– Análise da Arbitragem de Paulista 3×0 São José

Que jogo chato para se apitar! Jogadores não colaboraram, reclamaram de tudo – embora, sejamos justos, apesar das chiadeiras (que não procedem) tivemos uma das melhores partidas da Série B.

O árbitro Douglas Marques Flores esteve muito bem fisicamente. É nítida a evolução de sua estreia precoce na A1 tanto técnica quanto disciplinarmente. Também seu posicionamento dentro de campo foi muito bom – a lamentar o tal de “ponto futuro” para as cobranças de faltas próximo à área penal, mas aqui é culpa da orientação que ele recebe (aceita correr o risco de não ver o batedor e até mesmo a barreira, robotizado na atenção da muvuca na grande área).

Uma bobeada da arbitragem ocorreu aos 14 minutos, quando o atleta Marcelinho 8 (SJO) sentiu uma contusão e caiu no campo. Jogadores do Paulista e São José disputavam a bola e o árbitro parou o jogo para atendimento do atleta caído. Só que os atletas não perceberam e começaram a discutir uma falta marcada ou não (não foi nada não, foi interrupção para o jogador caído no meio de campo). Só que para coibir o início do tumulto, árbitro e bandeira 2 foram separar os atletas e esqueceu-se o lesionado! Somente depois de um tempo, com a permissão do 4º árbitro, houve o atendimento médico.

Aos 40 minutos de jogo, o técnico Sérgio Caetano foi advertido pelo quarto-árbitro de maneira equivocada. Ao chamar atenção do treinador por reclamação comum, foi desnecessariamente com o dedo em riste. Mostrou falta de experiência, pois “quis crescer e mostrar serviço” num momento totalmente indevido do jogo. Bastava adverti-lo com firmeza, sem perder a compostura.

No segundo tempo, acerto do árbitro ao não marcar a bola na mão dentro da área como lance faltoso (o Paulista reclamou de pênalti que não foi). Na sequência, contra-ataque para o São José que foi “matado” pela falta de Papalégua, recebendo corretamente o cartão amarelo com 1 minuto da etapa final. Assim como foi também bem aplicado o Amarelo aos 9 minutos na falta de Dieguinho (SJO) em Rafael Senna (PFC). Vale apenas chamar a atenção de que se poderia ao menos dar advertência verbal a Bessa (SJO) por insistentes pedidos de faltas inexistente.

O placar em faltas no 1º tempo foi 7×7, sendo 3 cartões amarelos aplicados por indisciplina. No 2º tempo, 5×8, sendo mais 3 amarelos.

Os dois bandeiras participaram bastante do jogo, tanto em impedimentos quanto na marcação de faltas, mostrando que o trabalho em equipe foi bem realizado.

Enfim: a mim, uma surpresa agradável a arbitragem de Douglas, redimindo-se de más atuações em Jundiaí. Gostei do que vi e, afirmo, se continuar assim, poderá voltar a ser escalado em jogos de divisões mais importantes.

Árbitro: Douglas Marques Flores

Bd 1: Fabrício Porfírio de Moura

Bd 2: Diogo Correia dos Santos

4o Árb: Roque da Silva Pereira

Público: 1.020 torcedores

Renda Bruta: R$ 13070,00

Renda Líquida: R$ 9018,00

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