Depois de ver as ofensas recebidas pelo Rogério Ceni por torcedores no Mato Grosso, lembrei-me de que havia publicado um dia: “jogador ídolo não deve ser técnico“.
Veja que curioso esse texto (escrito há 10 anos), extraído de: https://professorrafaelporcari.com/2012/10/24/idolo-nao-deve-ser-treinador/
ÍDOLO NÃO DEVE SER TREINADOR
Sempre tive a seguinte convicção: jogador brasileiro que é ídolo em seu clube não deve se aventurar como treinador. Na Europa, é diferente pela cultura. Aqui, se o técnico não ganha, torcedores nem se importam com o passado de glórias.
Recentemente tivemos alguns exemplos: Fernandão e Paulo Roberto Falcão foram vaiados no Internacional. Bobô, nome maior do Bahia, também foi ofendido quando esteve no comando do Tricolor Baiano. Leão no Palmeiras também serve de exemplo.
Será que Rogério Ceni ou Marcos, caso quisessem ser treinadores no São Paulo ou Palmeiras, seriam exceções? Penso que não.
Bem faz Zico, que fez uma carreira fora do Brasil e nem cogita dirigir o Flamengo.
Imagem extraída da Revista Placar na Web (quem souber a autoria, favor informar para crédito).

