No Allianz Arena, um pênalti inexistente abriu o placar aos 7m de jogo pelas Oitavas de Final da Copa do Brasil, a favor do Palmeiras, contra o Fortaleza.
O árbitro FIFA-RJ Wagner Magalhães (o mesmo que há 10 dias errou ao expulsar Halter entendendo jogada clara e manifesta de gol no lance em cima de Rony em Goiás x Palmeiras), continuou prestigiado nas escalas (apitou Santos x Bahia e apitará Ponte Preta x Guarani no domingo). Extremamente bem posicionado, de frente para o lance, viu Rony escorregar ao tentar roubar a bola de Caio Alexandre. Ali, não é falta de ataque, não é falta da defesa, não é nada. É escorregão. Segue o jogo.
As perguntas NECESSÁRIAS:
- O que o VAR falou (se é que falou)?
- O que o árbitro VIU?
- Como que um juiz da FIFA, naquela posição, consegue errar?
- Dos 9 integrantes da escala de árbitros, TODOS acharam pênalti e erraram juntos?
- Rodrigo Sá, Cleriston Clay, Igor Junio Benevenuto (VAR, AVAR 1, AVAR 2) corroboraram para o erro?
- Pra quê pagar tanta gente para errar junto?
Ainda mais em tempo de Máfia das Apostas, toda a preocupação do máximo acerto é necessária, para que não pairem dúvidas.
Mas outros questionamentos, para o bem do futebol brasileiro, devem ser feitos:
- Abel Ferreira não reclamará da má atuação do árbitro? Só se reclama olhando para o próprio umbigo?
- As queixas palmeirenses existem nos erros contrários aos microfones, mas nas entrevistas coletivas, não se fala dos erros a favor?
- Não se quer melhorar a qualidade da arbitragem, só não se quer erro contrário, pois para si, tudo bem?
- Ninguém tem coragem de argumentar algumas das 3 perguntas acima ao Abel, nas entrevistas?
É desanimador. O pênalti não existiu, foi fake, Existe VAR para erro crasso, que se omitiu ou errou junto. Há também um chororô enorme, um escândalo à beira do campo promovido por Abel Ferreira (e seu assistente) quando se erra um simples arremesso lateral para o Palmeiras. E num pênalti a favor, calam-se todos como que “faz parte, o árbitro é humano e pode errar”.
Insuportável essa incoerência.
No print de tela abaixo, repare no posicionamento do árbitro:
No último “Programa do Seneme” na CBF TV, há uma situação bizarra, onde um zagueiro santista empurra o atacante vascaíno e comete o pênalti, um erro claro a sua não-marcação. A imagem é repetida à exaustão com o empurrão, e ele diz: “veja só como não há infração” (mostrando em looping o empurrão). Na próxima edição, fará a mesma coisa para explicar esse pênalti, ou seja, brigará com a imagem?