– Páscoa… já?

Caramba! Os supermercados já tem Ovos de Páscoa – e o Carnaval nem chegou ainda…
Sobre o preço?Caro. Muito caro. Caríssimo!

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– Terminando a tarde.

Acabando o dia, com o céu infinito bonito.

Tô exausto hoje… o repouso é importante!

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– A alma não pode ter segredos que a nossa conduta precise esconder.

Nunca conte mentira, pois você terá que lembrar as bobagens que falou para mantê-las como verdade. Assim, ser verdadeiro, agir coerentemente colocando as práticas dos ideais e ideologias, é fundamental para se ter credibilidade com o próximo.

Digo isso pois leio o seguinte pensamento de autor desconhecido:

A alma não pode ter segredos que a nossa conduta precise esconder“.

Correto. Necessitamos parecer e ser exteriormente o que somos. Se somos do bem, praticaremos o bem; mas se somos hipócritas, a exteriorização não tardará de ser pública.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Um desabafo: cansa ouvir tanta bobagem.

Todos nós amamos o Paulista, mas quando “se é moleque e taca pedra na janela” (em relação ao dito popular em fazer críticas), obviamente a função é confortável.

Quando você se propõe em ser a vidraça, é porque você tem a solução e se acha mais capacitado e disponível para isso do que os demais. Se não tiver competência, ou tempo, ou clareza, ou até mesmo lucidez, não se aventure!

Digo isso pois: criticavam tanto o Galo e seus cartolas… malharam Pepe Verdugo, Zanatta, e vários outros (com algumas críticas justas e outras injustas), mas quando os críticos assumem a diretoria, não aceitam observações. Só vale para um lado?

Algumas coisas que você se assusta:

  • O secretário, que é conselheiro, fala que o Palmeiras vai bancar a reforma (ou parte de) do gramado do Jayme Cintra no sábado. Na segunda-feira o presidente desmente. E a culpa é… da oposição?
  • O time contrata uma baciada de atletas, faz exames médicos e na sequência dispensa 11 atletas. Mas não pode falar nome e histórico do seu elenco, para não despertar interesse em clubes rivais. É o Real Madrid brigando com o Liverpool pelo Mbappé? Pare com isso… como o torcedor vai torcer se nem o nome dos jogadores é revelado!
  • Às vésperas do processo eleitoral se revela que tem um “investidor” que vai colocar 100 milhões no Paulista e pagar a dívida milionária à vista (tá lá escrito por um porta-voz). E que há meses isso estava sendo negociado, apenas coincidiu de se apresentar à comunidade no final do ano. Se em 8 meses de namoro, NINGUÉM percebeu que o cara não tinha dinheiro e ludibriou todo mundo, a culpa é de quem? Iludir o torcedor (ou se passar de bobo por um espertalhão) é algo grave. E vale registrar: todo mundo avisou que seria um mico e arranharia a imagem do grupo. Teimosia ou Vaidade em não ouvir?
  • Ajudar o Paulista é ir comprar caneca na Festa da Uva? Não é só isso… ajudar o Paulista é pagar R$ 825,00 por ano em cadeira cativa para assistir 8 jogos na última divisão estadual. Esse discurso de “voluntariado” é uma tremenda média que se faz, num discurso que não se engole mais. Fica feio. Aliás, fica muito piegas querer dizer quem foi comprar souvenires ou não nesse evento, é coisa pequena demais para um clube como o Paulista.
  • Choramingar que a nova diretoria está há “um mês e cinco dias apenas” é brincar com a inteligência, né? Quem manda é a diretoria ou o presidente? Aliás, não foi uma eleição, foi uma reeleição, e o presidente continua seu mandato anterior. Aqui, fico com a sensação: se está duvidando da capacidade do torcedor fazer conta de matemática?
  • Reclamar que usam as informações que se passa nas Redes Sociais para discutir ou criticar? Ué, escreveu na Web publicamente está escrevendo para o MUNDO, cáspita. Incompreensível… Vou corroborar com o amigo jornalista e competentíssimo Fábio Estevam, que ao conselheiro Fernando Drezza, disse:
    “Fernando, boa tarde. Cara, tu é diretor do clube e, a menos que vc esteja dando uma opinião e deixe isso claro, quando vc faz esclarecimentos como este e anteriores, você está informando ao público. A imprensa, por sua vez, não só pode, como deve dar publicidade a isso, pois é o principal canal de informações do público. E para isso não precisa de autorização sua. É com muita naturalidade e respeito que estou explicando isso para ti, mas penso que a assessoria de imprensa do clube deveria orientar vocês.”

Por fim: quem está no poder, precisa entender que na Política de Clubes de Futebol existe situação, oposição, neutralidade e especialmente INTERESSE DO TORCEDOR. Quando alguém critica, na democracia, é para mostrar erros. Ou quando esse mesmo pessoal criticava era por outro motivo?

Todos gostamos do Paulista, e isso não quer dizer que se deve aplaudir coisas que nitidamente podem estar fora do eixo. Ninguém aqui está falando de corrupção, golpe ou algo que o valha, mas insistindo: há de se ter transparência na gestão, não trabalhar com o estômago (e isso significa: usar a razão e o profissionalismo) e entender que criticar não é ser inimigo.

A sensação que eu tenho é: parece que toda vez que se reclama de algo, imputa-se imediatamente o discurso: “é da oposição, quer cargo no Paulista, tá trabalhando para fulano”, e outras tantas bobagens.

Enquanto o Paulista não se unir DE VERDADE, e for tratado como uma posse de alguém (e digo isso aos diversos grupos que surgiram), não tem jeito… são essas ações que afugentam investidores sérios pois ficam com medo da credibilidade.

Fica a sugestão: todos os grupos do Paulista (situação, oposição, Conselho e torcedores representativos) deveriam se sentar à mesa para um choque de gestão.

– O bônus e o ônus em olhar para trás.

Compartilho brilhante texto sobre “olhar para trás” na caminhada profissional e pessoal, escrito pelo prof José Renato Santiago Sátiro.

Abaixo:

O BÔNUS E O ÔNUS DE OLHAR PARA TRÁS

Ao longo de qualquer caminhada, após certo tempo, pelo menos duas coisas nos motivam a chegar ao nosso destino.

A primeira delas é a proximidade, que tende a fazer com que encontremos os últimos grãos de energia, ainda que eles já estejam tão escassos.

No entanto, se continuamos distantes, costumamos utilizar outra. Olhamos para trás e buscamos enxergar o ponto de partida. Caso ele, ainda, seja visível, a tendência natural é retornarmos. Por outro lado, se este ponto estiver além do nosso horizonte, continuamos nossa trajetória.

A análise é óbvia e embora suscite a lei do menor esforço, está repleta de verdades que permeiam a nossa vida pessoal e profissional.

O longo caminhar nos presenteia com aprendizados que nos fortalecem em prol do atendimento de nossos objetivos. Mas também criam calos que deixarão marcas eternas em nossos pés (e na alma).

Dores podem ser recebidas como presentes, pois nos permite valorizar a sua ausência. Afinal, sem elas, como saberemos o quanto é bom estarmos sãos e, porque não, salvos.

Algumas vezes, no entanto, as dores não são sentidas, mas sugestionadas por conta da longa distância percorrida. Daí o porquê da importância de se olhar para trás.

Mas há sempre o outro lado.

Olhar para trás pode trazer outras dores, algumas delas com o poder de frear qualquer disposição. Saber o quanto andamos e quantos calos foram produzidos, podem nos deixar desanimados, sobre os próximos que virão.

Calo sobre calo causa dor dobrada e endurece ainda mais nossa pele.  Na verdade, nos endurece como um todo. Pode nos tornar mais fortes, mas também menos sensíveis. Uma má notícia.

A sensibilidade é o combustível que nos mantém em quaisquer caminhos que estejamos.

Se o que nos cabe, correr qualquer risco por conta do ônus de olhar para trás, que possamos abrir mão de qualquer bônus conquistado ao desviar o nosso olhar da direção ao que almejamos.

Isto é gerir conhecimento.

Resultado de imagem para olhar para trás

Imagem extraída de: http://valica.com.hr/en/length/

– As torcedoras dão de 10 a 0 nos jogadores em exemplo…

Depois das entusiasmantes imagens de mulheres e crianças lotando o Couto Pereira e a Arena da Baixada, jogadores de Coritiba e Athlético protagonizaram cenas lamentáveis em campo.

Numa semana, os paranaenses (ou melhor: as paranaenses) são exemplos positivos na arquibancada. Na outra, os atletas são exemplos negativos

Ah, esse futebol que leva à irracionalidade…

Athletico-PR x Coritiba Paranaense — Foto: Robson Mafra/AGIF

Foto: Robson Mafra / AGIF

– RIP, Super Chico.

Tornou-se conhecido no Brasil inteiro o garotinho Francisco Bombini, que em meio a tantas dificuldades, superou duas vezes à Covid (mesmo com a improvável condição de sucesso para isso).

Que menino incrível… nos deixa com 6 anos.

Para quem não conheceu sua história, no link em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/02/06/super-chico-menino-com-sindrome-de-down-que-venceu-covid-19-morre-em-sp.htm

Francisco Guedes Bombini, 6, conhecido como "Super Chico", morreu nesta segunda-feira (6) - @daniguedesbombini_superchico/Instagram

Imagem: @daniguedesbombini_superchico/Instagram

 

– Languishing.

Um problema de saúde emocional dos dias atuais: o Languishing, uma forma de apatia, falta de perspectiva na vida e vazio interior.

Saiba um pouco mais sobre isso, extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html

ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO

Da pandemia emergiu o languishing, termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação

Por Lilian Monteiro

Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão… É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente… É doído.

Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.

Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.

Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.

O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando.

Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.

Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”

O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam.

Como tratar, curar, reverter e lutar diante das consequências emocionais e mentais que a pandemia desencadeou, que tendem a perdurar e não podem ser negligenciadas, postas debaixo do tapete, menosprezadas ou apontadas como mimimi?

Respostas buscadas de especialistas ao longo desta reportagem. Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.

“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. ‘Não deprimido’ não significa que você não está lutando. ‘Não triste’ não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”

PRAZERES DA VIDA

Para Christiane Ribeiro, médica psiquiatra, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Segundo ela, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado. Exercitar-se, mesmo com uma frequência menor do que a realizada anteriormente.

Manter contato com as pessoas queridas e próximas, mesmo que no on-line e, se possível e em segurança, caso não seja grupo de risco, permitir-se alguns encontros com os mais próximos, em local aberto, tomando todos os cuidados diante da COVID-19. “A pandemia já vem se arrastando e, infelizmente, é impossível manter a sanidade mental isolados, sem nenhum contato social, o que seria viável caso ela durasse apenas alguns dias.”
A psiquiatra destaca que fatores como resiliência, traços de personalidade e tendência genética influenciam o impacto que a pessoa sofrerá com as mudanças na rotina e o maior estresse. Um bom suporte social e familiar também é importante.

A pessoa que já teve um histórico de transtorno de ansiedade e depressão seria considerada mais predisposta. “Percebo na prática que as pessoas mais sociais e extrovertidas apresentam mais os sintomas de languishing, uma vez necessário o isolamento e a diminuição dos encontros sociais.”

Christiane Ribeiro lembra que mais importante do que ter que provar que sente dor é buscar conversar com algum especialista, pois infelizmente as pessoas são limitadas e, nem sempre, por mais bem-intencionadas, se abrir com amigos ou familiares vai ajudar.

“Comentários do tipo ‘mas você tem saúde física, tem emprego, tem tudo’ podem fazer efeito contrário e a pessoa se sentir mal e ingrata. O languishing ainda não é classificado pelos manuais diagnósticos de psiquiatria como um transtorno. Ele é caracterizado por sintomas pontuais de vários transtornos, como o burnout, depressão, estresse agudo, como a desmotivação, a falta de foco e concentração, a sensação de apatia. Embora a depressão e o languishing possam se apresentar de maneira semelhante, existem diferenças distintas (continua não link acima).

Arte extraída de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html?gaa_at=la&gaa_n=AYc4ysuWPZH10NTjVCkmId41FdgbLhGjb-fQskrN80jw8tIV7ss6pXDhDkW1zg0vVCo%3D&gaa_ts=61fe5a14&utm_source=newsshowcase&utm_medium=discover&utm_campaign=nonpanel&gaa_sig=hO6CV8oZ4vamDXhbLlnYGZXA-AZ7mejo5ABBHN5Z1VP47VNAJGAsddYnph_stqinJQtxmnwUa66Jcv_0YvVVbQ%3D%3D

– Não deturpe a fala do Papa Francisco sobre o Amor a Deus para com os Homossexuais.

Leio muita gente entendendo errado (ou confundindo) a fala do Papa Francisco durante a viagem ao Sudão do Sul.

Em referência aos homossexuais, o Papa condenou a criminalização de gays, pois em 65 países, você pode ir para a cadeia se não for heterossexual. A fala é:

“Homossexuais são filhos de Deus. Deus as ama e acompanha. Condenar uma pessoa assim é um pecado. Criminalizar alguém com tendências homossexuais é uma injustiça (…) o Catecismo da Igreja Católica diz que a atração pelo mesmo sexo não é pecado, mas atos homossexuais são.”

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mundo/2023/02/leis-que-criminalizam-pessoas-lgbtqia-sao-pecado-diz-papa-francisco.shtml

CRIMINALIZAR A HOMOSSEXUALIDADE É PECADO, DIZ PAPA

O Papa Francisco definiu a existência de leis que criminalizam as pessoas LGBTQIA+ no mundo de pecado e injustiça, afirmando que Deus acompanha quem sente atração e ama alguém do mesmo sexo.

A fala foi dada em uma entrevista a bordo do avião papal, ao fim da viagem à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul, e recebeu a anuência de outros dois líderes que acompanharam Francisco —Justin Welby, da Igreja Anglicana, e Iain Greenshields, da Igreja da Escócia.

“A criminalização da homossexualidade é um problema que não pode ser ignorado”, disse o papa, mencionando locais onde há punições a relações entre pessoas do mesmo sexo, que podem incluir até pena de morte; organizações estimam que cerca de 65 países-membros da ONU adotem medidas do tipo.

“Isso não está certo. Homossexuais são filhos de Deus. Deus as ama e acompanha. Condenar uma pessoa assim é um pecado. Criminalizar alguém com tendências homossexuais é uma injustiça.”

Ele afirmou ainda que pessoas LGBT não devem ser marginalizadas e observou que o Catecismo da Igreja Católica diz que a atração pelo mesmo sexo não é pecado, mas atos homossexuais são —reiterando declaração recente que causou controvérsia.

No fim de janeiro, o papa foi alvo de críticas por reforçar, em entrevista à agência Associated Press, a posição doutrinária que trata a homossexualidade como pecado. “Ser homossexual não é crime”, disse. “Não é crime. Sim, mas é um pecado. Tudo bem, mas primeiro vamos distinguir um pecado de um crime. Também é pecado não ter caridade com o próximo.” Ele depois tentou atenuar os comentários.

Mais cedo neste domingo (5), em seu discurso de despedida do continente africano, Francisco pediu ao povo do Sudão do Sul que resistisse ao “veneno do ódio” e colocasse fim à “fúria cega da violência” para que a paz pudesse ser alcançada. O país tem um histórico de conflitos sangrentos que deixaram milhares mortos nos últimos anos.

Em seu último compromisso público antes de voltar ao Vaticano, Francisco realizou uma missa ao ar livre no mausoléu do líder da libertação do Sudão do Sul, John Garang, morto em 2005. Segundo o Vaticano, 100 mil pessoas compareceram à cerimônia em Juba.

Na capital do país africano, o papa de 86 anos realizou a homilia em torno dos temas que dominaram sua viagem à mais nova nação do mundo —reconciliação e perdão. A multidão recebeu Francisco com cantos e o som de tambores e interrompeu a cerimônia diversas vezes com aplausos e gritos.

O Sudão do Sul, predominantemente cristão, separou-se do Sudão, de tradição muçulmana, em 2010. Anos depois, porém, mergulhou em uma guerra civil entre apoiadores de dois líderes de facções rivais, Salva Kiir e Riek Machar, que matou cerca de 400 mil pessoas. Apesar de um acordo de paz de 2018 entre os dois principais antagonistas, os combates continuam a matar e deslocar civis.

A ONU e a comunidade internacional acusam os líderes do Sudão do Sul de alimentar a violência, sufocar liberdades políticas e desviar dinheiro público. Os exércitos pessoais de Kiir e Machar também são acusados de crimes de guerra.

Em 2019, em um gesto marcante do seu papado, Francisco se ajoelhou para beijar os pés dos dois líderes em guerra do país durante uma reunião no Vaticano. “Como um irmão, peço que vocês mantenham a paz”, disse o pontífice à época.

Kiir, hoje presidente, relembrou o episódio num discurso após a chegada de Francisco à capital, na sexta (3). “Aquele raro gesto de humildade não foi em vão”, disse, afirmando que iria retomar o diálogo com grupos armados que não assinaram o cessar-fogo.

A viagem do papa havia sido adiada repetidas vezes devido à instabilidade da região. Na véspera de sua chegada, uma área rural do estado em que está a capital foi palco de um massacre. Neste domingo, um soldado das forças da ONU morreu na República Democrática do Congo após um helicóptero da Monusco ser atacado.

Justin Welby, arcebispo de Canterbury e líder da Igreja Anglicana, e Iain Greenshields, moderador da Igreja da Escócia, acompanharam o papa no Sudão do Sul. A união entre os três líderes religiosos, inédita no exterior, representa as três fés mais influentes no país. Os três deixaram Juba no mesmo voo e pousaram em Roma no fim da tarde de domingo.

No voo, Francisco anunciou uma possível futura viagem, afirmando que espera ir à Mongólia em setembro, no que seria a primeira visita de um papa ao país asiático. A nação de 3 milhões de habitantes tem só 1.500 católicos estimados, mas é alvo de atenção do Vaticano por fazer fronteira com a China —recentemente a igreja nomeou seu primeiro arcebispo para o local, o italiano Giorgio Marengo.

O religioso ainda afirmou que deve ir a Portugal em agosto e que espera visitar a Índia em 2024.

Imagem: Vatican Media.

– Hora das frutas.

🇧🇷 Figo, maçã, morango, pitaya e uva. São as deliciosas frutas que temos para hoje!
Saudáveis e gostosas, as crianças amam.
Coma fruta, o corpo agradece.
🇺🇸 Fig, apple, strawberry, pitaya and grape. These are the delicious fruits we have for today!
Healthy and delicious, kids love it.
Eat fruit, the body will thank you.

– Assim não, Abel Ferreira…

Respeito o trabalho e as conquistas do treinador palmeirense Abel Ferreira, mas algumas coisas precisam ser ditas, após sua entrevista coletiva de sábado (Palmeiras 3×1 Santos).

Muito se repercutiu a fala dele de que: “Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos”. Ao mesmo tempo que soa um pouco demagoga, mas que agrada a muitos, ela veio acompanhada de outra coisa que não se debateu:

“Na área técnica é o que for preciso para ganhar.”

Isso me chamou a atenção. Para quem está sendo constantemente advertido com o Cartão Amarelo e recebido Cartões Vermelhos pelo seu exagero, tal frase não é adequada, nem demonstra mudança de comportamento. Não pode ser “o que for preciso”, pois isso implica descumprir as regras, faltar com respeito e atrapalhar a arbitragem,.

Abel tem realmente feito “o que for preciso”?

Sim. Cansa ver a todo jogo suas caras e bocas de braveza, a desaprovação com os erros de arbitragem contrários (e quando a favor, silêncio total) e até o desnecessário chute no microfone. Se Abel Ferreira estivesse na Premier League, DUVIDO que estaria agindo assim. Ou seria expulso toda rodada, ou o seu clube já o tinha chamado a atenção. Como aqui no Brasil ele está vencendo, faz-se vista grossa a ele.

Evidentemente, por tais motivos, surgem aqueles que extrapolam nas críticas, como ocorrido na se semana passada. Não se persiga Abel (árbitros, jornalistas e torcedores), mas não se passe a mão para suas atitudes de arrogância ou exagero.

A frase completa, abaixo:

“Querem ver meus defeitos, tenho alguns. Na área técnica é o que for preciso para ganhar. Sou competitivo de natureza. Uns gostam da minha forma de ser, outros não. Não estou aqui para agradar ninguém, estou aqui para ganhar. Não vim para o Brasil para fazer amigos. Quando estou a competir é para ganhar. Essa é a minha forma de esporte. Eu aqui sou um boneco, mostro o que eu quero. O que realmente me interessa é o que os meus jogadores e minha família pensam… “

Em tempo: a CBF detestou o ocorrido na Supercopa, e o presidente da Comissão de Arbitragem já disse que tais chiliques serão intoleráveis no Brasileirão: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/

Foto: Cesar Greco / Palmeiras

– Meio limpo, meio nublado.

E o céu dessa segunda-feira esteve assim: dividido!

Não importa a paisagem, importa que consigamos vencer as batalhas de hoje.

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– Vem vindo chuva.

Neca de sol. Eis que a garoa começou e a chuva vai abrir a semana.

Mesmo assim, que seja uma produtiva “segundona”!

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– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Bom dia, 2ª feira (4 de 4).

🌅 5h – Desperte, Bragança Paulista, bem bonita.

Que a segunda-feira possa valer a pena.

(E há de valer, bem como toda a semanacreiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 2ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: rosas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running