Exposição reúne imagens que retratam os principais desafios do mundo atual. #Linkezine 📸 O post World Press Photo 2026 chega ao Rio com imagens que …
Continua em: World Press Photo 2026 chega ao Rio com imagens que narram o mundo em tensão

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Estive hoje na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Logística a duas turmas.
É muito bom ver a interesse dos nossos alunos!
🖊️ Cidadania
PF apura esquema que vendia influência falsa no Judiciário. #Linkezine ⚖️ O post PF investiga esquema que vendia falsas promessas de decisões …
Continua em: PF investiga esquema que vendia falsas promessas de decisões judiciais

Esclarecedor:
É caro, mas é rentável…
Veja só esses números sobre abertura de franquias (como Natura, McDonalds ou CVC), abaixo:
Concorda ou não com a afirmação abaixo? Leia:
“As pessoas produtivas aprendem a distinguir o que é ou não relevante. Em ambientes caóticos, nem sempre é fácil preservar o foco nas metas. Ser produtivo, na vida pessoal ou profissional, requer tentativa e erro. Mas podem ser um equívoco perseguir metas irrealistas.”
Tal trecho vem de uma matéria muito boa intitulada “A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS”, publicada na Veja (04/05/16, pg 85-86), mostrando um estudo sobre o choque das realizações pessoais desejadas (os sonhos) e o que foi conseguido na realidade. Nele, se crê que o pico de infelicidade se dá aos 46 anos!
Abaixo, a publicação:
A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS
Um novo livro apresenta estratégias para apaziguar uma das principais fontes de stress da modernidade: a necessidade de ser mais produtivo sem sacrificar a vida pessoal.
Por Bianca Alvarenga
O adulto de meia idade é um angustiado. Ele está no auge de sua vida profissional, mas enfrenta longas jornadas de trabalho e vive sob a ansiedade constante de ser superado pelos colegas. Coloca-se na obrigação de cumprir as expectativas de seus familiares, enquanto se ressente de passar pouco tempo com os filhos e os amigos. Lamenta o adiamento sistemático dos sonhos de juventude, cada vez mais distantes. Pesquisas em diferentes países revelam que a fase mais infeliz da vida de mulheres e homens coincide com essa idade.
Um estudo feito por pesquisadores britânicos analisou a curva da felicidade e chegou à seguinte conclusão: se colocássemos nossa satisfação pessoal em uma linha do tempo, ela teria o formato de U. O tempo varia um pouco entre os países, mas, em média, o pico da infelicidade acontece aos 46 anos. No Brasil, o fosso da insatisfação chega antes, aos 36 anos.
Para os autores, as pessoas, quando se aproximam dos 40 anos, passam a reprimir ambições e sonhos acumulados no início da vida. Com o tempo, vem o alívio: as aspirações são calibradas à realidade, e as angústias se esvanecem. O ápice da felicidade adulta, surpreendentemente, ocorre entre os 60 e os 70 anos de vida.
Uma frustração típica da meia-idade, para quem é pai ou mãe, é chegar em casa quando os filhos já estão na cama e muitas vezes sair para o trabalho antes de vê-los acordar. Pior: mesmo obrigados a privar-se do convívio familiar, esses profissionais não se consideram plenamente produtivos na vida profissional. Foi esse sentimento que levou o jornalista americano Charles Duhigg a investigar o próprio descontentamento. Certo dia, viu-se premido pelo nascimento do seu segundo filho e pelos arranjos finais para o lançamento do seu primeiro livro (que viria a ser o best-seller internacional O Poderão Hábito), enquanto trabalhava com afinco em uma série de reportagens para o jornal The New York Times (que acabou lhe rendendo um Prêmio Pulitzer). “Havia muitas coisas boas acontecendo na minha vida profissional, e eu me sentia realizado. Porém, eu tinha a sensação de estar correndo cada vez mais rápido, e ainda assim estar dando passos para trás“, conta ele, em entrevista a VEJA.
Como bom jornalista, Duhigg fez da própria experiência uma bela reportagem ensaística, transformada em livro, que chega na próxima semana às livrarias brasileiras: “Mais Rápido e Melhor – Os Segredos da Produtividade na Vida e nos Negócios” é o resultado de dois anos de entrevistas e investigações para saber como pessoas de campos profissionais variados conseguem ser produtivas, equilibrando-se entre as obrigações pessoais e as profissionais. No fim, o autor organizou a sua apuração em oito ideias centrais, como a capacidade de manter o foco nos objetivos, cumprir as metas estabelecidas, saber inovar e também tomar decisões, além de navegar com segurança no oceano de informações e distrações do mundo moderno.
Ao falar sobre foco, Duhigg conta o caso do voo 32 da companhia aérea australiana Cantas Airways. Após um incêndio em uma das turbinas do Airbus A380, fragmentos resultantes da explosão perfuraram uma das asas e romperam partes dos sistemas elétrico e hidráulico da aeronave. Com 21
dos 22 principais sistemas de voo danificados ou inoperantes, o piloto precisou confiar mais na própria experiência do que nos avisos que piscavam no painel do avião. Ele concentrou-se no que era importante: controles de navegação, freios, tanques de combustível e trem de pouso. Em seu modelo mental, o piloto recorreu ao artifício de fingir estar pilotando um Cessna, uma aeronave infinitamente menos complexa do que o A380. Focando o essencial, pousou com segurança e salvou 469 vidas. Nas simulações que recriaram o acidente, nenhum outro piloto conseguiu evitar uma tragédia.
Como essa história serve às pessoas que desejam ser mais produtivas?
O jornalista ressalta, aí, a importância de criar modelos mentais. É sempre possível preparar-se para os problemas que eventualmente surjam em nossa vida.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar.
Descubra a importância da leitura no Dia Mundial do Livro, conheça os livros mais vendidos do mundo e do Brasil e como ler pode transformar sua vida.
Continua em: Dia Mundial do Livro: importância da leitura e os livros mais vendidos

Em Itu, o entardecer está inspirador!
Pela Rodovia Castelo Branco, a paisagem vale a pena.
📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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E hoje é dia de São Jorge! Na tradição católica, esteve quase “suspenso” por questão dogmática. Mas nos dias atuais Jorge tem sua santidade aceita pelo Vaticano.
Conheça sua história (extraído de: “Santo do Dia”, em cancaonova.com):
SÃO JORGE
Lembrado como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.
São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado. Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão: “Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.” Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial. Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor. São Jorge, rogai por nós!
Imagem, abaixo, extraída de: https://cleofas.com.br/sao-jorge-e-santo-mesmo/
São Paulo impressiona!
De fato, uma Selva de Pedra…
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Eu lamentei muito quando Rodrygo se lesionou e foi anunciado que estaria fora da Copa do Mundo. Idem, agora, ao Estevão.
A verdade é: toda edição de Mundial, lamentavelmente, o calendário se aperta mais, o intervalo entre os jogos é menor e há mais contusões. Assim, costumeiramente vemos craques ficando de fora do torneio por se machucarem.
O que é azar para alguns, pode ser sorte para outros: abre mais vagas para suprir o lugar de um desconvocado.
A questão é: ouviremos, de novo, a ladainha sobre “leva ou não leva Neymar”?
Deixemos o competente Carlo Ancelotti decidir.
Estive hoje em um treinamento de Consultoria Financeira pela Ademicon Consórcios e Investimentos.
Se precisar comprar uma carta de crédito para um imóvel, carro ou serviços, é só me procurar.
Só mais uma chegada à Capital Paulista…
Como o congestionamento maltrata o motorista!
📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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No dia 23 de abril de 1897 nascia Pixinguinha, o pai de um dos ritmos mais prazerosos de se ouvir: o Chorinho! Por isso, hoje se celebra o Dia do Chorinho!
“Carinhoso“ é o carro-chefe das suas obras-primas. Mas sabia que a letra da canção só veio anos mais tarde, com o compositor João de Barro?
Ouça essa maravilha: http://www.youtube.com/watch?v=EGWg4YpS1ls
Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica.
Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?
ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO
Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.
Suplico-Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu.
Santíssimo Sacramento da Igreja Nossa Senhora do Patrocínio, em Itu – SP. Arquivo pessoal.
Féria de 4ª Classe – Missa com comemoração de S. Jorge, Mártir. Tão perto da Páscoa, é como que uma síntese de tudo quanto …
Continua em: Liturgia Diária – 23/04/2026

Evangelho (Jo 6,44-51)
– Aleluia, Aleluia, Aleluia.
– Eu sou o pão vivo descido do céu, quem deste pão come, sempre há de viver.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
-Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44 “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai e por ele foi instruído, vem a mim. 46 Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47 Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna. 48 Eu sou o pão da vida. 49 Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. 50 Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. 51 Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Dia bonito, com sol nascente lá no fundo…
Que hoje seja melhor do que ontem e pior do que amanhã.
📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #Jundiaí #XôStress
Quer entende mais sobre SAF (se é uma boa ou uma ruim)?
Vale esse texto espetacular:
VENDE-SE ILUSÃO: O MOMENTO DE NEGOCIAÇÃO DOS CLUBES DE FUTEBOL.
Por César Grafietti
Venho insistindo no alerta de que investir em futebol não é fácil. Toda indústria tem seus desafios, mas nenhuma opera um mercado que tem na paixão um componente importante, cuja disputa do market-share começa do zero todos os anos e quem tem menos dinheiro corre mais riscos de ser expurgado e levado a mercados menores e nada rentáveis. Sem contar que, mesmo aplicando todas as melhores práticas de gestão, analytics, scouting, e atuar com bons profissionais, ainda assim a bola entra ou sai por acaso.
Para além disso, é um mercado que demanda que você esteja nas melhores estruturas competitivas (divisões), mas se não for compatível com ela em termos de porte, acessos e economia local, a chance de sucesso é casual e raramente perene. Ah! A forma mais eficiente de ganhar dinheiro é desenvolvendo e transferindo ativos cuja “taxa de perda” é elevada.
Assustei, né? Não é para tanto. Na verdade, essa introdução serve apenas para alertá-los sobre a imensa quantidade de vendedores de ilusões que acham que fazer futebol é simples, basta governança e compliance, que monetizar a torcida é só uma questão de tecnologia, para ter exposição coloca-se tudo no Youtube, e o futuro é abrir capital de clubes. “Tem muito mato alto”, dizem os que acompanham futebol pelo feed das redes sociais.
E são eles os responsáveis pela falta de investimentos no futebol. Hoje no Brasil há muito mais associações buscando capital que investidores interessados. Temos um problema de conexão entre as partes criado pelo excesso de facilidades vendidas pelos encantadores de serpentes.
Entre tantas, há duas falácias que impactam negativamente o mercado:
E isso gera falsa expectativa nas associações, que querem projetos ousados e números grandes para justificar que fizeram um bom negócio, quando deveriam procurar projetos sustentáveis e estruturados no tempo, com objetivos sensatos.
Vamos aos fatos: a Série A tem 20 clubes, e cerca de 14 deles faturam acima do hurdle de risco de rebaixamento, que para 2026 deve ser na casa dos R$ 250 milhões. Ou seja, quem fatura menos que isso tem maior probabilidade de rebaixamento que os demais, conforme estudo que faço há anos e publico anualmente no Relatório Convocados.
Na Série B de 2026 a receita mediana deve ser da ordem de R$ 30 milhões, com o Top 5 acima de R$ 120 milhões. Ou seja, se o clube investido chegar à Série B após ter passado pelos muros das Séries D e C, cada vez mais difíceis pelos formatos e inflacionados pelo aumento de gastos com e sem lastro, encontrará uma terceira zona de contenção e dificuldades.
Um projeto sério, baseado em análise do comportamento das competições nos últimos 15 anos, que é como trabalhamos nossas propostas, deveria considerar pelo menos 3 anos para sair da Série D, mais 3 para sair da C. Ou seja, são 6 anos apenas para chegar numa divisão que é fronteira da elite, e custa cada vez mais caro (mostrei isso em artigo recente). E para isso é preciso capital humano e financeiro.
Se o clube está numa cidade com menos de 200 mil habitantes e média de público abaixo de 3 mil pessoas, sem uma economia pujante que permita construção de parcerias e desenvolva as receitas comerciais, então o projeto está em risco. E quando forem ver o business plan, está calcado apenas na formação e transferência de atletas, cujos valores em divisões inferiores não geram caixa necessário para suportar a operação. Para “fechar a conta”, utilizam-se valores de venda de jogadores muito acima do razoável para as divisões.
Vende-se ilusão, e geralmente associada a números irreais, que quando depurados não são nada do que se postou em rede social. Muitas vezes são cobertos por dívidas e não por capital, e isso gera mais pressão na estrutura. Mas o dirigente que “vendeu” a SAF diz que fez o melhor negócio do mundo.
As justificativas são sempre as mesmas: opera-se na exceção para criar a regra. No Brasil usam o Cuiabá e o Mirassol como exemplos de que pode funcionar. O Cuiabá caiu para a Série B e segue por lá, enquanto o Mirassol teve ano de sonho por conta de um trabalho fantástico – inclusive, é dos poucos clubes que não possuem qualquer dívida em atraso – mas que agora já se vê dentro do que é esperado: fez um Paulistão comum, tem o desafio da Libertadores e o início do Brasileirão não aponta nada promissor. Não é falha; é realidade.
Ou então precisamos voltar aos anos 80, quando a primeira divisão tinha 90 clubes. Talvez haja espaço para todo mundo que quer operar na elite.
Isso também vale para projetos no exterior. Tem sido bastante comum me deparar com projetos em que se vende a ideia de fazer gestões austeras em clubes de divisões menores, e ainda assim ser capaz de atingir desempenho para levá-los ao topo das ligas. Os exemplos são sempre os mesmos: Wrexham, Luton Town, Atalanta, Como.
Nenhum deles serve de exemplo porque são exceções. O Wrexham é um projeto de mídia, e se você não é o Ryan Reynolds, esqueça. O Luton Town investiu £ 18 milhões no ano em que subiu para a Premier League, e dois anos depois está na terceira divisão. A Atalanta recebeu investimentos por 10 anos antes de colher resultados, e o Como tem donos bilionários que já investiram mais de € 200 milhões nos últimos 4 anos, o que não parece nada austero.
Projetos na Europa demandam análise e planejamento justo. É preciso fazer tudo aquilo que comentei mais acima – estrutura, profissionalismo, aplicação de processos corporativos de gestão dentro e fora de campo, e ter pessoas qualificadas – e capital para compor a conta. Ah! E tempo. Não há projeto sério e consistente que não considere o tempo como variável fundamental.
O que mais me incomoda nas conversas sobre futuro e investimento no futebol é a facilidade como as soluções são propostas. Especialmente quando colocadas por quem não é do segmento, nem sabe o grau de dificuldade da atividade. O futebol não é uma indústria comum, e por isso é mais difícil, mas permite retornos assimétricos quando o negócio é estruturado da maneira correta.
Atenção com quem fala sobre futebol sem ter vivido e entenda sua realidade por dentro. A não ser que você goste de soluções fáceis para problemas complexos. Haverá sempre alguém vendendo a Torre Eiffel.
Saudades de algo / alguém em particular, há 135 dias…