– Ufa!

Dia 143 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4

Cansado, hoje.

Até amanhã. 

– Snoopy à Moda Antiga.

Viajando na blogosfera, encontrei esse artigo (original da Folha de São Paulo) com uma entrevista da viúva do criador do Snoopy, Charles Schulz, a respeito do desenhista do cãozinho famoso ser avesso à tecnologia.

Para quem gosta de quadrinhos como eu, compartilho:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u588379.shtml

PAI DO SNOOPY FAZIA TUDO À MODA ANTIGA

Snoopy, Charlie Brown e companhia passaram por uma longa jornada juntos e hoje, aos 60 anos de idade, têm suas histórias à venda até no iTunes. Caminho inimaginável para seu criador, o americano Charles Schulz (1922-2000).

Estreou em outubro de 1950 as tirinhas “Peanuts” em sete jornais. Hoje, elas são publicadas em 75 países, lidas por 330 milhões de leitores e ganham de aniversário uma exposição e um musical.

“Um mundo em que você pode ter Charlie Brown dançando no seu celular seria incompreensível para ele, que não teve nem computador”, diz a viúva de Schulz, Jeannie, 70, em entrevista à Folha.

Essa realidade fica ainda mais distante quando se pensa que era um homem que “fazia tudo à moda antiga”, completa Jeannie. Todos os dias, ia para o estúdio das 9h às 16h e trabalhava no mesmo lugar.

Lá, traçava à mão cada linha –ele próprio desenhou as tiras até morrer de complicações de um câncer de cólon, um dia antes de sua última tira dominical ser publicada.

A turma de Charlie Brown teve início um pouco antes de 1950, quando o cartunista, conhecido como Sparky, tentava emplacar sua carreira com as tiras dos Coleguinhas (“Li’l Folks”, em inglês). Foi quando vendeu a tira para a United Feature Syndicate, que a rebatizou para “Peanuts”, um título de que ele nunca gostou muito.

Schulz raramente refazia uma linha. Desenhava primeiro um rascunho leve que mal se via (às vezes, nem tinha de ser apagado depois).”Parecia que as ideias saíam de sua cabeça, passavam pelo braço e chegavam à mão e ao lápis. Para desenhar uma emoção, precisava senti-la. Então, esperava sentir a tristeza de Linus quando perdia seu cobertor, por exemplo”, conta.

A velocidade com que o cartunista desenhava era outra característica que impressionava Jeannie, casada com o artista desde 1973. “Ficou mais rápido conforme os personagens evoluíam. As tiras dos anos 50 eram mais detalhadas do que as dos anos 90. Acho que os personagens passaram a significar algo por si e não precisavam mais do cenário.”

Exposição no Brasil

Não raro, Schulz se valia de seus personagens para expressar suas emoções e fatos de sua vida. O próprio Snoopy foi inspirado num cão que teve quando criança.

“Acho que era um tanto exaustivo emocionalmente, mas era o que as fazia autobiográficas. Cada personagem era um pedaço seu.”

Hoje, Jeannie trabalha no Museu Charles M. Schulz, em Santa Rosa, Califórnia, que como parte das comemorações dos 60 anos, enviará ao Brasil cópias de tiras históricas que serão expostas em lugares ainda não definidos (provavelmente em shoppings).

“Preparamos uma aula de história para falar das origens das tiras, da importância das HQs e de como Schulz era um artesão que sabia deixar interessante uma tira em que, na verdade, não acontecia nada.”

Quadro | Poster | Placa Decorativa Snoopy e Charlie Brown

Imagem extraída de: https://www.superquadros.com/animes-e-desenhos/snoopy-e-charlie-brown

– Meus 6 dias na cadeia.

Eu vivi nesses últimos dias uma experiência bem diferente: lecionei na Penitenciária de Bragança Paulista (seis manhãs) a um grupo de 20 reeducandos. A temática: “Seja a mudança de sua vida”, falando de ações empreendedoras em busca de recomeços!

Essas aulas foram pelo Sebrae em parceira com a FUNDAP, organizadas pela IBS Americas. E me impressionei com a excelente proposta pedagógica oferecida a mim, bem como a qualidade do material sugerido, escolhido “a dedo” para o trabalho.

Como a maioria dos brasileiros, eu nunca tinha estado numa cadeia. E a sensação não foi de medo, mas de tristeza. Explico: ali é um Centro de Ressocialização, e meus alunos foram os considerados “quase-prontos” para voltar à sociedade, com tempo de pena quase cumprido à totalidade. Todos estavam lá por bom comportamento.

Fui orientado a ir com camisas que não fossem das cores: amarelo, branco e cáqui, por motivo de serem as cores padrões das roupas de quem está vivendo o cárcere. Me pediram para tomar cuidado com o vocabulário: palavras como executar, pena, morte e várias outras deveriam ser evitadas, pois poderiam remeter a lembrança de crimes cometidos. Vestuário mais simples, sem relógio, corrente ou qualquer outro metal. Celular ou outro equipamento que seja de comunicação, nem pensar. Na mão, apenas as folhas das aulas.E para adentrar à instituição, passei pela revista e pelo detector de metais.

Todos esses cuidados são necessários, embora ali fosse uma penitenciária de segurança mínima. São regras e devemos cumprir.

Quando chegou a hora de sair da recepção à sala de aula, fui encaminhado para entrar na área dos detentos. Meu Deus… que sensação horrível! As celas são escuras, com camas em L em 3 andares, entre corredores estreitos. Deve ser sofrível dormir naquele lugar pequeno e coletivo. E ficar o dia inteiro por lá? Ver as pessoas lá dentro foi um choque, confesso que me senti mal. 

Cheguei à sala de aula e ali estavam 20 pessoas me esperando. Um reeducando-monitor (com faculdade e pós-graduação, empresário e extremamente esclarecido cidadão) me orientava sobre as regras. É uma função especial dentro das cadeias, onde os presos têm respeito inconteste com ele.

Lá encontrei: professor, garçom, apicultor, vereador, peão de boiadeiro, empresário, pedreiro, serralheiro e farmacêutico, das profissões que me lembro. A idade era de 20 a 60 anos. E ao vê-los, é impossível saber por qual crime estão pagando (e nem tive a curiosidade de perguntar, minha função era ajudá-los a recomeçar, e não falar sobre o que fizeram de errado, mas sim do que farão certo).

Olhos brilhando, sedentos de vontade de conversar, com histórias das mais diversas. Sonhadores, esperançosos e curiosos. Não tem como negar: fiquei impressionado em várias momentos. Por exemplo: um proprietário de Buffet me mostrou as cartas da família que recebia, com mensagens da neta. Conversando visivelmente emocionado sobre um determinado assunto que abordei (relacionei eles com os exemplos necessários de lisura e confiança), o Sr J. virou para mim com os olhos marejados e me disse: “Eu errei, foi uma só vez, e nunca mais farei nada parecido com esse erro”. Outro, o pintor F, me contou sobre a luta da esposa para visitá-lo, pois havia um custo de R$ 500,00 para cada viagem que ela fazia, e isso o entristecia demais. Um terceiro, o P, estava preocupado (e trabalhei bastante essa questão com ele) sobre o preconceito que teriam com ele fora do sistema carcerário.

Não é “Síndrome de Estocolmo”, nem paixão por bandido. É sentimento de que ali estão seres humanos que erraram, tornaram-se bandidos por uma oportunidade e estão arrependidos. São gente como a gente, e estão pagando por seus crimes. E querem conversar sobre tudo. Um deles não sabia o que era Pop-it (aquelas borrachas que imitam os plásticos bolhas). Outro não acreditava que o preço do gás estava acima de R$ 100,00! Ainda outro “rachou o bico de rir” ao saber que havia sido lançado um McPicanha que não tinha picanha, e ninguém foi preso como eles (brincadeira deles próprios). E por aí vai.

Durante as aulas, um respeito máximo. Todos querendo aprender e futuramente empreender. E algo bem curioso: você entra cheio de preconceitos no primeiro dia, imaginando algemas, rostos carrancudos, detentos com olhar duvidoso, e não tem nada disso! Nessa unidade (um centro de ressocialização) a coisa fluiu muito bem.

Lembro: eu sei que não dei aula para “santinhos injustamente trancafiados”, mas sei também que são pessoas pagando pelos erros e que todos nós merecemos uma segunda chance. Mostrar a eles que os equívocos devem ser esquecidos enquanto punitivos (mas lembrados como algo a ser evitado) e que vale a pena a vida honesta, de trabalho e com liberdade plena, foi algo muito confortante. Uma experiência que me faz entender o que Jesus Cristo quer falar em “ser caridoso” quando nos ensina a cuidar dos encarcerados, dizendo “estive preso e vieste me visitar”. Não deve ser nada fácil a rotina de quem cuida deles…

Por fim: junto a um dos reeducandos que não era eu aluno, quando terminei o último dia, ao me despedir, vi a luz do dia raiando na porta de saída (lá dentro não tem janelas, só são paredes e ventilação pelos furos de tijolos baianos, tornando o local escuro – e quando eu vi um “clarão de sol” na hora de ir embora, a sensação foi ótima), perguntei a ele se faltava muito tempo para sair do sistema penitenciário, e ele abriu um sorriso e respondeu: “Sim, só falta cumprir mais dois anos”!

Estar 4 horas diárias por 6 dias foi um período longo na cadeia, mesmo como visitante, pelo sistema em si. Imagine ficar “só” mais dois anos…

Torço para que as pessoas prejudicadas por esses detentos estejam gozando de plena tranquilidade e tenham reconstruído a vida. E para os próprios presidiários, desejo que quando eles saiam de lá, possam mostrar que são homens melhores para um mundo que lhes dê uma segunda chance!

Foto: Adécio Piran, divulgação de: https://www.folhadoprogresso.com.br/santarem-detento-e-encontrado-morto-em-penitenciaria/

– Feliz Dia da Vovó e do Vovô: Sant’Anna e São Joaquim!

Hoje é dia dos Avós!

Tal data é celebrada neste dia, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, avós de Jesus Cristo (pais da Virgem Maria).

Você já deu um abraço em seus avós hoje?

Atenção: o que vale não é o presente, e sim o afeto.

Parabéns aos vovôs e vovós! E rezemos por eles, abaixo:

ORAÇÃO PELOS AVÓS

Ó DEUS eterno e todo-poderoso, em vós vivemos, nos movemos e somos. Nós vos louvamos e bendizemos por terdes dado a estes vossos filhos e filhas, nossos queridos vovôs e nossas queridas vovós, uma vida longa com perseverança na fé e em boas obras.

Concedei que eles, confortados pelo carinho dos filhos, netos e amigos, se alegrem na saúde e não se deixem abater na doença, a fim de que, revigorados com a vossa bênção, consagrem o tempo da idade madura ao vosso louvor, seguindo os exemplos de São Joaquim e de Santa Ana, que na fidelidade à Palavra de Deus, cumpriu sempre a vontade de servir e de amar a todos. Por Cristo, nosso Senhor.

– Frutas sempre nos dão energia!

🇺🇸Time for the delicious Fruit Salad of the day!
We have: plum, peach, strawberry, grape, guava and fig.
Health always comes first!

🇧🇷 Hora da deliciosa Salada de Frutas do dia!
Temos: ameixa, pêssego, morango, uva, goiaba e figo.
A saúde sempre vem em primeiro lugar!

– Quem é o melhor treinador de futebol do Brasileirão 2022 até agora?

Abel Ferreira é “incaível” até agora no Palmeiras.

Rogério Ceni tem tirado “leite de pedra” no São Paulo.

Vítor Pereira faz “milagre” com o Corinthians endividado.

Neste Campeonato Brasileiro 2022, quem (desses 3) tem que ser ainda mais aplaudido do que já está sendo?

Os comportamentos de Corinthians, Palmeiras e São Paulo no mercado da bola | 90min

Imagem extraída de: https://www.90min.com/pt-BR/posts/2825596-os-comportamentos-de-corinthians-palmeiras-e-sao-paulo-no-mercado-da-bola

 

– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– Paz.

O lago do Taboão e sua beleza, logo pela manhã: que maravilha!

Olhar para a água sempre traz paz

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– O sol que nos ilumina:

A manhã de 3ª feira estava incrível! Veja só o brilho do sol, neste clique das 7h.

Viva a natureza e a sua beleza!

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– Contágio social: somos um “bando de Maria vai com as outras”?

Por Diogo Sponchiato – Principal evento de neurociência do país, o Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções reuniu no frio de Gramado (RS) mais de…

Continua em: Contágio social: somos um “bando de Maria vai com as outras”?

– Bom dia, 3ª feira (4 de 4).

🌅 06h – Desperte, Bragança Paulista, tão bonita.

Que a terça-feira possa valer a pena.

(E há de valer – creiamos nisso).

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– Bom dia, 3ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantinhas.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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