– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para União Barbarense x Paulista.

Para o confronto entre o Leão da 13 e o Galo da Japi, arbitrará a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo
Árbitro Assistente 1: José Lucas Candido de Souza
Árbitro Assistente 2: Gabriel Rodrigues Santos
Quarto Árbitro: Rafael de Souza
Analista de Vídeo: Antonio Rogério Batista do Prado

Gabriel Bispo é um jovem de 25 anos, escolhido pela FPF para fazer parte do processo de renovação do quadro de árbitros, tendo recebido uma oportunidade ímpar: com apenas 4 anos de carreira, apitava Categorias Amadoras e a Bzinha, e em 2023 foi alçado para a Série A2. Nunca trabalhou em jogos do Galo (até porque tem pouca rodagem), mas conta com a confiança da Comissão de Árbitros. O conheceremos nessa oportunidade.

Seus assistentes, João Lucas e Gabriel, estão frequentemente nas escalas de A2 e A3. Sem problemas em seus históricos em jogos do Paulista FC.

Pelo que se tem visto, a presidente da CA-FPF Ana Paula Oliveira tem conseguido lançar alguns nomes, que estão aproveitando o Sub 23 para mostrarem serviço. A médio e longo prazo, penso que enfim se frutificará uma nova safra (o que é muito necessário).

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Barbarense x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Saúde para suar!

2º turno de treino. Vamos para um “trotezinho”?

Correr acalma a alma!

🏃‍♂️ #running #health #sports

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– 5 tentativas fracassadas de vitória de Luxemburgo no Corinthians. E os 10 jogos de “prazo da torcida”?

Na reunião do treinador Vanderlei Luxemburgo com a torcida do Corinthians, houve um prazo acordado de 10 jogos para o time “engrenar”

Metade já foi. E nenhuma vitória obtida.

A pergunta é: o que fazer?

Corinthians se posiciona oficialmente contra o retorno do futebol | Agência Brasil

Imagem extraída da Web.

– Corra!

Meia hora de folga. Vamos correr?

Cuidar do corpo é também cuidar da mente e da alma…

Pratique esportes!

🏃‍♂️ #running

– O pênalti fake e a falsa moral no Palmeiras 3×0 Fortaleza.

No Allianz Arena, um pênalti inexistente abriu o placar aos 7m de jogo pelas Oitavas de Final da Copa do Brasil, a favor do Palmeiras, contra o Fortaleza.

O árbitro FIFA-RJ Wagner Magalhães (o mesmo que há 10 dias errou ao expulsar Halter entendendo jogada clara e manifesta de gol no lance em cima de Rony em Goiás x Palmeiras), continuou prestigiado nas escalas (apitou Santos x Bahia e apitará Ponte Preta x Guarani no domingo). Extremamente bem posicionado, de frente para o lance, viu Rony escorregar ao tentar roubar a bola de Caio Alexandre. Ali, não é falta de ataque, não é falta da defesa, não é nada. É escorregão. Segue o jogo.

As perguntas NECESSÁRIAS:

  • O que o VAR falou (se é que falou)?
  • O que o árbitro VIU?
  • Como que um juiz da FIFA, naquela posição, consegue errar?
  • Dos 9 integrantes da escala de árbitros, TODOS acharam pênalti e erraram juntos?
  • Rodrigo Sá, Cleriston Clay, Igor Junio Benevenuto (VAR, AVAR 1, AVAR 2) corroboraram para o erro?
  • Pra quê pagar tanta gente para errar junto?

Ainda mais em tempo de Máfia das Apostas, toda a preocupação do máximo acerto é necessária, para que não pairem dúvidas.

Mas outros questionamentos, para o bem do futebol brasileiro, devem ser feitos:

  • Abel Ferreira não reclamará da má atuação do árbitro? Só se reclama olhando para o próprio umbigo?
  • As queixas palmeirenses existem nos erros contrários aos microfones, mas nas entrevistas coletivas, não se fala dos erros a favor?
  • Não se quer melhorar a qualidade da arbitragem, só não se quer erro contrário, pois para si, tudo bem?
  • Ninguém tem coragem de argumentar algumas das 3 perguntas acima ao Abel, nas entrevistas?

É desanimador. O pênalti não existiu, foi fake, Existe VAR para erro crasso, que se omitiu ou errou junto. Há também um chororô enorme, um escândalo à beira do campo promovido por Abel Ferreira (e seu assistente) quando se erra um simples arremesso lateral para o Palmeiras. E num pênalti a favor, calam-se todos como que “faz parte, o árbitro é humano e pode errar”.

Insuportável essa incoerência.

No print de tela abaixo, repare no posicionamento do árbitro:

No último “Programa do Seneme” na CBF TV, há uma situação bizarra, onde um zagueiro santista empurra o atacante vascaíno e comete o pênalti, um erro claro a sua não-marcação. A imagem é repetida à exaustão com o empurrão, e ele diz: “veja só como não há infração” (mostrando em looping o empurrão). Na próxima edição, fará a mesma coisa para explicar esse pênalti, ou seja, brigará com a imagem?

– Os lances polêmicos de Fluminense 0x0 Flamengo: sobre Felipe Melo e Gabigol.

O árbitro Anderson Daronco se sentiu um “pinto no lixo” no Maracanã! Marcou todas as faltas que pode (fez a festa, pois é seu estilo), permitindo algo incomum praticado pelo Flamengo: o rodízio de faltas.

Isso não significa que foi um jogo violento, mas sim com inúmeras faltas táticas, aquelas que “minam o time adversário”. Felipão fazia muito bem isso nos anos 90, mas o mestre dessa tática era o saudoso Marcelo Veiga. E o juizão, experiente, não soube coibir tal estratégia.

Três lances polêmicos:

1. A entrada de Felipe Melo em Gabigol no primeiro tempo: Você pode interpretar de duas formas: Felipe Melo visou somente a bola mas não se preocupou em evitar um contato com Gabigol (ação temerária, Cartão Amarelo), ou que Felipe Melo foi extremamente viril, com excesso de força, desprezando a integridade física do adversário tentando pegar ele e a bola (jogo brusco grave, Cartão Vermelho). Insisto: lance interpretativo, e eu aplicaria Cartão Vermelho, pois entendi que ele foi na bola e em Gabigol propositalmente.

2. A entrada de Felipe Melo em Gabigol no segundo tempo: ali, é menos interpretativo, pois você tem a Regra do Jogo dando algumas diretrizes. Por exemplo: no rápido ataque do Flamengo, Gabigol corria em direção ao gol, ou para a lateral? Nino, que seria o segundo jogador depois de Felipe Melo, o alcançaria para disputar a bola ou não?
Portanto: Felipe Melo deveria ser expulso por impedir uma situação clara e manifesta de gol, pois Gabigol corria para o gol (e não para a lateral) e não haveria um outro jogador para impedi-lo (a distância de Nino não impediria).
Entretanto, há um outro motivo para a expulsão de Felipe Melo: a entrada que ele deu! Por trás e com força excessiva, uma clássica situação de “Escola de Árbitros” para exemplificar aos alunos quando é para Cartão Vermelho.
O inadmissível nessa situação é que um árbitro FIFA como Daronco tenha dado Cartão Amarelo, pois ele tinha DOIS motivos para expulsá-lo. Precisa da VAR Daiane Muniz para corrigi-lo?

3. O pisão de Gabigol em Ganso: em um primeiro momento, no recorte do lance, pareceu-me intencional. Se você pegar uma fotografia do pisão, daria Cartão Vermelho. Mas não é assim que se interpreta uma jogada e nem a ferramenta que um árbitro deve ter para tomar a decisão. Revendo o lance todo, na velocidade normal, perceba que foi totalmente acidental. Gabigol está tentando o equilíbrio e Ganso está com a perna em movimento no chão, tentando roubar a bola. Entendo ter sido uma casualidade, não foi um pisão evitável, proposital no adversário. Ali, não se deve nem marcar a falta (repito: acidente de trabalho).
Até pelo fato de quê: não existe pisão “temerário” na Regra do Jogo (e olhe que eu a leio faz tempo…). Pisou de propósito: agressão e cartão vermelho. Pisou sem querer: segue o jogo.

Pensando com meus botões: e se essa partida tivesse sido apitada por Leandro Pedro Vuaden, aquele dos anos 2000 (não o de hoje)? Ou se fosse um árbitro estrangeiro?

Imagino que poderíamos ter uma partida mais agradável (e mais justa).

Em tempo: o lance da expulsão de Felipe Melo é diferente da de Halter em Goiás x Palmeiras (tratamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/07/o-lance-polemico-de-goias-x-palmeiras/).

Fluminense x Flamengo: onde assistir, horário e escalação das equipes

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Pitaco da noite 3: a expulsão correta de Felipe Melo.

Diferente de Goiás x Palmeiras (lance de Halter x Roni, falamos aqui no blog), o de Felipe Melo em Gabigol era para Cartão Vermelho.

Não tinha ninguém para alcançar Gabigol. FM apelou, além da intensidade da jogada.

Daronco deveria ter dado Vermelho Direto, e não amarelo. Teve que esperar a VAR Daiane corrigir.

– Pitaco da noite 2: E o Seneme?

Confesso que não entendi até agora o “Programa do Seneme”. Em lugar algum do mundo a Comissão de Árbitros tem um programa para explicar ou justificar a atitude dos árbitros. Só no Brasil…

– O “Programa do Seneme”, explicando os erros de arbitragem da Rodada 6.

Eu assisti! Ufa. Me refiro ao primeiro vídeo de Wilson Luís Seneme explicando os erros / acertos polêmicos da arbitragem, via CBF TV, que foi ao ar hoje (mas é tão cansativo… afinal, são muitos lances).

Interessante, busca mostrar transparência, só que… em algumas jogadas, você pode interpretar “em favor” de si mesmo.

Vamos lá:

1. Os 3 lances polêmicos de Vasco x Santos:

  • Os dois lances de bola na mão (que não foram intencionais) corretos. Boa explicação.
  • O empurrão do santista em cima do vascaíno: fiquei constrangido… eles mostram o zagueiro santista cometendo o pênalti empurrando o atacante vascaíno, e a fala é: “não está empurrando”. Brigaram com a imagem!!!

2. Lances de Bahia x Flamengo:

  • 11 cartões amarelos: “culpa dos jogadores que não praticaram o combinado, que é não trazer nervosismo ao jogo, e um pouco de culpa do árbitro, em não conseguir baixar o clima”, disse Seneme.
  • O pênalti no Arrascaeta: eles não comentam que erraram na marcação, mas se deveria EXPULSAR ou não o zagueiro. Pirei…
  • Expulsão de Kanu: o árbitro havia dito que não foi nada em Gabigol, mas o 4º árbitro vai narrando: “Zanovelli, braço na cara é amarelo, ele já tem, vai lá”. O áudio dá a impressão de que um torcedor está pedindo para expulsar o atleta. Seneme, depois de falar bastante da imprudência do jogador, concordou que foi exagero. Deveria ter dado Amarelo ao Gabigol.

3. Lance de Palmeiras x Red Bull Bragantino:

  • Criticou o árbitro por estar muito longe da jogada.
  • VAR disse que foi mão irregular do atacante, e Seneme corrige: “foi mão do goleiro, mas o Endrick faz falta nele para ele não conseguir defender”. Diz ainda que seria pênalti se não fosse a infração.

4. Lances de Corinthians x São Paulo:

  • Gol anulado de Calleri: “Acertou ao marcar infração. Só errou em não usar o VAR, pois deveria esperar a bola entrar para anular pelo vídeo”, disse ele. Aqui, ficou engraçada a explicação. Maluquice… (ou decepcionante).
  • Pênalti para o Corinthians: “Correto, mão com impacto”, segundo Seneme. Eu duvido que ele marcaria isso, se fosse o árbitro. Mas ele acrescentou: “pode ter gente com outra interpretação”.

5. Lance de Grêmio x Fortaleza:

  • Mão em movimento natural, nada a marcar, acertou o árbitro.

Finalizou que a postura do torcedor tem que mudar, falando sobre os cantos homofóbicos.

O vídeo está em: https://www.cbf.com.br/cbf-tv/papo-de-arbitragem-com-ayana-simoes-e-wilson-seneme-rodada-5

Imagem: Print de tela.

– Palmeiras x Corinthians no aniversário do Paulista FC, em Jayme Cintra.

Amanhã teremos o aniversário de 114 anos do Paulista FC, tradicional time brasileiro e símbolo popular maior do esporte jundiaiense.

Com um passado de luta e superação, vivendo o auge nos anos 2000 (2004 Vice-Campeão Paulista, 2005 Campeão da Copa do Brasil, 2006 vencendo o River Plate na Libertadores da América), amarga há alguns anos a sua pior posição na história: está na 4ª divisão paulista, sem série no Campeonato Brasileiro, não tendo equipe Sub 20 e terceirizando o Sub 17 e Sub 15.

Estando em dificuldades financeiras, o clube fez uma parceria com a Sociedade Esportiva Palmeiras. A fim de ter uma praça fixa para jogar o Campeonato Paulista e o Brasileirão Feminino, o Verdão arrendou o Estádio Jayme Cintra para as “Palestrinas”.

Assim, trocou o gramado do Estádio Jayme Cintra e bancos de suplentes, sem entrar dinheiro para os cofres do Galo da Japi. De tal forma, por 2 anos, a prioridade dos jogos é do Palmeiras. O Tricolor Jundiaiense poderá jogar suas partidas profissionais com autorização do Palmeiras, tendo aviso prévio. Partidas de categoria de base ou amistosos, estão vetados. Idem a treinos do profissional! De tal forma, a equipe (que disputa a última divisão) treina em clubes e centros esportivos da cidade de Jundiaí, e pede ao Palmeiras para jogar em seu estádio.

Quem levou vantagem no negócio?

Aliás, haverá uma maratona de jogos no jovem gramado do Estádio Jayme Cintra, nos próximos 20 dias. Ele receberá Palmeiras x Corinthians pelo Paulistão dia 17 (quarta); Palmeiras x Ferroviária pelo Brasileirão dia 20 (sábado), Palmeiras x Taubaté dia 23 (terça) e Palmeiras x Grêmio dia 5/6 (segunda). O Paulista de Jundiaí só jogará no estádio dia 27 (sábado), contra o Rio Branco.

No último sábado, na derrota do Paulista para o Amparo, estava assim o estádio (com excesso de areia, para ajudar a fixar a grama e pilar o piso):

Foto: Autoria Pessoal

– Vitor Pereira para comandar os árbitros? Pela situação que está…

Calma, não estamos falando do treinador ex-Corinthians e ex-Flamengo, mas sim do ex-árbitro e cartola do apito Vitor Manuel Pereira. Aliás, antes de Seneme, ele era “a bola da vez” para assumir a CA-CBF (relembre aqui https://wp.me/p4RTuC-Cfd).

Pense bem:

  • Com tantos treinadores portugueses por aqui, que tal um treinador de árbitros da Pátria-Mãe?
  • Ele tem experiência no assunto, pois dirigiu várias comissões de árbitros na Europa. Além disso, não teria medo de um tabu: trazer árbitros estrangeiros para o Brasileirão!
  • Por fim: imaginaram que atração seria um jogo entre os times ponteiros da tabela? O Chefe da Arbitragem (português) escalando um árbitro de fora (português) para Palmeiras x Botafogo (que são treinados por portugueses). Teria muito destaque!

Brincadeiras à parte, Seneme não vai afastar todo mundo que errar (e nem consegue) pois não tem nomes qualificados para substituir os medalhões. Os aspirantes são fracos e o escalão a ser promovido muito “verde”. Eu buscaria árbitros estrangeiros para acalmar os ânimos dos clubes, e faria uma inter-temporada, corrigindo os absurdos erros.

Prova disso: Bruno Arleu, que fez uma lambança no Majestoso, está escalado para América-MG vs Inter-RS pela Copa do Brasil. Wagner Magalhães, que expulsou Halter equivocadamente em Goiás x Palmeiras, apitará de novo o Palmeiras (contra o Fortaleza). E o Bráulio Machado, dos erros de Sergipe x Botafogo, Bragantino x Cruzeiro e do pênalti inexistente em SPFC x Inter, estará no Atlético Mineiro x Corinthians.

Tudo isso é sinal da péssima gestão dos cartolas (atuais e antigos) na arbitragem brasileira. Deixamos de ser referência, nos tornamos comuns e agora involuímos (vide os pênaltis de queimada e as simulações que nossos juízes caem).

“Nasci para o futebol” na década de 80. Para mim, esse deve ser o pior momento da arbitragem nacional. E para você?

Cá com meus botões: se tivéssemos uma Liga Brasileira de Futebol, qual decisão seria tomada para melhorar a arbitragem?

Português Vítor Pereira vai liderar arbitragem da Federação Russa de Futebol

Imagem extraída de: Filipe Amorim / Global Imagens

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

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– A incoerência do Corinthians em seus propósitos sociais.

Como explicar: o mesmo time cuja torcida impede que Cuca seja treinador por conta de um caso de estupro, faz coro a gritos homofóbicos em seu próprio estádio. Coerente?

Podemos dizer que as torcedoras mulheres do Timão são mais engajadas e responsáveis do que os torcedores homens?

Falamos sobre isso aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/14/analise-dos-lances-polemicos-da-arbitragem-de-corinthians-1×1-sao-paulo/ e aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/07/26/relembrando-os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

Imagem: Reprodução da TV.

 

– Da 1ª à 3ª divisão, lambanças! O absurdo em Amazonas x Remo. O que fazer?

E a arbitragem brasileira continua ruim. Já falamos dos erros na Série A em: https://wp.me/p4RTuC-MBz. Agora, um absurdo lance na Série C, em Amazonas 2×1 Remo.

Veja no vídeo abaixo o que a catarinense Charly Wendy Straub Deretti (35 anos, de Camboriu) fez: deu um pênalti na queda de Muriqui (atacante do Remo), que estava sozinho e se desequilibra! Assustador. Ela está bem colocada e até faz pose para marcar o tiro penal.

A árbitra é da FIFA! Aliás, por quê uma moça de SC está na Região Norte? A passagem aérea está tão barata assim?

Desportivamente, o próprio atleta deveria dizer a árbitra: “Estou constrangido, eu não sofri falta nem tentei cavar, só escorreguei. Por favor, desmarque o pênalti.”

Por fim: neste momento da Máfia das Apostas, vai explicar ao torcedor mais afoito de que isso é incompetência, e não má fé

Assista:

– E se os árbitros brasileiros dessem entrevista coletiva pós-jogo?

Quanta lambança da arbitragem nós tivemos nessa rodada do Brasileirão! E envolvendo os árbitros da FIFA, que, em tese, são os melhores… (e, ironicamente, no momento em que estão usando os novos uniformes, da italiana Macron, com a inscrição: “Protegemos o jogo”.

Sábado, uma bagunça em Bahia 2×3 Flamengo, com Zanovelli. Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/14/cabeca-de-arbitro-por-que-kanu-foi-expulso-no-lance-do-gabigol-em-bahia-2×3-flamengo/

Um pouco mais tarde, com Sávio Sampaio, Palmeiras 1×1 Red Bull Bragantino. Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/13/penalti-de-cleiton-em-endrick-no-palmeiras-1×1-red-bull-bragantino-ou-nao/

No domingo, no Corinthians 1×1 São Paulo, vários problemas com Bruno Arleu: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/14/analise-dos-lances-polemicos-da-arbitragem-de-corinthians-1×1-sao-paulo/

No final da noite, até Rafael Klein, gaúcho que estava “invicto” em queixas (que se crê: será o substituto de Daronco no quadro da FIFA em 2 anos), deu um pênalti duvidoso no Goiás x Botafogo (eu não consegui ver infração).

E por conta desse lance derradeiro e de muitos outros, lembrei-me: na Itália, desde 2017, se discute: e se os árbitros dessem entrevista coletiva, explicando as decisões polêmicas dos jogos, logo após o apito final? No Brasil, teríamos mais gente em cima dos juízes aguardando uma palavra do que dos próprios protagonistas do esporte, os jogadores…

O que você acha dessa ideia?

Sobre ela (a postagem da ideia italiana) foi publicada aqui: https://professorrafaelporcari.com/2017/05/21/arbitros-explicando-lances-em-entrevista-coletiva/

Por incrível que possa parecer, a única arbitragem que levou nota azul dos jogos que pude “estudar” nesse final de semana, foi do garoto Renan Pantoja de Quequi, no Paulista 0x1 Amparo pela 4ª divisão. Tomara que, se chegar a voos mais altos, não tenha se perdido em más orientações… aqui sua atuação: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/13/analise-da-arbitragem-de-paulista-0x1-amparo/

Imagem extraída de Web.

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

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– Análise dos lances polêmicos da arbitragem de Corinthians 1×1 São Paulo.

Bruno Arleu é um árbitro muito irregular. Você pode assistir partidas muito bem arbitradas por ele (como Corinthians 2×0 Goiás, tempos atrás, em: https://wp.me/p55Mu0-2j1), ou péssimas (como em Coritiba 1×0 Santos, registrada aqui: https://wp.me/p55Mu0-30x). Há, ainda, as que ele nem nota mereceu (como no Red Bull Bragantino x Ceará, aqui: https://wp.me/p55Mu0-35q).

Hoje, ele esteve na versão “ruim”. Falemos então dos dois lances polêmicos da partida, no primeiro tempo, além de outras considerações:

21m – Eu não consigo ver a falta de ataque de Calleri em Fagner (pois se ela aconteceu, seria algo como: impedir que ele levantasse para disputar a bola, no chute em que foi para a trave). Pelo ar, na cabeçada, não foi nada. Me esforço, mas não encontro um “ato infracional”. Para mim, lance normal, com gol anulado equivocadamente. De todas as imagens que aparecem na Web, se aparecer uma diferente, posso reavaliar. A priori, “perigo de gol” marcado (a condenável “Regra 18)”. E acrescento: impedimento, não foi (até porque o jogo foi reiniciado com tiro livre direto).

47m- Pênalti de Rafinha em Wesley: aqui, repito o que postei ontem, ao falar sobre o lance de Cleiton (RBB) em Endrick (SEP): desde 2019, a recomendação da FIFA é para que os árbitros tenham muita atenção em lances de agarrão (no corpo ou na camisa) e de empurrão, pois na maior parte das vezes não são infrações.
Para você marcar uma falta ou um pênalti, avalie: o jogador tocado / empurrado / agarrado deve ser desequilibrado ou impedido de prosseguir a jogada. Muitas vezes, ao sentir um contato físico, ou ele se joga, ou abdica da disputa e pede a falta. Se isso acontecer, não deve se marcar nada e o jogo deve seguir (pois o atleta poderia se manter em jogo e forçou a marcação de uma falta – e foi isso que aconteceu). Errou o árbitro de novo.

INTERVALO – é obvio que alguém deu um “toque” no juizão para segurar mais o jogo. Ele parou a partida mais vezes, “administrou” a situação e teve outro critério (veja o número de cartões no primeiro e no segundo tempo. Dois árbitros diferentes em dois tempos, mas ainda assim, ambos com deficiência.

No segundo tempo, aos 17m do 2º tempo, ocorreram cantos homofóbicos na Neoquímica Arena. O árbitro acionou o primeiro dos três passos do “Protocolo FIFA contra a discriminação“, e ainda assim os insultos duraram 3 minutos. Para quem não o conhece aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/07/26/relembrando-os-3-passos-para-o-protocolo-fifa-contra-a-discriminacao-no-futebol/

Com pesar, a arbitragem no Brasileirão continua mais uma rodada sendo protagonista negativamente

Imagem extraída da Web

– Cabeça de árbitro: por quê Kanu foi expulso no lance do Gabigol, em Bahia 2×3 Flamengo?

Por trabalhar intensamente com árbitros jovens (e conversar com iniciantes, muitas vezes depois de avaliá-los em seus jogos), permito-me ousadamente dizer o que pensou o juiz Paulo Cesar Zanovelli na expulsão de Kanu.

Antes, lembrando: Kanu tomou seu primeiro cartão amarelo exagerando nas reclamações na primeira expulsão do jogo. O capitão de um time não pode passar do ponto quando vai falar com o árbitro. Porém, Zanovelli tem histórico de não ter autoridade dentro de campo, pois ele se esconde através das advertências com cartões, ao invés da verbal. Pense: se o árbitro fosse Raphael Claus, Kanu iria reclamar “mais manso” e Claus daria uma boa bronca. Tudo seria resolvido ali, com jogador respeitando árbitro e árbitro apitando melhor.

No lance envolvendo Gabigol, Zanovelli vê o braço aberto (que não atinge o rosto do flamenguista, que simula). O jogo parece que vai seguir normalmente e que o árbitro vai mandar Gabigol se levantar. Mas… aí vem o pensamento do árbitro INSEGURO, durante aquela caminhada vacilante que ele dá (repare na imagem do jogo):

“Poxa, será que não acertou o Gabigol e eu estou bobeando? É o Gabigol… depois o Flamengo me veta, eu tô f.. Ah, foi o zagueiro que me ‘encheu o pacová’ e eu dei o amarelo, agora há pouco. Vou marcar, assim ele me respeita na próxima. Quem mandou abrir o braço”.

Repito: a insegurança de um árbitro jovem, que não estava preparado para ser FIFA, que ganhou o escudo internacional aprendendo ainda a apitar, sem experiência em grandes jogos, proporciona essas bizarrices. Afinal, considere: um árbitro da FIFA, em tese, seria aquele que poderia apitar qualquer jogo no mundo. É a elite do apito, o supra-sumo dos árbitros.

Em tempo: o VAR não pode participar de lances de amarelo, se fosse vermelho direto, sim. Se o árbitro tivesse entendido como agressão, deveria ter dado o vermelho (e aí o VAR poderia intervir).

Sobre a maratona e prestígio do árbitro na longa sequência de escalas, falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-Mys

Imagem extraída de: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/jogada/bahia-x-flamengo-confira-horario-palpites-e-provaveis-escalacoes-1.3111027

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Pênalti de Cleiton em Endrick no Palmeiras 1×1 Red Bull Bragantino ou não?

Até 2018, sim. Daí em diante, não!

Lembremos que desde 2019 a FIFA reforçou: um agarrão precisa impedir que o atleta continue a jogada, pois agarrar por si só não é mais infração (puxar, idem).

O conceito é: se o atleta puder continuar e abdicar da jogada, não é infração. Se ele for empurrado e puder continuar a jogar, idem. 

Cleiton quase pratica uma carga faltosa em Endrick quando pula, pois demonstra querer segurá-lo mas se arrepende. Forte, o atacante palmeirense sente o contato, desvencilha-se e depois cai. Isso não é falta. 

– Análise da Arbitragem de Paulista 0x1 Amparo.

No geral, o árbitro Renan Pantoja de Quequi fez uma boa apresentação. Sabe dar a vantagem, tecnicamente foi bem e disciplinarmente cometeu um pecado: esperou Luís Henrique ser atendido para aplicar o cartão amarelo, e “esqueceu” de dar. Tem boa ação preventiva, mas foi fraco na questão de coibir a cera.

Tem potencial, é jovem, mas precisa corrigir a agilização do jogo.

As anotações no calor do jogo:

Aplicou muito bem uma vantagem aos 6m. O árbitro tem boa leitura de jogo.

Aos 11m, em um ataque do Amparo, havia um jogador claramente em impedimento. O bandeira 2 João Pedro de Morais não marcou (talvez segurou para uma vantagem) e o Paulista dominou e perdeu a bola. Deveria ter marcado o impedimento. Errou.

Em um chute ao gol de Arian, a bola bateu na cabeça de um zagueiro do Amparo. Antes de qualquer reclamação de mão, o juiz sinalizou que não foi nada. Muito bem, ele inibiu reclamações.

31m: o bandeira 1 Leandro Rodrigues acertou um lance difícil, de atleta impedido que é habilitado pelo toque do zagueiro que disputa a bola. Correto. Além disso, em outra oportunidade, ajudou na marcação das faltas.

Aos 36m, Eduardo Porto saiu da defesa, disparou, armou um contra-ataque e foi atropelado por Luís Henrique. A falta foi marcada, colocou a mão no bolso e esperou o jogador se levantar. Caído, foi atendido fora de campo e substituído. Não aplicou o Cartão Amarelo e errou. Sua primeira falha.

45m: Correto Cartão Amarelo a David.

No segundo tempo, começou a ter dificuldade em agilizar o jogo com retardamento do Amparo, mas isso é por falta de experiência. Se ajustará.

Após lesão do goleiro do Amparo aos 28m do segundo tempo, a equipe médica permaneceu em campo, com o jogo reiniciado, assistindo a partida. Ninguém percebeu que estavam em campo! Aos poucos, foram saindo. E se a bola fosse chutada ali? Precisa ter atenção.

Público: 1123 pessoas

Renda: R$ 16.670,00

Paulista 0x1 Amparo. Em cartões amarelos: 0x2. Em faltas: 10×16

– Agora, surgem “Jogadores Apostadores”. Parará por aí?

A FIFA proíbe que atletas, árbitros e representantes de clubes participem de apostas esportivas (incluindo os seus familiares). No começo do ano, o Grêmio advertiu Ferreira, pois participou de uma aposta esportiva e publicou na Internet (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-LHh).

Agora, Didi, zagueiro do Avaí e que estava no Bahia, segundo o Ministro Público, apostava em atletas que receberiam cartões e se relacionava criminalmente com o cooptador Bruno López.

As dúvidas aumentam, assim como os fatos: até agora, não apareceu nenhum árbitro, cartola ou treinador. Estão blindados?

Mais do que isso: Bruno Lopez, de 29 anos e passagem pelo futebol da Alemanha, é de fato o “cabeça da Máfia”, ou uma espécie de gerente?

Extraído de: https://www.bahianoticias.com.br/amp/esportes/bahia/28924-penalidade-maxima-ii-ex-zagueiro-do-bahia-apostou-em-cartao-vermelho-para-bauermann

EX-ZAGUEIRO DO BAHIA APOSTOU EM CARTÃO VERMELHO PARA BAUERMANN

Por Redação

O zagueiro Didi, ex-Bahia e atualmente no Avaí, foi citado nas investigações da Operação Penalidade Máxima II do Ministério Público de Goiás. De acordo com a denúncia, o defensor trocou mensagens com o apostador que aliciou o zagueiro Eduardo Bauermann, do Santos.

À época, Didi estava no Tricolor, durante a Série B de 2022. Nas mensagens, ele diz ter feito uma aposta combinada para que Eduardo Bauermann (Santos), Moraes (Juventude), Kevin Lomónaco (Red Bull Bragantino), Dadá Belmonte (Goiás), Paulo Miranda (Juventude) e Igor Cariús (Cuiabá) recebessem cartões na 36ª rodada do Brasileirão.

Em outra conversa, Didi cobra o apostador pelo pagamento de R$ 250 mil a um terceiro não identificado. O prejuízo seria por conta de Eduardo Bauermann não ter recebido cartão vermelho no jogo contra o Botafogo, no dia 11 de novembro, pelo Brasileiro. O apostador explica a Didi que Bauermann estaria vendendo 15% dos seus direitos econômicos e pagando parcelas mensais de R$ 50 mil para cobrir o prejuízo.

– Hoje é Dia de Paulista!

Na reinauguração do gramado do Estádio Jayme Cintra, hoje transmitimos pela Rádio Difusora o jogo entre Paulista x Amparo pela 4ª divisão.

E sobre a arbitragem em: https://professorrafaelporcari.com/2023/05/11/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-paulista-x-amparo-3/

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Bahia x Flamengo.

O jovem árbitro Paulo César Zanovelli da Silva, de Juiz de Fora / MG, tem 33 anos. Entrou para a FIFA nesse ano, tendo “surgindo para o Brasileirão da Série A” no ano passado. Um processo muito rápido… (afinal, a CBF tinha que arranjar um escudo da FIFA para MG, no lugar de Ricardo Marques Ribeiro, que hoje faz parte da Comissão de Árbitros e é quem dá aulas no PADA, a “reciclagem dos juízes”).

Comentei um dos seus primeiros jogos: São Paulo 3×0 Bragantino. E foi muito bem, mostrando potencial (aqui: https://wp.me/p55Mu0-35a). Depois, trabalhou em Red Bull Bragantino x Santos, onde caiu de produção

Nesse ano, está muito mal. Inventou um “pênalti de coxa” em Fluminense x Athlético (aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/04/22/os-penaltis-que-batem-na-perna-desaprendemos-a-apitar-sem-var/) e foi muito mal técnica e disciplinarmente em Grêmio x Bragantino (jogo onde “tudo virou mão, tudo virou falta”, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/05/07/analise-da-arbitragem-de-gremio-3×3-red-bull-bragantino/). Ontem, os amigos que acompanharam Fortaleza x São Paulo criticaram bastante a atuação dele também.

Sábado, estará em Bahia x Flamengo. Acho um risco tal escala… aliás, será seu 8º jogo em um mês, entre Brasileirão e Copa do Brasil (numa sequência de 3 jogos em 8 dias, passando por RS, CE e BA.). Aguardemos.

Bahia x Flamengo: confira horário, palpites e prováveis escalações - Jogada - Diário do Nordeste

Imagem extraída de: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/jogada/bahia-x-flamengo-confira-horario-palpites-e-provaveis-escalacoes-1.3111027

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Palmeiras x Red Bull Bragantino.

Para o confronto entre o Verdão e o Massa Bruta, arbitrarão a partida:

Árbitro: Sávio Pereira Sampaio – DF
Bandeira 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira – CE
Bandeira 2: Daniel Henrique da Silva Andre – DF
Quarto-árbitro: Lucas Canetto Bellote – SP
Assessor de Árbitros: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR 1: Silbert Faria Sisquim – RJ
AVAR 2: André Luís de Freitas Castro – GO
Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG

Sávio tem 37 anos e é natural de Guará-DF. Está há 9 anos no quadro nacional e entrou para a FIFA há pouco tempo. Neste ano, participou do Sul-americano Sub 17 (apenas em 2 jogos), no Brasileirão (1 partida – Flamengo x Goiás) e na Copa Sulamericana (1 jogo). É irmão de Wilton Pereira Sampaio, mas diferente dele, tem menor competência técnica e é irregular na questão disciplinar. Com a questão da “Tolerância Zero” pedida por Seneme ao comportamento dos bancos, tudo por acontecer com Sampaio, que repito, tem problemas de critério disciplinar.

Na memória recente, ainda o péssimo jogo no ano passado, entre Internacional x Botafogo (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/19/o-penalti-inexistente-de-internacional-x-botafogo/)

Desejo um bom jogo e uma ótima atuação.

Acompanhe conosco o jogo do Palmeiras vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema. Sábado. 10/05, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os 3 defeitos do Corinthians se resumem em 1?

Que jogo horrível do Timão contra o Botafogo! Mas 3 coisas me impressionaram negativamente sobre o Corinthians:

  • É um time assustado e nervoso (Roger Guedes e Yuri Alberto não se entendendo, e o jovem Wesley, que entrou e jogou bem, levando bronca. Não dá para entender). Cadê a Psicologia Esportiva?
  • É um time “fora-de-forma”, lento, mal preparado técnica e fisicamente.
  • É um time surdo (ou, se não for surdo, é desobediente). Afinal, perdendo de 1×0, Luxemburgo pedia para a equipe subir ao ataque e sair de trás, e os jogadores não obedeciam.

Será que a raiz de tudo isso não é uma só: a Diretoria de Futebol? É ela quem planeja, comanda, organiza e controla (e tem feito mal tais funções).

Domingo teremos Corinthians x São Paulo (que fez um jogo sofrível em Fortaleza). Se vivo fosse, o grande e saudoso jornalista ítalo-brasileiro Thomas Mazzoni (que criou os adjetivos Majestoso, Derby, SanSão e Clássico da Saudade) chamaria essa partida de “Clássico do Sofrimento”

Botafogo x Corinthians: onde assistir, horário e escalação das equipes

Arte extraída de Terra.com.br

– Vinícius preenche o desejo não realizado do brasileiro sobre Neymar?

O inglês “The Telegraph” escreveu após Real Madrid 1×1 Manchester City:

Vinícius, depois de fazer seu gol maravilhoso contra o City, deu um tapa no escudo do Real em comemoração. Uma demonstração de lealdade ao seu clube em uma cidade que é sua casa há cinco anos, desde que chegou por pouco menos de 40 milhões de libras vindo do Flamengo. Ele se tornou o jogador que os brasileiros pensavam que Neymar seria, iluminando o maior torneio da Europa com seu ritmo e implacabilidade na frente do gol”.

Tem razão a publicação? Vini Jr está preenchendo uma lacuna do imaginário brasileiro, não conseguida pelo Neymar?

Foto: PIERRE-PHILIPPE MARCOU / AFP

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

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– As importantes perguntas sobre o escândalos de jogadores envolvidos em apostas.

A cada dia, surgem novos nomes de atletas envolvidos na “Máfia das Apostas. É surpreendente a gama de jogadores comprados pelo esquema do apostador Bruno López.

Questões importantes: 

  • O quão forte é esse cara? 
  • De onde ele surgiu e quem é ele?
  • Qual a origem do seu dinheiro?

Talvez, as duas principais dúvidas sejam: 

  • Como ele conseguiu chegar e convencer atletas importantes de equipes tão diversas?
  • E como clubes e autoridades podem blindar os jogadores, árbitros, treinadores e dirigentes?

Dos relatos, me impressiona o “linguajar de bandido” com Eduardo Bauermann, ou o sucesso na cooptação de Kevin Lomónaco (atleta que ganha bem, recebe em dia e que se sujeitou a participar do esquema por um “valor baixo”, se comparado aos seus recebimentos).

Se isso está acontecendo com atletas da Série A, imagine nos campeonatos estaduais, nas últimas divisões e, segundo os relatórios da empresa que monitora fraudes para a FPF, nos torneios femininos e Sub 20 – pois financeiramente são mais vulneráveis. 

É necessário que atitudes fortes sejam tomadas, a fim de que não se caia em descrédito nos jogos do Brasileirão. Afinal, pela desconfiança natural, toda bola que bater sem querer na mão e que virar pênalti equivocado, se dirá que o árbitro estará “na gaveta”; cada gol absurdamente perdido, será proposital do atacante “de esquema”, ou cada furada de zagueiro ou cartão duvidoso, é porque o atleta “estará vendido”.

É como um casal onde um dos cônjuges desconfia de traição: uma simples e rotineira ida ao médico de um dos parceiros, pode se tornar suspeita de “escapadinha para encontro amoroso”!

Que se tome cuidado para a questão da anulação dos jogos (defendida por um ou outro) ou nãoum equívoco cometido no caso da Máfia do Apito, de 2005, onde os árbitros vendiam seus serviços mas não praticaram ilicitudes nos jogos, sem alterações nos placares.

Algo precisa ser feito – rápido e com impacto (mas não creio que se deva parar o Campeonato Brasileiro, não há alteração de placar, mas situações do meio da partida).

Imagem extraída de: https://www.mktesportivo.com/2022/03/2021-registrou-903-jogos-suspeitos-de-manipulacao/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Amparo.

Para Paulista vs Amparo, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Renan Pantoja de Quequi
Árbitro Assistente 1: Leandro Fernandes Rodrigues
Árbitro Assistente 2: João Pedro de Morais
Quarto Árbitro: Carlos Eduardo Gomes
Analista de Vídeo: Cleber Luis Paulino

Renan tem 31 anos de idade e 5 anos de carreira, e é um caso curioso: até o ano retrasado, tinha apenas 1 jogo na A3 e 1 jogo na Bzinha, além de muitas escalas em categorias amadoras. No ano passado teve uma sequência boa de jogos e nesse ano se destacou na A3. Está indo bem na Bzinha, pois apitou, inclusive, União Barbarense x Rio Branco, na Rodada 2.

Na única vez que esteve no Estádio Jayme Cintra, teve uma boa atuação com vitória do Galo contra o Rio Branco. Relembre em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/06/04/analise-da-arbitragem-de-paulista-2×1-rio-branco/

O bandeira 1 Leandro Rodrigues é experiente e já atuou na A2. O bandeira 2 João Pedro Morais é jovem e trabalhou na A3.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Amparo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Fila #Adidas 

– Máfia do Apito e Máfia dos Apostadores.

É assustador o quanto pipocam nomes de jogadores que se venderam à uma máfia de apostadores. O último escândalo do futebol aconteceu em 2005, com a “Máfia do Apito”.

Para os mais jovens, uma recordação do episódio de 2005 abaixo. Esse texto tem 10 anos, quando testemunhei o que vivemos naquela ocasião, quando participamos de investigação do Gaeco:

10 ANOS DA MÁFIA DO APITO

Amanhã, exatos 10 anos que nos trazem à triste lembrança o episódio da Máfia do Apito que escandalizou não só os amantes do futebol, mas toda a sociedade. Na ocasião, muito foi comentado e especulado. As consequências aconteceram, como a anulação de alguns jogos, embora não se tenha observado erros de arbitragem e má intenção nas partidas.

Gostaria de aproveitar esse espaço para contar o que eu, como árbitro participante do grupo de 40 juízes em Pré-temporada no ano do ocorrido com os pivôs Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon, vi, vivi e soube sobre todo o imbróglio. O faço sem nenhum componente explosivo ou polêmico, mas puramente para a curiosidade dos leitores, motivado pela data.

Na sexta-feira do dia 23 de setembro de 2005, dia da prisão do Edilson, eu fui escalado para ser o árbitro-reserva dele no domingo seguinte. Na manhã desse dia, nada se sabia publicamente. Trabalharíamos numa semifinal da série A3, entre Palmeirinha de Porto Ferreira x Santacruzense. Para minha surpresa, na tarde do mesmo dia, Edilson saiu da escala no site da FPF e em seu lugar apareceu Phillipe Lombard.

Quando foi à noite… Muitos se assustaram com a capa da Revista Veja na Internet, e o pouco que se sabia era impressionante.

E os dirigentes da CBF e da FPF?

– Sumiram de imediato!

E aqui havia alguns componentes: Edilson Pereira de Carvalho sabia apitar, mas fisicamente tinha graves problemas no joelho. Enrolava para treinar, preferia ficar no hotel fazendo fisioterapia na Pré-Temporada com a anuência dos cartolas. Sim, parecia ser protegido pela chamada “República do Vale do Paraíba”, nome dado informalmente pelos árbitros ao grupo de pessoas oriundas dessa região do estado e que administrava o Futebol, em especial o presidente da CEAF José Evaristo Manuel, Reinaldo Carneiro Bastos (vice da FPF) e Sérgio Correa da Silva, presidente do Sindicato. Edilson era amigo deles.

Porém, apesar dele ter amizade com eles e alguns privilégios (cobranças menores nos testes físicos, jogos importantes nas escalas e “pouca fiscalização sobre ele” – vide a história da sua documentação irregular para apitar), para mim foi nítido que Edilson traiu a todos os seus amigos! Foi literalmente uma bola nas costas.

E tudo começou com Paulo José Danelon, árbitro de Piracicaba, que nada mais era do que o inverso de Edilson em questões de relacionamento. Edilson era fechado, ruim de conversa, introvertido e mal humorado. Danelon era aberto, piadista, e gostava de ajudar a Comissão de Árbitros realizando palestras para juízes mais jovens e elaborando apresentações sobre Regra.

Ninguém – ninguém mesmo – imaginaria que dois árbitros tão opostos entre si e que nem se conversavam poderiam ter “negócios em comum”.

O problema foi o seguinte: Danelon resolveu arregimentar árbitros para favorecer um grupo de apostadores de jogatinas eletrônicas capitaneados por um tal de Gibão (Nagib Fayad). Combinava-se quem ganharia/perderia a partida e se faria o palpite na jogatina. Edilson topou. O árbitro Romildo Correa houvera sido sondado mas ele próprio alegou estranhar uma visita de sujeitos suspeitos e não entendeu que era uma tentativa de explorá-lo, sendo que nunca mais os viu. Paulo César de Oliveira, segundo as gravações da Polícia, foi descartado com a célebre e honrosa afirmação de Danelon: “Esse não dá, é honesto e se souber vai contar tudo.

Logo após o ocorrido, na sede da FPF, houve uma reunião com os árbitros da Pré-Temporada daquele mesmo ano com o pessoal do Gaeco. O Dr José Reinaldo Carneiro (homônimo do dirigente da FPF), dissertou sobre as investigações. Me recordo quando alguém perguntou se ali estava algum árbitro que pudera ter sido grampeado, e o Dr Reinaldo não titubeou: “todos os senhores aqui presentes poderiam sim ter sido grampeados e investigados durantes o processo. Muitos foram.”.

A prisão de Edilson – e isso pra mim foi clara – só se deu pelo fato da Revista Veja “furar” a Polícia. A Editora Abril já tinha informações de investigações sobre o caso e plantou uma jornalista na vida de Edilson que se passou como “estudiosa das novas profissões”, desejando fazer uma matéria sobre esse assunto e que “ser árbitro de futebol” era uma das atividades profissionais do futuro. Ele acreditou… E Edilson vivia do dinheiro da arbitragem, era técnico de comunicações mas se passou como empresário, pedindo a um amigo para lhe “emprestar” uma fábrica de pelúcias a fim de dizer como conciliava o árduo trabalho e o futebol (na foto da revista, era uma bonequinha Hello Kitty exposta; dias depois, processou-se a empresa pois a dona dos direitos da marca descobriu que era uma firma que pirateava os brinquedos).

Com a iminente publicação, a Polícia teve que prendê-lo. Mas me pareceu que, naquele período em que as prisões de personalidades estavam acontecendo de maneira espetaculosa, aguardava-se uma escala do Edilson em um jogo como Fortaleza x Flamengo as 16h ao vivo pela Globo. Já pensaram em uma prisão com transmissão em tempo real?

Depois disso, Edilson escreveu um livro e cobrava para dar entrevistas depois do escândalo. Foi (e talvez ainda seja) gerente de bar em Jacareí. Danelon virou instrutor de auto-escola e não sei se continua trabalhando nisso.

Conheci e trabalhei com os dois. Particularmente, acho que Danelon deve estar arrependidíssimo. Edilson nem tanto. Mas pensem: perderam os amigos, foram escrachados (eles e seus familiares) e viveram um inferno. Entretanto, chamo a atenção para o seguinte: nenhum dos jogos envolvidos foram, de fato, manipulados. Assistam as partidas! Nenhum deveria ser anulado por ação ilícita dos árbitros, só que foram porque o Sveiter, presidente do STJD na época, estando acuado pelo jornalista Milton Neves em seu programa ao vivo, disse que os anularia pela questão moral.

Me pareceu, sinceramente, que os árbitros acabaram dando um golpe nos apostadores: repararam que nem todas as partidas tiveram os resultados combinados? Nos arquivos gravados, ouviam-se desculpas, como no jogo Juventude x Vasco: “Pô, o Edmundo jogou muito, não dava para fazer nada”. Aliás, nenhuma zebra nas partidas tampouco lances polêmicos. Há quem diga que o próprio Edilson vendia o serviço para um vencedor e apostava em outro, para se garantir com o dinheiro alheio.

Claro, não é defesa deles, mas constatação esportiva: os resultados deveriam ser mantidos pois aparentemente não foram manipulados. Mas isso é outra discussão.

Meu último contato com Paulo José Danelon foi em um jogo como 4o árbitro pela série A1: América x Ponte Preta em São José do Rio Preto, onde, embora já se estava no período “suspeito” e investigado pelas autoridades, tudo ocorreu muito bem. Com Edilson Pereira de Carvalho foi como colega de quarto na sua última pré-temporada. Ele foi um companheiro horrível, de difícil conversa. Me recordo que estávamos assistindo ao sorteio da abertura do Campeonato Paulista de 2005: deu Seneme como árbitro, Ana Paula de Oliveira e Aline Lambert como bandeiras e eu como 4o árbitro, na estréia da súmula eletrônica (Internacional x Palmeiras). Edilson se revoltou por ter sido sorteado para Marília x Corinthians na rodada 2 e se trancou no quarto, abandonando os trabalhos da pré-temporada daquela noite. Não pude compartilhar minha felicidade pela escala que recebi com ele, afinal, ele era “estrela”…

Passado algum tempo, é impossível não pensar e ao mesmo tempo ironizar: Edilson guardava uma imagem de Nossa Senhora Aparecida no bolso do Cartão Amarelo, e a beijava como num ritual de início do jogo. Muitos diziam que no verso havia um bilhete de loteria…

Mas como blindar o surgimento de novos Edilsons e Danelons, não só árbitros mas dirigentes e jogadores?

Marco Polo Del Nero encheu a Federação Paulista de Futebol de gente da Polícia em vários cargos: Comissão de Arbitragem, Corregedoria, Ouvidoria e em outros departamentos técnicos. Mas os cartolas amigos de Edilson, todos continuam militando no meio do futebol, pois, afinal, foram considerados honestos. Só que se as partidas foram anuladas por ética, mesmo tendo sido apitadas honestamente, incoerentemente as coisas caminharam com os dirigentes.

Por fim: encerro com um pensamento do excepcional e experiente jornalista Cláudio Carsughi, ítalo-brasileiro a quem tanto admiro por sua sapiência:

Se Deus, na sua tão grande magnitude não privou nem sua própria Igreja de corrupção, por que o faria a um determinado segmento como o futebol? E em especial aos árbitros?

Disse tudo. Mas confesso que se pudesse conversar novamente com eles (e já houve oportunidade mas não era uma prioridade) pediria a eles para deixar um testemunho do que hoje pensam e sentem sobre tudo o que aconteceu.

Lamento que tudo isso manchou esportivamente o Brasileirão daquele ano. Nada de dizer que foi premeditado ao Corinthians, mas por pura vaidade do STJD (muitos criticam que as decisões na Justiça Desportiva favoreceram o time paulista). A propósito, a fiscalização sobre os árbitros-operários continua feroz desde então, mas sobre os dirigentes, presidentes de sindicatos, membros de comissões e outros cartolas mais graduados é NULA. Por isso é válido afirmar: o sistema é falho. Afinal, se o próprio Ex-Presidente da CBF José Maria Marin embolsou uma medalha de jogador Sub 20 como souvenir na surdina, e desde esse delito soubemos tantas outras coisas muito mais graves, estando ele preso na Suíça, e o atual nem do país pode sair, o que se pode esperar?