– Ufa!

Dia 125 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Borocoxô. Até amanhã.

Até amanhã.

– Duvido que Mbappé está brigado com Neymar!

Considere que estamos na época de especulações na Europa (e os tabloides precisam de notícias),

Considere que Neymar, goste dele ou não, rende manchete,

Considere que Mbappé está ganhando o maior salário do mundo e não precisa esquentar a cabeça com vaidades; assim…

Que raios Mbappé iria até o Sheik pedir a demissão do Menino Ney?

Neymar pode até sair do PSG, mas não por isso.

Aliás: cada notícia estranha sai nessa época de transferências, não?

imagem extraída do Uol. 

– Educar é Contar Histórias!

Cláudio de Moura e Castro, na sua coluna semanal em “Veja” – (pg 30, ed 10 de junho de 2009), trouxe um texto que talvez seja a essência da educação de hoje: Educar é contar histórias. Um artigo inteligente, que nos faz pensar: como professores, cativamos nossos alunos com nossa performance? Como alunos, sentimo-nos atraídos pelas narrativas e contos dos nossos mestres, a fim de aprendermos algo?

“Bons professores eletrizam seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar”

Abaixo, o ótimo trabalho de Cláudio de Moura Castro:

EDUCAR É CONTAR HISTÓRIAS

De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus faz apenas “pedagogia de astronauta”. Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.

Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.

Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares, 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J.K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos “pedagogos astronautas” e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J.K. Row-ling. Eles é que sabem.

Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: “Seja X a largura de um retângulo…”. De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: “Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?”. Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano “grosso” flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais analogias podem ser abandonadas.

É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor “construir sua própria aula”, em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J.K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado. Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: “O bom artista copia, o grande artista rouba ideias”. Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se “colando” dos melhores materiais disponíveis ele conseguir fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerá todos os aplausos.

Claudio de Moura Castro é economista claudio&moura&castro@cmcastro.com.br

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Os limites da exigência profissional no seu momento de descanso

No discurso, é possível. Na prática, nem sempre: falamos da separação de trabalho e descanso no dia-a-dia!

Já trabalhei como empregado e como empregador (e como ambos simultaneamente) de segunda a segunda. Sempre me atentei a separar o profissional com o pessoal. É difícil obter êxito nesta missão…

Muitas vezes, quando eu falhava nesta distinção, eu pensei até que estava sofrendo de Síndrome de Burnout; noutros momentos, um misto de Depressão e Ansiedade. Afinal, eu não estava conseguindo me desligar dos afazeres e/ou estava impedido de ser desligado. Mas eu gosto muito de trabalhar, sou workaholic! Entretanto, saber ter limites (“meus limites” quando estou no comando ou “dar limites” aos meus comandados e comandantes) é importantíssimo para a saúde laboral e pessoal. Caso contrário, você ocupa o tempo de lazer, do repouso e do convívio com seus familiares para a continuação de serviços aos quais você deveria fazer na sua empresa, nos dias contratados / úteis de trabalho.

Continuar um compromisso fora do ambiente de trabalho, quando não é uma excepcionalidade / emergência, não ajuda a relação de ninguém. Estressa-se com a chefia, enerva-se o cônjuge e desgasta o corpo e a mente.

Tive a oportunidade de trabalhar em uma Instituição de Ensino Superior (nem a relato em meu curriculum, pois foi por pouco tempo), onde, durante a aula e eu estando em classe lecionando, a chefia mandava mensagens de WhatsApp e esperava respostas antes do intervalo – e de situações que poderiam ser depois do término, pois a atenção naquele momento era para os alunos. Ou o professor deve ficar na rede social e/ou nos comunicadores de mensagens on-line durante suas explanações?

O ideal, quando se é necessário algo assim aos finais de semana, o padrão:

“Estou enviando essa mensagem hoje, para na 2a feira discutirmos blá-blá-blá. Quem tiver sugestão e tempo, aproveite e vá pensando. Bom descanso!”

IMPORTANTE: fazer isso e esperar uma resposta no sábado ou domingo (ou dar a entender), não é legal.

Um interessante estudo da Universidade de Illinois mostra como é importante “combinar” bem essa situação. Abaixo:

(Extraído de: https://valor.globo.com/carreira/noticia/2020/07/03/limitar-a-comunicacao-on-line-com-chefes-apos-o-expediente-reduz-o-estresse.ghtml)

LIMITAR A COMUNICAÇÃO ON-LINE COM CHEFES APÓS O EXPEDIENTE REDUZ O ESTRESSE

Pesquisa da Universidade de Illinois investiga impacto das mensagens e pedidos fora do horário de trabalho

Por Barbara Bigarelli

Em um cenário com tecnologia disponível e profissionais conectados o tempo todo, aqueles capazes de estabelecer limites bem definidos entre vida pessoal e trabalho lidam melhor com o estresse ocupacional e efeitos negativos decorrentes, como a insônia. Essa é a conclusão de um estudo recente, realizado por pesquisadores da área de estresse ocupacional e bem-estar da Universidade de Illinois. A análise parte da noção de que os celulares e as novas tecnologias, ao permitir o trabalho onipresente, embaralham o tempo dedicado à vida pessoal. A conveniência tecnológica gera em muitos casos sobrecarga psicológica, aumentando o estresse e atacando a saúde mental.

“Essas tecnologias são tão onipresentes quanto convenientes, mas podem levar pessoas a pensarem que seus funcionários estão sempre disponíveis. Mas essa intromissão além do expediente, adentrando o tempo pessoal, é muito danosa à saúde e nossa pesquisa mostra que derrubar totalmente a fronteira, estando disponível sempre que necessário, eleva o estresse causado pelo trabalho”, diz YoungAh Park, professora de Illinois.

No estudo, os pesquisadores analisaram a rotina de 546 professores em tempo integral para medir as consequências de uma intromissão fora do horário de trabalho, por meio de alguma plataforma ou tecnologia, por cinco semanas consecutivas. Avaliaram se eles foram contatados principalmente fora do expediente normal e se era esperado deles responderem à mensagens e e-mails imediatamente. Os resultados indicam que aqueles que utilizaram técnicas para manter um limite de acesso a eles, como manter as notificações dos emails desligadas ou mesmo os celulares, relataram uma menor intromissão ao longo da semana. E, principalmente, que esse “controle” dos limites era um mecanismo importante para avisar o ‘outro lado’: sejam diretores das escolas, os chefes, ou os pais, os clientes, de que aquele momento não deveria ser usado para o trabalho. Ao ficar claro para todos os lados, o estresse dos professores semanal diminuiu.

Ficou claro aos pesquisadores também, através das evidências coletadas que o apoio de um gestor que zela pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e que permite aos funcionários criar soluções para estabelecer as fronteiras, é fundamental, avalia YoungAh. Também é necessário que a outra ponta do negócio respeite esses limites. Neste caso, o estudo recomenda que as escolas, por exemplo, estabeleçam regras para quando e com qual frequência a comunicação entre professor e pais deveria ocorrer.

Os pesquisadores escolheram estudar a rotina de professores por entender que a profissão consegue separar mais claramente o que é tarefa profissional de pessoal – e, assim, seria possível medir o impacto da intromissão tecnológica. “Embora essa descoberta seja específica dos professores, esse é um desafio a todos que permanecem conectados ao trabalho após o horário regular”, diz a pesquisadora.

Uma pesquisa no início do ano, realizada pela consultoria Randstad em 34 países, indicou que responder e-mails o tempo todo é uma prática entre os brasileiros. Segundo o estudo, 59% dos brasileiros entrevistados afirmam que seus empregadores esperam que eles estejam disponíveis fora do expediente e 62% respondem imediatamente a solicitações de trabalho, e-mails ou mensagens de texto quando não precisaria estar trabalhando.

Em entrevista recente ao Valor, Erin Kelly, professora de trabalho e organizações do MIT na Sloan School of Management, chamou atenção para a sobrecarga dos profissionais durante a pandemia e que seria importante as empresas terem políticas mais flexíveis e, principalmente, em prol do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

Portal Contábil SC

Imagem extraída da Web, link acima.

– Quem deveria ser demitido “de verdade” no Santos?

Nos últimos 18 meses, o Santos FC demitiu 4 treinadores. Não há trabalho que vingue…

Em que pese os problemas no elenco e as contas sem dinheiro, cá entre nós: a culpa não é do treinador… (embora Fabian Bustos não me agradava).

Quem vem agora? Se tivesse dinheiro, o Peixe poderia tentar novamente Sampaoli, que está desempregado.

LANCE! Espresso: Para reencontrar o rumo da carreira, Sampaoli precisa  aprender a ser um líder | LANCE!

Imagem extraída de: Ivan Storti, Santos, de: https://www.lance.com.br/santos/lance-espresso-para-reencontrar-rumo-carreira-sampaoli-precisa-aprender-ser-lider.html

– Publicações descuidadas nas redes sociais implicam em problemas profissionais e pessoais!

Cada vez mais as Redes Sociais podem trazer constrangimentos, saias-justas ou problemas diversos de quem não toma cuidado com elas.

Quer exemplos?

Dias atrás, a grande impressa publicou que o INSS cortou o benefício para uma pessoa afastada do trabalho por se sentir depressiva. Peritos entraram no Facebook dela e encontraram fotos de confraternizações, passeios e legendas como “não me agüento de tanta felicidade. Sendo assim, perceberam que a depressão não era mais um problema (ou nunca tinha sido).

Para a contratação de funcionários, além da obviedade do LinkedIn, selecionadores acabam por “fuçar” a vida do candidato em outros canais. Publicações em situações constrangedoras, fotos marcadas com imagens que demonstram bebedeiras, retuítes de mensagens de apologia a causas polêmicasTudo isso é levado em conta na hora da contratação. 

E o que dizer de bate-papos abertos e descuidados? Dias desses presenciei uma pessoa fazendo publicidade de seu negócio e nos comentários a cobrança de alguém: que bom que te encontrei nessa comunidade, você não atende minhas ligações, pague o que me deve pois preciso receber essa dívida“.

Talvez a mais complicada das publicações são as de ostentação! Claro, ninguém tem o direito de criticar o que o outro tem, mas o exibicionismo e a vaidade tornam-se perigosos em dias de tamanha insegurança.

E os desabafos? E as brigas de casais? E as alfinetadas em quem não se gosta?

Instagram, Twitter, Facebook… Tudo isso é muito legal, desde que use com parcimônia e no devido limite de tempo. 

Aliás, perceberam quanto tempo a gente gasta nelas? De maneira produtiva/construtiva, de entretenimento ou desperdiçada?

Vale a reflexão.

Resultado de imagem para Redes Sociais

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Shinzo Abe: vítima de um maluco…

Nesses tempos de intolerância, assusta ver o que acontece mundo afora.

O ex-primeiro ministro japonês Shinzo Abe, após discurso com um candidato que apoiava, foi baleado no coração por um atirador que estava no local.

O que ele fez para merecer isso?

Meu Deus…

Sobre o ocorrido e a captura do criminoso, aqui: https://noticias.r7.com/internacional/ex-primeiro-ministro-japones-shinzo-abe-morre-apos-ser-baleado-durante-discurso-08072022

Ex-primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, durante visita à Japan House no Rio de Janeiro — Foto: Bruno Kelly/REUTERS

Foto extraída de: Bruno Kelly/REUTERS

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Manthiqueira x Paulista:

A FPF divulgou um trio de série A2 para o confronto entre Academia Desportiva Manthiqueira x Paulista Futebol Clube:

Árbitro: Danilo da Silva
Árbitro Assistente 1: Leonardo Augusto Villa
Árbitro Assistente 2: Leandro Fernandes Rodrigues
Quarto Árbitro: Willer Fulgêncio Santos
Analista de Video: Edvânio Ferreira Duarte

Danilo apitou bem Desportivo Brasil x Paulista em 2020, também foi legal em Tupã x Paulista, em 2019 (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2iz), e no mesmo ano, fazia uma ótima partida no jogo contra o Independente de Limeira, até se perder tecnicamente (veja aqui: https://wp.me/p55Mu0-2lc).

Ele é um árbitro que tem apitado A2 (assim como os bandeiras). Não gosta de reclamações e tenta o “Estilo Vuaden”, de deixar o jogo rolar. Na A1, ele e seus assistentes trabalharam como VAR e AVAR, respectivamente.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Manthiqueira x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– O árbitro Igor Benevenuto e a sua corajosa declaração de que é gay.

Assim como as pessoas cobravam uma “saída do armário” ou especulavam sobre a sexualidade de Richarlyson (algo íntimo, que só interessa a ele), mas que muitos já sabiam que não era heterossexual (e isso é questão particular dele), igualmente aconteceu a Igor Benevenuto: no mundo do apito, sabia-se do que agora ele revela publicamente.

Há muitos árbitros gays no Brasil (existiram outros tantos no passado) e igualmente às mulheres: sejam elas atuantes em campo ou dirigentes (e não importa quem sejam, se são homo, bi, trans: é questão de foro íntimo).

Talvez, por ter entrado no quadro de Árbitros de Vídeo da FIFA, isso possa lhe ajudar. Afinal, estar na cabine não permite contato com o torcedor ou com o jogador, o que é diferente com o Árbitro de Campo.

Há outros que assumiram: veja o rapaz de Lins, Max Sousa, casado com o prefeito da cidade: a carreira dele, porém, parece não ter deslanchado: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/06/26/a-aceitacao-de-um-arbitro-assumidamente-gay-no-futebol-brasileiro-masculino-o-caso-max-sousa/

Boa sorte ao Igor. Liberta-se de um fardo! Mas, claro, isso não o fará melhor ou pior árbitro, e sim um cidadão mais livre. Não deve ser fácil tal decisão. 

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/noticia/2022/07/08/igor-benevenuto-e-o-primeiro-arbitro-fifa-a-se-declarar-gay-sem-filtro-e-finalmente-eu-mesmo.ghtml

IGOR BENEVENUTO É O PRIMEIRO FIFA A SE DECLARAR GAY: “SEM FILTRO E FINALMENTE EU MESMO”

Por Redação GE:

Em entrevista ao podcast “Nos Armários dos Vestiários”, juiz mineiro de 41 anos manifesta publicamente a orientação sexual; leia o depoimento dele à repórter Joanna de Assis

O árbitro Igor Benevenuto se declarou homossexual em entrevista ao podcast do ge “Nos Armários dos Vestiários”, uma série jornalística que detalha a homofobia e o machismo no futebol brasileiro. O mineiro, de 41 anos, é o primeiro juiz do quadro da Fifa a manifestar a homossexualidade publicamente.

Abaixo, você ouve a entrevista completa e lê o depoimento de Igor Benevenuto à repórter Joanna de Assis. Para ouvir outros episódios do podcast, basta clicar aqui. O árbitro também será tema de uma reportagem especial no Esporte Espetacular deste domingo.

Leia o depoimento de Igor Benevenuto:

“O futebol é um esporte que eu cresci odiando profundamente. Não suportava o ambiente, o machismo e o preconceito disfarçado de piada. Para sobreviver na rodinha de moleques que viviam no terrão jogando bola, montei um personagem, uma versão engessada de mim. Futebol era coisa de ‘homem’, e desde cedo eu já sabia que era gay. Não havia lugar mais perfeito para esconder a minha sexualidade. Mas jogar não era uma opção duradoura, então fui para o único caminho possível: me tornei árbitro.

Tenho 41 anos, 23 deles dedicados ao apito. Até hoje, nunca havia sido eu de verdade. Os gays costumam não ser eles mesmos. Limitando nossas atitudes para não desapontar a expectativa do mundo hétero. Passei minha vida sacrificando o que sou para me proteger da violência física e emocional da homofobia. E fui parar em um dos espaços mais hostis para um homossexual. Era por saber disso que eu odiava o futebol.

Durante um bom tempo, precisei participar dos rachões de rua porque fazia parte do teste de pertencimento de quase todo moleque da minha época. Para ter amigos, eu precisava ser hétero, e para ser hétero era obrigatório ser esse cara do futebol. Então, me escalava e interpretava meu papel. Família e amigos me carregavam para o estádio em todas as oportunidades. Era uma tortura, mas ia a jogos do Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG… Vestia todas as camisas e, ao mesmo tempo, não vestia nenhuma. Não havia nenhum significado nisso. Em casa, o povo é dividido, cada um torce para um clube, e só eu não tinha esse tipo de amor. Vivia isolado, um moleque triste, com um buraco no coração.

Eu namorei meninas, tentei enganar meus instintos. A religião era muito presente na minha família, e por isso cresci dentro da igreja. E lá está registrado nas escrituras da Bíblia: homem que se deitar com outro homem é pecador. Uma imposição para que sejamos héteros. Na minha igreja até existia o debate, um interesse em entender o universo LGBTQIA+, mas ainda assim ser o que eu sou é considerado errado e, sendo errado, haverá punições divinas.

A Bíblia só deixa duas opções: casamento heterossexual ou uma vida celibatária. Tudo que seja diferente disso é abominável. Por um tempo, acreditei que havia algo de muito errado comigo, porque, apesar de respeitar a igreja, essa doutrina falhava miseravelmente com o que eu sentia. Eu continuei igual, só que sem o direito de me expressar. Um Igor cheio de camadas.

A Copa do Mundo de 1994 foi um estalo para mim. Foi o primeiro campeonato que parei para assistir, por obrigação, é claro. Brasil x Rússia, estreia do Brasil. Olhei a televisão e me interessei imediatamente e exclusivamente pela figura diferente que estava em campo: o árbitro. Foi justamente naquele ano que a Fifa aprovou a mudança dos uniformes dos juízes para o Mundial dos Estados Unidos. O preto deu lugar a cores vibrantes — camisas prateadas, amarelas e rosa. Fiquei enfeitiçado pelo combo — as cores e o cara que controlava tudo. No dia seguinte, na pelada com os meninos, avisei que não iria mais jogar. Queria comandar a partida, e foi assim que comecei a apitar e ressignificar minha relação com o futebol.

Meu primeiro apito veio de brinde em uma caixinha de maria-mole. Quem tem mais de 40 anos e gosta desse doce vai lembrar! Para conseguir cartões, tive de ser criativo e trabalhar com o que eu tinha em casa. Extraí retângulos perfeitos das embalagens de catchup e mostarda abandonadas na geladeira.

Eu queria uma camisa de árbitro de futebol, daquelas chamativas da Copa, mas na época era apenas um adolescente sem emprego de uma família simples e periférica, que não tinha a menor condição de bancar um mimo desse. Eu ficava maluco, queria a camisa, um apito e os cartões oficiais, que vinham em uma caderneta de couro preta. Eu ia todo santo dia a uma loja de esportes na minha cidade para paquerar esse kit pela vitrine. Vendi picolés de fruta e muito papelão para conseguir comprar aquele trio de glória.

O primeiro apito de verdade eu ganhei de um vizinho. Eu ficava apitando o dia inteiro, o que irritou a minha tia. Ela o lançou longe, caiu na cisterna. Fiquei desesperado, procurei por dias meu apito, sem sucesso. Esvaziei a caixa d’água mil vezes, e nada. Um ano depois, ele apareceu e, claro, já não dava mais para usar — a bolinha de cortiça que forma o som não prestava mais.

No primeiro dia que apitei para os moleques ninguém questionou muito porque não tinha vaga nos times. Com tudo completo, eu poderia ser aquele personagem a mais para mandar no jogo, que era o que realmente queria. Só que os dias foram passando e, quando sobrava espaço em uma das equipes, eu batia o pé para seguir apitando. E aí virou piada. Começaram a me chamar de “Margarida”. Eu ficava revoltado, ameaçava não voltar mais, xingava de volta, mas eles seguiam com a provocação.

O Margarida era um árbitro famoso da década de 1980 e 1990, gay assumido e performático. Para os moleques, essa era a forma de me atingir. Ser comparado a ele, ser chamado de gay era uma ofensa e eu não poderia levar numa boa, afinal interpretava meu papel hétero, em um ambiente hétero, rodeado de héteros.

Não demorou muito e resolvi ir para uma escola de futebol para aprender as regras. Os pais dos meninos apoiavam a minha decisão de aprender, me elogiavam. Vez ou outra, exageravam e diziam que eu era melhor que o Arnaldo Cezar Coelho. Meu apelido virou Arnaldo. ‘Esse aí é o Arnaldo, vai ser um grande árbitro’.

Aos 17 anos, peguei o catálogo das páginas amarelas, procurei pelo telefone da Federação Mineira de Futebol e naquele momento estava rolando um curso de arbitragem. Com o apoio financeiro de minha mãe, consegui participar. A formatura foi em 1998. Depois disso, nunca mais joguei uma partida na minha vida.

Mas correr eu gosto. E adoro correr como árbitro. Sempre que tem um contra-ataque, algum lance de velocidade, mentalmente já quero disputar com aquele jogador, quero chegar antes, mostrar que tenho força, foco e capacidade. Sou um atleta também. Dou 40 tiros de 75 metros em 15 segundos. Descanso 25 metros em 18 segundos entre eles. Depois dou seis tiros de 40 metros em apenas seis segundos. Esse é um dos testes que me deu o direito de usar o brasão da Fifa.

Ser árbitro me coloca em uma posição de poder que eu precisava. Escolhi para esconder minha sexualidade? Sim. Mas é mais do que isso. Eu me posicionei como o dono do jogo, o cara de autoridade, e isso remete automaticamente a uma figura de força, repleta de masculinidade. Eu queria ter esse comando e exigir respeito, como quem diz: ‘Ei, eu estou aqui! Vocês vão ter de me engolir e respeitar, me dar a oportunidade de estar entre vocês no futebol porque, sim, eu sou gay, mas sou uma pessoa normal, como todo mundo. Vocês não são melhores do que eu porque gostam de mulher’.

Tenho atração por homens e não sou menor por isso. Não estou no campo por isso. Não estou procurando macho, não estou desejando ninguém. Não estou ali para tentar nada. Quero respeito, que entendam que posso estar em qualquer ambiente. Não é porque sou gay que vou querer transar com todo mundo, vou olhar para todos. Longe disso. Eu só quero respeito e o direito de estar onde eu quiser.

Nós, os gays no futebol, somos muitos. Estamos em toda parte. Mas 99,99% estão dentro do armário. Tem árbitro, jogador, técnico, casados, com filhos, separados, com vida dupla… Tem de tudo. A gente se reconhece. Eu brinco que temos um Wi-Fi ligado constantemente e que se conecta com o outro mesmo sem querer. Nós existimos e merecemos o direito de falar sobre isso, de viver normalmente.

Eu não posso dizer que hoje amo o futebol, pelo menos não tenho o amor de um torcedor. Não assisto a nenhum jogo para curtir e tomar cerveja. É uma questão meramente técnica para mim. Enquanto os outros vibram, se emocionam com lances, eu observo as regras, as infrações, um impedimento, os movimentos do árbitro. Sou estudioso e um bom profissional. São 600 árbitros na CBF, e eu sou top 50, sou árbitro Fifa. Não preciso morrer de amores por futebol para ser bom, e eu sou bom. Não ter emoções pessoais envolvidas ajuda. O que eu amo é ser árbitro.

No meio da arbitragem não é segredo que sou gay. E sou bastante respeitado. O pessoal brinca, chama de ‘Sindicato’. ‘Oh, esse aí é do Sindicato’, ‘esse ai sindicalizou’. E por existir esse ‘boato’ em campo, já sofri com atos homofóbicos. O cara lá fica puto com o resultado de um jogo e desabafa com ofensas contra minha orientação sexual. ‘Sua bichinha, seu veadinho. Eu sei por que você não marcou aquele pênalti. Você deve estar dando o rabo para alguém ali’. Jogadores e técnicos jamais me ofenderam. Isso partiu todas as vezes de dirigente e torcida. E toda vez que isso acontece eu relato na súmula. Uma luta, mas não desisto.

Sempre fui aconselhado a não me associar com a imagem gay. ‘Pelo seu bem’ dizem. Certa vez, fui convidado para apitar a final de uma competição LGBT e me convenceram que não era uma boa ideia. E aí, quem foi lá apitar? Um árbitro hétero. O hétero pode. O gay, não. O gay tem que ficar calado, ser reservado. Caso contrário, será prejudicado.

Devo tudo o que tenho à arbitragem, mas paguei um preço muito alto por isso. Deixei de lado paixões reais da minha vida para seguir esse universo macho alfa, para viver disfarçado. Se eu pudesse, teria sido médico, mas não me via com muitas escolhas. Viver abertamente como um homem gay era impensável. O futebol é meu sustento e até o dia de hoje foi o meu esconderijo hétero. Eu quero me libertar dessa prisão. Quero poder ter relacionamentos, quero apitar em paz, quero que as ofensas sejam punidas.

O difícil é lidar com o medo que tenho de morrer. Vivemos no Brasil, o país que mais mata gays no mundo. Aqui não é apenas preconceito, é morte. É um submundo. Os gays no futebol estão em uma caixa de pandora. Jogadores, árbitros, torcedores… E nós somos muitos! Já não há espaço dentro desse armário apertado. Já não cabe mais. Chega! Sigo não suportando as piadas. A diferença é que agora não mais ficarei sufocado.

Igor Benevenuto, árbitro da Fifa — Foto: Marcos Ribolli

– Sabe quem são os inimigos da Produtividade no cotidiano corporativo?

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?

7 ideias para melhorar a produtividade da empresa rapidamente 💡💡💡

Imagem extraída de: https://pluga.co/blog/ideias-melhorar-produtividade-empresa/

– Sorriso que me encanta.

Saudade da minha sapequinha… e da irmã dela, a sapecona… e da mãe delas, a Dona Sapeca.

Sozinho em casa, crianças na vovó e esposa trabalhando. E com uma carga enorme de atividade pra fazer. Como pode?

E olha que eu gerencio muito bem o tempo…

A alegria dela me dá forças!

👨‍👩‍👧‍👧 #family #família #carinho

– É pra cumprir a orientação, ou não? Sobre o pênalti de São Paulo 4×1 Universidad Católica.

No Morumbi, pela Sulamericana, o São Paulo atropelou o adversário chileno. Porém, duas coisas me chamaram a atenção em um único lance: o pênalti marcado pelo árbitro venezuelano Alexis Herrera:

  1. Foi um dos famosos pênaltis “jabuticabas”, típicos de “Campeonato Brasileiro”, onde não existe intenção e nem ocorre movimento antinatural. Neste jogo, a bola bateu no defensor por casualidade em movimento natural. Mas caso você tenha dúvida, de maneira bem didática, o que é “movimento antinatural” em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/08/09/o-que-mudou-ou-nao-na-regra-da-mao-na-bola/
  2. O tempo de marcação da penalidade e a mudança da decisão dos árbitros: Ironizei dias atrás que os árbitros estão jogando a responsabilidade para o vídeo e estamos criando uma geração de “Maria VAR com as outras” (em alusão ao dito popular “Maria VAI com as outras”), não mantendo a decisão do que se marca. Nesta situação, vai justamente ao que publicamos ontem, a partir do texto original do protocolo do árbitro de vídeo: o árbitro deverá mudar sua decisão se o erro for CLARO e ÓBVIO. Houve uma clara intenção do chileno em colocar a mão na bola e era um erro óbvio a não-marcação do pênalti? Nada disso. A prova foi o tempo para se verificar o lance. Se claro e óbvio, não pararia tanto o jogo. E sobre esse texto, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/07/07/o-grande-erro-do-uso-do-var-no-brasil-a-partir-do-livro-de-regras/

A verdade é: o que vemos no Brasil e na América do Sul é diferente do que apitado nos grandes centros da Europa. Você não vê pênaltis como esses (de lances casuais confundidos por antinaturais) nem um número grande de intervenções do VAR (e quando elas ocorrem, são rápidas, não se perde o clima do jogo). O interessante é: quando os árbitros sul-americanos apitam fora do continente (veja as competições U-20 da FIFA), eles apitam direito!

Parece que os juízes de campo, quando estão aqui, são medrosos. Quando vão apitar no Velho Continente, aos olhos mais seguros da FIFA, mudam de comportamento.

Torcida do São Paulo relembra partida de Ceni contra a Universidad Católica em 2013 | LANCE!

Imagem extraída de: https://www.lance.com.br/sao-paulo/torcida-do-sao-paulo-relembra-partida-de-ceni-contra-a-universidad-catolica-em-2013.html

– Paternidade faz o Papai Engordar?

Pesquisa da Universidade de Northwestern comprova: ser pai aumenta alguns quilos na barriga!

Posso usar como desculpa pelo excesso de peso?

Extraído de: http://t.co/RZyHpNIt2D

PATERNIDADE FAZ OS HOMENS ENGORDAREM, APONTA PESQUISA

Se é na gravidez que muitas mulheres engordam, com os homens o ganho de peso vem depois que o bebê nasce. Segundo uma pesquisa da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, ser pai engorda. O estudo foi publicado recentemente no Jornal Americano de Saúde Masculina.

O estudo acompanhou por 20 anos o peso de 10 mil homens, da adolescência até a fase adulta, e concluiu que os homens engordam mais quando se tornam pais, comparado aos homens sem filhos.

O peso destes homens foi medido em quatro momentos diferentes da vida deles: no início da adolescência, depois da adolescência, meados dos 20 anos e início dos 30, assim como o IMC (índice de massa corporal).

Os homens foram classificados como: pai, não-pai, pai que mora com o filho e pai que não mora com o filho.

Na média padrão do estudo, um homem de 1,83 m, que vive com o filho, ganhou, em média, dois quilos depois de se tornar pai. Já o homem com a mesma altura, mas que não vive com o filho, engordou, em média, 1,5 quilo depois de ter se tornado pai.

Em termos de IMC (índice de massa corporal), o estudo apontou um aumento de 2,6% no IMC de homens que vivem com os filhos ante um aumento de 2% do IMC entre os homens que não vivem com suas crias.

Já os homens com o mesmo padrão de altura e sem filhos perderam 650 gramas no mesmo período.

Este é um dos primeiros estudos a analisar a forma como a paternidade afeta o IMC, um importante marcador biológico da saúde, que classifica se estamos no peso considerado ideal, acima dele ou obesos.

Além do IMC, outros fatores foram levados em conta: idade, raça, escolaridade, renda, atividade diária e estado civil.

Estudos anteriores já relacionaram o casamento ao ganho de peso em homens, mas na paternidade ele se mostrou mais marcante.

Mais responsabilidade

“A paternidade pode afetar a saúde de homens jovens, efeito já conhecido  no casamento”, disse o principal autor do estudo, o professor de pediatria Craig Garfield, da Universidade de Northwestern.

“Quanto mais peso os pais ganham e quanto maior o IMC, maior é o risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas, bem como diabetes e câncer”, completa.

A mudança no estilo de vida e dos hábitos alimentares podem ser a causa do aumento no número do manequim, sugere o pesquisador.

“Você tem novas responsabilidades quando você tem seus filhos e pode não ter tempo para cuidar de si mesmo. A família se torna a prioridade”, afirma Garfield.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Prato saudável para a saúde agradecer.

Hora do almoço: dizem que quanto mais colorido o prato, mais saúde para nós (devido as variedades de vitaminas e demais elementos).

Hoje, o almoço foi de um pouco de tudo: alface, tomate, brócolis, cenoura, beterraba, ovo, peixe, lagarto com champignon, almôndega, arroz e feijão tropeiro.

Ô delícia… sem exagero, pode.

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