Paulo x Corinthians, Rodada 6 do Paulistão da A1

Estou bem a vontade para fazer a análise pré-jogo do Majestoso do próximo sábado, pois acompanhei muitas partidas do árbitro. Apitará Douglas Marques das Flores, de 34 anos, que começou 2020 sendo 4o árbitro no jogo Novorizontino 2×0 Oeste (Rodada 1) e no último final de semana (Rodada 5) apitou Ponte Preta 0x1 Palmeiras.

O árbitro ranchariense, na gestão do Coronel Marcos Marinho, foi catapultado das divisões de baixo direto para a série A1 (igualmente como acontecido recentemente com Flávio Mineiro, de São Paulo 1×1 Novorizontino, suspenso há 10 dias mas que trabalhou pela CBF no meio e no final de semana, sendo escalado pela própria FPF na A2 na derradeira escala de árbitros). Não tendo uma sólida ascensão (passo-a-passo, divisão por divisão, sem pular degraus), foi muito mal e trazido para a A2 e A3. Nela, teve razoáveis e ruins atuações. Entretanto, quando o Cel Marinho foi para a CBF, voltou a escalar ele (e na Série A), tendo protagonizado lambanças em Fluminense 1×1 Ceará e CSA 0x2 Flamengo (em Brasília).

Porém, após um intenso trabalho, começou a ganhar maturidade e melhorou suas atuações. Tanto em jogos nacionais quantos nos regionais, alternou boas e más atuações, mas com melhor desempenho do que antes e não cometendo erros infantis. Neste atalho, e dentro dele, há outros links de análises de partidas recentes de Douglas: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/07/16/o-gol-anulado-do-vozao-em-fluminense-1×1-ceara/ .

Minha dúvida é: estará o árbitro num bom dia ou não? Lembrando que, como não existe mais sorteio, você pode escolher a dedo o juiz para a partida. Raphael Claus foi escalado na Rodada 2 em Araraquara para Palmeiras x São Paulo (em tese, por ser início de campeonato e jogo que “nada valia”, poderia ser escalado um árbitro novo como Douglas para testes). Para São Paulo x Corinthians – com clima bem mais nervoso num momento importante do campeonato – não era hora de escalar um experiente, ao invés de testar justo agora?

Tomara que não tenhamos confusão como a ocorrida no jogo que Douglas apitou na 4a feira passada, envolvendo Busque x Sport, pela Copa do Brasil, marcado por uma briga no final da partida com validação / anulação do gol. Aqui: https://globoesporte.globo.com/pe/futebol/copa-do-brasil/noticia/arbitro-volta-atras-anula-gol-que-classificaria-o-sport-e-causa-confusao-em-brusque-assista.ghtml

Enfim, que ele esteja atento e não dê cartão errado como fez há pouco tempo, expulsando certo e depois trocando o expulso por um errado: https://globoesporte.globo.com/am/futebol/noticia/unfair-play-arbitro-e-ludibriado-e-aplica-cartao-a-jogador-errado-veja-o-lance.ghtml

Estou preocupado com essa renovação forçada praticada pela FPF. A Comissão de Árbitros precisa saber os momentos corretos, não ser populista nem conservadora demais.

Resultado de imagem para Sao Paulo x Corinthians

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x Rio Preto, Rodada 06 da A3

Matheus Delgado Candançan, que em 2019 apitou dois jogos do Paulista pela Segunda Divisão Sub 23, ambos em Mogi das Cruzes (União 1×5 Paulista e Atlético 1×4 Paulista), está escalado para o confronto deste sábado entre o Galo contra o Glorioso Verdão da Vila Universitária (no meu tempo, o apelido do Rio Preto era simplesmente Jacaré).

O jovem juiz de 21 anos de idade e formado recentemente (em 2017) vem de família de árbitros, é de Osasco e revezava jogos da 4a divisão e categorias amadoras. Em 2020, está tendo oportunidade na A3, sendo escalado como árbitro central numa rodada, alternando para a função de 4o árbitro na seguinte (foi assim durante todo esse campeonato).

Não o vi apitando, mas as informações que tenho é que, apesar de inexperiente, tem potencial. Veremos in loco.

A escala completa:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Danilo Nogueira da Silva
Árbitro Assistente 2: Patrick André Bardauil
Quarto Árbitro: João Augusto Mariano de Oliveira
Avaliador de Campo: Cláudio Roberto da Costa

Acompanhe a transmissão de Paulista x Rio Preto pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Edson Roberto, o Didi (Gargantinha de Ouro); comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Alexandre Bardi. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

getImage.php

– Paulo Autuori se contradiz aceitando o Botafogo?

Só hoje vi que Paulo Autuori será o novo treinador do Botafogo. Mas não era ele que foi diretor do Athlético e do Santos, refutando ser treinador novamente?

Li um tuíte do jornalista Luís Carlos Quartarollo que representa muito bem o que penso:

“Paulo Autuori é incoerente ou desavisado. Era diretor do Santos e saiu porque o clube está endividado e não iria investir para essa temporada e agora aceita ser técnico do quebrado Botafogo. Ah, mas se o Botafogo virar empresa ele vira diretor e deixa de ser técnico mais uma vez.”

E não é exatamente isso? 

Resultado de imagem para paulo autuori botafogo

– Conheça o novo treinador do Paulista FC.

Há um ano, José Francisco de Oliveira, o novo treinador do Paulista FC (divulgado há pouco, substituindo Edson Fio), falava da sua chegada ao EC Sao Bernardo e como gosta de armar os clubes que dirige, além do seu estilo.

Um vídeo curtinho para conhecê-lo, em: https://www.youtube.com/watch?v=eKphLni7tv4

 

– Corinthians 2×1 Guaraní: não dá mais para time brasileiro cair na pré-Libertadores…

Vi apenas a expulsão do Pedrinho, por segundo Cartão Amarelo. Correta, Nestor Pitana acertou. Não pude ver mais devido a outros jogos que eu estava acompanhando (ok, confesso: Comercial 2×1 Paulista, pela 3a divisão de SP).

Mas o assunto é: hoje tornou-se inadmissível que clubes como os grandes brasileiros, com a folha de pagamento que têm, sejam eliminados da Libertadores nessa fase preliminar, diante de adversários tão humildes.

Eu sei que futebol é 11 contra 11… mas quem ganha mais de 500 mil por mês, deve se esforçar muito mais por quem ganha, no máximo, 50 mil.

Imaginem o prejuízo do Timão ao sair tão precocemente do torneio…

Resultado de imagem para corinthians x guaraní

– Erros Técnicos, erros financeiros e erros de relacionamento na questão Paulista e Kah!

Dos 15 pontos disputados na A3-2020, o Paulista só fez 1, e estamos terminando ⅓ do campeonato. Um inimaginável rendimento pífio.

Mas quais estão sendo os erros, já que o time é o atual campeão da 4a divisão e momentaneamente o lanterna da 3a?

  1. Tecnicamente, o treinador Edson Fio (que foi elogiado por todos no ano passado), não percebeu que de um torneio quase amador (afinal, é Sub 23) o Galo voltou a um patamar profissional importante, que é a disputa da Terceirona. Abrir mão de jogadores experientes foi um erro crasso! Quando estava na Bzinha, era Sub 23 contra Sub 23, e quem tivesse mais elenco, estava em vantagem. Ora, já que existia a tríplice relação entre Kah Sports, Fut Talentos e Paulista FC, sobravam atletas e o time tinha fôlego. Agora, beira um time pré-olímpico (pois há muitos sub 23) contra times profissionais (com veteranos entre jovens).
    Lembrando: os adversários tradicionais do Paulista não são, respeitosamente, Assisense, Manthiqueira, Joseense (que nunca estiveram na A1) como os do ano passado. São os tradicionais que, assim como o Galo, conhecem a elite: Comercial-RP, Noroeste, Marília. Assim, a Bzinha era obrigação ganhar e no ano seguinte fazer um papel bonito na A3.
  2. Financeiramente, o grande equívoco tem sido a metodologia adotada pela parceira do Galo. É lógico e evidente (não há nenhum mal nisso, é necessário para a sobrevivência empresarial) que quem se associa, quer ter retorno financeiro. A Kah Sports é uma empresa, deve ter seu orçamento anual e sua filosofia de negócios. Que lucro teria a Kah contratando atletas de 32 anos (experientíssimos na A3 e rodados por todo o Brasil) em futuras negociações? Preferem garotos, pois o investimento financeiro é mais baixo e o mercado de negócios mais aberto. Se o Paulista está na A3, a vitrine é boa para expô-los. Se o Paulista for mal, os atletas agenciados, ao menos, serão realocados em outros clubes. Mas e o clube, como fica? Edson Fio é funcionário da Kah Sports e deixou isso muito claro (e é ele quem contrata jogadores, ou o diretor e o supervisor de futebol? Se Fio cair, sobrará para ele, sozinho? Qual treinador importante desta divisão, de hoje ou de outrora (Luís Carlos Martins, Vagner Benazzi, o falecido Giba, o querido Ferreirão) aceitaria tal cargo de técnico de empresa que negocia atletas, não de clube que deseja o acesso? Assim, esqueçamos de “gastos para o time subir.” O modelo de negócio do parceiro não é esse, visivelmente. É agenciar atleta e negociar.
  3. No relacionamento, um erro atrás do outro. Primeiro, a Kah Sports anuncia que sai do clube aos 4 cantos porquê quer gerir o futebol; coloca o Paulista numa saia justa pois o Galo perderia os jogadores inscritos num vexatório WO futuro; depois, não tem a dignidade de emitir outra nota, expondo os motivos da permanência (pois na nota de saída falou muita coisa e lembrou que desejava construir um Centro de Treinamento para o Paulista). Que relacionamento é esse? Aliás: vai ter CT mesmo, afinal, ela colocou no papel? O diretor de futebol do Paulista, Hikmat Derbas, que até a virada do ano era um dos homens da Kah Sports e que hoje não é mais, segundo ele mesmo afirmou, disse: “a imprensa mais atrapalha do que ajuda”. Mas como gestor de futebol do Paulista, ele não expôs publicamente porque o clube abriu mão da gestão de futebol para a Kah. Não deveria ele “jogar para o Galo”, e não para a Kah? Aliás, o relacionamento da imprensa foi questionado de maneira maldosa e incentivado à críticas por alguns como “responsável” por mentiras. Ora, contar a verdade é algo justo e honesto, além de ser obrigação da imprensa (que no calor da coisa, alimentou-se ser uma fantasia tudo o que ocorria). Para quem viveu de mentira, parece que as coisas estão se clareando: a Kah está preocupada em seus negócios (como explicado lá em cima no item 1 e 2: seu mercado é de jovens e não aceita perder dinheiro).

E já que falamos de relacionamento: lamentável o José Carlos, gerente de futebol, bater boca com torcedores na Cadeira Cativa dias atrás e classificar de “torcedor é aquele que foi para Barretos”. Ué, ninguém trabalha? O custo da viagem é baixo? Pelo rádio, não vale a torcida? Será que ele faria o mesmo na Geral?… Ainda bem que se desculpou.

Por fim: Edson Fio, que parece não ter entendido que a fama é relativa no futebol (ganha um campeonato, mas se perder 3 jogos, toma vaia no Brasil) e que judia da imprensa (especialmente de alguém que acorda, almoça, janta e dorme no Paulista, um símbolo de abnegação e altruísmo pelo Galo, o COBRINHA, Luís Antonio de Oliveira, cerceando seu trabalho), precisa entender que a entrevista é para dar satisfação aos torcedores e em respeito aos profissionais ali presentes. Klopp, do Liverpool, não precisa de exposição e fala com a imprensa do mundo inteiro.

Aliás, esqueçam a imprensa e a generalização dela. Adilson Freddo não faz gol, Berró não é o zagueiro, Thiago não é volante, Estevam não é armador, Mainini não é goleiro, Didi não é técnico e eu não apito jogo. Todos somos de Jundiaí, amamos o Paulista como todo torcedor que está presente ou não no Jayme Cintra e quando não estamos no microfone, estamos torcendo. Quem mais tem interesse no sucesso do Galo do que a pessoas que trabalham com ele? Eu quero comentar Paulista x Corinthians, o Mainini quer narrar Paulista x Santos, o Heitor quer um Paulista x Palmeiras, e por aí vai (por quê queremos o sucesso do Galo e sua exposição positiva – é importante para o nosso time e ótimo para nosso trabalho). Ou acha que queremos ver todo ano Paulista x Atlético de Mogi (se ele vier jogar, como já ocorreu que não veio).

A desculpa da Kah Sports (que se silenciou totalmente) jogando a conta na imprensa é só para ingênuos acreditarem (e, cá entre nós, bem fraquinho tal discurso velho). Aprendi ouvindo da boca do Vanderlei Luxemburgo, dois jogos depois que ele foi expulso e alegou que o “juiz tinha camisa rosa e estava se simpatizando com ele” (num decisivo São Paulo x Santos, ou melhor: Muricy x Vanderlei). Disse Luxa com tom professoral a mim, no vestiário da Vila Belmiro, onde eu era quarto-árbitro na ocasião: “Quando eu preciso tirar o foco, eu crio um fato. Você pode até estar certo, mas eu vou desviar o assunto. Estavam pegando no pé do meu time e eu quis fazer de conta que o juiz era bicha de propósito. E deu certo. Só se falou na camisa rosa do Cintra [árbitro Rodrigo Martins Cintra]“.

Na falta de jogadores experientes, na véspera da competição, dia 13 ao dia 16… o que houve? Pensemos!

Enfim: falta jogador experiente, técnico típico da divisão e dinheiro na mesa. Esse último item me provoca a perguntar: está compensando financeiramente ao Galo? A Kah está fazendo a parte deles com o “cash”, em 2020?

A gratidão por tudo que ocorreu em 2019 deve existir. Do Paulista para a Kah / Fut Talentos MAS DELA TAMBÉM PARA COM O GALO. Ninguém fez favor por solidariedade. A Kah deu a mão, o Paulista abriu as portas e o objetivo conquistado foi conjunto.

Sabe qual foi o problema? Acreditar que montar um time 10 dias antes do campeonato com 35 jogadores daria certo sempre. Em 2019, pelas características do Sub 23, deu. Na A3, é papo mais sério.

ATUALIZANDO, 22h05:

Resultado de imagem para Paulista x Kah"

– As falas de Guardiola e Luxemburgo

Vanderlei Luxemburgo disse na 3a feira em entrevista polêmica que o Brasileirão “bate pau a pau na Liga dos Campeões”. Você pensa como ele? Eu não.

Pepe Guardiola, entrevistado segundo a ESPN na mesma data, disse que não se vê o melhor técnico do mundo, e lembrou: “Me dê um time que não seja como o City e não ganho”.  Você pensa também como ele? Eu discordo, pois o acho o melhor do mundo (ao lado de Klopp) e imagino que, não sendo o City, poderia fazer, ao menos, um bom trabalho.

Vanderlei Luxemburgo (de novo) disse sobre Jorge Jesus: “se aquele pênalti do Emelec fosse dado, seria tudo ao contrário”, em referência ao sucesso do português do Flamengo. Você, por fim, concorda com ele? Eu sim! Não questionando a competência do treinador estrangeiro, mas lembrando que no começo do trabalho foi cercado e ameaçado por torcedores rubro-negros. Se ele tivesse sido eliminado da Libertadores, poderia não ter tido todo o tempo necessário para mostrar suas ideias que fizeram sucesso.

A humildade do competente Guardiola contrasta muitas vezes com o jeito polêmico (que inegavelmente chega a transmitir uma certa arrogância) do também competente Luxemburgo. Ou não?

Resultado de imagem para Vanderlei Luxemburgo

– A Pimenteira do Benazzi e a Voz incentivadora do Paulista

Logo cedo, ao abrir o Facebook, vi a primeira postagem do dia com a chamada do Time Forte do Esporte de Adilson Freddo na Rádio Difusora para o importante Comercial x Paulista. E me recordei: no primeiro jogo envolvendo essas duas equipes em que fiz comentários da arbitragem, o “Bafo” (ou Leão do Norte) era dirigido pelo Vagner Benazzi. O Galo, por Márcio Bittencourt. No apito, Vinícius Dias Gonçalves (que hoje apita clássicos no Brasileirão da Série A).

Vamos lá: Ambos estavam na A1, fugindo da Zona do Rebaixamento (em 2014). E, supersticioso ao extremo, Benazzi (que tem como guru espiritual Robério de Ogum, que também é amigo de Vanderlei Luxemburgo) colocou pimenteiras no banco de reservas do Paulista para “trazer fluidos importantes ao adversário”. Eu não acredito nessas coisas, mas respeito a fé alheia. Curiosamente, o Paulista perdeu de 3×0. 

Torcendo para que isso não se repita e relembrando, compartilho a jornada infeliz daquele dia em: https://esporte.ig.com.br/futebol/2014-02-20/comercial-vence-paulista-respira-e-deixa-rival-mais-perto-da-degola.html.

A segunda notícia que vi na mesma rede social foi a da criação da página “Galo do Japi’, postada pelo Murilo Zotto, da iniciativa do Robson Mambrini e incentivada pela Jéssica Garcia. Muito legal, uma página de torcedores e jornalistas do Paulista, com notícias do time, avisos e demais informações. E me recordei também de outras mídias bacanas oficiais: a Rádio Coringão, as páginas oficiais como TV Santos e SPFC TV, e até mesmo veículos importantes que fazem apologia sem críticas, como um canal extra da FOX (o Fox 2) para transmissão de jogos (como feito na final da Libertadores em prol do Flamengo).

Que eles tenham boa sorte nessa iniciativa associada com o Paulista e seus apoiadores (vou ser um dos fãs), e é legal ver tal novo Portal no ar, separando o que é informação (somada com torcida, apoio e desenvolvimento) do jornalismo que deve ser independente e tecer as críticas quando necessárias (mesmo que os jornalistas torçam para o Paulista mas que devam, por ofício e profissionalismo, informar o que muitas vezes não agrada ou que não é popular).

Não é nada mal tal site de louvor ao Galo, tem-se tornado normal nos clubes de futebol e a ideia é muito boa como mídia de incentivo! O link é: https://www.facebook.com/galodejundiai/?__tn__=%2CdK-R-R&eid=ARBWFwjYLpQVgHIaEcODEnB9n6lEDV2IRSDaZsIPUOaXWKzNEqcOphx73CupKBGwgiLaum1-_jegqg7c&fref=gs&dti=101130486748105&hc_location=group

Resultado de imagem para vagner benazzi comercial x paulista de jundiai
Na foto, ache o Benazzi! Aliás, cada craque (e quantos rostos conhecidos) de ex-jogadores que continuam aqui em Jundiaí, não?

– Marcos disse a Verdade: protesta-se com veemência no Esporte, mas na Política.

Respost de 07/02/2011, mas bem atual…

Por falta de tempo, não deu tempo para repercutir. Mas e a frase do goleiro Marcos, da S.E.Palmeiras, após a partida contra o Corinthians a respeito da violência dos torcedores do rival contra o próprio time, em virtude da eliminação da Taça Libertadores:

“Ao invés de protestar contra o jogador, por que não vai protestar contra político corrupto?” 

É isso mesmo! Corroboro lembrando o seguinte: os manifestantes da Torcida Organizada que representa seu time quebram tudo por causa de uma simples partida de futebol. Que bando de alienados! Não se vê a mesma revolta contra os abusivos casos de desvios de verba e mau uso do dinheiro público na política brasileira. Aliás, essa turma deve dar mais importância em querer se aparecer como truculentos e intimidadores do que se preocupar com valores da cidadania.

Lamentável a ação dos vândalos e louvável a frase do goleiro palmeirense.

Resultado de imagem para marcos palmeiras"

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Comercial x Paulista

Para o confronto entre o Bafo versus o Galo na Califórnia Paulista, teremos a arbitragem de Rodrigo Santos. Um árbitro de 33 anos, professor de Educação Física, mas já com 11 temporadas atuando pela FPF. Nos últimos anos, apitou (e muito bem) a 2a divisão Sub 23 e a A3. É promissor e não está tendo a carreira levada aos atropelos, sendo bem solidificada.

Me recordo dele na Copa SP de Jrs: Paulista 1×0 Joinville e no ano passado pela Bzinha: Joseense 1×1 Paulista. Nestes jogos, mostrou algo importante: não gosta de simulações e tentativas de faltas cavadas. Costuma ser disciplinador, aplicando os cartões amarelos necessários às reclamações e tentativas de pressão.

Assim, é um árbitro que deixa o jogo correr (pode ser bom para o Paulista se o Galo jogar no contra-ataque) mas que não gosta de indisciplina (e isso é ruim para o Tricolor Jundiaiense, devido ao número de faltas em excesso).

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo.

Resultado de imagem para Comercial x Paulista Rafael Porcari Ribeirão Preto

– As chuvas e o futebol na Capital!

Veja que loucura o Estádio Nicolau Alayon (o tradicional campo da Rua Comendador Souza, e que fica na Avenida Marques de São Vicente na Barra Funda em São Paulo).

Jogariam nessa segunda-feira Nacional x Linense, pela A3, e que foi adiado para amanhã. E fico pensando: será que teremos jogo mesmo assim?

Impressionante o estrago das chuvas.

(foto: Esporte Jundiaí / Divulgação).

 

– Parabéns, torcida do Flamengo!

Diante da insensibilidade da diretoria do Flamengo em resolver a delicada situação das vítimas da tragédia do Ninho do Urubu, as torcidas do Mengão tiveram uma atitude responsável e exemplar.

Abaixo:

EQWf16eXkAAk7j4

– O Paulista do 8 ao 80. Ou melhor: do 80 ao 8,3…

Existe um chavão sobre bipolaridade de fatos que se diz: “foi do 8 ao 80”. O Paulista fez o caminho negativo dele, pois de, quase 80% de aproveitamento em determinado momento no ano de 2019, para pífios menos de 10% em 2020 (8,33%).

O Galo tem um solitário ponto obtido no empate em casa na estréia. Mas por quê mudou tanto assim, se o treinador tão elogiado e a empresa gestora são os mesmos?

Não é tão complicado entender, basta ver o que disputou: na 4a divisão, todo mundo é jovem e sem experiência, limitando o torneio à idade máxima de 23 anos. Ora, se eu tenho um elenco de atletas agenciados (como a Kah Sports / Fair Play tem) e uma escolinha de futebol para compra e venda de revelações (como a Fut Talentos), é razoável acreditar que da grande quantidade de jogadores ofertados, dá para montar um bom time (lembram de 35 jogadores em 10 dias?).

Assim, foi uma via de mão dupla: o Paulista ofereceu a camisa gloriosa e forte, os parceiros trouxeram muitos jogadores e fizeram um bom time. E poderia ser o Edson Fio, o carismático Lourenço, o saudoso Barrica do Palmeirinha do Medeiros, o experiente Rubinho ou qualquer outro treinador, pois tinha-se mão-de-obra (ou melhor: pé-de-obra). A troca é justa: quem traz os jogadores jovens quer vendê-los, precisa expô-los, e sendo um campeonato nivelado em idade, vai ter sucesso com a bola rolando e o acesso aconteceria. É um negócio.

Em 2020, o panorama é outro: a Kah Sports continua com o seu propósito, que é agenciar jogadores e vendê-los, promovendo a carreira deles e, como qualquer empresa comercial (não é pecado), procurando ter lucro. Mas o campeonato não é mais limitado ao nicho de mercado da Kah, que são jovens, e o Paulista continua emprestando sua camisa gloriosa e desejando o acesso.

Assim: quando o torneio era Sub 23 versus Sub 23, quem tinha muita quantidade extraiu qualidade. Agora, Sub 23 contra times profissionais tão tradicionais quanto o Paulista e com veteranos e experientes, vale lembrar: agora, não é mais campeonato para meninos, mas para homens!

Não gosto da história de “gratidão eterna”. Qual foi o favor que a Kah fez? Nenhum. Foi uma troca: a camisa pesada para expor e negociar atletas jovens em troca da tentativa de acesso. Deu certo para todos no ano passado, ninguém está devendo favor para ninguém. Mas para a A3, a empresa “está na dela”: usando seu elenco em uma vitrine maior, escalando seus atletas agenciados / contratados / negociáveis (na idade que convém para eles) e o Paulista continua desejando o acesso

Alguém poderia dizer que isso é um tiro no pé, pois a sequência de derrotas desvalorizaria o jogador da Kah. Ué, mas qual é o mercado de distribuição do produto (ou seja, para onde os jogadores serão negociados)? Se você comprou barato na Bzinha (por $10) e vende por qualquer valor a mais e para qualquer destino ($11), já está no lucro. Ou alguém imagina que os jogadores da Bzinha tinham como destino a série A do Brasileirão?

Se o time vai bem, o lucro aumenta. Se o time vai mal, minora-se o valor, sem necessariamente ter prejuízo. Afinal, não foram jogadores trazidos da A2 que estão desvalorizando na A3. São jovens com o futuro pela frente que vieram do Sub 23 e que o comprador (na visão do mercado da bola) sabe que daqui há alguns anos vingarão e que estão ganhando experiência na A3.

Assim, paciência ao torcedor do Galo. E repare bem: o primeiro discurso da cartolagem era que a imprensa atrapalhava. No sábado, em entrevista na Rádio Difusora no pós-jogo, para o Rafael Mainini, um dirigente criticou a… torcida de Jundiaí. Depois será a arbitragem, a qualidade do gramado, o sol, a chuva, a tabelamas nunca o próprio time e a gestão.

Historicamente, no mundo do futebol, se o time ajuda, a torcida vai. E no caso do Paulista, mesmo se o time não ajuda, vai também. Ou o cartola da empresa não viu gente da Raça, da Gamor e outros apaixonados anônimos gastando tempo e gasolina para ver outra derrota?

time

– Japonês e Venezuelano ensinando brasileiro?

Quando eu era pequeno, para dizer que o cara era ruim de bola, se brincava que era “japonês”. Nos jogos que eu assistia naquela época, nunca vi a Seleção da Venezuela entrar em campo.

Pois bem: japoneses e venezuelanos evoluíram no futebol, mas é impensável quem viveu nos anos 70 ou 80 pensar que o destaque do Botafogo, de Garrincha, Nilton Santos e Heleno de Freitas, seria no século XXI um… camisa 10 do Japão! Honda chegou (veterano, não é o mesmo do Milan), provavelmente numa jogada de marketing como a de Seedorf. Mas que não seja surpresa: Soteldo no Santos e Dudamel no Atlético Mineiro são venezuelanos que outrora nunca pensamos ver jogando ou dirigindo time do Brasil.

Ficará a questão: evoluíram tanto assim ou nós que demos alguns passos para trás?

Resultado de imagem para honda botafogo

– Por quê o Paulista FC virou um time faltoso?

Diferentemente de outros anos, o Paulista de Jundiaí virou um time indisciplinado na atual temporada. E por quê isso aconteceu?

Simples: nos anos de queda e desempenho ruim, havia pouca marcação e falta de vibração. Os times de 2016, 2017 e 2018 sempre terminavam os jogos com um número baixíssimo de faltas, refletindo, até certo ponto, descomprometimento dos atletas. Mas quando o time começou a fazer uma boa campanha no Campeonato da 2a divisão Sub 23 em 2019, as faltas ainda assim eram muito poucas

O motivo?

Com o time afinado, o Galo jogava pra frente e a responsabilidade de parar o jogo era do adversário. E de tal forma, continuou com um número muito baixo de faltas cometidas, subindo para a A3 apenas com a “bola no chão”.

Já em 2020…

O número de cartões amarelos disparou! Isso está acontecendo porquê: com jogadores mais nervosos por conta dos resultados adversos, aumenta o número de faltas marcadas por reclamações; as advertências contra os atacantes que, não conseguindo marcar gols, se irritam, também aparecem mais (as faltas “de ataque”); e, a zaga / meio-campo perdendo a posse de bola, faz com que se tente parar a equipe adversária na base da infração. Esse é um recurso ruim, já que você fica “pendurado” durante o jogo e consequentemente desfalcará em mais partidas o seu time. Com isso, o Paulista precisará de mais jogadores, e o custo se tornará maior, e as consequências negativas viram uma bola de neve desenfreada.

A verdade é: se os resultados fossem positivos, o Galo teria recebido muito menos cartões (lembrando que até o treinador Edson Fio foi advertido nesse ano).

Jogar e fazer as “faltinhas de meio campo” para matar o jogo, como o Palmeiras de Felipão e o Bragantino de Marcelo Veiga faziam, é uma estratégia tática alternativa, desde que você treine isso para não cometer jogadas duras e receber cartões. Não é o caso do Paulista.

Se os resultados melhorarem, fatalmente o Paulista sairá da lanterna da A3 e o número de cartões por jogo diminuirá.

Resultado de imagem para cartões amarelos

– A agressão ao árbitro em Caxias do Sul e a pisada na bola de Washington.

Lucas Canetto Bellote, árbitro jovem da FPF, foi questionado por sua arbitragem em Caxias do Sul na partida entre Caxias x Botafogo pela Copa do Brasil. Após o jogo, por trás, foi covardemente agredido por um membro da Comissão Técnica do time gaúcho.

Duas coisas sobre o episódio:

1- Assisti a vários jogos presencialmente de Lucas. Teve alguns contratempos na carreira, mas é um bom árbitro em formação. Dos jogos mais importantes que vi ele ter oportunidade (um Majestoso no ano passado, diga-se de passagem) a evolução técnica está ocorrendo, em que pese a necessidade de mais experiência. É promissor. Não assisti o jogo de Caxias do Sul, então não posso avaliar seus erros e acertos, mas nada deve justificar qualquer tipo de agressão.

2- Washington, carismático centroavante da Ponte Preta, Fluminense e São Paulo (e que começou no Caxias), que comoveu o mundo da bola com seu problema cardíaco (por isso o apelido de “Coração Valente”), trabalha para a CBF como Diretor de Desenvolvimento de Futebol (talvez um cargo mais político do que real). E eis que ele foi flagrado mostrando imagens do lance que incentivaram o agressor do árbitro. Ué, trabalha para a CBF ou para o Caxias? Para o desenvolvimento civilizado do futebol ou a favor da torcida apaixonada?

Lamentável… Washington, depois das imagens da Sportv que testemunharam sua ação, foi corretamente despedido.

Extraído de: https://www.esporteinterativo.com.br/futebolbrasileiro/CBF-demite-Washington-apos-polmica-no-duelo-entre-Caxias-e-Botafogo-20200206-0022.html

CBF DEMITE WASHINGTON APÓS POLÊMICA

A Confederação Brasileira de Futebol decidiu demitir o então diretor de desenvolvimento da entidade, o ex-jogador Washington. Ele foi flagrado em uma polêmica no confronto entre Caxias e Botafogo, pela Copa do Brasil, onde apareceu mostrando um lance de possível pênalti a favor do time gaúcho para a comissão técnica do clube.

Washington deixou seu cargo pouco menos de 80 dias após assumir a função. A demissão aconteceu por telefone. O ex-centroavante estava em viagem quando soube da decisão da CBF. Esta que, por sua vez, emitiu uma nota oficial para falar sobre o assunto.

“A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informa que, em decorrência dos episódios registrados no jogo entre Caxias e Botafogo, válido pela Copa do Brasil nesta quarta-feira, 5, Washington Cerqueira foi desligado do cargo de Diretor de Desenvolvimento da entidade.

A CBF agradece a Washington pelos serviços prestados, reconhecendo suas inúmeras qualidades pessoais, sua capacidade como dirigente e sua grande trajetória como jogador”.

O agora dirigente foi nomeado para ser o diretor de desenvolvimento em novembro de 2019. Apesar do pouco tempo de casa, ele substituiu Juninho Paulista, que acabou assumindo o lugar de Edu Gaspar como coordenador de seleções. Antes, exercia o cargo de secretário Nacional de Esportes, Educação, Lazer e Inclusão Social, do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro.

xWhatsApp-Image-2020-02-06-at-17.25.53.jpeg.jpg.pagespeed.ic.ctlU4qQu61

– Para mim, gol irregular em Guaraní/PAR 1×0 Corinthians/BRA.

Não consigo link para compartilhar e confirmar (a geração da Conmebol não permitiu encontrar algum), mas, para mim, o gol do Guaraní do Paraguai contra o Corinthians na Libertadores da América foi irregular. E explico:

Aparentemente, alguém pode contestar impedimento na finalização, mas na verdade o árbitro assistente foi muito bem naquele momento, validando o gol por estar em posição legal (este lance foi bastante repetido). O problema é no começo da jogada, quando Boselli é atropelado por um jogador paraguaio (falta não marcada) e na sequência sai a falta a favor do Guaraní. Dela, resulta o gol. Ali, o lance é faltoso e deveria se ter marcado tiro livre direto para o Corinthians (e essa falta “provável”/ “ocorrida” não acho na Internet para rever).

Se algum amigo leitor tiver o link e quiser compartilhar, por favor, compartilhe, pois estou escrevendo pelo lance assistido no momento do jogo, sem replay (e gostaria da confirmação).

Resultado de imagem para guarani x corinthians

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Noroeste x Paulista

Eu acho que uma partida da envergadura de Noroeste x Paulista, pela tradição no Interior e importância para ambas equipes na tabela (ambos distam nas pontas), precisava de um árbitro experiente de série A2 e/ou que esteja na A1. Afinal, dois clubes que sempre estiveram em evidência ao longo das suas histórias centenárias.

Porém, pelo processo de renovação forçada que a FPF vem fazendo (fiz a crítica em: https://wp.me/p55Mu0-2sv, após a péssima atuação de Flávio Mineiro (que não deu conta dos jogos do Galo na Bzinha, e assustadoramente, sem nem ter apitado a A2, pulou para a A1) é compreensível que surjam escalas inexperientes em jogos importantes.

Daniel Carlos Luciano Fernandes, árbitro que na única vez que apitou uma partida profissional do Paulista foi muito bem (Paulista 4×0 União de Mogi, em 2018), tem feito jogos na A3 e se saído razoavelmente bem. Tanto que apitou seu primeiro jogo de série A2 recentemente. Ele costuma deixar a partida correr em lances de faltas duvidosas (ou seja: permite o jogo mais brusco na disputa de bola), mas costuma ser rigoroso nos cartões. O que me preocupa são os bandeiras, não tão experientes. Se o Paulista arriscar jogar “em linha na zaga”, pode ser perigoso por esse fator (por exemplo: um impedimento não marcado, resultando em gol sofrido).

Fico feliz que quem avaliará a arbitragem é o ex-bandeira Márcio Luiz Augusto, de tantos jogos na Série A do Brasileirão e um sujeito muito competente. Um dos melhores com que trabalhei. Se o árbitro for bem ou mal, certamente a FPF terá a informação correta com um claro e sábio relatório. 

Captura de Tela 2020-02-06 às 16.26.43

– Falta comunicação ou integração entre as Comissões de Arbitragem?

Leio que Flávio Mineiro, o árbitro da complicada partida São Paulo 1×1 Novorizontino, foi escalado para a abertura do Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol, no próximo sábado: Ferroviária x Audax.

Sobre seu afastamento e desempenho, falamos em: https://wp.me/p55Mu0-2sL

Aqui, duas situações: ou a CBF e a FPF não tem comunicação, colaboração e contribuição ente si (ou seja: a entidade nacional não soube do ocorrido no Morumbi), ou simplesmente Leonardo Gaciba tem visão diferente de Ana Paula de Oliveira e entende que a punição só serve para jogos estaduais, e que ele está apto para partidas nacionais e que faz um bom trabalho quando apita, merecedor em estar no quadro nacional.

Em ambas hipóteses, claro, beira-se o absurdo. Ou teríamos uma 3a hipótese: a de que a suspensão foi “fake news”, de mentirinha, da boca para fora (lembram daquelas suspensões de árbitros que ocorriam quando eles estavam em viagem, torneios internacionais ou lesionados, apenas protocolares)?

Que loucura é essa que, sem ter passado pela A2 Regional, o sujeito é indicado pela FPF para o quando nacional da CBF, não? Que péssima gestão de carreira estão fazendo de Flávio.

Jogadores do São Paulo cercam o árbitro no jogo contra o Novorizontino — Foto: ADRIANA SPACA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

– E sobrou para os mais fraquinhos? E ninguém contestou?

Já falamos tudo o que poderíamos ter falado sobre a má arbitragem de São Paulo 1×1 Novorizontino. A opinião crítica, porém respeitosa, está registrada em: https://wp.me/p55Mu0-2sv.

Entretanto, me assustei ao ver que a Comissão de Árbitros do Estado de São Paulo afastou todo o quarteto de árbitros. Quer dizer que a chefe da entidade, a ex-assistente Ana Paula de Oliveira, que um dia injustamente foi afastada quando do fatídico Botafogo x Figueirense (e covardemente não foi defendida pela CBF e seus superiores das ridículas, misóginas e ofensivas declarações de Carlos Augusto Montenegro), agora, como cartola, insensivelmente comete o erro de afastar o assistente número 2 e o quarto árbitro, que nada tiveram de erro no jogo do Morumbi?

Ana, seja sensível e relembre seus tempos de árbitra. É legal colocar na geladeira aqueles que não tiveram culpa? Você já foi vítima de erros assim pelos dirigentes do apito. Não repita esses equívocos. Que o respeitado e querido Emerson Augusto de Carvalho e a estimada Tatiane Saciloti, membros da CEAF, possam te iluminar na correção desse erro.

Parabenizo o Sindicato dos Árbitros por condenar os equívocos de alguns jornalistas em usar palavras fortes e indevidas, colocando a credibilidade / honestidade (e não a competência) como motes do erro. Ao mesmo tempo, CONDENO a omissão do Safesp em não emitir uma nota sequer contra a injusta suspensão dos membros citados e sua defesa. Espero que Aurélio Sant’Anna Martins, o novo presidente, bem como a vice Regildenia Holanda possam escrever rápida e incisivamente uma nota de repúdio contra a FPF por esse ato covarde contra o assistente 2 e quarto-árbitro (até porquê, se não o fizerem, ficará estranha e discutível a omissão).

Aguardemos!

Em tempo: e quem escalou o árbitro tão precocemente, fazendo má gestão da carreira dele? Passa batido?

 

 

– Quem emudeceu: o Paulista ou a Kah Sports? Jogadores mudos ajudarão a conseguir patrocínio, simpatia e torcida?

O que estão fazendo com o Galo, não?

Depois dos resultados ruins, os gestores do Paulista proibiram os jogadores de darem entrevistas.

Qual é a lógica? O time calado renderá mais? Ficar quieto faz ganhar jogo? Ser antipático faz bem?

Meu Deus… Se para ter exposição, se faz necessário divulgar, sem patrocínio no uniforme – e mudo – como o Paulista fará para conseguir recursos? Ou não está precisando deles, pois o caixa está em dia?

Quem teve a ideia, foi “jênio”! Agora vai… o time que infelizmente não está jogando bem, agora também não fala (parafraseando o JJ em manchete).

1- Sempre aprendi em marketing que: o ovo da galinha não é o melhor, não é o mais saudável nem o mais saboroso. Mas é o mais popular pois ela cacareja mais… Calados, os jogadores conseguirão muitas coisas boas para o clube?

2- É uma praxe dos times organizarem as entrevistas para que os atletas mostrem as marcas na camisa. Quanto maior a exposição, maior receita advinda dos anunciantes. Se o clube não se divulga, não entra dinheiro. Ou será que a decisão não é do Paulista, mas da Kah Sports?

OPS: ATUALIZANDO: a ordem não foi da Kah, foi um pedido do Paulista por Hikmat Derbas, pedindo concentração para o jogo. Há a promessa que na 4a a noite o time volte a falar.

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2020/02/segundo-radio-atletas-do-paulista-nao.html

SEGUNDO RÁDIO, ATLETAS DO PAULISTA NÃO IRÃO CONCEDER ENTREVISTAS

Por Redação do Esporte Jundiaí – com informações da Rádio Difusora

Sem vencer na temporada, com apenas um ponto conquistado em três rodadas na Série A3 do Paulistão e na última colocação da competição, agora os jogadores do Paulista estão vetados de concederem entrevistas, segundo informação do repórter da Rádio Difusora, Luiz Antônio de Oliveira, o Cobrinha.

Em três rodadas na A3 o Paulista jogou sem qualquer tipo de patrocínio na sua camisa, e agora sem entrevistas, o Tricolor terá menor tempo de mídia, menos exposição e menos chance de atrair qualquer tipo de patrocinador.

Com os jogadores ‘mudos’, todos agora apenas focam o seu trabalho dentro do gramado para tirar o time da situação ruim e evitar o retorno do Galo a ‘Bezinha’, menos de um ano depois do acesso.

Na manhã desta terça-feira, os jogadores participaram de atividade física, passando por 14 estações. O treinador Edson Fio no período da tarde comanda treino de campo para esboçar o time que enfrentar o Noroeste, líder da A3, no sábado, às 16 horas, em Bauru.

– Por quê os erros da arbitragem de São Paulo 1×1 Novorizontino ocorreram?

O que vimos de lambanças no Morumbi na noite passada (dois pênaltis não marcados, dois gols mal anulados) são frutos de má gestão na difícil tarefa de renovar árbitros.

Dar oportunidades aos novos apitadores não é queimar etapas. Solidificar a ascensão é importante, degrau por degrau, a fim de que o jovem juiz não sinta demasiada pressão e saiba se portar correta e emocionalmente bem. Logicamente, ele tem que ter qualidade para fazer parte deste processo e o gestor de carreiras da arbitragem, perspicácia para enxergar um novo talento. 

Digo isso pois nos últimos 30 anos (sim, GARANTO esse período, pois é a minha “idade de vida na arbitragem” – estudada, trabalhada ou comentada), só tivemos dois casos em que o tempo de maturação nas séries inferiores e intermediárias foi pequeno: Paulo César de Oliveira em 1996 e Wilson Luís Seneme em 1998, ambos pelo olhar clínico do Prof Gustavo Caetano Rogério, que teve a percepção de descobrir esses talentosos árbitros (e que chegaram à FIFA rapidamente). Como ele dizia em sala de aula na Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, às vezes você vê uma “mosca branca“.

Não me parece que Ana Paula Oliveira, que foi excelente árbitra assistente (quebrando vários preconceitos e marcas), tenha a mesma habilidade como comandante de árbitros para descobrir moscas-brancas. Aliás, ter qualidade em campo não quer dizer que você é bom na teoria ou gestão, e vice-versa. Há de se ter vocação e experiência.

Na CBF, insisto na lembrança do vídeo gravado na Escola Brasileira de Futebol (EBF, exemplificando a mão de apoio que bate involuntariamente na bola sendo pênalti num Palmeiras x Fluminense, distribuído como lance didático – e que desde então batemos forte em não ser, sendo que a FIFA confirmou recentemente que não é infração, é casualidade). VALE A PENA ASSISTIR, são só 4 minutos e você questionará também. Está em: https://wp.me/p4RTuC-d75.

Em 2019, Ednilson Corona continuou o trabalho que era feito juntamente com José Henrique de Carvalho na Comissão de Árbitros da FPF, lançando jovens talentos (ambos foram demitidos recentemente por Reinaldo Carneiro Bastos). Pude, em pessoa, elogiar alguns árbitros que vi na 4a divisão e que eram muito novos e talentosos: João Vitor Gobi (que corretamente apitou a final da Copa São Paulo 2020), Leandro Carvalho da Silva (que apitou a A1 em 2020), e outros que foram muito mal, como Flávio Mineiro. Todos eles foram avaliados in loco em nossas transmissões pela Rádio Difusora AM 810, nas partidas do Paulista FC em Jundiaí, e registrados no Blog “Pergunte Ao Árbitro”.

Para minha surpresa, sem ter passado pela A2, Flávio Mineiro, de apenas 24 anos, estreou na A1. Mas qual foi o mérito para isso? 

Nada contra o moço, mas quem resolveu pular etapas na carreira dele, errou, porque falta muito preparo e orientação. Primeiro: qualidade técnica. Segundo: comportamento em campo. Terceiro: sensibilidade (com o time reclamando, não deve nunca sorrir, pois mesmo que não queira, dá a impressão de deboche).

Vamos ver como se dará a continuidade da renovação da arbitragem. Nos clássicos, só tivemos FIFA (no jogo entre Palmeiras x São Paulo em Araraquara, 2a rodada apenas, não “valendo muita coisa”, perdeu-se a chance de dar rodagem para algum jovem talento. Pra quê colocar o Raphael Claus naquele momento?).

Sobre esse trabalho de renovação e alguns jogos de Flávio Mineiro na 4a divisão, explico no texto em: https://wp.me/p4RTuC-oD7.

A opinião em vídeo aqui: https://youtu.be/OG-HkPuXf0w

Também no Blog “Pergunte ao Árbitro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/02/04/por-que-os-erros-da-arbitragem-de-sao-paulo-1×1-novorizontino-ocorreram/

Resultado de imagem para São Paulo x Novorizontino

– Por quê comemorar o gol com a torcida leva ao Cartão Amarelo? Sobre a expulsão de Janderson do Corinthians.

Na manhã deste domingo, Janderson não foi expulso por comemorar um gol. Foi expulso por receber o segundo cartão amarelo aplicado pelo árbitro Luiz Flávio de Oliveira.

Entenda: a IFAB determinou há algum tempo algumas situações onde o Cartão Amarelo deve ser aplicado em comemorações de gol (e, cá entre nós, quase todo atleta profissional está “careca” de saber). Por exemplo:

  • Tirar a camisa: além de desconfigurar o uniforme, é o momento em que os patrocinadores que gastam tanto dinheiro querem que suas marcas apareçam expostas em um momento positivo.
  • Subir num alambrado: o característico gesto do Neto (SCCP), quando extasiava e “trepava no arame”, pode trazer consequências negativas. Na Argentina, há algum tempo (confesso não me recordar a partida), torcedores entusiasmados com um gol foram “grudar” no alto do alambrado junto ao atacante que comemorava, e tudo desabou, machucando pessoas. 
  • Ir no meio da torcida: além de promover um tempo a mais de comemoração, reiniciando mais tardiamente o jogo pela demora, há uma obviedade: já imaginaram numa decisão de campeonato se o jogador marca o gol do título aos 45 minutos do 2o tempo e vai para a torcida, no meio dos assentos? O risco de tumulto e pisoteamento é real.

Lembremo-nos: Rogério Ceni tomou Amarelo por tirar a camisa no 100o gol. Fábio Simplício, na Itália, tomou Amarelo após ir para a arquibancada e dar um beijo em sua esposa, num gesto combinado onde os jogadores deram passagem. A regra é fria e abrangente, mas, ao mesmo tempo, prudente.

Ops: eu não elaborei essas regras, sei que são impopulares. Somente as expliquei E são diferentes do que o ocorrido com Neymar (criticado nessa semana), onde explico aqui: https://wp.me/p4RTuC-oHT.

Já imaginaram algum atleta comemorando o gol em meio a essa multidão da imagem abaixo?

Imagem relacionada

– Um doador pouco anônimo! Que tal imitá-lo? Sobre CR7, o jogador de futebol que mais abraça causas sociais no mundo!

Sempre ouço muita gente falando da vaidade do jogador português Cristiano Ronaldo. Sobre ele olhar nos telões frequentemente, de supostamente ser arrogante e outras coisas que aparecem nas revistas de fofoca, incluindo sua sexualidade..

Ok. Faz parte do mundo das celebridades. Eu acho CR7 e Messi os dois grandes nomes do futebol dos últimos 10 anos (e isso logicamente é indiscutível, vide os vencedores da “Bola de Ouro” desta década).

Mas um detalhe bem bacana que extrapola o futebol jogado, a regra aplicada ou as táticas discutidas: Cristiano Ronaldo é embaixador mundial para a causa da Doação de Sangue!

Leia sobre isso, abaixo – e se você que está se sensibilizando, independente de ser torcedor, juiz, jogador ou simplesmente um leitor: IMITE O PORTUGUÊS!

Extraído de: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/02/12/o-lado-heroi-de-cristiano-ronaldo-alem-de-dinheiro-doa-sangue-e-medula.htm#fotoNav=1

O LADO HERÓI DE CRISTIANO RONALDO: ALÉM DE DINHEIRO, DOA SANGUE E MEDULA

Quando não aparece pelos gols, Cristiano Ronaldo costuma ser notícia por seus romances, pelas campanhas publicitárias que protagoniza ou pelas excentricidades típicas de um milionário. Mas o português também tem um lado “herói” que até o impede de fazer tatuagens: a doação de sangue e medula óssea.

Pelas fotos do atacante, é possível notar que ele não tem nenhuma tatuagem aparente. O motivo, segundo os jornais creditam a uma declaração de CR7, é não atrapalhar sua rotina como doador. Os prazos variam para cada país, mas quem faz uma tatuagem geralmente deve esperar entre seis meses e um ano para fazer uma doação.

“Todos podemos fazer a diferença doando sangue. Cada doação pode beneficiar até três pessoas em situação de emergência e ajudar nos tratamentos médicos de longo prazo”, argumenta o atacante, cada vez mais usando sua fama para divulgar campanhas dessa causa.

Além de se dizer doador de sangue frequente, Cristiano Ronaldo também é cadastrado como doador de medula óssea. E sua primeira participação nesse sentido aconteceu em 2011, quando quis ajudar o filho de Carlos Martins, seu ex-companheiro de Sporting e seleção portuguesa.

“Carlos estava conosco na seleção e comentou sobre o problema de seu filho, que precisava de um transplante [de medula]. Os jogadores demonstraram grande solidariedade. Muitos pensam que é algo difícil de fazer, mas é simples e não dói. Podemos ajudar muita gente, principalmente as crianças”, defendeu o português.

Eleito no ano passado na Europa como o jogador de futebol que mais abraça causas sociais, incluindo destinando dinheiro a pessoas e entidades, Cristiano Ronaldo participa de iniciativas para fazer mais gente doar sangue. Ele, por exemplo, é o primeiro embaixador global da “BeThe1Donor” (“seja um doador”, em tradução livre), voltada para incentivar os jovens. Até alguns jogadores do Real Madrid ele já tentou convencer. Tudo graças a esse seu lado “herói”.

Resultado de imagem para cr7 doiando sangue

– O injusto Cartão Amarelo de Neymar em PSG 5×0 Montpellier

Neste sábado, vimos que a arbitragem francesa é muito ruim. O árbitro Jérome Brisard quis advertir Neymar por dar uma carretilha em seu adversário. Na discussão, o brasileiro levou o Amarelo.

Sabe o que lembrou, respeitando as devidas proporções? Aquele lance em Coritiba envolvendo o atacante Jabá e o árbitro Leonardo Gaciba, por “driblar demais”, segundo se comentou na época.

A verdade é que Neymar abusava de lances de deboche, caía demais em simulações de faltas e virou até meme (embora, sejamos justos, apanhava bastante também). Depois dos conturbados últimos meses que enfrentou (as falsas acusações de estupro e o fato de perder a guerra envolvendo o príncipe catariano), resolveu focar no futebol e está jogando o fino da bola!

Dessa vez, não há o que discutir: Neymar estava jogando corretamente, mostrando qualidade e foi equivocadamente advertido pelo árbitro.

E cá entre nós: que cabelo horroroso, hein? E olhe que o meu não é parâmetro para avaliação…

2020-02-01t172215z-1240979467-rc2tre9ql02j-rtrmadp-3-soccer-france-psg-mpl-report-2

Neymar discute com o árbitro Jérome Brisard, que o repreendeu pela lambreta e depois deu amarelo pela reclamação do brasileiro — Foto: Gonzalo Fuentes/Reuters

– Sobre as críticas aos novos administradores do SAFESP: observações e opinião pessoal.

Nem tudo que é permitido (que está legal, ou seja, dentro da lei), quer dizer que é devido. Se é permitido fumar, pode-se entender (no meu caso) que, apesar de estar dentro da lei, não se deve por fazer mal à saúde.

Digo isso por ler as críticas à nova diretoria do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (SAFESP), e gostaria de externar meu ponto de vista (afinal, fui árbitro e gosto do assunto, mesmo não sendo mais associado).

Antes de entrar no ponto específico, entendo que não existe “almoço grátis”. Acabou a era do romantismo, onde se “trabalha pela causa”. São pouquíssimos que fazem ou fizeram isso (conta-se nos dedos). É ilusão imaginar que um presidente de clube de futebol ou diretor de sindicato possa abrir mão do seu tempo para trabalhar integralmente a uma causa. Se ele não se dedica de maneira integral, não pode ser cobrado e irá deixar vários problemas. Se trabalha integralmente, de onde vem o seu ganha-pão? A não ser que seja milionário e deixe de lado suas rendas para trabalhar de graça, ou equivocadamente defenda que abrirá mão do seu salário (não deve, pois se vai labutar com dedicação, precisa receber pelo esforço), a remuneração é indispensável – para a cobrança dos demais, inclusive.

Ser dirigente profissional é o ideal: remunerado, independente, a fim de permitir a cobrança de seus atos sem desculpas ou subterfúgios. Simples – embora financeiramente sabemos que está difícil.

Dito isso, vamos lá: bati um papo muito educado e cortês com Daniel Destro do Carmo, que fez parte da campanha de Aurélio Sant’Anna Martins, e lhe questionei se não entendia que a vice-presidente, Regildênia de Holanda Moura, estaria indo contra o estatuto do SAFESP ao trabalhar como avaliadora da FPF e instrutora na FIFA. Segundo ele, é um cargo técnico, não diretivo, em contraposição ao meu argumento de que Arthur Alves Jr, o antigo presidente, exercia incompatibilidade de funções ao trabalhar para a Comissão de Árbitros. Também quanto atuar no Campeonato Feminino (que verdadeiramente é amador), não fere, segundo ele, o Estatuto (e não vale argumentar que as moças recebem salário, pois a situação do futebol feminino, em nosso país, é calamitosa e todos nós sabemos).

A lei não obriga um sindicalizado ou dirigente sindical a estar desempregado propositalmente. Isso também é verdade, e não se discute também a legalidade ou a ilegalidade.

Mas… dá para discutir algo mais abstrato (para alguns): a ética, a moral ou a conveniência. E apeguemos quanto a esse ponto:

Mesmo estando de acordo com a lei, com o estatuto, com os princípios jurídicos, eu (que não apoio nem apoiei ninguém), entendi (como muitas pessoas) que existia a promessa de abandonar qualquer relação com a FPF em integralidade, e, enfim, não é isso. A promessa era o afastamento de cargo de chefia e atuação na arbitragem profissional. Inclusive, foi-me enviado para que eu pudesse ver que isso (o afastamento de tudo) nunca existiu nas promessas de campanha.

E aqui eu faço um mea culpa: EU (e alguns outros árbitros e ex-árbitros) equivocamo-nos no entendimento do discurso ouvido. Culpa minha, desatenção de entrelinhas ou até mesmo do entendimento claro. Talvez faltou-me astúcia na interpretação do texto. Ainda bem que eu não repliquei nada quanto a essa ou outra campanha, a fim de não iludir eleitores quanto ao voto por erro meu.

Para mim, uma total isenção das relações da FPF com o SAFESP (não quero dizer que as relações devam ser odiosas ou amorosas, apenas profissionais e de interesse da entidade) pede que não exista o trabalho de dirigente do SAFESP (remunerado ou não) para a FPF. Afinal, corre-se o risco de assedio financeiro e/ou moral, com a possibilidade de, em caso de entendimento contrário de posições, Regildênia (ou Aurélio ou quem for) ter a sua função cortada / menos escalada. E é por isso que insisto: os cargos devem ser remunerados, transparentes, para jornada de trabalho definida e longe da porta da Rua FPF, para não correr esse risco citado de “coceira” com o alinhamento das posições do “empregador” ao invés dos “empregados” (as aspas explicitam o que quero dizer). Afinal, não era esse um dos grandes motes da campanha, a independência?

Utopia?

Talvez. Ok. Pode ser.

Argumentar-se-á que a independência não depende necessariamente de valores. Concordo, isso vai da virtude das pessoas. E ainda assim penso ser necessária (a independência total) e um erro da administração atual (pela enésima vez: é um ponto de vista pessoal, meu, opinativo, não absoluto, respeitando quem entende o contrário).

Respeito toda a explicação minuciosa, os documentos citados, as questões jurídicas legais, mas repito: eu pensava que a ideia passada (a que eu entendi, mas penso ter me equivocado) era de distanciamento das funções. Não é isso que está acontecendo, embora, pareça estar tudo dentro da legalidade (pelo que os membros entendam ser legal). Para mim, um erro de visão!

Já imaginou o que pode acontecer quando um árbitro se sentir prejudicado pela avaliação de um jogo, e essa avaliadora for a Regildênia? Mesmo ela estando certo, ela ouvirá no Sindicato como vice-presidente Regildênia a queixa contra a nota da avaliadora da FPF Regildênia? Aí o árbitro (mesmo que não seja verdade ou real) alegará que a sua nota foi prejudicada por ter apoiado outra chapa no Sindicato…

INSISTO DE NOVO: não estou dizendo que isso acontecerá; mas o risco de existir, não sejamos ingênuos, pode acontecer.

Vale o complemento: como tem gente oportunista que quer tirar uma casquinha disso, não? Nunca cobrando a incompatibilidade da gestão anterior (alegando que nunca se discutiu essa situação) mas cobrando a atual (que entendo igualmente estar errada, embora minha ignorância possa entender que, mesmo com os documentos dizendo o contrário, o comportamento não deveria ser esse).

O pau bateu em Francisco, poupando-se o Chico como se nunca tivesse existido. Não pode.

Imagem relacionada

– O pênalti em Ponte Preta 2×1 Corinthians e a má posição do juiz

Não vou nem comentar a existência ou não da infração cometida em Madson no pênalti marcado no Moisés Lucarelli, mas sim um erro juvenil quando da cobrança de Luan: o posicionamento do árbitro Thiago Duarte Peixoto.

Thiago (que depois da confusão num Derby envolvendo Gabriel – onde ocorreu uma expulsão equivocada – voltou a apitar um jogo oficial do Corinthians) é experiente o suficiente para não ficar de costas para jogadores durante a cobrança do tiro penal. É um “be-a-bá” do posicionamento do árbitro na Regra 14. Mas deu uma vacilava em Campinas quanto a isso…

Não consegui congelar a imagem no momento exato do chute (quem assistir o vídeo vera o ocorrido), mas a ilustração abaixo é perfeita para mostrar que ele bobeou e permitiu que um jogador do Corinthians corresse por trás dele na hora do chute, muito adiantado. Criou por conta própria esse ponto cego (insisto, é um erro infantil).

Se o chute é para o canto direito do goleiro da Macaca e esse jogador pega o rebote e faz o gol, como o árbitro saberia que houve irregularidade e pudesse ter condições de anular? Ele só está vendo as irregularidades da Ponte Preta por culpa desse equívoco. O bandeira não pode ser cobrado, ele está fiscalizando o avanço ou não do goleiro e se a bola entrou ou não (que é sua responsabilidade naquele momento).

Resta discernir: erro bobo em um “branco” do árbitro ou nova orientação de posicionamento da atual CEAF-SP?


(A imagem não está no ponto do chute, que é onde se vê o avanço – mas ele ocorre. A ideia é mostrar o ponto cego criado, ou seja, a consequência). 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Bernardo (Rodada 3) e um questionamento técnico.

O quarteto de arbitragem escalado para Paulista x São Bernardo, junto com seu observador, pela 3a rodada da A3 foi definido pela FPF:

Árbitro: Edson Alves da Silva, 39 anos, formado em 2004, funcionário público (morador em Fartura/SP).
Árbitro Assistente 1: Leonardo Jose Rodolfo Brandini
Árbitro Assistente 2: Patrick André Bardauil
Quarto Árbitro: Jefferson Dutra Giroto
Avaliador de Campo: Newton dos Reis Barreira

Edson apitou uma única vez em Jayme Cintra, na partida entre Paulista 0x2 Red Bull, no ano de 2016 (para a análise daquele jogo, clique aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/08/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-0-x-2-redbull/).

Neste ano, Edson apitou a A3 na Rodada 1 (Olímpia 0x0 Velo Clube) e foi 4o árbitro em Noroeste 1×0 Marília pela Rodada 2. Em 2019, trabalhou em apenas três jogos da mesma divisão (Primavera 1×0 Osasco, Rio Preto 2×0 São Bernardo e Batatais 1×0 Taboão da Serra). Porém, em 2018, apitou 15 jogos da A3!

Portanto, o juizão carece mostrar serviço para a nova Comissão de Arbitragem, já que precisa voltar a ser nome certo em jogos de categorias melhores, como A3 e A2. Dentro de campo, uma queixa sobre o seu estilo é a falta de vibração! Embora possa parecer frio demais, dá a impressão de que está alheio à partida, e isso não costuma ser bom. Também tem dificuldades em conter os ânimos com os cartões amarelos. Para o Paulista, que tomou muitos cartões nos dois jogos que disputou (incluindo ao treinador), pode ser ser bom negócio.

Algo que sai da arbitragem e vai para o campo: uma crítica respeitosa ao técnico Edson Fio (bem a vontade para tal, pois o elogiei nesta publicação: https://professorrafaelporcari.com/2019/05/24/discutindo-edson-fio-o-treinador-sem-marketing-que-vem-sendo-um-fator-diferente-na-escondida-4a-divisao/), a respeito da saída do lateral Victor Emerson.

Ora, um atleta que jogou 29 das últimas 30 partidas, com quase 2700 minutos em campo (talvez a maior minutagem de todo o elenco) que não recebeu nenhum cartão vermelho e sempre esteve com bom desempenho, foi substituído por opção de Edson Fio. Respeite-se, logicamente, mas se questione: optou por quê? Rafael Compri, que chegou há pouquíssimo tempo, é tão melhor tática, técnica e disciplinarmente do que o substituído? 

Fica a dúvida.

A3.png

– Yony Gonzales no SPFC, Honda no Botafogo, Neymar no Corinthians e o Torcedor na ilusão!

Há coisas que nos levam a pensar: os cartolas acham que os torcedores de futebol são tão alienados a ponto de acreditar em tudo?

Três situações:

1. Neymar, que está focado no PSG tentando recuperar a imagem arranhada nos últimos tempos (atualmente ele está jogando um bolão na França, sejamos justos), foi sondado pelo Corinthians juntamente com o uruguaio Cavani, segundo o diretor do time, Duílio Monteiro Alves. Mas cadê o dinheiro para contratar e a disposição dos atletas para aqui jogarem?

2. O japonês Honda foi contratado pelo Botafogo e está sendo anunciado aos 4 cantos. Mas é o mesmo japonês do Milan ou o que UM DIA foi do Milan? Veterano, revezava no Sudeste Asiático na função de técnico e jogador. Não pensemos que é uma estrela em seu auge nem enganemos o torcedor.

3. O São Paulo vai atrás do jogador do Fluminense Yony Gonzales, a pedido de Fernando Diniz. Mas e o Centro de Formação de Atletas em Cotia, não supriria a carência alarvada pelo treinador? Como explicar ao torcedor que Yony é melhor do que qualquer promessa da base?

Pobre torcedor…

Resultado de imagem para neymar corinthians

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Barretos x Paulista, 2a rodada da A3

Uma incógnita: é assim que podemos avaliar o árbitro para Barretos x Paulista pela série A3, e explico:

João César Ferreira da Silva Jr tem 29 anos e formou-se árbitro apenas em 2017. Apitou partidas juvenis no ano retrasado e teve seu primeiro contato com jogos mais difíceis o ano passado, quando apitou a Bzinha em algumas ocasiões.

Mesmo tão jovem e com pouca experiência, dentro do “processo forçado” de renovação imposto pela nova Comissão de Árbitros da FPF, João apitará em tão pouco tempo seu primeiro jogo na A3.

Aguardemos! Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Árbitro: João César Ferreira da Silva Júnior
Árbitro Assistente 1: Diego Morelli de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Ricardo Luis Buzzi
Quarto Árbitro: João Augusto Mariano de Oliveira
Avaliador de Campo: Elton de Andrade Santos

Resultado de imagem para Barretos x Paulista