– Os clubes grandes decepcionaram na abertura do Paulistão?

Com a grandeza que possuem, São Paulo, Palmeiras e Corinthians não mostraram um futebol muito aquém do que deveriam, ou devido aos adversários enfrentados, deveriam ter melhor desempenho?

Lembremos-nos que é “começo de trabalho para todos”, e os padrões financeiros e estruturais podem fazer a diferença. Muitos clubes do Interior estiveram disputando os Brasileirões da Série B e C quase que concomitantemente com os da Série A. 

Os Regionais deveriam ser torneios para que os grandes clubes se acertassem, mas na prática, não funciona assim. Imagine, por exemplo, se Palmeiras e São Paulo não vencerem seus compromissos no meio de semana: teremos um Choque-Rei na 3ª rodada, com ambas equipes sem vencer no Paulistão, com torcedores questionando contratações (e/ou a falta de), além de pressionando suas equipes cedo demais.

Aguardemos!

– Futebol Feminino Proibido no Brasil

Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!

Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)

FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS

por João Carlos Assunção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

– Análise da Arbitragem de Red Bull Bragantino 1×0 Corinthians.

Muito boa arbitragem de Raphael Claus no jogo Red Bull Bragantino 1×0 Corinthians.

Embora econômico no primeiro tempo devido aos cartões (foram muitas faltinhas em rodízio do Corinthians), no segundo tempo cumpriu à risca a regra.

Tivemos Amarelos para Fagner (SCCP) por ação temerária em Juninho Capixaba, para Gil (SCCP) por reclamação e para o próprio Juninho Capixaba (RBB) por uma falta mais forte – todos os cartões foram corretamente aplicados.

O jogo só teve um lance mais discutível: a roubada de bola de Capixaba (legal) na disputa com Cantillo. Dessa bola há o toque para Hurtado que faz o cruzamento para Arthur acertar o gol. O Timão pediu falta, mas Claus estava em cima da jogada, viu o lance e mandou seguir. Acertou.

A propósito, o senso de posicionamento em campo do Raphael Claus foi excelente, esteve sempre próximo dos lances e com um invejável condicionamento físico nesta tarde tão quente em Bragança Paulista.

O único “porém”: se ele deu 7 minutos de acréscimos no 1º tempo, onde só tivemos parada para hidratação e nada mais, não há coerência em dar 8 minutos de acréscimos no 2º tempo, quando ocorreu atendimento de atletas por choque de cabeça dentro de campo (perdeu-se muito tempo ali), a paralisação por conta dos sinalizadores (mais tempo gasto) e de todas as paralisações para as substituições.

Em tempo, sobre a torcida do Corinthians acendendo sinalizadores: eles foram revistados na chegada da cidade, no bolsão criado pela Polícia no Lago do Taboão, depois na entrada do estádio também. Como entraram com os artefatos? Aliás, na Europa não se paralisa o jogo por conta deles (a não ser que atrapalhem o jogo).

Imagem extraída de Gazeta Esportiva.com

– Que escanteio é esse?

Um pouco de humor vai bem: repare na cobrança desse escanteio

Coisas do futebol por aí!

– Cristiano Ronaldo e Messi, rivais “irmanados” na Arábia Saudita?

Depois de Cristiano Ronaldo ir para o Al-Nassr por 1 bilhão de reais / ano, surgiu a informação por vários jornais espanhóis de que o Al-Hilal oferecerá ao término dessa temporada, R$ 1,6 bi a Lionel Messi!

É muito dinheiro… mas eles têm essa grana?

Têm. E aqui envolve uma rivalidade “amigável”. Explico sobre os proprietários desses clubes sauditas:

O Al-Nassr pertence ao príncipe Khalid bin Fahd Bin Abdulaziz, que administra o Fundo Real Saudita (que é dono também do Newcastle). Em tese, sua majestade é responsável pelo gerenciamento do dinheiro do reino. Ele paga 200 milhões de euros por ano a Cristiano Ronaldo.

O Al-Hilal, “clube dos príncipes, o de maior torcida na Arábia Saudita”, pertence ao príncipe Bin Faisal Al Saud, filho do falecido rei Al Saud (da linhagem que unificou o Reino Saudita, daí o nome do país). Ele pagaria 280 milhões de euros a Messi.

São bilionários, príncipes pertencentes à “Casa de Salman” – a linhagem real, e, apesar da rivalidade em campo, são parentes que têm um objetivo: levar a Copa do Mundo de 2030 para o país! E esse sentimento foi aflorado mais ainda depois da Copa do Catar, um país que já foi inimigo declarado dos sauditas.

Pensemos: se o Catar, com o emir Tamim bin Hamad bin Khalifa Al-Than, levou a Copa do Mundo para  seu país através de muito dinheiro (o FIFAGate mostrou isso), imagine o que os príncipes árabes não farão para ter o Mundial que comemora 100 anos de Copa do Mundo para lá (se existiu a polêmica da carne com tempero de ouro em Doha, em Riad teremos o quê?). Segundo a Forbes, o Fundo Real Saudita possui em caixa R$ 5,4 trilhões!

Cristiano Ronaldo e Messi não serão jogadores do “Sauditão”, o Campeonato local. Serão promotores mundiais da Copa de 2030.

Em tempo: em Portugal, o próprio primo do emir dono da PSG aposta na ida de Messi ao mundo árabe, que está investindo demais no futebol: https://www.abola.pt/amp/2023-01-12/paris-saint-germain-primo-do-dono-do-psg-diz-que-messi-vai-jogar-na-arabia-saudit/972104

G20: O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman afirmou que a Arábia Saudita promoverá o consenso global e a cooperação com os sócios do grupo (Sergio Moraes/Reuters)

Na imagem, o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, que assumiu a presidência do G20 em 2019 (Sergio Moraes/Reuters). Ele é o “Príncipe dos Príncipes” na Arábia Saudita, e chefe emérito da Federação de Futebol da Arábia Saudita.

– Acompanhe Bragantino x Corinthians pela Futebol Total na Web

Nossa participação sobre o que esperar da arbitragem de Red Bull Bragantino x Corinthians pela Rádio Futebol Total.

No link em: https://youtu.be/Co1xzVi7QyY

 

– A curiosa (mas válida) numeração do Santos para homenagear Pelé.

O Santos está homenageando Pelé, colocando todos os jogadores com a numeração equivalente a 10, para a partida contra o Mirassol.

  • Mas pode usar essa numeração?

Pode! Na súmula, não irá ser marcado 3+7, 13-3, 5×2 ou 40:4, mas serão marcados como camisas 37, 133, 52 ou 404 (sim, é estranho, mas pode ter um camisa 404 em campo).

Criatividade para homenagear o Rei Pelé! Tá valendo.

Imagem

– Ingressos esgotados para Red Bull Bragantino x Corinthians.

Passei há pouco em frente o Nabizão, e segundo o próprio clube divulgou, ingressos esgotados para todos os setores.

Não adianta ir ao estádio sem bilhete, torcedor. Melhor acompanhar a @radiofuteboltotal. E neste Massa Bruta x Timão, Carlos Cereto participará da transmissão!

#Paulistão

– Até agora, só os visitantes venceram no Paulistão 2023…

Internacional 0x2 São Bernardo e Portuguesa 0x2 Botafogo: os mandantes se deram mal nos dois primeiros jogos do Campeonato Paulista 2023.

Será que a Lusa vai ser um time “io-iô”, aquele que sobe de divisão e desce no ano seguinte? É cedo demais para falar…

Já o São Bernardo: atenção! É um time que vem fazendo um ótimo trabalho faz tempo.

– Cristiano Ronaldo e o exemplo de atleta.

Um dia perguntaram a Cristiano Ronaldo sobre suas qualidades, e ele disse que “sem disciplina, o talento não serve para nada”.

Disciplina para treinar, disciplina para seguir esquemas táticos, disciplina comportamental como atleta, disciplina social

Não é fácil ser disciplinado, mas isso traz bons resultados. Quantos atletas, se tivessem mais disciplina, teriam otimizado ainda mais os seus talentos…

– A tabela do Mundial de Clubes:

O Mundial de Clubes do Marrocos teve a sua tabela divulgada: vai dar Flamengo x Real Madrid?

Abaixo: 

– Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians e a recomendação dos acréscimos.

Na abertura do Campeonato Paulista, a FPF optou por escalar o que tem de melhor: árbitros FIFA, ex-FIFA e aspirantes à FIFA para os times grandes. Nenhum teste, afinal, muitas vezes a “primeira impressão é a que fica”.

E como o principal jogo da rodada será Red Bull Bragantino x Corinthians, o “supra-sumo” da arbitragem paulista foi escalado. Direto da Copa do Mundo (e em número de Copa…), 6 árbitros, 3 analistas e 3 operadores / garantidores:

Árbitro: Raphael Claus
Árbitro Assistente 1: Alex Ang Ribeiro
Árbitro Assistente 2: Amanda Pinto Matias
Quarto Árbitro: Marcio Mattos dos Santos
VAR: Thiago Duarte Peixoto
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
Observador VAR: Silvia Regina de Oliveira
Quality Manager: Debora Raiane Nunes
Analista de Vídeo: Marcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Rodolfo Martins
Operador de Replay: Gabriel Vianna
Técnico de Garantia Estádio: Gustavo Xavier
Sabemos que uma das preocupações do Paulistão será o TEMPO de bola rolando. Porém, não gostei da fala da chefe dos árbitros, Ana Paula Oliveira, que declarou:
“Dar o acréscimo justo é favorecer o espetáculo. A estimativa é que a gente tenha três, quatro cinco, até seis minutos no primeiro tempo. E no segundo tempo um pouco mais, a partir de quatro. É quando você costuma ter as lesões dos jogadores, mais substituições, são cinco por equipe. Então aumenta mesmo. Deve ficar entre quatro e oito minutos (no segundo tempo). Temos de colocar também as intervenções do VAR – disse Ana Paula de Oliveira, presidente da Comissão de Árbitros da Federação Paulista de Futebol.”
Ôpa! É “padrão”? Depende muito do andamento do jogo, não acho correto estipular de 3 a 6 minutos no 1º tempo e de 4 a 8 minutos no 2º tempo. “Tempo pré-determinado” não pode ser regra, além de que a fala é perigosa, pois se você der 1 minuto de acréscimo no 1º tempo, vão chiar…
Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x SC Corinthians Paulista pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, com a jornada esportiva a partir das 15h neste domingo!

– Afinal, o que é a Uniformização de Critérios da Arbitragem e qual a dificuldade em implantá-la?

O que é a uniformização de critérios para cada um dos personagens do mundo do futebol?

A) Para o torcedor comum, pelo fato de existirem Regras no Futebol,
1- o simples cumprimento delas durante o jogo já melhoraria o nível da arbitragem de futebol.

B) Para o jornalista esportivo e demais entendidos,
1- o cumprimento delas deve ser indiscutível e
2- devem ter um critério uniforme de interpretação.

C) Para as comissões de arbitragem,
1- é importante deixar os árbitros atualizados com as regras de futebol,
2- determinar os critérios de interpretação e
3- garantir que eles não sofram pressão de cartolas dos times grandes.

D) Para os árbitros de futebol,
1- há a necessidade de cumprir as regras,
2- ter uma uniformização de critérios,
3- existir a garantia de que seus chefes não sucumbirão aos vetos dos dirigentes esportivos e
4- saber o que a “Comissão de Árbitros quer” quando os orienta.

Tudo isso pode ser observado num campeonato de futebol, fazendo alguns questionamentos, como: O árbitro está “afinado” com as regras? Ele apita de maneira independente, sem tendenciar a favor de time grande? Está bem orientado pela Comissão de Arbitragem, que claramente buscou orientar aos seus juízes um critério único, indiscutível, que todos tenham ciência?

Lamentavelmente, vemos árbitros tomando decisões diferentes em partidas de um mesmo torneio, em lances idênticos. Não é simplesmente “questão de interpretação”, mas a falta de uma objetiva orientação por parte dos Cartolas do Apito.

Quer um exemplo disso?

Simulação de atletas! Tem árbitro que manda o jogador levantar, outros advertem verbalmente, alguns dão Cartão Amarelo ou outros ignoram a simulação e simplesmente deixam o jogo seguir.

Me recordo nos anos 90, na última Cartilha de Uniformização de Critérios que li, produzida pelo prof Gustavo Caetano Rogério. Lá, por exemplo, era claro: se o jogador simular e reclamar, deve dar o Cartão Amarelo. Se o jogador cair por força do lance (sem ser simulação) e reclamar, adverte verbalmente. E por aí iam os detalhes para que os árbitros não tivessem a desculpa de que “tudo fosse interpretação”.

Mas reside ainda outro problema: a qualidade dos nossos dirigentes de arbitragem e instrutores. Poucos na América do Sul demonstram seriedade e competência. No Brasil, há (e defendo faz tempo) a necessidade de abandonar a paixão que se tem por Ubaldo Aquino, Jorge Larrionda e outros que praticamente vivem no país orientando os árbitros. Temos que trazer europeus de primeiro nível para melhorar a instrução ao quadro.

Tenho a memória bem fresca e com anotações em meus cadernos da época (sempre fui caxias em registros): o Prof Gustavo que citei acima, na FPF, cobrava dos árbitros para que não fossem ADMINISTRADORES de partidas, pois essa não era a função do juiz de futebol. O árbitro deveria ser cumpridor das leis do jogo, pois se resolvesse administrar a partida (que significa: picar o jogo com faltas, segurar os lances, soltar a contenda, por exemplo), ele acabaria se tornando “fazedor de media”. A pré-temporada começava 10 dias do início do Paulistão e os árbitros saíam dela direto para os jogostreinados, atualizados e bem condicionados fisicamente. Me recordo, inclusive, que nos anos 2000 ficamos 10 dias hospedados e fomos direto da concentração para Limeira a fim de trabalhar na abertura do Paulistão: Internacional x Palmeiras, com Seneme no apito, Ana Paula na bandeira 1, Aline Lamber na bandeira 2 e eu como quarto-árbitro.

Neste ano, veremos essa uniformização?

Imagem: reprodução CBF

– Manipulação de Resultados na Copinha: uma chaga muito grande!

Vira e mexe, falamos sobre os perigos de uma estrutura frágil do futebol, com clubes falidos e jogadores suscetíveis às propostas indecorosas.

Nos últimos anos, a 4ª divisão paulista foi vítima desses apostadores que manipulam resultados. Citamos vários exemplos de atletas que foram ou tentaram ser cooptados: Batatais, Olímpia, América de Rio Preto, Paulista de Jundiaí e, pela divisão de juniores, um caso escandaloso de tentativa de “gol contra de calcanhar” com um garoto do Andradina. Vide em: https://professorrafaelporcari.com/2022/06/10/manipulacao-de-resultados-na-4a-divisao-paulista-de-novo/

A preocupação ocorre até com as Ligas mais importantes: vide o recente caso envolvendo o Arsenal-ING, nessa semana, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/01/11/as-apostas-influenciaram-um-cartao-combinado-no-jogo-do-arsenal/

Quanto mais inusitado, mais valerá a aposta e o ganhador “quebrará a banca”. Mas muitas vezes as apostas mais “certeiras” para quem quer ludibriar, são em lances combinados, como “número de escanteios”. E foi essa a proposta de um apostador para um zagueiro do Zumbi-AL, que avisou o presidente do seu clube, que comunicou à FPF e à Polícia Civil.

Repare na conversa (prints abaixo) do aliciador identificado como “Diego Rodrigues” com o garoto: ele oferece R$ 3.000,00 para o atleta ceder 11 escanteios, sendo 6 no primeiro tempo e 5 no segundo tempo.

Observação: o time se chama ZUMBI, em homenagem a um libertador da escravidão, mas não paga salários e nem dá ajuda de custos aos seus próprios atletas… Quantas vezes (não digo que é o caso da equipe alagoana) nós ouvimos falar de clubes que vendem vagas para atletas se mostrarem numa vitrine como a Copinha…

A matéria em: https://ge.globo.com/sp/ribeirao-preto-e-regiao/futebol/copa-sp-de-futebol-junior/noticia/2023/01/12/policia-civil-investiga-tentativa-de-manipulacao-de-resultado-na-copa-sp-veja-proposta-de-apostador.ghtml

Cada vez mais, precisamos ficar atentos em clubes, jogadores e árbitros – a fim de que estejam blindados de tudo isso.

– Os candidatos a The Best da FIFA: quem levará?

Abaixo, alguns dos candidatos às premiações da FIFA: para mim, os 3 finalistas serão Messi (porque venceu a Copa), Mbappé (pois quase venceu) e Haaland (porque faz muitos gols).

E para você, quem leva?

Ops: dois goleiros brasileiros entre os 5!

– A especulação sobe o treinador da Seleção Brasileira é humorística em alguns momentos.

A CBF estava fechada, em férias coletivas. Mas ainda assim falou-se sobre quem seria o novo treinador da Seleção Brasileira, país afora.. 

Para alguns, o “martelo já estava batido”. Para outros, nada disso.

Nesta época de especulação, veja que “passeio pela Europa”:

1- O italiano Carlo Ancellotti foi o primeiro especulado.

2- O francês Zinidini Zidane foi o segundo.

3- O português José Mourinho foi o terceiro.

4- O espanhol Luís Enrique é o quarto (https://as.com/futbol/internacional/brasil-llama-a-luis-enrique-n/_/).

5- O alemão Joachim Löw será o quinto?

6- Um holandês poderá ser o sexto?

Na falta de mais nomes nesse tour europeu, acho que vai dar o Dorival Jr mesmo (e torço por ele, pois afinal sempre faz bons trabalhos e é o atual campeão da Libertadores e da Copa do Brasil).

Imagem: AFP/ extraída de Extra.com

– A semelhança da discussão de técnico estrangeiro em Portugal assemelha-se à do Brasil.

Duarte Gomes, Membro do Conselho Nacional do Desporto de Portugal e Professor da Faculdade de Direito de Lisboa, escreveu em seu LinkedIn um artigo muito interessante: a xenofobia pela contratação de um estrangeiro para ser treinador da Seleção Portuguesa!

O espanhol Roberto Martínez será o novo técnico de Portugal, e isso incomodou muita gente… veja que curioso se não pode ser um sentimento “parecido” com o de muitos daqui do Brasil, que defendem competência apenas de nomes nacionais:

SELEÇÃO LUSA

A Federação Portuguesa de Futebol, no seu legítimo direito, entendeu contratar um cidadão espanhol para o cargo de selecionador nacional.

Nada de novo. Há uns anos, outra direção tinha feito o mesmo, ao contratar Luiz Felipe Scolari.

Pelo mundo fora, não faltam dezenas de exemplos em que isso acontece. São escolhas técnicas de quem está mandatado para escolher.

Percebo que o tema, sendo recente e tendo “interesse público”, suscite diferentes opiniões e especulação. É normal.

Mas confesso que me faz alguma confusão ler alguns posicionamentos que roçam a xenofobia. A mesma que tanto condenamos nos outros (e bem).

Por exemplo, não me recordo de ver tanta indignação quando treinadores portugueses são contratados para dirigir seleções estrangeiras (casos de Fernando Santos, Paulo Sousa, Paulo Bento, Carlos Queiroz e tantos, tantos outros). Pelo contrário! Quando isso acontece, sentimos aquela pontinha de orgulho tão tuga, tão nossa.

Também não me recordo de ver incómodo quando clubes portugueses contratam técnicos oriundos de outros países, havendo tantos com qualidade (muita até) em Portugal.

Será que “os nossos” só merecem defesa quando se fala de seleção nacional? Para o trabalho quotidiano, para a liga portuguesa, já não são tão talentosos assim? Será que as mesmas vozes que condenam esta opção lembram-se que há treinadores forçados a emigrar, por falta de oportunidades em Portugal?

Muito honestamente, acho que há demasiada histeria em torno deste assunto.

Discutir a qualidade técnica, o perfil, a experiência… certo. Achar que haveria melhores opções… também. São opiniões, merecem respeito. Mas levar a questão para uma defesa patriótica absolutamente parcial e incoerente? Enfim…

Cada um sabe de si e esta é apenas mais uma forma de olhar para tudo isto.

Meanwhile… viva Portugal.
Seja com quem for!

Foto – Jornal A Bola

– As apostas influenciaram um cartão “combinado” no jogo do Arsenal?

Discute-se bastante a relação das Casas de Apostas e os Clubes da Premier League. Cogita-se, inclusive, proibir o patrocínio de empresas de tal ramo nas equipes (falamos sobre isso em artigo publicado em: https://professorrafaelporcari.com/2022/07/10/sites-de-apostas-poderao-ser-proibidos-de-patrocinar-clubes-de-futebol-na-inglaterra/).

Pois bem: o sistema de monitoramento inglês está avaliando um suposto cartão “combinado” na partida ente Arsenal x Oxford United, aplicado no 2º tempo e que teve uma alavancagem de apostas extremamente alta.

Entenda, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2023/01/11/apostas-jogo-do-arsenal-e-investigado-por-cartao-amarelo-suspeito.htm

JOGO DO ARSENAL É INVESTIGADO POR CARTÃO AMARELO SUSPEITO

A Associação de Futebol da Inglaterra (FA) está investigando a partida entre Arsenal x Oxford United, pela Copa da Inglaterra, por conta de um cartão amarelo suspeito que estaria ligado a apostas.

  • O Arsenal venceu a partida por 3 a 0, avançou para a próxima fase e agora terá o Manchester City pela frente;
  • As atenções da partida, porém, estão voltadas para o cartão amarelo recebido pelo zagueiro Ciaron Brown, do Oxford;
  • Ele cometeu falta em Bukayo Saka aos 14min do segundo tempo, quando o placar ainda estava em 0 a 0;
  • De acordo com a imprensa inglesa, as casas de apostas revelam um fluxo de apostas além do normal para o cartão amarelo a Brown;
  • A FA teria um dossiê com evidências sobre a suposta corrupção, incluindo mensagens de celular antes do início da partida avisando que Brown seria advertido;
  • Algumas apostas girariam em torno de 200 libras esterlinas –mais de R$ 1.200,00

Imagem: Action Images via Reuters/John Sibley

– O vídeo das crianças do Pachuca e o Trono do Rei Pelé.

Emocionante a homenagem feita pelo Pachuca-MEX, colocando um trono reservado ao Rei Pelé no Estádio Hidalgo.

Porém, mais legal do que isso, foi o vídeo com as crianças exaltando-o! Que sensibilidade, é uma prece de um menino que REZA para que Pelé, como se fosse um santo, para que interceda às crianças, a fim de que nunca falte uma bola no campinho, pelos meninos sem sapatos, e outras coisas mais!

Abaixo:

Club Pachuca 🌟@Tuzos 9 de jan
👑 | A partir de ahora, el #TronoDelRey está en el Estadio Hidalgo. 🔟🌪️
#PachucaSomosTodos🤍💙

 

– O PSG supostamente teria interesse em qual time do nosso continente?

No ano passado, já surgiu a mesma notícia, que volta à tona: o fundo Qatar Sports Investiments (QSI, dono do Paris Saint German- FRA e de 21,67% do Braga-POR) quer expandir sues negócios como o City Group faz. Para isso, segundo o site Mktesportivo (citação abaixo da imagem), o presidente do grupo, o emir Nasser Al-Khelaifi, quer adquirir ações do Tottenham-ING.

Porém, também o QSI deseja, segundo a matéria, “aproveitar as oportunidades que surgem na América do Sul”. E sabidamente são elas as SAFs criadas / a criar no Brasil.

Daria alguma sugestão de SAF ao bilionário catari?

Imagem e informações extraídas de: https://www.mktesportivo.com/2023/01/proprietaria-do-psg-negocia-com-tottenham-e-quer-clube-da-america-do-sul/

– A Pré-Temporada dos Árbitros da FPF 2023.

De 2 a 14 de janeiro, divididos em duas turmas, os árbitros estão se preparando para o Paulistão em Águas de Lindóia.

Tomara que tenham visto na Copa do Mundo que estavam usando equivocadamente o VAR no Brasil, assim como estavam marcando qualquer bola na mão como Movimento Antinatural

A matéria dps trabalhos está aqui: https://www.futebolpaulista.com.br/Noticias/Detalhe.aspx?Noticia=22777

Porém, me chama a atenção: Jorge Larrionda está orientando os árbitros, e na foto se vê Sérgio Corrêa da Silva. Ambos foram responsáveis, respectivamente, pela orientação equivocada da mão na bola e do uso do VAR na CBF. Agora fazem o mesmo trabalho (imagino que remunerado) na FPF?

Para que não paire dúvida, vale essa postagem que explica onde nasceu a confusão dos pênaltis de queimada e do VAR intrometido/protagonista, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/

– As categorias de base são (e serão cada vez mais) a salvação dos clubes brasileiros.

Produzimos aqui no Brasil pé-de-obra para subsistência ou para exportação?

Está acontecendo a Copa São Paulo de Futebol Jr, com aproximadamente 3500 atletas de 128 times disputando um torneio “tiro-rápido” pelo Interior do Estado. E repare: embora possam jogar atletas de até 21 anos, a média de idade caiu bastante. E qual seria o motivo?

Hoje, um jogador de 20 anos já é “velho” para o Mercado Europeu. O garoto já adquiriu “vícios de jogo” e pela oferta excessiva de atletas, torna-se dispensável. Pudera, cada vez mais os jovens são lançados precocemente em suas equipes profissionais.

Aqui cairemos em dois dilemas envolvendo a “Galinha de Ovos de Ouro” de todo time profissional: ter a “base” como “criação de talentos”,  a fim de ganhar dinheiro para exportá-los (sem a preocupação de que eles joguem no time principal) ou formar atletas para suprir as necessidades do profissional? E, claro, torna-se óbvio: TODO time deve ter sobre seu comando as categorias de base, sem terceirizá-las, pois isso significa perder dinheiro.

Exemplo de subsistência? O Santos FC, quando Marcelo Teixeira era presidente e Leão o treinador, foi Campeão Brasileiro usando os adolescentes Diego e Robinho, trazidos da base pois o Peixe, literalmente, não tinha jogador para colocar no time. E até hoje, por conta de dificuldades financeiras, o time se socorre aos “Meninos da Vila”.

Por outro lado, o São Paulo FC tem uma “fábrica de jogadores” em Cotia. Quantos garotos que o torcedor são-paulino desconhece ter passado por lá, e que estão jogando na Europa, dos pequenos aos grandes centros do futebol? E apesar de todo o dinheiro que entra, ainda há dificuldades financeiras… Entretanto, veja o quanto de dinheiro isso rende futuramente, por via indireta: Casemiro e Antony, transferidos para a Inglaterra, ainda enchem os cofres do Tricolor com as verbas de “clube-formador”.

Os exemplos perfeitos tornaram-se Flamengo e Palmeiras: o Rubro Negro vendeu Reinier, Lincoln e Vinícius Jr, ainda muito jovens, e com as contas equilibradas, desfruta desses valores para novos e ousados investimentos. Idem ao Verdão, que tem um trabalho excepcional na base, com Endrick vendido a quase meio bilhão de reais.

Tudo isso ocorre por alguns fatores: a Globalização e a Economia são os principais!

Com os jogadores europeus integrando a comunidade europeia e “quebrando barreiras geográficas”, há mais vaga para jogadores de fora do continente, diferente de anos atrás, onde os times da Europa buscavam craques formados para chegarem e serem titulares absolutos: Zico e Sócrates, por exemplo. Depois começou a aposta em talentos que surgiam nas equipes profissionais, e, hoje, diferentemente, buscam meninos “ao pé-da-letra” para serem formandos em suas categorias de base, contratando-os antes do primeiro vinculo profissional, e aí usando artifícios para que possam residir na Europa (por exemplo: contratando os pais para trabalharem no clube em alguma atividade qualquer, apenas para sairem do país).

E como ganhar dinheiro com esses garotos?

Fazendo como fazem Palmeiras e Flamengo: cuidando bem desses jovens na base, a fim de que assinem o primeiro contrato profissional, e de tal forma possam ser vendidos e render muito dinheiro para os clubes.

É por isso que os clubes que têm boa visão, estão na dianteira e chamam a atenção. O Red Bull Bragantino está montando uma equipe Sub 8 (oito anos!), e é o atual vice-campeão paulista Sub 11. Na Copa São Paulo, possui em seu elenco Oscar (colombiano), Vasco (de Guiné-Bissau) e o japonês Kossei, que vem fazendo gols (esse, vindo da parceria com a patrocinadora do Massa Bruta, Yanmar, de implementos agrícolas, e que é dona do Cerezo Osaka). Isso significa que além de criar atletas para seu time profissional e posteriormente redistribui-los para seus outros times do grupo Red Bull, capta possíveis revelações estrangeiras, num movimento ainda mais ousado.

Por fim: os estrangeiros não querem mais craques prontos; então, saibamos garimpar talentos para vendê-los aos interessados, não permitindo que seja um neocolonialismo da Europa na América do Sul e na África, mas sim uma relação inteligente e financeiramente viável a todos. É por isso que estão surgindo milhares de times-empresas pequenos, focados em categorias-de-base (sem a preocupação de ter equipe profissional), disputando torneios sérios e com gestão empresarial invejável. Aqui, cito para ilustrar o Metropolitano Futebol Clube, de Jundiaí (conheça em: https://www.metropolitanofc.com.br/).

É por tudo isso que vale lembrar: antes, os grandes clubes brasileiros contratavam jogadores dos clubes do Interior que se destacavam nos regionais. Depois passou a contratar jovens revelações desses times. Mais tarde, juvenis… e hoje, tudo isso mudou. O interessado do Exterior busca na “fonte” os garotos. É por isso que Paulista FC, União de Araras, Mogi Mirim, América e tantas outras equipes tradicionais PRECISAM ter “debaixo das suas asas” as categorias de base para que possam reviverem seus momentos mais gloriosos. Aliás, imagine o que seria de Ponte Preta e Guarani, se o trabalho de base dos anos 70/80 fosse impecável nos dias atuais como era naquele tempo?

Abaixo, compartilho sobre o projeto UMY (Under My Wing / Sob Minhas Asas) para jovens jogadores do Red Bull Bragantino, do ano passado (que já frutificou com dito acima).

– RIP, Roberto Dinamite.

Deus está caprichando na Seleção Celestial!
Convocou Pelé, agora convoca Dinamite

Descanse em Paz, Roberto
, o maior ídolo do Vasco da Gama
.

– R$ 150 milhões no Corinthians ou 1 bilhão no Al-Nassr?

Duílio Monteiro Alves afirmou que tentou contratar Cristiano Ronaldo, oferecendo o mesmo salário que ganhava no Manchester United (segundo a imprensa britânica, girava em quase 500 mil libras semanais, que correspondem a R$ 12,2 milhões mensais ou R$ 146,4 milhões por ano). Perdeu para o Al-Nassr, que ofereceu R$ 1 bilhão por ano.

Juntar-se-á às folclóricas histórias de Drogba e Cavani? Afinal, tanto na oferta à CR7 quanto aos dos dois citados, alegou-se que parceiros pagariam os vencimentos… e nessa, o próprio presidente corintiano brincou que “queria que não desse certo”.

Enquanto isso, a dívida do Corinthians continua sendo elevada, apesar dos ousados discursos. Em: https://wp.me/p4RTuC-JjB.

Arte extraída de Meu Timão

– Há 7 anos, se discutia o Cartão Branco no futebol.

Aconteceu em 2016, mas é uma ideia perene: a aplicação de suspensão temporária para jogadores indisciplinados (de 5 a 10 minutos).

O que você pensa sobre isso?

Republico, deste mesmo blog, sobre o assunto naquela oportunidade:

O CARTÃO BRANCO 

Está acontecendo um  Congresso Mundial de Futebol em Portugal, o “Conversas de Futebol” (ou “Football Talks).

Dentre os muitos assuntos, a Arbitragem foi discutida. E Pierluigi Colina, ex-árbitro e agora dirigente da UEFA, sugeriu uma novidade: o Cartão Branco!

A idéia seria de que as faltas por indisciplina (simulação de infrações, chutar a bola para longe após o apito e reclamações contra o árbitro) sejam punidas, ao invés do Cartão Amarelo, com o Cartão Branco. O infrator ficaria de 5 a 10 minutos fora do jogo (tempo exato a definir em outros debates), servindo de exemplo para indisciplinados. Os Cartões Amarelo e Vermelho continuariam para as outras situações de jogo.

Particularmente, acho desnecessária tal medida. O Amarelo já é suficiente para os indisciplinados, sendo que a reincidência leva à expulsão.

Daqui a pouco, com o excesso de preocupação “politicamente correta“, teremos o Cartão Verde para atitudes de Fair Play (chutar a bola para a lateral para atender um adversário lesionado), o Cartão Lilás contra a homofobia, o Cartão Preto contra o Racismo, o Cartão Laranja para a Xenofobia, e por aí vai.

No Brasil, já testamos o Cartão Azul no antigo Campeonato Paulista de Aspirantes, uma espécie de intermediário entre o Amarelo e o Vermelho.

Não gosto de um suposto teste com o Cartão Branco por tal motivo: a indisciplina, por quais sejam os motivos como citados acima, já tem seus instrumentos de punição estabelecidos na Regra do Jogo.

A UEFA, a Conmebol ou a FIFA deveriam se preocupar mais em capacitar seus árbitros do que criarem tais invencionices.  

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Há um cartão branco que está dar a que falar: árbitro elogia atitude de jovem jogador, pai fala em humilhação

Imagem extraída de: https://desporto.sapo.pt/futebol/artigos/ha-um-cartao-branco-que-esta-dar-a-que-falar-arbitro-elogia-atitude-de-jovem-jogador-pai-fala-em-humilhacao

– Compacto de Brasil 5×2 França, 1958, com 3 gols de Pelé.

Que raridade! Apareceu na minha timeline e resolvi compartilhar esse jogão citado no título.

Que time maravilhoso… com Didi, Vavá, Zagalo, Mané Garrincha e, claro, Pelé!

Como esses caras jogaram bola, vale a pena assistir, em: https://youtu.be/LVYsN_lyFyQ

– Até quando, La Liga? Força, Vini Jr.

Com atraso, mas escrevo por achar relevante: Vinícius Jr, um garoto excepcional dentro e fora de campo, foi vítima novamente de racismo.

O que ele fez para sofrer esses insultos? Nasceu negro, simplesmente…

Que absurdo. Se as autoridades não tomarem providências rigorosas, isso não vai cessar. E tirar pontos da equipe cuja torcida proceder dessa forma insana, é uma possível solução.

– Jayme Cintra na memória:

Nesta 5a feira de #tbt, uma imagem panorâmica do Estádio Jayme Cintra (cliquei em 2017, na campanha fabulosa do Paulista FC naquela Copa SP).

Volte logo, Galo, a dar alegrias ao torcedor.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#futebol #esporte #fotografia #estádio

– Há 10 anos, perdíamos o Claudionor Stranguetti!

Como o tempo passa… republico essa saudosa memória de 05/01/2013, publicada nesse blog:

FALECEU CLAUDIONOR STRANGUETTI

Com tristeza, soube do falecimento do ex-árbitro jundiaiense da FPF Claudionor Stranguetti. Por triste coincidência, na madrugada, estava no velório de minha tia Inês Pansarin e acabei encontrando o corpo do amigo sendo lá velado.

Dias atrás perdemos o também ex-árbitro jundiaiense Ademir de Lima, com pouco mais de 40 anos. Agora, Claudionor, vítima de infarto fulminante. Ambos esportistas, atletas praticantes, saudáveis e que cuidavam de boas práticas. O que dizer?

Fiquei estarrecido ao saber que ele houvera sentido dores no peito no Reveillon e não tinha conseguido atendimento de um cardiologista, devido a boa parte dos médicos estarem de folga devido as datas festivas. Insistindo, nada conseguiu. Ontem, ele foi com o próprio carro ao Pronto-Socorro disposto a esperar um médico, e lá mesmo sofreu o ataque cardíaco!

Quando comecei a apitar, Marinaldo Silvério e Claudionor Stranguetti eram os dois bandeiras experientes que representavam Jundiaí, e eu e Ademir de Lima eram os dois jovens árbitros da cidade que se aconselhavam com eles. No final da década de 90, Claudionor resolveu pendurar a bandeira mas continuava a apitar jogos em partidas amadoras pelo prazer da atividade. Foi Secretário de Esportes em Itupeva e lecionava Educação Física em diversas escolas.

Que descanse em paz. É o que podemos desejar.

Ah – e fica o alerta: que nós, mesmo com boa condição atlética, não nos esqueçamos de realizar as baterias de exames médicos. Podemos ser surpreendidos como esses amigos foram.

Falecimento

(foto: arquivo do site: Esporte Jundiaí)

– O time que supostamente bancaria Cristiano Ronaldo, faria proposta por Neymar?

Surge a notícia de que o PSG colocou “Neymar a venda”.

Pensando cá com meus botões… Cristiano Ronaldo, lá na Arábia Saudita, disse que teve proposta do Brasil. Será que esse mesmo time brasileiro se animaria em tentar Neymar?

Lembrando que Neymar já disse mais de uma vez que “tem desejo de um dia em jogar pelo Flamengo“. Ele, que na infância, era torcedor do Palmeiras

A “bola está pingando” para esses dois times? Embora, sabemos: Neymar terá que aceitar ganhar bem menos do que ganha hoje…

EFE / José Mendez

– A genialidade de Messi e Ronaldinho Gaúcho.

Apenas 40 segundos, mas de muita magia: Ronaldinho Gaúcho e Messi “destruindo” defesas, atuando lado-a-lado.

Vale a pena assistir, está em: https://youtube.com/shorts/7znDek0TKAs?feature=share

 

– A primeira federação a ouvir Infantino e renomear um estádio com o nome de Pelé.

Cabo Verde tornou-se o primeiro país a ter um Estádio Pelé, atendendo ao pedido do presidente da FIFA, Gianni Infantino, a fim de que se eternizasse o nome do Rei do Futebol em todo planeta.

O atual Estádio Nacional foi o escolhido para a mudança. Até aí, tudo bem, pois não se está mudando o nome de um homenageado por outro.

A questão delicada é: e quando para homenagear alguém, “desomenagea-se” outro?

Foto extraída de Marketing Esportivo com, no link em: https://www.mktesportivo.com/2023/01/apos-iniciativa-da-fifa-cabo-verde-sera-primeiro-pais-a-adotar-o-nome-de-pele-em-estadio/. Do mesmo site, o comunicado do Primeiro Ministro de Cabo Verde:

Abaixo o comunicado oficial feito pelo primeiro-ministro de Cabo Verde:

Cabo Verde e Brasil têm uma história e cultura que andam de mãos dadas, considerando que são dois países irmãos, ligados pela língua e por identidades muito similares.

E com o desaparecimento físico de Edson Arantes de Nascimento, O Rei Pelé, nascido cidadão brasileiro, ele que cedo se transformou numa figura planetária, ícone de massas demonstrando que o Desporto tem o poder de unir o mundo, agora é nosso desejo homenagear-lhe.

Pelé foi e será sempre uma referência no Brasil, na nossa lusofonia e em todo o resto do mundo, sendo um ídolo que liga várias gerações.

Como homenagem e reconhecimento a esta figura que nos engrandece a todos, manifesto a intenção de nomear o nosso Estádio Nacional como “Estádio Pelé”, numa iniciativa à qual, acredito, vários países pelo mundo nos acompanharão.

Já comunicamos à Fifa a nossa intenção, por ter sido essa instituição a lançar o repto, e almejamos poder concretizar brevemente este ato simbólico.

– Um garoto lúcido, aprendendo a ser ídolo: Endrick.

Parece que o menino Endrick realmente está preparado para o sucesso, além de ser bem encaminhado na carreira de atleta e de ídolo!

Parabéns! Eu não tinha visto a madura entrevista dele no amistoso do Zico, que fechou o ano. Abaixo:

– Depois dos festejos de Final de Ano…

… me sinto um atleta!

Aqui um retrato fiel do “Antes e Depois” das comidas de Natal e de Ano Novo. Mais ou menos como esse meme (abaixo) do R9 (na estreia da Seleção Brasileira como Ronaldinho e na despedida como Ronaldo Nazário).

Assim estou neste dia 04! Literalmente, como atleta. A evolução da barriga / pança difere apenas do período de relaxamento alimentar…

Imagem extraída de: https://twitter.com/williangameryt

– Ressaca de Bola?

Sou só eu que não estou tão “ligado” nesse começo de Copa SP?

Será que a sequência frenética de futebol da Copa do Mundo, somada ao falecimento do Pelé, estão fazendo a gente precisar de “folga da bola”?